Debaixo do cobertor com a mamãe #2

Parte 1: https://m.poringa.net/posts/relatos/4580017/Bajo-la-manta-con-mama-1.html ******************** Na manhã seguinte, acordei no sofá do pai. Não lembrava de ter dormido ali. Mas lembrava com certeza do que tinha acontecido na noite anterior. Subi as escadas, me sentindo como se estivesse num caminho estranho de vergonha. Falei pra mim mesmo que o que eu lembrava não podia ter acontecido. Depois de me trocar, saí pra minha primeira corrida matinal da quarentena. Minha mãe já estava na entrada, se alongando. Congelei, esperando uma conversa desconfortável. Em vez disso, mãe não disse nada. Ela só balançou o queixo na minha direção. Talvez eu realmente tivesse sonhado com o dia anterior. Demos uma volta curta de um quilômetro e meio pelo bairro. Sabia que precisava fazer mais, mas mesmo depois dessa distância pequena já estava ofegante. É incrível como o corpo pode largar de mão rápido se você deixar. Além disso, ainda estava perturbado pelo que tinha acontecido e pela atitude aparentemente tranquila da minha mãe sobre isso. Chegamos em casa e tomei banho. Perdido em pensamentos. Quando desci, encontrei minha mãe cantarolando e preparando o café da manhã, como sempre. Sentei na frente de uma xícara de café fumegante e uma pilha pequena de panquecas. Durante metade da refeição, esperei minha mãe dizer alguma coisa, mas ela agiu como se tudo fosse normal. Finalmente, tive que falar. "Mãe, sobre ontem à noite", falei. "O que aconteceu ontem à noite?" perguntou minha mãe. Olhou pro celular, distraída. "Quando a gente tava vendo o filme", falei, "quando você tava... quando eu..." "Eu te falei, querido, é perfeitamente natural reagir desse jeito", disse minha mãe. Ela se levantou e começou a limpar a mesa. Passei o resto do dia numa nuvem de confusão. Considerei todas as opções malucas que pude. Talvez minha mãe tivesse ficado bêbada. Embora soubesse que ela não tinha bebido nada de álcool. Quem sabe minha mãe tinha enlouquecido temporariamente? Ou talvez eu a tivesse hipnotizado sem querer de algum jeito. Será que alienígenas poderiam ter possuído ela por uns cinco minutos? E forçado ela a me fazer uma punheta? Por algum motivo? Tudo era ridículo. Mas será que alguma das minhas teorias era mais estranha do que o fato da minha própria mãe ter me acariciado enquanto eu via TV e depois fingir que nada aconteceu? De novo, depois que terminamos de jantar, descemos pra ver um filme. Sentei no sofá e descobri, pra minha consternação, que já tava duro. Aparentemente, meu corpo já tava preparado. A punheta só tinha rolado uma vez, mas eu já tava condicionado a esperar por ela. Pavlov ia me deixar babando numa tarde. Meu pau tava pra fora como se fosse uma vara de condão. E eu sabia exatamente pra onde queria que ele me levasse. Peguei o cobertor pra me cobrir enquanto mamãe descia as escadas, esperando que ela não me visse. Mamãe escolheu Grávida porque, claro, depois sentou do meu lado no sofá. Minha ereção passou de dura pra furiosa quando os quadris da mamãe se apertaram contra os meus. Notei que ela tinha as duas mãos debaixo do cobertor. "Pronto pra começar, garoto?" perguntou mamãe. Liguei o filme. Quase na hora, senti a palma quente da mamãe tocar minha perna nua. Dessa vez não teve fingimento. Ela foi direto pro meu short e puxou ele pra baixo. Aí ela agarrou meu pau duro. "Mamãe", eu falei. "O que foi, querido?" perguntou mamãe. "Você tá fazendo", eu falei, "de novo". "Tem certeza?" perguntou mamãe, igual na noite anterior. "Bem certeza", eu falei. "Sério", disse mamãe. Ela tirou as mãos pra eu poder ver. A aliança dela brilhava nas luzes do porão. "Tá super certo disso? Porque quero ter certeza que a gente se entende. Isso que você diz que tá acontecendo, tá gostoso?" Tive que admitir que tava. Tava uma delícia. "Beleza", disse mamãe, "mas é o seguinte. Se eu tivesse fazendo o que você diz, seria errado. Mães