Meu nome é Amanda, 29 anos, casada há cinco anos com o Ernesto, que na época trabalhava numa empresa.
Sou magra, com uma bunda bem bonita e apertadinha que mais de um me elogia o rabo na rua, tenho traços finos, lábios finos e pele clara, peitos médios, mas com uns mamilos grandes que quando eu fico excitada ficam duros como pedra e bem escuros, que se empinam ao menor estímulo, o que, aliás, já me entregou mais de uma vez, quando usava uma camisa bem justa e sem sutiã na rua. Enfim, não vou continuar com descrições, porque o importante é contar como comecei a sentir um desejo enorme pelo amigo do meu marido.
O nome dele era Gustavo, era o melhor amigo do meu marido e também casado, que vinha direto em casa visitar meu marido e conversar sobre detalhes comuns aos dois. Gustavo era bem bonito, alto, com uns braços grandes e fortes, e umas mãos que só de olhar faziam minha pussy ficar molhada toda vez que ele vinha e me cumprimentava pegando na minha mão e me beijando nas bochechas, que logo ficavam vermelhas. E, embora sempre fosse bem respeitoso, ele me olhava de um jeito, quando meu marido não percebia, e eu me fazia de sonsa, olhando as pernas e a bunda dele sempre que tinha oportunidade.
Acho que, por respeito ao meu marido, ele nunca fez nenhuma proposta, mas, como amigo do meu marido, eu sabia, contado por ele, que era um "putão" e que adorava foder com qualquer uma que aparecesse na frente dele. Enfim, como eu conto para mim mesma, sentia o sangue ferver toda vez que ele vinha e, embora eu desse alguns sinais bem leves, acho que no fim ele se fazia de besta, deixando a bola quicar sem meter ela dentro de mim. Esses sinais e esses modos típicos de pessoas decididas, com o tempo, me fizeram ficar mais excitada com ele…
Nunca tinha traído meu marido, mas o Gustavo, desde o último ano, fazia com que eu o desejasse como nunca pensei. Tudo começou numa ocasião em que ele veio em casa e meu… Meu marido tinha precisado sair por causa do trabalho. Quando ele chegou, tocou o interfone e eu deixei ele entrar como de costume. Eu estava usando um vestido cinza justo na cintura, que destacava minha bunda e meus peitos. Quando ele descobriu que meu marido não estava — já que tinha ido pra Córdoba de manhã e só voltaria em dois dias —, pensou em ir embora, mas naquele momento desabou uma tempestade (na verdade, desde cedo tava pra chover). Então sugeri que ele esperasse passar. A real é que eu tava super excitada, sentia minha calcinha fio dental completamente molhada, sem nada ter acontecido ainda, e ele percebeu: meus mamilos me entregaram.
Ele me perguntou se eu me incomodava dele estar ali, e eu respondi que não, que pra mim tava de boa, sem problema nenhum. Começamos a conversar sobre a mulher dos sogros. Em alguns momentos, eu via que ele ficava me olhando nos olhos de um jeito sedutor, e por mais que eu tentasse, não conseguia desviar o olhar. Isso me deixou muito nervosa. A gente tava falando de coisas sem importância quando, do nada, ele chegou perto do meu rosto e me deu um beijo na boca. Me pegou de surpresa, e no começo eu resisti um pouco...
Mas ele segurou meu braço com uma mão e minha cintura com a outra, e eu não aguentei mais. Me entreguei num beijo longo e apaixonado. Ele começou a beijar meu pescoço, a me tocar e apalpar com desespero. Eu sentia que ia gozar, tava tendo um tesão doido, só pensava em ele arrancar meu vestido e me comer ali mesmo. Mas, pra minha azar, naquele momento ouvi minha irmã mais nova — minha mãe tinha mandado ela passar a noite em casa pra "cuidar de mim".
E se ela tivesse chegado só cinco minutos depois, teria me encontrado empalada na pica do Gustavo. Enfim, isso nos deu tempo: eu pra arrumar o cabelo e ele pra sentar na sala. Quando minha irmã entrou, não desconfiou de nada. Falei que, por causa da chuva, tinha convidado o Gustavo pra tomar um cafezinho, só isso. Depois de pensar, falei uma puta besteira pra minha irmã, mas ela nunca desconfiou de nada.
Naquela noite não aconteceu mais nada, embora eu tenha ficado toda molhada e com um tesão danado. Dormi a noite inteira junto com minha irmã, que roncava igual uma doida, e eu aproveitei pra me masturbar duas vezes.
Nos dias seguintes, esperava como de costume as visitas do Gustavo em casa. Me vestia mais provocante, com roupas mais ousadas. Meu marido adorava, achava que era pra ele. E, embora eu não tenha nada a reclamar na cama do meu marido, meu desejo pelo Gustavo era tão forte que me fazia esquecer de tudo o resto. Enfim.
Gustavo não apareceu em casa a semana inteira, e eu tava ficando louca. Já me contentava só em vê-lo, em roçar nele, mas o ingrato não deu as caras.
Uma noite, numa ligação pro celular do meu marido, fiquei sabendo que mandaram ele pra província a trabalho. A ligação durou mais de meia hora, cheia de detalhes entre os dois.
