Pensé que sólo café iba a tomar: Mi historia en Starbucks

Antes de começar com o relato, queria deixar claro que quando falo "morenão" não é de forma racista. De jeito nenhum.
Agora sim, espero que curtam minha história, comentem se puderem!




Quem não quer aproveitar os pequenos (grandes) prazeres da vida?", é isso que a gente sempre pergunta com minhas amigas, e essa é nossa melhor desculpa pra curtir o dia a dia.
Uma das tantas coisas que a gente adora é o café do Starbucks, em todas as variedades. Somos viciadas, sempre vamos num que fica na Av. de Mayo, a uns metros da 9 de Julio. Dani sempre pede um Café Mocha porque diz que lembra o namorado dela (por que será?), ela é a única das 3 que tem namorado. Às vezes, mesmo parecendo maldade de amiga, a gente queria que ela fosse solteira. Pauli, putinha que nem eu, não pensa em ter namorado e é virgem. Ela é a mais gostosa das 3 (embora ela diga que sou eu) e a gente não acredita como ela ainda é virgem; mas fazer o quê, ela gosta e sempre pede o "Skinny Vainilla Latte".
Pra mim, elas são meio sem graça. Por mais gostosos que sejam os cafés delas, sempre pedem a mesma coisa. Eu não sou assim. Gosto de variar, descobrir coisas novas. Nesse caso, todos os sabores de café. Acho que se não fosse por mim, nossos encontros sempre teriam o mesmo gosto... e era isso que eu queria dizer.
Com minhas amigas, como falei, a gente vai direto. Já até sabemos os horários dos funcionários, e algum viciado em cafeína que anda por lá. Já temos eles na mira: quem são os gatos e os que mais sorriem pra gente. Às vezes, meio na brincadeira e meio a sério, uma pergunta pra outra: "e aí, você dava?", kkkk, típico. Então. Um dos que já tínhamos de olho era um moreno (pra não dizer preto) que sempre sentava no mesmo lugar com o notebook e os óculos, o corpo forte e bem definido e as costas largas.
Outro dia fomos as três. Estávamos sentadas numa daquelas bancadas encostadas na parede, pra carregar o celular. Tava calor. Eu tava com uma saia curta e soltinha e uma regata decotada que marcava bem os peitos. Minhas amigas estavam vestidas parecido comigo. Entre uma conversa e outra, Dani tentava convencer a Pauli a dar bola pra um cara, pra ouvir melhor eu girei na cadeira, então fiquei de lado pra parede, de frente pra elas. Nem percebi que, com as pernas um pouco levantadas e cruzadas, minha saia mal cobria uma perna. Foi sem querer.
— Ai Flor, não seja piranha e senta direito. Tá mostrando a perna toda e o negão não para de te olhar! hahaha; falou Pauli, expert em mudar de assunto
— Nossa, que gostoso ele te olhar assim, né? Não olha pra ele, fica quietinha; falou Dani.

Fiquei imóvel. De repente, algo por dentro começou a me dar umas cócegas.
— Sim, ele tá te olhando pra caralho! (a sentença da Pauli foi bem sincera)
As cócegas não passavam, e me fizeram levantar um pouco mais a perna. Era uma pose meio estranha a minha.
— Ele pegou o celular, tá fingindo que lê uma mensagem, mas acho que quer tirar fotos tuas...

Esse comentário me quebrou. Foram sei lá, 10, 15, 20 minutos delas me enchendo a cabeça com o moreno gostoso. A estratégia já tava fazendo efeito em mim. Meu espírito aventureiro tava pronto pra avançar em algo, mas não sabia o quê nem como. Até que de repente veio a motivação de fora:
— Te aposto 20 cafés, os que você quiser, que você não dá pra ele!

A proposta da Dani foi sincera, forte e surpreendente. Ela tava falando sério. Fazia uns dias que ela tinha feito 19 anos e isso tinha batido desse jeito, dando outro peso às palavras dela. Ah, e claro, eu tinha adorado a aposta. Minhas cócegas continuavam aumentando e com isso, claro, muito mais. Depois de uns segundos de silêncio, minha resposta foi:
— Sim. E vou fazer isso hoje mesmo.

Dani se surpreendeu. Minhas palavras foram mais fortes que as delas. Ele continuava me olhando. Tava morrendo de vontade de saber no que ele tava pensando, ou o que ele tava achando de mim. Só de mostrar minhas pernas, a gente já tinha certeza de que o cara tava se excitando me vendo. Me perdi no horário. Não sabia há quanto tempo tinha começado aquela putaria. Talvez foram 10, 20, 40, uma hora, Foi aí que eu montei meu plano. Levantei com a intenção de ir ao banheiro do subsolo. Tinha que passar do lado dele. Passei sem olhar. Mas ele me olhou com muito tesão, pelo menos foi o que me pareceu. Uma vez no banheiro, mandei um zap pra Pauli, que tinha uma visão melhor do meu trajeto. Precisava saber se ele me olhou ou não...

