O velho pervertido descobre o que a enfermeirinha faz com o sêmen dele... e tem grandes planos para ela...
Emílio chegou meio nervoso ao consultório e bateu na porta da Ruiva, ela se levantou para atendê-lo...
Enf: o que houve, seu Emílio?
E: preciso falar com a senhora urgentemente!
Enf: bem, mas o senhor trouxe atestado médico?
E: não, não trouxe nada, mas quero falar com a senhora! — exigiu com seriedade...
Enf: tá... tá bem, termino com o paciente que está aqui e atendo o senhor... — acalmou-o a enfermeira, temendo o pior...
Após 5 minutos, a moça fez Emílio entrar na sala de consulta...
Enf: e me diga, o que é tão urgente assim? — perguntou meio preocupada e com medo de que fosse o que ela esperava...
E: bem, senhorita, veja só, venho trazendo amostras de sêmen há mais de uma semana, como a senhora pediu... e pedi os resultados, mas ninguém quer me dar... mais ainda, afirmam não ter recebido tais amostras... A senhora sabe de algo? Pode me dizer o que está acontecendo?
Enf: bom, seu Emílio, talvez ainda não tenham analisado...
E: sim, mas como vão analisar algo que negam ter recebido?
A enfermeira estava ficando sem recursos e mentiras diante das afirmações de Emílio...
E: olha, se é algo grave, me conte... o que está acontecendo?
A garota, vendo-se encurralada e diante das preocupações do pobre velho, decidiu contar, na esperança de sair bem dessa e até porque o velho podia gostar da ideia...
Enf: não se preocupe, seu Emílio... veja, não tem nada de errado. Eu tenho a explicação para o problema...
E: então explica logo, mocinha...
Enf: veja... quando o senhor foi embora outro dia... lembra, depois de ter gozado na minha cara... bem, eu fiquei provando o sêmen do senhor e isso despertou em mim um desejo que nunca tinha sentido antes, e por isso pedi mais amostras para meu uso pessoal... — argumentou a enfermeira, toda tímida e corada...
E: o quê?!!!
Enf: por favor, seu Emílio, não fique bravo nem me processe! Não quero ser demitida! — implorou a ruiva.
Emílio, após assimilar as palavras da enfermeira e Pensar uns instantes, decidiu agir...
E: Olha, filha, não me incomoda que você queira meu gozo... o que me incomoda é que não tenha me pedido com toda confiança, e o pior de tudo é que me fez trabalhar à toa... Então, a partir de hoje, se quiser gozo, vai ter que ordenhar você mesma!
Exigiu Emilio, levantando-se e ficando ao lado da jovem, que ainda estava sentada... A ruiva ainda não entendeu direito o que o velho queria dizer e olhou para ele de novo...
E: Aqui está sua ração de hoje, vai pegar!
Acrescentou o velhote, apontando para o volume na calça com o dedo indicador.
A enfermeira olhou para o volume e percebeu um caroço bem grosso debaixo da calça... Ainda com dúvida, levou as mãos até o volume e apalpou... Estava duríssimo. Em seguida, apertou a mão para abranger o volume e sentiu uma tensão, vendo como o pau de Emilio respondia ao toque. Sem conseguir adiar mais a vontade de ver, de ter e de tocar; com decisão, abaixou a braguilha da calça e enfiou a mão em busca do volume. Quando já o colocou na entrada da braguilha, a rola saltou com impulso por causa da ereção... Ficou na frente do rosto da ruiva, que olhava maravilhada para a grossura...
E: Trata com carinho...
Pediu Emilio, enquanto pegava uma mão da enfermeira e a apoiava no pau dela.
A enfermeira, reagindo, cobriu com a mão a cabecinha e desceu a pele suavemente; viu a cabecinha rosada e uma frestinha por onde entendeu que sairia o néctar que tanto desejava... Sem perder mais tempo, começou a punhetar Emilio com decisão, mas com a mesma doçura... queria logo o prêmio dela...
Emilio ficou mais duro ainda, se é que era possível, e pegou a outra mão da jovenzinha e a levou até as bolas dele...
E: Aqui carrega o líquido que você tanto gosta; então faz um bom massagem pra sair o mais rápido possível...
