Continuando com a história, chegou o sábado, que, como todos os sábados daquele ano, eu tive que trabalhar. Fiquei tão ocupado com minhas tarefas que não pude ir vê-la para marcar o encontro que havíamos combinado. Mandei uma mensagem pra ela, e ela, furiosa, respondeu que não queria me ver mais… que eu não ligasse nem escrevesse, que ela tinha ido toda gostosa pra mim e que eu tinha quebrado a promessa porque já tinha conseguido o que queria… transar com ela, usar ela e depois largar, só isso…!!!!! Fiquei atônito, mas disse que tudo bem, que pedia desculpas, mas que entendia ela.
Chegou segunda-feira à tarde e eu recebi uma ligação, era ela (desculpa, não contei o apelido dela, Vicky), se desculpando comigo e querendo conversar sobre o que aconteceu no sábado. Eu aceitei, mas disse que estava muito puto com uma coisa que, por mais que ela tivesse razão, não devia ter me falado aquilo. Ela disse: "vou te explicar". Chegou no meu escritório na hora da saída, a gente caminhou por ali até pegar um táxi pra ir na casa dela. Quando chegamos no parque, a umas quadras da casa dela, sentamos e ela me contou uma coisa que me deixou chocado e que eu não podia acreditar que uma mulher preparada e inteligente tivesse caído naquilo… Com a voz trêmula e ao mesmo tempo com raiva, ela me contou o seguinte:
"Minha raiva de você é porque um cara que saía comigo antes de você foi me visitar no sábado. Eu esperando você ligar pra ele ir embora, e você nada. Ele começou a se exaltar, a me olhar dos pés à cabeça e a lembrar de quando a gente estava junto. Num descuido, ele entrou no meu escritório. Eu me assustei, mas não podia fazer nada nem pedir ajuda porque ele podia ficar violento, arrumar confusão, e eu não queria que isso acontecesse. Pedi pra ele se acalmar, e ele meio que me obedeceu. Tentei fazer ele esquecer de me olhar, não dando bola e dizendo que esperava alguém que ia chegar, ou seja, você (eu). Nos movimentos que eu fazia pra não dar tempo dele pensar besteira… ele começou a levantar minha saia e a falar que a bunda cresceu e ficou mostrando que tava gostosa com aquela roupa, e quando eu descuidei, ele me encurralou na parede, me empurrou com força e me dominou com o corpo. Ele baixou minha calcinha e, sem avisar, meteu o pau dele no meu cu. Eu implorava pra ele parar, que tava doendo, mas ele só disse que sabia que era isso que eu queria, e meteu mais forte. Depois, me empurrou pra escrivaninha sem tirar o pau do meu cu, me colocou de quatro e gozou dentro de mim. Ele me olhou e disse que eu era dele quando ele quisesse, que aquele cu era pra ele comer e que não ia ser de mais ninguém. Saiu do escritório como se nada tivesse acontecido. Eu me senti suja e lembrei de tudo de ruim que ele me fez, e vou te contar. Cheguei em casa, joguei fora o vestido que tinha usado pra ficar bonita pra você, e fiquei ainda mais puta do que já tava.
Eu fiquei mal e perguntei por que ela tinha deixado aquilo acontecer... ela responde:
Tudo começou há 8 anos atrás. Eu tava trabalhando numa empresa fora da cidade e tava indo muito bem. Eu gostava de um cara que trabalhava comigo lá, mas pra ele eu era só amiga, nada mais, ele não me via como mulher. Enquanto isso, eu chamava a atenção de alguns caras, especialmente o Jonathan. Numa noite de bebedeira, eu tava muito bêbada e ele me levou pro hotel onde eu tava hospedada, e a gente dormiu junto, mas não rolou nada naquela vez. Eu acordei, vi ele pelado e imaginei que tinha acontecido alguma coisa. Fiquei com medo porque era virgem, mas ele disse que não tinha rolado nada, porque ele também tinha dormido. Depois disso, por causa da rejeição daquele outro cara que não me dava bola e por causa das atenções do Jonathan, com os presentes e os detalhes, ele chamou minha atenção. Achei que ele era um cavalheiro e decidi ser namorada dele. No começo, o relacionamento foi legal, mas depois de uns meses tudo mudou, porque ele queria transar comigo e eu tava com muito medo, já que tinha 27 anos e nunca tinha tido essas experiências com nenhum homem. Pra tentar acalmar os apetites dele sem que me