— E aí? Ele me olhou?
— Sim, bucetuda, e muito
— Mais pontos pra mim
— Pois é... e você não sabe o gesto que ele fez quando te viu de costas! Ele mordeu os lábios
— Uia
— Sim! E ainda por cima você, toda branquela e loira, sabe a combinação que faria com um desses hahaha
— Hahaha, bom, isso ainda tá pra ver...
— Que gostosa você é, por isso é minha amiga
— Cala a boca, vai! Olha o que vou fazer agora, hein, presta atenção.

Aproveitei que já tava na frente do espelho pra arrumar a blusa e valorizar mais minhas lindas tetas, e ajeitar a saia pra mostrar as pernas pra ele. No fim das contas, era isso que deixava ele excitado. Em mim, a situação tava me deixando muito molhada. Se eu pegasse ele, ninguém ia salvar. Talvez ele pensasse o mesmo. Mas se for pelo que dizem deles, e pelo que vejo nos pornôs deles... eu devia me cuidar, nunca tinha pego um bem grande.

Enfim, saí do banheiro. Olhei ao redor. Todo aquele "ante-banheiro" era bem amplo, muito tranquilo e pouco movimentado. Mas não era um bom lugar pra transar, ou pelo menos chupar uma pica.

Subi. Dei os primeiros passos e vejo ao longe, de frente, minhas amigas sentadas, e bem mais perto de mim, de costas, meu negão lindo. Vejo que ele tava sentado bem relaxado, com as pernas meio esticadas. Naquele momento, nada mais importava e eu coloquei meu plano em ação...

Dou uns passos na direção dele, meço, calculo. Não queria que desse errado. Tava muito nervosa por dentro, mesmo que por fora não parecesse. Vejo o pé esquerdo dele meio "adiantado". Pronto. Pisei "sem querer" e me bati na mesa, me inclinando sobre ela...

— Uia, desculpa!
Muito surpreso, ele fica me encarando fixo nos olhos. Ao "bater", me aproximei mais e me apoiei na mesa com as Mãos e um pouco com a cintura, deixando meu celular cair na mesa. A inclinação do meu corpo sobre a mesa foi suficiente pra ele perder toda a concentração e cravar, depois de olhar nos meus olhos, o olhar dele ali (possivelmente com a ideia perversa de cravar outra coisa). Eu rio nervosamente, e tomo todo o tempo do mundo pra estender a mão e pegar o celular, que estava do outro lado da mesa.

Ele ficou imóvel. Duro. Sem reação, só os olhos. Precisou me inclinar um pouquinho mais, e virar de leve pra onde ele estava, e cruzar o braço. Quero deixar claro que não enfiei as tetas na cara dele. Não, mas dei uma olhada muito melhor na boa que ele já tinha. Pego o telefone e vou me levantando devagar, voltando ao normal.

- Desculpa pela pisada, nem percebi.

Ele não respondeu. Continuou olhando pras minhas tetas por um momento até se ligar que teria que me responder. Foi o suficiente pra ficar, como os homens dizem, em off-side.

- Amiga, tá tudo bem,

A resposta dele foi muito engraçada. Sem dúvida, era um espanhol muito forçado, me deu uma certa ternura. Ele mexeu as mãos de um jeito estranho e fechou os olhos quando disse isso; bem cordial e amigável.

Levei como um elogio, então tomei a liberdade de colocar minha mão direita no braço dele. Tava muito duro, muito trabalhado. Se eu disser que não me excitou, tô mentindo. E falei, sorrindo:

- Ai, me sinto uma tonta, às vezes sou tão desastrada.

Sem dúvida, ele não esperava esse gesto. Se surpreendeu e me disse a mesma coisa de novo.

- Amiga, tá tudo bem,

Dessa vez não soou tããão amigável quanto antes. Não liguei, sorri de novo, agradeci e fui embora.

Voltei pras meninas. Elas estavam morrendo de rir. Sentei no mesmo lugar de novo, voltando a exibir minhas pernas, agora com a segurança de ter sido muito bem observada por ele.

