Bom, primeiro de tudo quero deixar algo bem claro: não vou falar meu nome por causa do anonimato, só vim contar o que rolou comigo. Não vou exagerar que nem uns caras que falam "meu pau tem 22 cm e é bem grosso" ou "tenho 1,90m, sou atleta, vou 14 vezes por semana na academia, sou trincado, MUITO trincado". Então vou ser sincero sobre como sou: tenho 19 anos, 1,73m de altura, sou moreno, tenho mãos grandes e um corpo magro normal. Meu pau tem entre 15 e 16 cm de comprimento, nada fora do comum, e o formato não é cabeçudo, é meio troncudo. Depois de esclarecer isso, vou começar.
Tô namorando faz uns 2 anos mais ou menos com a Sabrina, uma mina de rosto bonito e corpo um pouco cheinho, mas bem gostosa. Ela tem olhos cor de mel, pele branca e cabelo castanho. A gente só se vê nos fins de semana porque os dois trabalham e fazem faculdade, então não sobra muito tempo pra transar, mas posso garantir que são umas fodas bem quentes, haja. Minha sogra é a Alejandra, uma mulher de uns 49 anos, não faz exercício mas tem um corpo bonito, também cheinha que nem minha namorada. Ela é professora numa escola pública. Tem cabelo curto na altura dos ombros, castanho com uns reflexos loiros, é fumante (o que me deixa com muito tesão), além de se vestir bem moderna e usar perfumes doces. É casada com meu sogro Germán, um cara legal mas de 58 anos, e isso me fez imaginar que ele não satisfaz ela como ela merece. Mas enfim, vamos aos fatos.
Um dia de semana, minha namorada me liga desesperada (ela é meio exagerada em tudo) pra avisar que a lâmpada gigante que eles têm num poste no quintal queimou. Aí perguntei se o Germán tinha feito algo, e ela respondeu: - Sabe que o pai não consegue subir, quando puder dá uma passadinha aqui. - Beleza, saio do trampo e vou. - Valeu, meu amor, um beijo. - Outro.
Saio do trampo às 4, e às 7 tenho que entrar na faculdade porque estudo à noite (é particular, me tira meio salário, né), então só tinha 3 horas pra ir na casa da minha mina e ver qual era o problema. Fui direto pra casa dela e já tavam me esperando, as duas me receberam com um “Que bom que você veio!” e o German com um “Desculpa te encher o saco”. Subi no poste com uma chave de fenda e depois de revisar a instalação toda por 45 minutos (o sol das 5 da tarde me fez suar pra caralho), percebi que não era nada além de que a lâmpada tinha queimado mesmo. Tirei ela, desci, joguei a lâmpada no lixo e fui lavar as mãos. Quando saí do banheiro, vi todo mundo procurando pela casa uma lâmpada nova pra colocar no lugar. Fiz o mesmo, mas não consegui evitar de dar uma olhada na bunda da minha sogra, que tava agachada revirando um móvel baixo. Pior de tudo foi que ela me olhou bem na hora, mas não falou nada e continuou procurando.
Quando percebemos que não tinha lâmpada nenhuma, paramos de procurar e a Alejandra chegou perto de mim, começou a desabotoar minha camisa e eu parei ela, e ela disse:
— Você tá todo suado, vai tomar um banho.
— Não, não, fica tranquila, vou tomar na minha casa.
— Mas aí você não chega na faculdade.
— Tá bom, então...
— Mas primeiro tira a camisa pra eu lavar, que tá toda suja. Pede uma emprestada pro German.
— Ok, beleza.
Desabotoei os botões e tirei a camisa. Ela me olhou e eu não consegui evitar de ficar vermelho, mesmo ela já tendo me visto na piscina no verão, dessa vez foi diferente, porque ela me encarou fixo.
Fui pro banheiro e enquanto tomava banho, não parava de pensar nos olhares dela. Sem querer, comecei a ficar duro, a pica foi endurecendo. Quanto mais eu pensava na bunda dela (já tinha reparado várias vezes antes) e nos olhares, mais dura ficava. Terminei de me lavar e ela voltou ao estado mole. Me troquei e me olhei no espelho pensando: “Não pode ser assim, cara, para de pensar nisso, ela é a mãe da Sabrina, pelo amor”. Saí do banheiro, fui pro sofá da sala na frente da TV e sentei lá pra ver se tinha tudo na mochila pra ir pra faculdade. (tinha que sair dali em 15 minutos pra chegar bem), num instante levantei a vista e lá estava minha sogra tomando um mate e fumando, me olhou e perguntou:
— Vai sair com o cabelo molhado? (Me olhando com um daqueles olhares cúmplices).
