Dia 1:
Minha primeira trepada, claro que pra essa competição, foi com meu vizinho Claudio. Ele tem 25 anos, mora com os pais e uma irmã. Devo admitir que ele é bem gostoso. É muito mais alto que eu, cabelo curto e moreno. Tem um corpo atlético e bem bronzeado.
Experimentei o Claudio na terça, dois dias depois que eu e Tomás fizemos nossas apostas. Fique claro que há tempos eu queria algo com meu vizinho, mas nunca tive culhão suficiente pra chegar nele. No entanto, naquela terça, o Tomás tinha me ligado de manhã pra se gabar por ter conseguido foder com o pai dele e um tio distante que tava de visita. Fiquei desesperada ao perceber que ele tava dois passos na minha frente.
Quando o Tomás desligou o telefone, odiei ele por meia hora. Enquanto isso, pensava em algum candidato possível e fácil de seduzir. Com o contador contra mim, decidi procurar na agenda do celular. Desde um primo viciado até meu professor gordo de educação física. De A a Z, revisei por alguém.
Mas... nada, não encontrei nenhum macho de pau duro que pudesse me ajudar a equilibrar a balança. Fiquei triste, mas mesmo assim não me dei por vencida, essa competição eu ganharia. O idiota do Tomás não seria melhor que eu. Ele podia ter o cabelo loiro e tudo mais, mas eu tinha algo melhor. Vontade.
De tarde, ouvi gritos na casa ao lado. Como boa curiosa, me aproximei e vi o Claudio discutindo com a namorada no quintal dos fundos. Os dois se mandavam pra merda, se xingavam sem parar, acho que chegaram a acordar a velhinha que mora do outro lado.
Pra resumir, só vou dizer que a namorada foi embora furiosa. O Claudio entrou em casa ainda xingando e com uma cara de bunda terrível.
Não sei se foi a raiva de o Tomás estar ganhando de mim, ou se foi que vi a chance de chegar no meu vizinho seria mais fácil agora que ele tava brigado com a namorada. Só sei que fiquei excitada, peguei minha câmera e fui bater na porta da casa dele. Ele me atendeu, não disfarçava nada a cara de bunda.
Queria contar como Foi a longa introdução do que aconteceu depois, mas... NÃO.
O Cláudio me empurrou na cama dos pais dele e baixou a calça e a cueca de uma vez. Vi o pau dele mole descansando em cima das bolas e um monte de pelo. As pernas dele não eram tão grossas, mas eram bem firmes e peludas.
— Tô com pressa, puta, então isso vai ser rápido.
Ele se aproximou rápido e abriu o canivete que trazia, que eu nem tinha percebido. Pegou minha camiseta e cortou de um movimento só. Meu peito lisinho ficou exposto. Depois, com a mesma certeza e velocidade, cortou a calça de moletom que eu tava usando. Quando viu minha tanga turquesa e as tirinhas caindo, sorriu e falou:
— Você veio preparada. Pena que não tenho muito tempo, senão enfiava essa tanga inteira no teu cu.
— Bom, essa pode ser a primeira de muitas. — Respondi, passando a mão pra acariciar a ereção que tava nascendo. Meu vizinho dava tapas nas minhas coxas, até cuspiu em mim várias vezes.
Quando o pau dele ficou duro que nem um tronco, ele se arrastou até minha cara e deixou a centímetros de mim. Enfiei na boca na hora. Não era muito comprido, mas era bem grosso, o suficiente pra esticar o canto dos meus lábios. Comecei a chupar rápido, o Cláudio deixou bem claro que não tinha muito tempo e confirmou me puxando pelos cabelos enquanto enfiava até a garganta.
Os gemidos dele me deixavam muito excitada. Era um aaaahhh ahhhh constante, só interrompido pelos xingamentos e palavras sujas.
— Cê gosta, mamãe? Engole ele inteiro. Como cê adora pau, puta.
