Quero agradecer a todo mundo que comentou no conto anterior, que fez minha caixa de entrada encher de mensagens privadas contando as histórias de vocês. Que deram upvotes, favoritaram ou viraram seguidores. É muito gratificante saber que vocês curtem o que eu conto!!! ValeuIsso aconteceu um tempo atrás e queria contar pra vocês.
Tô na casa de uns conhecidos em Buenos Aires. Vim por uns dias por questões pessoais e, como não tenho família na cidade grande, pedi pra essa galera se podia ficar pelo menos uma semana pra resolver uns trâmites.
Essa família é composta pela Lucrecia, uma mulher de 30 anos, o marido dela de 42 e três filhos pequenos.
Já faz uns dias que tô na casa deles. A verdade é que são muito gente boa, sempre me fazem sentir em casa. O que percebi é que rola uns atritos entre eles. Tão sempre se provocando por qualquer motivo. Brigam muito. Como tenho intimidade, entro na conversa num tom de zoação pra amenizar o clima e não dar merda. Com uma boa risada, as discussões acabam ali.
Ontem à noite, a gente tava vendo um pouco de TV e começaram a brigar. O motivo foi que ela ficou com ciúme porque a gente fez algum comentário sobre uma daquelas panicats que tão na moda agora.
Ele fez o comentário... tipo, como ele comeria a buceta dela... aí ela ouviu e falou: "por que você não come a minha buceta, seu idiota? Faz meses que você não me come, você nunca pensou no que eu faço enquanto você tá largado vendo TV ou bestando? Seu otário, não sabe as punhetas que eu bato com aquele vibrador de borracha que você me comprou. Parece que você é pouco homem, se masturbando com uma gostosa da TV e eu aqui do lado, você nem me toca. Viado... sabia que sempre achei que você tem o pau curto. Nunca me satisfaz com essa piroquinha que você tem..."
Fiquei chocado com isso... nem tive coragem de falar nada, nem de brincadeira... Ela correu e se trancou no quarto, e eu fiquei com ele na sala.
Levantei e fui pra cozinha fazer um café. Perguntei pra ele se queria um, pra já preparar.
Sentamos de novo na sala e, enquanto olhávamos a TV, perguntei: "Cara, é verdade o que sua mulher disse? Ele, muito frustrado e sem dizer uma palavra, balança a cabeça. "Mas o que que há com você? Não quer mais ela?" E ele me diz: "Olha, casamento é complicado. Mas a culpa é minha. Tô passando por uma depressão e não tô afim de nada, muito menos de foder. Além disso, viu como ela tá? Descuidada, gorda; não me dá vontade nem de tocar nela..." "Não seja idiota, você não pode ser tão filho da puta... é sua esposa, come ela do mesmo jeito", falei pra ele.
A coisa ficou por isso. Fui me deitar e ele também.
Hoje cheguei de fazer umas coisas no centro e encontrei ela sozinha, porque tinha levado os filhos pra escola. Muito atenciosa comigo, me perguntou se queria comer alguma coisa e pediu desculpas pelo mal momento que me fez passar ontem à noite no encontro com o marido dela.
Falei pra ela não se preocupar, que por mim tava tudo bem.
Ela é meio gordinha, loira, rostinho bonito. Tem umas tetas enormes, uma barriguinha e uma bunda bem grande. É um pouco gordinha, mas não tá tão ruim quanto o marido falava. É daquelas que você olha e pensa: "como eu comeria". Além disso, sei que ela é meio safadinha.
A questão é que começamos a falar dos problemas dela, do relacionamento com o marido, e ela começou a chorar. E entre uma conversa e outra, ela começou a dizer que era quase impossível ficar sem transar, que precisava foder e que se masturbar já não satisfazia mais. Tudo isso enquanto chorava.
Naquele momento, senti que devia dizer ou fazer algo sobre o assunto que estávamos falando. Não é qualquer mulher madura, casada e com filhos que te fala assim, do nada, que se masturba com um consolo de borracha que o próprio marido deu de presente, e muito menos que está insatisfeita.
E foi aí que saiu o tarado nojento que não tem limites. E comecei a fazer perguntas.
"O que você precisaria hoje, na situação em que está, pra ficar sexualmente satisfeita?"