— Acho que sim, não quero chegar tarde, sabe…
— Quer um mate?
— Dá-lhe, um eu aceito… E a Sabri?
— Foi com o German ver se conseguem um reposto pro refletor, porque é um refletor especial, sabe…
— Ahhh, claro, e que horas eles voltam? (Perguntei meio nervoso, porque estávamos sozinhos).
— Devem voltar mais tarde, o que foi? Tem medo de ficar comigo? (Ela deu um sorrisinho e me passou o mate me olhando).
— Não, não jaja… é que queria dar umas coisas pra Sabri (Mentira, tava nervoso e precisava falar algo).
— Ah ok, me dá pra mim se quiser…
— Não jaja, é impossível… (Olhei ela dos pés à cabeça, tava com um vestido verde curto de casa e umas pantufas, sem sutiã e pude notar os peitos dela meio caídos).
— Por que é impossível? O que é? (Ela me encarava firme)
— Jaja, nada importante também, vou indo senão não chego mais na facul. (Devolvi o mate olhando fixo nos olhos dela)
Levantei e fui andando até a porta, quando tentei abrir ela fechou, me encurralou e, me encarando, disse:
— Hoje você se salvou, boy, sempre sinto como você me olha…
— Tenho que ir pra faculdade, Ale… (Eu tava era muito tesudo, mas tinha que me fazer de certinho).
— É isso que vai me responder?…
— Não me deixa sem graça, Ale…
Na mesma hora ela pegou no meu pau e começou a massagear, eu olhei desconcertado mas fixamente e ela me deu um beijo safado, de língua e apaixonado, durou pouco mas me esquentou até a alma, e quando terminou me disse:
— Já te falei, hoje você se salvou, na próxima não… (Ela pegou no meu pau de novo).
— Mas… (fiquei vermelho pra caralho e ela percebeu meu tesão porque sentiu como meu pau endurecia).
— Eu tô mais tesuda que você, vai, vai embora, guri…
Abri a porta e fui embora, entrei no Peguei o carro e fui pra facul, mas não conseguia parar de pensar nela, tava com um tesão tão grande que fiquei quase a viagem inteira de pau duro.
Umas horas depois cheguei em casa, troquei uma ideia com meus velhos, comemos e fui pro meu quarto. Sim, queria bater uma, o que mais me vinha na cabeça naquele momento era uma boa punheta pensando na bunda, na cara, nos peitos, tudo da minha sogra. Mas quando fui desembainhar, o telefone tocou, era a Sabri.
-Oi linda, como cê tá?
-Tô em casa já, a gente foi com o pai procurar a porra do foco mas não tinha, um cara que tava na última loja de ferragens disse que amanhã de tarde com certeza trazem.
-Ah, ok, e vai ser seu pai que vai colocar?
-Foi justamente por isso que te liguei, cê pode vir amanhã de novo quando sair do trampo? Por favor, amor, além disso é sexta e cê não tem facul amanhã.
-Ehh, sei não…, tá bom, vou sim (Me fiz de difícil, mas tava pensando na minha sogra e não conseguia recusar).
-Valeu, você é o melhor, a gente se vê amanhã!
-Fechou, um beijo…
Quando desliguei o telefone, cancelei os planos de bater uma, haha, não podia me masturbar, porque talvez rolasse alguma coisa no dia seguinte e eu tinha que estar bem tarado, então me cobri com os lençóis e fui dormir, pensando na minha sogra, claro.
No dia seguinte, no trampo, fiquei imaginando a situação com a minha sogra e isso me deixava louco, quando chegou a hora de sair, fui de carro pra casa da minha namorada, e quando cheguei elas estavam me esperando, como sempre. Me receberam e falaram “Valeu por vir de novo”, minha sogra me olhava com outros olhos, já não era a mesma, eu respondi, “De boa, desde que me paguem hahaha”, e minha sogra me olhou com os olhos mais fixos que já senti na vida, como quem diz “eu vou te pagar”.
