Algo tinha mudado nele. Até aquele momento, não se interessava por mulheres mais velhas, mas agora descobriu que essas gatas eram muito mais ousadas, menos histéricas e não faziam cara feia pra nada. Tinha certeza de que podia aprender tudo sobre sexo com elas, e elas iam adorar. Estavam numa idade em que sabiam valorizar uma boa trepada e agradeciam por isso.
Mas já não bastava só a Raquel. Na empresa tinha várias coroas bem gostosas, e ele queria saber se nessa idade todas as mulheres eram iguais. Como fazer?
Era óbvio que entre elas havia algumas diferenças de outras épocas, e que essas rivalidades podiam ser aproveitadas.
Lembrou de alguns comentários de amigos mais velhos, que falavam como as mulheres eram avançadinhas com os namorados das amigas. Bastava sair com uma delas, pra que as outras morressem de vontade de enfiar a cara na braguilha dele. Decidiu que tinha que testar se isso era verdade.
Começou com a Norma. Era uma verdadeira gostosona. E solteira. Não teria problema se conseguisse levar ela pra cama. Decidiu deixar as casadas pra depois, já que era uma parada muito mais complicada, por causa das implicações familiares.
Por outro lado, os encontros com a Raquel tinham se intensificado. Todo dia, com alguma desculpa, ela chamava ele pro escritório dela. Lá, ela beijava ele com gosto. Alguns dias, chegava a fazer um boquete rápido e engolia todo o leite dele, e outras vezes metia ele no banheiro privado dela e davam uma rapidinha.
Ninguém desconfiava de nada. E Mário precisava que a Norma desconfiasse.
Tinha que criar a oportunidade.
Um dia, Norma ligou pra ele pedindo pra fazer um trampo, e Mário se desculpou, dizendo que tava esperando uma ligação e não podia sair do escritório. Pediu pra ela vir até a sala dele, e ela topou.
Quando viu que a Norma tava chegando, ele pegou o telefone e virou de costas pra porta, fingindo que tava falando.
- Sim, querida, eu também curti muito no sábado.
- Mas não, não se preocupa, te... garanto que não me interessa nenhuma outra mulher da empresa.
Norma ficou escondida ao lado da porta. Com quem será que Mário estava falando?
- Não tenha medo, sei que te incomodaria se eu transasse com alguma delas, mas não tem perigo.
- Que tal domingo à tarde? Bom, te espero no meu apartamento. O que você está a fim de fazer? E começou a rir. É, eu também tenho umas ideias. Te garanto que você vai gozar igual uma puta.
O moleque estava comendo uma mulher da empresa. Norma ficou gelada.
- Bom, um beijo, a gente se vê domingo então. Bom, é, daqui a pouco a gente se vê, ok? Ok. E desligou.
Norma ficou paralisada. Ela gostava do Mário, mas ele era muito novo e ela não tinha dado em cima, mas agora descobria que uma puta da empresa estava comendo ele. E com certeza era casada.
Ela bateu na porta e entrou no escritório, fez o que precisava.
O resto do dia ela passou vigiando o Mário e viu ele entrar no escritório da Raquel. Não podia ser que aquela puta estivesse transando com aquele garoto.
Mário entrou, percebendo que Norma estava de olho, então acariciou a Raquel, obrigando ela a parar o que estava fazendo, e depois fez ela chupar ele, na frente da porta, pra qualquer olho curioso que espiasse pelo buraco da fechadura ver os dois no ato. E ele não se enganou.
Norma se aproximou devagar e olhou pelo buraco da fechadura. Quase caiu de costas. Raquel, de joelhos, estava claramente fazendo um boquete no Mário, que estava de costas pra porta. Ela não conseguia ver ele diretamente, mas as posições eram claras. Raquel abraçava as nádegas do garoto e se movia pra frente e pra trás, enquanto Mário segurava a cabeça dela, guiando o ritmo.
Ela se afastou rapidamente dali. Então era domingo que vocês iam trepar? Ela ia dar um jeito de deixar ele seco antes. Não gostava muito da Raquel, e roubar o namoradinho dela era uma boa vingança. Além disso, Raquel era muito exigente. Com certeza esse moleque devia transar como Os deuses. Tinha que provar aquilo.
Mario tinha mostrado no escritório muito jeito para tarefas pequenas, com portas que fechavam mal, torneiras pingando e outros consertos domésticos.
Naquela mesma tarde, Norma colocou o plano em ação.
Quando Mario estava indo embora, cruzou no elevador com Norma, que "por acaso" descia pra resolver uns trâmites.
— Já vai? — perguntou a gostosa.
— Sim, Norma. E você?
— Não, vou descer um minuto e volto pro trabalho. Acontece que em casa tô com problemas na pia da cozinha e preciso arrumar um encanador.
— Vão te roubar. Você não sabe o que esses caras cobram — disse Mario.
— Não é um conserto grande, mas eu não sei fazer, então vou ter que pagar.
— Se não fosse urgente, eu poderia dar uma mão, mas até sábado não tenho tempo.
— Não quero te incomodar. Na verdade, é um pequeno vazamento que dá pra juntar com uma panela. Não é urgente, mas não queria roubar seu tempo dos seus compromissos — disse com duplo sentido.
— Se puder esperar até sábado, de manhã, posso te ajudar.
— Tá bom, mas com a condição de você ficar pra almoçar em casa. Não quero que faça nada de graça, e principalmente quero que você curta a tarefa que vou te dar — disse, brincando com as palavras de novo.
— Tá certo, sem problema, mas olha que eu como leve.
— Não se preocupa, não queria que você se sentisse desconfortável pra cumprir suas obrigações — disse com um sorriso cheio de desejo.