não devem fazer esse tipo de coisa com os filhos. Então, Eu teria que parar. "Mas se você não sabe o que eu tô fazendo. Se nenhum de nós dois tem certeza, então quem pode dizer o que tá rolando? Pode não ser nada. E aquela coisa incrível que você tanto gosta pode continuar acontecendo." Minha mãe sorriu pra mim, um brilhinho nos olhos azuis vivos dela. Já te falei que minha mãe era gostosa? Ela era uma gostosa do caralho. "Se tá debaixo do cobertor", eu falei, "então tá de boa." Mamãe inclinou a cabeça de leve, como se esperasse que eu pensasse mais. "Porque isso que eu tô sentindo pode ser qualquer coisa", eu falei, "eu teria que olhar pra ter certeza." "Você faria", mamãe disse. "E eu simplesmente não tenho energia pra isso agora", eu falei pra ela. Mamãe sorriu pra mim. "Bem falado", ela disse. Ela deslizou as mãos pra debaixo do cobertor. Assim que eu apertei o play no filme, mamãe segurou meu pau de novo. "Ah, mamãe", eu gemi. "Agora, se não tá rolando nada, a gente não devia fazer barulho", mamãe disse. "Certo?" Eu concordei, já completamente dominado pela mão que apertava meu pau com força. Mamãe trabalhava pra cima e pra baixo, devagar. Diferente da pressa do dia anterior, minha mãe tava com calma, provocando e aumentando aos poucos enquanto a gente via TV junto. Uns momentos depois, ela acelerou as batidas. Eu abafei um gemidinho, me esforçando pra manter o controle como mamãe tinha mandado. Gozei um instante depois, apertando os dentes pra não deixar os gemidos escaparem. Minha porra escorreu quente nos dedos de mamãe. "Dá pra pausar o filme um instante?" mamãe perguntou. "Parece que tem algo na minha mão." "Provavelmente hidratante", eu falei. Mamãe sorriu pra mim. Parecia tão feliz agora que eu tava entrando na brincadeira. "Provavelmente", ela disse, e aí se levantou pra ir no banheiro. * Acordei cedo no dia seguinte, dessa vez na minha própria cama, e me vesti pra correr. De novo, minha mãe tava me esperando. Saímos e começamos a trotar pelo bairro. A primavera estava no auge, as plantas brotando, o chão molhado pelo orvalho da manhã. As ruas, no entanto, estavam estranhamente vazias. Todo mundo dentro de casa. Foi bizarro. Como se tivéssemos entrado num lugar pós-apocalíptico. Mamãe me alcançou. Ela estava usando um legging preto justinho e uma regata azul. O cabelo dela estava preso num rabo de cavalo. "Você tá me dando um baita exercício", disse mamãe, ofegante. "O treinador vai me matar se eu não estiver em forma quando voltarmos", falei. "Bom, faz o que precisar. Sua velha mãe vai ter que dar o melhor de si". "Mamãe, você precisa parar de se chamar de velha, tá? Você é jovem, seu corpo tá em forma fantástica, você é super gostosa e..." "Super gostosa, hein?" Mamãe disse. Nós dois começamos a ficar vermelhos. Em vez de responder, acelerei o passo. Quando chegamos em casa, tomei banho no banheiro do corredor enquanto mamãe limpava o principal. Depois, nos encontramos pra tomar café da manhã. Mamãe tinha servido granola pra nós dois e a mastigávamos em silêncio. "Sabe, não pensei que fosse possível, mas acho que enjoei das comédias obscenas", disse mamãe, "pelo menos por enquanto". "Ah", falei. Olhei pra baixo, pro meu prato. Claro que isso ia acontecer. Mamãe não ia me masturbar toda noite até o fim da quarentena. Foi burrice minha esperar isso. Especialmente depois que eu escorreguei e falei que achava ela atraente. "A gente devia começar a ver outras coisas", disse mamãe. "Poxa!" Falei: "Isso parece ótimo". "Beleza", disse mamãe. E juro que ela me deu uma piscadinha enquanto voltava a comer. Depois do jantar naquela noite, desci as escadas e encontrei mamãe já me esperando, sentada debaixo do cobertor no sofá. "Boogie Nights?" Perguntei, olhando pra tela. "Confia em mim", disse mamãe. Apertei o play. Não demorou muito até nós dois estarmos claramente excitados com o que estava rolando. E, de fato, mamãe se aproximou