Como comentei no meu primeiro relato, essas coisas que conto são todas anedotas verdadeiras. Tenho um pouco mais de 30 anos de vida, mais ou menos bem vividos, e ao longo desses anos, algumas histórias foram mais especiais que outras. Como já disse mais de uma vez, não tenho uma pica de 30 cm, nem acontece de minha chefe ser uma atriz pornô sueca e pedir sexo com a irmã gêmea. O que conto são todas situações e coisas que, para o bem ou para o mal, formam minha vida. Acho que todo mundo, mais cedo ou mais tarde, tem algumas dessas histórias, e se não somos nós mesmos, algum amigo ou conhecido em algum lugar está aprontando algo parecido.
O relato a seguir é uma história que aconteceu entre quem é agora minha cunhada e quem escreve. Como toda história de família, é preciso preservar a privacidade. Isso aconteceu há bastante tempo, e a verdade é que, se a família soubesse, não duvido que viria o divórcio...
Minha cunhada tem 10 anos a menos que eu. Quando conheci minha mulher, ela tinha apenas 18 anos e eu 28 (esclareço caso algum leitor não seja um gênio da matemática). Minha mulher é 5 anos mais velha que a irmã, mas na época em que a conheci, ainda morava com os pais. Por isso, era forçado a visitar a casa da família com frequência. Nosso relacionamento foi bem tranquilo nos primeiros meses. Minha cunhada estava no 5º ano do ensino médio ou 3º do polimodal, não lembro direito como chamava naquela época. Várias vezes a via de uniforme quando chegava em casa à tarde e eu estava de visita.
A verdade é que demorou bastante para ganhar a confiança dela. Ela sempre me olhava com cara de bunda e não costumava rir das minhas piadas (e olha que elas são boas), mas aos poucos foi se soltando e o relacionamento melhorou.
Já com seis meses de namoro, com as férias de verão e o fim da escola para ela no bolso, o espírito de verão fez com que ficássemos mais próximos. Muitas vezes ela me ligava pra perguntar como eu estava, ou até algumas sextas me pedia pra passar buscar ela em alguma festa pra evitar voltar de ônibus. Nunca me incomodou e, sinceramente, me dava prazer ver ela toda arrumada pra balada e ter ela no carro... um tesão masculino.
Acho que todo mundo já passou por isso mais de uma vez, com alguma amiga, irmã de um amigo, alguém que a gente olha com olho gordo mas não pode tocar...
Naquele verão, passamos uns dias no litoral com minha namorada, minha cunhada e uma amiga dela. Na casa que alugamos, tinham dois quartos com camas de casal: eu e minha namorada num, e as duas meninas no outro. Voltando uma noite, perto das 2h da manhã, de um bar com minha namorada, estávamos meio excitados e meio bêbados também, então quando entramos na casa e vimos que tava tudo apagado e sem barulho, fomos direto pro quarto e metemos um pau achando que não tinha ninguém em casa e que as meninas ainda estavam fora.
No dia seguinte, minha cunhada comentou em particular com minha namorada que elas estavam dormindo quando a gente chegou, mas que acordaram com os barulhos. Minha cunhada ficou super ofendida e achou de mau gosto, a briga durou até a gente voltar, mas ninguém falou nada pra mim, era óbvio que elas não se falavam, mas nem minha cunhada nem minha namorada disseram uma palavra sobre isso até chegarmos em Buenos Aires.
Umas semanas depois da volta, era janeiro ou começo de fevereiro, fui na casa da minha namorada esperar ela voltar da reunião com os colegas da faculdade, já que estavam preparando umas provas finais. Meus sogros estavam de férias e tinham deixado as irmãs cuidando da casa. Cheguei e só encontrei minha cunhada, que tava tomando sol no quintal dos fundos.
Minha cunhada é magra e alta, uns 1,70 ou 1,73 de altura, é muito bonita de rosto, quase não tem peito, mas a bunda não é nada mal. Ela tem a pele bem branca e um piercing no umbigo. Acho que o melhor dela é a carinha de menina, bem Sempre muito arrumadinha no jeito de se vestir, com um ar meio de patricinha da zona nobre. Vive de calcinha fio dental ou salto alto, é toda vaidosa e é um prazer vê-la todo dia.
