Amante Inesperado (Amante do Chaveiro 2)

Aqui vai a segunda parte do conto que li há muito tempo nesta página. Deixo o link da primeira parte e, na sequência, vem a segunda: http://www.poringa.net/posts/relatos/1060728/Ese-viejo-cerrajero-se-la-fuck-futura-poringa girl.html

Isso me causou um pouco de vergonha e ao mesmo tempo excitação, porque aqueles velhos amigos de seu Lucas já deviam ter ouvido a história de como aquela tanga foi parar com ele. Desviei o olhar e subi no táxi, estava com o Paul, mas meus pensamentos estavam em outro lugar. Estar ali com ele, pensar no que tinha acontecido horas antes, me enchia de arrependimento, e o que poderia acontecer no dia seguinte me fazia sentir ainda pior. Naquele instante, pensei que aquilo poderia ir longe demais e que eu não devia mais continuar. Só ia acontecer uma vez, só uma ocasião em que perdi a cabeça por uns instantes, e ponto final. Decidi cheguei à conclusão de que seu Lucas não entraria na minha casa amanhã, que colocaria um cadeado e que depois iria até o estabelecimento dele, falaria claramente com ele e pediria aquela cópia da chave. O que tinha acontecido foi só uma loucura, só isso, deixaria bem claro. Me senti mais tranquila e tentei não pensar mais nisso. Passei muito bem com meu marido, fomos um tempo no parque e depois fazer compras num shopping. Quando passamos na frente de uma loja de lingerie e corseteria, o Paul me parou e disse:

- Meu amor, olha que modelitos lindos, são bem sexys, ficariam maravilhosos em você.

Fiquei surpresa, era uma espécie de sutiã branco de renda e uma linda tanga vermelhinha semi-transparente, era muito sexy, e como ele quase nunca me propõe me vestir sexy para ele, me estranhou.

- Pega, meu amor, quero te ver assim hoje à noite.

Fiquei animada, porque pensei que me vendo nessas peças, talvez dessa vez pudesse ser diferente e ele fazer coisas novas na cama. Então entramos na loja, fiquei olhando as peças e o Paul atrás de mim. Virei para olhar para ele e sorri.

- Ok, meu amor, vou levar só porque você está me pedindo.

Dei um beijinho nele e comprei. Saímos daquela loja muito felizes, como dois namorados apaixonados e safados. Fomos comprar outras coisas e nos divertimos. Já não lembrava mais dos acontecimentos daquela tarde. Voltamos para casa, o estabelecimento do seu Lucas estava fechado. Ao ver aquilo, a ideia que tinha pensado momentos antes... Reafirmei e estava decidida a botar um fim naquela situação. Chegamos em casa, já de noite, fui tomar banho pra me preparar pra noite romântica que eu e o Paul íamos ter, supostamente. Tava tomando banho de boa quando, de repente, a água não tava descendo pelo ralo, tava formando uma poça d'água ao meu redor. O cano tava entupido. Fiquei puta da vida, porque não ia conseguir terminar de tomar banho. O que eu ia fazer com aquele problema? Então me enxuguei com a toalha e saí do banheiro. O Paul tava vendo TV e comentei sobre o problema. Ele ficou preocupado, foi testar no vaso, mas acontecia a mesma coisa: a água não descia. Era um problema, porque a gente precisava se lavar. Então pensamos em ir na casa da minha vizinha. Fui eu e comentei o problema, ela aceitou numa boa. Fiquei mais tranquila, porque lá a gente podia usar o banheiro. O que me deixou meio incomodada foi que o marido da minha vizinha tava em casa. Era um senhor de uns 55 anos, careca e gordinho. Ia me dar uma vergonha. Então fomos nós dois e usamos o banheiro dela. O velho marido da minha vizinha só ficava me olhando dos pés à cabeça, não falava muito. Entrei no banheiro, tomei banho e, como sabia da ocasião que teria com meu marido, coloquei a calcinha fio dental nova, um short de lycra branco e uma blusinha. Quando saí do banheiro, o velho ficou me encarando. No momento em que virei de costas, senti o olhar dele no meu rabo, com certeza vendo como a calcinha fio dental marcava, porque meu short de lycra era branco e a calcinha vermelha. Isso provocou em mim uma sensação de calor por dentro. Agora eu sabia o que tava rolando: os olhares de desejo de velhos me excitavam. Meu marido não percebeu, tomou banho também e, quando a gente foi embora, minha vizinha disse que conhecia alguém que podia consertar o defeito do nosso banheiro e me passou o nome, Jaime, e o telefone dele. Quando voltamos pra casa, já era noite. O Paul disse que tava cansado e foi dormir. Eu não falei nada. Eu, que achava que ia ser uma noite romântica e de love. me arruinei por causa daquele problema e também porque o Paul não quis mais nada, fiquei decepcionada, comecei a pensar no que ia rolar no dia seguinte e assim fui pegando no sono.