Meu marido, quando perguntei quem tava ligando, fingindo de sonsa, me disse que o Gustavo ia demorar uns dias pra voltar. Ao ouvir isso, senti vergonha de mim mesma por ficar triste porque o Gustavo não me ligava. Mas cada noite que passava, eu sonhava de novo com ele, com aqueles braços, com aquele peito forte e provocante. Me masturbava pensando nele. Naquela noite e em muitas outras, usei minhas mãos e um vibrador que comprei pela internet, numa loja numa galeria do centro, que era atendida por uma mulher.
Ficaram quase dez dias sem eu transar com meu marido, porque eu inventava desculpas pra evitar sexo.
Passaram exatamente 12 dias. Lembro bem porque contei. Era umas 10 da manhã, eu sabia que meu marido tava no trabalho, porque tinha falado com ele antes, quando recebi uma mensagem no celular.
Era ele. Dizia que tinha acabado de chegar, que se podia me ver no dia seguinte a sós. Pra minha sorte, coincidiu que meu marido tinha um compromisso... trabalho, naquele dia ele tinha saído de Córdoba e chegaria na sexta-feira, era terça e eu estava agora muito feliz”
Pensei justo, justo, justo, justo, dizia louca de desejo.
Respondi que sim, bem calma e indiferente (um pouco, não muito) e falei que meu marido não estava em Buenos Aires, ele disse que por isso me ligava, ao que respondi que se fosse um encontro, seria longe de casa, mais perto de onde ele trabalha; então seria em Flores, ele falou, e num bar conhecido por nós dois.
Aquela noite não consegui dormir, só imaginando o que podia acontecer e como eu iria vestida. Cedo tomei banho e me depilei toda, coloquei uma jaqueta preta bem provocante, uma saia vermelha justa, não era mini mas era curta, uma blusa preta semitransparente, saltos altos, enfim, soube que não tinha errado na escolha, quando todos os homens não conseguiam disfarçar e me diziam coisas descaradamente. Assim deu 16h e eu estava feito uma adolescente esperando a mensagem dele que não chegava, me deixava desesperada num bar perto, a duas quadras do outro bar onde ele deveria estar.
O pior é que não podia fazer nada, no começo não quis ligar porque não queria causar algum problema e estragar tudo, mas lá pelas 16h15 não aguentei mais, peguei meu celular e disquei o número dele, e maldita seja, estava desligado. Com certa decepção, fiquei um tempo pensando que não ia rolar nada e que era uma idiota por estar assim por um homem. Nesses pensamentos estava quando ouço o vibrar do meu celular, era ele.
Minhas pernas tremeram e consegui só dizer:
— Oi — com voz trêmula, ele disse que estava no bar, que eu fosse. Fiz um esforço enorme para não sair correndo para vê-lo, falei para ele esperar uns minutos que eu chegaria, coisa que não era verdade, mas esses minutos me ajudariam a acalmar a agitação da minha voz e o batimento acelerado do meu coração.
Levantei do bar, fui ao banheiro conferir se estava tudo perfeito e notei que minha entreperna estava molhada pra caralho. Fui até um lavatório e, com um pedaço de papel higiênico, sequei a umidade da minha calcinha e coloquei outro absorvente dos jornais, jogando no vaso o que estava antes.
Quando cheguei, ele me cumprimentou com um beijo no rosto, me ofereceu um café: mas logo em seguida, habilmente, me disse:
• tomar aqui naquele bar meio movimentado
• ou ir pra outro lugar e tomar lá
• aceitei, a segunda opção.
Então ele, pagando a conta dele, me levou a um estacionamento a meia quadra onde estava o carro dele e, sem mais, arrancou.
Conversamos sobre a viagem dele, ele me contou cada detalhe e, embora no começo eu não tivesse a mínima importância, percebo que estamos indo em direção à rodovia de Ezeiza, então perguntei pra onde estávamos indo:
Ele respondeu que eu não me assustasse, que, pensando que o Ernesto não estava, ele pediu a um amigo uma casa que tinha por perto, assim, desse jeito, ninguém nos incomodaria.
Quando chegamos, o lugar era muito agradável, um chalé com um amplo quintal nos fundos e vários cômodos, dava pra ver que era pouco usado, meio desbotado na pintura e, embora os ambientes estivessem frios (ainda mais com a chegada do inverno), ele logo acendeu uns aquecedores de parede e uma lareira a gás no máximo, e em pouco tempo não fazia mais frio.
Ele me olhou fixamente nos olhos, com as mãos começou a acariciar meu rosto, e eu comecei a beijar as mãos dele, ele enfiava os dedos na minha boca como se fosse o pau dele, na minha buceta, e depois lambia cada um daqueles dedos, eu, nas pausas dele, comecei a tirar a camisa dele (botão por botão), enquanto beijava o peito dele e o cheiro de macho me matava, queria devorar ele, morder ele, e mais devorar ele devagar…
De repente, ele me pegou pela cintura e me carregou, me levando pra longe de uma janela que estava sem cortina e descuidada, visível de fora, assim, se alguém olhasse, não veria nada além do vazio de uma sala de jantar ampla; ao mesmo tempo, eu já fervia e me deixei tocar e despir parcialmente.