Quando entrei em casa, fui primeiro pro quarto da minha namorada deixar minhas coisas, e pela janela fiquei espiando minha cunhadinha um tempinho, dava um tesão ficar ali observando ela, mesmo já tendo visto ela várias vezes de biquíni. Quando cansei de espiar, resolvi descer pro jardim e bater um papo com ela.
Conversamos enquanto ela tomava sol e eu ficava na sombra debaixo de um guarda-sol, falamos dos planos dela na faculdade, das férias, dos amigos dela e dos pretendentes. A conversa foi ficando cada vez mais pessoal até que ela começou a me contar sobre o último namorado, um colega de escola que ela tinha largado antes das férias. Ela começou a me perguntar minha opinião sobre como uma garota deve ser com um garoto, me contou que só tinha ficado com dois caras, e depois de ficar bem vermelhinha me disse: "nunca tive um orgasmo". Eu, com o coração acelerado, tentei soar bem adulto e descolado, e perguntei como quem não quer nada: "você não se masturba?" Mais vermelha ainda, ela começou a olhar pra outro lado até que falou: "muito pouco, me dá vergonha, e nunca tive... aquela sensação... aquilo..." A vozinha dela transbordava de pudor. Eu respondi de novo, bem sério: "que sensação? O que você chama de aquilo? O que você não quer me dizer? Não tenha vergonha, somos adultos."
Com a cabeça apontando pro chão e as duas mãos segurando o rosto, ela finalmente disse, depois de uma longa pausa: "na praia, naquela noite que voltaram com a minha irmã, a gente ouviu vocês transando, deu muita vergonça, vocês estavam muito barulhentos e a gente não conseguia evitar de ouvir o que diziam, e eu ouvi minha irmã quando você beijava ela lá embaixo e como ela gemia e falava palavrão, e depois a gente ouviu vocês transando e como ela teve um orgasmo, como ela gritava."
Eu tava doido pra ouvir minha cunhada contar isso, me deixava louco, na minha cabeça só cabia a ideia de Enfiar em mim, mas era óbvio que isso não ia rolar.
Depois de uma pausa, minha cunhadinha falou de novo, disse: "Eu nunca tive isso, talvez eu precise conhecer alguém mais velho, com mais experiência, ou tenho que aprender a me tocar melhor."
Eu já tava com o cérebro explodindo, não conseguia nem queria continuar falando, então levantei (na minha calça dava pra ver o quanto eu tava animado) e comecei a andar em direção a casa, falei, enquanto caminhava: "Talvez sim, sei lá..." e as palavras travaram de nervoso.
Não tinha andado nem três metros quando senti ela se levantar e, enquanto corria na minha direção, gritava: "TE MATO SE FALAR ALGUMA COISA!!!, olha que eu morro de vergonha."
Por alguma razão que até hoje não entendo, me deu na telha responder: "Me pega se não quiser que eu conte pra ninguém" e comecei a correr, sim, do jeito que tão ouvindo... não foi nenhuma frase matadora, nem mostrei meu torso nu com tanquinho de aço. Corri pelo jardim enquanto ela me perseguia aos berros. Não passou nem meio segundo e eu me deixei pegar. Ela se pendurou no meu pescoço e montou de cavalinho nas minhas costas.
Imediatamente depois de sentir os peitinhos dela nas minhas costas, e o calor da pele dela contra a minha, tive uma ereção incontrolável.
As pernas dela me rodeavam e se juntavam na minha frente, e até uma das panturrilhas roçou de leve no meu pau, os braços dela envolviam meu pescoço. Assim mesmo, levei ela de cavalinho até a sala e depois mais alguns passos até o quarto dos pais dela, que tinha uma cama grande, tentando evitar a todo custo que ela visse minha excitação. Joguei ela na cama, me virei e saí em direção ao quarto da minha namorada. Minha ereção tava evidente e, pra ser sincero, eu tava morrendo de vergonha.
Minha cunhada ficou um tempinho na cama dos pais dela, depois levantou pra percorrer a distância entre o quarto dos pais e o da minha namorada. Bateu na porta que já tava aberta, enquanto eu tentava me fazer de desligado, olhando uma página de internet qualquer, tentando pensar em outra coisa pra evitar que subisse de novo. Minha cunhada entrou e me disse: "não conta pra ninguém, por favor..." Eu respondi: "óbvio, fica tranquila."
