Novamente, muito obrigada pelos e-mails, fotos, convites, flores, vídeos, etc. Muitos de vocês me fazem passar noites bem molhadas, e outros tantos já me conheceram J e isso é gostoso.
Sei que tô devendo a continuação do meu fim de semana, mas surgiu um imprevisto que tenho que contar porque foi muito excitante, louco, até diria que é uma das coisas mais extremas que já fiz.
Bom, precisei sair no fim de semana passado pra Puebla. Fui com umas amigas pra balada à noite, tudo normal: caras, bebida, dança, etc.
Como já falei, com meus amigos próximos, família, namorados, etc., sou uma garota "normal", então não pude levar ninguém pra cama naquela noite, embora não faltasse vontade, porque tinha cada cara gostoso na balada, uf.
O problema é que eu tinha que estar cedo, às 9h da manhã, num lugar onde ia assinar um documento, e depois teria que esperar duas horas pra voltar e continuar com os trâmites.
A questão é que quando bebo bastante, digamos, meu estômago fica solto no dia seguinte, sempre foi assim. Em casa, vou ao banheiro de boa e tudo certo, mas dessa vez cheguei da balada às 4h da manhã, dormi pouco e saí voando porque tava atrasada.
Não me arrumei muito: peguei uma calça branca bem justa no quadril, uma blusa de lycra com renda cor de chocolate e uma jaqueta curta, um sutiã rosinha claro de algodão confortável e uma calcinha fio dental de renda combinando com o sutiã, saltos altos, me maquiei um pouco, só escovei o cabelo rápido e fui.
Cheguei no meu compromisso voando, quase perdi, mas cheguei, assinei e, bom, tava indo pra uma praça perto tomar café da manhã pra matar o tempo, quando do nada senti uma dor de barriga, UFFF, "vontade de ir ao banheiro". Normalmente a gente segura, mas por causa do que já falei, não consigo quando é por causa da bebedeira, tenho que ir.
Comecei a ficar verde, não cheguei no carro porque pensei: não vou aguentar, não vou aguentar!
Comecei a... Caminhar pra ver negócio aberto, um café, algo que me salvasse. Andei dois quarteirões ao redor de onde tava e, como ainda era cedo, quase nada tava aberto.
Ufa, comecei a suar, já não aguentava mais. Andava com cara de desesperada — quem já passou pelo que eu passei sabe do que tô falando. Já tava desesperada e vi lá no fundo uma oficina de bicicletas, SIM, de bicicletas, e me aproximei. Tinha a placa típica lá no fundo: banheiro.
Tinha três caras: um senhor de uns 55 anos, feio e magrelo; um cara de uns 32, com um corpo muito gostoso, alto, muito alto, com mãos grandes e calejadas (amo mãos grandes, principalmente os dedos), moreno, ombros largos e não tão feio; e um moleque de uns 16 anos, magro e também não tão feio. Não sei como tive coragem — porque depois pensei bem, não sei como realmente tive coragem — e pedi pra eles me deixarem usar o banheiro. "É UMA EMERGÊNCIA", falei, me contorcendo, quase me dobrando pela barriga, o que fazia minha bunda ficar ainda mais empinada.
Eles só balançaram a cabeça e me deixaram passar. Obviamente me devoraram com o olhar. Tentei abrir a porta, mas não abria, parecia emperrada. O banheiro era atrás do balcão, e tinha um espaço meio pequeno.
Rapidamente, o cara alto veio até onde eu tava e ficou atrás de mim. Ele roçou as nádegas dele no meu corpo e empurrou a porta com força. "Pronto", disse, enquanto colocava uma das mãos na minha cintura.
Entrei o mais rápido que pude, sem fechar a porta, porque não aguentava mais. Ele conseguiu ver quando eu baixei a calça com a tanga. Levantei o olhar e perguntei: "Fecha?" Ele fechou e me deixou…
Ufa, era o paraíso. Não demorei muito, mas pra minha surpresa, não tinha papel. Então tive que gritar pros caras se tinham. Entrou o mesmo cara que tinha me visto antes e jogou o papel pra mim. Fiz o que tinha que fazer e vocês não imaginam como aliviei.
Lavei as mãos e aí percebi onde tava: era um lugar sujo, com o chão cheio de água, baldes de água por todo lado e roupas penduradas nas paredes. Os móveis de… O banheiro estava todo sujo e notei que tinha molhado a calça quando abaixei ela completamente, puta mãe, pensei.
Tinha uma mancha de água e dava pra ver bem, como é que eu ia sair assim? Peguei papel e comecei a secar a calça, mas a mancha não saía fácil. Já tava há mais de 20 minutos no banheiro tentando secar a mancha e os caras bateram perguntando se tava tudo bem.
Pode entrar, falei, já que a porta tava dura e eles tinham que empurrar forte, era o mesmo cara, falei que molhei a calça de água e me virei mostrando a bunda pra ele.
Até esse momento minha libido voltou a funcionar, lembrei que ele já tinha me visto abaixar a calça e me visto sentada no banheiro, e agora tava mostrando minha bunda, que puta que eu sou, ele deve pensar.
Tinha tirado a jaqueta e tava só de blusa sexy J
Ele passou a mão no corpo todo e segurou o pau, uff, como me excita ver isso, comecei a ficar molhada…
Você tem secadora? Ou ferro de passar? Falei.
Não, mas a uma quadra tem uma lavanderia se quiser a gente pode levar, ou você pode ir… Mas teria que tirar a calça lá de qualquer jeito.
Que dilema, pensei, ou vou com a calça molhada como se tivesse mijado andando uma quadra e de qualquer forma teria que tirar lá, ou tiro aqui, olhei bem pra ele, braços grandes, peito, pernas fortes, e ele já tinha me visto duas vezes de fio dental, como dizem, mais vale um ruim conhecido do que um bom por conhecer, então enquanto lava a calça posso "brincar" um pouco com esse "machão", pensei.
Como o chão tava molhado, estendi meu braço tocando o ombro dele pra me equilibrar e evitar pisar no chão, fiquei na frente dele e desabotoei o botão da calça deixando ver minha calcinha fio dental rosinha de renda bem sexy, já tava excitada e começando a escorrer meus suquinhos.
Abaixei a calça devagar e a cara dele dizia tudo, me devorava com os olhos e se acariciava o pau descaradamente, puxei ele um pouco pra não ficar com o braço tão esticado e ficamos a uns 30 centímetros, tirei uma perna e depois a outra, com a desculpa de me ajudar, ele colocou a mão na minha cintura na ponta da blusa e tocou um pouco da minha pele, isso me eletrizou.
Tirei a calça e entreguei pra ele, agora imaginem a cena: eu de fio dental renda rosa com salto alto, uma blusa de renda, dava pra ver as alças do sutiã rosa e, pelo meu nível de excitação e o sutiã de algodão, meus bicos já estavam bem marcados, a rachinha da minha buceta aparecia no fio dental e por trás dava pra ver perfeitamente o contorno das minhas nádegas, eu parecia uma puta de calendário de oficina mecânica, e olha que eu tava numa parecida.
