Faz tempo que moro em Ramos Mejía e trabalho no Centro, então sou usuário do trem Sarmiento (infelizmente) de segunda a sexta.
Moro a dois quarteirões da estação e costumo estar na plataforma por volta das 7h45 para pegar o trem sentido Brás. A gente acaba reconhecendo de vista as pessoas que viajam no mesmo horário, mas na quinta passada atrasei alguns minutos para sair de casa e cheguei na plataforma perto das 8h. Ao chegar no meu ponto de espera habitual, uma garota que caminhava na minha direção chamou minha atenção. Parecia ter pouco mais de 20 anos, morena, cabelo preso, com um bundão e bonita de rosto, mas o que realmente me fisgou foi algo que percebi quando nossos olhares se cruzaram procurando o monitor que indica quanto falta para o próximo trem.
Nesse horário, confesso que não estou totalmente ligado, mas senti que aquele olhar queria me dizer alguma coisa. Olhei com mais atenção e sim, ela era gata. Apesa da roupa de frio, dava pra notar que o forte dela não eram os peitos, mas tinha uma bunda linda, com uma calça social que marcava ainda mais aquele rabo e, bem sutilmente, delineava o fio dental.
Quando o trem começou a entrar na plataforma, ela se moveu alguns metros e parou colada em mim. Como de costume, o trem chegou e com bastante atraso, então a plataforma estava lotada. Ao parar, a porta ficou a exatamente um metro de onde eu estava, e a maré humana me empurrou pra frente. Por coincidência, ela estava bem na minha frente. Para não atropelá-la, coloquei minhas mãos à frente, mas mesmo assim fomos empurrados pra dentro do vagão na força. Estava super lotado e fiquei literalmente cara a cara e colado na garota da plataforma. No começo, me senti incomodado por ela e disse:
— Desculpa — falei (embora por dentro estivesse curtindo aquele momento).
— Tudo bem, tô acostumada.
Viajamos assim até Liniers, grudados um no outro. Tenho 1,70m e ela alguns centímetros a menos, então nossos contornos se encaixavam quase perfeitamente. Tenho certeza que ela... Senti minha buceta inchando, e que isso não a incomodava...
Quando chegamos em Liniers, a mesma multidão que nos empurrou para dentro do trem nos empurrou para fora, mas de jeito nenhum eu ia deixar ela ser roubada de mim! Assim que a galera terminou de descer, agarrei ela pela cintura com as duas mãos e a maré de gente nos levou de volta para dentro do vagão. Ficamos no começo do corredor, Luna ficou apertada na frente pela bolsa de uma senhora e atrás por mim...
Quando o trem arrancou, ela tentou segurar no corrimão, mas como estava um pouco longe por causa da senhora na frente, ela ficou na ponta dos pés e levantou seu bundinha, que esfregou ainda mais no meu pau, enquanto virava a cabeça e me dava um olhar de aprovação.
A verdade é que sempre me deu tesão pensar numa putaria consentida, em transporte público e na vista de todos, então, uma grande surpresa e, ao mesmo tempo, uma excitação percorreu meu corpo ao saber que hoje era "o" dia.
O balanço do trem fazia nossos corpos se moverem juntos, então eu dava pequenas investidas. A essa altura, eu não conseguia, nem me interessava disfarçar minha ereção, na verdade, eu curtia os movimentos circulares lentos que Luna fazia com o quadril e que me faziam sentir ainda mais a firmeza da sua bunda.
Já em Floresta, nossa respiração estava mais do que ofegante, minha mão estava na sua cintura e guiava seus movimentos, quando ela começou a fazer uma coisa que me deixou louco... apoiou a bunda no meu pau até afundar ele entre suas nádegas e depois fez um movimento de contração que apertou meu pau muito forte entre sua bunda, aí não aguentei mais e, inclinando minha cabeça na dela, mordi suavemente o lóbulo da sua orelha, senti seu perfume delicioso e soltei minha respiração ofegante.
Já não nos preocupávamos em disfarçar nada e várias pessoas tinham percebido que éramos quase um só, isso me deixou ainda mais excitado.
Quando chegamos em Caballito, desceu bastante gente, então tinha espaço de sobra e já não dava para continuar, então tivemos que nos separar. Eu tive que tampar o volume... Pensei que nunca ia descer, com a mochila e ela me dedicou um sorriso malicioso.
O trem estava entrando na Estação da Luz e isso não podia terminar assim, mas lembrei que tinha uma reunião importante às 09:30 e de jeito nenhum podia chegar atrasado - me deu vontade de me matar.
Quando o trem parou na Plataforma 4, descemos e eu disse que adoraria continuar isso em outro lugar, mas hoje era impossível. Ela me disse:
- Não se preocupa, eu sempre viajo nesse horário. A gente se vê amanhã?
No dia seguinte nos encontramos de novo na plataforma, mas isso fica pra outra história...