Ela se acomodou num lado do sofá, com uma perna no chão e a outra sobre o sofá, meio encolhida. O braço esquerdo, ela passou sobre... O suspiro e, com a outra mão, enxuguei um pouco as lágrimas. Ela me diz... "Me come, querido"... Com cara de obviedade, olhando para baixo... "Faz mais de um ano que ele nem me toca. Você sabe ou consegue imaginar o que é aguentar tanto tempo? Não tô falando de foder a noite inteira, mas alguma coisa... Eu procuro, chupo ele, ele fica duro um pouquinho e não tem força pra me penetrar. Você viu como ele tá gordo? Pra piorar, não tem um pau tão grande e, entre a barriga dele e um pouco da minha gordura, ele não consegue nem me penetrar.
Eu tô no auge, sou jovem. Com todas as paradas que tive de garota, sinto que agora tô no auge. Me sinto tão tesuda, tão excitada. Até sonho que gozo. Já acordei muitas manhãs toda molhada, excitadíssima, tão lubrificada que coloco a mão dele pra ele sentir minha umidade e me foder gostoso... e ele nem se mexe.
O que você acha?", ela me diz. "Será que tô tão mal? Sei que tô um pouco acima do peso, mas você acha que não tô boa pra alguém vir e me foder? Juro que me deixei levar por ele, nunca estive tão acima do peso assim."
Nessa altura da conversa, passava muita coisa pela minha cabeça. "Que vontade de te comer", eu pensava. Por outro lado, não podia — eram meus conhecidos. E além disso, eu a conhecia bem... ela não era capaz de trair ele com um amigo. Sentia que ela tava se libertando. Sentia que precisava de algo de mim... mas ainda não conseguia decifrar.
Então ela me diz: "Você, que eu sei que é bem tarado e já conheci várias mulheres, você não me olharia..."
Fiquei mudo... entre o calor do meu pau, que por sinal eu sentia ela molhada, meu coração batendo a mil pelo que ela tava me contando e a pergunta... só me veio na cabeça dizer: "Sim, Lucre, como se eu não fosse te olhar. Você tá muito gostosa. Tem três filhos, ainda tá no jogo."
"Não, não", ela me diz. "Quero que você me veja nua, que me observe enquanto tiro a roupa pra entrar no chuveiro."
Meu coração parou, e nem preciso falar do meu pau. Tava muito duro, sentia como se estivesse vazando porra. Pela minha perna.
Te parece? — eu digo... se quero que você me diga se eu tô ou não tô pra foder. Tô tão deprê que preciso que você me faça sentir uma mulher. Por favor???
Ok, mas por favor, te avisei... não vai contar nada, porque seu marido vai me matar.
Ela se levantou do sofá da sala com um sorriso cúmplice, pegou na minha mão e me levou até o banheiro dela, que ficava dentro do quarto.
O quarto era grande, tinha uma pia enorme com duas cubas, a banheira tinha quase 2 metros de comprimento. Nisso ela me diz: vem, senta aqui. Tinha dentro do box uma espécie de banco pra sentar. Formato estranho e estranho ter um banco no banheiro, então sentei.
Ela abriu o chuveiro, na hora começou a sair um pouco de vapor pela temperatura da água... aí começou a se despir. Primeiro desabotoou a camisa, pude ver os peitos enormes dela. As tetas dela eram brancas, as aréolas dos mamilos também eram enormes. Os mamilos rosados, bem delicados, pareciam firmes e compridos. Ela tinha uma barriga como se estivesse grávida. A pele dela também era branca.
Tirou os sapatos e depois começou a desabotoar a calça. Pude ver que ela tava usando uma calcinha fio dental branca enorme... tava toda enfiada na bunda dela, que era grande mas parecia firme.
Começou a tirar a calcinha e com um sorriso safado me diz: para de se coçar, seu tarado. Nisso eu tava sentado, vestido com a calça jeans, e esfregava meu pau por cima da calça.
Ela jogou a calcinha pra mim e diz: e aí? o que você acha? tô boa pra ser comida ou não?
Eu continuava sentado com uma mão no meu pau e com a outra peguei a calcinha dela e levei ao meu nariz. Pude sentir o cheiro da buceta dela, era forte, dava pra deduzir que a umidade era de algum orgasmo ou do tesão que ela tava sentindo enquanto a gente conversava.
Mmmmm, Lucre, você tá muito gostosa. Que cheiro gostoso de buceta tem na sua calcinha... você gosta? — ela diz, enquanto se acomodava na banheira com as pernas abertas.