A ruiva obedeceu, satisfeita, e coordenou a punheta com a massagem... Depois de aproveitar um bom tempo, Emilio viu que os braços da moça estavam cansando e ela também de esperar o prêmio, então decidiu mudar de atividade para... Dar mais putaria no assunto.
E: Tá bem gostosa, agora dá uma segurada que acabei de ter uma ideia... Já que você me examinou outro dia, hoje eu vou te examinar... Tira essa sua roupinha de trabalho até ficar só de lingerie.
A jovem obedeceu e tirou o jaleco branco, ficando só na lingerie chamativa que Emílio já tinha visto transparecer...
E: Caralho, que linda, braguinha e sutiã novos... que delícia.
Na real, a ruiva tava usando um conjunto vermelho bem sexy, combinando com o cabelo dela.
E: Beleza, gostosa... vira de costas e balança essa bunda até a maca, e deita lá esticada...
O velho se acabou vendo o rebolado da enfermeirinha e o sobe e desce das nádegas perfeitas dela até ela se deitar na maca.
Ele chegou perto e inspecionou a mulherzinha que tava semi-nua...
E: Tá, gostosa, onde é que tá doendo...? Perguntou o tarado, passando a mão pelo corpinho todo da jovem...
E: Será que é aqui..? Colocou as duas mãos enormes nos peitos voluptuosos da moça, cobertos pelo sutiã vermelho.
E: Gostosa, por que você não tira esse sutiã pra eu fazer minha inspeção direito...
Quando a jovem tirou, o velho começou um apalpamento grosseiro nos peitos, como se nunca tivesse tocado nuns peitões na vida... Cobria com a mão, amassava, juntava pra deixar ainda maiores e até beliscava os bicos, e a moça respondia com caretas de dor...
E: Tá, aqui é o problema... Completou o velhote, pegando os peitos de novo e dando umas chupadinhas em cada bico... o que mudou a cara da ruiva, que ficou querendo mais quando viu Emílio parar...
O homem desceu pra região da buceta e primeiro passou a mão de leve por cima da calcinha, fazendo a enfermeira favorita dele abrir mais as pernas...
Depois, se deu ao luxo de puxar a calcinha dela devagar...
E: Vamos ver que delícia você esconde aqui embaixo, gostosa... Disse, puxando a calcinha dela com decisão...
E: O que eu imaginava... cabelo. Vermelho na cabeça igual a pelo vermelho na buceta... Afirmei o velho ao ver uns pelinhos acima da entrada da mulher...
O velho se aventurou mais e começou a percorrer e abrir os lábios da bocetinha da ruiva com suas mãos calejadas, ao mesmo tempo que voltava pra cima para sussurrar no ouvido dela...
E: você tá molhadinha... isso é bom... porque eu sempre tô com vontade de te enfiar meu pau até te partir no meio e finalmente vou conseguir....
O velho parou de massagear a bocetinha pra se levantar de novo.
E: mas antes vamos ver essa garganta... vamos gostosa, diz Aaaaahh..
Emílio se posicionou na altura da cabeça dela e quando a mulher abriu a boca, pegou o pau com a mão e enfiou na cavidade bucal até a cabeça.
Assim começou a foder de novo pela boca até se fartar...
Enfm: Aamm..Aamm... Os sons que saíam da boca da ruiva abafados pela entrada do pau do Emílio nela...
E: muito bom... de largura muito bom... Agora vamos ver a profundidade...
Dito isso, tirou o pau e virou a cabeça da garota de forma que ela ficasse olhando pras bolas dele.
Enfiou a cabeça do pau de novo na boca da jovem e colocou uma mão atrás da cabeça dela e olhou pra ela...
E: quero que você engula ele inteiro!
Dito isso, começou a empurrar invadindo por completo a boquinha da ruiva... O empurrão foi até mais da metade do pau e ali encontrou o limite.
Na verdade, a enfermeirinha tinha uma boca grande, mas o pau do Emílio era pau demais pra qualquer boca...
E: vamos, linda... se quer gozo, vai ter que merecer! E aplicou mais força no empurrão.
A ruiva já começava a babar dos lados enquanto franzia a testa, mostrando o enorme esforço pra engolir toda aquela ferramenta daquele velho maluco...