Ele disse: "já volto" e me soltou, pegando a calça e gritando pro ajudante dele. O menino de 17 anos se aproximou e eu me apoiei na pia, empinando a bunda. O garoto me viu semi-nua, arregalou os olhos e meu "protetor" mandou ele levar a calça na lavanderia e esperar lavar e secar. Tirou uma nota de 100 pesos mexicanos e deu pra ele, e também gritou pro outro senhor: "Vô, vai pra casa um pouco, não tem nada hoje."
Assim que os dois foram embora, ele entrou no banheiro comigo, fechou a porta e, bem decidido, me pegou pela cintura pra me levar pro banheiro. Sem mais delongas, ele tirou o pau pra fora e começou a mijar na minha frente — que pedaço de puta, pensei. Mas pude ver o pau dele, grosso e grande, meio duro. Ele sacudiu ele me olhando nos olhos enquanto eu levantava o olhar pros olhos dele.
— Gostou?
Eu corei um pouco, verdade. Lembrem que eu gosto de me sentir "domada", não soube o que responder, só baixei o olhar e ele começou a bater uma pra ele crescer, se aproximou de mim assim, com o pau de fora.
Eu fiquei de frente pra ele, de costas pra porta, já tava muito excitada. Ele se aproximou e deu umas palmadas com o pau na minha barriga e no meu fio dental — uff, meu deus.
Ele tirou a camiseta e tinha um peitoral lindo, moreno mas cheio de músculos. Tirou a calça e a bunda dele era muito gostosa, as pernas duras, era um homem muito bom mesmo. Ele ficou só de cueca. Só de calcinha, com o pau pra fora, e ele me pegou pela cintura. Eu já esperava com os lábios entreabertos. A gente se fundiu num beijo super safado, ofegante, excitante. O pau dele batia nas minhas pernas, barriga e, dependendo dos movimentos, de repente ficava entre minhas coxas.
Ele desabotoou meu sutiã como um expert, com uma mão só. Quando fazem isso comigo, sei que vou me divertir pra caralho. Ele levantou minha blusa e começou a chupar meus peitos. Ai, que gostoso, papai, assim. Com uma mão, ele apertava minha bunda por cima da tanga, que se enfiava um pouco entre as nádegas, e com a outra apertava um dos meus peitos enquanto chupava o outro. O pau dele já estava bem grande e "cutucava" a gente. Eu não perdia tempo: segurava a bunda dele com uma mão e com a outra batia uma pra ele o máximo que dava por causa da posição.
Ficamos assim por um tempo. A mão que acariciava minha bunda invadiu minha área da frente. Com a ponta dos dedos, ele roçava a entrada da minha buceta por trás. Eu já estava toda melada, soltando uns líquidos grossos, lubrificada ao máximo. Queria uma rola dentro de mim.
Ele começou a me dedilhar por trás e, como era mais alto, me levantou literalmente pela minha buceta. Uma mão com a ponta dos dedos dentro de mim e a outra na minha bunda. Fiquei suspensa do chão. Ele mordia meus peitos. Eu coloquei meus braços no pescoço dele e enrolei minhas pernas na cintura dele. Ele era muito forte e me aguentava sem problemas.
Do jeito que deu, ele afastou a tanga e, sem guiar o pau, começou a me cutucar. Uffff, eu gemia que nem uma louca quando senti a cabeça dele na minha buceta. Me deixei cair e senti o pau dele entrar completamente em mim. Ele me preenchia pra caralho, era grosso, lindo, me apertava (e pra eu sentir essa pressão na minha xereca nessa altura, deve ser um membro bem grande, hehe).
Quem já comeu assim sabe o quanto é excitante um macho te carregar. Você se sente indefesa, à mercê dele, e isso me excita pra caralho.
Ele me pegou pela bunda e começou a meter forte, rápido. Uff, eu mesma tirei a blusa pra ele lamber à vontade, e foi o que ele fez assim que tirei. Quité voltou ao ataque com meus peitos, lambia um e outro, ele também gemia, muito gostoso.
A gente se beijava sempre que dava, beijos quentes, safados, de língua, a gente se lambia, os dedos dele começaram a brincar com meu cu, puxava a lubrificação da minha buceta e enfiava a ponta de um dedo, isso me excita pra caralho, eu tava realmente perdida, queria pica, mais pica, pedia pra ele.
- Me dá, me dá, mais, me come, papai, que pica gostosa você tem, adoro, assim, assim, assim, assim...
- Me come, ah, ahhhhh, ahhhh, ahhhhhh, ahhhhh, papai...
Ele já tava suando pra caramba porque tava me segurando e a gente já tinha 15 minutos naquela posição, acho que cansou e me encostou de costas na parede, quando fez isso conseguiu me comer ainda mais rápido, eu acariciava o peito dele, e ele metia muito rápido.
- Mami, você é muito gostosa, desde que te vi meu pau ficou duro
- Você é tão gostosa, te adoro, quero te comer todo dia
Ele metia bem forte e o tamanho do pau dele me excitava demais, comecei a ter meu primeiro orgasmo.
- Ahhh papai, eu vou gozar, ahh vou gozar, papai
Goza, puta, goza, puta, posso gozar dentro? Ele me perguntou.
- Aham, goza onde quiser, amor, tomo pílula
Ele meteu mais forte enquanto começou a dar uns tapas nos meus peitos, ahh como me excita levar uns tapinhas, ele metia cada vez mais forte.
Com uma mão puxava minha bunda pra perto dele e com a outra me batia e às vezes enfiava pra acariciar meu clitóris ahhh, gozei uma segunda vez muito gostoso, ahh, queria que esse cara me comesse pra sempre, ele comia delicioso.
- Vou gozar, ele disse
Empurrei ele com as pernas e "soltei" da minha buceta, ele tentou enfiar de novo mas eu me joguei no chão, não tava nem aí se tivesse cheio de água, me joguei no chão e de joelhos com as pernas abertas enfiei aquele pedaço enorme de carne na boca.
- Ahh que puta, assim mami, você é incrível, chupa, puta, assim...
Assim que comecei a chupar o pau dele, ele soltou meu Prêmio, uma quantidade enorme de porra que não coube na minha boca e começou a escorrer pelos lados, eu não engoli nada, só continuei chupando pra extrair até a última gota.
Fiquei com o canto dos lábios cheio de porra, do jeito que dava, engoli aquela pica enorme até chegar com meus lábios nas bolas dele, sujando elas com o próprio esperma com meu lábio inferior.
Ele me pegou pela cabeça e metia até o fundo, quase me engasguei.
- Ahhg, ahhg, ahgg se ouvia
Ele tirou ela completamente e a cena do ângulo dele devia ser de filme pornô, uma puta de joelhos sem sutiã, sem blusa, com uns peitos vermelhos de tanto tapa, cara de quem acabou de dar, boca cheia de porra, um pouco de porra escorrendo no peito, no cabelo, de fio dental, com a buceta toda aberta e a boca aberta esperando mais.
Não aguentei mais e ele soltou ainda mais porra na minha cara, eu abria a boca e lambia as bolas dele, enquanto enfiava o máximo de dedos que podia na minha pepita.
Uff, gozei pela terceira vez, dessa vez no meu fio dental e na mão, soltei muitos fluidos.
- Ahhhh, ahhhh, ahhhh, ahhhhh
Me apoiei na parede tirando a mão da bucetinha e dando pra ele lamber, ele como bom macho aceitou e lambeu até deixar limpa.
A porra dele começava a ficar aguada e escorria pelos meus peitos, cara e pernas.
