Minha primeira vez gay

Queria te contar minha primeira vez, eu tinha 15 anos e foi nas férias em Córdoba. Eu ia com minha mãe e uma amiga dela, com o filho, Matias. Ele era um cara alto, bem mais alto que eu, todo definido porque nadava. Uma tarde a gente saiu pra caminhar e começamos a falar de sexo. Eu disse que nunca tinha ficado com ninguém, que só tinha dado um beijo uma vez numa mina, e ele me contou que também não, e que tinha se masturbado com outro cara. Eu olhei pra ele, ri, e ele falou: "Quer fazer também?" Eu respondi: "Não, tá louco?" E ele disse que ia bater uma porque tava com tesão, falou: "Olha..." Dava pra ver o volume marcando na calça, uma pica do caralho. Ele viu que não vinha ninguém, tirou pra fora e começou a se tocar. Uma pica descomunal, comprida e grossa, bem reta. A minha era bem normal, fiquei com vergonha, não imaginava que existia pica daquele tamanho, na real só tinha visto em revista, porque naquela época não tinha internet. E ele ficava: "Vamos, bora nos tocar juntos." Comecei a me tocar também, e ele me perguntou se eu queria que ele batesse pra mim e eu pra ele. Falei: "Não, nem a pau." Enquanto ele se punhetava, eu só olhava, não acreditava no tamanho da pica dele. Num momento ele começa a gemer e fala: "Aí vem" e começa a soltar a porra. Uma quantidade impressionante, jatos e mais jatos de porra branca e grossa saindo da pica dele, parecia que nunca ia acabar. Naquela hora senti uma atração, um frio na barriga, mas beleza, achei que era normal. Voltamos pra casa e naquela noite fiquei lembrando daquela cena, e via que tava ficando duro, lembrava daquela pica e de como ele gozou, não conseguia dormir. Então fui pro banheiro e me masturbei. Me senti estranho, me questionava por que aquilo tinha acontecido comigo, se eu não era gay. Quando vi ele de manhã, senti vergonha, mas beleza, não dava pra notar. Nossas mães foram pro centro e perguntaram se a gente queria ir. Ele disse que não, e eu falei que também não, não ia ficar sozinho. A gente ficou vendo TV e ele puxou o assunto, perguntou se eu tinha ficado incomodado, que não fazia mais. Timidamente respondi: "Não, não tem problema. problema, faz quando quiser e sorri. Ele me disse que se tivéssemos umas minas aqui a gente ia se divertir pra caralho, tô com uma vontade de transar do cacete, ele disse, e me propôs um jogo de esfregar nossas picas na bunda. Naquele momento lembrei da masturbação que eu tinha dedicado a ele e pensei comigo mesmo que talvez fosse bom, então falei beleza, e ele me perguntou se podia começar. Falei pode, a gente tava no sofá e ele me mandou abaixar a calça, disse vem e deita de lado, e de repente senti o volume dele contra minha bunda, ele tava duro pra caralho. Ele baixou a cueca e encostou a pica entre minhas nádegas, me arrepiou sentir aquele calorzinho e ele começou a esfregar. Ele esfregava a pica inteira na minha bunda, eu sentia roçando no meu cu, era uma sensação gostosa demais. Cada vez ele apertava mais forte e a pica dele inchava mais, eu sentia o peito dele colado nas minhas costas e ele ofegando. Ele era bem maior que eu, pra ele tanto faz, mas fisicamente falando ele era bem mais alto e grandão. De repente ele falou não aguento mais, não tem jeito, vou gozar, e eu senti o esperma dele começando a sair, vários jatos caíram nas minhas costas e molharam minha bunda inteira, me encheu de porra. Quando terminou, ele se jogou no sofá deitado bem relaxado, eu fui pro banheiro me limpar. Eu me olhava no espelho vendo aquela porra cremosa toda nas minhas costas, na minha bunda e escorrendo pelas minhas pernas, me deixava com muito tesão. Comecei a me tocar enquanto me olhava no espelho, num momento comecei a passar a mão e junto com os dedos juntava os restos do esperma dele, quando tô prestes a gozar, levo à boca, começo a degustar e gozei bem na hora que terminei. Eu também, foi uma experiência nova. Me limpei e saí, e ele me perguntou quer agora você? E eu falei não, não, já tá bom, não importa, outro dia, as nossas mães vão chegar, imagina se elas nos veem. E ele falou você tem razão, a gente continua depois. Aquela noite me deitei e não conseguia parar de pensar no que eu tinha feito. Me dá vergonha, mas ao mesmo tempo me excitava como nunca tinha me excitado, e eu queria mais. Aos meus 15 anos, eu