Norma passou o endereço e combinaram pra sábado às 10 da manhã. A primeira parte do plano já tava completa.
Mario, recém-iniciado no mundo do sexo, se sentia satisfeito. Tinha uma amante quase fixa, a Raquel, que ensinava os segredos do sexo, e com uma manobra esperta tinha conseguido se enfiar na casa de Norma. Não tinha compromisso nenhum no domingo como tinha mentido, então a Normita ia receber tudo o que estivesse disposta a aguentar. Só de pensar, o pau já endurecia.
Naquele sábado, Norma se levantou Cedo, ela mexeu no cano de esgoto da pia da cozinha pra começar a vazar, tomou banho, se perfumou bem, um toque de maquiagem, sem exagerar, e em vez de se vestir, colocou um conjunto de lingerie transparente roxa e por cima uma camisola curta, tão transparente quanto o resto da roupa. No conjunto, não transparecia tanto, mas a imaginação fazia o resto. Ela se meteu de novo na cama e esperou a hora chegar.
Quando a campainha tocou, ela pulou da cama, bagunçou um pouco o cabelo e esperou tocar de novo. Quando tocou novamente, abriu a porta de par em par.
Mario, com sua caixa de ferramentas, quase desmaiou quando viu uma mulher tão gostosa na porta.
— Oi, oi, olá — conseguiu dizer.
— Aiii, desculpa, Mario. Eu dormi. Não lembrei que você viria hoje, mas entra, entra.
— Se quiser, eu volto mais tarde — disse ele, enquanto escondia uma ereção monstra com a caixa de ferramentas.
— Não, não tem problema, entra — insistiu ela, pegando ele pelo braço. Quando ela tocou nele, uma corrente elétrica percorreu o corpo dele, e o pau dele endureceu ainda mais.
Ela o acompanhou até a cozinha. Chegando lá, se abaixou na frente dele enquanto explicava o problema e enfiava a cabeça embaixo da pia. Mario tinha na frente uma bunda de cinema, em cima de duas pernas torneadas por um escultor. Ele não entendeu nada do que ela disse. Estava besta, olhando aquele corpo de mulher que estava a centímetros dele.
— ... E acho que assim resolve, não acha? — terminou ela, saindo de debaixo da pia e ficando de frente pra ele.
— Siiim, acho que você tem razão — conseguiu responder.
— Bom, vou te deixar e vou me trocar. Não quero que você se sinta constrangido — disse Norma.
— Sem problemas, Norma. É sua casa. Fica à vontade, vou trabalhar.
— Tá bem, Mario. Volto daqui a pouco.
E balançando a bunda ritmadamente, ela entrou no quarto. Lá dentro, se jogou na cama. Estava feliz. Tinha ele onde queria. Agora era só questão de Provocá-lo continuamente. Hoje era o dia em que ela ia começar a cobrar a soberba da Raquel.
Mario levou uns minutos pra reagir. Finalmente se convenceu de que o plano dele tinha dado certo. A putinha tava procurando ele. E ia encontrar.
Ele começou a trabalhar e descobriu que o cano só tava um pouco deslocado, era só ajustar. Era tão simples que nem por um momento ele acreditou que a Norma não podia ter consertado se quisesse.
Ela não tinha medo dele, e tava enganada. Depois da experiência com a Raquel, ele se sentia capaz de conquistar qualquer coroa que aparecesse na frente. E essa tinha aparecido. Enquanto ele tava embaixo da pia trabalhando, a Norma saiu do quarto vestida. Bah, vestida é modo de dizer. Uma regata curta com alças, sem nada por baixo, e um short jeans curto que deixava aparecer o começo da bunda dela. Ela chegou perto da pia, abriu as pernas e ficou olhando o que o Mario tava fazendo.
Mario, de baixo, tinha uma vista espetacular. Aquelas duas pernas, duras, e o monte de Vênus que se marcava por baixo do short o deixavam louco.
— Precisa de alguma coisa? — perguntou Norma, solícita.
— Não, nada.
— Quer beber algo?
— Algo gelado, pode ser?
— O que você quiser. Lembra que te devo uma. — E se afastou em direção à geladeira.
— Olha que eu tenho boa memória e gosto de cobrar as dívidas — disse ele, rindo.
Ela trouxe um copo de suco que ele tomou devagar, e quando terminou o conserto, saiu de lá. Tava todo suado.
— Pronto, testa aí pra ver se resolveu — disse ele, enxugando o suor com o dorso da mão direita.
Ela se aproximou, apoiou na pia na frente dele, empinou a bunda pra fora e abriu a torneira. Depois se abaixou e olhou por baixo.
— Parece que você fez um bom trabalho.
Ela se levantou e olhou pra ele.
— A Raquel tem razão. Ela vive te elogiando. Diz que você é muito prestativo.
— Sou muito prestativo quando sabem pedir o que querem. Quando não têm certeza, prefiro não participar — disse ele. também com duplo sentido.
— Mas você tá todo suado. Quer tomar um banho? — disse Norma enquanto com a mão enxugava o suor do pescoço dele.
— Melhor eu ir. Não trouxe roupa pra trocar — falou ele, jogando um duplo sentido.
— Você me prometeu que ia ficar pra comer. Toma um banho que eu te empresto um roupão enquanto lavo sua camiseta — disse ela se aproximando e tirando a peça pela cabeça dele. Na hora, levou ele pro banheiro, que ficava dentro do quarto dela.
Mário entrou e fechou a porta.
Tudo isso era porque ele tava transando com uma conhecida? Será que ela era tão puta assim?
Ele entrou no chuveiro, mas a tesão não baixou. E não ia baixar até ele comer essa gostosa.