e colocou a mão na minha perna nua. Um instante depois, era meu pau pelado que ela segurava no lugar. "Bebê?" perguntou mamãe, pausando o filme e olhando pra mim. "O que foi?" perguntei, tentando soar normal enquanto a mulher que me deu a vida me fazia a punheta da minha vida. "Bom, hmmm, não sei bem como dizer isso", disse mamãe, "É que, bom, me parece que se algo pudesse estar acontecendo com você debaixo do cobertor..." "Poderia estar", eu disse. "Ou talvez não", disse mamãe. "Certo", eu disse. "Mas se estivesse", disse mamãe, "então também é possível, embora não certo, que algo esteja acontecendo comigo também. Debaixo do cobertor. Não que eu saiba com certeza, é claro". Meus olhos se arregalaram quando percebi o que mamãe queria dizer. "Teoricamente, é claro", disse mamãe, "Bom, de qualquer forma. Algo para os filósofos, acho". Mamãe pegou o controle remoto e clicou em play. Esperei um momento, principalmente tentando superar o choque que me dominava naquela hora. Mamãe ainda segurava meu pau, mas não se mexia. Então, quando vi que ela estava concentrada no filme, deslizei minha mão debaixo dos lençóis. Ofeguei quando toquei sua coxa quente e nua. "Tá bem, querido?" perguntou mamãe. "Sim", eu disse. Esperava os jeans de sempre de mamãe, mas claramente ela não os estava usando. Movi minha mão mais para cima, sentindo sua pele cremosa sob meus dedos. Esperava bater na barra do short, mas também não estava ali. Dessa vez consegui reprimir minha surpresa. Será que mamãe estava completamente pelada da cintura pra baixo? Movi minha mão mais para cima e descobri que, não, ela estava usando calcinha. Mas só isso. Apenas uma fina camada de tecido transparente me separava do mesmo canal que uma vez me deu à luz. Toquei o forro da calcinha dela. Estavam encharcadas e quentes. O filme tinha ido completamente pro espaço pra mim. Na verdade, eu estava tão focado em sentir o lugar mais íntimo da minha mãe, quase perdi o rastro da mão dela no meu pau. De leve, comecei a sondar o centro da minha mãe com meus dedos. "Hum", ela disse. "O filme é bom", falei. "Ah, sim", ela respondeu. Tenho que admitir que tava adorando virar o jogo. Sentir a buceta da minha mãe por cima da calcinha foi gostoso, mas sabia que tinha que arriscar ir mais longe. Nunca me perdoaria se deixasse essa chance passar. Afastei a calcinha da minha mãe e senti a vulva dela nua pela primeira vez. Os lábios inferiores dela estavam cheios e abertos. A boceta dela praticamente tinha um tapete de boas-vindas do jeito que tava aberta e exposta. Minha mãe não tava brincando quando disse que tava excitada. Já tinha tocado em várias minas, era o jogo de sucesso que todo cara jogava, então me sentia bem confiante nas minhas habilidades pra deixar minha mãe com tesão. Passei os dedos devagar em volta da buceta dela até achar aquela protuberância pequena que com certeza ia dar prazer pra ela. Aí comecei a acariciar de um lado pro outro. Tava tocando o clitóris da minha mãe. Tava brincando com a boceta dela. Dava pra sentir como ela tava quente e molhada. Meu Deus. Enquanto eu trabalhava na minha mãe, ela dobrou os esforços no meu pau. A gente espelhava os movimentos um do outro. Como se guiássemos com nossos sexos. Toda vez que minha mãe diminuía o ritmo, eu fazia o mesmo. Se ela acelerava, eu acompanhava também. Consegui fazer minha mãe gozar primeiro. É estranho que esse tenha sido um dos momentos de maior orgulho da minha vida? Vi minha mãe ficar tensa, o rosto corado, e então ela soltou um suspiro longo. Um momento depois, ela me trouxe meu próprio prazer. Gozei forte, cobrindo a mão dela e o cobertor com minha porra. Nós dois afundamos nos travesseiros, nos olhando com um sorriso safado. "Tem coisa na sua mão?" perguntei. "Estranhamente, sim", ela disse, "E você?" "Um pouco", falei, "mas não tô nem aí, sério". "Ah, eu também não", ela respondeu, "mas melhor a gente dar um jeito nisso". Nós