Por um instante (segundos), ele começou a me apalpar, acariciou minha bunda deliciosamente. eu estava perdida, não conseguia conter esse desejo, comecei a tocar o volume que se formou entre as pernas dele — tanto tempo sonhando com esse momento — e ali estava, desabotoei o cinto dele, baixando só a calça e, pelo boxer, aparecia, entre os tecidos, aquele lindo capuz brilhante ameaçando sair. Naquele momento, minhas pernas fraquejaram e eu me rendi aos pés dele…
Ajoelhada no chão frio, tirei com delicadeza a bela pica dele, finalmente a tinha na frente da minha boca, era bem grande, muito mais grossa que a do meu marido, mas pensei comigo, parecia que ia estourar. Na minha mão, aquele membro parecia pedir para eu chupar com toda a boca, sentia a pulsação daquelas veias vermelhas e duras.
Primeiro, beijei ela, palmo a palmo, e depois tentei enfiar na boca, era deliciosa, mal cabia a metade do comprimento na minha boca sem me dar ânsia, mas queria chupar ela toda, toda até onde aguentasse.
Eu gemia de prazer e ele puxava meu cabelo. Dei um boquete de campeonato, comecei a sentir que a pica dele inchava, estava prestes a gozar, e sou sincera, não gosto do gosto de porra, mas estava tão alucinadamente tesuda que isso não me importou. Ele encheu minha boca de leite, nunca tinha ficado tão cheia de porra.
Não derramei uma única gota, engoli aquele líquido pela primeira vez — pro meu marido, eu sempre jogava nas bolas ou cuspia na toalha que levava antes.
Num piscar de olhos, Gustavo me levou pro primeiro cômodo, onde tinha uma cama de casal.
Devagar, me fez deitar e começou a beijar minhas coxas, puxou minha calcinha fio dental e começou a chupar toda a minha buceta com os lábios carnudos dele, fazia gostoso demais, eu não conseguia segurar os gritos, repetia sem parar:
— Papai, chupa assim, não para, por favor, não para!
Ele não parava, e num instante enfiou um dos dedos na minha buceta.
Naquela hora, soltei gritos de prazer, ele começou a enfiar outro dedo. parecia que ele me comia com os dois dedos e a língua, era delicioso, quando ele percebeu que eu tava gozando pela segunda vez, tirou minha saia e minha blusa, me deixou pelada, e aí pela primeira vez senti o pau dele, e sentei nele começando uma penetração tipo me encaixando e enfiando enquanto olhava na cara dele e devagar, sentia como ele manobrava aquele pau pra me abrir minha pussy, como aquela pica enorme e grossa me partia, e eu gritava e gritava pra ele me foder — mais, papai.
Mais, Gustavo, que você me mata!, me dá, você tem um pau delicioso, me enche!, sinto ele entrando até o fundo,
Eu montei nele um tempão nessa posição, mas ele tinha muita resistência, me virou, começou a meter em mim feito uma putinha, enfiava tudo de uma vez só pra depois tirar e enfiar de novo inteiro, sentia que era enorme e quase gozei de novo, entre gemidos e gritos, mas não sei como ele percebeu e mudando o ritmo começou a beliscar meus peitos, me dava tapas na bunda e eu me sentia mais vadia e puta do que nunca na minha vida.
Acabamos segundos depois dessa brincadeira
Ele gozou uma quantidade de porra que se eu tivesse um diafragma teria engravidado, e eu no meu segundo gozo longo e profundo sentia meu próprio fluido saindo da minha pussy junto com a porra dele.
Ficamos em silêncio, cansados os dois, e só cobertos com um cobertor fino, de pouco tecido, o quarto sem aquecimento estava morno mas isso não me incomodava, só conseguia olhar um teto de madeiras lustrosas e vigas grossas de um chalé.
Ficamos quietos abraçados os dois por mais de meia hora
Você tem uma bunda linda e deliciosa, — ele disse me acordando de um pequeno cochilo.
É sua, meu rei, só consegui dizer, só pra você.
Foi agora, com o tempo, que entendi que era uma resposta da minha própria tesão e era verdade, pro meu marido eu não gostava de dar.
Mas pra ele eu tava disposta a ser escrava dele, ele tinha descoberto em mim como me submeter a tudo sem que eu atinase a dizer um: NÃO
Quando já anoitecia, eu vi aquilo na janela naquele inverno de 2002, e delicadamente, quando ele se recuperou completamente, começou a meter primeiro um dedo no meu cu, enquanto enfiava a pica dele dura na minha buceta, ele metia um dedo, e era maravilhosamente gostoso, quando um dedo entrou fácil, ele continuou com dois e me dizia – que cu gostoso você tem, nena – sempre quis arrebentar ele e hoje vou conseguir,
Sim, meu rei, arrebenta ele, é seu, papai, mas não para de me foder assim, por favor, quando os dois dedos dele entravam com mais facilidade, ele tirou a pica da minha buceta,
Começou a enfiar a cabeça da pica dele no meu cu e era tão grande que pensei que não ia dar conta, quando finalmente ele enfiou só a cabeça, eu gritei de dor…
Senti que me rasgava toda e pedi pra ele tirar, mas ele não ligou, só ficou parado e devagar começou a empurrar, era estranho porque doía pra caralho, mas eu não queria mais que ele tirasse, e de repente ele me disse uma besteira tipo:
“que eu era uma menina boazinha, que estava me comportando muito bem, que ia doer mas eu ia gostar”, devagarinho…
Ele foi enfiando e eu senti os ovos dele batendo no meu cu, finalmente ele tinha enfiado tudo.
