Como já contei em outros posts, moro sozinho desde os 18 anos e, por questões financeiras, tive que largar os estudos por um bom tempo pra me dedicar ao trabalho. Mas faz pouco mais de um ano que retomei minha faculdade junto com o trampo.
Quando voltei pra escola, comecei a viver minha bissexualidade de forma mais aberta, principalmente meu tesão em ser comido. Então, entre meus colegas, todo mundo sabe que curto homens. Alguns intolerantes me chamam de viado, mas não ligo — o que eles não sabem é que isso me excita.
Acontece que, no segundo semestre, peguei a matéria de Estatística. Nunca fui ruim em matemática, e pra nota final, o professor passou um trabalho mais ou menos complicado. Como é uma universidade particular, tenho bolsa pra pagar, e preciso de notas boas. Então, me esforcei ao máximo em todas as matérias, e Estatística não foi exceção. Tentei entregar um trabalho bom, que cumpria todos os requisitos. Mas o professor me deu uma nota bem baixa. Dava pra passar, mas fodia minha média e minhas chances de renovar a bolsa no próximo semestre.
Inconformado, pedi uma revisão extraordinária. Ele me chamou no cubículo dele no dia seguinte. Cheguei na hora marcada e ele me fez entrar.
— Professor, boa tarde. Olha, queria perguntar sobre os critérios de avaliação dos trabalhos, porque não gostei da minha nota — falei.
— Desde o início do curso eu expliquei a escala e como seria a avaliação. Seu trabalho é bom, mas faltou algo. Por isso a nota.
— Mas acho que meu trabalho é bom e merece nota melhor.
— Não, a nota que te dei é a que seu trabalho merece.
Fiquei super decepcionado e já desesperado. Como sei que tem professor que aceita uns agrados, falei:
— Professor, não seja ruim, me dá uma força... Não tem um jeito de aumentar minha nota? —Mas se você passou, pra que quer nota melhor?
—Porque preciso subir minha média pra bolsa
—Ahh... não; não dá,
—Faz isso... me dá uma força, me fala o que preciso fazer e eu faço...
—Estudar!!! (ele disse sarcástico)
—Professor!!!!, faz isso, me ajuda, me fala como a gente faz
—Tá querendo me subornar?
—Nãooo, de jeito nenhum, só tô pedindo pra me dar uma mão e eu dou uma mão pro senhor...
—Kkkkkk, (riu debochando) e como você vai me ajudar?
—Do jeito que o senhor mandar... o senhor dita o preço
—Então tá me subornando mesmo?
—Nãooo!!!!, bom, o senhor me fala o que preciso fazer...
O professor ficou um tempão em silêncio me encarando e como se estivesse pensando
—É verdade o que seus colegas falam?
—O que meus colegas falam?
—Não se faz... É verdade que você é gay?
—Mmmm sim, mais ou menos...
—Mais ou menos?
—Sim, bom, sim...
—E se eu trocar um favorzinho por subir sua nota, você se ofenderia?
—Um favorzinho? (perguntei fingindo inocência)
—Sim... um favorzinho (ele disse descendo a mão pro próprio saco)
—Ahh... Se me ajudar com a nota, claro... o senhor fala quando e onde...
—Agora...
Eu me surpreendi um pouco, embora o cubículo dele seja privado, era horário de aula, e na universidade tinha muita gente.
—Sim ou não?
Eu não respondi e levantei da cadeira, tranquei a porta, me aproximei contornando a mesa dele e me ajoelhei na frente do professor que se acomodou na cadeira.
—Debaixo da mesa (ele disse com muita segurança, como se já tivesse feito aquilo antes) e se alguém bater na porta, você fica aí sem fazer barulho.
Abri o zíper dele e tirei o pau mole dele, por um momento segurei ele nas minhas mãos enquanto olhava pro professor pra cima como me certificando de que ele tava seguro.