E: assim, assim... já tá quase lá... O velho a incentivava vendo o membro desaparecer naquela boca tão quente e gostosa...
De repente, umas batidas na porta paralisaram os dois...
Posso entrar...?
Era a chefe da ruiva e ela não sabia que... fazer... Mas Emílio pensou rápido e decidiu colocar em prática uma ideia pervertida que sempre quis...
E: Vai, putinha, desce da cama e engatinha até a mesa e se enfia debaixo dela... Não esquece de pegar suas roupas...
Foi assim que a jovem agiu, sem saber das ideias daquele velho safado...
Emílio viu ela engatinhar rápido, rebolando aquele corpinho, e se enfiar debaixo da mesa... Ele também se apressou e sentou na mesa da enfermeira, em vez das cadeiras de paciente.
A chefe abriu a porta...
J: Seu Emílio, o que o senhor faz aí sentado...?
E: Nada, mulher, esperando a enfermeira...?
J: Como assim, ela não está no posto dela...?
E: Não se irrite, a coitada não parou a manhã inteira e foi tomar um bom copo de cum... Enquanto isso, eu espero aqui sentado, que é mais confortável do que aquelas cadeiras de madeira, buff... Explicou o velho, bufando e fazendo cara de desconforto.
J: Ah, bom, então se quiser, faço um pouco de companhia pra não deixar a espera tão dura...
E: Sim, claro... Sente-se. O velho convidou com cara de satisfeito...
O que a doutora não percebeu é que, quando ela entrou e se virou pra fechar a porta, Emílio aproveitou pra tirar a pica da braguilha ainda aberta e convidou a enfermeirinha pra mamar com umas leves sacudidas no falo...
A enfermeirinha, na dúvida se aquilo era uma boa ideia... dirigiu devagar e com timidez a boca pra ponta daquele falo que tinha na frente, enquanto ouvia a chefe sentar pra conversar com Emílio...
J: Então ela foi beber cum, olha só o quanto essa mulher gosta de cum...
E: hahaha, parece que sim... O velho completou com cara de satisfação e um puta prazer ao sentir o calor da boquinha da enfermeira na ponta.
E: A senhora gosta de cum, dona?
Ao mesmo tempo que fez a pergunta, resolveu se acomodar melhor, abrindo as pernas e se enfiando mais pra dentro da mesa... o que fez a ruiva engolir mais pica...
J: Bom, eu sou mais de café puro...
E: Ahhh... exclamou Emílio como se concordasse, embora tenha sido mais uma exclamação de prazer pelo... trabalho que estavam fazendo debaixo daquela mesa que uma resposta pra doutora.
E: e cê toma porra com café?
J: não, às vezes churros...
E: que pena, as porras são maiores e mais grossas..
J: é que tô de dieta kk... Respondeu a doutora sem saber das segundas intenções com que Emilio falava.
Debaixo da mesa, a ruiva já chupava com decisão e vontade enquanto ouvia a conversa se divertindo...
J: mas quando era pequena, sim, tomava muitos chupachus... Adicionou a chefa só pra falar de algo.
E: aahh... cê gostava de chupar coisas doces... kk
A doutora, já meio desconfortável, decidiu encerrar a conversa...
J: bom... essa moça tá demorando muito e eu tenho muito trabalho... se não se importa, Sr. Emilio, vou indo.
E: claro que não, mulher, faltava mais...
A doutora se despediu e foi em direção à porta, e quando já tava saindo...
E: e toma um bom copo de cum e uma boa porra de vez em quando! vai te fazer bem..
J: vou sim!
Emilio ficou sozinho rindo enquanto se recostava um pouco pra ver a ruiva trabalhando no boquete...
E: o que cê achou do meu show?
Enf: cê é um ótimo ator kk. Disse a enfermeirinha e voltou a meter o pau na boca pra continuar chupando.
E: e me diz, putinha, o que cê fez com todo o cum que eu trouxe esses dias...?
Enf: mmm... tomei com o café... mmm... no meu sanduíche... mmm... no meu chá. Respondia a ruiva cada vez que parava de chupar...