Quando entramos na sala, sentei no sofá com o Germano e ele disse:
-Cara, cê me acompanha pra comprar o abajur? São quatro e meia e o cara abre às cinco, a viagem é longa.
Aí minha namorada interveio, me viu com cara de cansado e falou: — Deixa pra lá, pai, vou contigo igual ontem, deixa ele relaxar e esperar a gente pra acender o lampião hahaha.
— Hahaha, beleza, vamos, umas 7 e meia a gente volta… ah, fica pra jantar, cara (apontou pra mim com o dedo).
Eu concordei com a cabeça e eles foram. Naquele momento, percebi que minha sogra não estava por perto, abri a geladeira e peguei um pouco de Coca Booty, me servi num copo e, quando terminei de beber, ela apareceu atrás de mim, me agarrou pelo pacote e sussurrou no meu ouvido:
— Então quer receber, é? (e apertou um pouco mais).
— Ale… espera…
— Se prepara, cara, vem…
Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela pelo corredor. Quando entramos, segurou meu rosto, me beijou e começou a lamber meu pescoço. Fazia com tanta paixão que eu não consegui evitar fazer o mesmo. Ela começou a massagear meu pau e eu a apertar a bunda dela, enfiando a mão dentro da calça. Baixamos as calças e beijei os peitos dela por cima da camisola, estavam meio caídos, mas me excitavam muito mais assim. Dessa vez, ela também não tava de sutiã.
Tirei a camisola dela, ela tirou minha camisa, deitamos na cama e eu fiquei por cima, pressionando meu pau duro na calcinha contra a buceta dela, fazendo movimentos suaves mas firmes. A gente se excitava ainda mais, ela me beijava e bagunçava meu cabelo, eu chupava os peitos dela, sentia as unhas dela cravando nas minhas costas e a beijava de novo. Chegamos num ponto em que precisávamos avançar um passo, de qualquer jeito, e eu me decidi. Desci meu corpo, levantei as pernas dela bem esticadas e comecei a lamber os lábios da buceta dela, beijava e lambia devagar, e ela gemia cada vez mais alto. Comecei a meter a língua rapidamente, sem tocar no clitóris, até que ela disse:
— Continua, cara, você é um cara safado e sujo…
Isso me excitou ainda mais, e fui enfiando a língua cada vez mais fundo (quanto tempo essa mulher não transava?). Levantei as pernas dela um pouco mais e me concentrei no cu, comecei a chupá-lo com toda força, tinha um cheiro que me deixava louco, não conseguia parar. Voltei pra chupar a buceta dela e dessa vez fui direto pro clitóris que tava bem inchado, eu sugava e lambia, alternando com a cavidade dos lábios, ela gemia e gritava coisas incompreensíveis, mas eu sabia que era de prazer, ela agarrava minha cabeça e afundava cada vez mais, até que senti uma onda de fluido e tomei um pouco, me levantei e falei:
-Agora é sua vez, puta…
-Você merece, cara, se segura…
Ela me deitou e tirou minha rola da cueca, começou a bater uma punheta com as mãos enquanto me olhava, aquela cara de puta nunca mais esqueço, começou a passar os lábios na minha rola de um jeito indescritível, fazia círculos com a língua em volta da cabeça e depois sugava com força, enfiava até a garganta e tirava de novo quando engasgava, eu não aguentava mais, tava quase gozando, mas pelos meus movimentos ela percebeu e parou completamente, me olhou e falou:
-Ainda não, papai, falta um pouco…
-Vem que eu vou te arrebentar… (Olhei fixo pra ela e beijei com muita força).
Joguei o corpo dela pra trás e ela ficou de barriga pra cima, eu deitei sobre ela e ela pegou minha rola, devagarzinho encaixou e eu comecei a meter devagar, aproveitando, ela tava bem apertada, o que significava que fazia tempo que não transava. Continuei no mesmo ritmo até aumentar a velocidade, nós dois gemíamos e ela beijava meu pescoço, minha boca e meu peito, eu comecei a morder os peitos dela e chupar, num momento o tom dos gemidos dela mudou, ficou mais grave, ela tava curtindo de verdade, me empurrou pra trás e com os olhos fixos em mim ficou de quatro me olhando, me convidando pra meter forte. Enfiei sem hesitar, metendo com toda força, ela gritava pra mim e eu respondia batendo nas costas e na bunda dela:
-Mais forte, cara, vaiiiiiii, rápido rápido rápido ahh vai, filho
-Ahhh, mexe pra trás, puta, vai…
-Uhhh vaiii ahhh você vai me matar, filho ahh mais forteee…
Num momento ela começou a me olhar fixo enquanto eu metia de quatro, gritava enquanto me encarava, eu fazia o mesmo, em Um momento, dei uma gargalhada e falei:
— Que delícia isso, mais forte, gostoso, mais forteeeee.