penetrasse, a gente começou a ter uns jogos sexuais na casa dele e em hotéis. Foram tão frequentes que pareceram normais pra mim, e com isso eu mantinha o Jonathan controlado. Tudo começou um dia que fui visitar ele na casa dele, e ele tava no quarto sozinho e pelado. Quando me viu, me jogou no chão e me despiu. Pensei que ia me estuprar, mas ele só fez eu fazer sexo oral nele e passar a mão no pau dele, que por sinal era grande e grosso. Cheguei a pensar que todo homem tinha o pau assim e que esses paus machucavam pra caralho. Naquele dia doeu porque ele enfiou dentro de mim o pau branco e grosso dele, mas no final gozou e ficou por isso. Outro dia, enquanto a gente tava no ônibus, sentamos nos últimos bancos e ele fez eu colocar a mão dentro da calça dele e pegar no pau, que sempre ficava duro quando eu tocava. A gente desceu do ônibus e pegou um táxi pra um hotel, onde de novo começamos os jogos, que cada vez eram mais brutos, mas não terminavam em penetração. Eu achava que era assim que ia manter ele controlado, então toda vez que ele pedia, a gente ia praquele hotel e eu fazia sexo oral nele e ele fazia em mim. Mas de tanto a água bater na pedra, até que ela quebrou. Um dia ele ficou muito calmo, foi me visitar na minha casa, a gente saiu, pegou um táxi e foi pro hotel de sempre. Ele vendeu meus olhos, e eu imaginei que ele tinha uma surpresa pra mim. Quando comentei isso, ele disse: "Essa é a sua surpresa", e meteu o pau dele na minha boca de um jeito bruto. Depois me despiu e eu me deitei. Ele subiu em cima de mim e, de repente, enquanto eu fazia sexo oral, ele tirou o pau de uma vez e meteu dentro. O momento que devia ser lindo pra uma mulher foi o mais horrível pra mim. Pedi pra ele tirar aquilo da minha buceta, mas ele disse: "Tarde demais pra se arrepender". Tentei tirar ele de cima de mim, mas não consegui, ele era mais forte que eu. Ele enfiou o pau todo dentro de mim e eu senti uma dor sem fim. Ao ver... que eu sangrava muito na parada e ele me disse pra me acalmar que ia passar, mas não parava. A gente foi embora e ele me deixou em casa. Eu me senti estuprada. Depois dessa experiência, ele ficava me pedindo pra ir pro hotel de novo, mas eu sempre dizia que tava menstruada, e pra ele não desconfiar, eu colocava um absorvente. Isso irritava ele, então ele se afastou de mim por um tempo. Eu tentei não deixar isso me fazer pensar mal dos homens e que uma hora chegaria a pessoa que eu pudesse amar e transar, mas não era naquele momento. Dias depois, quase um mês depois, o cara que eu gostava me chamou pra sair, tipo um rolê em grupo. Eu vi aquilo como uma chance de fazer ele reparar em mim, quando a mãe dele, uma senhora muito educada e que mostrava interesse em que eu ficasse com o filho dela, fez uma festa surpresa que eu ajudei a organizar. A festa ia rolar depois do rolê em grupo com a galera do escritório... mas não era um rolê qualquer. Ele, o cara que me tirava o fôlego, tava apresentando a namorada e futura esposa dele. Eu me senti muito mal vendo ele tão feliz com aquela mina, mas não podia fazer nada, já tava tudo resolvido. Então eu pensei: "Foda-se, vou dar uma chance pro Jonathan. Se eu me esforçar, pode dar certo." Peguei minhas coisas, uma mala com umas roupas, e fui visitar ele onde ele trabalhava, num lugar a horas da cidade. Quando cheguei e ele me viu, perguntou o que eu tava fazendo ali, e eu disse que vim vê-lo. Ele respondeu que se eu ficasse, eu sabia o que ia rolar, e eu falei que sim, sabia. Rapidinho ele mandou eu entrar. Fomos pro quarto dele, sentamos, e ele começou a me acariciar devagar, me despiu e se despiu, quando de repente ele disse: "É isso que você queria desde o começo, e ficava se fazendo de difícil e de durona. Mas hoje vou te abrir toda, todinha, tudo que não pude fazer naquela vez que te comi." Ele colocou a pica na minha boca, fez eu chupar ele por um bom tempo, e aquilo crescia e crescia. depois me fez ficar de quatro e sem avisar meteu todo aquele pau duro e empinado dentro de mim, eu pensei que ia me despedaçar, doía tudo e eu pedia pra ele ir devagar que não tinha