Umas lágrimas escorreram dos meus olhos, um pouco de dor e outro de prazer e orgulho, eu tinha aquela pica gostosa no meu cu completamente, ele começou a empurrar devagar, a cada estocada a dor era menos intensa, era dor misturada com prazer, assim cada vez mais rápido ele começou a meter, ele me fodiu já num ritmo semi/rápido, eu comecei a subir pro céu, fechava os olhos e sentia que desabava de prazer, era extremamente delicioso, tinha o cu todo cheio de pica, da pica dele.
Arrebenta, Gustavo, Gustavito, meu amor.
Você me mata, minha vida, que gostoso, que gostoso você me fode, arrebenta meu cu assim, rei,
buceta você é delicioso,
Mete a pica no meu cu, Gustavito: sou sua puta, Gustavo, me fode duro, papai, mais duro.
E ele começou a meter mais rápido, os ovos dele batiam na minha buceta e eu sentia que ia gozar. Perdi a conta, acho que foram duas vezes
Nessas vezes gozei como nunca tinha gozado…
E gritei, gritei pra ele me comer assim, assim, assim, meu amor, gritei gozando na última vez
Sim, sim, amor.
E senti de novo o pau dele inchado, sim, ele tava gozando e os gemidos dele eram mais intensos, comecei a sentir o interior do meu cu quente, era o leite dele, me inundando toda.
Ele tirou e eu senti que tinha um buraco enorme, meu cu tava vermelho e ardendo, mas isso não importava, conheci o céu, e era delicioso, com tantas gozadas acabei exausta, e ele também, ficamos deitados na cama e dormimos um pouco.
Meu celular me acordou, era meu marido, de Córdoba me perguntou onde eu tava, menti, falei que tava num ônibus, voltando da casa da minha mãe, que ia demorar um pouco pra chegar em casa porque passaria no supermercado, olhei o relógio e eram 20h30, ele disse sem problema, chego sexta, de manhã às onze.
Querido, falei, me liga hoje à noite ou de manhã: Te amo e desliguei.
Acordei o Gustavo com um beijinho nos lábios, ele começou a me acariciar de novo, falei que não tinha tempo, que precisava voltar, ele me levou pro chuveiro e me banhou, ensaboou cada parte da minha pele, e eu a dele, não resisti, mesmo com o tempo apertado, o desejo me traiu de novo e comecei a chupar ele ali mesmo enquanto secava ele com uma toalha, ele me abraçou e me carregou, me comeu apertada na parede, me virou e começou a me foder, gozei uma e outra vez, meu cu tava muito vermelho e ardendo, se não fosse ali mesmo eu pedia pra ele arrebentar meu cu de novo, mas mesmo assim ele me fez dele de novo numa longa transa na minha buceta.
Nos trocamos e arrumamos tudo, durante toda a volta pra cidade e no caminho inteiro não parei de abraçar ele, vinha junto com ele no ombro dele, ele me deixou perto de casa, o suficiente pra ninguém conhecido me ver, me deu um beijo longo na boca e eu desci do carro, andei até casa enquanto minha mente revivia o que aconteceu, senti um pouco de remorso, mas não. Não consegui evitar um sorriso nos lábios.
Cheguei em casa às 22h, tirei a roupa, me troquei e me enrolei nos lençóis, dormi profundamente.
Depois vieram vários encontros, virei a puta dele, a sua vagabunda incondicional, já nem sei se amo tanto meu marido, mas esse sentimento é inevitável, é uma atração estranha, às vezes fico confusa se é só sexual ou se sinto algo mais pelo Gustavo.
Epílogo
Gustavo continuou com a mulher dele por dois anos, depois…
Amanda, com o tempo, foi mudando. Quase depois de dois meses, mal mantinha relações com o Ernesto, que, aos quinze meses da mudança da Amanda, se separou, pedindo isso depois de uma briga longa e idiota, mas onde ela confirmou que tinha outro amor.
Nunca mencionou o Gustavo, nem o Ernesto desconfiou dele.
Ernesto acabou morando em Córdoba desde a separação, trabalhando para a mesma empresa por apenas um ano. No fim desse ano, ele conheceu uma mulher chamada Patrícia, dois anos mais nova que ele, mas solteira, dona de uma empresa que os dois administram até hoje.
Até agora, ainda estão juntos…
Uns três anos depois, mais ou menos, Amanda engravida do Gustavo, e ele se separa (da mulher dele). Depois de morar no apartamento da Amanda por cinco meses, ela vende o imóvel e se mudam para a Itália, onde dividem uma propriedade dos pais da Amanda, perto de um lugar turístico italiano.
Pouco se sabe sobre os dois, só que antes de irem para a Itália, já sabiam que o bebê era um menino.
P.S.:
Os dados, se forem reais, desta história (assim como os nomes, empregos e outras circunstâncias deste conto) foram modificados e imaginados pelo autor, assim como os momentos e circunstâncias, etc.
Dando uma história a um delírio que me foi contado.