Terminou de se lavar e saiu do banheiro. Em cima da cama tinha um roupão de banho. Mas em vez de vestir, ele abriu a cama e se deitou, se cobrindo com um lençol. O volume do pau dele era bem visível.
— Já terminou? — perguntou Norma do outro cômodo.
— Se você não vier, não vou conseguir — respondeu ele.
Uns passos ecoaram no corredor e Norma entrou no quarto. Ao ver ele deitado na cama, se surpreendeu. Quando se aproximou, notou na hora o volume e ficou vermelha. Olhou pra cara dele.
— O que você tá fazendo?
— Desculpa, mas não tô me sentindo bem — falou ele com cara séria.
— Tá doendo alguma coisa? Claro, trabalhar lá curvado — disse ela enquanto se aproximava da cama.
— É, tá doendo, mas acho que você pode me ajudar.
— Se eu puder, pode contar. Onde tá doendo? — disse Norma se chegando mais perto. Mário pegou a mão dela.
Com um movimento rápido, Mário descobriu o pau dele.
— Aqui tá doendo de tanto te desejar. Mas acho que você tem o remédio que eu preciso — falou enquanto levava a mão de Norma pra envolver a vara dele. Norma, que já tava decidida a aproveitar o rapaz, se surpreendeu com a cara de pau, mas não resistiu. A mão dela começou a masturbar ele devagar. O líquido pré-gozado escorria pelo pau e pela mão da mulher. Ela quis se sentar na cama, mas Mário não deixou.
— Não. Eu quero você de camisola. de um tempo atrás. Sem nada por baixo, claro.
Norma sorriu. Foi até o guarda-roupa, se despiu rapidinho e vestiu a camisola que queria. Voltou devagar pra cama, sentou e pegou de novo na pica do rapaz, enquanto a mão de Mario se perdia entre as pernas da mulher. Norma fechou os olhos pra aproveitar o momento.
– Hmmm, que delícia. Agora vai me contar o que você faz com a Raquel, falou baixinho.
– Pra que quer saber? O bom é o que vou fazer com você.
– Vamos, preciso saber o que essa puta gosta.
Mario puxou ela e fez com que se deitasse em cima dele, e começou a beijar ela na boca. Depois de um tempo, virou ela e ficaram os dois de lado. Os lábios dele tomaram conta dos peitos dela, e Norma acariciava a cabeça dele.
– Vamos, seja bonzinho e me conta, insistiu Norma.
Mario encaixou as pernas dele no meio das pernas dela e, assim de lado, ajeitou a pica entre os lábios da buceta dela. Norma passou a perna por cima do quadril do rapaz e se preparou pra receber.
– Você tá disposta a superar ela? Faria o que ela não tem coragem? Perguntou Mario, imaginando como podia tirar vantagem da situação.
– Eu não tenho limites, gostoso. Não sou uma velha histérica e amargada como ela. Vou fazer você gozar como nunca gozou, disse enquanto começava a beijar o rosto e o pescoço dele. Naquela hora, Mario empurrou pra frente e metade da pica dele entrou em Norma, que gemeu de prazer e começou a beijar ele com mais fúria. Mario segurou o pescoço dela com as duas mãos e, empurrando, afundou até o fundo, fazendo Norma gritar de dor.
– Aiii, devagar, animal, devagar.
– Já tá dentro, fica tranquila, falou enquanto começava a bombar ela. Norma virou com agilidade, ficando por cima de Mario, e tomou ela o controle da foda.
– Deixa eu dirigir. Com certeza nunca te montaram como eu vou te montar, e juntando a fala com a ação, começou a se mexer pra cima e pra baixo e pra trás e pra frente, apertando a pica dele. fazendo ele enlouquecer de prazer. Mario ficou parado, aproveitando uma verdadeira amazona de pirocas. A experiência que Norma mostrava não era de hoje. Dava pra ver que ela sabia o que estava fazendo. E Mario curtia como um menino em loja de brinquedos. As mãos dele apalpavam aqueles peitões grandes e firmes e beliscavam os bicos, o que parecia excitar ainda mais a sua cavaleira.
— Foi essa velha que te fez isso? — perguntava Norma, mais preocupada em acertar as contas com Raquel do que em aproveitar o sexo.
— Não, com certeza que não — dizia Mario, provocando Norma a se soltar totalmente.
— E o que mais você não fez?
— Ela não deixou eu comer o cu dela — falou Mario, com inocência.
— Porque ela não tem uma raba como a minha e tem vergonha de mostrar. Vem cá — disse ela, descendo e ficando de quatro na cama.
— Na minha mesa tem um creme, traz ele — pediu Norma, e Mario, obediente e excitado, foi até a mesa e pegou um pote grande de creme que estava lá.
— Agora você vai passar bem o creme no meu cu — disse Norma, ainda de quatro.
Mario abriu o pote, pegou uma quantidade generosa e esfregou na bunda dela, e um dos dedos dele entrou no cu com bastante creme, lubrificando também por dentro. A raba de Norma brilhava com o lubrificante.
— Agora você vai passar bem na sua pica — e Mario, obediente, fez isso.
— Agora monta em mim — ordenou Norma, enquanto se apoiava com as mãos na cama e abaixava a cabeça.
Na verdade, Norma nunca tinha feito sexo anal, mas não queria que Raquel levasse vantagem. Ia entregar a virgindade do cu pra esse moleque, só pra quando Raquel descobrisse, chorar de ódio.
