Eu tinha 28 anos quando uma vizinha nova chegou na casa onde eu morava. Ela se chamava Carmen, devia ter uns trinta anos, não era bonita de rosto, mas tinha um corpo bem gostoso. Era verão e ela usava roupas bem provocantes: minissaia, decote, morenaça, adorava tomar sol. Ver ela me deixava de pau duro.
Toda vez que eu cruzava com ela, meus olhos iam direto pro corpo dela, e eu não conseguia evitar que meu pau começasse a endurecer dentro da calça. Nos primeiros dias, eu ficava meio sem graça com medo dela me ver empolgado, mas depois comecei a desejar que ela visse. Ia adorar um sinal pra poder pular em cima dela e fazer tudo que passava pela minha cabeça à noite, quando eu ficava batendo uma punheta sem parar na cama.
Um dia, a gente se encontrou no elevador. Ela tava com um vestido fino de praia, branco, bem decotado, que deixava tudo transparente. Dava pra ver a calcinha fio dental e que ela não tava usando sutiã. Não consegui evitar que meus olhos fossem pro decote dela. Lá estavam os peitos dela, bem morenos, redondos, parecendo que diziam "me come". Meus olhos iam atrás deles, vi um dos mamilos, marrom escuro, pontudo. Meu pau parecia que ia rasgar a calça. Aà levantei o olhar pro rosto dela, ela tava me olhando com um sorrisinho, e eu respondi sem jeito.
Quando o elevador parou, a gente saiu. Morávamos um de frente pro outro. Sem me dar tempo de enfiar a chave na porta, ela disse: "Vem, quero te mostrar uma coisa, Jon". O corpo dela me tinha hipnotizado, então eu segui ela até dentro do apartamento. Ela me pegou pela mão, e eu só reparava na bunda dela, então nem percebi que já tava no quarto dela até estar lá dentro. Ela puxou com força, me jogou na cama, sentou em cima de mim, se jogou no meu rosto e começou a me beijar como uma louca. A boca dela na minha, enfiando a lÃngua na minha boca. Depois do susto inicial, minhas mãos começaram a acariciar o corpo dela.
Meu pau já tava duro. Ela começou a me despir, puxou minha calça pra baixo. Consegui tirar o vestido dela. Na minha frente, estavam os peitos lindos dela, sem nenhuma marca de Sem maiô, sem biquÃni, tomando sol de topless. Agarrei os peitos dela com as minhas mãos e ela fez o mesmo, pegando na minha rola dura pra caralho.
- Seu moleque filho da puta, desde que você chegou me deixou com muito tesão, toda noite eu queria ter você.
- Sim, eu também quero ter você, você me enlouquece toda vez que te vejo.
- Eu sei, você acha que não percebi como me olha, como me deseja, seu olhar me despia, e agora já me tem nua, pode me ver o quanto quiser, pode me foder.
Ela era só minha, sorte que o marido dela era viajante e ficava a semana inteira fora de casa. Durante a semana toda eu ia poder foder ela. Virei ela, ficando por cima, apertando minha rola dura contra o corpo dela, apertando forte os peitos dela com as mãos, mordendo os bicos duros, igualzinho minha rola.
Me virei, colocando minha cabeça entre as pernas dela, e minhas pernas dos lados da cabeça dela. Ela pegou nas minhas bolas, guiando minha rola até a boca dela, começou a chupar, enquanto eu comia a buceta dela, enfiava meus dedos lá dentro, e lambia pra sentir todos os sabores. A puta começou a gemer, apertei minha rola contra a cara dela, ela tava na boca dela e entrei até minhas bolas encostarem nos lábios dela.
A puta tava quente, e eu mais ainda. Me virei, cara a cara, peguei na minha rola pra meter melhor. De uma só vez, meti inteira, até o talo. Agarrei os peitos dela, chupei a boca dela, e me mexia sem parar pra meter bem fundo. Tava alucinado, não parei até gozar dentro dela, enchendo a buceta dela com meu leite quentinho.
