Recém-casadinha, quarta parte
Subiram pro quarto dela, ele atrás dela até a varanda, onde tinha uma mesinha de centro e um sofá de dois lugares grande, dava pra deitar. Ela sentou e serviu duas taças de champanhe.
— Toma, tano. Agora sim, chupa a teta da mamãe.
Ela com uma mão levantou um dos seios, oferecendo pra ele com o mamilo já duro. Ele jogou um pouco da taça dele no mamilo e começou a lamber. Ela acariciava a cabeça dele enquanto ele fazia isso.
— Siimm, assim, papai. Passa bem essa linguinha que você tem, love.
Ela com a mão pegou no pau dele, já duro.
— Que duro que você tá, tano.
— E não é pra menos. Ver você comendo a boquinha da girl me deixou a mil, love.
— Gostou que eu dei uma chupadinha na nossa nora, love?
— Não se faz de inocente. Se fez isso de propósito, você é uma puta divina.
— Foi você que me fez assim, tano. E me diz, ainda tá com vontade de foder depois do que aconteceu hoje?
— Não sei do que você tá falando, love.
— Agora quem se faz de inocente é você. Vai negar que de manhã você comeu ela, seu turrão?
— Tá bom, você tem razão. Não tem segredo entre nós dois. Mas você também tava se esfregando na piscina com meu filho, né?
— Tava olhando, não tava?
— Sim, girl. Como ele levantava sua bundinha enquanto te acariciava.
— Tá com ciúme?
— Vamos, love. Já vivemos tanta coisa, isso não é nem o mais louco que a gente já fez.
— Pra sua tranquilidade, ele é bem meigo. Não vou negar que dava uma agoniazinha, sabe? Mas igual a você não tem, tano.
— Comeria o cara?
— Sabe que eu faço o que você quiser. Se você quiser, me fala. Ele e ela também.
Ela já tava tirando o pau do slip dele e começou a chupar.
— Isso, love. Chupa bem meu pau do jeito que você sabe. Mas deixa eu chupar sua bundinha, céu.
— Claro, papai. Sabe que é só sua, love. Nunca entreguei minha bundinha pra ninguém mais desde que você fez isso comigo. Nem pro meu maridinho eu dei, e você sabe bem.
— Assim que eu gosto, love. Que você seja fiel ao papai. Esse é o nosso cantinho compartilhado, sim, love.
— Sim, só o seu pau que entrou. e entrou lá
ele a fez deitar de bruços e subiu em cima dela, apoiando o pau na entrada do cu dela,
ela sentiu ele forçando
—s. papi, que malvado você é, faz logo, mete tudo do jeito que você sabe
ele deu um tapinha na bunda dela
—d. vai, mexe pra trás, vagabunda gostosa
ela obedeceu e começou a rebolá-lo em círculos pra entrar o pau dele
—s. tano, como eu sinto você, como você me abre, safado, me diz, tenho uma bunda melhor que a da garota, não?
—d. olha, a garota tem uma bunda gostosa, mas a sua é única, amor, sim, assim, aperta ela dentro, vai, aperta e solta, vagabunda
—s. siiiiiim, assim, tano, fura minha bunda, filho da puta, enche ela de porra, vai, me dá tudo, amor
—d. lá vaiiiiiii, aí está toda a minha porra, vagabunda, engole tudo, amorrrrrr
ela sentiu os espasmos dele e o pau dele pulsando dentro do cu dela
—s. siiiiiiiim, papi, como eu sinto você, amor, adoro, me dá mais, me dá tudo, amor
enquanto isso acontecia na varanda, nas espreguiçadeiras perto da piscina, gaby e pauli tinham ficado sozinhos, e quando o tano foi atrás da solange, ela estava com os peitos de fora e ele olhando pra ela
—p. vai, bebê, me serve mais
—g. sim, claro, desculpa, amor
—p. parece que você ficou bobão por ela
—g. não, amor, você é minha rainha, paulita
—p. então me mostra, beija minha teta do jeito que seu pai beijava a sua mãe
—g. sim, claro
ele se levantou e, virando-se, colocou a boca no peito direito dela
—p. não, assim não, joga champanhe em mim como ele fez, vai, aprende com seu pai
ele se levantou e, ajoelhando-se ao lado dela, jogou um pouco da taça nela e começou a passar a língua
—p. você está melhorando, pivete
—g. você gosta, meu amor?
—p. um pouco mais, agora na barriga, joga e lambe
—g. sim, sim, do jeito que você gosta
ele jogou, já com a garrafa, na barriga dela e lambeu o líquido antes que caísse
—p. sabe, adoro quando você passa a língua no meu corpo todo, bebê, e olha como seu pintinho fica, bebê
agora ela estava sentada na espreguiçadeira e tinha pegado a garrafa, e ele estava de joelhos entre as pernas dela De cima, jorrava mais na barriguinha dela e o líquido escorria entre as pernas dela. Ele ficou olhando pra ela.
P—Dá-lhe, cachorrinho, que tá esperando? Lambe aí.
G—Mmmmmm, love.