dois levantamos. E aí fomos pro banheiro do porão. Mamãe foi primeiro e eu fui atrás. Enquanto eu me secava, ela me chamou do sofá. "Sabe, acho que esse cobertor tá manchado", ela disse. "Ah", falei, "Bom, que merda". "Acho que a gente devia jogar na máquina de lavar", disse mamãe, "mas não se preocupa. Tenho certeza que consigo deixar pronto pro filme de amanhã à noite". "É, não queria passar frio", respondi, pegando o edredom dela e colocando na máquina.Debaixo do cobertor com a mamãe #2Estabelecemos uma rotina completamente nova. De manhã, a gente acordava e saía pra correr. Depois, tomávamos banho e tomávamos café. Passávamos metade do dia cuidando da nossa vida. Eu tinha aula e a mamãe tinha coisas de mãe. À noite, preparávamos o jantar e limpávamos tudo juntos. Mas paramos de ver filmes. Não parecia fazer mais sentido. Como a gente não tava prestando atenção mesmo, podia deixar qualquer programa velho passando. Toda noite, sentávamos debaixo do cobertor no sofá do papai e nos pegávamos com as mãos. Cada um fingindo da melhor forma que nada tava rolando. Agora que sabia que podia confiar em mim, a mamãe começou a mudar os hábitos dela. Às vezes, eu percebia que ela tinha passado lubrificante na palma da mão. Porra, eu gozei litros na primeira vez que ela fez isso. Outras vezes, ela usava a outra mão nas minhas bolas, segurando de leve enquanto passava os dedos. Também mudava os movimentos: pra cima e pra baixo, ou em espiral, ou passando o polegar na parte de baixo do meu pau. Uma vez, ela fez tudo isso junto e eu quase morri. Tive que acompanhar a criatividade dela. Usei todos os truques que sabia. Brinquei com o clitóris dela de novo, sim, mas também deslizei um dedo pra dentro (na primeira vez que fiz isso, eu gozei sem ela precisar me tocar). Descobri que a mamãe geralmente gostava de uma combinação de dois dedos na buceta dela enquanto meu polegar esfregava o clitóris. Já a bunda dela era completamente impossível. Mesmo assim, encontrei várias outras formas de deixar as coisas interessantes. Assim como eu, parecia que a mamãe gostava mais da variedade. A gente nunca conversava sobre nossas atividades noturnas. Depois que os dois estavam satisfeitos, desligávamos a TV e íamos dormir. No dia seguinte, fazíamos tudo de novo. Nada mudou. Sinceramente, eu achava que nunca mudaria. "Você já transou?" perguntou a mamãe, como se fosse algo conversa mãe-filho totalmente normal. Estávamos sentados lá fora no quintal. Os pés da mamãe estavam no meu colo e eu estava pintando devagar as unhas dos dedos dela. Já tinha terminado os dedos dela, passando de um roxo escuro para um amarelo canário bonito. O problema é que a pergunta da mamãe parecia perfeitamente normal. Essa existência estranha que a gente tinha, onde os dois brincavam regularmente enquanto fingiam que não, significava que podíamos ter essas conversas incongruentes que pareciam que deveriam ser estranhas, mas na verdade eram comuns. "Sim", eu disse. "A Cassie?" perguntou a mamãe. Ela falava tanto que já tinha passado tempo e punhetas suficientes que eu nem me encolhia mais quando a mamãe mencionava minha ex. Sinceramente, a única garota em que eu pensava naqueles dias era a mulher gostosa e sensual cujas unhas dos pés eu estava pintando. "Eu transei com a Cassie, sim", eu disse. "Ela era boa?" perguntou a mamãe. Eu olhei pra ela. Não tinha certeza se era uma pergunta pegadinha. Você não conta pra pessoa com quem está brincando que teve um sexo incrível com sua ex. Mas, pô, a mamãe e eu não estávamos fazendo isso. Pelo menos era o que se supunha. Decidi responder na sinceridade. "Foi ok", eu disse, "A Cassie tinha muitos complexos". "Tipo o quê?" perguntou a mamãe, se inclinando pra frente o melhor que podia com o pé nas minhas mãos. "Ela era, bem. Ela tinha um pouco de medo das minhas coisas. Sabe do que eu tô falando?" "Sinceramente, dá pra culpá-la?" perguntou a mamãe. "Ela