Espero que vocês gostem dessa história 😃...
Desde já, muito obrigado por passarem aqui.
Desde já, muito obrigado por passarem aqui.
Esta é a história do amigo do meu melhor amigo… pode até parecer meio loucura, mas uma vez eu estive na presença de quem, talvez sem saber, é o melhor contador de histórias eróticas do mundinho que eu conheço. É que, sem nem mostrar provas concretas, só com as frases que saíam como melodias finas, ele conseguia prender a atenção de todo mundo e deixar a gente de pau duro com os relatos dele…
Era uma noite fria, daquelas que estão nos abraçando por esses tempos. A gente se juntou entre amigos, com a intenção de passar o tempo e dividir a noite. A noite e o álcool estavam pesando, deixando marcas entre meus amigos e suas namoradas. Já todo mundo meio alto e sem assunto, a gente ouviu uma voz dizer: “Vocês não sabem o que tá acontecendo comigo”. Todos olhamos atônitos, porque, sem querer, com aquela frase pequena, ele tinha chamado nossa atenção, principalmente a minha, que não acreditava que ele ia fazer aquilo em público. Olhei fixo nos olhos dele e ouvi dos lábios dele: “Na torre do meu prédio, tá rolando uma parada que tá queimando minha cabeça. Minha vizinha, uma senhora um pouco mais velha, já nos seus quarenta anos bem vividos, é minha maior fantasia…”
Naquele momento, olhei pros outros pra ver o que achavam. Todos estavam na expectativa pra ele continuar a história e entender um pouco mais por que um cara jovem, com certo sucesso com as mulheres, se sentia seduzido por uma mulher mais velha, com as marcas do tempo na pele. Ele continuou: “Já faz dias que minha vizinha não me deixa dormir com os gemidos de prazer dela. São tão provocantes que não consigo evitar ficar excitado toda vez que ouço ela respirar ofegante e soltar os primeiros gemidos de prazer. É que faz uma semana que chegou na casa dela um sobrinho que ela tem, que estuda na universidade perto de casa. A puta, à noite, quando a filha não está, fode com ele sem hesitar!”
Naquele momento, todos ao redor arregalaram os olhos, surpresos com o que ele dizia. Até eu, naquele instante… Fiquei paralisado pensando se tava fazendo certo em contar tudo isso, mas o Robert, um amigo nosso, falou “continua, filho da puta!, como é que você sabe disso?”… aí, no silêncio da reunião, ele continuou contando. Esse moleque de uns 18 anos chegou semana passada no apartamento da minha vizinha e, bom, por protocolo no prédio, tem que registrar na portaria quem mora aqui, por segurança, mais que nada. Dado que consegui confirmar quando minha cabeça tava fervendo com o João, o porteiro. Realmente, aquele cara era sobrinho dela… Na primeira semana que ele chegou, não rolou nada, as noites eram calmas como todas que eu costumo ter no meu apê. Exatamente uma semana depois, comecei a ouvir uns gemidos que vinham do quarto da minha vizinha, palavras murmuradas que expressavam um prazer infinito. No primeiro momento, pensei que minha vizinha tava se divertindo com um amante casual, nada de novo, no fundo, porque todo mundo tem direito de aproveitar a vida, né?... Mas uma noite, meio sem querer, quase por acaso, quando saí pra pegar uma pizza que tinham trazido, vi que a única filha da minha vizinha tava saindo pra dançar. E ela, parada na porta, foi se despedir. O diálogo foi curto, mas bem claro: minha vizinha pediu pra ela se cuidar, e a filha respondeu “não se preocupa, mãe! Cuida do Gonza que ele tá meio dodói” (claramente esse Gonza era o sobrinho)… Daí em diante, deduzi que só estavam minha vizinha e o sobrinho “doente” dela. Me joguei na cama com a pizza que tinha pedido e uma coca do lado, enquanto via um filme na TV. De repente, talvez meia hora depois, ouvi alguém bater na porta do quarto da minha vizinha (acreditem se quiser, nesses apês se ouve tudo). A porta abriu, e o silêncio voltou a reinar… Sem muito alarde, continuei vendo TV, quando de repente comecei a sentir o rangido da cama da minha vizinha, e os gemidos dela começaram a soar. Impressionado com a estranheza da situação, comecei a pensar como isso era possível, já que minha vizinha tava sozinha em casa. só com o sobrinho dela, a estranheza da situação me fez colar o ouvido na parede pra ver se ouvia algo que tirasse aquela dúvida enorme que aquela cena tão inquietante tinha plantado em mim. assim que encostei minha orelha na parede gelada, consegui ouvir com mais intensidade a respiração ofegante dos dois amantes e os gemidos de uma mulher cheia de prazer. de repente, como um raio arrepiante, ouvi da boca dela, cheia de tesão… “assim, Gonza, assim…” naquele momento, estupefato, tirei o ouvido da parede pra processar o que tinha escutado. minha mente se recusava a pensar que minha vizinha, uma mulher fina, elegante e acima de tudo cheia de seriedade, estava se pegando com o sobrinho dela sem pensar duas vezes. o tesão invadiu minha cabeça e a ereção na minha calça começou a brotar… voltei a colar o ouvido na parede pra continuar ouvindo o relato involuntário daquele ato sexual. o coração começou a bater mais rápido e meus sentidos começaram a aguçar. encostei de novo a orelha na parede e comecei a ouvir. como um quebra-cabeça sexual, comecei a criar na minha mente o que não podia ver. minha vizinha incentivava ele a mais e mais, pedia pra ele chupar a pussy dela igual uma mulher gostosa que quer mais e mais… o cara, sedento, dava pra ouvir ele perguntando com incredulidade: “cê gosta assim, tia? quer mais??”… ela gozava a cada segundo e dava pra ouvir ela gritando de prazer… de repente, a cama começou a ranger e eles a gritar, o barulho da batida dos corpos começou a aumentar. e, como uma canção linda e ardente, em alguns minutos deu pra ouvir eles gozarem. primeiro ela, com um grito rasgado de prazer, e depois ele, que com tesão deu pra ouvir perguntar: “posso encher sua pussy de porra?!”… ao que minha vizinha respondeu com um ardente “enche minha pussy”… todo mundo na reunião se sentiu preso naquele clima. o sexo tinha chegado no nosso encontro e se sentado na roda como mais um… todos estávamos meio Calientes e ligados, olhei pros meus amigos que estavam de casal e as mulheres, longe de ficarem bravas, pareciam ter curtido a situação. Os bicos dos peitos delas durinhos entregavam tudo, e as mãos entre as pernas confirmavam. Meus amigos, tentando dar um jeito de esconder a ereção, olhavam atônitos com o tesão da parada, ficaram mudos e pensativos com o calor daquela realidade…
E eu me olhei no espelho que tava na minha frente e não acreditei no que tinha contado sem querer!....
Uma história real, minha, de quando eu tava na facul…
Tem continuação, se vocês gostarem, CONTINUA…
5 comentários - A vizinha gostosa, a fantasia...