Peguei com a mão e espalhei por todos os meus peitos e barriga, depois lambia como uma puta no cio.
O pau dele ainda não tinha "baixado", então levei de novo pra boca pra limpar, puxei a pele pra trás e com a ponta da língua lambi cuidadosamente, a base, as bolas, comi cada mililitro de porra.
Ele estava em outro mundo, pela puta que eu era e pelo boquete e show que estava dando pra ele.
Minhas pernas começaram a ficar dormentes e tive que me levantar, já em pé ele apalpou minha bunda de novo enquanto nos fundimos num beijo de língua encantador, ele se colou em mim pra sentir meus peitos no peito dele.
Assim em pé, ele me jogou de lado. de lado a tanga (como daquela vez no provador com o taxista, lembram?) sem enfiar a pica, só sentia ela com meus lábios molhados e fingia que tava me comendo mas sem meter, minha bucetinha ficava em cima da pica dela, eu acariciava na horizontal, meus lábios envolviam ela, muito gostoso.
Ficamos assim nos beijando e nos mimando feito dois namorados por um bom tempo, obviamente o pau dele já tava duro de novo e minha bucetinha tava sempre pronta pra guerra.
Me viro com beijos, fiquei de costas pra ele, ele me beijou o pescoço, lambeu meu pescoço enquanto apalpava meus peitos por trás, apertava minha bunda com força, uff.
Desceu com a boca por toda minha costa, isso me esquenta ainda mais, subia e descia me lambendo as costas, enchendo cada cantinho de saliva, com a mão dele brincava com meus fluidos e passava no meu cu, sabia o que queria e eu ia dar de boa.
Ele baixou minha tanga até a metade da coxa e começou a lamber minha bunda, uff, uff, os homens não fazem isso com frequência mas deviam fazer mais, é super excitante.
Ele abria minhas nádegas e enfiava a língua, lambia desde minha bucetinha até em cima, pegava os fluidos da minha bucetinha e colocava no meu cu, devagar, com calma, não era bruto, era paciente, enfiava aos poucos a ponta do dedo, ia buscar mais fluidos e de novo, ajudava com as lambidas e a saliva dele.
Eu tava no paraíso, gemia que nem uma puta, levantava minha bunda pra ele fazer melhor, ele já enfiava um dedo inteiro no meu cuzinho apertado, tirava e enfiava, lubrificava, lambia, uff.
Guiou a pica dele pra minha buceta e entrou muito fácil dessa vez, me pegou pela cintura e me comeu assim por trás, eu me inclinei e abri minha bunda, queria que ele me comesse por trás então facilitei as coisas, mostrava meu cu e facilitava pra ele continuar dedando lá.
Começou a me comer devagar, enfiava inteira e tirava inteira, depois a ponta da pica dele colocava no meu cu e fazia um pouco de pressão e voltava a meter pela frente.
Ficou assim por um tempo, eu me Abri as nádegas com as mãos e me movi pra trás, queria que ele me enfiasse logo, ele entendeu na hora e foi colocando a cabeça devagar.
Ai, ai, ai, isso doía pra caralho por causa do tamanho do pau dele, ele ficou parado e eu sozinha comecei a me mexer, em círculos, devagar, enquanto ele dedava minha buceta pra puxar os fluidos pra cima.
Ele se apoiou na parede e me deixou me mover, sozinha me jogava pra trás, sentia aquele pedaço enorme de carne me partindo ao meio, ardia minha buceta, mas eu gostava da dor, ah, ah, ahhhh, ahhh, eu gemia.
Ele começou a dar umas palmadinhas na minha bunda, uff foi isso que me deu coragem e comecei a me mexer mais rápido enquanto ele batia mais.
Já tinha quase metade do pau dele dentro quando ele tomou o controle, me segurou pelas nádegas e me empurrou forte contra ele, eu gritei de dor, um grito misturado com tesão e dor, mas ele me deu uma palmada e disse: "É isso que você queria, não é, puta?"
Ele começou a falar um monte de putaria, "você é uma puta, adora pau, me fala que você gosta do meu pau, pede pau, puta..."
Eu respondia tudo que ele pedia com gemidos.
— Sim, pai, adoro seu pau, sou sua puta, me come onde você quiser, pai, me come, me dá mais, ai, ai, ai, eu gritava quando ele me dava palmadas.
Ele se movia rápido, metendo o pau até o fundo e tirando metade, adorava como ele fazia, colocou os dedos na minha boca e comecei a lamber eles de tanto tesão que tava, queria chupar um pau e os dedos grandes e grossos dele eram perfeitos pra minha fantasia.
Ele me comeu assim só mais um pouco quando começou a doer pra nós dois por falta de lubrificação, mas queríamos mais, então ele me puxou pelo cabelo e me levou assim enfiada pro chão, me colocou de joelhos e me abaixei o máximo que pude sem encostar o rosto no chão molhado, nessa posição minha bunda ficava mais pra fora e ele de um puxão só tirou tudo e cuspiu na minha buceta, a saliva ardeu um pouco e me queixei, mas na hora ele meteu na minha buceta.
— Ahh, que gostoso de novo, como deslizava fácil ao mesmo tempo. que me dava prazer, ele ficou me comendo assim um tempão, puxando minhas nádegas pros lados, sabia o que ia fazer.
De repente, numa enfiada, ele tira de dentro da minha buceta e mete no meu cu, ahhh, ahhh, que gostoso, dava duas metidas no meu rabo e voltava pra minha buceta.
Uff, isso é o máximo, ser comida pelos dois buraquinhos ao mesmo tempo, com a minha buceta toda molhada lubrificava o pau dele e depois enfiava no meu cu, ritmado, 4 ou 5 metidas na buceta, 2 no rabo.
Ele me comia rápido, enfiava até o fundo da minha buceta várias vezes, o pau dele comprido e grosso era uma delícia, tirava quase tudo e enfiava de novo no fundo da minha xereca, fazia isso várias vezes e depois tirava inteirinho pra meter no meu cu por um tempo, ufff, doía gostoso, abria meu cu ao máximo, me sentia cheia de pau, adorava como ele fazia, depois voltava a me comer pela buceta, tava me usando muito gostoso e eu me sentia suja, no chão de um banheiro, sendo comida por um desconhecido, sem camisinha, pelo cu e pela buceta, vermelha das nádegas e dos peitos de tanto tapa e pedindo mais pau, me sentia uma verdadeira puta de oficina mecânica.
Ele me dava tapas na bunda, literalmente me montava e me batia, puxava meu cabelo pra trás e me fazia lamber os dedos dele às vezes, quando acelerava me soltava e se mexia muito rápido, eu comecei a gozar pela quarta vez, pra ele era a segunda, acho, ah, ai, ai, eu gemia, tô gozando, tô gozando, falei pra ele.
Uf, ai, ai, ai, siiiiiim, puta, você é incrível...
Gemi bem alto e gozamos ao mesmo tempo, ele se esvaziou dentro do meu cu, minha buceta pulsava de tesão, da gozada tão gostosa que ele acabou de me dar e que eu ainda tava sentindo, escorria líquido, parecia que eu tava mijando um pouco.