E: que porca que cê é... Enfim... Onde a gente tava? ah sim... cê tava se engasgando com meu pau...
Declarou o velhote enquanto se levantava, puxava a mulher pelo cabelo e começava a empurrar o pau goela abaixo sem piedade...
Por sorte pra ruiva, dessa vez ela engoliu quase tudo antes de se sentir cheia...
E: vamos...! já quase conseguiu! Dito isso, o velho fez mais força...
A enfermeirinha, já com vontade de cum, esticou a língua o máximo que pôde pra deixar entrar mais carne na boca e finalmente, como conseguiu, engoliu a ferramenta inteira do Emilio...
E: Aaaaahhh... que gostoso... isso aí, gostosa!
Dizia Emilio enquanto curtia o O calor daquela cavidade e os ovos dele descansavam no queixo da mulher...
Mas a ruiva não aguenta mais... queria parar...
E: Ahh, não, gostosa, não tira, sinto que vou gozar e quero que você receba bem lá no fundo da sua garganta...
Emílio segurou ela pra aproveitar um pouco mais... até que o pau dele explodiu...
E: Aaahhh! 1... 2... 3... 4... 5... 6... 7... 8... 9... 10. Emílio contava cada vez que saía um jato de porra do pau dele...
A enfermeira sentia uma enxurrada de esperma quente escorrendo pela garganta enquanto o tamanho do pau diminuía e deixava ela respirar...
Com a descarga, Emílio retirou lentamente o membro e viu que ainda tinha um pouco de líquido no fundo da garganta, que em instantes a enfermeira engoliu fechando a boquinha...
Ele viu que ainda tinha um resto de porra na ponta e sacudiu, de modo que foi parar no rosto da mulher...
E: Como você fica linda com minha porra na sua cara...
Enf: Bom, D. Emílio, tá na hora do senhor ir, tenho muito trabalho como já sabe... Disse a ruiva recolhendo a porra do rosto pra depois saborear enquanto procurava a roupa, dando por encerrada a aventura...
E: Tá bom, putinha... Mas eu volto.
Enf: Tá bom... Mas faz num horário mais tarde, assim ninguém vai encher o saco, haha...
Disse a enfermeirinha safada.
Emílio chegou meio nervoso ao consultório e bateu na porta da Ruiva, ela se levantou para atendê-lo...
Enf: o que houve, seu Emílio?
E: preciso falar com a senhora urgentemente!
Enf: bem, mas o senhor trouxe atestado médico?
E: não, não trouxe nada, mas quero falar com a senhora! — exigiu com seriedade...
Enf: tá... tá bem, termino com o paciente que está aqui e atendo o senhor... — acalmou-o a enfermeira, temendo o pior...
Após 5 minutos, a moça fez Emílio entrar na sala de consulta...
Enf: e me diga, o que é tão urgente assim? — perguntou meio preocupada e com medo de que fosse o que ela esperava...
E: bem, senhorita, veja só, venho trazendo amostras de sêmen há mais de uma semana, como a senhora pediu... e pedi os resultados, mas ninguém quer me dar... mais ainda, afirmam não ter recebido tais amostras... A senhora sabe de algo? Pode me dizer o que está acontecendo?
Enf: bom, seu Emílio, talvez ainda não tenham analisado...
E: sim, mas como vão analisar algo que negam ter recebido?
A enfermeira estava ficando sem recursos e mentiras diante das afirmações de Emílio...
E: olha, se é algo grave, me conte... o que está acontecendo?
A garota, vendo-se encurralada e diante das preocupações do pobre velho, decidiu contar, na esperança de sair bem dessa e até porque o velho podia gostar da ideia...
Enf: não se preocupe, seu Emílio... veja, não tem nada de errado. Eu tenho a explicação para o problema...
E: então explica logo, mocinha...
Enf: veja... quando o senhor foi embora outro dia... lembra, depois de ter gozado na minha cara... bem, eu fiquei provando o sêmen do senhor e isso despertou em mim um desejo que nunca tinha sentido antes, e por isso pedi mais amostras para meu uso pessoal... — argumentou a enfermeira, toda tímida e corada...
E: o quê?!!!
Enf: por favor, seu Emílio, não fique bravo nem me processe! Não quero ser demitida! — implorou a ruiva.
