Fodi minha irmã mais velha.

Esta é minha história real e a pura verdade. Tentei contar pra alguém porque sinto a necessidade de desabafar, mas não encontro forças nem ninguém de verdade. E por algum motivo, procurando algo, encontrei uma história parecida e pensei: por que não contar a minha e ver o que as pessoas acham dessa situação? Por favor, seus comentários são importantes pra mim.

Ok, sou casado e tenho família. Naquela época, eu tinha uns 35 anos e minha irmã por parte de mãe era casada também, com família, na faixa dos 40. Tudo começou numa noite em que fui com minha família pra casa da minha irmã numa reunião familiar. Depois de horas e doses e doses de bebida, já estávamos quase bêbados, mas minha irmã, que não tem costume de beber, estava bem mais chapada — eu sabia disso. Todo mundo estava na sala, curtindo a música e as bebidas. Ela, claro, foi pro quarto dela descansar. Foi quando ouvi ela me chamar, e fui até lá, afinal, eu era o irmão dela. Ela estava quase chorando em silêncio e me pediu pra chegar perto. Por causa da música, ela pediu pra eu fechar a porta. Uma das filhas dela perguntou se tava tudo bem, e ela respondeu que precisava de um momento com o irmão. Eu, por minha vez, estava preocupado, meio nervoso, sem saber o que ela realmente queria falar comigo. Aí, em voz baixa, ela me disse que há vários anos não me via como irmão, mas como homem. Fiquei sem reação, porque em mais de uma ocasião eu também a via de forma diferente. Ela não é uma modelo, mas tem uns peitos triplo D, e olhar pra eles me excitava com frequência. Mas, óbvio, ela era minha irmã, e nunca rolava nada — aliás, eu a respeitava muito, já que não fomos criados juntos, éramos filhos de casamentos diferentes. Depois de conversar um pouco mais, eu não respondi nada, só fiquei acariciando o rosto e o cabelo dela, esperando que ela dormisse pra acabar com aquilo, pensando que talvez fosse efeito da bebida. E foi assim. Ela dormiu sem se cobrir por causa do calorzinho que fazia naquela casa, e acabou deixando as pernas de fora já que estava de vestido. Fiquei admirando ela por vários minutos sem saber o que fazer. O sensato teria sido cobri-la, mas eu não conseguia. Ela estava de calcinha rendada, e os pelinhos da buceta escapavam pelos lados e através da renda. Dava pra ver de longe que ela estava toda molhada. Os peitos dela estavam quase na minha frente, ela dormindo. Decidi, aos poucos, tocar os peitos dela, tentando não acordá-la. Foi assim, ela nem sinal deu. Puxei suavemente um dos peitos dela e foi algo surpreendente: eram o dobro do tamanho dos da minha esposa. Aquilo me deixou mal, meu pau estava quase explodindo. Tirei o outro e rapidamente coloquei de volta no lugar, porque tava com medo de alguém entrar. Então, na hora de me retirar, veio a vontade de tocar a buceta dela, porque ela não sentia nada, pelo menos parecia. Foi uma sensação sem nome quando toquei: estava molhada. Enfiei meus dedos superficialmente e, desse jeito, também toquei a bunda dela. Eu estava quase gozando nas calças. Minha mão estava encharcada com o fluido dela e o cheiro. Começaram a me chamar, então cobri ela e fui embora. Fui ao banheiro antes de voltar para a sala. Tirei meu pau pra secar, porque estava cheio de pré-gozo. Voltei pra sala, a calma passou, a festa acabou e voltamos pra casa. Minha mente só pensava no que tinha acontecido, quase não consegui dormir. Bom, a noite passou e, finalmente, na tarde seguinte, eu até tava com medo de ligar pra ela, mas liguei. Perguntei como ela tinha acordado e o que achou da festa. Ela respondeu que estava com uma dor de cabeça fodida, mas me perguntou o que eu tinha achado de ter tocado ela. Fiquei quase mudo e gaguejando, perguntei do que ela estava falando. Na verdade, eu sabia, mas queria ouvir ela dizer de novo. Ela respondeu: "O que você achou de tocar minhas partes?" Aí eu respondi que tinha sido bom, mas que me desculpasse, que não ia acontecer de novo. ao que ela me disse: "não se preocupa, eu adorei". Perguntei se ela sentiu naquele momento, ela respondeu que mais ou menos sim, mas que era aquilo que ela também queria. Daí, ela disse que a buceta dela ficava molhada o tempo todo e me perguntou se eu faria de novo. Respondi: "se tiver oportunidade, por que não?!" Fiquei excitado de novo só de conversar e lembrar daquela noite. Bom, me despedi e passou um tempinho, vários dias. Ela me liga e me convida pra sair, dar uma volta, mas só nós dois, porque ela queria compartilhar