Ele tirou o pau do meu cu e, ainda de pé, enfiou um pouco na minha buceta, por eu ainda estar tão sensível, esse simples ato fez minha gozada durar mais, ufff, gozei uns 2 minutos seguidos, jorrava líquido pra caralho, lambuzava as bolas dele todinhas com meus fluidos e o esperma dele, ficamos assim por um tempo. Movendo-nos suavemente.
Eu recolhia o sêmen que escorria pelo meu cu e ele me dava de beber com os dedos, eu chupava eles como uma puta gostosa.
Eu tava super cansada, super fodida, super aberta nos dois buracos, super puta.
Minha buceta tava super sensível, eu tremia do orgasmo que ainda não tinha passado.
Do jeito que eu tava, ele me carregou fácil e sentou no vaso, eu por cima dele, me recostei no peito dele, me mexendo devagar, sentindo aquela piroca gostosa pulsando.
Ele lambia meu pescoço, massageava meus peitos, aff.
— Você é incrível, de verdade incrível, quero te foder todo dia — ele dizia.
Ficamos um tempão assim, quase dormi encostada nele, o pau dele perdeu força e saiu da minha buceta, aí um grito lá fora nos acordou.
Rodrigo, Rodrigo — isso nos assustou e levantamos, eu subi a calcinha fio-dental, tava um nojo, cheia de sêmen dele e dos meus fluidos.
Ele levantou rápido, vestiu a cueca, a calça, a camiseta e saiu: — O que foi? — falou sem fechar a porta.
O rapaz da limpeza tava do outro lado do balcão, na frente do banheiro, então me viu de calcinha fio-dental e com os peitos de fora.
— Já, já foi — ele gaguejou e levantou uma sacola onde provavelmente tinha a calça.
Eu me cobri com uma mão, mas sorri pra ele, sempre tive tesão em novinhos, imagino como eles se acabam na punheta pensando em mim, e quando tive chance de deixar um deles me comer, o pau deles fica bem gostoso, embora geralmente gozem rápido.
Rodrigo virou pra me olhar e viu minha cara de safada e que eu não me cobria direito, então entendeu que não me importava nem um pouco se ele me exibisse, embora ele não soubesse que eu não queria mais ser penetrada — tava tudo ardendo!
Ele sorriu e falou pro guri: — Me ajuda? Preciso que seque o banheiro pra minha amiga poder trocar de roupa à vontade.
Eu só ri e comecei a catar minhas coisas, vesti o sutiã bem na hora que o rapaz entrou.
Ele pegou um esfregão e ia... fazer o que mandaram quando eu o parei e disse que não precisava, só me ajuda, falei.
Me alcança minha bolsa, sempre trago calcinhas extras porque gosto de dar de presente. Peguei uma preta e estendi: "Combina comigo?", perguntei.
Ele só balançava a cabeça que sim e eu via um volume no shorts dele. "Ok", falei, coloquei a mão no ombro dele pra não perder o equilíbrio e comecei a tirar a tanga rosa com cuidado, enquanto segurava a tanga preta com a boca.
Ele ficou chocado, me olhando com tesão, as mãos queriam me tocar mas não ousavam. Fiz que perdia o equilíbrio e ele teve que me segurar com uma mão na cintura nua. Me encostei nele e senti o pau dele na minha perna.
"Obrigada", falei, minha tanga ainda estava nas minhas coxas, minha bucetinha completamente depilada aparecia deliciosa e ele tentava olhar. Olhei nos olhos dele e ele disse: "Desculpa". "Desculpa?" Haha, me deu risada e tive a ideia de dar o melhor momento do dia pra esse menino.
Ouvi um "bom dia". "Fecha a porta que podem me ver", falei. Ele fechou pela metade enquanto Rodrigo via a cena de fora, fumando um cigarro, e quando percebeu que estávamos fechando, balançou a cabeça de um lado pro outro e murmurou com os lábios: "slut".
Ele me segurava pela cintura e o pau dele roçava na minha perna, só o shorts nos separava. A respiração dele estava pesada, eu sentia um tesão, a respiração dele aumentava cada vez mais. Ele não sabia o que fazer, então decidi ajudar.
"Quer ver meus peitos de novo?", falei. Ele não acreditava e balançou a cabeça que sim. Desabotoei o sutiã e puxei ele pra lamber. No começo ele fez uma cara estranha, tipo "não", deviam estar com gosto de porra do chefe, mas depois começou a lamber com muita delicadeza. Diferente do Rodrigo, ele lambia com carinho, devagar, só com a língua.
Eu comecei a ficar molhada de novo e peguei no pau dele por cima da calça. Abri o shorts e meti a mão. Assim que agarrei o pau dele, ele jorrou um monte de porra, gozou só de eu tocar! Ele me lambuzou a mão inteira, era muito sêmen, ufa, eu nunca consegui resistir a sêmen, puxei a calça dele pra baixo, me ajoelhei e lambi a cueca dele pra provar o sêmen, depois lambi o pau dele, comprido comprido mas fino, limpei com muito cuidado, ele nem conseguia falar.
Ela chupava gostoso, até o fundo, acariciei os ovos dele e enchi a boca de sêmen, isso é que é bom dos jovens, pensei comigo, nunca param de jorrar sêmen, comi até a última gota e pra minha surpresa ele ainda tava duro.
Juventude abençoada, né? Ele acariciava meus peitos por cima, me levantei e deixei ele provar o próprio sêmen na minha boca, ele me beijou como se eu fosse a namorada dele, com carinho, gostoso, devagar.
O pau dele continuava bem duro, eu já não aguentava mais meter nada na minha buceta, mas fazer o quê, ele tá no dele, pensei, puxei o pau dele assim mesmo, de pé, e comecei a enfiar na minha vagina, só a cabeça entrou, me apoiei com as mãos na pia e abri as pernas, ele agarrou minhas nádegas e deu três estocadas, enfiou o pau todo e senti ele "bufando", tava gozando de novo dentro de mim, que garoto precoce!
Eu só tava começando a sentir gostoso e ele já tinha me inundado de porra, não quis mais continuar, já que tava cansada e com certeza já tinham passado duas horas e eu tinha que seguir com meus trâmites, me separei dele, tirei a calcinha fio-dental e limpei os restos de sêmen com ela.
Vesti minha calcinha limpa, peguei a calça, coloquei meu sutiã e blusa, arrumei um pouco o cabelo, me maquiei, me pintei, enfim, todas as coisas que uma mulher tem que fazer depois de uma foda daquele tamanho, e não tô falando do garoto, não, tô falando do "grande" haha.
Peguei a calcinha e dei pra ele, "pras suas próximas punhetas", enquanto dava um beijo de língua na boca dele.
Peguei minha bolsa e saí como se nada tivesse acontecido, Rodrigo tava atendendo um senhor, eu passei rebolando, o cliente dele me olhou sem vergonha, cheguei no Rodrigo e dei um beijinho nele, dizendo, adorei tanto que vou vir te visitar.
Ele sorriu. e me pediu meu número, como eu me chamava, etc. Eu só sorri e falei que nada disso você vai ter, mas prometo voltar e te dar todo o resto.
Saí de lá caminhando até a esquina, rebolando feito uma puta, e quando virei, olhei pra trás e os três caras estavam lá: Rodrigo, o novinho e o cliente, todos debruçados me olhando.
Uffa, que história, real, mesmo que não acreditem, 100% real. Já visitei o Rodrigo mais duas vezes desde aquele dia e continuo encantada com ele.