Minha cunhada se aproximou da cadeira, pediu pra eu levantar e me abraçou. Tentei pensar em outra coisa, mas foi inútil, o sangue já estava lá, esperando pra inundar meu pau. Minha ereção mais uma vez ficou evidente e dessa vez não tinha pra onde correr, minha cunhada sentiu como em um segundo meu membro a espetava na barriga, ainda de biquíni e com a pele quente de pegar sol, ela ficou parada, não se mexeu, continuou me abraçando.
Eu não sabia o que fazer, me via naquelas situações onde qualquer opção parece um erro, onde não tem uma escolha boa...
Meus braços pendiam inertes ao lado do corpo enquanto ela me abraçava o pescoço, com o coração batendo a mil, levei uma mão nas costas dela e a outra na cintura, ela continuava sem se mexer, e agora eu também sentia os batimentos dela ecoando no meu peito. Devagar, levei minha mão das costas pra nuca e, segurando ela suavemente pelo cabelo, a beijei. Nem preciso dizer que o estômago parecia que ia explodir, a sensação de medo e tesão misturados, fruto da adrenalina, era incrível.
Minha boca encontrou na boca dela primeiro algo como confusão, mas não rejeição, era estranho beijá-la, ela beijava diferente da irmã, com menos língua, como se tivesse medo, como quem beija pela primeira vez. Ao separar nossos lábios depois daquele primeiro beijo, senti que ia ter um infarto, foi como se tudo tivesse parado de tanto cagaço que eu tive.
Do beijo inicial, passamos pras mãos, comecei a percorrer a cintura e a bunda dela, enquanto a beijava cada vez mais forte e ela respondia do mesmo jeito. Devagarinho, comecei a acariciar a buceta dela, mas sem tirar o biquíni, tudo por cima, até que vi que ela começava a ficar molhada. Minha ereção, como vocês imaginam, era enorme, mas ela parecia não notar, provavelmente pelo mesmo cagaço que a tomava.
Peguei uma das Mãos que ainda rodeavam meu pescoço e lentamente eu levei até meu pau, primeiro começou a esfregar por cima da minha calça, mas depois que eu habilmente desabotoei o jeans, a mão dela encontrou acesso mais fácil. A cabecinha do meu pau aparecia pelo elástico da minha cueca e ao ver, ela enfiou as mãos por baixo e começou a acariciar minhas bolas alternando com o pau, me fazendo uma mini punheta. Vendo que isso não ia se repetir, e tendo a frieza de um forno a lenha, fui levando ela até seu quarto (que ficava ao lado do quarto da irmã dela) e joguei ela na cama de solteiro com o edredom de ursinhos.
Comecei a beijar o pescoço dela, e descer até os peitinhos dela, os biquinhos eram pequenos e bem clarinhos, entre lambidas e lambidas eu mordia a pontinha dos mamilos e ela parecia gostar porque a barriguinha dela se contorcia e dobrava. Ao mesmo tempo, meus dedos acariciavam a buceta dela já bem molhadinha, devagarzinho puxei o tecido da calcinha e enfiei primeiro um dedinho e depois outro, só as pontas no começo e depois já todas as falanges, meu polegar acariciava o clitóris dela em círculos.
Eu sabia que tinha que excitá-la o máximo possível pra evitar que ela se arrependesse, então redobrei meus esforços manuais, minha boca começou a descer até chegar na virilha dela, enquanto com meu dedo anelar tentava estimular o ponto G dela, com minha língua comecei a roçar o clitóris dela cada vez mais intensamente, a ppk dela estava quase completamente depilada, uma linha bem fininha de pelo de não mais que meio centímetro que dava ainda mais aquela aparência de estudante que tanto me excitava.
Enquanto ela se aproximava do orgasmo, os gemidos dela ficavam mais fortes e, sinceramente, na minha cabeça eu tinha medo de alguém aparecer, não tinha chance de pilotar. As mãozinhas dela começaram a se agarrar nos lençóis e os músculos das pernas dela a se contrair. Num instante eu senti ela gozar e tremer. Eu sabia que não podia deitar do lado dela porque eu queria comê-la, sabia que se a coisa esfriava, nunca mais ia conseguir fazer ela pegar no tranco de novo...
