Olá, pessoal. Vou começar me apresentando, já que é meu primeiro relato. Me chamo Daniel, sou do Panamá e tenho 19 anos atualmente. Me descrevendo: tenho traços romenos misturados com traços espanhóis, embora nunca tenha me considerado o gato da família. Sou de olhos e cabelo castanhos, alto e, mesmo não sendo um Stallone ou Schwarzenegger, me mantenho em forma. Na época da história do relato, já tinha tido várias namoradas e ido um pouco longe em termos de intimidade, considerando a idade. Toda a história é 100% real.
A história que vou contar começou quando eu tinha 18 anos. Era uma daquelas reuniões de família que rolam quando seus parentes chegam do exterior; no caso da minha família, as mulheres sentavam pra tomar vinho enquanto os homens faziam um churrasco no grande quintal da nossa casa na Cidade do Panamá. Naquele dia, uma grande parte da minha família tinha chegado da Romênia, e parte dela eu nem conhecia pessoalmente, só por fotos no Facebook. Entre eles, se destacavam duas garotas: minha prima Vanesa e minha prima Valentina. Vou descrevê-las:
Vanesa é branca, alta, de cabelo castanho escuro e olhos pretos. Com umas pernas carnudas e torneadas, que terminavam numa bunda bem grande e firme, e um par de peitos operados que me chamaram a atenção desde o primeiro momento em que a vi. Pra ser sincero, não saberia dizer o tamanho, porque nunca fui bom nesse tipo de coisa.
Valentina também é alta, mas um pouco mais morena que a Vanesa, com olhos e cabelo castanho claro. Também tinha umas pernas bonitas, coxas grossas, que começavam na base de uma bunda grande, mas, ao contrário da irmã, essa era daquelas bundas molinhas. Os peitos dela também eram operados, embora não tão grandes quanto os da irmã.
Elas tinham 20 e 24 anos, respectivamente.
Nossa família sempre foi de classe alta, desde os tempos da Romênia comunista, onde meus avós e meus pais eram membros importantes do partido, inclusive chegaram a estar ao lado do Ceausescu mais de uma vez em vários discursos, jantares e viagens oficiais. Sempre gostei de me gabar disso, embora o resto da minha família não fosse assim. Sempre me disseram que o dinheiro podia sumir do dia pra noite, e eu tava ciente disso, mas fazia o que era preciso pra pegar as melhores gostosas da escola, e se isso incluía ir contra o que minha família falava, eu fazia.
Depois de nos cumprimentarmos com os três beijos tradicionais da Romênia, as mulheres mais velhas foram tomar vinho, enquanto os homens foram pra churrasqueira. Os jovens, que éramos vários, sentamos no jardim pra nos conhecer. Minhas primas falavam muito bem espanhol, embora com aquele sotaque que lembra os vilões de filme. Outros que tinham vindo não falavam, então quase toda nossa conversa foi em romeno.
— E me conta, o que você tá estudando? — Perguntou Vanesa
— Agora tô terminando o 10º ano, falta mais um pra me formar e ir pra faculdade. E você? Vai pra faculdade? — Perguntei pra ela
— Sim, já vou começar o penúltimo semestre — Respondeu.
A conversa continuou por umas horas, tocando naqueles assuntos bestas; tipo a vida lá, a neve, a insegurança aqui, a comida... Até que veio uma pergunta que, embora não me surpreendesse, não esperava tão cedo.
— Me conta, você tem namorada, primo? — Perguntou Valentina
— Sim, tem uma coisinha rolando por aí — Falei, dando um sorrisinho — E você? Tá com alguém?
Nisso, Vanesa deu uma risadinha.
— Alguém? Acho que você devia perguntar quantos — Continuou rindo.
— Para, que eu sei umas coisas sobre você — Disse Valentina.
Nisso, um dos caras que tava lá, que embora não fosse da família, sempre convidávamos pra essas reuniões porque era tipo meu irmão, falou no meu ouvido...
— Parece que não são nenhumas santinhas, eu fico com a mais moreninha — Disse ele. rindo um pouco.
—Já, Selvir, não me faz te deixar no ridículo na frente delas — falei em sérvio, a língua da infância dele.