um momento sem nossas famílias. Combinamos um dia e foi assim: faltei no trabalho e fui buscá-la. Ela estava com uma blusa que deixava ver quase metade dos peitões dela e uma calça legging que não dava pra saber se ela tava de fio dental ou não, porque não marcava. Ela me pediu pra levá-la pra outra cidade, já que moro nos Estados Unidos. Fomos a uma hora de distância pra onde ela quisesse; eu era quase um fantoche. Fomos comer, depois ela pediu pra levá-la a um parque. Chegamos, mas quando eu ia sair do carro, ela disse que preferia ficar dentro do veículo. Era um lugar meio afastado, quase não tinha gente. Então, conversando sobre outras coisas, o assunto daquela noite veio à tona e, aos poucos, a mão dela foi acariciando meu pau por cima da calça, porque tava duro e dava pra ver 100%. Ela me olhava com uns olhos de ternura e desejo ao mesmo tempo, quando de repente senti ela abaixando meu zíper. Não dava pra impedir, era uma força contra minha vontade. Ela tirou meu pau pra fora e começou a me masturbar. Perguntou se eu tava gostando, respondi que não sabia, mas dizia que não era certo, porque ela era minha irmã, que era melhor deixar as coisas como estavam e tal. Ela falou firme que não e acabou me fazendo um boquete, enquanto passava minhas mãos nos peitos dela por cima da blusa. Naquele momento, soube que a situação tinha chegado a limites inexplicáveis. Essa tarde terminou assim; eu não gozei, porque não quis chegar lá. Casa com cheiros que talvez me entregassem, a gente foi embora e assim passou mais um tempo. Os dias foram passando, muitos dias talvez, e de novo, dessa vez, a gente começou a conversar e ela me pediu pra ir vê-la em casa, que queria minha companhia pelo menos um pouco. Nessa altura, já tínhamos ficado juntos mais de uma vez, mas com a família toda por perto, e às vezes quando ela tava na cozinha preparando algo, se não tinha ninguém, eu passava a mão rapidinho na bunda dela, e ela só falava: "Tá com tesão, meu filho?", e eu só ria. Mas um dia a gente combinou de se encontrar de novo, só que dessa vez fui sozinho e ela, claro, tava sozinha também. Ela tava usando um conjunto esportivo rosa. A gente tava no quarto dela, e eu deitei um pouco, tava cansado pra caralho. Ela se aproximou de um jeito insinuante, e eu, quimicamente, aceitei. Comecei a apalpar os peitos dela e, rapidinho, meti a mão lá embaixo. Pra minha surpresa, ela não tava de calcinha e tava bem molhada. Enfiei os dedos, puxei o short dela pra baixo e fiquei passando a mão na bunda dela. Tirei a parte de cima e, aos poucos, ficamos completamente pelados. Comecei a chupar os peitos dela, e ela me acariciava toda doida. Pela primeira vez, pedi pra ela virar de quatro. Ela virou, e o que eu vi quase me fez gozar na hora. Era uma bunda enorme, de cor escura, grande, com pouco pelo no cu, e aquela buceta grandona, parecendo uma crista de galo, toda melada. Ela se excitava muito fácil. Aquilo me deixou quase louco, e a única coisa que meu instinto fez foi meter. Senti uma sensação de prazer estranha, algo como verão e inverno ao mesmo tempo. Foi uma manhã diferente, especialmente porque eu tava dando uma trepada na minha irmã de quase 40 anos. O que mais me chamou a atenção é que ela era amante do sexo anal, porque pedia pra eu meter no cu dela aos gritos. Depois de chupar o cu dela, eu meti e adorei muito mais, já que minha esposa não curte dar o cu. Bom, ela acabou tendo uns dois ou três orgasmos, e eu não aguentei mais, gozei e, por precaução... terminei no rabo dela, foi o sexo mais incrível naquele dia. como tudo normal, ela foi pro banheiro e, claro, eu também pra me limpar. me despedi e, a partir daquele dia, por cerca de um ano, a gente transava de vez em quando, dava pra rolar — eram dias de sexo inesquecíveis. mas por questões da vida e por coisas fora do assunto, a gente parou. fizemos um pacto de nunca revelar essa verdade. já se passaram alguns anos sem nos tocarmos, e essa é minha história. sempre me masturbo pensando naqueles momentos, eles são como minha prisão... mesmo quando transo com minha esposa, às vezes penso nela. comentem, quero saber o que acham. valeu.

3 comentários - Fodi minha irmã mais velha.

Excelente el relato, no debe ser fácil para vos, pero me imagino que fue una buena experiencia. Te dejo puntos
muy caliente, yo si tuviera hermana tambien me la culiaria es un morbo inigualable ! van puntos
Lo mejor de todo es que todo se fue dando y no fue como el clásico de todo en un día