Finalmente meti o pau dele na minha boca e comecei a chupar, era um pênis normal, sem circuncisão mas de bom tamanho, cabia bem na minha boca no começo, quando tava mole, depois aos poucos foi ficando duro e já não entrava inteiro, mas continuei mamando enquanto com a outra mão segurava o pau dele pela base.
Fiquei chupando por um bom tempo, tanto que minha mandíbula começou a doer, até que o professor me disse:
— Já... vou gozar (foi exatamente assim que ele falou), mas você vai ter que engolir.
Eu, com o pau dele dentro da minha boca, só concordei com um gemidinho. Então ele tirou o pau da minha boca e pediu para eu bater uma punheta pra ele, mas de boca aberta. Fiz isso e, enquanto deixava a glande dele dentro da minha boca, com a mão direita eu masturbava ele. Até que ele sentiu que ia gozar e tomou o controle do próprio pau, sacudindo ele dentro da minha boca.
Senti a descarga na língua e no céu da boca, bem morno e bem abundante. Ele gozou muito e por muito tempo (para o que eu estava acostumada). Quando terminou, ele pediu para eu mostrar a língua. Abri a boca cheia de porra e mostrei minha língua coberta de leite.
— Engole (ele disse).
Engoli tudo com facilidade e voltei a chupar o pau dele mais um pouco, umas últimas lambidas... Finalmente me levantei e ele guardou o pau dele dentro da calça.
— Muito bem (ele disse), que nota você quer?
Eu sorri e falei: — Ora, o senhor me diga quanto eu tirei...
— 10, você tirou um 10.
— Ok (sorri meio sem graça), obrigada. Tomara que no próximo semestre o senhor dê aula pra gente de novo.
— Hahaha, não... só dou estatística na sua faculdade, mas quando você quiser pode vir aqui para uma assessoria.
— Sério? — perguntei quase dando em cima dele.
— Sim... quando você quiser.
Saí do cubículo dele feliz. Na semana seguinte, conferi minhas notas no sistema e vi, com alegria, que em Estatística eu tinha um maravilhoso 10. Então decidi voltar a ver o professor para ele me dar outra assessoria, mas isso é outra história.
Abraços.
Quando voltei pra escola, comecei a viver minha bissexualidade de forma mais aberta, principalmente meu tesão em ser comido. Então, entre meus colegas, todo mundo sabe que curto homens. Alguns intolerantes me chamam de viado, mas não ligo — o que eles não sabem é que isso me excita.
Acontece que, no segundo semestre, peguei a matéria de Estatística. Nunca fui ruim em matemática, e pra nota final, o professor passou um trabalho mais ou menos complicado. Como é uma universidade particular, tenho bolsa pra pagar, e preciso de notas boas. Então, me esforcei ao máximo em todas as matérias, e Estatística não foi exceção. Tentei entregar um trabalho bom, que cumpria todos os requisitos. Mas o professor me deu uma nota bem baixa. Dava pra passar, mas fodia minha média e minhas chances de renovar a bolsa no próximo semestre.
Inconformado, pedi uma revisão extraordinária. Ele me chamou no cubículo dele no dia seguinte. Cheguei na hora marcada e ele me fez entrar.
— Professor, boa tarde. Olha, queria perguntar sobre os critérios de avaliação dos trabalhos, porque não gostei da minha nota — falei.
— Desde o início do curso eu expliquei a escala e como seria a avaliação. Seu trabalho é bom, mas faltou algo. Por isso a nota.
— Mas acho que meu trabalho é bom e merece nota melhor.
— Não, a nota que te dei é a que seu trabalho merece.
Fiquei super decepcionado e já desesperado. Como sei que tem professor que aceita uns agrados, falei:
— Professor, não seja ruim, me dá uma força... Não tem um jeito de aumentar minha nota? —Mas se você passou, pra que quer nota melhor?
—Porque preciso subir minha média pra bolsa
—Ahh... não; não dá,
—Faz isso... me dá uma força, me fala o que preciso fazer e eu faço...