Selvir sempre foi meu amigo, desde que me lembro somos como irmãos. A família dele também era da alta sociedade, e chegaram lá do mesmo jeito que a minha. O pai dele fazia parte do gabinete de Slobodan Milosevic na antiga Iugoslávia. Desde crianças, a gente se ensinava as nossas línguas: eu ensinava romeno pra ele, e ele me ensinava sérvio. E quando não queríamos que ninguém da minha família entendesse o que a gente tava falando, usávamos o sérvio.
Tenho que dizer que o Selvir atraía as minas sem precisar falar da fortuna da família. Ele é um pouco mais baixo que eu, branco, olhos verdes e cabelo castanho claro.
Lembro que a gente tinha nosso esquema pra pegar mina nos clubes: ele era a ponta de lança, sempre falava primeiro, porque as garotas iam até ele. Depois eu chegava, enchia o saco delas com um monte de papo e terminava de conquistar.
Naquela noite, a conversa seguiu por outros caminhos e a gente esqueceu o assunto das namoradas.
Como moramos numa casa grande, a maioria dos meus parentes ficava por lá, outros iam dormir num hotel. Entre os que dormiam na minha casa estavam minhas duas primas e, naquela noite, o Selvir. Como a reunião tinha terminado tarde e os pais dele já deviam estar dormindo, falei pra ele ficar pra passar a noite. Claro, quando ficamos sozinhos, não deu pra evitar o assunto das minhas primas…
— Que gostosas que são — ele disse.
— Quem? — falei, sem sacar que ele tava falando das minhas primas.
— Suas primas, fiquei duro que nem um cinzel quando vi elas — ele disse, e eu comecei a rir.
— É, sim… Eu também… — falei ainda rindo — Acho que agora uma delas deve estar tomando banho…
— Cê acha que… — eu interrompi.
— Sim, vamos pro quintal, lá tem uma janela que dá pro banheiro — falei enquanto já tava indo pra porta.
Saímos pro quintal e ele... Demos a volta na casa até chegar na janela. Quem espiou primeiro fui eu, e lá estava ela, a Vanesa, pelada, ensaboando os braços, de frente pra janela, mas nem percebeu que a gente tava ali. Eu via ela ensaboando os peitos, a buceta, o rabo… Fiquei hipnotizado olhando aquela gostosa, até que o Selvir me empurrou pra ver também pela janela.
—Essa é boa… Pena que é tua prima e tu não pode comer ela. Depois que a gente cruzar, te conto como foi — ele falou, usando esse termo porque na escola a gente tava vendo umas aulas sobre reprodução na época.
—É… Com certeza… — respondi, já bolando um plano na hora pra conseguir transar com uma delas… Ou com as duas.
A gente ficou olhando até ela sair do banheiro. Esperamos um tempão pela Valentina, mas ela não apareceu, então voltamos pra dentro.
—Preciso de uma punheta — o Selvir falou.
—É, mas depois de mim — respondi, empurrando ele de lado e entrando no banheiro onde a Vanesa tinha tomado banho uns dez minutos antes.
A primeira coisa que notei quando entrei foi uma calcinha fio-dental preta, enrolada no jeans que minha prima tava usando. Avancei nela e desenrolei, e lá estava aquele cheiro de mulher que eu já tinha sentido antes, quando enfiava os dedos por baixo da calcinha das minhas namoradas. Aquele cheiro doce e forte, que te excita tudo, que traz um monte de pensamento na cabeça… Mesmo sendo da própria prima. Me masturbei com a calcinha dela enrolada no meu pau, com um baita “final feliz”, como eu chamo. Depois disso, coloquei a calcinha de volta no lugar, dessa vez com uma mancha branca enorme na parte da frente.
Saí do banheiro e o Selvir não tava mais lá. Achei que ele tinha ido bater uma no quarto dele, e fui dormir.
Acordamos no dia seguinte umas 10 da manhã. Minha mãe e minhas tias já tinham o café pronto, e a gente foi sentar na hora. O Selvir sentou do meu lado depois de dar bom dia pra todo mundo…
—Come rápido, preciso falar contigo e te mostrar uma coisa. algo—Ela disse sem olhar pra minha cara, mas com um sorriso estampado no rosto.