No dia seguinte, o Paul saiu cedo e me disse pra falar com o reparador pra resolver o problema, então fiquei sozinha em casa com o problema do banheiro. Fiquei pensando se ligava pro encanador e, ao mesmo tempo, pensava que seu Lucas podia chegar a qualquer momento, então tranquei a porta. Liguei pro reparador, depois de explicar o problema, ele disse que sabia onde era porque já tinha ido na casa da minha vizinha fazer uns serviços, então falou que chegaria o mais rápido possível, já que não tinha serviço. Nisso, a voz dele me pareceu familiar, mas não liguei muito. Passaram 20 minutos enquanto eu tomava café da manhã, quando ouvi alguém batendo na porta. Hesitei em abrir porque não sabia se era o reparador ou o seu Lucas. Tava de short de lycra e, se fosse o seu Lucas, ele ia imaginar que eu tava esperando por ele, coisa que já não era mais. Rapidamente fui me trocar, vesti a primeira coisa que vi: um vestidinho azulado justinho que tava por ali. Fui abrir e qual foi minha surpresa: o reparador era aquele velho amigo do seu Lucas que duas vezes me viu saindo do local. Ele era moreno, gordinho, corpulento, uns 50 anos, media uns 1,70 de altura. Fiquei meio envergonhada porque o cara com certeza já sabia umas coisas sobre mim.

- Bom dia, senhora, sou o reparador, meu nome é Jaime.
- Oi, pode entrar - respondi, cheia de vergonha.

Ele, no entanto, não me lançou nenhum olhar de desejo ou cumplicidade, então com certeza já devia saber do meu rolo com o seu Lucas. Mostrei onde era o banheiro e o problema, ele logo pegou as ferramentas e começou a trabalhar como se nada fosse. Eu me senti um pouco aliviada por isso, mas ao mesmo tempo incomodada de ficar sozinha com ele ali no apartamento, e por tudo mais que ele sabia sobre mim. Então perguntei em quanto tempo ele terminaria o conserto. O defeito me respondeu
- em uma hora ou duas, se for muito difícil, ele me disse

eu disse que iria fazer umas compras e que depois voltaria, que não demoraria, ele disse que estava bem, então saí de casa e deixei ele trabalhando. Pensei em ir até o local do seu Lucas reclamar da chave, falar com ele sobre isso, então saí e cheguei no local do seu Lucas. Pra minha azar, estava fechado e eu não queria voltar pra casa por causa do desconforto que já comentei, então aproveitei pra comprar alguma coisa e perder pelo menos o tempo que aquele senhor estaria trabalhando lá em casa. Fiquei andando por aí até dar uma hora, já estava me preparando pra voltar pra casa, pensei que ele já teria terminado o serviço. Ao entrar no apartamento, não ouvi barulhos, pensei que o seu Jaime já tinha acabado o trabalho e ido embora, mas fui ver o banheiro e lá estavam as ferramentas dele e o defeito continuava lá, a poça ainda estava lá. Me dirigi pro meu quarto, achei estranho ver a porta entreaberta e quando ia entrar, através do espelho do toucador, vi algo que me deixou paralisada. Seu Jaime sentado na cama em frente ao toucador, com o pênis enorme pra fora e uma das minhas calcinhas enrolada em volta do membro dele, mais grosso que o do seu Lucas e com uma cabeçona grande e brilhosa, muito veiudo e comprido, era um mastodonte impressionante, se masturbando espetacularmente inspirado pela minha calcinha. Só ouvia os sons que aqueles movimentos produziam, seu Jaime fechava os olhos e esfregava o pau na minha calcinha muito rápido, só saíam gemidos da boca dele. Fiquei impressionada com a imagem, era um depravado tarado, talvez mais que o seu Lucas, porque ele foi fuçar entre minhas roupas pra se masturbar com minha calcinha. Seu Jaime não percebeu minha presença, continuou com o trabalho dele. Naquele momento de confusão, eu parada na entrada do meu quarto e seu Jaime dentro do quarto, de repente, através do espelho vi como um gemido fez o dom jaime explodir se contorcendo ali sentado e potentes jatos de porra respingaram minha calcinha fio dental, eu estava parada na porta, estava excitadíssima com a situação, com a imagem de novo, com o momento tão safado, estava me deixando em estado de choque, de hipnose e de tesão. dom jaime terminou de se punhetar, e eu, como pude, tentei sair, mas fiz barulho com a porta que se abriu completamente, e dom jaime virou rápido, surpreso, me viu e ficou me encarando. foram uns 5 segundos assim, ainda com o pau dele duro pra caralho e minha calcinha na mão. ele quebrou o silêncio:

- pamela... não aguentei a vontade de me imaginar te comendo depois do que o lucas me contou e ao ver essas calcinhas fio dental que você usa, não consegui me segurar e fazer isso

eu não disse nada. ele pegou o pau dele e, acariciando, me disse:

- sabe, eu te faria gozar mais que o lucas. faz tempo que não como uma mulher e tenho muita porra pra te dar, te aproveitar e te banhar

essas palavras vulgares no tom que ele falava provocaram um calor dentro de mim, me faziam perder a razão. ele se aproximou de mim, eu, como hipnotizada, não me mexi nem um passo. ele veio na minha direção se acariciando o pau, quando ficou de frente pra mim, me olhando com luxúria, eu não consegui andar pra trás e negar algo que ele queria fazer comigo. ele pegou minha mão, eu fechei os olhos, estava cheia de desejo, pronta pra me entregar praquele pau, praquele velho, como uma verdadeira puta. ele colocou minha mão no pênis dele, eu perdi o controle com minha mão, como se fosse um feitiço, comecei a agarrar aquele pênis enorme do dom jaime e comecei a acariciar, com meu olhar pra baixo vendo como minha mão punhetava aquela pica enorme. dom jaime começou a acariciar um peito meu, eu não dizia nada, ficamos assim. ele começou a morder meus seios por cima do meu vestidinho e acariciá-los, eu gemia um pouquinho. de repente, ele começou a baixar meu vestido pela parte de cima até minha cintura, me deixando de sutiã

- que gostosa Você é a Pamela, uma bonequinha mesmo.

Planto uns beijos por cima do sutiã no contorno dos meus peitos, desabotoo meu sutiã, tiro ele, meus peitos ficaram nus diante do olhar dele. Ele fez um gesto de emoção e prazer por vê-los assim, enquanto eu continuava batendo uma pra ele, ele acariciava meus peitos. Eu estava excitada e louquinha. Ele pegou um peito e com os dedos apertou um dos meus mamilos, que já estavam bem durinhos naquele momento. Eu só gemi: ahhhh...

- Pamela, são os peitos mais lindos que já vi, que mamilos gostosos e rosadinhos...

Ele começou a chupar meus mamilos e a morder como um desesperado, eu adorei. Com uma mão, eu continuava punhetando ele, enquanto com a outra guiava o rosto dele para os meus peitos, pra ele chupar mais.

- Haaa, seu Jaime, chupa eles assim, ahhhh, que gostoso...

Seu Jaime parou os movimentos e disse:

- Quero que meu pau curta eles.

Então ele me pegou pelos ombros e me fez agachar, ficar de joelhos na frente dele, e o pau dele ficou na minha cara. Peguei o pênis dele e comecei a bater nos meus peitos e nos meus mamilos com ele, e a passar por todo o contorno. Eu ficava mais tesuda com essas coisas. Peguei meus peitos e com os dois comecei a tentar prender o pau do seu Jaime. Depois de um tempo assim, meus peitos já brilhavam deliciosamente com o líquido pré-seminal que o pau do seu Jaime deixou neles. Ele pegou o membro dele e com a ponta pra cima me fez um sinal pra eu prender ele com meus peitos.