tomava pílula e a gente sempre usava camisinha", eu disse. Eu estava me surpreendendo com o quanto eu conseguia ser sincero. "Até no oral. Nunca consegui realmente aproveitar meu... Bem, quando eu... Cê sabe". Como é que eu estava compartilhando um orgasmo com a mamãe toda noite, mas não conseguia falar a palavra durante o dia? "Entendo", disse a mamãe, "Você sentiu que fez de tudo pra excitar ela, mas quando ela fez por você, não foi a mesma coisa". "Sim", eu disse, Exato. Uma vez, no entanto, a gente se embebedou e transou, e foi como estar com uma pessoa diferente. Ela deixou todos os problemas de lado e foi incrível. Na manhã seguinte, ela tava puta. Disse que a culpa era toda minha. "Querido, você, de todas as pessoas, pode entender", disse a mamãe, "Considerando nossa história familiar. Sinceramente, todos nós provavelmente teríamos sido muito mais felizes se ela tivesse um pouco mais daquele medo saudável de gozar na sua namorada." "E aí você não teria me tido", eu falei. "Ah, querido, não é isso que quero dizer." "Você se arrepende de ter me tido?" perguntei. "Eu estraguei sua vida?" "Não", disse a mamãe, "Você é maravilhoso. Ter um filho foi a melhor coisa que me aconteceu na vida. Só queria que tivesse acontecido quando eu tinha 28 anos, em vez de 20." Eu entendi. Claro que entendi. Assenti e voltei a pintar o mindinho da mamãe. "A verdade é", disse a mamãe, "se eu tivesse a chance de trocar, se pudesse voltar atrás e ser uma mãe normal? Ainda assim te escolheria. Sempre." "Por que você não teve mais filhos?" perguntei. Sabia que era uma pergunta invasiva, mas não consegui evitar. "Você disse que amava me ter. Você ainda é jovem. Por que não mais?" "Bom, naquela época cuidar de um já era suficiente", disse a mamãe, "e depois seu pai começou a trabalhar. Um dia, olhei pra cima e você já tava indo pra faculdade. Mas..." Mamãe desviou o olhar, corada. "O quê?" perguntei. "Bom", ela disse com voz fraca, "seu pai e eu... Depois que você se mudou, senti falta de ter um bebê por perto. Então a gente tem, sabe, tentado." Mamãe me olhou ansiosa. "Legal", falei, "adoraria um irmãozinho ou uma irmãzinha." Mamãe soltou um grande suspiro de alívio. Como se realmente tivesse ficado preocupada com minha reação. É verdade que seria estranho estar fora da faculdade com um irmão que mal saiu das fraldas. Mas mamãe era tão jovem que fazia sentido ela querer começar um segundo. capítulo da história da família. "Acho que quando o papai voltar, você pode tentar de novo", falei. Por algum motivo, esse pensamento me incomodou. "Acho que sim", disse a mamãe, e me deu um sorriso vazio. ******************** Na manhã seguinte, acordamos pra nossa corrida matinal. Os dias estavam cada vez mais quentes e tinha mais gente nas ruas com a gente. O mundo estava acordando devagar. A gente já tava correndo até oito quilômetros por dia e eu começava a me sentir muito bem. Tava quente o suficiente também pra eu correr sem camisa. Tentei convencer a mamãe a usar só um top de academia, mas ela disse que não se sentia à vontade se expondo daquele jeito. A gente tava no nosso ritmo normal quando viramos a esquina de uma rua tranquila e arborizada. A gente tava indo tão bem que eu já tava pensando em aumentar, talvez até uns 11 quilômetros. Mamãe costumava ficar atrás de mim quando corríamos, mas quando a gente virou, ela me alcançou. Ela olhou pro meu peito nu. Por um segundo, vi os olhos dela se arregalarem. Aí ela caiu pra trás. "Mamãe?" Me virei, pensando que ela só tinha perdido o ritmo. Em vez disso, encontrei ela caída no meio da rua. "Mamãe!" Corri de volta e me ajoelhei perto dela. Mamãe tava estirada no chão. Tinha um arranhão leve na bochecha. Ela me olhou, os olhos azuis pequenos e assustados. "Eu tropecei", disse a mamãe, "tô bem". Mas o corpo dela desmentia a calma, deitada em posição fetal no chão. "Consegue levantar?" Perguntei. "Com certeza", disse a