Aproveitando que a buceta dela tava hipersensível, continuei lambendo devagar, tentando levar ela o mais perto possível de um segundo orgasmo, mas dessa vez subi na cama e coloquei meu pau perto do rosto dela. A linguagem universal dos corpos fez o efeito dela, então em poucos segundos já tava recebendo uns beijinhos no meu pau, cortesia da minha cunhadinha.
Pra ser sincero, não foi o melhor boquete da minha vida, dava pra ver que ela não tinha muita noção, então tive que ir guiando. Primeiro mudei de posição e fiquei de joelhos na frente dela, com a mão segurando a cabeça dela e acompanhando o movimento. Aos poucos ela começou a enfiar mais e mais fundo, até que consegui fazer uma garganta profunda. Ela parecia não se importar, e a sensação de entalar ela com meu pau era magnífica. Tava morrendo de vontade de gozar na boca dela, mas sabia que não era o melhor. Queria sentir ela, queria estar dentro dela.
Eu sabia que minha namorada e minha cunhada tomavam anticoncepcional desde pequenas por causa dos ciclos irregulares, então sem pensar muito, na minha cabeça a ideia era clara.
Quando senti que já tava perto de gozar, tirei meu pau da boca dela e fiquei do lado da cama. Peguei ela pelos tornozelos e puxei até colocar a raba dela na beirada da cama, com as duas pernas nas laterais do meu corpo. Com uma mão, passei saliva na buceta dela e comecei a penetrar. Eu sabia que ia ser uma metida curta porque já tava prestes a gozar fazia um tempo, então optei pela metida feroz. Segurei ela pela cintura e coloquei as pernas dela nos meus ombros, e comecei a bombar, penetrando forte e bem fundo, bem rápido. Senti que ela tava adorando, graças à estimulação do ponto G, a buceta dela tava super sensível, o que ficou na hora quando ela começou a gemer e gemer, até que escaparam dois gritinhos bem agudos. Isso me quebrou, e não aguentei mais. Gozei dentro, cada jato de porra parecia uma torrente saindo. ao ritmo de umas batidas que nasciam do meu saco e iam até a cabeça da minha pica.
Mal o último jato de porra saiu do meu pau, minhas pernas fraquejaram e eu caí em cima da minha cunhada, os dois exaustos, cansados e com a respiração ofegante.
Aos poucos, a razão voltou às nossas cabeças e eu vi minha cunhada se transformar numa pilha de nervos... beijei ela e falei pra não se preocupar. Que tava tudo bem, que primeiro a gente tinha que se higienizar, então acariciei a cabeça dela, dei um beijo e acompanhei até o banheiro. Ouvi ela sentar no vaso e dizer: "Tá saindo muito sêmen daqui pra dentro..." Eu sabia que tinha gozado pra caralho, mas não sabia que era a primeira vez que ela fazia sem camisinha.
Depois que ela tomou banho e eu me lavei no bidê, a gente se vestiu e eu ofereci levar ela pra tomar um sorvete pra conversar sobre o que tinha rolado. Ela disse que não, mas depois de insistir um pouco, aceitou. Mandei uma mensagem pra minha namorada dizendo que ia tomar um sorvete com a irmã dela porque tinha ficado entediado esperando.
Na sorveteria, levou uns bons 15 minutos pra gente começar a falar alguma coisa. No carro, o silêncio tinha sido total, e na minha cabeça, eu sentia que tudo ia pro caralho. Nunca tinha traído com uma cunhada, nunca na minha vida tinha acontecido isso e, apesar de o relacionamento com minha namorada ainda ser novo, tava muito bom com ela. Aquilo tinha sido um acidente por causa da pouca capacidade de manter a pica na cueca.
Finalmente, a gente começou a conversar, e os dois optaram pelo silêncio. O melhor de tudo foi que a ideia partiu dela. O pacto de silêncio veio da minha cunhada, porque o medo dela era que a irmã nunca perdoasse. E hoje eu entendo: casais vão e vêm, mas uma irmã que dorme com o namorado da outra é uma traição que dificilmente se esquece.