pressa, mas ele disse que queria me deixar bem comida e com o buraco largo de uma vez pra não doer mais..... Continuou e depois falou vira, e quando virei colocou minhas pernas nos ombros dele e me penetrou toda…. não parava de repetir que ia me foder bem gostoso, que esperou tanto tempo por isso e que agora tinha que descontar, de repente gozou, jorrou fora de mim e eu falei já foi, fui pro banheiro com uma culpa me dominando, dizendo que foi o pior erro que cometi ao ir com o Jonathan, enquanto tava no banheiro ele entra de surpresa e me fode por trás, me põe de quatro e fala se eu já tava pronta pra próxima, eu pedi pra ir devagar que ainda doía, mas pra ele isso era desculpa, me colocou de quatro de novo e meteu, se movendo forte e repetindo que como era a segunda vez essa ia durar mais, depois fomos pro quarto ao lado do dele, aquele quarto era de um dos amigos dele e lá tinha um DVD com filmes pornô, ele colocou um enquanto continuava me penetrando com força, eu cada vez mais resignada aguentava e esperava ele cansar pra conversar com ele..... enquanto olhava o filme ele falou: quer que eu meta no seu cu? e eu respondi assustada, não, não, por favor, ele ironicamente respondeu tá bom, até porque como eu reclamava muito, com certeza não aguentaria, mas que com o tempo eu ia até pedir pra ele arrebentar meu cu..... minutos depois ele gozou e falou toma banho que meus amigos tão chegando e não quero que vejam que a gente fez alguma coisa.
Depois à noite saímos pra dar uma volta pela cidade, entramos numa balada tipo urbana que tocava música muito velha e o clima era só beber e beber; não gostamos do lugar, então voltamos pra casa, deitamos pra dormir, eu coloquei um roupão normal como pijama e ele ficou Deitou de cueca, enquanto a gente pegava no sono, ele começou a me pegar de novo. Usa a palavra: buceta, minha xereca que ele amava porque era peluda, ele dizia, e suculenta; chupava fundo. Eu não gostava, mas ele sempre falava que se eu queria que desse certo, tinha que dar meu jeito pra funcionar. Depois me colocou em todas as posições que existem, fez o que anos depois descobri que era a carriola, me pôs de quatro, pernas no ombro, abriu minhas pernas como se fosse rasgar e metia e metia. Eu só pedia pra ele ir devagar, que não tinha pressa, que a gente podia aproveitar, enquanto ele sussurrava no meu ouvido: "mama-pau, eu tô aproveitando porque sua dor me faz gozar". Ele continuou até gozar de novo e deitou pra dormir. Eu, cansada também, deitei junto pedindo um abraço, e ele disse que não gostava disso, pra eu ficar mais pra lá. Enquanto a gente dormia de madrugada, senti algo mexendo na minha buceta, era ele de novo fazendo sexo oral, chupava com força e dizia que era uma buceta gostosa e suculenta, que ia continuar até se cansar e deixar bem aberta, que era isso que ele sonhava fazer há tempos. De novo, ele enfiou o pau grosso e grande na minha buceta, mas dessa vez senti algo gostoso porque ele me fez sentar em cima dele e o pau grande dele tocava as paredes da minha buceta num tesão que pela primeira vez senti prazer e até comecei a gemer igual uma puta… Ele imediatamente mandou eu calar a boca, que não gostava de barulho porque os colegas de quarto estavam dormindo. Calei porque ele até quis levantar a mão pra me bater. De novo, me abaixou, me pôs de quatro, que era a posição favorita dele porque podia abrir minha xereca do jeito que queria e meter aquele pau até o fundo, com força… Agarrou meus peitos com força e deu umas palmadas na minha bunda que deixaram a mão marcada… Assim, foi mudando de posição até que ele só subiu em cima. Em cima de mim, com todo o peso do corpo dele, se apoiando na cama pra meter o mais fundo possível até me esmagar, e você termina assim...!!!!
Amanheceu, e ele só fez isso pela última vez de um jeito normal, só pra eu ir pra casa bem fudida, ele dizia, e que já contava as horas pra eu voltar no fim de semana seguinte. Me deixou o café da manhã e falou pra eu fechar bem a porta quando fosse embora e deixar as chaves com a vizinha, porque ele tinha que ir trabalhar...!!!!