Ele tava por cima de mim, segurava minha cabeça e comia minha boca sem parar. Acompanhando a situação, levantei minhas mãos e comecei a acariciar a bunda dele. Era cheia de pelo, meus dedos se enroscavam fácil naquelas nádegas redondinhas. Tentei alcançar o buraco do cu dele. No começo foi difícil, mas encontrei como uma joia bem franzida e cheia de pelo.
O Cláudio continuava enfiando o pau na minha boca, as bolas dele balançando batiam no meu queixo, e os gemidos dele... Eles estavam cada vez mais intensos. Num momento achei que ia gozar ali, já tinha passado muito tempo e tinha certeza de que não aguentaria mais.
Com aquele terror, tentei me soltar, precisava que meu vizinho me arrombasse a buceta de qualquer jeito. Não podia dar mais vantagem pro Tomas e seus malditos e nojentos parentes. Fiz força pra tirar a pica da boca, mas o Claudio apertava mais minha cabeça e puxava meu cabelo até doer. "Não, filho da puta, hein?". Quando finalmente tirei as mãos do Claudio da minha cabeça, me joguei pra trás. Um jorro quente de porra acertou meu olho, outro entre o nariz e a boca, e o último no pescoço.
— Tinha que me foder!!! — Gritei pro meu vizinho enquanto ele dava os últimos espasmos e terminava de jogar o último resto de porra no meu peito.
Nada do que eu disse depois me ajudou a continuar com o que a gente tinha começado.
— Eu não sou viado. — Ele falou finalmente. Tirei a foto como prova antes que ele saísse de cima de mim e engoli a porra espalhada. Saí de casa quando o Claudio tava no banheiro, claro que pela porta dos fundos. Só pulei o muro baixinho.
Minha roupa tava toda rasgada e eles não tinham me comido. Mesmo assim, tava feliz por estar um passo mais perto do Tomas. Ele não ia perceber que foi só um boquete.
Mesmo assim, teria que me esforçar na próxima vez. Ele não era burro.
Minha primeira trepada, claro que pra essa competição, foi com meu vizinho Claudio. Ele tem 25 anos, mora com os pais e uma irmã. Devo admitir que ele é bem gostoso. É muito mais alto que eu, cabelo curto e moreno. Tem um corpo atlético e bem bronzeado.
Experimentei o Claudio na terça, dois dias depois que eu e Tomás fizemos nossas apostas. Fique claro que há tempos eu queria algo com meu vizinho, mas nunca tive culhão suficiente pra chegar nele. No entanto, naquela terça, o Tomás tinha me ligado de manhã pra se gabar por ter conseguido foder com o pai dele e um tio distante que tava de visita. Fiquei desesperada ao perceber que ele tava dois passos na minha frente.
Quando o Tomás desligou o telefone, odiei ele por meia hora. Enquanto isso, pensava em algum candidato possível e fácil de seduzir. Com o contador contra mim, decidi procurar na agenda do celular. Desde um primo viciado até meu professor gordo de educação física. De A a Z, revisei por alguém.
Mas... nada, não encontrei nenhum macho de pau duro que pudesse me ajudar a equilibrar a balança. Fiquei triste, mas mesmo assim não me dei por vencida, essa competição eu ganharia. O idiota do Tomás não seria melhor que eu. Ele podia ter o cabelo loiro e tudo mais, mas eu tinha algo melhor. Vontade.
De tarde, ouvi gritos na casa ao lado. Como boa curiosa, me aproximei e vi o Claudio discutindo com a namorada no quintal dos fundos. Os dois se mandavam pra merda, se xingavam sem parar, acho que chegaram a acordar a velhinha que mora do outro lado.
Pra resumir, só vou dizer que a namorada foi embora furiosa. O Claudio entrou em casa ainda xingando e com uma cara de bunda terrível.