Moro a dois quarteirões da estação e costumo estar na plataforma por volta das 7h45 para pegar o trem sentido Brás. A gente acaba reconhecendo de vista as pessoas que viajam no mesmo horário, mas na quinta passada atrasei alguns minutos para sair de casa e cheguei na plataforma perto das 8h. Ao chegar no meu ponto de espera habitual, uma garota que caminhava na minha direção chamou minha atenção. Parecia ter pouco mais de 20 anos, morena, cabelo preso, com um bundão e bonita de rosto, mas o que realmente me fisgou foi algo que percebi quando nossos olhares se cruzaram procurando o monitor que indica quanto falta para o próximo trem.
Nesse horário, confesso que não estou totalmente ligado, mas senti que aquele olhar queria me dizer alguma coisa. Olhei com mais atenção e sim, ela era gata. Apesa da roupa de frio, dava pra notar que o forte dela não eram os peitos, mas tinha uma bunda linda, com uma calça social que marcava ainda mais aquele rabo e, bem sutilmente, delineava o fio dental.
Quando o trem começou a entrar na plataforma, ela se moveu alguns metros e parou colada em mim. Como de costume, o trem chegou e com bastante atraso, então a plataforma estava lotada. Ao parar, a porta ficou a exatamente um metro de onde eu estava, e a maré humana me empurrou pra frente. Por coincidência, ela estava bem na minha frente. Para não atropelá-la, coloquei minhas mãos à frente, mas mesmo assim fomos empurrados pra dentro do vagão na força. Estava super lotado e fiquei literalmente cara a cara e colado na garota da plataforma. No começo, me senti incomodado por ela e disse:
— Desculpa — falei (embora por dentro estivesse curtindo aquele momento).
— Tudo bem, tô acostumada.
Viajamos assim até Liniers, grudados um no outro. Tenho 1,70m e ela alguns centímetros a menos, então nossos contornos se encaixavam quase perfeitamente. Tenho certeza que ela... Senti minha buceta inchando, e que isso não a incomodava...
Quando chegamos em Liniers, a mesma multidão que nos empurrou para dentro do trem nos empurrou para fora, mas de jeito nenhum eu ia deixar ela ser roubada de mim! Assim que a galera terminou de descer, agarrei ela pela cintura com as duas mãos e a maré de gente nos levou de volta para dentro do vagão. Ficamos no começo do corredor, Luna ficou apertada na frente pela bolsa de uma senhora e atrás por mim...
Quando o trem arrancou, ela tentou segurar no corrimão, mas como estava um pouco longe por causa da senhora na frente, ela ficou na ponta dos pés e levantou seu bundinha, que esfregou ainda mais no meu pau, enquanto virava a cabeça e me dava um olhar de aprovação.
A verdade é que sempre me deu tesão pensar numa putaria consentida, em transporte público e na vista de todos, então, uma grande surpresa e, ao mesmo tempo, uma excitação percorreu meu corpo ao saber que hoje era "o" dia.
O balanço do trem fazia nossos corpos se moverem juntos, então eu dava pequenas investidas. A essa altura, eu não conseguia, nem me interessava disfarçar minha ereção, na verdade, eu curtia os movimentos circulares lentos que Luna fazia com o quadril e que me faziam sentir ainda mais a firmeza da sua bunda.
Já em Floresta, nossa respiração estava mais do que ofegante, minha mão estava na sua cintura e guiava seus movimentos, quando ela começou a fazer uma coisa que me deixou louco... apoiou a bunda no meu pau até afundar ele entre suas nádegas e depois fez um movimento de contração que apertou meu pau muito forte entre sua bunda, aí não aguentei mais e, inclinando minha cabeça na dela, mordi suavemente o lóbulo da sua orelha, senti seu perfume delicioso e soltei minha respiração ofegante.
Já não nos preocupávamos em disfarçar nada e várias pessoas tinham percebido que éramos quase um só, isso me deixou ainda mais excitado.
Quando chegamos em Caballito, desceu bastante gente, então tinha espaço de sobra e já não dava para continuar, então tivemos que nos separar. Eu tive que tampar o volume... Pensei que nunca ia descer, com a mochila e ela me dedicou um sorriso malicioso.
O trem estava entrando na Estação da Luz e isso não podia terminar assim, mas lembrei que tinha uma reunião importante às 09:30 e de jeito nenhum podia chegar atrasado - me deu vontade de me matar.
Quando o trem parou na Plataforma 4, descemos e eu disse que adoraria continuar isso em outro lugar, mas hoje era impossível. Ela me disse:
- Não se preocupa, eu sempre viajo nesse horário. A gente se vê amanhã?
No dia seguinte nos encontramos de novo na plataforma, mas isso fica pra outra história...
28 comentários - Aventuras en el Tren Sarmiento con
Muy bueno, me encantan las apoyadas en el Sarmiento !!!
Espero la continuación 👏
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.
Te dejo mis 10 puntitos y mas besitos...
@Zarcelo77 hace 13 minutos
Mas vale que termine como debe terminar, con fotos en P!
Excelente relato!
Qué potentes son las palabras por favor.... 👍
Volvi con los puntos atraszados, +10