Assim que ele foi embora, tomei banho, comi alguma coisa, e enquanto fazia isso, me senti a mulher mais idiota e disse pra mim mesma que nunca mais voltaria pra ele, muito menos ficaria com aquele bruto e porco...!!!! Que nunca soube me fazer feliz e que, quando finalmente conseguiu me fazer sentir algo, me mandou calar a boca...!!!! VOCÊ É UMA BESTA, JONATHAN.
Chegou segunda-feira à tarde e eu recebi uma ligação, era ela (desculpa, não contei o apelido dela, Vicky), se desculpando comigo e querendo conversar sobre o que aconteceu no sábado. Eu aceitei, mas disse que estava muito puto com uma coisa que, por mais que ela tivesse razão, não devia ter me falado aquilo. Ela disse: "vou te explicar". Chegou no meu escritório na hora da saída, a gente caminhou por ali até pegar um táxi pra ir na casa dela. Quando chegamos no parque, a umas quadras da casa dela, sentamos e ela me contou uma coisa que me deixou chocado e que eu não podia acreditar que uma mulher preparada e inteligente tivesse caído naquilo… Com a voz trêmula e ao mesmo tempo com raiva, ela me contou o seguinte:
"Minha raiva de você é porque um cara que saía comigo antes de você foi me visitar no sábado. Eu esperando você ligar pra ele ir embora, e você nada. Ele começou a se exaltar, a me olhar dos pés à cabeça e a lembrar de quando a gente estava junto. Num descuido, ele entrou no meu escritório. Eu me assustei, mas não podia fazer nada nem pedir ajuda porque ele podia ficar violento, arrumar confusão, e eu não queria que isso acontecesse. Pedi pra ele se acalmar, e ele meio que me obedeceu. Tentei fazer ele esquecer de me olhar, não dando bola e dizendo que esperava alguém que ia chegar, ou seja, você (eu). Nos movimentos que eu fazia pra não dar tempo dele pensar besteira… ele começou a levantar minha saia e a falar que a bunda cresceu e ficou mostrando que tava gostosa com aquela roupa, e quando eu descuidei, ele me encurralou na parede, me empurrou com força e me dominou com o corpo. Ele baixou minha calcinha e, sem avisar, meteu o pau dele no meu cu. Eu implorava pra ele parar, que tava doendo, mas ele só disse que sabia que era isso que eu queria, e meteu mais forte. Depois, me empurrou pra escrivaninha sem tirar o pau do meu cu, me colocou de quatro e gozou dentro de mim. Ele me olhou e disse que eu era dele quando ele quisesse, que aquele cu era pra ele comer e que não ia ser de mais ninguém. Saiu do escritório como se nada tivesse acontecido. Eu me senti suja e lembrei de tudo de ruim que ele me fez, e vou te contar. Cheguei em casa, joguei fora o vestido que tinha usado pra ficar bonita pra você, e fiquei ainda mais puta do que já tava.
Eu fiquei mal e perguntei por que ela tinha deixado aquilo acontecer... ela responde:
Tudo começou há 8 anos atrás. Eu tava trabalhando numa empresa fora da cidade e tava indo muito bem. Eu gostava de um cara que trabalhava comigo lá, mas pra ele eu era só amiga, nada mais, ele não me via como mulher. Enquanto isso, eu chamava a atenção de alguns caras, especialmente o Jonathan. Numa noite de bebedeira, eu tava muito bêbada e ele me levou pro hotel onde eu tava hospedada, e a gente dormiu junto, mas não rolou nada naquela vez. Eu acordei, vi ele pelado e imaginei que tinha acontecido alguma coisa. Fiquei com medo porque era virgem, mas ele disse que não tinha rolado nada, porque ele também tinha dormido. Depois disso, por causa da rejeição daquele outro cara que não me dava bola e por causa das atenções do Jonathan, com os presentes e os detalhes, ele chamou minha atenção. Achei que ele era um cavalheiro e decidi ser namorada dele. No começo, o relacionamento foi legal, mas depois de uns meses tudo mudou, porque ele queria transar comigo e eu tava com muito medo, já que tinha 27 anos e nunca tinha tido essas experiências com nenhum homem. Pra tentar acalmar os apetites dele sem que me penetrasse, a gente começou a ter uns jogos sexuais na casa dele e em hotéis. Foram tão frequentes que pareceram normais pra mim, e com isso eu mantinha o Jonathan controlado. Tudo começou um dia que fui visitar ele na casa dele, e ele tava no quarto sozinho e pelado. Quando me viu, me jogou no chão e me despiu. Pensei que ia me estuprar, mas ele só fez eu fazer sexo oral nele e passar a mão no pau dele, que por sinal era grande e grosso. Cheguei a pensar que todo homem tinha o pau assim e que esses paus machucavam pra caralho. Naquele dia doeu porque ele enfiou dentro de mim o pau branco e grosso dele, mas no final gozou e ficou por isso. Outro dia, enquanto a gente tava no ônibus, sentamos nos últimos bancos e ele fez eu colocar a mão dentro da calça dele e pegar no pau, que sempre ficava duro quando eu tocava. A gente desceu do ônibus e