- Que delícia você assim, o que seu marido diria se te visse assim, fazendo qualquer coisa por esse velho? Você tá doida por pau. Agora quero que você bata uma com essas suas tetas lindas, quero ver o quão puta você é.

Como se fosse uma ordem, peguei meus dois peitos e prendi o pau do seu Jaime, começando a masturbar ele com meus peitos. O pau dele quase chegava na minha boca a cada vai e vem, e eu já entregue de vez pra esse encontro proibido e obsceno com esse velho, queria pegar com meus lábios aquela tranca enorme. E o dom Jaime aproveitava ao máximo daquilo.

— Ahhh, que gostosa, mami, você é toda uma putinha, adora uma pica, dá pra ver que seu marido não te dá o que você quer, mas eu vou te dar uma foda que você nunca vai esquecer.

Eu acelerei os movimentos dos meus peitos, minha calcinha fio dental já devia estar molhada dos meus fluidos. Eu gozava e gemia também. Não aguentei mais, soltei meus peitos, agarrei a pica dele e comecei a chupar.

— Isso, putinha, come ela toda pra ver se cabe. Aaaah, sim, assim, mamãe.

Dom Jaime adorava me ver chupando ele. Ele não se enganava ao dizer se aquela pica enorme caberia inteira na minha boca pequena — eu metia o quanto entrava. O gosto dele me enlouqueceu, e comecei a chupar com tesão, passando minha língua na glande, dando vários beijinhos na ponta, provocando milhares de sensações naquele velho. Ele só segurava minha cabeça e guiava meus movimentos, gemendo como um louco — coisa que nem precisava, porque eu já estava me dedicando de verdade, chupando sem parar. Chupei ele por uns 20 minutos.

— Que gostoso você chupa, Pamela.
— Você é uma chupadora experiente, que delícia, mami, continua, continua, mais... hooo.

Dom Jaime falava isso, e me deixava mais excitada. Comecei a chupar o mais rápido possível, tentando fazer ele gozar.

De repente, dom Jaime me apertou um pouco mais contra a pica dele, e senti o pau dele inchar dentro da minha boca.

— Ooohhh, haa, toma meu leite, Pamela, engole tudo, putinha, hahaa.

Senti um jorro quente sacudir minha garganta. Desde o primeiro disparo do leite dele, inesperadamente pra mim, ele tirou a pica da minha boca e apontou pro meu rosto. Eu não fiz nada, recebi feliz o próximo jorro disparado por aquela pica potente. Depois, ele disparou de novo, agora nos meus peitos. Dom Jaime terminou me deixando quase banhada no leite dele. Engoli o leite que ele tinha jogado dentro da minha boquinha. Ajoelhada assim, dom Jaime começou a bater com a pica no meu rosto e, ao mesmo tempo, esfregar pra espalhar o leite dele em mim. Meus peitos fizeram o mesmo, eu só tava aproveitando pra caralho e saiu da minha garganta, o que eu nunca imaginaria, mas tava tão excitada na hora que não consegui me segurar.

- Que delícia, dom Jaime, tô louca pra você meter.
- Vou te enfiar todinha, sua puta, mas quero aproveitar você. Nunca comi uma bunda igual a sua, você é muito gostosa e vou te curtir te fodendo. Você vai ter essa pica toda dentro, mas quero saborear teu corpo.

Levantei de onde tava, agarrei minhas pernas e as mãos dele foram subindo pelas minhas coxas, pegando meu vestido e levantando ele devagar até minha cintura. Na frente dele ficou minha calcinha fio-dental, ainda com cheiro de nova e dos meus fluidos. O velho enlouqueceu com aquela visão. Num movimento, ele pegou a calcinha que ele tava usando pra bater punheta momentos antes e usou pra limpar um pouco meu rosto do esperma dele, que tava em mim. Eu já tava no meu papel de puta, dominada por aquele velho.

- Gostou, dom Jaime?
- Sim, você fica gostosa de calcinha fio-dental, sua puta.
- É nova, hoje o senhor vai estrear ela.
- Vou sim, puta, vou estrear ela. Vou estrear muitas coisas em você.

Ele disse com um sorriso debochado, me carregou como um noivo carrega a noiva pra cama no dia do casamento. Eu nos braços daquele velho, o mais feio que eu poderia imaginar, meu novo amante no meu quarto de casamento, com meu vestidinho todo enrolado na cintura, meus peitos de fora e minha calcinha fio-dental. Nunca imaginei.

