Uma vontade intensa tomava conta do meu corpo toda vez que eu sentava na frente do computador, não era vontade de jogar videogame ou trabalhar, era vontade de sexo, entrar em chat online pra ver se encontrava um gay que dissesse: "Vem, vamos foder, você, eu e minha amiga, um menage e ninguém fica sabendo..." Mas nunca acontece, ou uma mulher que dissesse: "Adoro pintinhos virgens como você, vem e me fode" Mas também não! Um dia eu marquei com um cara, uns 25 anos, pra um boquete bem formal, eu chupava ele até gozar duas vezes e o cara deixava eu comer ele. Cheguei no parque (San Pio, pra quem conhece Bucaramanga) e sentei na frente da gorda do Botero e ele nunca apareceu. Naquele dia até levei umas calcinhas fio dental, caso o cara quisesse um strip ou algo assim; mas enfim, ele nunca veio. Subi no ônibus, só tinha o motorista e um velhinho. Sentei no banco de trás do velho. Tinha um trânsito do caralho e a gente parou na avenida principal, na 15. O velho virou pra mim e perguntou: "Moço, esse ônibus vai até onde?" Eu falei a rota... e pra continuar a conversa, disse: "Eu desço na última estação, se precisar de ajuda." E começamos a conversar. (Na conversa a seguir, vou chamar o velho de A e eu de 😎)
A- Muito obrigado, preciso mesmo chegar lá, mas não conheço bem.
B- Sem problemas.
A- Você é um moço muito gentil.
B- Hahaha, nem sempre, mas valeu.
A- Conheço jovens como você que são muito grossos.
B- Gosto de ajudar no que posso.
Não sei se essas palavras acenderam uma luz na cabeça do velho, mas a gente foi conversando o caminho todo, sobre ele e sobre mim. Ele sentou do meu lado e o ônibus começou a encher, a gente conversava quando o ônibus freou muito forte e ele segurou minha perna, acho que pra não cair. Quando o ônibus arrancou de novo, ele não soltou minha perna e continuou falando normal comigo. Eu respondia, mas tava nervoso. Chegando na última estação, eu levantei e ele levantou na hora e passou a mão na minha bunda bem disfarçado, mas eu senti. Até aperto elas. Ele disse: "Você tem boas pernas, muito fortes." Eu sorri e falei: "Deve ser a única coisa dura que tenho." Ele sorriu e respondeu: "Na sua idade, tudo é duro, duríssimo." Tentei desviar o assunto, embora ele tivesse razão — com qualquer coisa eu fico duro —, mas perguntei: "Pra onde o senhor precisa ir?" "Pro parque", ele disse. Expliquei como chegar, mas ele pediu pra eu acompanhá-lo. Chegamos nuns apartamentos, eu não conhecia por dentro e comentei isso de passagem. Ele me convidou pra conhecer por dentro, eu não tinha nada melhor pra fazer e aceitei. Ele falou: "Aqui é muito vazio, ninguém usa as escadas e raramente se vê alguém saindo ou entrando. Eu moro no último andar e sou o único que fica de olho em tudo aqui. Nem a câmera do elevador funciona." Eu disse: "O senhor decide: elevador ou escadas?" Ele respondeu: "Sou velho, mas aguento uns trotes." Eu sorri pensando em outra coisa, e ele sorriu e falou: "Isso também aguento, mas ninguém quer." Entramos no elevador e ele disse que demorava quase 30 segundos pra subir até o último andar. Eu brinquei: "Dá pra começar algo aqui dentro e terminar lá fora." Ficamos em silêncio e apertei o botão do último andar. Ele se abaixou tentando pegar uma moeda e eu rapidamente falei: "Eu pego, não se incomode." Me ajoelhei, como quem vai no banheiro fazer o número 2, e tentei pegar a moeda, mas ela estava numa fresta e continuei ajoelhado tentando tirar. Quando me levantei, ele estava meio