—O que você aprontou agora… —Eu respondi, também sorrindo.
—Você vai ver…
A gente terminou de comer quase ao mesmo tempo. Como era fim de semana, o pessoal da limpeza não tinha ido, então cada um tinha que lavar seus próprios pratos e talheres. Depois de terminar, a gente tomou banho e sentou na frente de casa…
—Olha isso —Selvir falou, tirando o iPhone.
E o que eu vi foi inacreditável. De noite, ele tinha se enfiado no quarto da minha prima e gravado por baixo dos lençóis dela. Graças ao flash, dava pra ver a racha dela, totalmente depilada. Era daquelas fechadas, com tudo guardado pra dentro. O vídeo continuou por mais uns 15 segundos até que minha prima se mexeu, e Selvir puxou o celular violentamente de debaixo dos lençóis…
—E aí, o que aconteceu depois? —Perguntei.
—Fiquei escondido debaixo da cama por 15 minutos, depois saí e fui dormir —Ele respondeu.
A manhã seguiu sem novidades. Minhas primas estavam em casa, e eu e Selvir jogando futebol. De tarde, depois do almoço, Selvir voltou pra casa dele, então fiquei sem nada interessante pra fazer. Liguei a TV e, um tempo depois, Valentina chegou…
—O que você tá vendo? —Ela perguntou.
—Nada, aqui não passa nada de bom —Falei, mudando de canal.
—A piscina tá limpa? —Ela disse.
—Tá, claro. Por quê?
—Quero nadar, e não me faria mal um pouco de companhia —Ela falou, enquanto eu virava pra olhar pra ela.
Eu nunca fui muito chegado ao sol, e naquela tarde o sol tava forte. Mas depois de pensar por uns segundos, e ver quem tava me convidando e que eu teria a chance de vê-la com pouca roupa, topei…
—Ok, vou vestir um short, desço em 5 minutos —Respondi, desligando a TV.
Enquanto me trocava, não resisti e saí pela minha janela (Não era nada demais pra mim, costuma ser minha "rota de fuga" quando quero sair de noite sem ser visto) e fui dar uma olhada. Olho nela, quando me virei pra espiar, ela já tava de biquíni indo em direção à porta, então deu pra ver aquela raba com a calcinha do biquíni "entalada" nela. Fui pro meu quarto e terminei de me arrumar.
Quando cheguei na piscina, ela já tava dentro d'água, fiquei hipnotizado por uns segundos vendo os reflexos naqueles peitos até ela falar comigo...
— Vai entrar ou vai ficar só olhando? — Ela disse antes de mergulhar de cabeça e sair na hora.
— Sim, claro que vou entrar — Falei enquanto tirava meu calçado.
Depois de um tempinho conversando sobre qualquer coisa, ela soltou...
— O que a Vanesa falou ontem... Sobre eu ter "vários", não é verdade — Ela disse
— Como assim? — Falei sem ter sacado que ela tava falando da conversa da noite anterior.
— Sobre o que a gente tava falando ontem à noite, quando a Vanesa te perguntou das namoradas.
— Ah, tá... Relaxa, isso não é nada... Se você soubesse como eu e o Selvir nos divertimos — Falei com um sorriso.
— Então, sabe... É que a gente não se conhecia, e não sei que impressão você pode ter de mim...
— Calmaaaa, não esquenta com isso, prima — Reforcei
— Beleza — Ela disse com um sorriso — Se você não se sentir desconfortável falando disso, como é que você se sai com as mulheres? — Ela perguntou
— Bom, diria que bem, já tive namoradas, e a gente foi "longe" — Falei, sem querer insinuar nada sexual.
— Quão longe?
— Uns 8 meses ou algo assim... — Falei
— Tá, mas na intimidade, sabe, se tocar e tudo mais — Isso me surpreendeu um pouco, não achei que ela fosse me perguntar sobre isso.
— Bom... — Pensei, apesar de ser minha prima e tal, fazia só um dia que a conhecia, então não era uma relação de confiança total — Quer mesmo saber?
— Não é que eu queira saber, é que na sua idade eu não me sentia desconfortável falando disso — Disse enquanto vinha sentar do meu lado na escada da piscina — E achei que você não teria problema.