Certamente é uma ficção cuidadosamente composta a partir de um relato (talvez fictício ou real) de tantas histórias que ainda hão de ser contadas em uma Buenos Aires corrompida pelo tempo.
ggc
Sou magra, com uma bunda bem bonita e apertadinha que mais de um me elogia o rabo na rua, tenho traços finos, lábios finos e pele clara, peitos médios, mas com uns mamilos grandes que quando eu fico excitada ficam duros como pedra e bem escuros, que se empinam ao menor estímulo, o que, aliás, já me entregou mais de uma vez, quando usava uma camisa bem justa e sem sutiã na rua. Enfim, não vou continuar com descrições, porque o importante é contar como comecei a sentir um desejo enorme pelo amigo do meu marido.
O nome dele era Gustavo, era o melhor amigo do meu marido e também casado, que vinha direto em casa visitar meu marido e conversar sobre detalhes comuns aos dois. Gustavo era bem bonito, alto, com uns braços grandes e fortes, e umas mãos que só de olhar faziam minha pussy ficar molhada toda vez que ele vinha e me cumprimentava pegando na minha mão e me beijando nas bochechas, que logo ficavam vermelhas. E, embora sempre fosse bem respeitoso, ele me olhava de um jeito, quando meu marido não percebia, e eu me fazia de sonsa, olhando as pernas e a bunda dele sempre que tinha oportunidade.
Acho que, por respeito ao meu marido, ele nunca fez nenhuma proposta, mas, como amigo do meu marido, eu sabia, contado por ele, que era um "putão" e que adorava foder com qualquer uma que aparecesse na frente dele. Enfim, como eu conto para mim mesma, sentia o sangue ferver toda vez que ele vinha e, embora eu desse alguns sinais bem leves, acho que no fim ele se fazia de besta, deixando a bola quicar sem meter ela dentro de mim. Esses sinais e esses modos típicos de pessoas decididas, com o tempo, me fizeram ficar mais excitada com ele…
Nunca tinha traído meu marido, mas o Gustavo, desde o último ano, fazia com que eu o desejasse como nunca pensei. Tudo começou numa ocasião em que ele veio em casa e meu… Meu marido tinha precisado sair por causa do trabalho. Quando ele chegou, tocou o interfone e eu deixei ele entrar como de costume. Eu estava usando um vestido cinza justo na cintura, que destacava minha bunda e meus peitos. Quando ele descobriu que meu marido não estava — já que tinha ido pra Córdoba de manhã e só voltaria em dois dias —, pensou em ir embora, mas naquele momento desabou uma tempestade (na verdade, desde cedo tava pra chover). Então sugeri que ele esperasse passar. A real é que eu tava super excitada, sentia minha calcinha fio dental completamente molhada, sem nada ter acontecido ainda, e ele percebeu: meus mamilos me entregaram.
Ele me perguntou se eu me incomodava dele estar ali, e eu respondi que não, que pra mim tava de boa, sem problema nenhum. Começamos a conversar sobre a mulher dos sogros. Em alguns momentos, eu via que ele ficava me olhando nos olhos de um jeito sedutor, e por mais que eu tentasse, não conseguia desviar o olhar. Isso me deixou muito nervosa. A gente tava falando de coisas sem importância quando, do nada, ele chegou perto do meu rosto e me deu um beijo na boca. Me pegou de surpresa, e no começo eu resisti um pouco...
Mas ele segurou meu braço com uma mão e minha cintura com a outra, e eu não aguentei mais. Me entreguei num beijo longo e apaixonado. Ele começou a beijar meu pescoço, a me tocar e apalpar com desespero. Eu sentia que ia gozar, tava tendo um tesão doido, só pensava em ele arrancar meu vestido e me comer ali mesmo. Mas, pra minha azar, naquele momento ouvi minha irmã mais nova — minha mãe tinha mandado ela passar a noite em casa pra "cuidar de mim".
E se ela tivesse chegado só cinco minutos depois, teria me encontrado empalada na pica do Gustavo. Enfim, isso nos deu tempo: eu pra arrumar o cabelo e ele pra sentar na sala. Quando minha irmã entrou, não desconfiou de nada. Falei que, por causa da chuva, tinha convidado o Gustavo pra tomar um cafezinho, só isso. Depois de pensar, falei uma puta besteira pra minha irmã, mas ela nunca desconfiou de nada.
Naquela noite não aconteceu mais nada, embora eu tenha ficado toda molhada e com um tesão danado. Dormi a noite inteira junto com minha irmã, que roncava igual uma doida, e eu aproveitei pra me masturbar duas vezes.
Nos dias seguintes, esperava como de costume as visitas do Gustavo em casa. Me vestia mais provocante, com roupas mais ousadas. Meu marido adorava, achava que era pra ele. E, embora eu não tenha nada a reclamar na cama do meu marido, meu desejo pelo Gustavo era tão forte que me fazia esquecer de tudo o resto. Enfim.
Gustavo não apareceu em casa a semana inteira, e eu tava ficando louca. Já me contentava só em vê-lo, em roçar nele, mas o ingrato não deu as caras.
Uma noite, numa ligação pro celular do meu marido, fiquei sabendo que mandaram ele pra província a trabalho. A ligação durou mais de meia hora, cheia de detalhes entre os dois.