Beijinhos pra todos e espero que tenham curtido meu relato.
Sei que tô devendo a continuação do meu fim de semana, mas surgiu um imprevisto que tenho que contar porque foi muito excitante, louco, até diria que é uma das coisas mais extremas que já fiz.
Bom, precisei sair no fim de semana passado pra Puebla. Fui com umas amigas pra balada à noite, tudo normal: caras, bebida, dança, etc.
Como já falei, com meus amigos próximos, família, namorados, etc., sou uma garota "normal", então não pude levar ninguém pra cama naquela noite, embora não faltasse vontade, porque tinha cada cara gostoso na balada, uf.
O problema é que eu tinha que estar cedo, às 9h da manhã, num lugar onde ia assinar um documento, e depois teria que esperar duas horas pra voltar e continuar com os trâmites.
A questão é que quando bebo bastante, digamos, meu estômago fica solto no dia seguinte, sempre foi assim. Em casa, vou ao banheiro de boa e tudo certo, mas dessa vez cheguei da balada às 4h da manhã, dormi pouco e saí voando porque tava atrasada.
Não me arrumei muito: peguei uma calça branca bem justa no quadril, uma blusa de lycra com renda cor de chocolate e uma jaqueta curta, um sutiã rosinha claro de algodão confortável e uma calcinha fio dental de renda combinando com o sutiã, saltos altos, me maquiei um pouco, só escovei o cabelo rápido e fui.
Cheguei no meu compromisso voando, quase perdi, mas cheguei, assinei e, bom, tava indo pra uma praça perto tomar café da manhã pra matar o tempo, quando do nada senti uma dor de barriga, UFFF, "vontade de ir ao banheiro". Normalmente a gente segura, mas por causa do que já falei, não consigo quando é por causa da bebedeira, tenho que ir.
Comecei a ficar verde, não cheguei no carro porque pensei: não vou aguentar, não vou aguentar!
Comecei a... Caminhar pra ver negócio aberto, um café, algo que me salvasse. Andei dois quarteirões ao redor de onde tava e, como ainda era cedo, quase nada tava aberto.
Ufa, comecei a suar, já não aguentava mais. Andava com cara de desesperada — quem já passou pelo que eu passei sabe do que tô falando. Já tava desesperada e vi lá no fundo uma oficina de bicicletas, SIM, de bicicletas, e me aproximei. Tinha a placa típica lá no fundo: banheiro.
Tinha três caras: um senhor de uns 55 anos, feio e magrelo; um cara de uns 32, com um corpo muito gostoso, alto, muito alto, com mãos grandes e calejadas (amo mãos grandes, principalmente os dedos), moreno, ombros largos e não tão feio; e um moleque de uns 16 anos, magro e também não tão feio. Não sei como tive coragem — porque depois pensei bem, não sei como realmente tive coragem — e pedi pra eles me deixarem usar o banheiro. "É UMA EMERGÊNCIA", falei, me contorcendo, quase me dobrando pela barriga, o que fazia minha bunda ficar ainda mais empinada.
Eles só balançaram a cabeça e me deixaram passar. Obviamente me devoraram com o olhar. Tentei abrir a porta, mas não abria, parecia emperrada. O banheiro era atrás do balcão, e tinha um espaço meio pequeno.
Rapidamente, o cara alto veio até onde eu tava e ficou atrás de mim. Ele roçou as nádegas dele no meu corpo e empurrou a porta com força. "Pronto", disse, enquanto colocava uma das mãos na minha cintura.
Entrei o mais rápido que pude, sem fechar a porta, porque não aguentava mais. Ele conseguiu ver quando eu baixei a calça com a tanga. Levantei o olhar e perguntei: "Fecha?" Ele fechou e me deixou…
Ufa, era o paraíso. Não demorei muito, mas pra minha surpresa, não tinha papel. Então tive que gritar pros caras se tinham. Entrou o mesmo cara que tinha me visto antes e jogou o papel pra mim. Fiz o que tinha que fazer e vocês não imaginam como aliviei.
Lavei as mãos e aí percebi onde tava: era um lugar sujo, com o chão cheio de água, baldes de água por todo lado e roupas penduradas nas paredes. Os móveis de… O banheiro estava todo sujo e notei que tinha molhado a calça quando abaixei ela completamente, puta mãe, pensei.
Tinha uma mancha de água e dava pra ver bem, como é que eu ia sair assim? Peguei papel e comecei a secar a calça, mas a mancha não saía fácil. Já tava há mais de 20 minutos no banheiro tentando secar a mancha e os caras bateram perguntando se tava tudo bem.
Pode entrar, falei, já que a porta tava dura e eles tinham que empurrar forte, era o mesmo cara, falei que molhei a calça de água e me virei mostrando a bunda pra ele.
Até esse momento minha libido voltou a funcionar, lembrei que ele já tinha me visto abaixar a calça e me visto sentada no banheiro, e agora tava mostrando minha bunda, que puta que eu sou, ele deve pensar.
Tinha tirado a jaqueta e tava só de blusa sexy J
Ele passou a mão no corpo todo e segurou o pau, uff, como me excita ver isso, comecei a ficar molhada…
Você tem secadora? Ou ferro de passar? Falei.
Não, mas a uma quadra tem uma lavanderia se quiser a gente pode levar, ou você pode ir… Mas teria que tirar a calça lá de qualquer jeito.
Que dilema, pensei, ou vou com a calça molhada como se tivesse mijado andando uma quadra e de qualquer forma teria que tirar lá, ou tiro aqui, olhei bem pra ele, braços grandes, peito, pernas fortes, e ele já tinha me visto duas vezes de fio dental, como dizem, mais vale um ruim conhecido do que um bom por conhecer, então enquanto lava a calça posso "brincar" um pouco com esse "machão", pensei.
Como o chão tava molhado, estendi meu braço tocando o ombro dele pra me equilibrar e evitar pisar no chão, fiquei na frente dele e desabotoei o botão da calça deixando ver minha calcinha fio dental rosinha de renda bem sexy, já tava excitada e começando a escorrer meus suquinhos.
Abaixei a calça devagar e a cara dele dizia tudo, me devorava com os olhos e se acariciava o pau descaradamente, puxei ele um pouco pra não ficar com o braço tão esticado e ficamos a uns 30 centímetros, tirei uma perna e depois a outra, com a desculpa de me ajudar, ele colocou a mão na minha cintura na ponta da blusa e tocou um pouco da minha pele, isso me eletrizou.
Tirei a calça e entreguei pra ele, agora imaginem a cena: eu de fio dental renda rosa com salto alto, uma blusa de renda, dava pra ver as alças do sutiã rosa e, pelo meu nível de excitação e o sutiã de algodão, meus bicos já estavam bem marcados, a rachinha da minha buceta aparecia no fio dental e por trás dava pra ver perfeitamente o contorno das minhas nádegas, eu parecia uma puta de calendário de oficina mecânica, e olha que eu tava numa parecida.
Ele disse: "já volto" e me soltou, pegando a calça e gritando pro ajudante dele. O menino de 17 anos se aproximou e eu me apoiei na pia, empinando a bunda. O garoto me viu semi-nua, arregalou os olhos e meu "protetor" mandou ele levar a calça na lavanderia e esperar lavar e secar. Tirou uma nota de 100 pesos mexicanos e deu pra ele, e também gritou pro outro senhor: "Vô, vai pra casa um pouco, não tem nada hoje."