pegou um táxi pra um hotel, onde de novo começamos os jogos, que cada vez eram mais brutos, mas não terminavam em penetração. Eu achava que era assim que ia manter ele controlado, então toda vez que ele pedia, a gente ia praquele hotel e eu fazia sexo oral nele e ele fazia em mim. Mas de tanto a água bater na pedra, até que ela quebrou. Um dia ele ficou muito calmo, foi me visitar na minha casa, a gente saiu, pegou um táxi e foi pro hotel de sempre. Ele vendeu meus olhos, e eu imaginei que ele tinha uma surpresa pra mim. Quando comentei isso, ele disse: "Essa é a sua surpresa", e meteu o pau dele na minha boca de um jeito bruto. Depois me despiu e eu me deitei. Ele subiu em cima de mim e, de repente, enquanto eu fazia sexo oral, ele tirou o pau de uma vez e meteu dentro. O momento que devia ser lindo pra uma mulher foi o mais horrível pra mim. Pedi pra ele tirar aquilo da minha buceta, mas ele disse: "Tarde demais pra se arrepender". Tentei tirar ele de cima de mim, mas não consegui, ele era mais forte que eu. Ele enfiou o pau todo dentro de mim e eu senti uma dor sem fim. Ao ver... que eu sangrava muito na parada e ele me disse pra me acalmar que ia passar, mas não parava. A gente foi embora e ele me deixou em casa. Eu me senti estuprada. Depois dessa experiência, ele ficava me pedindo pra ir pro hotel de novo, mas eu sempre dizia que tava menstruada, e pra ele não desconfiar, eu colocava um absorvente. Isso irritava ele, então ele se afastou de mim por um tempo. Eu tentei não deixar isso me fazer pensar mal dos homens e que uma hora chegaria a pessoa que eu pudesse amar e transar, mas não era naquele momento. Dias depois, quase um mês depois, o cara que eu gostava me chamou pra sair, tipo um rolê em grupo. Eu vi aquilo como uma chance de fazer ele reparar em mim, quando a mãe dele, uma senhora muito educada e que mostrava interesse em que eu ficasse com o filho dela, fez uma festa surpresa que eu ajudei a organizar. A festa ia rolar depois do rolê em grupo com a galera do escritório... mas não era um rolê qualquer. Ele, o cara que me tirava o fôlego, tava apresentando a namorada e futura esposa dele. Eu me senti muito mal vendo ele tão feliz com aquela mina, mas não podia fazer nada, já tava tudo resolvido. Então eu pensei: "Foda-se, vou dar uma chance pro Jonathan. Se eu me esforçar, pode dar certo." Peguei minhas coisas, uma mala com umas roupas, e fui visitar ele onde ele trabalhava, num lugar a horas da cidade. Quando cheguei e ele me viu, perguntou o que eu tava fazendo ali, e eu disse que vim vê-lo. Ele respondeu que se eu ficasse, eu sabia o que ia rolar, e eu falei que sim, sabia. Rapidinho ele mandou eu entrar. Fomos pro quarto dele, sentamos, e ele começou a me acariciar devagar, me despiu e se despiu, quando de repente ele disse: "É isso que você queria desde o começo, e ficava se fazendo de difícil e de durona. Mas hoje vou te abrir toda, todinha, tudo que não pude fazer naquela vez que te comi." Ele colocou a pica na minha boca, fez eu chupar ele por um bom tempo, e aquilo crescia e crescia. depois me fez ficar de quatro e sem avisar meteu todo aquele pau duro e empinado dentro de mim, eu pensei que ia me despedaçar, doía tudo e eu pedia pra ele ir devagar que não tinha pressa, mas ele disse que queria me deixar bem comida e com o buraco largo de uma vez pra não doer mais..... Continuou e depois falou vira, e quando virei colocou minhas pernas nos ombros dele e me penetrou toda…. não parava de repetir que ia me foder bem gostoso, que esperou tanto tempo por isso e que agora tinha que descontar, de repente gozou, jorrou fora de mim e eu falei já foi, fui pro banheiro com uma culpa me dominando, dizendo que foi o pior erro que cometi ao ir com o Jonathan, enquanto tava no banheiro ele entra de surpresa e me fode por trás, me põe de quatro e fala se eu já tava pronta pra próxima, eu pedi pra ir devagar que ainda doía, mas pra ele isso era desculpa, me colocou de quatro de novo e meteu, se movendo forte e repetindo que como era a segunda vez essa ia durar mais, depois fomos pro quarto ao lado do dele, aquele quarto era de um dos amigos dele e lá tinha um DVD com filmes pornô, ele colocou um enquanto continuava me penetrando com força, eu cada vez mais resignada aguentava e esperava ele cansar pra conversar com ele..... enquanto olhava o filme ele falou: quer que eu meta no seu cu? e eu respondi assustada, não, não, por favor, ele ironicamente respondeu tá bom, até porque como eu reclamava muito, com certeza não aguentaria, mas que com o tempo eu ia até pedir pra ele arrebentar meu cu..... minutos depois ele gozou e falou toma banho que meus amigos tão chegando e não quero que vejam que a gente fez alguma coisa.