Meu marido, quando perguntei quem tava ligando, fingindo de sonsa, me disse que o Gustavo ia demorar uns dias pra voltar. Ao ouvir isso, senti vergonha de mim mesma por ficar triste porque o Gustavo não me ligava. Mas cada noite que passava, eu sonhava de novo com ele, com aqueles braços, com aquele peito forte e provocante. Me masturbava pensando nele. Naquela noite e em muitas outras, usei minhas mãos e um vibrador que comprei pela internet, numa loja numa galeria do centro, que era atendida por uma mulher.
Ficaram quase dez dias sem eu transar com meu marido, porque eu inventava desculpas pra evitar sexo.
Passaram exatamente 12 dias. Lembro bem porque contei. Era umas 10 da manhã, eu sabia que meu marido tava no trabalho, porque tinha falado com ele antes, quando recebi uma mensagem no celular.
Era ele. Dizia que tinha acabado de chegar, que se podia me ver no dia seguinte a sós. Pra minha sorte, coincidiu que meu marido tinha um compromisso... trabalho, naquele dia ele tinha saído de Córdoba e chegaria na sexta-feira, era terça e eu estava agora muito feliz”
Pensei justo, justo, justo, justo, dizia louca de desejo.
Respondi que sim, bem calma e indiferente (um pouco, não muito) e falei que meu marido não estava em Buenos Aires, ele disse que por isso me ligava, ao que respondi que se fosse um encontro, seria longe de casa, mais perto de onde ele trabalha; então seria em Flores, ele falou, e num bar conhecido por nós dois.
Aquela noite não consegui dormir, só imaginando o que podia acontecer e como eu iria vestida. Cedo tomei banho e me depilei toda, coloquei uma jaqueta preta bem provocante, uma saia vermelha justa, não era mini mas era curta, uma blusa preta semitransparente, saltos altos, enfim, soube que não tinha errado na escolha, quando todos os homens não conseguiam disfarçar e me diziam coisas descaradamente. Assim deu 16h e eu estava feito uma adolescente esperando a mensagem dele que não chegava, me deixava desesperada num bar perto, a duas quadras do outro bar onde ele deveria estar.
O pior é que não podia fazer nada, no começo não quis ligar porque não queria causar algum problema e estragar tudo, mas lá pelas 16h15 não aguentei mais, peguei meu celular e disquei o número dele, e maldita seja, estava desligado. Com certa decepção, fiquei um tempo pensando que não ia rolar nada e que era uma idiota por estar assim por um homem. Nesses pensamentos estava quando ouço o vibrar do meu celular, era ele.
Minhas pernas tremeram e consegui só dizer:
— Oi — com voz trêmula, ele disse que estava no bar, que eu fosse. Fiz um esforço enorme para não sair correndo para vê-lo, falei para ele esperar uns minutos que eu chegaria, coisa que não era verdade, mas esses minutos me ajudariam a acalmar a agitação da minha voz e o batimento acelerado do meu coração.
Levantei do bar, fui ao banheiro conferir se estava tudo perfeito e notei que minha entreperna estava molhada pra caralho. Fui até um lavatório e, com um pedaço de papel higiênico, sequei a umidade da minha calcinha e coloquei outro absorvente dos jornais, jogando no vaso o que estava antes.
Quando cheguei, ele me cumprimentou com um beijo no rosto, me ofereceu um café: mas logo em seguida, habilmente, me disse:
• tomar aqui naquele bar meio movimentado
• ou ir pra outro lugar e tomar lá
• aceitei, a segunda opção.
Então ele, pagando a conta dele, me levou a um estacionamento a meia quadra onde estava o carro dele e, sem mais, arrancou.
Conversamos sobre a viagem dele, ele me contou cada detalhe e, embora no começo eu não tivesse a mínima importância, percebo que estamos indo em direção à rodovia de Ezeiza, então perguntei pra onde estávamos indo:
Ele respondeu que eu não me assustasse, que, pensando que o Ernesto não estava, ele pediu a um amigo uma casa que tinha por perto, assim, desse jeito, ninguém nos incomodaria.
Quando chegamos, o lugar era muito agradável, um chalé com um amplo quintal nos fundos e vários cômodos, dava pra ver que era pouco usado, meio desbotado na pintura e, embora os ambientes estivessem frios (ainda mais com a chegada do inverno), ele logo acendeu uns aquecedores de parede e uma lareira a gás no máximo, e em pouco tempo não fazia mais frio.
Ele me olhou fixamente nos olhos, com as mãos começou a acariciar meu rosto, e eu comecei a beijar as mãos dele, ele enfiava os dedos na minha boca como se fosse o pau dele, na minha buceta, e depois lambia cada um daqueles dedos, eu, nas pausas dele, comecei a tirar a camisa dele (botão por botão), enquanto beijava o peito dele e o cheiro de macho me matava, queria devorar ele, morder ele, e mais devorar ele devagar…
De repente, ele me pegou pela cintura e me carregou, me levando pra longe de uma janela que estava sem cortina e descuidada, visível de fora, assim, se alguém olhasse, não veria nada além do vazio de uma sala de jantar ampla; ao mesmo tempo, eu já fervia e me deixei tocar e despir parcialmente.