agitado, mas não dei muita importância. Chegamos no apartamento, ele abriu a porta e uau, era tipo uma suíte presidencial, ampla, dava pra ver toda Piedecuesta pela janela, mas ninguém via até lá em cima, era como se ele pudesse ver tudo e ninguém visse ele. Me debrucei e vi as pessoas como formiguinhas. Sorri e falei: "Você pode ficar pelado e ninguém te vê." Ele me trouxe um copo d'água e derramou na minha calça. Disse: "Desculpa, pode tirar e colocar na secadora." Eu não queria tirar, lembrei que só estava de tanguinha e falei: "Sem problema, Deixa assim" Ele insistiu, até que eu disse: "Tá bom, me fala onde fica a secadora que eu vou lá e tiro." Ele me guiou até o lugar e foi embora. Eu tirei a calça rapidinho e fiquei só com a camisa, a calcinha fio-dental preta e meu pau virgem todo encolhido de frio. Abri a secadora e coloquei a calça, tava nervoso, e uma moeda caiu debaixo da máquina. Me abaixei pra pegar, enfiei a mão tateando, e sem perceber já tava de joelhos, de quatro, com a fio-dental bem enfiada roçando na minha bunda e aquela brisa passando nas minhas nádegas. Quando me levantei, senti a calcinha entrando no meu cu e puxei rápido, mas o velho viu tudo, me viu de fio-dental, seminu, de quatro, eu tava morrendo de vergonha. Ele me olhou, se tocando no volume, e falou: "Tá bem gostosa, meu filho, chupa aqui." Na hora recusei. Mas ele disse: "Ou você chupa bem gostoso até eu gozar, ou eu posto essas fotos tuas de fio-dental." Eu não queria nem quero escândalo público, então fiz. Depois que começou a ficar duro, comecei a gostar, até mandava bem, me mexia igual as putas dos vídeos pornô, de fio-dental, de joelhos, chupando aquele pau de velho, com saliva e líquido pré-gozando escorrendo pela minha boca. Só chupava a ponta, quando ele pegou a nuca da minha cabeça com as duas mãos e me empurrou pro pau dele, enfiou até as bolas, quase engoli elas. Ele disse com voz trêmula: "Chupa bem, já tô quase gozando." Ganhei confiança e comecei a chupar tudo, e passava o dedo no buraco do cu dele... Ouvi um gemido, um "não aguento mais", e depois disso minha boca tava cheia de porra, completamente cheia, quase 5 segundos cuspindo leite dentro da minha boca. Engoli, escorria esperma pela boca, mas tinha engolido a maior parte. Continuei chupando, um dia li num gibi xxx "tem que limpar depois da gozada" e fiz, chupei até ele ficar mole. Ele me agradeceu e sentou lá, pelado. Eu tava coberto de porra dele e tinha gosto de pau e sêmen. na minha boca. Meu pau tava duríssimo, cheguei perto dele e falei: "chupa ele, vou gozar" ele fez, gozei dentro da boca dele. Ele engoliu. Saí de lá, já vestido, e fui pra casa. Quando cheguei em casa, me despi, tava com vontade de foder. Tentei dar em cima da minha vizinha, mas ela me deu um tapa, me masturbei no meu quarto vendo mulheres milf e bucetas jovens, gozei, pensei em comer meu próprio leite, mas falei: não!!! não sou gay, o que acabou de rolar foi só pelo momento, se eu repetir não vou deixar comer meu cu." tomei banho, e me vesti de novo. Continuo vendo pornô de mulher, às vezes imagino aquele velho na minha casa pra mais uma mamada, continuo virgem, e com vontade de uma mulher ou um ménage pra perder minha virgindade total. 😉 Valeu.
A- Muito obrigado, preciso mesmo chegar lá, mas não conheço bem.
B- Sem problemas.
A- Você é um moço muito gentil.
B- Hahaha, nem sempre, mas valeu.
A- Conheço jovens como você que são muito grossos.
B- Gosto de ajudar no que posso.