Mario, feliz por poder realizar o sonho de comer o cu daquela gostosa, se acomodou na bunda dela e, mirando o cuzinho como se fosse um alvo, apoiou a cabeça da pica e, com uma pressão firme, viu a ponta do pau abrindo caminho. Norma se agarrava nos lençóis e mordia os lábios pra não gritar. Tinha que fingir que já fazia isso sempre. Os olhos dela se encheram de lágrimas, mas ela ficou em silêncio. Mario continuou pressionando e, lentamente, a ferramenta dele foi sumindo no cu da Norma. Quando os corpos se chocaram, Norma quase desmaiou de dor. Apoiou a cabeça na cama e ficou ali.
— Agora espera eu me acostumar com esse pauzão enorme — disse ela, fingindo indiferença.
Mario ficou parado por um bom tempo. As sensações eram inexplicáveis. As mãos dele buscaram os peitos da mulher e começaram a acariciá-los.
— Agora começa a me foder, cara — disse Norma, já um pouco mais recuperada.
E Mario começou a se mover. Nunca tinha sodomizado uma mulher. E estava adorando. Por um bom tempo ficaram transando, e Norma começou a sentir prazer. Agora sentia aquele pau entrando e saindo do corpo dela. Uma barra quente que a possuía por completo. Quando Mario gozou dentro dela, o orgasmo a varreu. Caíram de lado na cama, ficando ali. Norma sentia a lança de Mario pulsando e diminuindo um pouco de tamanho. O jovem, quando amoleceu um pouco, tirou e, assim, meio mole, conseguiu com esforço enfiar na vagina dela, ficando atrás enquanto a possuía. Norma ficou quieta e, aos poucos, começou a sentir aquele pau endurecer de novo. A mão dela acariciou as pernas do rapaz. Não podia acreditar que ele já estava pronto pra mais uma rodada. Mas ia aproveitar.
— Como você é gostoso, cara
— Você vai engolir tudo hoje, pode ter certeza — e começou a bombar. Norma levantou uma das pernas sobre as de Mario e a mão dela foi procurar as bolas do macho, começando a acariciá-las, o que fez Mario acelerar e aprofundar as investidas, e a mulher começar a gemer.
Dessa vez, Mario estava muito mais calmo e conseguiu esticar a relação por mais de meia hora, fazendo Norma gozar várias vezes. Por fim, meteu até o fundo e se esvaziou por completo. Ficaram os dois ali e, sem perceber, dormiram.
Era tarde quando Mario acordou. Ao lado dele, Norma dormia profundamente, de lado, com o rosto no borda da cama.
O jovem lembrou de tudo que tinha acontecido. Era óbvio que o único interesse da Norma era se vingar da Raquel. Que putas que são as mulheres, pensou. E enquanto relembrava, o pau dele começou a endurecer. Quando ficou bem duro, ele se levantou e, posicionando-se ao lado da cabeça da mulher, começou a esfregar o pau na cara dela. Norma mal conseguia acordar direito, quando Mario já tinha enfiado o pau na boca dela. Meio dormindo, ela começou a chupar e, depois de alguns minutos, Mario começou a gozar, e Norma só conseguiu engolir tudo até o fim.
Mario voltou a se deitar mais tranquilo. Norma era uma puta e ele ia aproveitar ela de todas as maneiras possíveis. E voltou a dormir.
Às 16h, Norma acordou assustada. Olhou o relógio e não podia acreditar. Rapidamente se levantou, foi ao banheiro. Na volta, acordou o Mario.
— Mario, é tarde — disse ela, e o jovem começou a acordar. Ele via a Norma com a camisola andando e isso o excitava. Levantou-se, foi ao banheiro, se vestiu e se preparou para ir embora.
— Vem tomar um café — chamou Norma da cozinha.
Ele foi até lá, beijou ela na boca e sentou pra tomar o café. Norma sentou na frente dele.
— Já é tarde — disse Norma.
— Sem problemas.
— É verdade que você mora sozinho.
Mario terminou o café.
— Bom, vou indo.
— Eu gostei muito — disse Norma.
Mario se levantou e, dando a volta na mesa, começou a beijar o pescoço dela.
— Que doce que você é — disse Norma.
— Não sou doce, o que acontece é que antes de ir vou te comer aqui na cozinha.
— Você é louco — disse Norma sem resistir. As carícias de Mario desceram pelas tetas da mulher enquanto a boca dele continuava percorrendo o pescoço dela. Depois de um tempo, ele a fez levantar e a inclinou sobre a mesa. Com a mão esquerda, apertou o corpo dela contra a mesa, e com a mão direita desabotoou a calça dele, abaixou, abaixou a cueca, e levantou a camisola da mulher, deixando-a sobre as costas.
Pegou o pau dele, apoiou entre os lábios vaginais e, de uma só enfiada, meteu até o fundo.
- Aiiii, devagar.
- Aguenta, putinha, aguenta, que só faltava regar bem essa sua buraquinha. Já reguei teu cu e tua boquinha, só faltava isso, falava enquanto acelerava a enfiada.
Norma esmagada contra a mesa, não podia fazer nada além de gemer e gozar.
De repente, começou a soluçar e a gozar. Uns minutos depois, Mário cravou até o fundo e jorros de porra começaram a brotar da ponta do pau dele. A foda foi espetacular.
Depois de um tempo, Mário tirou, virou ela e sentou numa cadeira.
- Agora vai deixar bem limpinho pra mim, falou colocando o pau na frente da cara dela. Norma olhou nos olhos dele e capturou aquele pau que tanto prazer tinha dado com a língua, metendo na boca e chupando até deixar brilhando.
Mário guardou o pau, arrumou a roupa, beijou ela na boca e, prometendo voltar, saiu do apartamento.
Norma ficou sentada na cozinha, totalmente exausta. Nunca tinham fodido ela daquele jeito.