—Estudar!!! (ele disse sarcástico)
—Professor!!!!, faz isso, me ajuda, me fala como a gente faz
—Tá querendo me subornar?
—Nãooo, de jeito nenhum, só tô pedindo pra me dar uma mão e eu dou uma mão pro senhor...
—Kkkkkk, (riu debochando) e como você vai me ajudar?
—Do jeito que o senhor mandar... o senhor dita o preço
—Então tá me subornando mesmo?
—Nãooo!!!!, bom, o senhor me fala o que preciso fazer...
O professor ficou um tempão em silêncio me encarando e como se estivesse pensando
—É verdade o que seus colegas falam?
—O que meus colegas falam?
—Não se faz... É verdade que você é gay?
—Mmmm sim, mais ou menos...
—Mais ou menos?
—Sim, bom, sim...
—E se eu trocar um favorzinho por subir sua nota, você se ofenderia?
—Um favorzinho? (perguntei fingindo inocência)
—Sim... um favorzinho (ele disse descendo a mão pro próprio saco)
—Ahh... Se me ajudar com a nota, claro... o senhor fala quando e onde...
—Agora...
Eu me surpreendi um pouco, embora o cubículo dele seja privado, era horário de aula, e na universidade tinha muita gente.
—Sim ou não?
Eu não respondi e levantei da cadeira, tranquei a porta, me aproximei contornando a mesa dele e me ajoelhei na frente do professor que se acomodou na cadeira.
—Debaixo da mesa (ele disse com muita segurança, como se já tivesse feito aquilo antes) e se alguém bater na porta, você fica aí sem fazer barulho.
Abri o zíper dele e tirei o pau mole dele, por um momento segurei ele nas minhas mãos enquanto olhava pro professor pra cima como me certificando de que ele tava seguro.
Finalmente meti o pau dele na minha boca e comecei a chupar, era um pênis normal, sem circuncisão mas de bom tamanho, cabia bem na minha boca no começo, quando tava mole, depois aos poucos foi ficando duro e já não entrava inteiro, mas continuei mamando enquanto com a outra mão segurava o pau dele pela base.
Fiquei chupando por um bom tempo, tanto que minha mandíbula começou a doer, até que o professor me disse:
— Já... vou gozar (foi exatamente assim que ele falou), mas você vai ter que engolir.
Eu, com o pau dele dentro da minha boca, só concordei com um gemidinho. Então ele tirou o pau da minha boca e pediu para eu bater uma punheta pra ele, mas de boca aberta. Fiz isso e, enquanto deixava a glande dele dentro da minha boca, com a mão direita eu masturbava ele. Até que ele sentiu que ia gozar e tomou o controle do próprio pau, sacudindo ele dentro da minha boca.
Senti a descarga na língua e no céu da boca, bem morno e bem abundante. Ele gozou muito e por muito tempo (para o que eu estava acostumada). Quando terminou, ele pediu para eu mostrar a língua. Abri a boca cheia de porra e mostrei minha língua coberta de leite.
— Engole (ele disse).
Engoli tudo com facilidade e voltei a chupar o pau dele mais um pouco, umas últimas lambidas... Finalmente me levantei e ele guardou o pau dele dentro da calça.
— Muito bem (ele disse), que nota você quer?
Eu sorri e falei: — Ora, o senhor me diga quanto eu tirei...
— 10, você tirou um 10.
— Ok (sorri meio sem graça), obrigada. Tomara que no próximo semestre o senhor dê aula pra gente de novo.
— Hahaha, não... só dou estatística na sua faculdade, mas quando você quiser pode vir aqui para uma assessoria.
— Sério? — perguntei quase dando em cima dele.
— Sim... quando você quiser.
Saí do cubículo dele feliz. Na semana seguinte, conferi minhas notas no sistema e vi, com alegria, que em Estatística eu tinha um maravilhoso 10. Então decidi voltar a ver o professor para ele me dar outra assessoria, mas isso é outra história.
Abraços.
7 comentários - O Prof Gostoso de Estatística (Gay)