— É assim que você gosta?
Comecei a meter o mais rápido e forte que podia para satisfazer ela ao máximo, prestei atenção no corpo maduro e macio dela, isso me deixou ainda mais excitado, a carne da bunda dela batendo contra a minha era algo indescritível pra mim. Num momento, ela se jogou pra frente, eu saí, ela me olhou e rapidamente me beijou, me jogou de costas e disse:
— Agora é minha vez, bebezinho…
— Vai logo…
Ela se levantou em cima da cama e se agachou devagar, meu pau entrou nela lentamente e o corpo dela começou a se mover pra cima e pra baixo devagar, ela gemia sem parar, foi uma sensação puramente gostosa, até que ela se impacientou e apoiou os joelhos na cama, aí começou a sentar no meu pau com muita força, a gente se olhava fixo e foi inevitável se beijar, comecei a morder os peitos dela de novo e chupar o pescoço, ela continuava sentando, até que eu peguei ela pela cintura, levantei e tirei ela da cama, encostei ela no criado-mudo, ela ficou com as pernas esticadas e a buceta apontada pra mim, olhei pra ela e falei:
— Agora vou te arrebentar…
— Me arrebenta toda, toda…
Eu metia com toda a minha força, não queria deixar aquela mulher insatisfeita por nada nesse mundo, ela começou a acompanhar meus movimentos, e eu continuei metendo forte, depois de um tempo ela parou e me disse olhando nos meus olhos:
— Só você me come, neném, me arrebenta…
Não consegui evitar ficar ainda mais excitado, dava pra ouvir o som seco da bunda dela batendo na minha de tanta força que eu metia, eu dava tapas na bunda dela e isso a deixava ainda mais louca, já tava com as nádegas vermelhas com a marca da minha mão, meus movimentos aumentavam cada vez mais e ela virava pra me olhar, até que comecei a sentir aquele formigamento que anunciava minha gozada, ela parou de me olhar e começou a gemer mais grave, senti a buceta dela se contrair, gozando, e falei:
— Vou te partir…
Meti com tudo que eu tinha e as batidas foram Mais fortes, ela gemia:
-Ahh ahh hahh mm aahhhh mm ahhhh ahhhh aarhh arhhh
E na última estocada, gozei dentro dela.
-Enchi você toda… sogrinha…
Falei, e me afastei um pouco, saindo dela.
As pernas dela tremiam, e ela estava toda suada, a buceta dela estava escorrendo, ela não conseguia se soltar da mesinha de cabeceira, minhas pernas também tremiam, e aquela imagem dela me fez perceber que ela tinha ficado satisfeita. Quando nos recuperamos, caímos na cama, ela se deitou do meu lado e disse:
-Sabia que você era safado, muito safado…
-Não esperava uma puta assim de você…
-Espero que tenha próxima vez, cara, preciso disso
Ela me deu um beijo e ficou na cama, eu levantei e fui tomar banho, ela me alcançou uma cueca do German e um par de meias. A casa tem dois banheiros, então fizemos isso ao mesmo tempo. Quando saímos, ela fez uns mates pra mim na cozinha e ficamos na sala.
Teve um clima de remorso, silêncios estranhos, mas depois de um tempo começamos a falar naturalmente e os olhares cúmplices voltaram. Faltava um tempinho pra Sabrina e German chegarem, mas quando pensei nisso, ela percebeu e disse:
-Por hoje chega, guarda pra próxima, cara safado…
Eu respondi: -Guardo tudo…
Continuamos conversando numa boa e esperamos os outros voltarem. Quando chegaram, troquei a lâmpada, fiquei pra jantar e depois fui pra minha casa. Tudo passou despercebido, por sorte.