mamãe. Ela começou a se levantar, mas quando apoiou o peso na perna esquerda, caiu de novo. Corri pra ficar perto dela. "Joelho?" perguntei, preocupado. Se o joelho dela tivesse quebrado, a gente chamaria uma ambulância. "Tornozelo", disse a mamãe. Ok, talvez não fosse tão grave. Com cuidado, ajudei minha mãe a se levantar. Ela tava bem com a perna direita, mas segurava a esquerda com dificuldade. "Consigo andar até em casa", disse a mamãe. Ela deu um passo, Ela fez uma careta e deu mais um passo. "Vou chamar alguém", falei. "Não", disse mamãe, "estou bem". Eu observei, sombriamente, enquanto ela mancava pela rua. Estávamos a três milhas de casa. Não tinha como ela conseguir. Antes que eu pudesse discutir, corri e peguei minha mãe nos braços. Levantei ela, como um bebê, e comecei a caminhar de volta pra casa. Mamãe não era pequena, mas era leve. Eu não tinha feito todo aquele treino de parte superior do corpo planejando um dia carregar uma mulher por três milhas, mas parecia uma recompensa que valia a pena na hora. Caminhamos pela rua; minha mãe se agarrou ao meu peito. "Desculpa", disse mamãe. Ela estava claramente envergonhada pelo que tinha acontecido. "Acho que tropecei em alguma coisa". "Tá tudo bem", falei, "Fico feliz em poder estar aqui pra você". "Meu pequeno cavalheiro", disse mamãe, lembrando do apelido antigo que me dava. "Vindo me salvar mais uma vez". "Não faria diferente", respondi. Correr três milhas é muito diferente de andar três milhas. Especialmente carregando alguém. Tivemos que parar algumas vezes pra descansar. Levamos menos de uma hora pra sair, mas voltar pra casa levou mais de três. Quando finalmente chegamos em casa, nós dois desabamos no jardim da frente. Deitamos na grama, olhando pro céu azul. O dia estava quente. O ar cheirava a madressilva. O mundo estava reconfortantemente calmo. "Isso é gostoso", disse mamãe. "Não, não é", falei. Ela se esticou e pegou minha mão, apertando forte. "Sim, mas é um pouco". Levei a mão dela aos meus lábios e beijei. Cavalheiro até o fim. Por um momento, pensei que mamãe fosse gritar comigo por fazer algo carinhoso onde ela podia ver. Onde todo mundo podia. Mas, em vez disso, ela sorriu pra mim. Eventualmente, conseguimos nos levantar e eu levei mamãe pra dentro de casa, até o quarto dela. Mesmo sendo adulto, parecia estranho estar no espaço da mamãe. Como se eu tivesse cruzado uma barreira invisível pro mundo particular dos meus pais. O quarto estava bem equipado com madeiras escuras e um edredom carmesim. Parecia bem maduro. Bastante recatado. Deitei a mamãe com cuidado na cama dela, tamanho Queen. Depois desci até a geladeira e preparei uma bolsa de gelo. Quando voltei, mamãe estava deitada, com a cabeça apoiada nos travesseiros. Ela ainda vestia a roupa de corrida: leggings pretas justas e uma regata verde. A bunda de cavala dela estava torta e o cabelo escapava em pequenos fios dourados. Com tudo o que acontece no mundo, eu realmente não queria levar a mamãe para o hospital. Em vez disso, procurei o que o Dr. Google achava e montei um pequeno plano. Descanso e gelo, principalmente, enquanto verifico se há inchaço. Sabia que, se mamãe não conseguisse apoiar o peso no tornozelo, iria ao médico, mas esperava que fosse só uma torção e que ela ficasse bem. Assim que tive certeza de que minha paciente estava bem, fui tomar um banho. Depois preparei o café da manhã e levei para mamãe. "Quer tomar um banho também?" perguntei, esperando ter a chance de ajudá-la. "Estou bem por enquanto", disse mamãe, e eu soube que tinha ido longe demais. De novo, esse era o problema de esconder nosso relacionamento debaixo do pano: era impossível entender realmente como ele era. Em vez disso, eu tinha que adivinhar e, às vezes, ultrapassar os limites sem querer. Sabia que tinha exagerado, então me levantei da cama. "Me avisa quando terminar", falei, "vou trocar sua bolsa de gelo". "É bom ter meu