Ele começou a passar a língua pela virilha dela e por cima da tanguinha do biquíni.
P—Mm, sim, bebê, que línguinha linda você tem. Pressiona ela contra minha pussy, bebê.
G—Você é divina, love, como eu amo sua pussy de deusa, love.
P—Se você ama tanto, tira a tanguinha pra eu sentir mais.
G—Sim, claro.
Ele pegou a alça e deslizou pelas pernas dela. Ela ficou totalmente nua e ele de cueca. O líquido já escorria pela abertura da pussy, e ele passava a língua fazendo uma cachoeira de champanhe.
P—Mm, sim, bebê, foca no meu botãozinho, como eu te ensinei. Se continuar assim, vai me fazer gozar, céu.
G—Siiiiiii, Pauli, me dá toda sua cum, love.
P—Mm, bebê, me deu vontade de fazer xixi. Vamos ter que parar, bebê.
G—Tá bom, vai no banheiro e depois a gente continua, love.
P—Não tô com vontade de me mexer, bebê. Se eu fizer aqui, quem vai perceber?
G—Você vai mijar na minha frente, love?
P—Nunca viu uma cutie mijar, bebê?
G—Não, Pauli.
P—Mmmmmm, que doce você é, Gaby. Você me deixa louca, sabia? Põe sua mãozinha aí pra ver, love.
G—Na sua pussy, céu.
P—Claro, onde mais seria, bebê? Sente como vai sair agora. Chega seu rostinho pra perto, assim você vê bem de pertinho, quer?
G—Mostra, love.
P—Melhor põe seu rostinho colado pra sentir bem. Faz isso, vai, que tá saindo.
Ela segurava a cabeça dele com as duas mãos, e ele ajoelhado.
P—Aí vem, love, sente.
E o jatinho amarelinho começou a sair, primeiro devagar e depois mais rápido. O primeiro jato acertou o pescoço da Gaby, e ela abaixou ele mais pra acertar na boquinha dela.
P—Abre, céu, e engole meu xixi, love.
G—Sim, sim, me dá tudo, Pauli.
P—Mmmmmmm, como eu gosto de mijar, bebê. Você gosta, love?
G—Um pouco, mas se você gosta, faz.
P—Que lindo você é, love. Te amo, sabia?
G—E eu amo você, love.
P—Vem, me dá um chupãozinho assim, pra ver, bebê.
G—Sim, sim, Pauli.
Ela enfiou a língua na boca dele e, ao tirar, disse:
P—Me dá um pouquinho de... Champagne que é mais gostosa, bebê.
Subiram pro quarto dela, ele atrás dela até a varanda, onde tinha uma mesinha de centro e um sofá de dois lugares grande, dava pra deitar. Ela sentou e serviu duas taças de champanhe.
— Toma, tano. Agora sim, chupa a teta da mamãe.
Ela com uma mão levantou um dos seios, oferecendo pra ele com o mamilo já duro. Ele jogou um pouco da taça dele no mamilo e começou a lamber. Ela acariciava a cabeça dele enquanto ele fazia isso.
— Siimm, assim, papai. Passa bem essa linguinha que você tem, love.
Ela com a mão pegou no pau dele, já duro.
— Que duro que você tá, tano.
— E não é pra menos. Ver você comendo a boquinha da girl me deixou a mil, love.
— Gostou que eu dei uma chupadinha na nossa nora, love?
— Não se faz de inocente. Se fez isso de propósito, você é uma puta divina.
— Foi você que me fez assim, tano. E me diz, ainda tá com vontade de foder depois do que aconteceu hoje?
— Não sei do que você tá falando, love.
— Agora quem se faz de inocente é você. Vai negar que de manhã você comeu ela, seu turrão?
— Tá bom, você tem razão. Não tem segredo entre nós dois. Mas você também tava se esfregando na piscina com meu filho, né?
— Tava olhando, não tava?
— Sim, girl. Como ele levantava sua bundinha enquanto te acariciava.
— Tá com ciúme?
— Vamos, love. Já vivemos tanta coisa, isso não é nem o mais louco que a gente já fez.
— Pra sua tranquilidade, ele é bem meigo. Não vou negar que dava uma agoniazinha, sabe? Mas igual a você não tem, tano.
— Comeria o cara?
— Sabe que eu faço o que você quiser. Se você quiser, me fala. Ele e ela também.
Ela já tava tirando o pau do slip dele e começou a chupar.
— Isso, love. Chupa bem meu pau do jeito que você sabe. Mas deixa eu chupar sua bundinha, céu.
— Claro, papai. Sabe que é só sua, love. Nunca entreguei minha bundinha pra ninguém mais desde que você fez isso comigo. Nem pro meu maridinho eu dei, e você sabe bem.
— Assim que eu gosto, love. Que você seja fiel ao papai. Esse é o nosso cantinho compartilhado, sim, love.