Faz duas semanas que tô esperando o dia em que a gente fique sozinho pra comer ela de novo. Espero conseguir logo. Se rolar, trago novidades pra cá. Se der pra tirar alguma foto escondido, também trago. Saudações! 😃
Tô namorando faz uns 2 anos mais ou menos com a Sabrina, uma mina de rosto bonito e corpo um pouco cheinho, mas bem gostosa. Ela tem olhos cor de mel, pele branca e cabelo castanho. A gente só se vê nos fins de semana porque os dois trabalham e fazem faculdade, então não sobra muito tempo pra transar, mas posso garantir que são umas fodas bem quentes, haja. Minha sogra é a Alejandra, uma mulher de uns 49 anos, não faz exercício mas tem um corpo bonito, também cheinha que nem minha namorada. Ela é professora numa escola pública. Tem cabelo curto na altura dos ombros, castanho com uns reflexos loiros, é fumante (o que me deixa com muito tesão), além de se vestir bem moderna e usar perfumes doces. É casada com meu sogro Germán, um cara legal mas de 58 anos, e isso me fez imaginar que ele não satisfaz ela como ela merece. Mas enfim, vamos aos fatos.
Um dia de semana, minha namorada me liga desesperada (ela é meio exagerada em tudo) pra avisar que a lâmpada gigante que eles têm num poste no quintal queimou. Aí perguntei se o Germán tinha feito algo, e ela respondeu: - Sabe que o pai não consegue subir, quando puder dá uma passadinha aqui. - Beleza, saio do trampo e vou. - Valeu, meu amor, um beijo. - Outro.
Saio do trampo às 4, e às 7 tenho que entrar na faculdade porque estudo à noite (é particular, me tira meio salário, né), então só tinha 3 horas pra ir na casa da minha mina e ver qual era o problema. Fui direto pra casa dela e já tavam me esperando, as duas me receberam com um “Que bom que você veio!” e o German com um “Desculpa te encher o saco”. Subi no poste com uma chave de fenda e depois de revisar a instalação toda por 45 minutos (o sol das 5 da tarde me fez suar pra caralho), percebi que não era nada além de que a lâmpada tinha queimado mesmo. Tirei ela, desci, joguei a lâmpada no lixo e fui lavar as mãos. Quando saí do banheiro, vi todo mundo procurando pela casa uma lâmpada nova pra colocar no lugar. Fiz o mesmo, mas não consegui evitar de dar uma olhada na bunda da minha sogra, que tava agachada revirando um móvel baixo. Pior de tudo foi que ela me olhou bem na hora, mas não falou nada e continuou procurando.
Quando percebemos que não tinha lâmpada nenhuma, paramos de procurar e a Alejandra chegou perto de mim, começou a desabotoar minha camisa e eu parei ela, e ela disse:
— Você tá todo suado, vai tomar um banho.
— Não, não, fica tranquila, vou tomar na minha casa.
— Mas aí você não chega na faculdade.
— Tá bom, então...
— Mas primeiro tira a camisa pra eu lavar, que tá toda suja. Pede uma emprestada pro German.
— Ok, beleza.
Desabotoei os botões e tirei a camisa. Ela me olhou e eu não consegui evitar de ficar vermelho, mesmo ela já tendo me visto na piscina no verão, dessa vez foi diferente, porque ela me encarou fixo.
Fui pro banheiro e enquanto tomava banho, não parava de pensar nos olhares dela. Sem querer, comecei a ficar duro, a pica foi endurecendo. Quanto mais eu pensava na bunda dela (já tinha reparado várias vezes antes) e nos olhares, mais dura ficava. Terminei de me lavar e ela voltou ao estado mole. Me troquei e me olhei no espelho pensando: “Não pode ser assim, cara, para de pensar nisso, ela é a mãe da Sabrina, pelo amor”. Saí do banheiro, fui pro sofá da sala na frente da TV e sentei lá pra ver se tinha tudo na mochila pra ir pra faculdade. (tinha que sair dali em 15 minutos pra chegar bem), num instante levantei a vista e lá estava minha sogra tomando um mate e fumando, me olhou e perguntou:
— Vai sair com o cabelo molhado? (Me olhando com um daqueles olhares cúmplices).
— Acho que sim, não quero chegar tarde, sabe…
— Quer um mate?
— Dá-lhe, um eu aceito… E a Sabri?