Ele sentou na beira da cama, na frente do espelho da penteadeira, e disse:
- Aqui, Pamela, quero ver você enfiar minha pica, mas não tenho camisinha...

Não deixei ele terminar e falei:
- Assim mesmo, dom Jaime, me fode. Quero provar sua pica, não importa se não tem camisinha, quero sentir ela dentro de mim (por sorte não engravidei naquela vez).

Ele sentou de frente pro espelho da penteadeira, me pegou pela cintura e me levantou pra sentar no colo dele, deixando a pica entre as minhas coxas. Era enorme, porque mesmo fechando as coxas, a cabeça dela... O pau dele se assomava por entre elas, estava bem durinho, brilhando com restos da minha saliva e do sêmen dele, ficando assim. Olhei no espelho, fiquei com tesão de me ver daquele jeito. Dom Jaime, de repente, pegou nas laterais da minha calcinha fio dental e foi descendo ela devagarzinho. Eu levantei um pouco minha bunda pra facilitar o trabalho. Ele foi descendo até a altura dos meus tornozelos, deixando ela toda enroscada ali, com a minha buceta toda exposta e o pau dele a centímetros de lá.

- Que rachinha gostosa, como eu gosto delas bem depiladinhas. Se prepara, putinha, vou te enfiar essa pica.

- Devagar, por favor, Dom Jaime.

Falei, porque aquele pedaço de carne era enorme. Ele pegou o pau dele e começou a bater na entrada da minha buceta. Isso quase me fez gozar, porque o som que fazia me dava mais tesão, e o que eu via no espelho - os fios dos nossos fluidos indo da minha buceta pro pau dele - era tão quente. E o velho mais ainda, porque a cara dele era de puro prazer.

- Tá gostando, mamãe, como a minha pica bate na sua coisinha?

- Tô sim, Dom Jaime, gosto muito... agora enfia em mim, por favor... hoooo.

Ele me pegou pela cintura, me levantou um pouquinho, e eu colaborando, peguei o pau dele, deixei ele bem duro pra entrar na minha buceta. Dom Jaime foi me descendo devagarzinho. O pau dele entrou dentro de mim, eu soltei quando a ponta já tava lá dentro e peguei meus peitos, aproveitando essa penetração. Soltei um gritinho...

- Aiii, Dom Jaime, o senhor tem ele muito grande, devagar, tá doendo... ohhhh.

- Haaa, Dom Jaime, sua pica me deixa louca. Enfia ela toda em mim... oooohhhh... ahhhhh.

Ele foi me descendo até enfiar tudo. Olhei no espelho, minha buceta já tinha engolido a pica toda. Ele deixou lá dentro um tempinho, eu mexia minha bunda em círculos pra aproveitar mais. Dom Jaime, me segurando pela cintura, começou a me levantar e me descer, pra eu enfiar e desenfiar sem parar no pau dele. Me carregava sem esforço.

- Mais, Dom Jaime, mais, que delícia me comer assim.

- Assim, mamãe, que eu gosto, pedindo mais que nem a putinha que você é. Queria que seu marido... Te vira como tu se enfia no meu pau

Dom Jaime enfiava o olhar nas minhas nádegas redondas, ele ficava excitado em ver e ouvir como elas batiam nas coxas dele uma e outra vez. Eu, me olhando também, ficava excitada, parecia uma bonequinha do jeito que Dom Jaime me manobrava.

- No quarto, os sons do choque das minhas nádegas com as coxas dele eram muito altos, misturados com os gemidos dos dois.

Ficamos assim uns 20 minutos transando devagar, Dom Jaime estava me curtindo e eu também curtia a pica enorme dele que me dava um prazer inimaginável, descendo uma e outra vez.

- Haaa haaa ohhh assimmm maisss mais ohh

Eram meus gritinhos. De repente, Dom Jaime parou.

- Quero que você se enfie sozinha, gostosa, quero ver você devorar meu pau.

Eu queria mais, então obedeci o velho. Ele se deitou na cama e eu fiquei sentada em cima dele, segurando meus dois peitos com as duas mãos. Comecei a me enfiar sozinha, quando comecei a fazer isso tive um orgasmo. Me acalmei um pouco e comecei a fazer círculos com minha bunda, coisa que ele curtiu, pois quando virei pra ver ele estava de olhos fechados, me aproveitando.