Assim que os dois foram embora, ele entrou no banheiro comigo, fechou a porta e, bem decidido, me pegou pela cintura pra me levar pro banheiro. Sem mais delongas, ele tirou o pau pra fora e começou a mijar na minha frente — que pedaço de puta, pensei. Mas pude ver o pau dele, grosso e grande, meio duro. Ele sacudiu ele me olhando nos olhos enquanto eu levantava o olhar pros olhos dele.
— Gostou?
Eu corei um pouco, verdade. Lembrem que eu gosto de me sentir "domada", não soube o que responder, só baixei o olhar e ele começou a bater uma pra ele crescer, se aproximou de mim assim, com o pau de fora.
Eu fiquei de frente pra ele, de costas pra porta, já tava muito excitada. Ele se aproximou e deu umas palmadas com o pau na minha barriga e no meu fio dental — uff, meu deus.
Ele tirou a camiseta e tinha um peitoral lindo, moreno mas cheio de músculos. Tirou a calça e a bunda dele era muito gostosa, as pernas duras, era um homem muito bom mesmo. Ele ficou só de cueca. Só de calcinha, com o pau pra fora, e ele me pegou pela cintura. Eu já esperava com os lábios entreabertos. A gente se fundiu num beijo super safado, ofegante, excitante. O pau dele batia nas minhas pernas, barriga e, dependendo dos movimentos, de repente ficava entre minhas coxas.
Ele desabotoou meu sutiã como um expert, com uma mão só. Quando fazem isso comigo, sei que vou me divertir pra caralho. Ele levantou minha blusa e começou a chupar meus peitos. Ai, que gostoso, papai, assim. Com uma mão, ele apertava minha bunda por cima da tanga, que se enfiava um pouco entre as nádegas, e com a outra apertava um dos meus peitos enquanto chupava o outro. O pau dele já estava bem grande e "cutucava" a gente. Eu não perdia tempo: segurava a bunda dele com uma mão e com a outra batia uma pra ele o máximo que dava por causa da posição.
Ficamos assim por um tempo. A mão que acariciava minha bunda invadiu minha área da frente. Com a ponta dos dedos, ele roçava a entrada da minha buceta por trás. Eu já estava toda melada, soltando uns líquidos grossos, lubrificada ao máximo. Queria uma rola dentro de mim.
Ele começou a me dedilhar por trás e, como era mais alto, me levantou literalmente pela minha buceta. Uma mão com a ponta dos dedos dentro de mim e a outra na minha bunda. Fiquei suspensa do chão. Ele mordia meus peitos. Eu coloquei meus braços no pescoço dele e enrolei minhas pernas na cintura dele. Ele era muito forte e me aguentava sem problemas.
Do jeito que deu, ele afastou a tanga e, sem guiar o pau, começou a me cutucar. Uffff, eu gemia que nem uma louca quando senti a cabeça dele na minha buceta. Me deixei cair e senti o pau dele entrar completamente em mim. Ele me preenchia pra caralho, era grosso, lindo, me apertava (e pra eu sentir essa pressão na minha xereca nessa altura, deve ser um membro bem grande, hehe).
Quem já comeu assim sabe o quanto é excitante um macho te carregar. Você se sente indefesa, à mercê dele, e isso me excita pra caralho.
Ele me pegou pela bunda e começou a meter forte, rápido. Uff, eu mesma tirei a blusa pra ele lamber à vontade, e foi o que ele fez assim que tirei. Quité voltou ao ataque com meus peitos, lambia um e outro, ele também gemia, muito gostoso.
A gente se beijava sempre que dava, beijos quentes, safados, de língua, a gente se lambia, os dedos dele começaram a brincar com meu cu, puxava a lubrificação da minha buceta e enfiava a ponta de um dedo, isso me excita pra caralho, eu tava realmente perdida, queria pica, mais pica, pedia pra ele.
- Me dá, me dá, mais, me come, papai, que pica gostosa você tem, adoro, assim, assim, assim, assim...
- Me come, ah, ahhhhh, ahhhh, ahhhhhh, ahhhhh, papai...
Ele já tava suando pra caramba porque tava me segurando e a gente já tinha 15 minutos naquela posição, acho que cansou e me encostou de costas na parede, quando fez isso conseguiu me comer ainda mais rápido, eu acariciava o peito dele, e ele metia muito rápido.
- Mami, você é muito gostosa, desde que te vi meu pau ficou duro
- Você é tão gostosa, te adoro, quero te comer todo dia
Ele metia bem forte e o tamanho do pau dele me excitava demais, comecei a ter meu primeiro orgasmo.
- Ahhh papai, eu vou gozar, ahh vou gozar, papai
Goza, puta, goza, puta, posso gozar dentro? Ele me perguntou.
- Aham, goza onde quiser, amor, tomo pílula
Ele meteu mais forte enquanto começou a dar uns tapas nos meus peitos, ahh como me excita levar uns tapinhas, ele metia cada vez mais forte.
Com uma mão puxava minha bunda pra perto dele e com a outra me batia e às vezes enfiava pra acariciar meu clitóris ahhh, gozei uma segunda vez muito gostoso, ahh, queria que esse cara me comesse pra sempre, ele comia delicioso.
- Vou gozar, ele disse
Empurrei ele com as pernas e "soltei" da minha buceta, ele tentou enfiar de novo mas eu me joguei no chão, não tava nem aí se tivesse cheio de água, me joguei no chão e de joelhos com as pernas abertas enfiei aquele pedaço enorme de carne na boca.
- Ahh que puta, assim mami, você é incrível, chupa, puta, assim...
Assim que comecei a chupar o pau dele, ele soltou meu Prêmio, uma quantidade enorme de porra que não coube na minha boca e começou a escorrer pelos lados, eu não engoli nada, só continuei chupando pra extrair até a última gota.
Fiquei com o canto dos lábios cheio de porra, do jeito que dava, engoli aquela pica enorme até chegar com meus lábios nas bolas dele, sujando elas com o próprio esperma com meu lábio inferior.
Ele me pegou pela cabeça e metia até o fundo, quase me engasguei.
- Ahhg, ahhg, ahgg se ouvia
Ele tirou ela completamente e a cena do ângulo dele devia ser de filme pornô, uma puta de joelhos sem sutiã, sem blusa, com uns peitos vermelhos de tanto tapa, cara de quem acabou de dar, boca cheia de porra, um pouco de porra escorrendo no peito, no cabelo, de fio dental, com a buceta toda aberta e a boca aberta esperando mais.
Não aguentei mais e ele soltou ainda mais porra na minha cara, eu abria a boca e lambia as bolas dele, enquanto enfiava o máximo de dedos que podia na minha pepita.
Uff, gozei pela terceira vez, dessa vez no meu fio dental e na mão, soltei muitos fluidos.
- Ahhhh, ahhhh, ahhhh, ahhhhh
Me apoiei na parede tirando a mão da bucetinha e dando pra ele lamber, ele como bom macho aceitou e lambeu até deixar limpa.
A porra dele começava a ficar aguada e escorria pelos meus peitos, cara e pernas.
Peguei com a mão e espalhei por todos os meus peitos e barriga, depois lambia como uma puta no cio.