cavalheiro de volta", disse mamãe. "Ele nunca foi embora", respondi, parado sobre ela. Mamãe me deu um olhar desconfiado. "Você é quem se afastou, mamãe", falei, com a amargura se infiltrando na minha voz. "Eu? Você é quem começou a passar todo aquele tempo com seu pai", disse mamãe, "Pensei que talvez você simplesmente, sei lá, fosse me deixar para trás". "Pensei que tinha feito algo para te irritar", falei. Sentei de novo na beirada da cama. "Então, nós duas nos afastamos sem motivo", disse mamãe, tirando a conclusão por nós duas. É, acho que sim", falei, "desculpa. Sinto muito por termos perdido tanto tempo juntos". "Te amo muito", disse a mamãe, "não quero perder mais nada". Subi na cama e abracei a mamãe com cuidado. Ela me beijou na bochecha e depois nos separamos. Mamãe dormiu um pouco. Ouvi o som da água abrindo e percebi que ela tinha entrado no chuveiro, de algum jeito. Lá pela hora do jantar, preparei uma comida rápida e fácil. Levei pra mamãe na cama dela. Peguei o outro lado e sentamos pra comer. "Isso tá realmente bom", disse a mamãe. "É só macarrão", falei, "Acho que aprendi com os melhores". "Claramente", disse a mamãe. Quando terminamos, lavei os pratos e voltei. O tornozelo da mamãe tava um pouco inchado, mas sem nenhum hematoma. Baseado na minha formação médica extrema, tirada da internet, tava bem seguro de que não tinha quebrado nem rompido nada. Mais uma vez, resolvi arriscar. "Quer que eu te ajude a vestir o pijama?" perguntei. Mamãe balançou a cabeça pra mim. "Vou ficar bem assim". Depois do banho, ela tinha trocado pra uma roupa surpreendentemente ousada (pra ela): um shorts e uma regata amarela. "Tá bom", falei, "te vejo de manhã". "Ei, Jay?" Mamãe me chamou quando cheguei na porta. "O que foi?" "Desculpa não podermos fazer nossa noite de cinema", disse a mamãe, "sei que você tem curtido". "Acho que você também tá gostando", falei. "Ah, com certeza", disse a mamãe, "amo ver programas com meu filho lindo. Mas como não tem TV aqui, acho que vamos ter que esperar até eu conseguir me mexer melhor". "Podemos nos acomodar aqui", falei, "Vou pegar meu iPad e podemos assistir na sua cama". "Seria maravilhoso", disse a mamãe, a empolgação vazando na voz dela, "Odiaria quebrar nossa tradição". Fui pro meu quarto e peguei meu tablet. Depois me meti na cama junto com a minha mãe. Apoiamos a tela entre nós e nos acomodamos. Encontrei outro reality show besta sobre gente fazendo jardinagem e liguei. Mamãe se aninhou. debaixo do edredom, de modo que os lençóis chegavam até a cintura dela e eu fiz o mesmo do outro lado. Do lado do meu pai. De repente, fiquei muito consciente do que estava fazendo e onde estava fazendo. A culpa que deveria ter me dominado nunca apareceu. Quando o programa começou, mamãe se aninhou do meu lado. Ela apoiou a cabeça no meu ombro. Escorrendo, mechas de cabelo corriam pelo meu peito. Nesse ponto, geralmente eu era quem dava o primeiro passo, combinando com o estereótipo do filho muito ansioso. Mas naquela noite eu queria que mamãe iniciasse. Sei que parece óbvio em retrospecto, mas naquele momento, queria ter certeza de que mamãe, no estado lesionado dela, não estava realmente interessada em só ver televisão. Então senti a mão pequena dela envolver meu pau e todas as minhas perguntas foram respondidas. "Esse programa é muito bom", eu disse, enquanto os dedos ágeis dela se contraíam no meu pau. "Mmhm", disse mamãe, distraidamente. Sem nada me impedindo, lancei minha mão entre as pernas de mamãe. Ela soltou um pequeno gritinho abafado quando rocei a buceta dela coberta pela calcinha. "Ah", eu disse, movendo minha mão para trás para que acariciasse levemente o tecido da calcinha de mamãe. Geralmente, eu não estava tão animado. Algo sobre estar na cama dos meus pais, tocar mamãe no lugar privado dela, me deixava particularmente excitado. "Olha, agora acho que eles deviam começar a trabalhar", disse mamãe, depois