— Foi com o German ver se conseguem um reposto pro refletor, porque é um refletor especial, sabe…
— Ahhh, claro, e que horas eles voltam? (Perguntei meio nervoso, porque estávamos sozinhos).
— Devem voltar mais tarde, o que foi? Tem medo de ficar comigo? (Ela deu um sorrisinho e me passou o mate me olhando).
— Não, não jaja… é que queria dar umas coisas pra Sabri (Mentira, tava nervoso e precisava falar algo).
— Ah ok, me dá pra mim se quiser…
— Não jaja, é impossível… (Olhei ela dos pés à cabeça, tava com um vestido verde curto de casa e umas pantufas, sem sutiã e pude notar os peitos dela meio caídos).
— Por que é impossível? O que é? (Ela me encarava firme)
— Jaja, nada importante também, vou indo senão não chego mais na facul. (Devolvi o mate olhando fixo nos olhos dela)
Levantei e fui andando até a porta, quando tentei abrir ela fechou, me encurralou e, me encarando, disse:
— Hoje você se salvou, boy, sempre sinto como você me olha…
— Tenho que ir pra faculdade, Ale… (Eu tava era muito tesudo, mas tinha que me fazer de certinho).
— É isso que vai me responder?…
— Não me deixa sem graça, Ale…
Na mesma hora ela pegou no meu pau e começou a massagear, eu olhei desconcertado mas fixamente e ela me deu um beijo safado, de língua e apaixonado, durou pouco mas me esquentou até a alma, e quando terminou me disse:
— Já te falei, hoje você se salvou, na próxima não… (Ela pegou no meu pau de novo).
— Mas… (fiquei vermelho pra caralho e ela percebeu meu tesão porque sentiu como meu pau endurecia).
— Eu tô mais tesuda que você, vai, vai embora, guri…
Abri a porta e fui embora, entrei no Peguei o carro e fui pra facul, mas não conseguia parar de pensar nela, tava com um tesão tão grande que fiquei quase a viagem inteira de pau duro.
Umas horas depois cheguei em casa, troquei uma ideia com meus velhos, comemos e fui pro meu quarto. Sim, queria bater uma, o que mais me vinha na cabeça naquele momento era uma boa punheta pensando na bunda, na cara, nos peitos, tudo da minha sogra. Mas quando fui desembainhar, o telefone tocou, era a Sabri.
-Oi linda, como cê tá?
-Tô em casa já, a gente foi com o pai procurar a porra do foco mas não tinha, um cara que tava na última loja de ferragens disse que amanhã de tarde com certeza trazem.
-Ah, ok, e vai ser seu pai que vai colocar?
-Foi justamente por isso que te liguei, cê pode vir amanhã de novo quando sair do trampo? Por favor, amor, além disso é sexta e cê não tem facul amanhã.
-Ehh, sei não…, tá bom, vou sim (Me fiz de difícil, mas tava pensando na minha sogra e não conseguia recusar).
-Valeu, você é o melhor, a gente se vê amanhã!
-Fechou, um beijo…
Quando desliguei o telefone, cancelei os planos de bater uma, haha, não podia me masturbar, porque talvez rolasse alguma coisa no dia seguinte e eu tinha que estar bem tarado, então me cobri com os lençóis e fui dormir, pensando na minha sogra, claro.
No dia seguinte, no trampo, fiquei imaginando a situação com a minha sogra e isso me deixava louco, quando chegou a hora de sair, fui de carro pra casa da minha namorada, e quando cheguei elas estavam me esperando, como sempre. Me receberam e falaram “Valeu por vir de novo”, minha sogra me olhava com outros olhos, já não era a mesma, eu respondi, “De boa, desde que me paguem hahaha”, e minha sogra me olhou com os olhos mais fixos que já senti na vida, como quem diz “eu vou te pagar”.
Quando entramos na sala, sentei no sofá com o Germano e ele disse:
-Cara, cê me acompanha pra comprar o abajur? São quatro e meia e o cara abre às cinco, a viagem é longa.
Aí minha namorada interveio, me viu com cara de cansado e falou: — Deixa pra lá, pai, vou contigo igual ontem, deixa ele relaxar e esperar a gente pra acender o lampião hahaha.