- Quando recuperei as forças, comecei a me enfiar de novo devagar e depois fui acelerando minha subida e descida.

- Assim, gostosa, assim. Mexe essa buceta gostosa, come tudinhoo ohhh ohh

- Hoo haaa haaa haaa me parte, Dom Jaimeee haaaa haaaa aiiii

Eram meus gemidos. Depois de um tempo assim, com meus movimentos desenfreados, loucos, por causa daquele pau, Dom Jaime não demorou pra gozar.

- Haaa Pamela, vou gozar, vou encher você de leitinhoo

Quando ouvi isso, fiquei com tesão e comecei a me enfiar o mais rápido que pude.

- Haaa toma tudinho, gostosaaa

Senti os jatos de sêmen quente de Dom Jaime invadindo meu interior, me dando outro orgasmo. Que trepada ele estava me dando. Eu em cima dele, ainda com o pau dele dentro de mim, me virei na cama, estava exausta e me deitei de barriga pra baixo com a bunda pra cima. Virei pra olhar Dom Jaime e não podia acreditar, o pau dele estava totalmente ereto com sua Cabeçuda completamente vermelha e banhada pelos meus fluidos

- Que bundão gostoso você tem, Pamela, tô com vontade de meter nessa buceta

disse seu Jaime me dando uns tapas nas minhas nádegas, me moveu pro centro da cama nessa posição, começou a acariciar minha bunda, se ajoelhou e começou com o pau já duro a bater e esfregar nas minhas nádegas, eu ao sentir aquilo levantei minha bunda, ele com as mãos abria minhas nádegas e metia o pau no meio delas, eu sentia aquela pica enorme e ficava mais excitada, eu via tudo pelo espelho, gostava de como minha bunda ficava bem empinada pra ele, começou a me acariciar com as mãos e apertar minha bunda

- Que cuzinho bonito, já te comeram por trás, mamãe?

- Não, seu Jaime, nunca, sou virgem por lá, dizem que dói muito

- Sim, mas depois você vai querer que eu meta mais por lá, quero te comer por esse buraco, vou abrir ele todo, mamãe

me fez ficar de quatro, pegou minha calcinha fio dental que estava nos meus tornozelos e subiu até o meio das minhas coxas, fez isso pra minhas pernas ficarem juntas e segundo ele eu parecia mais puta assim, eu não desgostei daquilo, na verdade parecia excitante enrolada ali, começou a se masturbar, o líquido, o resto dos nossos fluidos que tinham ficado ali, usou como lubrificante, começou a colocar o dedo dentro do meu cuzinho, eu ficava louca com aquela sensação daquele velho violando minha bunda com um dos dedos, eu mexia minha bundinha em círculos

- Aaai, por favor, vai devagar, ohhh

- Vou fazer você gozar gostoso, você vai uivar de prazer quando tiver bem dentro, eu só olhava fixamente no espelho pra ver tudo que acontecia atrás de mim, com as mãos ele fez eu parar de rebolir, e eu obedeci, pegou a ponta do pau e colocou na direção do meu cuzinho, enquanto com a outra mão começou a abrir minhas nádegas, quando senti a glande na entrada, soltei um grito misturado com um gemido longo e pausado