O assunto nunca mais foi tocado, mas era muito desconfortável estar nos encontros de família e ouvir fofocas ou histórias de traição, sabendo que eu e minha cunhada tínhamos um segredo. Tão foda.
Minha cunhada arrumou um namorado e agora mora na Espanha, mas, sinceramente, aquela transa foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida.
Até que... dois anos atrás, fui com minha mulher visitar ela, mas isso já é outra história...
O relato a seguir é uma história que aconteceu entre quem é agora minha cunhada e quem escreve. Como toda história de família, é preciso preservar a privacidade. Isso aconteceu há bastante tempo, e a verdade é que, se a família soubesse, não duvido que viria o divórcio...
Minha cunhada tem 10 anos a menos que eu. Quando conheci minha mulher, ela tinha apenas 18 anos e eu 28 (esclareço caso algum leitor não seja um gênio da matemática). Minha mulher é 5 anos mais velha que a irmã, mas na época em que a conheci, ainda morava com os pais. Por isso, era forçado a visitar a casa da família com frequência. Nosso relacionamento foi bem tranquilo nos primeiros meses. Minha cunhada estava no 5º ano do ensino médio ou 3º do polimodal, não lembro direito como chamava naquela época. Várias vezes a via de uniforme quando chegava em casa à tarde e eu estava de visita.
A verdade é que demorou bastante para ganhar a confiança dela. Ela sempre me olhava com cara de bunda e não costumava rir das minhas piadas (e olha que elas são boas), mas aos poucos foi se soltando e o relacionamento melhorou.
Já com seis meses de namoro, com as férias de verão e o fim da escola para ela no bolso, o espírito de verão fez com que ficássemos mais próximos. Muitas vezes ela me ligava pra perguntar como eu estava, ou até algumas sextas me pedia pra passar buscar ela em alguma festa pra evitar voltar de ônibus. Nunca me incomodou e, sinceramente, me dava prazer ver ela toda arrumada pra balada e ter ela no carro... um tesão masculino.
Acho que todo mundo já passou por isso mais de uma vez, com alguma amiga, irmã de um amigo, alguém que a gente olha com olho gordo mas não pode tocar...
Naquele verão, passamos uns dias no litoral com minha namorada, minha cunhada e uma amiga dela. Na casa que alugamos, tinham dois quartos com camas de casal: eu e minha namorada num, e as duas meninas no outro. Voltando uma noite, perto das 2h da manhã, de um bar com minha namorada, estávamos meio excitados e meio bêbados também, então quando entramos na casa e vimos que tava tudo apagado e sem barulho, fomos direto pro quarto e metemos um pau achando que não tinha ninguém em casa e que as meninas ainda estavam fora.
No dia seguinte, minha cunhada comentou em particular com minha namorada que elas estavam dormindo quando a gente chegou, mas que acordaram com os barulhos. Minha cunhada ficou super ofendida e achou de mau gosto, a briga durou até a gente voltar, mas ninguém falou nada pra mim, era óbvio que elas não se falavam, mas nem minha cunhada nem minha namorada disseram uma palavra sobre isso até chegarmos em Buenos Aires.
Umas semanas depois da volta, era janeiro ou começo de fevereiro, fui na casa da minha namorada esperar ela voltar da reunião com os colegas da faculdade, já que estavam preparando umas provas finais. Meus sogros estavam de férias e tinham deixado as irmãs cuidando da casa. Cheguei e só encontrei minha cunhada, que tava tomando sol no quintal dos fundos.
Minha cunhada é magra e alta, uns 1,70 ou 1,73 de altura, é muito bonita de rosto, quase não tem peito, mas a bunda não é nada mal. Ela tem a pele bem branca e um piercing no umbigo. Acho que o melhor dela é a carinha de menina, bem Sempre muito arrumadinha no jeito de se vestir, com um ar meio de patricinha da zona nobre. Vive de calcinha fio dental ou salto alto, é toda vaidosa e é um prazer vê-la todo dia.
Quando entrei em casa, fui primeiro pro quarto da minha namorada deixar minhas coisas, e pela janela fiquei espiando minha cunhadinha um tempinho, dava um tesão ficar ali observando ela, mesmo já tendo visto ela várias vezes de biquíni. Quando cansei de espiar, resolvi descer pro jardim e bater um papo com ela.