Por um instante (segundos), ele começou a me apalpar, acariciou minha bunda deliciosamente. eu estava perdida, não conseguia conter esse desejo, comecei a tocar o volume que se formou entre as pernas dele — tanto tempo sonhando com esse momento — e ali estava, desabotoei o cinto dele, baixando só a calça e, pelo boxer, aparecia, entre os tecidos, aquele lindo capuz brilhante ameaçando sair. Naquele momento, minhas pernas fraquejaram e eu me rendi aos pés dele…
Ajoelhada no chão frio, tirei com delicadeza a bela pica dele, finalmente a tinha na frente da minha boca, era bem grande, muito mais grossa que a do meu marido, mas pensei comigo, parecia que ia estourar. Na minha mão, aquele membro parecia pedir para eu chupar com toda a boca, sentia a pulsação daquelas veias vermelhas e duras.
Primeiro, beijei ela, palmo a palmo, e depois tentei enfiar na boca, era deliciosa, mal cabia a metade do comprimento na minha boca sem me dar ânsia, mas queria chupar ela toda, toda até onde aguentasse.
Eu gemia de prazer e ele puxava meu cabelo. Dei um boquete de campeonato, comecei a sentir que a pica dele inchava, estava prestes a gozar, e sou sincera, não gosto do gosto de porra, mas estava tão alucinadamente tesuda que isso não me importou. Ele encheu minha boca de leite, nunca tinha ficado tão cheia de porra.
Não derramei uma única gota, engoli aquele líquido pela primeira vez — pro meu marido, eu sempre jogava nas bolas ou cuspia na toalha que levava antes.
Num piscar de olhos, Gustavo me levou pro primeiro cômodo, onde tinha uma cama de casal.
Devagar, me fez deitar e começou a beijar minhas coxas, puxou minha calcinha fio dental e começou a chupar toda a minha buceta com os lábios carnudos dele, fazia gostoso demais, eu não conseguia segurar os gritos, repetia sem parar:
— Papai, chupa assim, não para, por favor, não para!
Ele não parava, e num instante enfiou um dos dedos na minha buceta.
Naquela hora, soltei gritos de prazer, ele começou a enfiar outro dedo. parecia que ele me comia com os dois dedos e a língua, era delicioso, quando ele percebeu que eu tava gozando pela segunda vez, tirou minha saia e minha blusa, me deixou pelada, e aí pela primeira vez senti o pau dele, e sentei nele começando uma penetração tipo me encaixando e enfiando enquanto olhava na cara dele e devagar, sentia como ele manobrava aquele pau pra me abrir minha pussy, como aquela pica enorme e grossa me partia, e eu gritava e gritava pra ele me foder — mais, papai.
Mais, Gustavo, que você me mata!, me dá, você tem um pau delicioso, me enche!, sinto ele entrando até o fundo,
Eu montei nele um tempão nessa posição, mas ele tinha muita resistência, me virou, começou a meter em mim feito uma putinha, enfiava tudo de uma vez só pra depois tirar e enfiar de novo inteiro, sentia que era enorme e quase gozei de novo, entre gemidos e gritos, mas não sei como ele percebeu e mudando o ritmo começou a beliscar meus peitos, me dava tapas na bunda e eu me sentia mais vadia e puta do que nunca na minha vida.
Acabamos segundos depois dessa brincadeira
Ele gozou uma quantidade de porra que se eu tivesse um diafragma teria engravidado, e eu no meu segundo gozo longo e profundo sentia meu próprio fluido saindo da minha pussy junto com a porra dele.
Ficamos em silêncio, cansados os dois, e só cobertos com um cobertor fino, de pouco tecido, o quarto sem aquecimento estava morno mas isso não me incomodava, só conseguia olhar um teto de madeiras lustrosas e vigas grossas de um chalé.
Ficamos quietos abraçados os dois por mais de meia hora
Você tem uma bunda linda e deliciosa, — ele disse me acordando de um pequeno cochilo.
É sua, meu rei, só consegui dizer, só pra você.
Foi agora, com o tempo, que entendi que era uma resposta da minha própria tesão e era verdade, pro meu marido eu não gostava de dar.
Mas pra ele eu tava disposta a ser escrava dele, ele tinha descoberto em mim como me submeter a tudo sem que eu atinase a dizer um: NÃO
Quando já anoitecia, eu vi aquilo na janela naquele inverno de 2002, e delicadamente, quando ele se recuperou completamente, começou a meter primeiro um dedo no meu cu, enquanto enfiava a pica dele dura na minha buceta, ele metia um dedo, e era maravilhosamente gostoso, quando um dedo entrou fácil, ele continuou com dois e me dizia – que cu gostoso você tem, nena – sempre quis arrebentar ele e hoje vou conseguir,
Sim, meu rei, arrebenta ele, é seu, papai, mas não para de me foder assim, por favor, quando os dois dedos dele entravam com mais facilidade, ele tirou a pica da minha buceta,
Começou a enfiar a cabeça da pica dele no meu cu e era tão grande que pensei que não ia dar conta, quando finalmente ele enfiou só a cabeça, eu gritei de dor…
Senti que me rasgava toda e pedi pra ele tirar, mas ele não ligou, só ficou parado e devagar começou a empurrar, era estranho porque doía pra caralho, mas eu não queria mais que ele tirasse, e de repente ele me disse uma besteira tipo:
“que eu era uma menina boazinha, que estava me comportando muito bem, que ia doer mas eu ia gostar”, devagarinho…
Ele foi enfiando e eu senti os ovos dele batendo no meu cu, finalmente ele tinha enfiado tudo.