de um tempo provocando ela. Concordei. Encontrei o clitóris dela com meus dedos. Ela estava particularmente melada naquela noite e me perguntava se alguns dos mesmos pensamentos que me deixavam assim também estavam afetando ela. Olhei para mamãe. O rostinho bonito dela era ainda mais lindo no prazer. Se é que algo, o fato de que ela estava tentando não mostrar nada só aumentava o quão gostosa ela parecia. Os músculos do pescoço de mamãe estavam tensos. Os lábios finos dela. A respiração dela era curta e aguda. Porra!" Mamãe exclamou enquanto enfiava a própria buceta no meu dedo. "Ah, que... arranjo de flores bonito. Muito bonito." A vergonha dela pela própria exclamação foi quase tão sexy quanto o som em si. Acho que ela queria me ter do mesmo jeito, então mamãe dobrou os esforços no meu pau. Usou todos os truques secretos dela, acariciando e girando pra me fazer reagir. Decidi provocar ela um pouco mais. O que posso dizer? Ainda sou um moleque. Tenho mamãe bem na beira do abismo. Tinha chegado naquele ponto maravilhoso e íntimo onde conhecia o orgasmo dela tão bem que reconhecia todos os sinais. Percebi que ela ia gozar a qualquer momento. "Bom, acho que vou dormir", falei. "O quê?!" "Foi um dia longo e tô cansado", disse pra ela. Mamãe olhou direto pra onde minha mão estava, debaixo do lençol. Nunca tinha reconhecido o que a gente tava fazendo além disso. "Tem certeza?" perguntou ela, a voz fraca e cortante. "Não falta muito, né?" eu disse. Fiz questão de olhar exatamente pro mesmo lugar que ela. Não achei que ia admitir o que tava rolando. Na verdade, sabia que se algum dia fizesse isso, provavelmente seria o fim de tudo. Mas como qualquer bom filho, adorava ver minha mãe se remexer um pouco. "Não quer ver o final?" perguntou mamãe. "Do programa, quero dizer. Ouvi dizer que o clímax é, hmm, realmente muito bom." Fingi pensar sobre isso. "Acho que você tem razão", falei, "Vamos terminar isso antes de acabar a noite." Um momento depois, mamãe arqueou a bunda de leve, soltando um gritinho rápido e agudo. "Ah!" ela disse, e rapidamente levantou o braço livre no ar e se espreguiçou, "Quero dizer, ahhhhhh. Tão cansada." "Esse foi um baita bocejo", falei pra ela. Mamãe concordou com a cabeça. "O maior que dei em muito tempo", disse, "devo estar muito cansada." Continuou me acariciando debaixo do lençol. Um momento depois, meus olhos se fecharam de repente quando meu orgasmo me acabou. Meu corpo tremia enquanto tentava me segurar. Só consegui parcialmente. "Esse também foi um baita bocejo", disse a mamãe, me cobrindo rapidinho. "Deve ser contagioso", falei. Trocamos um sorriso. Nossas testas encostaram uma na outra. Por um instante, parecia que a mamãe ia se inclinar pra frente e... "Ah! Olha só", disse a mamãe, "tô com a porra do hidratante na mão de novo". "O que que há com você?" perguntei, brincando. "Sabe, sinceramente, não faço ideia", disse a mamãe. "Posso te trazer um lenço", falei, começando a me levantar. "Nem se preocupa", disse a mamãe, me segurando com a mão seca. "Sabe, meu peito tá coçando um pouco ultimamente, acho que vou passar ali". Fiquei pasmo, vendo a mamãe soltar meu pau e enfiar a mão debaixo da própria camiseta. Agarrou o peito e começou a esfregar, devagar. Sensualmente. Eu nunca tinha noção do tamanho dos peitos da mamãe. E ela sempre usava camadas que os deixavam bem escondidos. Agora, porém, o universo inteiro podia ter explodido, e eu teria ficado olhando minha mãe esfregar minha porra nos peitos dela, espalhando em círculos nos mamilos. Primeiro um peito, depois o outro. Gemendo baixinho enquanto fazia. "Isso aliviou pra caralho", disse a mamãe. Deitou-se e suspirou. "Que tal mais um episódio?" *************** Não esquece de deixar teus pontos pra próxima parte!

7 comentários - Debaixo do cobertor com a mamãe #2

10pts es poco!!!! Que kosa rica morbosidad real despacio y con culpa como son estas relaciones