Conversamos enquanto ela tomava sol e eu ficava na sombra debaixo de um guarda-sol, falamos dos planos dela na faculdade, das férias, dos amigos dela e dos pretendentes. A conversa foi ficando cada vez mais pessoal até que ela começou a me contar sobre o último namorado, um colega de escola que ela tinha largado antes das férias. Ela começou a me perguntar minha opinião sobre como uma garota deve ser com um garoto, me contou que só tinha ficado com dois caras, e depois de ficar bem vermelhinha me disse: "nunca tive um orgasmo". Eu, com o coração acelerado, tentei soar bem adulto e descolado, e perguntei como quem não quer nada: "você não se masturba?" Mais vermelha ainda, ela começou a olhar pra outro lado até que falou: "muito pouco, me dá vergonha, e nunca tive... aquela sensação... aquilo..." A vozinha dela transbordava de pudor. Eu respondi de novo, bem sério: "que sensação? O que você chama de aquilo? O que você não quer me dizer? Não tenha vergonha, somos adultos."
Com a cabeça apontando pro chão e as duas mãos segurando o rosto, ela finalmente disse, depois de uma longa pausa: "na praia, naquela noite que voltaram com a minha irmã, a gente ouviu vocês transando, deu muita vergonça, vocês estavam muito barulhentos e a gente não conseguia evitar de ouvir o que diziam, e eu ouvi minha irmã quando você beijava ela lá embaixo e como ela gemia e falava palavrão, e depois a gente ouviu vocês transando e como ela teve um orgasmo, como ela gritava."
Eu tava doido pra ouvir minha cunhada contar isso, me deixava louco, na minha cabeça só cabia a ideia de Enfiar em mim, mas era óbvio que isso não ia rolar.
Depois de uma pausa, minha cunhadinha falou de novo, disse: "Eu nunca tive isso, talvez eu precise conhecer alguém mais velho, com mais experiência, ou tenho que aprender a me tocar melhor."
Eu já tava com o cérebro explodindo, não conseguia nem queria continuar falando, então levantei (na minha calça dava pra ver o quanto eu tava animado) e comecei a andar em direção a casa, falei, enquanto caminhava: "Talvez sim, sei lá..." e as palavras travaram de nervoso.
Não tinha andado nem três metros quando senti ela se levantar e, enquanto corria na minha direção, gritava: "TE MATO SE FALAR ALGUMA COISA!!!, olha que eu morro de vergonha."
Por alguma razão que até hoje não entendo, me deu na telha responder: "Me pega se não quiser que eu conte pra ninguém" e comecei a correr, sim, do jeito que tão ouvindo... não foi nenhuma frase matadora, nem mostrei meu torso nu com tanquinho de aço. Corri pelo jardim enquanto ela me perseguia aos berros. Não passou nem meio segundo e eu me deixei pegar. Ela se pendurou no meu pescoço e montou de cavalinho nas minhas costas.
Imediatamente depois de sentir os peitinhos dela nas minhas costas, e o calor da pele dela contra a minha, tive uma ereção incontrolável.
As pernas dela me rodeavam e se juntavam na minha frente, e até uma das panturrilhas roçou de leve no meu pau, os braços dela envolviam meu pescoço. Assim mesmo, levei ela de cavalinho até a sala e depois mais alguns passos até o quarto dos pais dela, que tinha uma cama grande, tentando evitar a todo custo que ela visse minha excitação. Joguei ela na cama, me virei e saí em direção ao quarto da minha namorada. Minha ereção tava evidente e, pra ser sincero, eu tava morrendo de vergonha.
Minha cunhada ficou um tempinho na cama dos pais dela, depois levantou pra percorrer a distância entre o quarto dos pais e o da minha namorada. Bateu na porta que já tava aberta, enquanto eu tentava me fazer de desligado, olhando uma página de internet qualquer, tentando pensar em outra coisa pra evitar que subisse de novo. Minha cunhada entrou e me disse: "não conta pra ninguém, por favor..." Eu respondi: "óbvio, fica tranquila."