— Então, se é por esse lado, e se prometer que não vai contar pra ninguém, e que depois me —Você também ia falar sobre isso… — eu disse.
— Claro, não se preocupa. De qualquer forma, não me sentiria à vontade falando sobre a vida sexual do meu primo na frente da minha tia ou do resto da família…
— Boa observação — eu disse. — Então, o mais longe que fui foi enfiar um dedo na… você sabe… vai em frente — falei, tentando evitar a palavra buceta ou periquita.
— Na boceta dela? — ela me disse.
— Que isso, virou espanhola agora? — falei rindo, me referindo ao fato de que na América Latina a palavra “chocho” não é usada pra se referir à buceta.
— Um pouquinho, sim.
— Pois é, na boceta dela — confessei. — E você, como é que tá?
— Ah, nada demais. Na Romênia não curtem muito mulher “plástica”, apesar de eu ter tido vários namorados. Todos foram uns imbecis, daqueles que se acham macho alfa…
— É… fico triste em ouvir isso. Se não fosse seu primo, eu te transformaria na minha princesa — falei, olhando no rosto dela.
— É um elogio receber uma cantada dessas de um galã como você — ela disse, rindo.
— Vem cá — falei, enquanto a abraçava.
Ficamos assim por um tempo. Nem sei por que a abracei, foi algo que veio do nada. Ela era gostosa contra minha pele, sentia os implantes se apertando no meu peito, as batidas do coração dela e o calor do corpo. Quando nos separamos, ficamos nos olhando por alguns segundos, e ela me deu um beijinho rápido, daqueles chamados de “selinho”. Me senti no céu, meu coração acelerou, minhas pernas fraquejaram… Era algo que nunca tinha acontecido comigo. Sem querer me gabar, tenho que dizer que sempre conseguia a garota que queria, fazia o impossível, e quando conseguia, não sentia isso. Isso era mágico…
— Não esperava por essa — falei, enquanto me afundava até o pescoço na água.
— Me diz, por que você me abraçou?
— Não sei, foi algo que veio do nada…
— Então vamos dizer que comigo foi a mesma coisa, mas em vez de te abraçar, te beijei — ela disse com um sorriso no rosto. — Espero que não se sinta desconfortável nem nada disso.
— Fica tranquila, eu gostei — falei com um sorrisinho no rosto. — Podemos repetir depois?
— Sim. Quer, agora mesmo — disse ela, se aproximando de novo de mim.
Nossos rostos estavam a poucos centímetros, eu sentia a respiração dela, sentia o hálito, nos olhávamos nos olhos, quase sem piscar, sem falar. Meu coração acelerava de novo, minha boca produzia mais saliva, minhas mãos se estenderam e envolveram a cintura dela, puxando-a para mim, colando nossos corpos e nos fundindo num beijo… Com sensações que eram totalmente novas pra mim, não era meu primeiro beijo, mas me sentia estranho, era melhor do que com qualquer uma das minhas ex-namoradas, acho que era porque, apesar de conhecê-la há pouco tempo, eu sentia algo por ela, e somar que ela era minha prima foi o mais excitante. Foi um beijo longo…
— Qual você gostou mais? O primeiro ou esse? — disse ela depois que nos separamos, mordendo o lábio inferior.
— Bom, meu favorito vai ser o seu favorito — falei com um sorriso.
— Tá, vamos sair. Quero passar um tempo com você… Aliás, você beija bem — disse ela já fora da piscina.
— Pois é — falei baixinho, pra mim mesmo.
Combinamos que, aproveitando que era sábado, a gente podia sair à noite. Enquanto tomava banho, não conseguia tirar da cabeça aquele beijo que a gente tinha dado, e tentava imaginar o que viria depois. Assim que saí do chuveiro, fui pro quarto dela, ela ainda estava tomando banho, e eu fui esperar sentado na beirada da cama dela. Uns dez minutos depois, ela saiu do banheiro…
— O que você tá fazendo aqui? — disse ela, surpresa, escondida atrás da porta.
— Ué, vim te esperar — falei com um sorriso.
— Você pode me deixar me vestir, ou veio pra me ver pelada? — disse ela, me deixando numa encruzilhada.