Mmmm Adoro... por que você não vem e me come? Ela me responde. Eu digo... não, vem você e chupa minha pica já que você me deixou tão duro contando tudo que precisa... por que não aplica isso comigo?
Ela se aproximou de onde eu estava, desabotoou minha calça jeans e enfiou as mãos na minha cueca. Pude ver que ela só queria sentir minha pica antes de olhar pra ela. Eu a tateei e pude ver, enquanto ela se aproximava, como se surpreendeu. Hummm, que pica linda que você tem, bem gordinha. Que vontade de comer uma pica gordinha como eu tenho!
A primeira coisa que saiu foi a cabeça da minha pica, e ela deixou debaixo do elástico da cueca. Começou a lamber com uma suavidade magistral. Passava a língua uma e outra vez. Depois, tirou ela toda completa. Minha pica estava tão dura e eu tão excitado que podia vê-la maior do que nunca. A cabeça da minha pica parecia uma flor de tão grande que estava.
Ela se levantou e ficou de costas pra mim. Se inclinou. Pegou a pica e levou até a vagina dela. A buceta dela estava tão molhada que entrou toda sem resistência. A gordinha estava me comendo quase em pé e de costas. Os movimentos eram muito uniformes, ela se agachava e levantava a raba sempre ao mesmo tempo.
Eu, do meu lado, podia ver o cu dela... Era muito rosado, tinha uns pelinhos bem loiros na borda do cu que, por sinal, estava bem dilatado. Cada sentada que ela me dava, dava pra ver como se abria mais.
Salivei um dos meus dedos e comecei a brincar com o cu dela enquanto ela me comia. Sentia os gemidos dela e as investidas começaram a acelerar. Meu dedão da mão direita se introduziu na bunda dela rapidamente, ela reagiu com um... agora sim... vamos nos divertir... acelerou os movimentos e em um momento ficou sentada na minha pica e começou a se esfregar no meu corpo gritando... isso, papai... isso... durou uns segundos e de novo seguiu com os vai e vem anteriores com a raba dela.
Podia sentir como escorria o fluxo dela pelos meus ovos. Pude ver como ela percebeu isso e levou uma das mãos e começou a acariciá-los. Brinquei um bom tempo com eles até que, por um segundo, ela parou e começou a se esfregar de novo no meu pau. A pressão era enorme... ela começou a gritar... sim... sim... siiiimmm aaaahhhhhhh vou gozar vou gozar... as pernas dela começaram a fraquejar. Senti que ela estava tendo o orgasmo dela. Ela ficou sentada no meu pau uns 10 ou 15 segundos e comecei a sentir um calor no meu pau e nas bolas, sentia um líquido escorrendo. Aaahhhh ela me diz que eu fiz ela mijar de prazer.
Levantei ela na hora e falei pra ela mijar em mim toda, queria sentir o xixi dela na minha boca. Deitei no chão e ela, de cócoras, começou a soltar jatos de mijo no meu corpo enquanto eu me masturbava. O jato era forte e saía com muita pressão, o mijo dela era morno e com um gostinho leve de café. Quando ela terminou de mijar, mandei ela ficar de quatro que eu queria comer a bunda dela. Eu tava com o pau duro igual pedra.
A gordinha se ajeitou e eu comecei a penetrar ela devagar. Não tive muita resistência. Só um pouco de pressão no cu dela e senti quando entrou.
O calor que aquela bunda tinha eu podia sentir. Sentia entrando e saindo. Ela começou a gemer e gritar rápido. Eu continuei no meu ritmo. Metia cada vez mais rápido. Aí pude ver o buraquinho do cu dela começando a pulsar, dava pra sentir o orgasmo dela no meu pau. Tentei deixar bem fundo pra evitar que os espasmos anais dela tirassem ele de lá.
Foi uma sensação incrível sentir o cu dela se contraindo no meu pau... ela gritava Siiim!!! por favor siiiim... siiiim siiiim papai siiiim, as pernas dela começaram a tremer de novo, sinal que ela tava no clímax de novo... eu continuei metendo com mais força e em poucos segundos gozei dentro dela. Meu coração pulsava de tanta energia. Meu pau não parava de gozar, tava tão quente que tirei ele duro e ele continuava jorrando porra. Ela rapidamente se ajoelhou e começou a lamber ele de um jeito descomunal. Era uma puta. Eu tava fazendo ela sentir o que é bom. O homem dela não fazia... eu fiz ela se sentir mulher!!!! e como toda mulher, ela toma o leite do homem dela!!!!!!!!!!!!!!!Espero que esse também seja do agrado de vocês. Comentem o que acharam. É muito gratificante!!!!