Minha cunhada se aproximou da cadeira, pediu pra eu levantar e me abraçou. Tentei pensar em outra coisa, mas foi inútil, o sangue já estava lá, esperando pra inundar meu pau. Minha ereção mais uma vez ficou evidente e dessa vez não tinha pra onde correr, minha cunhada sentiu como em um segundo meu membro a espetava na barriga, ainda de biquíni e com a pele quente de pegar sol, ela ficou parada, não se mexeu, continuou me abraçando.
Eu não sabia o que fazer, me via naquelas situações onde qualquer opção parece um erro, onde não tem uma escolha boa...
Meus braços pendiam inertes ao lado do corpo enquanto ela me abraçava o pescoço, com o coração batendo a mil, levei uma mão nas costas dela e a outra na cintura, ela continuava sem se mexer, e agora eu também sentia os batimentos dela ecoando no meu peito. Devagar, levei minha mão das costas pra nuca e, segurando ela suavemente pelo cabelo, a beijei. Nem preciso dizer que o estômago parecia que ia explodir, a sensação de medo e tesão misturados, fruto da adrenalina, era incrível.
Minha boca encontrou na boca dela primeiro algo como confusão, mas não rejeição, era estranho beijá-la, ela beijava diferente da irmã, com menos língua, como se tivesse medo, como quem beija pela primeira vez. Ao separar nossos lábios depois daquele primeiro beijo, senti que ia ter um infarto, foi como se tudo tivesse parado de tanto cagaço que eu tive.
Do beijo inicial, passamos pras mãos, comecei a percorrer a cintura e a bunda dela, enquanto a beijava cada vez mais forte e ela respondia do mesmo jeito. Devagarinho, comecei a acariciar a buceta dela, mas sem tirar o biquíni, tudo por cima, até que vi que ela começava a ficar molhada. Minha ereção, como vocês imaginam, era enorme, mas ela parecia não notar, provavelmente pelo mesmo cagaço que a tomava.
Peguei uma das Mãos que ainda rodeavam meu pescoço e lentamente eu levei até meu pau, primeiro começou a esfregar por cima da minha calça, mas depois que eu habilmente desabotoei o jeans, a mão dela encontrou acesso mais fácil. A cabecinha do meu pau aparecia pelo elástico da minha cueca e ao ver, ela enfiou as mãos por baixo e começou a acariciar minhas bolas alternando com o pau, me fazendo uma mini punheta. Vendo que isso não ia se repetir, e tendo a frieza de um forno a lenha, fui levando ela até seu quarto (que ficava ao lado do quarto da irmã dela) e joguei ela na cama de solteiro com o edredom de ursinhos.
Comecei a beijar o pescoço dela, e descer até os peitinhos dela, os biquinhos eram pequenos e bem clarinhos, entre lambidas e lambidas eu mordia a pontinha dos mamilos e ela parecia gostar porque a barriguinha dela se contorcia e dobrava. Ao mesmo tempo, meus dedos acariciavam a buceta dela já bem molhadinha, devagarzinho puxei o tecido da calcinha e enfiei primeiro um dedinho e depois outro, só as pontas no começo e depois já todas as falanges, meu polegar acariciava o clitóris dela em círculos.
Eu sabia que tinha que excitá-la o máximo possível pra evitar que ela se arrependesse, então redobrei meus esforços manuais, minha boca começou a descer até chegar na virilha dela, enquanto com meu dedo anelar tentava estimular o ponto G dela, com minha língua comecei a roçar o clitóris dela cada vez mais intensamente, a ppk dela estava quase completamente depilada, uma linha bem fininha de pelo de não mais que meio centímetro que dava ainda mais aquela aparência de estudante que tanto me excitava.
Enquanto ela se aproximava do orgasmo, os gemidos dela ficavam mais fortes e, sinceramente, na minha cabeça eu tinha medo de alguém aparecer, não tinha chance de pilotar. As mãozinhas dela começaram a se agarrar nos lençóis e os músculos das pernas dela a se contrair. Num instante eu senti ela gozar e tremer. Eu sabia que não podia deitar do lado dela porque eu queria comê-la, sabia que se a coisa esfriava, nunca mais ia conseguir fazer ela pegar no tranco de novo...
Aproveitando que a buceta dela tava hipersensível, continuei lambendo devagar, tentando levar ela o mais perto possível de um segundo orgasmo, mas dessa vez subi na cama e coloquei meu pau perto do rosto dela. A linguagem universal dos corpos fez o efeito dela, então em poucos segundos já tava recebendo uns beijinhos no meu pau, cortesia da minha cunhadinha.