Acho que de agora em diante, vou poder foder ela com mais frequência.
Toda vez que eu cruzava com ela, meus olhos iam direto pro corpo dela, e eu não conseguia evitar que meu pau começasse a endurecer dentro da calça. Nos primeiros dias, eu ficava meio sem graça com medo dela me ver empolgado, mas depois comecei a desejar que ela visse. Ia adorar um sinal pra poder pular em cima dela e fazer tudo que passava pela minha cabeça à noite, quando eu ficava batendo uma punheta sem parar na cama.
Um dia, a gente se encontrou no elevador. Ela tava com um vestido fino de praia, branco, bem decotado, que deixava tudo transparente. Dava pra ver a calcinha fio dental e que ela não tava usando sutiã. Não consegui evitar que meus olhos fossem pro decote dela. Lá estavam os peitos dela, bem morenos, redondos, parecendo que diziam "me come". Meus olhos iam atrás deles, vi um dos mamilos, marrom escuro, pontudo. Meu pau parecia que ia rasgar a calça. Aà levantei o olhar pro rosto dela, ela tava me olhando com um sorrisinho, e eu respondi sem jeito.
Quando o elevador parou, a gente saiu. Morávamos um de frente pro outro. Sem me dar tempo de enfiar a chave na porta, ela disse: "Vem, quero te mostrar uma coisa, Jon". O corpo dela me tinha hipnotizado, então eu segui ela até dentro do apartamento. Ela me pegou pela mão, e eu só reparava na bunda dela, então nem percebi que já tava no quarto dela até estar lá dentro. Ela puxou com força, me jogou na cama, sentou em cima de mim, se jogou no meu rosto e começou a me beijar como uma louca. A boca dela na minha, enfiando a lÃngua na minha boca. Depois do susto inicial, minhas mãos começaram a acariciar o corpo dela.
Meu pau já tava duro. Ela começou a me despir, puxou minha calça pra baixo. Consegui tirar o vestido dela. Na minha frente, estavam os peitos lindos dela, sem nenhuma marca de Sem maiô, sem biquÃni, tomando sol de topless. Agarrei os peitos dela com as minhas mãos e ela fez o mesmo, pegando na minha rola dura pra caralho.
- Seu moleque filho da puta, desde que você chegou me deixou com muito tesão, toda noite eu queria ter você.
- Sim, eu também quero ter você, você me enlouquece toda vez que te vejo.
- Eu sei, você acha que não percebi como me olha, como me deseja, seu olhar me despia, e agora já me tem nua, pode me ver o quanto quiser, pode me foder.
Ela era só minha, sorte que o marido dela era viajante e ficava a semana inteira fora de casa. Durante a semana toda eu ia poder foder ela. Virei ela, ficando por cima, apertando minha rola dura contra o corpo dela, apertando forte os peitos dela com as mãos, mordendo os bicos duros, igualzinho minha rola.
Me virei, colocando minha cabeça entre as pernas dela, e minhas pernas dos lados da cabeça dela. Ela pegou nas minhas bolas, guiando minha rola até a boca dela, começou a chupar, enquanto eu comia a buceta dela, enfiava meus dedos lá dentro, e lambia pra sentir todos os sabores. A puta começou a gemer, apertei minha rola contra a cara dela, ela tava na boca dela e entrei até minhas bolas encostarem nos lábios dela.
A puta tava quente, e eu mais ainda. Me virei, cara a cara, peguei na minha rola pra meter melhor. De uma só vez, meti inteira, até o talo. Agarrei os peitos dela, chupei a boca dela, e me mexia sem parar pra meter bem fundo. Tava alucinado, não parei até gozar dentro dela, enchendo a buceta dela com meu leite quentinho.
Acho que de agora em diante, vou poder foder ela com mais frequência.
0 comentários - Minha vizinha gostosa