— Sim, só o seu pau que entrou. e entrou lá
ele a fez deitar de bruços e subiu em cima dela, apoiando o pau na entrada do cu dela,
ela sentiu ele forçando
—s. papi, que malvado você é, faz logo, mete tudo do jeito que você sabe
ele deu um tapinha na bunda dela
—d. vai, mexe pra trás, vagabunda gostosa
ela obedeceu e começou a rebolá-lo em círculos pra entrar o pau dele
—s. tano, como eu sinto você, como você me abre, safado, me diz, tenho uma bunda melhor que a da garota, não?
—d. olha, a garota tem uma bunda gostosa, mas a sua é única, amor, sim, assim, aperta ela dentro, vai, aperta e solta, vagabunda
—s. siiiiiim, assim, tano, fura minha bunda, filho da puta, enche ela de porra, vai, me dá tudo, amor
—d. lá vaiiiiiii, aí está toda a minha porra, vagabunda, engole tudo, amorrrrrr
ela sentiu os espasmos dele e o pau dele pulsando dentro do cu dela
—s. siiiiiiiim, papi, como eu sinto você, amor, adoro, me dá mais, me dá tudo, amor
enquanto isso acontecia na varanda, nas espreguiçadeiras perto da piscina, gaby e pauli tinham ficado sozinhos, e quando o tano foi atrás da solange, ela estava com os peitos de fora e ele olhando pra ela
—p. vai, bebê, me serve mais
—g. sim, claro, desculpa, amor
—p. parece que você ficou bobão por ela
—g. não, amor, você é minha rainha, paulita
—p. então me mostra, beija minha teta do jeito que seu pai beijava a sua mãe
—g. sim, claro
ele se levantou e, virando-se, colocou a boca no peito direito dela
—p. não, assim não, joga champanhe em mim como ele fez, vai, aprende com seu pai
ele se levantou e, ajoelhando-se ao lado dela, jogou um pouco da taça nela e começou a passar a língua
—p. você está melhorando, pivete
—g. você gosta, meu amor?
—p. um pouco mais, agora na barriga, joga e lambe
—g. sim, sim, do jeito que você gosta
ele jogou, já com a garrafa, na barriga dela e lambeu o líquido antes que caísse
—p. sabe, adoro quando você passa a língua no meu corpo todo, bebê, e olha como seu pintinho fica, bebê
agora ela estava sentada na espreguiçadeira e tinha pegado a garrafa, e ele estava de joelhos entre as pernas dela De cima, jorrava mais na barriguinha dela e o líquido escorria entre as pernas dela. Ele ficou olhando pra ela.
P—Dá-lhe, cachorrinho, que tá esperando? Lambe aí.
G—Mmmmmm, love.
Ele começou a passar a língua pela virilha dela e por cima da tanguinha do biquíni.
P—Mm, sim, bebê, que línguinha linda você tem. Pressiona ela contra minha pussy, bebê.
G—Você é divina, love, como eu amo sua pussy de deusa, love.
P—Se você ama tanto, tira a tanguinha pra eu sentir mais.
G—Sim, claro.
Ele pegou a alça e deslizou pelas pernas dela. Ela ficou totalmente nua e ele de cueca. O líquido já escorria pela abertura da pussy, e ele passava a língua fazendo uma cachoeira de champanhe.
P—Mm, sim, bebê, foca no meu botãozinho, como eu te ensinei. Se continuar assim, vai me fazer gozar, céu.
G—Siiiiiii, Pauli, me dá toda sua cum, love.
P—Mm, bebê, me deu vontade de fazer xixi. Vamos ter que parar, bebê.
G—Tá bom, vai no banheiro e depois a gente continua, love.
P—Não tô com vontade de me mexer, bebê. Se eu fizer aqui, quem vai perceber?
G—Você vai mijar na minha frente, love?
P—Nunca viu uma cutie mijar, bebê?
G—Não, Pauli.
P—Mmmmmm, que doce você é, Gaby. Você me deixa louca, sabia? Põe sua mãozinha aí pra ver, love.
G—Na sua pussy, céu.
P—Claro, onde mais seria, bebê? Sente como vai sair agora. Chega seu rostinho pra perto, assim você vê bem de pertinho, quer?
G—Mostra, love.
P—Melhor põe seu rostinho colado pra sentir bem. Faz isso, vai, que tá saindo.
Ela segurava a cabeça dele com as duas mãos, e ele ajoelhado.
P—Aí vem, love, sente.
E o jatinho amarelinho começou a sair, primeiro devagar e depois mais rápido. O primeiro jato acertou o pescoço da Gaby, e ela abaixou ele mais pra acertar na boquinha dela.
P—Abre, céu, e engole meu xixi, love.
G—Sim, sim, me dá tudo, Pauli.
P—Mmmmmmm, como eu gosto de mijar, bebê. Você gosta, love?
G—Um pouco, mas se você gosta, faz.
P—Que lindo você é, love. Te amo, sabia?
G—E eu amo você, love.
P—Vem, me dá um chupãozinho assim, pra ver, bebê.
G—Sim, sim, Pauli.
Ela enfiou a língua na boca dele e, ao tirar, disse:
P—Me dá um pouquinho de... Champagne que é mais gostosa, bebê.
14 comentários - Recém-casadinha parte 4