Emílio, após assimilar as palavras da enfermeira e Pensar uns instantes, decidiu agir...
E: Olha, filha, não me incomoda que você queira meu gozo... o que me incomoda é que não tenha me pedido com toda confiança, e o pior de tudo é que me fez trabalhar à toa... Então, a partir de hoje, se quiser gozo, vai ter que ordenhar você mesma!
Exigiu Emilio, levantando-se e ficando ao lado da jovem, que ainda estava sentada... A ruiva ainda não entendeu direito o que o velho queria dizer e olhou para ele de novo...
E: Aqui está sua ração de hoje, vai pegar!
Acrescentou o velhote, apontando para o volume na calça com o dedo indicador.
A enfermeira olhou para o volume e percebeu um caroço bem grosso debaixo da calça... Ainda com dúvida, levou as mãos até o volume e apalpou... Estava duríssimo. Em seguida, apertou a mão para abranger o volume e sentiu uma tensão, vendo como o pau de Emilio respondia ao toque. Sem conseguir adiar mais a vontade de ver, de ter e de tocar; com decisão, abaixou a braguilha da calça e enfiou a mão em busca do volume. Quando já o colocou na entrada da braguilha, a rola saltou com impulso por causa da ereção... Ficou na frente do rosto da ruiva, que olhava maravilhada para a grossura...
E: Trata com carinho...
Pediu Emilio, enquanto pegava uma mão da enfermeira e a apoiava no pau dela.
A enfermeira, reagindo, cobriu com a mão a cabecinha e desceu a pele suavemente; viu a cabecinha rosada e uma frestinha por onde entendeu que sairia o néctar que tanto desejava... Sem perder mais tempo, começou a punhetar Emilio com decisão, mas com a mesma doçura... queria logo o prêmio dela...
Emilio ficou mais duro ainda, se é que era possível, e pegou a outra mão da jovenzinha e a levou até as bolas dele...
E: Aqui carrega o líquido que você tanto gosta; então faz um bom massagem pra sair o mais rápido possível...
A ruiva obedeceu, satisfeita, e coordenou a punheta com a massagem... Depois de aproveitar um bom tempo, Emilio viu que os braços da moça estavam cansando e ela também de esperar o prêmio, então decidiu mudar de atividade para... Dar mais putaria no assunto.
E: Tá bem gostosa, agora dá uma segurada que acabei de ter uma ideia... Já que você me examinou outro dia, hoje eu vou te examinar... Tira essa sua roupinha de trabalho até ficar só de lingerie.
A jovem obedeceu e tirou o jaleco branco, ficando só na lingerie chamativa que Emílio já tinha visto transparecer...
E: Caralho, que linda, braguinha e sutiã novos... que delícia.
Na real, a ruiva tava usando um conjunto vermelho bem sexy, combinando com o cabelo dela.
E: Beleza, gostosa... vira de costas e balança essa bunda até a maca, e deita lá esticada...
O velho se acabou vendo o rebolado da enfermeirinha e o sobe e desce das nádegas perfeitas dela até ela se deitar na maca.
Ele chegou perto e inspecionou a mulherzinha que tava semi-nua...
E: Tá, gostosa, onde é que tá doendo...? Perguntou o tarado, passando a mão pelo corpinho todo da jovem...
E: Será que é aqui..? Colocou as duas mãos enormes nos peitos voluptuosos da moça, cobertos pelo sutiã vermelho.
E: Gostosa, por que você não tira esse sutiã pra eu fazer minha inspeção direito...
Quando a jovem tirou, o velho começou um apalpamento grosseiro nos peitos, como se nunca tivesse tocado nuns peitões na vida... Cobria com a mão, amassava, juntava pra deixar ainda maiores e até beliscava os bicos, e a moça respondia com caretas de dor...
E: Tá, aqui é o problema... Completou o velhote, pegando os peitos de novo e dando umas chupadinhas em cada bico... o que mudou a cara da ruiva, que ficou querendo mais quando viu Emílio parar...
O homem desceu pra região da buceta e primeiro passou a mão de leve por cima da calcinha, fazendo a enfermeira favorita dele abrir mais as pernas...