Não sei se foi a raiva de o Tomás estar ganhando de mim, ou se foi que vi a chance de chegar no meu vizinho seria mais fácil agora que ele tava brigado com a namorada. Só sei que fiquei excitada, peguei minha câmera e fui bater na porta da casa dele. Ele me atendeu, não disfarçava nada a cara de bunda.
Queria contar como Foi a longa introdução do que aconteceu depois, mas... NÃO.
O Cláudio me empurrou na cama dos pais dele e baixou a calça e a cueca de uma vez. Vi o pau dele mole descansando em cima das bolas e um monte de pelo. As pernas dele não eram tão grossas, mas eram bem firmes e peludas.
— Tô com pressa, puta, então isso vai ser rápido.
Ele se aproximou rápido e abriu o canivete que trazia, que eu nem tinha percebido. Pegou minha camiseta e cortou de um movimento só. Meu peito lisinho ficou exposto. Depois, com a mesma certeza e velocidade, cortou a calça de moletom que eu tava usando. Quando viu minha tanga turquesa e as tirinhas caindo, sorriu e falou:
— Você veio preparada. Pena que não tenho muito tempo, senão enfiava essa tanga inteira no teu cu.
— Bom, essa pode ser a primeira de muitas. — Respondi, passando a mão pra acariciar a ereção que tava nascendo. Meu vizinho dava tapas nas minhas coxas, até cuspiu em mim várias vezes.
Quando o pau dele ficou duro que nem um tronco, ele se arrastou até minha cara e deixou a centímetros de mim. Enfiei na boca na hora. Não era muito comprido, mas era bem grosso, o suficiente pra esticar o canto dos meus lábios. Comecei a chupar rápido, o Cláudio deixou bem claro que não tinha muito tempo e confirmou me puxando pelos cabelos enquanto enfiava até a garganta.
Os gemidos dele me deixavam muito excitada. Era um aaaahhh ahhhh constante, só interrompido pelos xingamentos e palavras sujas.
— Cê gosta, mamãe? Engole ele inteiro. Como cê adora pau, puta.
Ele tava por cima de mim, segurava minha cabeça e comia minha boca sem parar. Acompanhando a situação, levantei minhas mãos e comecei a acariciar a bunda dele. Era cheia de pelo, meus dedos se enroscavam fácil naquelas nádegas redondinhas. Tentei alcançar o buraco do cu dele. No começo foi difícil, mas encontrei como uma joia bem franzida e cheia de pelo.
O Cláudio continuava enfiando o pau na minha boca, as bolas dele balançando batiam no meu queixo, e os gemidos dele... Eles estavam cada vez mais intensos. Num momento achei que ia gozar ali, já tinha passado muito tempo e tinha certeza de que não aguentaria mais.
Com aquele terror, tentei me soltar, precisava que meu vizinho me arrombasse a buceta de qualquer jeito. Não podia dar mais vantagem pro Tomas e seus malditos e nojentos parentes. Fiz força pra tirar a pica da boca, mas o Claudio apertava mais minha cabeça e puxava meu cabelo até doer. "Não, filho da puta, hein?". Quando finalmente tirei as mãos do Claudio da minha cabeça, me joguei pra trás. Um jorro quente de porra acertou meu olho, outro entre o nariz e a boca, e o último no pescoço.
— Tinha que me foder!!! — Gritei pro meu vizinho enquanto ele dava os últimos espasmos e terminava de jogar o último resto de porra no meu peito.
Nada do que eu disse depois me ajudou a continuar com o que a gente tinha começado.
— Eu não sou viado. — Ele falou finalmente. Tirei a foto como prova antes que ele saísse de cima de mim e engoli a porra espalhada. Saí de casa quando o Claudio tava no banheiro, claro que pela porta dos fundos. Só pulei o muro baixinho.
Minha roupa tava toda rasgada e eles não tinham me comido. Mesmo assim, tava feliz por estar um passo mais perto do Tomas. Ele não ia perceber que foi só um boquete.
Mesmo assim, teria que me esforçar na próxima vez. Ele não era burro.
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