- Flor, você é uma foxy! - disse a Pauli

- Que provocadora que você é... - disse a Dani

Foram alguns minutos de piadas desse tipo. E sobre o que ele podia fazer comigo. Tava salivando. Principalmente porque sabia que ele tava me olhando e eu não conseguia ver o gostoso que ele era. Quando de repente...
- Seu príncipe vai embora, fala Pauli
Nessa hora minha cara mudou.
- Para! ele vai no banheiro! vai, segue ele.
E nessa hora minha cara mudou de novo.
- Vai! anda! lembra dos cafés, falou Dani.
- Kkkk, óbvio!
- Eu, mas cê tem que ter algo que prove que você comeu ele, senão não vale, falou Pauli.
- Ok. Vou dar pra ele e trago.
- Boa sorte! me falou Dani
Não pensei duas vezes. Esperei uns segundos e fui. O banheiro masculino fica do lado do feminino. Parei perto da porta e esperei ele sair. De repente abre. Era outro, alarme falso. E foi aí que me perguntei, como é que eu provo isso?
De repente a porta abre. Sai ele, andando bem devagar e tranquilo. Não me vê.
- Psiu, ei! grito. Ele vira,
- Oi, falei com meu melhor sorriso.
Olha pra esquerda, pra direita, pra cima, o cara não tava entendendo nada.
- É com você que eu tô falando, gostoso, vem cá. E me aproximo dele e ele dá um passo pra frente. Me apressei e peguei na mão dele. Era óbvio que ele ficou muito nervoso.
- Vem, falei de novo e dei passos pra trás, andando de costas pro banheiro masculino. Acho que só aí o cara entendeu o que era.
Sem perder tempo, e bem na hora que eu tava batendo e abrindo a porta do banheiro com minha raba, ele me pega pela cintura e me dá um beijão. Que lábios carnudos. Que beijo gostoso foi. Já dentro do banheiro olho em volta. Era diferente do feminino (óbvio) e nisso ele me puxa me levando pra dentro de um dos cubículos. Ficamos de frente um pro outro. Bom, na verdade não, porque ele é mais alto, deve ter uma cabeça e meia a mais que eu. Aproveitei essa diferença de tamanho, baixei a cabeça e pouco e olhei nos olhos dele com um sorriso. Fico olhando fixo e ele continuava parado. Ainda nervoso.
Tava explodindo de prazer e curiosidade por dentro já. Tava dominando ele!
Estico minha mão, sem tirar os olhos dos olhos dele, e toquei a rola dele. Era grande.
Sem dizer uma palavra, e muito rapidamente, ele abaixou a calça sozinho.
Na hora eu já sabia qual seria meu papel.
Tirei a camiseta, abaixei a saia e sentei no vaso. Ele já tava de pau duro. Era LINDO. Ele me pegou pela bochecha e me levou até a rola dele. Como aquele movimento suave me excitou...

Chegou a hora. Já tava me aproximando da cabeçona dele, comecei a chupar a glande. Só a glande. Passava a língua pra cá, pra lá; depois de uns minutos, passei a língua por todo o tronco e fui meter a mão nas bolas dele. Já tava toda molhada. Não podia estar gostando tanto daquela rola.

O morenão também tava curtindo. Quando olhava nos olhos dele chupando, dava pra perceber. Ele começou a pegar nas minhas tetas. Tirou meu sutiã. Sem dizer um A, pegou minhas tetas e colocou a rola ali. Tava me fazendo um boobs fuck. Começou a se mover bem rápido. Pensei que queria gozar ali mesmo. Eu enquanto isso me tocava. Tava encharcada e me aventurava com um ou outro dedo. Ele continuou, cada vez mais rápido.

Não quis arriscar que tudo terminasse ali, então peguei minha bolsa e tirei uma camisinha. Parei ele pra colocar o preservativo. Ver aquela rola linda e enorme nas minhas mãos me fez continuar chupando um pouco mais. A "textura" daquela rola era diferente de todas que já tinha chupado, que por sinal, com meus quase 19 anos, não eram muitas, mas também não eram poucas.

Coloquei a camisinha com a boca. Isso quem me ensinou foi minha amiga Dani. Nisso, o celular dele toca.
- É trabalho. Tô atrasado.
De novo, o sotaque dele me deu uma ternura. Mas longe de me desconcentrar, me levantei e me apoiei na parede, me inclinando a 90 graus. Foi automático. Minha buceta não aguentava mais. Pedia logo aquela rola ali.