Tô na casa de uns conhecidos em Buenos Aires. Vim por uns dias por questões pessoais e, como não tenho família na cidade grande, pedi pra essa galera se podia ficar pelo menos uma semana pra resolver uns trâmites.
Essa família é composta pela Lucrecia, uma mulher de 30 anos, o marido dela de 42 e três filhos pequenos.
Já faz uns dias que tô na casa deles. A verdade é que são muito gente boa, sempre me fazem sentir em casa. O que percebi é que rola uns atritos entre eles. Tão sempre se provocando por qualquer motivo. Brigam muito. Como tenho intimidade, entro na conversa num tom de zoação pra amenizar o clima e não dar merda. Com uma boa risada, as discussões acabam ali.
Ontem à noite, a gente tava vendo um pouco de TV e começaram a brigar. O motivo foi que ela ficou com ciúme porque a gente fez algum comentário sobre uma daquelas panicats que tão na moda agora.
Ele fez o comentário... tipo, como ele comeria a buceta dela... aí ela ouviu e falou: "por que você não come a minha buceta, seu idiota? Faz meses que você não me come, você nunca pensou no que eu faço enquanto você tá largado vendo TV ou bestando? Seu otário, não sabe as punhetas que eu bato com aquele vibrador de borracha que você me comprou. Parece que você é pouco homem, se masturbando com uma gostosa da TV e eu aqui do lado, você nem me toca. Viado... sabia que sempre achei que você tem o pau curto. Nunca me satisfaz com essa piroquinha que você tem..."
Fiquei chocado com isso... nem tive coragem de falar nada, nem de brincadeira... Ela correu e se trancou no quarto, e eu fiquei com ele na sala.
Levantei e fui pra cozinha fazer um café. Perguntei pra ele se queria um, pra já preparar.
Sentamos de novo na sala e, enquanto olhávamos a TV, perguntei: "Cara, é verdade o que sua mulher disse? Ele, muito frustrado e sem dizer uma palavra, balança a cabeça. "Mas o que que há com você? Não quer mais ela?" E ele me diz: "Olha, casamento é complicado. Mas a culpa é minha. Tô passando por uma depressão e não tô afim de nada, muito menos de foder. Além disso, viu como ela tá? Descuidada, gorda; não me dá vontade nem de tocar nela..." "Não seja idiota, você não pode ser tão filho da puta... é sua esposa, come ela do mesmo jeito", falei pra ele.
A coisa ficou por isso. Fui me deitar e ele também.
Hoje cheguei de fazer umas coisas no centro e encontrei ela sozinha, porque tinha levado os filhos pra escola. Muito atenciosa comigo, me perguntou se queria comer alguma coisa e pediu desculpas pelo mal momento que me fez passar ontem à noite no encontro com o marido dela.
Falei pra ela não se preocupar, que por mim tava tudo bem.
Ela é meio gordinha, loira, rostinho bonito. Tem umas tetas enormes, uma barriguinha e uma bunda bem grande. É um pouco gordinha, mas não tá tão ruim quanto o marido falava. É daquelas que você olha e pensa: "como eu comeria". Além disso, sei que ela é meio safadinha.
A questão é que começamos a falar dos problemas dela, do relacionamento com o marido, e ela começou a chorar. E entre uma conversa e outra, ela começou a dizer que era quase impossível ficar sem transar, que precisava foder e que se masturbar já não satisfazia mais. Tudo isso enquanto chorava.
Naquele momento, senti que devia dizer ou fazer algo sobre o assunto que estávamos falando. Não é qualquer mulher madura, casada e com filhos que te fala assim, do nada, que se masturba com um consolo de borracha que o próprio marido deu de presente, e muito menos que está insatisfeita.
E foi aí que saiu o tarado nojento que não tem limites. E comecei a fazer perguntas.
"O que você precisaria hoje, na situação em que está, pra ficar sexualmente satisfeita?"