Duvidava que no dia seguinte Mário conseguisse se recuperar. Raquel teria que esperar. E satisfeita, foi tomar banho. Tinha se vingado. E ainda tinha curtido como uma puta.
Mas já não bastava só a Raquel. Na empresa tinha várias coroas bem gostosas, e ele queria saber se nessa idade todas as mulheres eram iguais. Como fazer?
Era óbvio que entre elas havia algumas diferenças de outras épocas, e que essas rivalidades podiam ser aproveitadas.
Lembrou de alguns comentários de amigos mais velhos, que falavam como as mulheres eram avançadinhas com os namorados das amigas. Bastava sair com uma delas, pra que as outras morressem de vontade de enfiar a cara na braguilha dele. Decidiu que tinha que testar se isso era verdade.
Começou com a Norma. Era uma verdadeira gostosona. E solteira. Não teria problema se conseguisse levar ela pra cama. Decidiu deixar as casadas pra depois, já que era uma parada muito mais complicada, por causa das implicações familiares.
Por outro lado, os encontros com a Raquel tinham se intensificado. Todo dia, com alguma desculpa, ela chamava ele pro escritório dela. Lá, ela beijava ele com gosto. Alguns dias, chegava a fazer um boquete rápido e engolia todo o leite dele, e outras vezes metia ele no banheiro privado dela e davam uma rapidinha.
Ninguém desconfiava de nada. E Mário precisava que a Norma desconfiasse.
Tinha que criar a oportunidade.
Um dia, Norma ligou pra ele pedindo pra fazer um trampo, e Mário se desculpou, dizendo que tava esperando uma ligação e não podia sair do escritório. Pediu pra ela vir até a sala dele, e ela topou.
Quando viu que a Norma tava chegando, ele pegou o telefone e virou de costas pra porta, fingindo que tava falando.
- Sim, querida, eu também curti muito no sábado.
- Mas não, não se preocupa, te... garanto que não me interessa nenhuma outra mulher da empresa.
Norma ficou escondida ao lado da porta. Com quem será que Mário estava falando?
- Não tenha medo, sei que te incomodaria se eu transasse com alguma delas, mas não tem perigo.
- Que tal domingo à tarde? Bom, te espero no meu apartamento. O que você está a fim de fazer? E começou a rir. É, eu também tenho umas ideias. Te garanto que você vai gozar igual uma puta.
O moleque estava comendo uma mulher da empresa. Norma ficou gelada.
- Bom, um beijo, a gente se vê domingo então. Bom, é, daqui a pouco a gente se vê, ok? Ok. E desligou.
Norma ficou paralisada. Ela gostava do Mário, mas ele era muito novo e ela não tinha dado em cima, mas agora descobria que uma puta da empresa estava comendo ele. E com certeza era casada.
Ela bateu na porta e entrou no escritório, fez o que precisava.
O resto do dia ela passou vigiando o Mário e viu ele entrar no escritório da Raquel. Não podia ser que aquela puta estivesse transando com aquele garoto.
Mário entrou, percebendo que Norma estava de olho, então acariciou a Raquel, obrigando ela a parar o que estava fazendo, e depois fez ela chupar ele, na frente da porta, pra qualquer olho curioso que espiasse pelo buraco da fechadura ver os dois no ato. E ele não se enganou.
Norma se aproximou devagar e olhou pelo buraco da fechadura. Quase caiu de costas. Raquel, de joelhos, estava claramente fazendo um boquete no Mário, que estava de costas pra porta. Ela não conseguia ver ele diretamente, mas as posições eram claras. Raquel abraçava as nádegas do garoto e se movia pra frente e pra trás, enquanto Mário segurava a cabeça dela, guiando o ritmo.
Ela se afastou rapidamente dali. Então era domingo que vocês iam trepar? Ela ia dar um jeito de deixar ele seco antes. Não gostava muito da Raquel, e roubar o namoradinho dela era uma boa vingança. Além disso, Raquel era muito exigente. Com certeza esse moleque devia transar como Os deuses. Tinha que provar aquilo.
Mario tinha mostrado no escritório muito jeito para tarefas pequenas, com portas que fechavam mal, torneiras pingando e outros consertos domésticos.
Naquela mesma tarde, Norma colocou o plano em ação.
Quando Mario estava indo embora, cruzou no elevador com Norma, que "por acaso" descia pra resolver uns trâmites.
— Já vai? — perguntou a gostosa.
— Sim, Norma. E você?
— Não, vou descer um minuto e volto pro trabalho. Acontece que em casa tô com problemas na pia da cozinha e preciso arrumar um encanador.
— Vão te roubar. Você não sabe o que esses caras cobram — disse Mario.
— Não é um conserto grande, mas eu não sei fazer, então vou ter que pagar.
— Se não fosse urgente, eu poderia dar uma mão, mas até sábado não tenho tempo.
— Não quero te incomodar. Na verdade, é um pequeno vazamento que dá pra juntar com uma panela. Não é urgente, mas não queria roubar seu tempo dos seus compromissos — disse com duplo sentido.
— Se puder esperar até sábado, de manhã, posso te ajudar.
— Tá bom, mas com a condição de você ficar pra almoçar em casa. Não quero que faça nada de graça, e principalmente quero que você curta a tarefa que vou te dar — disse, brincando com as palavras de novo.
— Tá certo, sem problema, mas olha que eu como leve.
— Não se preocupa, não queria que você se sentisse desconfortável pra cumprir suas obrigações — disse com um sorriso cheio de desejo.
Norma passou o endereço e combinaram pra sábado às 10 da manhã. A primeira parte do plano já tava completa.