— Hahaha, beleza, vamos, umas 7 e meia a gente volta… ah, fica pra jantar, cara (apontou pra mim com o dedo).
Eu concordei com a cabeça e eles foram. Naquele momento, percebi que minha sogra não estava por perto, abri a geladeira e peguei um pouco de Coca Booty, me servi num copo e, quando terminei de beber, ela apareceu atrás de mim, me agarrou pelo pacote e sussurrou no meu ouvido:
— Então quer receber, é? (e apertou um pouco mais).
— Ale… espera…
— Se prepara, cara, vem…
Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela pelo corredor. Quando entramos, segurou meu rosto, me beijou e começou a lamber meu pescoço. Fazia com tanta paixão que eu não consegui evitar fazer o mesmo. Ela começou a massagear meu pau e eu a apertar a bunda dela, enfiando a mão dentro da calça. Baixamos as calças e beijei os peitos dela por cima da camisola, estavam meio caídos, mas me excitavam muito mais assim. Dessa vez, ela também não tava de sutiã.
Tirei a camisola dela, ela tirou minha camisa, deitamos na cama e eu fiquei por cima, pressionando meu pau duro na calcinha contra a buceta dela, fazendo movimentos suaves mas firmes. A gente se excitava ainda mais, ela me beijava e bagunçava meu cabelo, eu chupava os peitos dela, sentia as unhas dela cravando nas minhas costas e a beijava de novo. Chegamos num ponto em que precisávamos avançar um passo, de qualquer jeito, e eu me decidi. Desci meu corpo, levantei as pernas dela bem esticadas e comecei a lamber os lábios da buceta dela, beijava e lambia devagar, e ela gemia cada vez mais alto. Comecei a meter a língua rapidamente, sem tocar no clitóris, até que ela disse:
— Continua, cara, você é um cara safado e sujo…
Isso me excitou ainda mais, e fui enfiando a língua cada vez mais fundo (quanto tempo essa mulher não transava?). Levantei as pernas dela um pouco mais e me concentrei no cu, comecei a chupá-lo com toda força, tinha um cheiro que me deixava louco, não conseguia parar. Voltei pra chupar a buceta dela e dessa vez fui direto pro clitóris que tava bem inchado, eu sugava e lambia, alternando com a cavidade dos lábios, ela gemia e gritava coisas incompreensíveis, mas eu sabia que era de prazer, ela agarrava minha cabeça e afundava cada vez mais, até que senti uma onda de fluido e tomei um pouco, me levantei e falei:
-Agora é sua vez, puta…
-Você merece, cara, se segura…
Ela me deitou e tirou minha rola da cueca, começou a bater uma punheta com as mãos enquanto me olhava, aquela cara de puta nunca mais esqueço, começou a passar os lábios na minha rola de um jeito indescritível, fazia círculos com a língua em volta da cabeça e depois sugava com força, enfiava até a garganta e tirava de novo quando engasgava, eu não aguentava mais, tava quase gozando, mas pelos meus movimentos ela percebeu e parou completamente, me olhou e falou:
-Ainda não, papai, falta um pouco…
-Vem que eu vou te arrebentar… (Olhei fixo pra ela e beijei com muita força).
Joguei o corpo dela pra trás e ela ficou de barriga pra cima, eu deitei sobre ela e ela pegou minha rola, devagarzinho encaixou e eu comecei a meter devagar, aproveitando, ela tava bem apertada, o que significava que fazia tempo que não transava. Continuei no mesmo ritmo até aumentar a velocidade, nós dois gemíamos e ela beijava meu pescoço, minha boca e meu peito, eu comecei a morder os peitos dela e chupar, num momento o tom dos gemidos dela mudou, ficou mais grave, ela tava curtindo de verdade, me empurrou pra trás e com os olhos fixos em mim ficou de quatro me olhando, me convidando pra meter forte. Enfiei sem hesitar, metendo com toda força, ela gritava pra mim e eu respondia batendo nas costas e na bunda dela:
-Mais forte, cara, vaiiiiiii, rápido rápido rápido ahh vai, filho
-Ahhh, mexe pra trás, puta, vai…
-Uhhh vaiii ahhh você vai me matar, filho ahh mais forteee…
Num momento ela começou a me olhar fixo enquanto eu metia de quatro, gritava enquanto me encarava, eu fazia o mesmo, em Um momento, dei uma gargalhada e falei:
— Que delícia isso, mais forte, gostoso, mais forteeeee.
