Oi, como vocês estão? Sei que não tenho muito tempo pra contar minhas histórias, mas dessa vez vou contar sobre algo que rolou com um garçom, bom, mais que garçom, um gostoso, uns dias atrás.
Tinha chegado em Bahía Blanca com meus pais, vindo de uma viagem de Buenos Aires pro sul. Passamos o dia inteiro na casa de uma tia, no sítio com piscina, e de tarde fomos pro centro. Chegou a hora de jantar e minha tia recomendou um lugar que fazia uns hambúrgueres espetaculares. Sentamos numa mesa na área externa e fomos atendidos pelo garçom. Era um cara, meu deus, magro mas definido, 1,70m, pele clara, cabelo castanho bem claro e curto, meio cacheado, olhos verdes, um sonho o maluco. Pedimos o jantar e percebi que ele tinha um quê, era meio afeminado e educado, especialmente comigo; não era algo muito óbvio, mas eu sacava, olhei pros meus pais e minha tia e eles conversavam como se nada.
Comíamos e batíamos papo, e de vez em quando eu dava uma olhada no garçom porque ele tinha algo que me chamava muita atenção. Num momento, olho pra ele e ele pra mim, e me sorri. Eu fiquei vermelha e, sem vergonha na cara, mandei um piscada, e ele sorriu mordendo o lábio.
Como o pessoal da mesa queria pedir sobremesa e depois café, falei que não tava me sentindo bem e que ia ao banheiro. Fui andando até a entrada e perguntei pra esse garçom onde ficava o banheiro. Ele me indicou e eu fui sorrindo pra ele enquanto me afastava.
Entro no banheiro e não tinha ninguém, além de ficar no andar de cima. Me coloco num dos dois mictórios que tinha e escuto alguém subindo e entrando no banheiro, fechando a porta. Pra minha surpresa, era esse cara. Ele se colocou do meu lado e começou a mijar. Sabe quando o olho desvia? Mas o meu foi bem na cara, porque porra, ele tinha uma pica enorme. Como alguém tão magro mas em forma tinha tanto sangue pra encher aquele pedaço de pau? Tava meio dura, mas uns 17/18 cm (eu pensava: tirei a sorte grande!!!).
Falei pra ele, num tom baixo:
— Desculpa pela ousadia, mas dá pra ver que Deus te abençoou com um pauzão. (Não me considero alguém de pinto grande, mas, comparado, o meu parecia de um moleque.)
— Você não sabe o que eu Amanhã quando eu acordar, se quiser, deixo você pegar ele.
- Sério, se não te incomoda
- Não, fica tranquilo
Eu peguei ele, apertava e mexia pra todo lado, tipo uma punheta leve, ele foi ficando duro. Até que uma hora ele colocou a mão no meu ombro e falou:
- Tenho um problema, olha o que você me fez, não consigo mais trabalhar assim, todo mundo vai ver minha ereção.
- Beleza, como a gente resolve isso?
Ele me apertou o ombro e me fez ajoelhar.
- Você não tem problema com seu trampo, o que vai fazer se demorar muito...
Não terminei de falar e ele enfiou até o fundo, acho que era um jeito de dizer que não tinha problema e que tava pouco se fodendo, bom, literalmente eu tava chupando os ovos dele.
Eu aproveitava ao máximo aquele pedaço de carne, enquanto ele enfiava a mão no meu short apertando as bandas da minha bunda e brincava com meu buraco, me deixando a mil.
Com a outra mão ele segurou minha cabeça e me empurrava contra a barriga dele, ultra definida, mmmmm!!!
Ele me separou, me fez levantar e me deu um beijo que enfiava a língua até minhas amígdalas, parecia desesperado, dava pra ver que não tinha ficado com muitos caras, mas que importa, eu te ensino.
Foi mordendo meus lábios e descendo pelo meu pescoço, meu peito, enfiando as mãos na camisa, como era de botão, abriu de uma vez e continuou descendo até meu volume.