O pau dele ainda não tinha "baixado", então levei de novo pra boca pra limpar, puxei a pele pra trás e com a ponta da língua lambi cuidadosamente, a base, as bolas, comi cada mililitro de porra.
Ele estava em outro mundo, pela puta que eu era e pelo boquete e show que estava dando pra ele.
Minhas pernas começaram a ficar dormentes e tive que me levantar, já em pé ele apalpou minha bunda de novo enquanto nos fundimos num beijo de língua encantador, ele se colou em mim pra sentir meus peitos no peito dele.
Assim em pé, ele me jogou de lado. de lado a tanga (como daquela vez no provador com o taxista, lembram?) sem enfiar a pica, só sentia ela com meus lábios molhados e fingia que tava me comendo mas sem meter, minha bucetinha ficava em cima da pica dela, eu acariciava na horizontal, meus lábios envolviam ela, muito gostoso.
Ficamos assim nos beijando e nos mimando feito dois namorados por um bom tempo, obviamente o pau dele já tava duro de novo e minha bucetinha tava sempre pronta pra guerra.
Me viro com beijos, fiquei de costas pra ele, ele me beijou o pescoço, lambeu meu pescoço enquanto apalpava meus peitos por trás, apertava minha bunda com força, uff.
Desceu com a boca por toda minha costa, isso me esquenta ainda mais, subia e descia me lambendo as costas, enchendo cada cantinho de saliva, com a mão dele brincava com meus fluidos e passava no meu cu, sabia o que queria e eu ia dar de boa.
Ele baixou minha tanga até a metade da coxa e começou a lamber minha bunda, uff, uff, os homens não fazem isso com frequência mas deviam fazer mais, é super excitante.
Ele abria minhas nádegas e enfiava a língua, lambia desde minha bucetinha até em cima, pegava os fluidos da minha bucetinha e colocava no meu cu, devagar, com calma, não era bruto, era paciente, enfiava aos poucos a ponta do dedo, ia buscar mais fluidos e de novo, ajudava com as lambidas e a saliva dele.
Eu tava no paraíso, gemia que nem uma puta, levantava minha bunda pra ele fazer melhor, ele já enfiava um dedo inteiro no meu cuzinho apertado, tirava e enfiava, lubrificava, lambia, uff.
Guiou a pica dele pra minha buceta e entrou muito fácil dessa vez, me pegou pela cintura e me comeu assim por trás, eu me inclinei e abri minha bunda, queria que ele me comesse por trás então facilitei as coisas, mostrava meu cu e facilitava pra ele continuar dedando lá.
Começou a me comer devagar, enfiava inteira e tirava inteira, depois a ponta da pica dele colocava no meu cu e fazia um pouco de pressão e voltava a meter pela frente.
Ficou assim por um tempo, eu me Abri as nádegas com as mãos e me movi pra trás, queria que ele me enfiasse logo, ele entendeu na hora e foi colocando a cabeça devagar.
Ai, ai, ai, isso doía pra caralho por causa do tamanho do pau dele, ele ficou parado e eu sozinha comecei a me mexer, em círculos, devagar, enquanto ele dedava minha buceta pra puxar os fluidos pra cima.
Ele se apoiou na parede e me deixou me mover, sozinha me jogava pra trás, sentia aquele pedaço enorme de carne me partindo ao meio, ardia minha buceta, mas eu gostava da dor, ah, ah, ahhhh, ahhh, eu gemia.
Ele começou a dar umas palmadinhas na minha bunda, uff foi isso que me deu coragem e comecei a me mexer mais rápido enquanto ele batia mais.
Já tinha quase metade do pau dele dentro quando ele tomou o controle, me segurou pelas nádegas e me empurrou forte contra ele, eu gritei de dor, um grito misturado com tesão e dor, mas ele me deu uma palmada e disse: "É isso que você queria, não é, puta?"
Ele começou a falar um monte de putaria, "você é uma puta, adora pau, me fala que você gosta do meu pau, pede pau, puta..."
Eu respondia tudo que ele pedia com gemidos.
— Sim, pai, adoro seu pau, sou sua puta, me come onde você quiser, pai, me come, me dá mais, ai, ai, ai, eu gritava quando ele me dava palmadas.
Ele se movia rápido, metendo o pau até o fundo e tirando metade, adorava como ele fazia, colocou os dedos na minha boca e comecei a lamber eles de tanto tesão que tava, queria chupar um pau e os dedos grandes e grossos dele eram perfeitos pra minha fantasia.
Ele me comeu assim só mais um pouco quando começou a doer pra nós dois por falta de lubrificação, mas queríamos mais, então ele me puxou pelo cabelo e me levou assim enfiada pro chão, me colocou de joelhos e me abaixei o máximo que pude sem encostar o rosto no chão molhado, nessa posição minha bunda ficava mais pra fora e ele de um puxão só tirou tudo e cuspiu na minha buceta, a saliva ardeu um pouco e me queixei, mas na hora ele meteu na minha buceta.
— Ahh, que gostoso de novo, como deslizava fácil ao mesmo tempo. que me dava prazer, ele ficou me comendo assim um tempão, puxando minhas nádegas pros lados, sabia o que ia fazer.
De repente, numa enfiada, ele tira de dentro da minha buceta e mete no meu cu, ahhh, ahhh, que gostoso, dava duas metidas no meu rabo e voltava pra minha buceta.
Uff, isso é o máximo, ser comida pelos dois buraquinhos ao mesmo tempo, com a minha buceta toda molhada lubrificava o pau dele e depois enfiava no meu cu, ritmado, 4 ou 5 metidas na buceta, 2 no rabo.
Ele me comia rápido, enfiava até o fundo da minha buceta várias vezes, o pau dele comprido e grosso era uma delícia, tirava quase tudo e enfiava de novo no fundo da minha xereca, fazia isso várias vezes e depois tirava inteirinho pra meter no meu cu por um tempo, ufff, doía gostoso, abria meu cu ao máximo, me sentia cheia de pau, adorava como ele fazia, depois voltava a me comer pela buceta, tava me usando muito gostoso e eu me sentia suja, no chão de um banheiro, sendo comida por um desconhecido, sem camisinha, pelo cu e pela buceta, vermelha das nádegas e dos peitos de tanto tapa e pedindo mais pau, me sentia uma verdadeira puta de oficina mecânica.
Ele me dava tapas na bunda, literalmente me montava e me batia, puxava meu cabelo pra trás e me fazia lamber os dedos dele às vezes, quando acelerava me soltava e se mexia muito rápido, eu comecei a gozar pela quarta vez, pra ele era a segunda, acho, ah, ai, ai, eu gemia, tô gozando, tô gozando, falei pra ele.
Uf, ai, ai, ai, siiiiiim, puta, você é incrível...
Gemi bem alto e gozamos ao mesmo tempo, ele se esvaziou dentro do meu cu, minha buceta pulsava de tesão, da gozada tão gostosa que ele acabou de me dar e que eu ainda tava sentindo, escorria líquido, parecia que eu tava mijando um pouco.
Ele tirou o pau do meu cu e, ainda de pé, enfiou um pouco na minha buceta, por eu ainda estar tão sensível, esse simples ato fez minha gozada durar mais, ufff, gozei uns 2 minutos seguidos, jorrava líquido pra caralho, lambuzava as bolas dele todinhas com meus fluidos e o esperma dele, ficamos assim por um tempo. Movendo-nos suavemente.