já duvidava de mim. gostava, mas do que eu tinha certeza era que o que tinha acontecido tinha me encantado e eu queria dar o próximo passo. como estávamos com as nossas mães, não tínhamos muito espaço, então saíamos pra caminhar. aquela tarde fomos pra um lugar onde não tinha ninguém. eu caminhava na frente dele enquanto subíamos entre as árvores e ele me tocava a bunda, me dizia de quem era aquela bunda pequena e ria. eu falava pra ele que iam nos ver, ele continuava e continuava, cada vez mais. chegamos e ele me encostou de repente de costas contra uma árvore, me olhou fixo, me apoiou, me agarrou pela cintura bem forte e começou a comer minha boca. eu não entendia nada e comecei a beijá-lo de volta, nossas línguas entrelaçadas por um tempo. de repente ele começa a desabotoar a calça e me pede pra chupar ele. sem pensar, abaixei, peguei a pica com a mão, que quase não fechava, e meti na boca. eu chupava com força, passava a língua pela cabeça enquanto ele segurava minha mão e se masturbava enquanto eu chupava. ele me pedia pra chupar as bolas, então eu descia e chupava as bolas dele por um tempo enquanto ele, com uma cara de prazer, movia a mão sobre a pica e mordia os lábios. era excitante ver o tamanho daquela pica. eu meti de novo na boca o máximo que conseguia, continuei chupando e chupando, adorava. e sem me avisar, senti que ele inchava cada vez mais, começou a gemer e gozou dentro da minha boca até jorrar. tive que tirar a pica da boca pela quantidade de porra que transbordava, e ele continuou gozando, me encheu a cara de porra. o resto eu engoli com gosto, senti aquela creme quente deslizando pela minha garganta. eu adorava, não parava de sair mais. eu chupava e sentia o esperma continuando a sair da pica dele, e eu bebendo tudo. naquele momento ele percebeu que eu não tinha gozado. ele me agarrou por trás, começou a me masturbar enquanto batia uma pra mim, levava os restos do esperma do meu rosto pra minha boca e eu não aguentava mais até que gozei de um jeito que nunca tinha gozado, nem saiu disparado de mim. os dois. satisfeitos voltamos, claramente ele era mais ativo do que passivo, eu, embora não me importasse que ele me chupasse, me sentia melhor assim dominada por ele, como se eu fosse a garotinha. quando estávamos descendo, ele me disse: "da próxima vou te comer", e eu falei "pode me comer inteira" e ria. e foi naquela noite que ficamos no quarto vendo TV juntos e nossas mães na outra sala. esperamos até umas 3 da manhã e ela dormir, ele veio pra minha cama, os dois nus, começou a me beijar, me colocou de costas, começou a descer devagar até parar na minha bunda. de repente, a cara dele na minha bunda, começou a me chupar de um jeito que eu amei, e me dizia "agora vou te comer". quando ele encostou a pica na minha bunda e tentou meter, não entrava, só a pontinha, e eu queria cada vez mais pra dentro, queria que ele metesse inteira a qualquer custo. ele se levantou e voltou com um óleo de coco, tipo bronzeador, me jogou um jatinho na bunda e começou a me lubrificar. eu sentia o cheiro de coco e a pica dele. num momento, ele começou a me penetrar cada vez mais, doía mas eu amava, aos poucos ele ia metendo toda aquela pica grossa e comprida que ele tinha. me fez virar de lado porque era mais fácil, e devagarinho ele ia me comendo, cada vez mais e mais. ele subiu em cima de mim, me fez levantar um pouco as pernas, esticou no missionário e me penetrava suavemente, devagar, enquanto me beijava. eu tava em êxtase, agarrei a bunda dele e puxava mais pra mim, afundando cada vez mais aquela pica linda. a melhor foi quando eu fiquei de quatro, aí senti ela inteira. ele começou a me comer mais forte, cada vez mais forte, as bolas dele batendo nas minhas. eu gemia cada vez mais, tentando não fazer barulho, até que num momento ele enterrou tudo e eu senti ele pulsar, inchar cada vez mais, e assim ele gozou, jorrou tudo na minha bunda, senti ele me enchendo de porra, e isso me amei. ele me fez gozar também, ele percebeu e por isso deixou a pica dele na minha bunda e deitamos juntos sem... ele tirou pra fora, deixou dentro até ir amolecendo e depois tirou, e foi assim que, depois dessa experiência, claramente me declarei gay e tive muita dificuldade em encontrar outra rola assim

1 comentários - Minha primeira vez gay