Mordendo o short e acariciando, foi abrindo e passando a língua na minha cueca. Puxando pra baixo e deixando tudo à mostra. Ahhhh como ele chupava, o filho da puta, passava a língua na cabeça e no freio, depois colocava a língua na ponta e cobria com meu prepúcio, movendo por toda a cabeça com o prepúcio tampando tudo. Não podia gritar, mas como eu ficava em êxtase, não sei se por ver ele ou pela sensação que me fazia tremer. Ele continuava chupando e se punhetando ao mesmo tempo.
Era tanto prazer que o desgraçado me fez gozar de uma vez, uns jatos que eu soltava dentro da boca dele. literalmente enchi ela toda; mas ela me deu um beijo onde a gente compartilhava meu gozo. No final, ela engoliu tudo direitinho.
Eu me abaixei, porque vi na cara dela que ela ia gozar, e ela cuspiu o gozo dela na minha boca e no meu rosto inteiro. Educadamente, engoli tudo, e as gotinhas que sobraram no meu rosto, ela juntava e lambia, tudo com aquela língua extrovertida dela.
Eu adoraria ter transado com ela, ou melhor, ela comigo, com aquela pica perfeita, mas já tinha passado muito tempo e minha família ia desconfiar por que eu estava demorando tanto, ou pior, iam me procurar no banheiro. Além disso, não dava pra fazer ali, alguém podia nos ver, já foi demais o que a gente fez.
A gente se arrumou e saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido. Voltei pra minha mesa e falei que estava melhor, mas que, por precaução, não ia comer sobremesa.
Terminamos e, na hora de ir embora, cumprimentei meu garçom especial e pisquei um olho pra ele como agradecimento, e fui embora.
Espero que vocês gostem da minha história. Como ainda tô viajando pelo Canadá, fica difícil me conectar, e peço desculpas. Quando tiver mais tempo, vou contar minhas aventuras no norte da América!!! Tenham uma tarde gostosa e encontrem uma boa rola.
Tinha chegado em Bahía Blanca com meus pais, vindo de uma viagem de Buenos Aires pro sul. Passamos o dia inteiro na casa de uma tia, no sítio com piscina, e de tarde fomos pro centro. Chegou a hora de jantar e minha tia recomendou um lugar que fazia uns hambúrgueres espetaculares. Sentamos numa mesa na área externa e fomos atendidos pelo garçom. Era um cara, meu deus, magro mas definido, 1,70m, pele clara, cabelo castanho bem claro e curto, meio cacheado, olhos verdes, um sonho o maluco. Pedimos o jantar e percebi que ele tinha um quê, era meio afeminado e educado, especialmente comigo; não era algo muito óbvio, mas eu sacava, olhei pros meus pais e minha tia e eles conversavam como se nada.
Comíamos e batíamos papo, e de vez em quando eu dava uma olhada no garçom porque ele tinha algo que me chamava muita atenção. Num momento, olho pra ele e ele pra mim, e me sorri. Eu fiquei vermelha e, sem vergonha na cara, mandei um piscada, e ele sorriu mordendo o lábio.
Como o pessoal da mesa queria pedir sobremesa e depois café, falei que não tava me sentindo bem e que ia ao banheiro. Fui andando até a entrada e perguntei pra esse garçom onde ficava o banheiro. Ele me indicou e eu fui sorrindo pra ele enquanto me afastava.
Entro no banheiro e não tinha ninguém, além de ficar no andar de cima. Me coloco num dos dois mictórios que tinha e escuto alguém subindo e entrando no banheiro, fechando a porta. Pra minha surpresa, era esse cara. Ele se colocou do meu lado e começou a mijar. Sabe quando o olho desvia? Mas o meu foi bem na cara, porque porra, ele tinha uma pica enorme. Como alguém tão magro mas em forma tinha tanto sangue pra encher aquele pedaço de pau? Tava meio dura, mas uns 17/18 cm (eu pensava: tirei a sorte grande!!!).
