Hoje, depois de anos lendo Poringa e pensando se escrevia ou não, resolvi contar minhas experiências. Espero que vocês gostem e se aqueçam — vai ser novo pra mim. Me chamo Ariel, tenho 26 anos, e há alguns anos comecei a expandir meu espectro sexual e me divertir de verdade.
Infinitos agradecimentos à Marita Infiel, Gise Pet e Irina80 — me acabei na punheta com os relatos de vocês e me inspiraram a escrever.
Corria o ano de 2009, em Buenos Aires, entediado em casa num sábado à noite. Não queria estudar, não tinha rolado nada com meus amigos. Fazia uns meses que tinha começado a putear, de vez em quando uma massagista. Fui procurar, queria algo perto do Almagro, não queria viajar. Liguei pra várias, eram caras ou não podiam. Só me restava uma opção no Almagro: Mariela, travesti massagista de 28 anos.
Liguei pra ela, lembro que o preço era em conta, 100 pila acho, ficava a três quadras da minha casa, então fui na fé. Fui nervoso, mas tava afim de explorar.
Cheguei, ela me atendeu — não era uma daquelas travestis que a gente vê em site, que são um absurdo de gostosas hahaha, era um macho de peruca, bem maquiado. Sem peitos. Me aqueceu um pouco mesmo assim. Deitei na maca e começaram as massagens.
Ela passou bastante óleo e começou a me massagear, massagens boas, mas sempre muito sexuais, mexia muito na minha bunda. Ia girando ao meu redor, eu apalpava as pernas e a bunda dela. Me sentia muito estranho, um pouco de medo, dúvidas e prazer. Muito prazer.
Quando ela tava bem na minha frente, enfiei as mãos por baixo da saia dela e acariciei o volume — tava prestes a explodir. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas não hesitei nem um segundo: puxei a calcinha rosa que ela tava usando, tirei a rola pra fora e enfiei na boca automaticamente. Chupei com desespero. Era uma rola pequena, uns 12x4, mais ou menos, talvez menos. Chupei a rola dela naquela posição por uns 2-3 minutos, que pareceram anos. Até que ela me indicou pra segui-la e fomos pra um sofá. Ela sentou e ordenou: "vem, chupa". Me ajoelhei no chão e comecei a chupar. Lembrei Todas as gostosas que eu via nos vídeos da internet, eu me esforçava pra chupar rápido e até o fundo.
Depois de uns minutos, ela mandou parar e falou: "encosta na maca". E eu fui, de quatro, mostrando a raba. Ela quis me comer, mas não entrava nem por um milagre. Sentir a roça do pau dela na minha bunda me deixou mais doido do que nunca. Quando percebeu que eu era virgem de cu, ela se abaixou e chupou meu cu pra caralho, tanto que eu me masturbei um pouco e gozei igual um bicho... Quando terminei, ela sentenciou: "vem cá, gato, agora é minha vez, senta no sofá". Obedeci na risca. Sentei, e ela colocou o pau na minha boca. Chupei por uns minutos, até que ela tirou e começou a bater uma. Subiu uma perna no sofá, e minha boca ficou nas bolas dela. Chupei, estavam duras. Ela acelerou a punheta, e antes que eu percebesse, se afastou e encheu minha cara de porra. Escorria gozo da Mariela pelo meu rosto todo.
De repente, me senti muito desconfortável, me vesti, paguei e fui embora quase sem me limpar. Em casa, ainda sentindo resto de gozo na cara, me masturbei sem parar a noite toda.
Assim começou tudo...
Infinitos agradecimentos à Marita Infiel, Gise Pet e Irina80 — me acabei na punheta com os relatos de vocês e me inspiraram a escrever.
Corria o ano de 2009, em Buenos Aires, entediado em casa num sábado à noite. Não queria estudar, não tinha rolado nada com meus amigos. Fazia uns meses que tinha começado a putear, de vez em quando uma massagista. Fui procurar, queria algo perto do Almagro, não queria viajar. Liguei pra várias, eram caras ou não podiam. Só me restava uma opção no Almagro: Mariela, travesti massagista de 28 anos.
Liguei pra ela, lembro que o preço era em conta, 100 pila acho, ficava a três quadras da minha casa, então fui na fé. Fui nervoso, mas tava afim de explorar.
Cheguei, ela me atendeu — não era uma daquelas travestis que a gente vê em site, que são um absurdo de gostosas hahaha, era um macho de peruca, bem maquiado. Sem peitos. Me aqueceu um pouco mesmo assim. Deitei na maca e começaram as massagens.
Ela passou bastante óleo e começou a me massagear, massagens boas, mas sempre muito sexuais, mexia muito na minha bunda. Ia girando ao meu redor, eu apalpava as pernas e a bunda dela. Me sentia muito estranho, um pouco de medo, dúvidas e prazer. Muito prazer.
Quando ela tava bem na minha frente, enfiei as mãos por baixo da saia dela e acariciei o volume — tava prestes a explodir. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas não hesitei nem um segundo: puxei a calcinha rosa que ela tava usando, tirei a rola pra fora e enfiei na boca automaticamente. Chupei com desespero. Era uma rola pequena, uns 12x4, mais ou menos, talvez menos. Chupei a rola dela naquela posição por uns 2-3 minutos, que pareceram anos. Até que ela me indicou pra segui-la e fomos pra um sofá. Ela sentou e ordenou: "vem, chupa". Me ajoelhei no chão e comecei a chupar. Lembrei Todas as gostosas que eu via nos vídeos da internet, eu me esforçava pra chupar rápido e até o fundo.
Depois de uns minutos, ela mandou parar e falou: "encosta na maca". E eu fui, de quatro, mostrando a raba. Ela quis me comer, mas não entrava nem por um milagre. Sentir a roça do pau dela na minha bunda me deixou mais doido do que nunca. Quando percebeu que eu era virgem de cu, ela se abaixou e chupou meu cu pra caralho, tanto que eu me masturbei um pouco e gozei igual um bicho... Quando terminei, ela sentenciou: "vem cá, gato, agora é minha vez, senta no sofá". Obedeci na risca. Sentei, e ela colocou o pau na minha boca. Chupei por uns minutos, até que ela tirou e começou a bater uma. Subiu uma perna no sofá, e minha boca ficou nas bolas dela. Chupei, estavam duras. Ela acelerou a punheta, e antes que eu percebesse, se afastou e encheu minha cara de porra. Escorria gozo da Mariela pelo meu rosto todo.
De repente, me senti muito desconfortável, me vesti, paguei e fui embora quase sem me limpar. Em casa, ainda sentindo resto de gozo na cara, me masturbei sem parar a noite toda.
Assim começou tudo...
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