— É assim que você gosta?
Comecei a meter o mais rápido e forte que podia para satisfazer ela ao máximo, prestei atenção no corpo maduro e macio dela, isso me deixou ainda mais excitado, a carne da bunda dela batendo contra a minha era algo indescritível pra mim. Num momento, ela se jogou pra frente, eu saí, ela me olhou e rapidamente me beijou, me jogou de costas e disse:
— Agora é minha vez, bebezinho…
— Vai logo…
Ela se levantou em cima da cama e se agachou devagar, meu pau entrou nela lentamente e o corpo dela começou a se mover pra cima e pra baixo devagar, ela gemia sem parar, foi uma sensação puramente gostosa, até que ela se impacientou e apoiou os joelhos na cama, aí começou a sentar no meu pau com muita força, a gente se olhava fixo e foi inevitável se beijar, comecei a morder os peitos dela de novo e chupar o pescoço, ela continuava sentando, até que eu peguei ela pela cintura, levantei e tirei ela da cama, encostei ela no criado-mudo, ela ficou com as pernas esticadas e a buceta apontada pra mim, olhei pra ela e falei:
— Agora vou te arrebentar…
— Me arrebenta toda, toda…
Eu metia com toda a minha força, não queria deixar aquela mulher insatisfeita por nada nesse mundo, ela começou a acompanhar meus movimentos, e eu continuei metendo forte, depois de um tempo ela parou e me disse olhando nos meus olhos:
— Só você me come, neném, me arrebenta…
Não consegui evitar ficar ainda mais excitado, dava pra ouvir o som seco da bunda dela batendo na minha de tanta força que eu metia, eu dava tapas na bunda dela e isso a deixava ainda mais louca, já tava com as nádegas vermelhas com a marca da minha mão, meus movimentos aumentavam cada vez mais e ela virava pra me olhar, até que comecei a sentir aquele formigamento que anunciava minha gozada, ela parou de me olhar e começou a gemer mais grave, senti a buceta dela se contrair, gozando, e falei:
— Vou te partir…
Meti com tudo que eu tinha e as batidas foram Mais fortes, ela gemia:
-Ahh ahh hahh mm aahhhh mm ahhhh ahhhh aarhh arhhh
E na última estocada, gozei dentro dela.
-Enchi você toda… sogrinha…
Falei, e me afastei um pouco, saindo dela.
As pernas dela tremiam, e ela estava toda suada, a buceta dela estava escorrendo, ela não conseguia se soltar da mesinha de cabeceira, minhas pernas também tremiam, e aquela imagem dela me fez perceber que ela tinha ficado satisfeita. Quando nos recuperamos, caímos na cama, ela se deitou do meu lado e disse:
-Sabia que você era safado, muito safado…
-Não esperava uma puta assim de você…
-Espero que tenha próxima vez, cara, preciso disso
Ela me deu um beijo e ficou na cama, eu levantei e fui tomar banho, ela me alcançou uma cueca do German e um par de meias. A casa tem dois banheiros, então fizemos isso ao mesmo tempo. Quando saímos, ela fez uns mates pra mim na cozinha e ficamos na sala.
Teve um clima de remorso, silêncios estranhos, mas depois de um tempo começamos a falar naturalmente e os olhares cúmplices voltaram. Faltava um tempinho pra Sabrina e German chegarem, mas quando pensei nisso, ela percebeu e disse:
-Por hoje chega, guarda pra próxima, cara safado…
Eu respondi: -Guardo tudo…
Continuamos conversando numa boa e esperamos os outros voltarem. Quando chegaram, troquei a lâmpada, fiquei pra jantar e depois fui pra minha casa. Tudo passou despercebido, por sorte.
Faz duas semanas que tô esperando o dia em que a gente fique sozinho pra comer ela de novo. Espero conseguir logo. Se rolar, trago novidades pra cá. Se der pra tirar alguma foto escondido, também trago. Saudações! 😃
17 comentários - Comi a minha sogra gostosa
como no me toca una suegra asi jaja
saludos!!
Encontre este tutorial, espero que te sirva asi entendes mejor, saludos!
<http://www.poringa.net/posts/relatos/2346769/Relato-corto-de-mi-suegra.html>