Falei pra ele, num tom baixo:
— Desculpa pela ousadia, mas dá pra ver que Deus te abençoou com um pauzão. (Não me considero alguém de pinto grande, mas, comparado, o meu parecia de um moleque.)
— Você não sabe o que eu Amanhã quando eu acordar, se quiser, deixo você pegar ele.
- Sério, se não te incomoda
- Não, fica tranquilo
Eu peguei ele, apertava e mexia pra todo lado, tipo uma punheta leve, ele foi ficando duro. Até que uma hora ele colocou a mão no meu ombro e falou:
- Tenho um problema, olha o que você me fez, não consigo mais trabalhar assim, todo mundo vai ver minha ereção.
- Beleza, como a gente resolve isso?
Ele me apertou o ombro e me fez ajoelhar.
- Você não tem problema com seu trampo, o que vai fazer se demorar muito...
Não terminei de falar e ele enfiou até o fundo, acho que era um jeito de dizer que não tinha problema e que tava pouco se fodendo, bom, literalmente eu tava chupando os ovos dele.
Eu aproveitava ao máximo aquele pedaço de carne, enquanto ele enfiava a mão no meu short apertando as bandas da minha bunda e brincava com meu buraco, me deixando a mil.
Com a outra mão ele segurou minha cabeça e me empurrava contra a barriga dele, ultra definida, mmmmm!!!
Ele me separou, me fez levantar e me deu um beijo que enfiava a língua até minhas amígdalas, parecia desesperado, dava pra ver que não tinha ficado com muitos caras, mas que importa, eu te ensino.
Foi mordendo meus lábios e descendo pelo meu pescoço, meu peito, enfiando as mãos na camisa, como era de botão, abriu de uma vez e continuou descendo até meu volume.
Mordendo o short e acariciando, foi abrindo e passando a língua na minha cueca. Puxando pra baixo e deixando tudo à mostra. Ahhhh como ele chupava, o filho da puta, passava a língua na cabeça e no freio, depois colocava a língua na ponta e cobria com meu prepúcio, movendo por toda a cabeça com o prepúcio tampando tudo. Não podia gritar, mas como eu ficava em êxtase, não sei se por ver ele ou pela sensação que me fazia tremer. Ele continuava chupando e se punhetando ao mesmo tempo.
Era tanto prazer que o desgraçado me fez gozar de uma vez, uns jatos que eu soltava dentro da boca dele. literalmente enchi ela toda; mas ela me deu um beijo onde a gente compartilhava meu gozo. No final, ela engoliu tudo direitinho.
Eu me abaixei, porque vi na cara dela que ela ia gozar, e ela cuspiu o gozo dela na minha boca e no meu rosto inteiro. Educadamente, engoli tudo, e as gotinhas que sobraram no meu rosto, ela juntava e lambia, tudo com aquela língua extrovertida dela.
Eu adoraria ter transado com ela, ou melhor, ela comigo, com aquela pica perfeita, mas já tinha passado muito tempo e minha família ia desconfiar por que eu estava demorando tanto, ou pior, iam me procurar no banheiro. Além disso, não dava pra fazer ali, alguém podia nos ver, já foi demais o que a gente fez.
A gente se arrumou e saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido. Voltei pra minha mesa e falei que estava melhor, mas que, por precaução, não ia comer sobremesa.
Terminamos e, na hora de ir embora, cumprimentei meu garçom especial e pisquei um olho pra ele como agradecimento, e fui embora.
Espero que vocês gostem da minha história. Como ainda tô viajando pelo Canadá, fica difícil me conectar, e peço desculpas. Quando tiver mais tempo, vou contar minhas aventuras no norte da América!!! Tenham uma tarde gostosa e encontrem uma boa rola.
3 comentários - Chupando o divino do cara no banheiro do restaurante!!!
Van puntos