Umas lágrimas escorreram dos meus olhos, um pouco de dor e outro de prazer e orgulho, eu tinha aquela pica gostosa no meu cu completamente, ele começou a empurrar devagar, a cada estocada a dor era menos intensa, era dor misturada com prazer, assim cada vez mais rápido ele começou a meter, ele me fodiu já num ritmo semi/rápido, eu comecei a subir pro céu, fechava os olhos e sentia que desabava de prazer, era extremamente delicioso, tinha o cu todo cheio de pica, da pica dele.
Arrebenta, Gustavo, Gustavito, meu amor.
Você me mata, minha vida, que gostoso, que gostoso você me fode, arrebenta meu cu assim, rei,
buceta você é delicioso,
Mete a pica no meu cu, Gustavito: sou sua puta, Gustavo, me fode duro, papai, mais duro.
E ele começou a meter mais rápido, os ovos dele batiam na minha buceta e eu sentia que ia gozar. Perdi a conta, acho que foram duas vezes
Nessas vezes gozei como nunca tinha gozado…
E gritei, gritei pra ele me comer assim, assim, assim, meu amor, gritei gozando na última vez
Sim, sim, amor.
E senti de novo o pau dele inchado, sim, ele tava gozando e os gemidos dele eram mais intensos, comecei a sentir o interior do meu cu quente, era o leite dele, me inundando toda.
Ele tirou e eu senti que tinha um buraco enorme, meu cu tava vermelho e ardendo, mas isso não importava, conheci o céu, e era delicioso, com tantas gozadas acabei exausta, e ele também, ficamos deitados na cama e dormimos um pouco.
Meu celular me acordou, era meu marido, de Córdoba me perguntou onde eu tava, menti, falei que tava num ônibus, voltando da casa da minha mãe, que ia demorar um pouco pra chegar em casa porque passaria no supermercado, olhei o relógio e eram 20h30, ele disse sem problema, chego sexta, de manhã às onze.
Querido, falei, me liga hoje à noite ou de manhã: Te amo e desliguei.
Acordei o Gustavo com um beijinho nos lábios, ele começou a me acariciar de novo, falei que não tinha tempo, que precisava voltar, ele me levou pro chuveiro e me banhou, ensaboou cada parte da minha pele, e eu a dele, não resisti, mesmo com o tempo apertado, o desejo me traiu de novo e comecei a chupar ele ali mesmo enquanto secava ele com uma toalha, ele me abraçou e me carregou, me comeu apertada na parede, me virou e começou a me foder, gozei uma e outra vez, meu cu tava muito vermelho e ardendo, se não fosse ali mesmo eu pedia pra ele arrebentar meu cu de novo, mas mesmo assim ele me fez dele de novo numa longa transa na minha buceta.
Nos trocamos e arrumamos tudo, durante toda a volta pra cidade e no caminho inteiro não parei de abraçar ele, vinha junto com ele no ombro dele, ele me deixou perto de casa, o suficiente pra ninguém conhecido me ver, me deu um beijo longo na boca e eu desci do carro, andei até casa enquanto minha mente revivia o que aconteceu, senti um pouco de remorso, mas não. Não consegui evitar um sorriso nos lábios.
Cheguei em casa às 22h, tirei a roupa, me troquei e me enrolei nos lençóis, dormi profundamente.
Depois vieram vários encontros, virei a puta dele, a sua vagabunda incondicional, já nem sei se amo tanto meu marido, mas esse sentimento é inevitável, é uma atração estranha, às vezes fico confusa se é só sexual ou se sinto algo mais pelo Gustavo.
Epílogo
Gustavo continuou com a mulher dele por dois anos, depois…
Amanda, com o tempo, foi mudando. Quase depois de dois meses, mal mantinha relações com o Ernesto, que, aos quinze meses da mudança da Amanda, se separou, pedindo isso depois de uma briga longa e idiota, mas onde ela confirmou que tinha outro amor.
Nunca mencionou o Gustavo, nem o Ernesto desconfiou dele.
Ernesto acabou morando em Córdoba desde a separação, trabalhando para a mesma empresa por apenas um ano. No fim desse ano, ele conheceu uma mulher chamada Patrícia, dois anos mais nova que ele, mas solteira, dona de uma empresa que os dois administram até hoje.
Até agora, ainda estão juntos…
Uns três anos depois, mais ou menos, Amanda engravida do Gustavo, e ele se separa (da mulher dele). Depois de morar no apartamento da Amanda por cinco meses, ela vende o imóvel e se mudam para a Itália, onde dividem uma propriedade dos pais da Amanda, perto de um lugar turístico italiano.
Pouco se sabe sobre os dois, só que antes de irem para a Itália, já sabiam que o bebê era um menino.
P.S.:
Os dados, se forem reais, desta história (assim como os nomes, empregos e outras circunstâncias deste conto) foram modificados e imaginados pelo autor, assim como os momentos e circunstâncias, etc.
Dando uma história a um delírio que me foi contado.
Certamente é uma ficção cuidadosamente composta a partir de um relato (talvez fictício ou real) de tantas histórias que ainda hão de ser contadas em uma Buenos Aires corrompida pelo tempo.
ggc
3 comentários - Uma história de amor que virou putaria.
Esto me lo dijo un viejo una vez......
gracias 😬
Gustavo Gabriel