Ela se acomodou num lado do sofá, com uma perna no chão e a outra sobre o sofá, meio encolhida. O braço esquerdo, ela passou sobre... O suspiro e, com a outra mão, enxuguei um pouco as lágrimas. Ela me diz... "Me come, querido"... Com cara de obviedade, olhando para baixo... "Faz mais de um ano que ele nem me toca. Você sabe ou consegue imaginar o que é aguentar tanto tempo? Não tô falando de foder a noite inteira, mas alguma coisa... Eu procuro, chupo ele, ele fica duro um pouquinho e não tem força pra me penetrar. Você viu como ele tá gordo? Pra piorar, não tem um pau tão grande e, entre a barriga dele e um pouco da minha gordura, ele não consegue nem me penetrar.
Eu tô no auge, sou jovem. Com todas as paradas que tive de garota, sinto que agora tô no auge. Me sinto tão tesuda, tão excitada. Até sonho que gozo. Já acordei muitas manhãs toda molhada, excitadíssima, tão lubrificada que coloco a mão dele pra ele sentir minha umidade e me foder gostoso... e ele nem se mexe.
O que você acha?", ela me diz. "Será que tô tão mal? Sei que tô um pouco acima do peso, mas você acha que não tô boa pra alguém vir e me foder? Juro que me deixei levar por ele, nunca estive tão acima do peso assim."
Nessa altura da conversa, passava muita coisa pela minha cabeça. "Que vontade de te comer", eu pensava. Por outro lado, não podia — eram meus conhecidos. E além disso, eu a conhecia bem... ela não era capaz de trair ele com um amigo. Sentia que ela tava se libertando. Sentia que precisava de algo de mim... mas ainda não conseguia decifrar.
Então ela me diz: "Você, que eu sei que é bem tarado e já conheci várias mulheres, você não me olharia..."
Fiquei mudo... entre o calor do meu pau, que por sinal eu sentia ela molhada, meu coração batendo a mil pelo que ela tava me contando e a pergunta... só me veio na cabeça dizer: "Sim, Lucre, como se eu não fosse te olhar. Você tá muito gostosa. Tem três filhos, ainda tá no jogo."
"Não, não", ela me diz. "Quero que você me veja nua, que me observe enquanto tiro a roupa pra entrar no chuveiro."
Meu coração parou, e nem preciso falar do meu pau. Tava muito duro, sentia como se estivesse vazando porra. Pela minha perna.
Te parece? — eu digo... se quero que você me diga se eu tô ou não tô pra foder. Tô tão deprê que preciso que você me faça sentir uma mulher. Por favor???
Ok, mas por favor, te avisei... não vai contar nada, porque seu marido vai me matar.
Ela se levantou do sofá da sala com um sorriso cúmplice, pegou na minha mão e me levou até o banheiro dela, que ficava dentro do quarto.
O quarto era grande, tinha uma pia enorme com duas cubas, a banheira tinha quase 2 metros de comprimento. Nisso ela me diz: vem, senta aqui. Tinha dentro do box uma espécie de banco pra sentar. Formato estranho e estranho ter um banco no banheiro, então sentei.
Ela abriu o chuveiro, na hora começou a sair um pouco de vapor pela temperatura da água... aí começou a se despir. Primeiro desabotoou a camisa, pude ver os peitos enormes dela. As tetas dela eram brancas, as aréolas dos mamilos também eram enormes. Os mamilos rosados, bem delicados, pareciam firmes e compridos. Ela tinha uma barriga como se estivesse grávida. A pele dela também era branca.
Tirou os sapatos e depois começou a desabotoar a calça. Pude ver que ela tava usando uma calcinha fio dental branca enorme... tava toda enfiada na bunda dela, que era grande mas parecia firme.
Começou a tirar a calcinha e com um sorriso safado me diz: para de se coçar, seu tarado. Nisso eu tava sentado, vestido com a calça jeans, e esfregava meu pau por cima da calça.
Ela jogou a calcinha pra mim e diz: e aí? o que você acha? tô boa pra ser comida ou não?
Eu continuava sentado com uma mão no meu pau e com a outra peguei a calcinha dela e levei ao meu nariz. Pude sentir o cheiro da buceta dela, era forte, dava pra deduzir que a umidade era de algum orgasmo ou do tesão que ela tava sentindo enquanto a gente conversava.
Mmmmm, Lucre, você tá muito gostosa. Que cheiro gostoso de buceta tem na sua calcinha... você gosta? — ela diz, enquanto se acomodava na banheira com as pernas abertas.
Mmmm Adoro... por que você não vem e me come? Ela me responde. Eu digo... não, vem você e chupa minha pica já que você me deixou tão duro contando tudo que precisa... por que não aplica isso comigo?