Não sei se essas palavras acenderam uma luz na cabeça do velho, mas a gente foi conversando o caminho todo, sobre ele e sobre mim. Ele sentou do meu lado e o ônibus começou a encher, a gente conversava quando o ônibus freou muito forte e ele segurou minha perna, acho que pra não cair. Quando o ônibus arrancou de novo, ele não soltou minha perna e continuou falando normal comigo. Eu respondia, mas tava nervoso. Chegando na última estação, eu levantei e ele levantou na hora e passou a mão na minha bunda bem disfarçado, mas eu senti. Até aperto elas. Ele disse: "Você tem boas pernas, muito fortes." Eu sorri e falei: "Deve ser a única coisa dura que tenho." Ele sorriu e respondeu: "Na sua idade, tudo é duro, duríssimo." Tentei desviar o assunto, embora ele tivesse razão — com qualquer coisa eu fico duro —, mas perguntei: "Pra onde o senhor precisa ir?" "Pro parque", ele disse. Expliquei como chegar, mas ele pediu pra eu acompanhá-lo. Chegamos nuns apartamentos, eu não conhecia por dentro e comentei isso de passagem. Ele me convidou pra conhecer por dentro, eu não tinha nada melhor pra fazer e aceitei. Ele falou: "Aqui é muito vazio, ninguém usa as escadas e raramente se vê alguém saindo ou entrando. Eu moro no último andar e sou o único que fica de olho em tudo aqui. Nem a câmera do elevador funciona." Eu disse: "O senhor decide: elevador ou escadas?" Ele respondeu: "Sou velho, mas aguento uns trotes." Eu sorri pensando em outra coisa, e ele sorriu e falou: "Isso também aguento, mas ninguém quer." Entramos no elevador e ele disse que demorava quase 30 segundos pra subir até o último andar. Eu brinquei: "Dá pra começar algo aqui dentro e terminar lá fora." Ficamos em silêncio e apertei o botão do último andar. Ele se abaixou tentando pegar uma moeda e eu rapidamente falei: "Eu pego, não se incomode." Me ajoelhei, como quem vai no banheiro fazer o número 2, e tentei pegar a moeda, mas ela estava numa fresta e continuei ajoelhado tentando tirar. Quando me levantei, ele estava meio agitado, mas não dei muita importância. Chegamos no apartamento, ele abriu a porta e uau, era tipo uma suíte presidencial, ampla, dava pra ver toda Piedecuesta pela janela, mas ninguém via até lá em cima, era como se ele pudesse ver tudo e ninguém visse ele. Me debrucei e vi as pessoas como formiguinhas. Sorri e falei: "Você pode ficar pelado e ninguém te vê." Ele me trouxe um copo d'água e derramou na minha calça. Disse: "Desculpa, pode tirar e colocar na secadora." Eu não queria tirar, lembrei que só estava de tanguinha e falei: "Sem problema, Deixa assim" Ele insistiu, até que eu disse: "Tá bom, me fala onde fica a secadora que eu vou lá e tiro." Ele me guiou até o lugar e foi embora. Eu tirei a calça rapidinho e fiquei só com a camisa, a calcinha fio-dental preta e meu pau virgem todo encolhido de frio. Abri a secadora e coloquei a calça, tava nervoso, e uma moeda caiu debaixo da máquina. Me abaixei pra pegar, enfiei a mão tateando, e sem perceber já tava de joelhos, de quatro, com a fio-dental bem enfiada roçando na minha bunda e aquela brisa passando nas minhas nádegas. Quando me levantei, senti a calcinha entrando no meu cu e puxei rápido, mas o velho viu tudo, me viu de fio-dental, seminu, de quatro, eu tava morrendo de vergonha. Ele me olhou, se tocando no volume, e falou: "Tá bem gostosa, meu filho, chupa aqui." Na hora recusei. Mas ele disse: "Ou você chupa bem gostoso até eu gozar, ou eu posto essas fotos tuas de fio-dental." Eu não queria nem quero escândalo público, então fiz. Depois que começou a ficar duro, comecei a gostar, até mandava bem, me mexia igual as putas dos vídeos pornô, de fio-dental, de joelhos, chupando aquele pau de velho, com saliva e líquido pré-gozando escorrendo pela minha boca. Só chupava a ponta, quando ele pegou a nuca da minha cabeça com as duas mãos e me empurrou pro pau dele, enfiou até as bolas, quase engoli elas. Ele disse com voz trêmula: "Chupa bem, já tô quase gozando." Ganhei confiança e comecei a chupar tudo, e passava o dedo no buraco do cu dele... Ouvi um gemido, um "não aguento mais", e depois disso minha boca tava cheia de porra, completamente cheia, quase 5 segundos cuspindo leite dentro da minha boca. Engoli, escorria esperma pela boca, mas tinha engolido a maior parte. Continuei chupando, um dia li num gibi xxx "tem que limpar depois da gozada" e fiz, chupei até ele ficar mole. Ele me agradeceu e sentou lá, pelado. Eu tava coberto de porra dele e tinha gosto de pau e sêmen. na minha boca. Meu pau tava duríssimo, cheguei perto dele e falei: "chupa ele, vou gozar" ele fez, gozei dentro da boca dele. Ele engoliu. Saí de lá, já vestido, e fui pra casa. Quando cheguei em casa, me despi, tava com vontade de foder. Tentei dar em cima da minha vizinha, mas ela me deu um tapa, me masturbei no meu quarto vendo mulheres milf e bucetas jovens, gozei, pensei em comer meu próprio leite, mas falei: não!!! não sou gay, o que acabou de rolar foi só pelo momento, se eu repetir não vou deixar comer meu cu." tomei banho, e me vesti de novo. Continuo vendo pornô de mulher, às vezes imagino aquele velho na minha casa pra mais uma mamada, continuo virgem, e com vontade de uma mulher ou um ménage pra perder minha virgindade total. 😉 Valeu.
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