Depois, se deu ao luxo de puxar a calcinha dela devagar...
E: Vamos ver que delícia você esconde aqui embaixo, gostosa... Disse, puxando a calcinha dela com decisão...
E: O que eu imaginava... cabelo. Vermelho na cabeça igual a pelo vermelho na buceta... Afirmei o velho ao ver uns pelinhos acima da entrada da mulher...
O velho se aventurou mais e começou a percorrer e abrir os lábios da bocetinha da ruiva com suas mãos calejadas, ao mesmo tempo que voltava pra cima para sussurrar no ouvido dela...
E: você tá molhadinha... isso é bom... porque eu sempre tô com vontade de te enfiar meu pau até te partir no meio e finalmente vou conseguir....
O velho parou de massagear a bocetinha pra se levantar de novo.
E: mas antes vamos ver essa garganta... vamos gostosa, diz Aaaaahh..
Emílio se posicionou na altura da cabeça dela e quando a mulher abriu a boca, pegou o pau com a mão e enfiou na cavidade bucal até a cabeça.
Assim começou a foder de novo pela boca até se fartar...
Enfm: Aamm..Aamm... Os sons que saíam da boca da ruiva abafados pela entrada do pau do Emílio nela...
E: muito bom... de largura muito bom... Agora vamos ver a profundidade...
Dito isso, tirou o pau e virou a cabeça da garota de forma que ela ficasse olhando pras bolas dele.
Enfiou a cabeça do pau de novo na boca da jovem e colocou uma mão atrás da cabeça dela e olhou pra ela...
E: quero que você engula ele inteiro!
Dito isso, começou a empurrar invadindo por completo a boquinha da ruiva... O empurrão foi até mais da metade do pau e ali encontrou o limite.
Na verdade, a enfermeirinha tinha uma boca grande, mas o pau do Emílio era pau demais pra qualquer boca...
E: vamos, linda... se quer gozo, vai ter que merecer! E aplicou mais força no empurrão.
A ruiva já começava a babar dos lados enquanto franzia a testa, mostrando o enorme esforço pra engolir toda aquela ferramenta daquele velho maluco...
E: assim, assim... já tá quase lá... O velho a incentivava vendo o membro desaparecer naquela boca tão quente e gostosa...
De repente, umas batidas na porta paralisaram os dois...
Posso entrar...?
Era a chefe da ruiva e ela não sabia que... fazer... Mas Emílio pensou rápido e decidiu colocar em prática uma ideia pervertida que sempre quis...
E: Vai, putinha, desce da cama e engatinha até a mesa e se enfia debaixo dela... Não esquece de pegar suas roupas...
Foi assim que a jovem agiu, sem saber das ideias daquele velho safado...
Emílio viu ela engatinhar rápido, rebolando aquele corpinho, e se enfiar debaixo da mesa... Ele também se apressou e sentou na mesa da enfermeira, em vez das cadeiras de paciente.
A chefe abriu a porta...
J: Seu Emílio, o que o senhor faz aí sentado...?
E: Nada, mulher, esperando a enfermeira...?
J: Como assim, ela não está no posto dela...?
E: Não se irrite, a coitada não parou a manhã inteira e foi tomar um bom copo de cum... Enquanto isso, eu espero aqui sentado, que é mais confortável do que aquelas cadeiras de madeira, buff... Explicou o velho, bufando e fazendo cara de desconforto.
J: Ah, bom, então se quiser, faço um pouco de companhia pra não deixar a espera tão dura...
E: Sim, claro... Sente-se. O velho convidou com cara de satisfeito...
O que a doutora não percebeu é que, quando ela entrou e se virou pra fechar a porta, Emílio aproveitou pra tirar a pica da braguilha ainda aberta e convidou a enfermeirinha pra mamar com umas leves sacudidas no falo...
A enfermeirinha, na dúvida se aquilo era uma boa ideia... dirigiu devagar e com timidez a boca pra ponta daquele falo que tinha na frente, enquanto ouvia a chefe sentar pra conversar com Emílio...
J: Então ela foi beber cum, olha só o quanto essa mulher gosta de cum...
E: hahaha, parece que sim... O velho completou com cara de satisfação e um puta prazer ao sentir o calor da boquinha da enfermeira na ponta.