Eu recolhia o sêmen que escorria pelo meu cu e ele me dava de beber com os dedos, eu chupava eles como uma puta gostosa.
Eu tava super cansada, super fodida, super aberta nos dois buracos, super puta.
Minha buceta tava super sensível, eu tremia do orgasmo que ainda não tinha passado.
Do jeito que eu tava, ele me carregou fácil e sentou no vaso, eu por cima dele, me recostei no peito dele, me mexendo devagar, sentindo aquela piroca gostosa pulsando.
Ele lambia meu pescoço, massageava meus peitos, aff.
— Você é incrível, de verdade incrível, quero te foder todo dia — ele dizia.
Ficamos um tempão assim, quase dormi encostada nele, o pau dele perdeu força e saiu da minha buceta, aí um grito lá fora nos acordou.
Rodrigo, Rodrigo — isso nos assustou e levantamos, eu subi a calcinha fio-dental, tava um nojo, cheia de sêmen dele e dos meus fluidos.
Ele levantou rápido, vestiu a cueca, a calça, a camiseta e saiu: — O que foi? — falou sem fechar a porta.
O rapaz da limpeza tava do outro lado do balcão, na frente do banheiro, então me viu de calcinha fio-dental e com os peitos de fora.
— Já, já foi — ele gaguejou e levantou uma sacola onde provavelmente tinha a calça.
Eu me cobri com uma mão, mas sorri pra ele, sempre tive tesão em novinhos, imagino como eles se acabam na punheta pensando em mim, e quando tive chance de deixar um deles me comer, o pau deles fica bem gostoso, embora geralmente gozem rápido.
Rodrigo virou pra me olhar e viu minha cara de safada e que eu não me cobria direito, então entendeu que não me importava nem um pouco se ele me exibisse, embora ele não soubesse que eu não queria mais ser penetrada — tava tudo ardendo!
Ele sorriu e falou pro guri: — Me ajuda? Preciso que seque o banheiro pra minha amiga poder trocar de roupa à vontade.
Eu só ri e comecei a catar minhas coisas, vesti o sutiã bem na hora que o rapaz entrou.
Ele pegou um esfregão e ia... fazer o que mandaram quando eu o parei e disse que não precisava, só me ajuda, falei.
Me alcança minha bolsa, sempre trago calcinhas extras porque gosto de dar de presente. Peguei uma preta e estendi: "Combina comigo?", perguntei.
Ele só balançava a cabeça que sim e eu via um volume no shorts dele. "Ok", falei, coloquei a mão no ombro dele pra não perder o equilíbrio e comecei a tirar a tanga rosa com cuidado, enquanto segurava a tanga preta com a boca.
Ele ficou chocado, me olhando com tesão, as mãos queriam me tocar mas não ousavam. Fiz que perdia o equilíbrio e ele teve que me segurar com uma mão na cintura nua. Me encostei nele e senti o pau dele na minha perna.
"Obrigada", falei, minha tanga ainda estava nas minhas coxas, minha bucetinha completamente depilada aparecia deliciosa e ele tentava olhar. Olhei nos olhos dele e ele disse: "Desculpa". "Desculpa?" Haha, me deu risada e tive a ideia de dar o melhor momento do dia pra esse menino.
Ouvi um "bom dia". "Fecha a porta que podem me ver", falei. Ele fechou pela metade enquanto Rodrigo via a cena de fora, fumando um cigarro, e quando percebeu que estávamos fechando, balançou a cabeça de um lado pro outro e murmurou com os lábios: "slut".
Ele me segurava pela cintura e o pau dele roçava na minha perna, só o shorts nos separava. A respiração dele estava pesada, eu sentia um tesão, a respiração dele aumentava cada vez mais. Ele não sabia o que fazer, então decidi ajudar.
"Quer ver meus peitos de novo?", falei. Ele não acreditava e balançou a cabeça que sim. Desabotoei o sutiã e puxei ele pra lamber. No começo ele fez uma cara estranha, tipo "não", deviam estar com gosto de porra do chefe, mas depois começou a lamber com muita delicadeza. Diferente do Rodrigo, ele lambia com carinho, devagar, só com a língua.
Eu comecei a ficar molhada de novo e peguei no pau dele por cima da calça. Abri o shorts e meti a mão. Assim que agarrei o pau dele, ele jorrou um monte de porra, gozou só de eu tocar! Ele me lambuzou a mão inteira, era muito sêmen, ufa, eu nunca consegui resistir a sêmen, puxei a calça dele pra baixo, me ajoelhei e lambi a cueca dele pra provar o sêmen, depois lambi o pau dele, comprido comprido mas fino, limpei com muito cuidado, ele nem conseguia falar.
Ela chupava gostoso, até o fundo, acariciei os ovos dele e enchi a boca de sêmen, isso é que é bom dos jovens, pensei comigo, nunca param de jorrar sêmen, comi até a última gota e pra minha surpresa ele ainda tava duro.
Juventude abençoada, né? Ele acariciava meus peitos por cima, me levantei e deixei ele provar o próprio sêmen na minha boca, ele me beijou como se eu fosse a namorada dele, com carinho, gostoso, devagar.
O pau dele continuava bem duro, eu já não aguentava mais meter nada na minha buceta, mas fazer o quê, ele tá no dele, pensei, puxei o pau dele assim mesmo, de pé, e comecei a enfiar na minha vagina, só a cabeça entrou, me apoiei com as mãos na pia e abri as pernas, ele agarrou minhas nádegas e deu três estocadas, enfiou o pau todo e senti ele "bufando", tava gozando de novo dentro de mim, que garoto precoce!
Eu só tava começando a sentir gostoso e ele já tinha me inundado de porra, não quis mais continuar, já que tava cansada e com certeza já tinham passado duas horas e eu tinha que seguir com meus trâmites, me separei dele, tirei a calcinha fio-dental e limpei os restos de sêmen com ela.
Vesti minha calcinha limpa, peguei a calça, coloquei meu sutiã e blusa, arrumei um pouco o cabelo, me maquiei, me pintei, enfim, todas as coisas que uma mulher tem que fazer depois de uma foda daquele tamanho, e não tô falando do garoto, não, tô falando do "grande" haha.
Peguei a calcinha e dei pra ele, "pras suas próximas punhetas", enquanto dava um beijo de língua na boca dele.
Peguei minha bolsa e saí como se nada tivesse acontecido, Rodrigo tava atendendo um senhor, eu passei rebolando, o cliente dele me olhou sem vergonha, cheguei no Rodrigo e dei um beijinho nele, dizendo, adorei tanto que vou vir te visitar.
Ele sorriu. e me pediu meu número, como eu me chamava, etc. Eu só sorri e falei que nada disso você vai ter, mas prometo voltar e te dar todo o resto.
Saí de lá caminhando até a esquina, rebolando feito uma puta, e quando virei, olhei pra trás e os três caras estavam lá: Rodrigo, o novinho e o cliente, todos debruçados me olhando.
Uffa, que história, real, mesmo que não acreditem, 100% real. Já visitei o Rodrigo mais duas vezes desde aquele dia e continuo encantada com ele.
Beijinhos pra todos e espero que tenham curtido meu relato.
1 comentários - Fui pego numa oficina