Pra ser sincero, não foi o melhor boquete da minha vida, dava pra ver que ela não tinha muita noção, então tive que ir guiando. Primeiro mudei de posição e fiquei de joelhos na frente dela, com a mão segurando a cabeça dela e acompanhando o movimento. Aos poucos ela começou a enfiar mais e mais fundo, até que consegui fazer uma garganta profunda. Ela parecia não se importar, e a sensação de entalar ela com meu pau era magnífica. Tava morrendo de vontade de gozar na boca dela, mas sabia que não era o melhor. Queria sentir ela, queria estar dentro dela.
Eu sabia que minha namorada e minha cunhada tomavam anticoncepcional desde pequenas por causa dos ciclos irregulares, então sem pensar muito, na minha cabeça a ideia era clara.
Quando senti que já tava perto de gozar, tirei meu pau da boca dela e fiquei do lado da cama. Peguei ela pelos tornozelos e puxei até colocar a raba dela na beirada da cama, com as duas pernas nas laterais do meu corpo. Com uma mão, passei saliva na buceta dela e comecei a penetrar. Eu sabia que ia ser uma metida curta porque já tava prestes a gozar fazia um tempo, então optei pela metida feroz. Segurei ela pela cintura e coloquei as pernas dela nos meus ombros, e comecei a bombar, penetrando forte e bem fundo, bem rápido. Senti que ela tava adorando, graças à estimulação do ponto G, a buceta dela tava super sensível, o que ficou na hora quando ela começou a gemer e gemer, até que escaparam dois gritinhos bem agudos. Isso me quebrou, e não aguentei mais. Gozei dentro, cada jato de porra parecia uma torrente saindo. ao ritmo de umas batidas que nasciam do meu saco e iam até a cabeça da minha pica.
Mal o último jato de porra saiu do meu pau, minhas pernas fraquejaram e eu caí em cima da minha cunhada, os dois exaustos, cansados e com a respiração ofegante.
Aos poucos, a razão voltou às nossas cabeças e eu vi minha cunhada se transformar numa pilha de nervos... beijei ela e falei pra não se preocupar. Que tava tudo bem, que primeiro a gente tinha que se higienizar, então acariciei a cabeça dela, dei um beijo e acompanhei até o banheiro. Ouvi ela sentar no vaso e dizer: "Tá saindo muito sêmen daqui pra dentro..." Eu sabia que tinha gozado pra caralho, mas não sabia que era a primeira vez que ela fazia sem camisinha.
Depois que ela tomou banho e eu me lavei no bidê, a gente se vestiu e eu ofereci levar ela pra tomar um sorvete pra conversar sobre o que tinha rolado. Ela disse que não, mas depois de insistir um pouco, aceitou. Mandei uma mensagem pra minha namorada dizendo que ia tomar um sorvete com a irmã dela porque tinha ficado entediado esperando.
Na sorveteria, levou uns bons 15 minutos pra gente começar a falar alguma coisa. No carro, o silêncio tinha sido total, e na minha cabeça, eu sentia que tudo ia pro caralho. Nunca tinha traído com uma cunhada, nunca na minha vida tinha acontecido isso e, apesar de o relacionamento com minha namorada ainda ser novo, tava muito bom com ela. Aquilo tinha sido um acidente por causa da pouca capacidade de manter a pica na cueca.
Finalmente, a gente começou a conversar, e os dois optaram pelo silêncio. O melhor de tudo foi que a ideia partiu dela. O pacto de silêncio veio da minha cunhada, porque o medo dela era que a irmã nunca perdoasse. E hoje eu entendo: casais vão e vêm, mas uma irmã que dorme com o namorado da outra é uma traição que dificilmente se esquece.
O assunto nunca mais foi tocado, mas era muito desconfortável estar nos encontros de família e ouvir fofocas ou histórias de traição, sabendo que eu e minha cunhada tínhamos um segredo. Tão foda.
Minha cunhada arrumou um namorado e agora mora na Espanha, mas, sinceramente, aquela transa foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida.
Até que... dois anos atrás, fui com minha mulher visitar ela, mas isso já é outra história...
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