Ela se aproximou de onde eu estava, desabotoou minha calça jeans e enfiou as mãos na minha cueca. Pude ver que ela só queria sentir minha pica antes de olhar pra ela. Eu a tateei e pude ver, enquanto ela se aproximava, como se surpreendeu. Hummm, que pica linda que você tem, bem gordinha. Que vontade de comer uma pica gordinha como eu tenho!
A primeira coisa que saiu foi a cabeça da minha pica, e ela deixou debaixo do elástico da cueca. Começou a lamber com uma suavidade magistral. Passava a língua uma e outra vez. Depois, tirou ela toda completa. Minha pica estava tão dura e eu tão excitado que podia vê-la maior do que nunca. A cabeça da minha pica parecia uma flor de tão grande que estava.
Ela se levantou e ficou de costas pra mim. Se inclinou. Pegou a pica e levou até a vagina dela. A buceta dela estava tão molhada que entrou toda sem resistência. A gordinha estava me comendo quase em pé e de costas. Os movimentos eram muito uniformes, ela se agachava e levantava a raba sempre ao mesmo tempo.
Eu, do meu lado, podia ver o cu dela... Era muito rosado, tinha uns pelinhos bem loiros na borda do cu que, por sinal, estava bem dilatado. Cada sentada que ela me dava, dava pra ver como se abria mais.
Salivei um dos meus dedos e comecei a brincar com o cu dela enquanto ela me comia. Sentia os gemidos dela e as investidas começaram a acelerar. Meu dedão da mão direita se introduziu na bunda dela rapidamente, ela reagiu com um... agora sim... vamos nos divertir... acelerou os movimentos e em um momento ficou sentada na minha pica e começou a se esfregar no meu corpo gritando... isso, papai... isso... durou uns segundos e de novo seguiu com os vai e vem anteriores com a raba dela.
Podia sentir como escorria o fluxo dela pelos meus ovos. Pude ver como ela percebeu isso e levou uma das mãos e começou a acariciá-los. Brinquei um bom tempo com eles até que, por um segundo, ela parou e começou a se esfregar de novo no meu pau. A pressão era enorme... ela começou a gritar... sim... sim... siiiimmm aaaahhhhhhh vou gozar vou gozar... as pernas dela começaram a fraquejar. Senti que ela estava tendo o orgasmo dela. Ela ficou sentada no meu pau uns 10 ou 15 segundos e comecei a sentir um calor no meu pau e nas bolas, sentia um líquido escorrendo. Aaahhhh ela me diz que eu fiz ela mijar de prazer.
Levantei ela na hora e falei pra ela mijar em mim toda, queria sentir o xixi dela na minha boca. Deitei no chão e ela, de cócoras, começou a soltar jatos de mijo no meu corpo enquanto eu me masturbava. O jato era forte e saía com muita pressão, o mijo dela era morno e com um gostinho leve de café. Quando ela terminou de mijar, mandei ela ficar de quatro que eu queria comer a bunda dela. Eu tava com o pau duro igual pedra.
A gordinha se ajeitou e eu comecei a penetrar ela devagar. Não tive muita resistência. Só um pouco de pressão no cu dela e senti quando entrou.
O calor que aquela bunda tinha eu podia sentir. Sentia entrando e saindo. Ela começou a gemer e gritar rápido. Eu continuei no meu ritmo. Metia cada vez mais rápido. Aí pude ver o buraquinho do cu dela começando a pulsar, dava pra sentir o orgasmo dela no meu pau. Tentei deixar bem fundo pra evitar que os espasmos anais dela tirassem ele de lá.
Foi uma sensação incrível sentir o cu dela se contraindo no meu pau... ela gritava Siiim!!! por favor siiiim... siiiim siiiim papai siiiim, as pernas dela começaram a tremer de novo, sinal que ela tava no clímax de novo... eu continuei metendo com mais força e em poucos segundos gozei dentro dela. Meu coração pulsava de tanta energia. Meu pau não parava de gozar, tava tão quente que tirei ele duro e ele continuava jorrando porra. Ela rapidamente se ajoelhou e começou a lamber ele de um jeito descomunal. Era uma puta. Eu tava fazendo ela sentir o que é bom. O homem dela não fazia... eu fiz ela se sentir mulher!!!! e como toda mulher, ela toma o leite do homem dela!!!!!!!!!!!!!!!Espero que esse também seja do agrado de vocês. Comentem o que acharam. É muito gratificante!!!!
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