- Aaaaiiii iii aa haaa aaa - tranquila, vadia... daqui a pouco você vai gozar quando engolir tudo. Quero que você se acostume com meu pau, não vai querer outro dentro de você depois disso. Vou ser quem você mais vai desejar te comer, tenho certeza... haaa... mamãe, que gostoso você tá apertando... hoooo Essas eram as palavras do velho, que foi enfiando devagar o pau enorme dentro do meu cuzinho. Eu sentia uma dor misturada com prazer. Olhei pra trás e já metade do pau dele estava dentro. Ele continuou empurrando pra dentro. Eu não aguentei mais e queria aquele pau todo dentro de mim, então joguei minha bunda pra trás, enfiando tudo de uma vez. - Aiiiiiiii... ahhhhhhh! Foi meu grito de dor. O pau inteiro dele estava dentro do meu cu, sumindo entre minhas nádegas. Depois disso, Dom Jaime deixou o pau dele dentro de mim, enquanto eu olhava no espelho. A forma como eu me via era a coisa mais excitante que eu poderia ver: minha bunda linda empalada pelo pau enorme daquele velho feio. Ele começou a me comer devagar. Meu cu já tinha se acostumado com o tamanho. Comecei a sentir um prazer imenso, indescritível, quando ele começou a me foder. Tive um orgasmo prolongado. - Ahhh... toma, putinha... haaa... que gostoso seu cu empalado... ahhh... sempre sonhei com um momento assim... haaa, putinha... Eu só gemia, gozava ao máximo com as palavras dele e com a cena. Ele ficou um bom tempo me comendo assim. Aquele velho não se cansava, embora me fodesse devagar, me aproveitando. Tinha horas que ele fazia de um jeito frenético. Quando isso acontecia, eu sentia que aquele pau me partia, e eu falava pra Dom Jaime. - Agora quero que você se empale sozinha. Eu só vou colocar o pau. Se empala, Pamela. Disse Dom Jaime. Imediatamente, quando ele se levantou, eu comecei a foder ele, enquanto me via no espelho fazendo aquilo. Meu cuzinho já devia estar bem aberto, porque o pau dele entrava e saía da minha bunda sem dificuldade nenhuma. Eu sentia que me partia. - Você tá bem gostosa, se empalando assim... o que será que seu marido diria se te visse dando prazer pra esse velho? Ooohhh... que gostoso, aperta pra mim, nessa buceta só meu pau vai entrar, o do seu maridinho não vai te satisfazer - sim, seu Jaime, minha buceta vai ser sua e você vai comer meu pau quando quiser ahhhhh fiquei uns 20 minutos enfiando o pau do seu Jaime no meu quarto de casal, só se ouvia nossos gemidos e o som dos testículos dele batendo nas minhas nádegas, quando eu tava tendo outro orgasmo, seu Jaime falou - se prepara, mamãe, vou te banhar de porra senti um jorro de esperma quente invadindo o fundo do meu cu, depois ele tirou o pau e dirigiu as próximas descargas pras minhas nádegas, banhou elas de porra, começou a espalhar e bater com o pau em todo o contorno das minhas nádegas, ele mandou eu deitar de bruços porque queria gozar vendo minhas nádegas redondas todas banhadas de esperma, senti meu cu bem aberto, coloquei a mão atrás pra sentir e não me enganei, seu Jaime tinha aberto ele ao máximo, cheio de porra e doía um pouco, os lençóis da minha cama de casal estavam manchados com nossos fluidos e o quarto cheirava forte a sexo... ele deitou do meu lado observando meu corpo, especialmente minhas nádegas, e disse - não pensei que ia te comer desse jeito, eu só vim aqui pra bater uma punheta com suas calcinhas - eu perguntei por que você tinha planejado isso? ele confessou que a ideia principal foi do seu Lucas, mas só pra ele bater punheta com minhas roupas, no dia anterior que saí com meu marido, seu Lucas entrou na minha casa com a terceira chave e desmontou o cano, e sabia que chamariam seu Jaime porque ele é o único reparador que o prédio conhece, ele pensou que eu, me sentindo desconfortável com a presença dele, sairia do apartamento deixando ele sozinho, e foi o que aconteceu, enquanto ele ia curtir minhas pequenas roupas íntimas, e depois só ia convidar seu Lucas pra umas cervejas como pagamento, mas não pensou que eu seria tão puta que me deixaria comer, ao ver o pauzão do seu Jaime, eu não falei nada, só sorri porque terminei feliz Depois da foda que o velho tinha me dado, depois de um tempo ele se vestiu, me deu uns tapinhas na minha bunda e foi embora, me deixando na cama pelada com meu vestidinho enrolado na cintura, minha calcinha fio-dental do mesmo jeito, enfiada nas minhas coxas, e minha bunda banhada de porra dele. Com o problema do cano ainda sem conserto e o cartãozinho com o número de telefone dele, eu, feliz e satisfeita, com meu cuzinho bem aberto... bem comida, caí no sono profundo...

3 comentários - Amante Inesperado (Amante do Chaveiro 2)

Y quedo para una tercera parte, pues Don lucas tiene pendiente echarle unos polvos sin condòn!!!