Mario, recém-iniciado no mundo do sexo, se sentia satisfeito. Tinha uma amante quase fixa, a Raquel, que ensinava os segredos do sexo, e com uma manobra esperta tinha conseguido se enfiar na casa de Norma. Não tinha compromisso nenhum no domingo como tinha mentido, então a Normita ia receber tudo o que estivesse disposta a aguentar. Só de pensar, o pau já endurecia.
Naquele sábado, Norma se levantou Cedo, ela mexeu no cano de esgoto da pia da cozinha pra começar a vazar, tomou banho, se perfumou bem, um toque de maquiagem, sem exagerar, e em vez de se vestir, colocou um conjunto de lingerie transparente roxa e por cima uma camisola curta, tão transparente quanto o resto da roupa. No conjunto, não transparecia tanto, mas a imaginação fazia o resto. Ela se meteu de novo na cama e esperou a hora chegar.
Quando a campainha tocou, ela pulou da cama, bagunçou um pouco o cabelo e esperou tocar de novo. Quando tocou novamente, abriu a porta de par em par.
Mario, com sua caixa de ferramentas, quase desmaiou quando viu uma mulher tão gostosa na porta.
— Oi, oi, olá — conseguiu dizer.
— Aiii, desculpa, Mario. Eu dormi. Não lembrei que você viria hoje, mas entra, entra.
— Se quiser, eu volto mais tarde — disse ele, enquanto escondia uma ereção monstra com a caixa de ferramentas.
— Não, não tem problema, entra — insistiu ela, pegando ele pelo braço. Quando ela tocou nele, uma corrente elétrica percorreu o corpo dele, e o pau dele endureceu ainda mais.
Ela o acompanhou até a cozinha. Chegando lá, se abaixou na frente dele enquanto explicava o problema e enfiava a cabeça embaixo da pia. Mario tinha na frente uma bunda de cinema, em cima de duas pernas torneadas por um escultor. Ele não entendeu nada do que ela disse. Estava besta, olhando aquele corpo de mulher que estava a centímetros dele.
— ... E acho que assim resolve, não acha? — terminou ela, saindo de debaixo da pia e ficando de frente pra ele.
— Siiim, acho que você tem razão — conseguiu responder.
— Bom, vou te deixar e vou me trocar. Não quero que você se sinta constrangido — disse Norma.
— Sem problemas, Norma. É sua casa. Fica à vontade, vou trabalhar.
— Tá bem, Mario. Volto daqui a pouco.
E balançando a bunda ritmadamente, ela entrou no quarto. Lá dentro, se jogou na cama. Estava feliz. Tinha ele onde queria. Agora era só questão de Provocá-lo continuamente. Hoje era o dia em que ela ia começar a cobrar a soberba da Raquel.
Mario levou uns minutos pra reagir. Finalmente se convenceu de que o plano dele tinha dado certo. A putinha tava procurando ele. E ia encontrar.
Ele começou a trabalhar e descobriu que o cano só tava um pouco deslocado, era só ajustar. Era tão simples que nem por um momento ele acreditou que a Norma não podia ter consertado se quisesse.
Ela não tinha medo dele, e tava enganada. Depois da experiência com a Raquel, ele se sentia capaz de conquistar qualquer coroa que aparecesse na frente. E essa tinha aparecido. Enquanto ele tava embaixo da pia trabalhando, a Norma saiu do quarto vestida. Bah, vestida é modo de dizer. Uma regata curta com alças, sem nada por baixo, e um short jeans curto que deixava aparecer o começo da bunda dela. Ela chegou perto da pia, abriu as pernas e ficou olhando o que o Mario tava fazendo.
Mario, de baixo, tinha uma vista espetacular. Aquelas duas pernas, duras, e o monte de Vênus que se marcava por baixo do short o deixavam louco.
— Precisa de alguma coisa? — perguntou Norma, solícita.
— Não, nada.
— Quer beber algo?
— Algo gelado, pode ser?
— O que você quiser. Lembra que te devo uma. — E se afastou em direção à geladeira.
— Olha que eu tenho boa memória e gosto de cobrar as dívidas — disse ele, rindo.
Ela trouxe um copo de suco que ele tomou devagar, e quando terminou o conserto, saiu de lá. Tava todo suado.
— Pronto, testa aí pra ver se resolveu — disse ele, enxugando o suor com o dorso da mão direita.
Ela se aproximou, apoiou na pia na frente dele, empinou a bunda pra fora e abriu a torneira. Depois se abaixou e olhou por baixo.
— Parece que você fez um bom trabalho.
Ela se levantou e olhou pra ele.
— A Raquel tem razão. Ela vive te elogiando. Diz que você é muito prestativo.
— Sou muito prestativo quando sabem pedir o que querem. Quando não têm certeza, prefiro não participar — disse ele. também com duplo sentido.
— Mas você tá todo suado. Quer tomar um banho? — disse Norma enquanto com a mão enxugava o suor do pescoço dele.
— Melhor eu ir. Não trouxe roupa pra trocar — falou ele, jogando um duplo sentido.
— Você me prometeu que ia ficar pra comer. Toma um banho que eu te empresto um roupão enquanto lavo sua camiseta — disse ela se aproximando e tirando a peça pela cabeça dele. Na hora, levou ele pro banheiro, que ficava dentro do quarto dela.
Mário entrou e fechou a porta.
Tudo isso era porque ele tava transando com uma conhecida? Será que ela era tão puta assim?
Ele entrou no chuveiro, mas a tesão não baixou. E não ia baixar até ele comer essa gostosa.
Terminou de se lavar e saiu do banheiro. Em cima da cama tinha um roupão de banho. Mas em vez de vestir, ele abriu a cama e se deitou, se cobrindo com um lençol. O volume do pau dele era bem visível.