E: A senhora gosta de cum, dona?
Ao mesmo tempo que fez a pergunta, resolveu se acomodar melhor, abrindo as pernas e se enfiando mais pra dentro da mesa... o que fez a ruiva engolir mais pica...
J: Bom, eu sou mais de café puro...
E: Ahhh... exclamou Emílio como se concordasse, embora tenha sido mais uma exclamação de prazer pelo... trabalho que estavam fazendo debaixo daquela mesa que uma resposta pra doutora.
E: e cê toma porra com café?
J: não, às vezes churros...
E: que pena, as porras são maiores e mais grossas..
J: é que tô de dieta kk... Respondeu a doutora sem saber das segundas intenções com que Emilio falava.
Debaixo da mesa, a ruiva já chupava com decisão e vontade enquanto ouvia a conversa se divertindo...
J: mas quando era pequena, sim, tomava muitos chupachus... Adicionou a chefa só pra falar de algo.
E: aahh... cê gostava de chupar coisas doces... kk
A doutora, já meio desconfortável, decidiu encerrar a conversa...
J: bom... essa moça tá demorando muito e eu tenho muito trabalho... se não se importa, Sr. Emilio, vou indo.
E: claro que não, mulher, faltava mais...
A doutora se despediu e foi em direção à porta, e quando já tava saindo...
E: e toma um bom copo de cum e uma boa porra de vez em quando! vai te fazer bem..
J: vou sim!
Emilio ficou sozinho rindo enquanto se recostava um pouco pra ver a ruiva trabalhando no boquete...
E: o que cê achou do meu show?
Enf: cê é um ótimo ator kk. Disse a enfermeirinha e voltou a meter o pau na boca pra continuar chupando.
E: e me diz, putinha, o que cê fez com todo o cum que eu trouxe esses dias...?
Enf: mmm... tomei com o café... mmm... no meu sanduíche... mmm... no meu chá. Respondia a ruiva cada vez que parava de chupar...
E: que porca que cê é... Enfim... Onde a gente tava? ah sim... cê tava se engasgando com meu pau...
Declarou o velhote enquanto se levantava, puxava a mulher pelo cabelo e começava a empurrar o pau goela abaixo sem piedade...
Por sorte pra ruiva, dessa vez ela engoliu quase tudo antes de se sentir cheia...
E: vamos...! já quase conseguiu! Dito isso, o velho fez mais força...
A enfermeirinha, já com vontade de cum, esticou a língua o máximo que pôde pra deixar entrar mais carne na boca e finalmente, como conseguiu, engoliu a ferramenta inteira do Emilio...
E: Aaaaahhh... que gostoso... isso aí, gostosa!
Dizia Emilio enquanto curtia o O calor daquela cavidade e os ovos dele descansavam no queixo da mulher...
Mas a ruiva não aguenta mais... queria parar...
E: Ahh, não, gostosa, não tira, sinto que vou gozar e quero que você receba bem lá no fundo da sua garganta...
Emílio segurou ela pra aproveitar um pouco mais... até que o pau dele explodiu...
E: Aaahhh! 1... 2... 3... 4... 5... 6... 7... 8... 9... 10. Emílio contava cada vez que saía um jato de porra do pau dele...
A enfermeira sentia uma enxurrada de esperma quente escorrendo pela garganta enquanto o tamanho do pau diminuía e deixava ela respirar...
Com a descarga, Emílio retirou lentamente o membro e viu que ainda tinha um pouco de líquido no fundo da garganta, que em instantes a enfermeira engoliu fechando a boquinha...
Ele viu que ainda tinha um resto de porra na ponta e sacudiu, de modo que foi parar no rosto da mulher...
E: Como você fica linda com minha porra na sua cara...
Enf: Bom, D. Emílio, tá na hora do senhor ir, tenho muito trabalho como já sabe... Disse a ruiva recolhendo a porra do rosto pra depois saborear enquanto procurava a roupa, dando por encerrada a aventura...
E: Tá bom, putinha... Mas eu volto.
Enf: Tá bom... Mas faz num horário mais tarde, assim ninguém vai encher o saco, haha...
Disse a enfermeirinha safada.
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