Depois à noite saímos pra dar uma volta pela cidade, entramos numa balada tipo urbana que tocava música muito velha e o clima era só beber e beber; não gostamos do lugar, então voltamos pra casa, deitamos pra dormir, eu coloquei um roupão normal como pijama e ele ficou Deitou de cueca, enquanto a gente pegava no sono, ele começou a me pegar de novo. Usa a palavra: buceta, minha xereca que ele amava porque era peluda, ele dizia, e suculenta; chupava fundo. Eu não gostava, mas ele sempre falava que se eu queria que desse certo, tinha que dar meu jeito pra funcionar. Depois me colocou em todas as posições que existem, fez o que anos depois descobri que era a carriola, me pôs de quatro, pernas no ombro, abriu minhas pernas como se fosse rasgar e metia e metia. Eu só pedia pra ele ir devagar, que não tinha pressa, que a gente podia aproveitar, enquanto ele sussurrava no meu ouvido: "mama-pau, eu tô aproveitando porque sua dor me faz gozar". Ele continuou até gozar de novo e deitou pra dormir. Eu, cansada também, deitei junto pedindo um abraço, e ele disse que não gostava disso, pra eu ficar mais pra lá. Enquanto a gente dormia de madrugada, senti algo mexendo na minha buceta, era ele de novo fazendo sexo oral, chupava com força e dizia que era uma buceta gostosa e suculenta, que ia continuar até se cansar e deixar bem aberta, que era isso que ele sonhava fazer há tempos. De novo, ele enfiou o pau grosso e grande na minha buceta, mas dessa vez senti algo gostoso porque ele me fez sentar em cima dele e o pau grande dele tocava as paredes da minha buceta num tesão que pela primeira vez senti prazer e até comecei a gemer igual uma puta… Ele imediatamente mandou eu calar a boca, que não gostava de barulho porque os colegas de quarto estavam dormindo. Calei porque ele até quis levantar a mão pra me bater. De novo, me abaixou, me pôs de quatro, que era a posição favorita dele porque podia abrir minha xereca do jeito que queria e meter aquele pau até o fundo, com força… Agarrou meus peitos com força e deu umas palmadas na minha bunda que deixaram a mão marcada… Assim, foi mudando de posição até que ele só subiu em cima. Em cima de mim, com todo o peso do corpo dele, se apoiando na cama pra meter o mais fundo possível até me esmagar, e você termina assim...!!!!
Amanheceu, e ele só fez isso pela última vez de um jeito normal, só pra eu ir pra casa bem fudida, ele dizia, e que já contava as horas pra eu voltar no fim de semana seguinte. Me deixou o café da manhã e falou pra eu fechar bem a porta quando fosse embora e deixar as chaves com a vizinha, porque ele tinha que ir trabalhar...!!!!
Assim que ele foi embora, tomei banho, comi alguma coisa, e enquanto fazia isso, me senti a mulher mais idiota e disse pra mim mesma que nunca mais voltaria pra ele, muito menos ficaria com aquele bruto e porco...!!!! Que nunca soube me fazer feliz e que, quando finalmente conseguiu me fazer sentir algo, me mandou calar a boca...!!!! VOCÊ É UMA BESTA, JONATHAN.
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