— Já terminou? — perguntou Norma do outro cômodo.
— Se você não vier, não vou conseguir — respondeu ele.
Uns passos ecoaram no corredor e Norma entrou no quarto. Ao ver ele deitado na cama, se surpreendeu. Quando se aproximou, notou na hora o volume e ficou vermelha. Olhou pra cara dele.
— O que você tá fazendo?
— Desculpa, mas não tô me sentindo bem — falou ele com cara séria.
— Tá doendo alguma coisa? Claro, trabalhar lá curvado — disse ela enquanto se aproximava da cama.
— É, tá doendo, mas acho que você pode me ajudar.
— Se eu puder, pode contar. Onde tá doendo? — disse Norma se chegando mais perto. Mário pegou a mão dela.
Com um movimento rápido, Mário descobriu o pau dele.
— Aqui tá doendo de tanto te desejar. Mas acho que você tem o remédio que eu preciso — falou enquanto levava a mão de Norma pra envolver a vara dele. Norma, que já tava decidida a aproveitar o rapaz, se surpreendeu com a cara de pau, mas não resistiu. A mão dela começou a masturbar ele devagar. O líquido pré-gozado escorria pelo pau e pela mão da mulher. Ela quis se sentar na cama, mas Mário não deixou.
— Não. Eu quero você de camisola. de um tempo atrás. Sem nada por baixo, claro.
Norma sorriu. Foi até o guarda-roupa, se despiu rapidinho e vestiu a camisola que queria. Voltou devagar pra cama, sentou e pegou de novo na pica do rapaz, enquanto a mão de Mario se perdia entre as pernas da mulher. Norma fechou os olhos pra aproveitar o momento.
– Hmmm, que delícia. Agora vai me contar o que você faz com a Raquel, falou baixinho.
– Pra que quer saber? O bom é o que vou fazer com você.
– Vamos, preciso saber o que essa puta gosta.
Mario puxou ela e fez com que se deitasse em cima dele, e começou a beijar ela na boca. Depois de um tempo, virou ela e ficaram os dois de lado. Os lábios dele tomaram conta dos peitos dela, e Norma acariciava a cabeça dele.
– Vamos, seja bonzinho e me conta, insistiu Norma.
Mario encaixou as pernas dele no meio das pernas dela e, assim de lado, ajeitou a pica entre os lábios da buceta dela. Norma passou a perna por cima do quadril do rapaz e se preparou pra receber.
– Você tá disposta a superar ela? Faria o que ela não tem coragem? Perguntou Mario, imaginando como podia tirar vantagem da situação.
– Eu não tenho limites, gostoso. Não sou uma velha histérica e amargada como ela. Vou fazer você gozar como nunca gozou, disse enquanto começava a beijar o rosto e o pescoço dele. Naquela hora, Mario empurrou pra frente e metade da pica dele entrou em Norma, que gemeu de prazer e começou a beijar ele com mais fúria. Mario segurou o pescoço dela com as duas mãos e, empurrando, afundou até o fundo, fazendo Norma gritar de dor.
– Aiii, devagar, animal, devagar.
– Já tá dentro, fica tranquila, falou enquanto começava a bombar ela. Norma virou com agilidade, ficando por cima de Mario, e tomou ela o controle da foda.
– Deixa eu dirigir. Com certeza nunca te montaram como eu vou te montar, e juntando a fala com a ação, começou a se mexer pra cima e pra baixo e pra trás e pra frente, apertando a pica dele. fazendo ele enlouquecer de prazer. Mario ficou parado, aproveitando uma verdadeira amazona de pirocas. A experiência que Norma mostrava não era de hoje. Dava pra ver que ela sabia o que estava fazendo. E Mario curtia como um menino em loja de brinquedos. As mãos dele apalpavam aqueles peitões grandes e firmes e beliscavam os bicos, o que parecia excitar ainda mais a sua cavaleira.
— Foi essa velha que te fez isso? — perguntava Norma, mais preocupada em acertar as contas com Raquel do que em aproveitar o sexo.
— Não, com certeza que não — dizia Mario, provocando Norma a se soltar totalmente.
— E o que mais você não fez?
— Ela não deixou eu comer o cu dela — falou Mario, com inocência.
— Porque ela não tem uma raba como a minha e tem vergonha de mostrar. Vem cá — disse ela, descendo e ficando de quatro na cama.
— Na minha mesa tem um creme, traz ele — pediu Norma, e Mario, obediente e excitado, foi até a mesa e pegou um pote grande de creme que estava lá.
— Agora você vai passar bem o creme no meu cu — disse Norma, ainda de quatro.
Mario abriu o pote, pegou uma quantidade generosa e esfregou na bunda dela, e um dos dedos dele entrou no cu com bastante creme, lubrificando também por dentro. A raba de Norma brilhava com o lubrificante.
— Agora você vai passar bem na sua pica — e Mario, obediente, fez isso.
— Agora monta em mim — ordenou Norma, enquanto se apoiava com as mãos na cama e abaixava a cabeça.
Na verdade, Norma nunca tinha feito sexo anal, mas não queria que Raquel levasse vantagem. Ia entregar a virgindade do cu pra esse moleque, só pra quando Raquel descobrisse, chorar de ódio.
Mario, feliz por poder realizar o sonho de comer o cu daquela gostosa, se acomodou na bunda dela e, mirando o cuzinho como se fosse um alvo, apoiou a cabeça da pica e, com uma pressão firme, viu a ponta do pau abrindo caminho. Norma se agarrava nos lençóis e mordia os lábios pra não gritar. Tinha que fingir que já fazia isso sempre. Os olhos dela se encheram de lágrimas, mas ela ficou em silêncio. Mario continuou pressionando e, lentamente, a ferramenta dele foi sumindo no cu da Norma. Quando os corpos se chocaram, Norma quase desmaiou de dor. Apoiou a cabeça na cama e ficou ali.