Acho que com ele era a mesma coisa. Não demorou nem um segundo pra enfiar em mim.
- Aaaahhhhhhhh
Senti. Como foi gostoso isso, meu Deus!
- "Toma isso, amiga"
Outro comentário que me deu ternura. Embora isso eu pense agora. Na hora, delirava de prazer...
Não chegou até o fundo. Era muito grande. Acho que teve pena de mim, mas apertava meus peitos com muita força. De repente, o celular dele toca de novo. Pensei que podia ser "ruim" isso. Mas não, o telefone fazia ele ficar mais violento no sexo. Ele começou a se mover muito mais rápido
- Ah, ah, ah, ah, ah...
Tentava não gemer. Não conseguia. Era fantástico o que estava acontecendo comigo. Tive um dos meus melhores orgasmos naquele momento. Ele não parou. Acho que por nada nesse mundo eu nem ninguém conseguiria pará-lo naquela hora. Quando de repente:
- Ah, sim, sim, sim, toma amiga, toma...
Gozou.
Minhas pernas tremiam e eu tava morrendo de dificuldade pra ficar em pé.
Voltei a sentar no vaso, tirei a camisinha e chupei ele de novo.
(Que delícia que era, recomendo pra vocês).
As caras de prazer do moreno eram muito chamativas.
- Tenho que ir agora. Você é muito gostosa.
Só consegui sorrir pra ele. Ele saiu rápido. Mal deu tempo de pegar papel e me limpar de leve.
- Sai agora que não tem ninguém.
Conjugação estranha. Vai saber que idioma ele falava antes. Acendeu uma luz na minha cabeça, e enrolei a camisinha no papel higiênico. Deixei na minha mão.
- Sexo gostoso. Falei.
- Você é muito sexy.
Dei um beijo nele e fui pra frente. Pro banheiro feminino. Ele saiu correndo, já era tarde e o telefone dele tocava de novo. Recebo um WhatsApp da Pauli:
- Seu príncipe saiu correndo. Você comeu ele ou não, Flor?
- Claro, querida, já vou levar seu prêmio.
Subi, elas estavam lá, doidas. Queriam todos os detalhes.
- Antes de tudo, olha o que tenho aqui.
Mostro a camisinha cheia de porra. Deixei elas sem palavras. Atendi o pedido delas e comecei a contar. Elas ainda não acreditavam. Já estávamos indo embora e percebo que a Pauli olhava muito pro cara que juntava o lixo das mesas e limpava.
- Bom, vamos. Disse a Dani.
Levantamos e caminhamos com a Dani, a Pauli ficou lá, arrumando a mesa (à toa). Não entendi por que ela demorava pra vir, não tava fazendo nada. Até que... Entendi. Ela ficou esperando o garçom ver ela com aquela bandeja, com um forro cheio de porra. Quando o cara chegou perto e olhou pra ela, a Pauli, gostosa (e virgem!), sorriu pra ele e vazou.
Que pena que não pude ver a cara do coitado do garçom descobrindo um forro cheio de porra! Que loucura! Mas mais louca ainda era a atitude tão puta da Pauli, tipo dizendo "olha o que vou fazer com você" pro garçom. Achei estranho, sei lá. Mas não falei nada pra ela. Coitada.
Bom, essa foi minha história com o moreno. Entrei pra tomar um café como todo dia, e acabei chupando a rola mais linda que já vi.
É disso que se trata, acho, de aproveitar os pequenos (grandes) prazeres da vida.
Rola e café, senhores!!!
Flor!

Pensé que sólo café iba a tomar: Mi historia en Starbucks


Meus outros contos:


O dia que desvirginaram a Pauil:
- Aniversário da Dani. Suruba, festa e virgens parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2489483/Cumple-de-Dani-Trio-partuza-y-desvirgadas-parte-1.html
- Aniversário da Dani. Suruba, festa e virgens perdidas parte 2http://www.poringa.net/posts/relatos/2489569/Cumple-de-Dani-Trio-partuza-y-desvirgadas-parte-2.html



O inferno do Luzbelito
é um espelho pra nossa vergonha.
Somos filhos de multiestupradores mortos.
Somos os filhos das putas que vão beber das suas águas e,
já sabemos, os filhos das putas
nunca descansam.

Valeu pelo comentário!




1 comentários - Pensé que sólo café iba a tomar: Mi historia en Starbucks

hvirgn
Soy fanático de los relatos eróticos, me excitan más que una imagen o vídeo, por lo que soy más mental que visual en ése aspecto... y los tuyos me encantan! Me gusta mucho tu redacción, como vas hilvanando la historia, todo un lujo leerte! Esperaré ansioso otros relatos y la continuación de la «activación» de Pauli. Te dejo todos mis puntos del día
Muchisimas gracias, en 3 relatos que tuve es el primer comentario "motivador" que recibo. Gracias en serio, se vienen más!
hvirgn +1
@ElLuzbelito gracias por lo de motivador! Jaja
Los estaré esperando!