— Agora espera eu me acostumar com esse pauzão enorme — disse ela, fingindo indiferença.
Mario ficou parado por um bom tempo. As sensações eram inexplicáveis. As mãos dele buscaram os peitos da mulher e começaram a acariciá-los.
— Agora começa a me foder, cara — disse Norma, já um pouco mais recuperada.
E Mario começou a se mover. Nunca tinha sodomizado uma mulher. E estava adorando. Por um bom tempo ficaram transando, e Norma começou a sentir prazer. Agora sentia aquele pau entrando e saindo do corpo dela. Uma barra quente que a possuía por completo. Quando Mario gozou dentro dela, o orgasmo a varreu. Caíram de lado na cama, ficando ali. Norma sentia a lança de Mario pulsando e diminuindo um pouco de tamanho. O jovem, quando amoleceu um pouco, tirou e, assim, meio mole, conseguiu com esforço enfiar na vagina dela, ficando atrás enquanto a possuía. Norma ficou quieta e, aos poucos, começou a sentir aquele pau endurecer de novo. A mão dela acariciou as pernas do rapaz. Não podia acreditar que ele já estava pronto pra mais uma rodada. Mas ia aproveitar.
— Como você é gostoso, cara
— Você vai engolir tudo hoje, pode ter certeza — e começou a bombar. Norma levantou uma das pernas sobre as de Mario e a mão dela foi procurar as bolas do macho, começando a acariciá-las, o que fez Mario acelerar e aprofundar as investidas, e a mulher começar a gemer.
Dessa vez, Mario estava muito mais calmo e conseguiu esticar a relação por mais de meia hora, fazendo Norma gozar várias vezes. Por fim, meteu até o fundo e se esvaziou por completo. Ficaram os dois ali e, sem perceber, dormiram.
Era tarde quando Mario acordou. Ao lado dele, Norma dormia profundamente, de lado, com o rosto no borda da cama.
O jovem lembrou de tudo que tinha acontecido. Era óbvio que o único interesse da Norma era se vingar da Raquel. Que putas que são as mulheres, pensou. E enquanto relembrava, o pau dele começou a endurecer. Quando ficou bem duro, ele se levantou e, posicionando-se ao lado da cabeça da mulher, começou a esfregar o pau na cara dela. Norma mal conseguia acordar direito, quando Mario já tinha enfiado o pau na boca dela. Meio dormindo, ela começou a chupar e, depois de alguns minutos, Mario começou a gozar, e Norma só conseguiu engolir tudo até o fim.
Mario voltou a se deitar mais tranquilo. Norma era uma puta e ele ia aproveitar ela de todas as maneiras possíveis. E voltou a dormir.
Às 16h, Norma acordou assustada. Olhou o relógio e não podia acreditar. Rapidamente se levantou, foi ao banheiro. Na volta, acordou o Mario.
— Mario, é tarde — disse ela, e o jovem começou a acordar. Ele via a Norma com a camisola andando e isso o excitava. Levantou-se, foi ao banheiro, se vestiu e se preparou para ir embora.
— Vem tomar um café — chamou Norma da cozinha.
Ele foi até lá, beijou ela na boca e sentou pra tomar o café. Norma sentou na frente dele.
— Já é tarde — disse Norma.
— Sem problemas.
— É verdade que você mora sozinho.
Mario terminou o café.
— Bom, vou indo.
— Eu gostei muito — disse Norma.
Mario se levantou e, dando a volta na mesa, começou a beijar o pescoço dela.
— Que doce que você é — disse Norma.
— Não sou doce, o que acontece é que antes de ir vou te comer aqui na cozinha.
— Você é louco — disse Norma sem resistir. As carícias de Mario desceram pelas tetas da mulher enquanto a boca dele continuava percorrendo o pescoço dela. Depois de um tempo, ele a fez levantar e a inclinou sobre a mesa. Com a mão esquerda, apertou o corpo dela contra a mesa, e com a mão direita desabotoou a calça dele, abaixou, abaixou a cueca, e levantou a camisola da mulher, deixando-a sobre as costas.
Pegou o pau dele, apoiou entre os lábios vaginais e, de uma só enfiada, meteu até o fundo.
- Aiiii, devagar.
- Aguenta, putinha, aguenta, que só faltava regar bem essa sua buraquinha. Já reguei teu cu e tua boquinha, só faltava isso, falava enquanto acelerava a enfiada.
Norma esmagada contra a mesa, não podia fazer nada além de gemer e gozar.
De repente, começou a soluçar e a gozar. Uns minutos depois, Mário cravou até o fundo e jorros de porra começaram a brotar da ponta do pau dele. A foda foi espetacular.
Depois de um tempo, Mário tirou, virou ela e sentou numa cadeira.
- Agora vai deixar bem limpinho pra mim, falou colocando o pau na frente da cara dela. Norma olhou nos olhos dele e capturou aquele pau que tanto prazer tinha dado com a língua, metendo na boca e chupando até deixar brilhando.
Mário guardou o pau, arrumou a roupa, beijou ela na boca e, prometendo voltar, saiu do apartamento.
Norma ficou sentada na cozinha, totalmente exausta. Nunca tinham fodido ela daquele jeito.
Duvidava que no dia seguinte Mário conseguisse se recuperar. Raquel teria que esperar. E satisfeita, foi tomar banho. Tinha se vingado. E ainda tinha curtido como uma puta.
1 comentários - A iniciação (2ª parte)