Se eu respondesse que queria ver ela pelada, podia estragar tudo, e aí não teria nem mais beijos. Se eu saísse, ia perder algo que eu realmente queria ver e que, encorajado pelo que rolou na piscina, achava que tinha direito de ver. No fim, decidi não arriscar e falei…
— Se você não se sente confortável comigo aqui, não tenho problema nenhum em sair, fica à vontade. me disse—Eu falei —Bom… Não é que me incomode, é que de um beijo a me exibir pra você…—Eu a interrompi —Tá bom, não precisa falar mais, eu saio—Falei enquanto saía do quarto—Te espero na frente—Já falei de fora do quarto. Umas 20 minutos depois ela saiu. Tava uma gostosa, tinha vestido um vestido cinza que cobria até um pouco acima dos joelhos. Ficava justo nele, então marcava a bunda e os peitos dela. O rosto dela, bom, ela é linda sem maquiagem, mas mesmo assim passou um pouco de pó nas bochechas. Saiu e de novo a gente se perdeu no olhar um do outro. Sentou do meu lado e a gente se beijou de novo… —Ei, desculpa pelo que rolou mais cedo, a parada do quarto, não queria te deixar desconfortável—Falei —Não precisa se desculpar, eu teria feito o mesmo no seu lugar—Ela disse me dando outro beijinho—Vamos? —Já já, temos que esperar o Selvir vir nos buscar, eu não tenho carteira—E era verdade, o Selvir já era maior de idade e já tinha carteira de motorista. Eu ainda tinha 17, faltavam 4 meses pra fazer 18. A gente ficou um tempão sentado ali, trocando uns elogios até o Selvir chegar na caminhonete dele, junto com a namorada. Entramos e fomos pra um clube, como era o clube de um amigo do Selvir, isso serviu pra impressionar as minas… —Caralho… Tem algo que você não consegue fazer?—A Valentina me perguntou rindo —Bom, tudo é questão de contatos, todos, com a grana necessária, viram marionetes—Falei, tentando me exibir —É, mas lembra que o contato fui eu que fiz—O Selvir me disse, em sérvio. —Mas deixa eu impressionar ela—Respondi na mesma língua —Ela é sua prima… —Carne de prima também come—Falei —O que vocês tão falando?—Perguntou a namorada do Selvir —Nada, amor, é sobre quem vai pagar hoje. Eu pago—Ele disse, pelo visto queria competir comigo na parada de impressionar as minas. A noite seguiu, a gente dançou e bebeu; bom, eles beberam, eu quase não tomei nada. Já eram umas 4 da Amanhã e a Selvir me disse que já era hora de ir embora, concordei e fui buscar as meninas, que estavam num terraço do clube.
Já na caminhonete, falei pra Selvir…
— Aparece lá em casa amanhã, tenho que falar um negócio contigo — em sérvio.
— O que será, o que será… — disse ele entre risadas.
— Já vai ver, é coisa boa — falei quando já virávamos na esquina da rua da minha casa.
— Então, te ligo amanhã assim que acordar — ele me disse.
— Ok, boa noite… E usa camisinha — falei, porque sabia que ele ia aprontar alguma com a namorada. Os dois riram e foram embora.
Entramos em casa e já todo mundo tava dormindo, inclusive a Vanesa, que tinha apagado no sofá da sala. A Valentina e eu tomamos banho nos banheiros dos nossos quartos. Antes de ir dormir, fui ver meu celular, que tava carregando, e lá tinha uma mensagem do telefone da Valentina:
“Vem no meu quarto, te devo uma.”
Feito um raio, cheguei no quarto dela. Ela ainda tava no chuveiro, então, sem falar nada, sentei na beirada da cama dela pra esperar. Poucos minutos depois, ouvi a água fechar e me preparei…
— Cê tá aí? — ela perguntou de dentro.
— Você pediu pra eu vir — respondi.
— Sim. Acho que te devo uma por causa dessa tarde — disse ela, saindo do banheiro completamente pelada.
Lá estava ela, sem nenhuma peça de roupa, me mostrando aqueles peitos perfeitamente redondos, separados, as pernas longas e grossas, a cintura fina, que de frente tinha uma barriga lisa, com um umbigo perfeito no meio. Fiquei hipnotizado com aquela visão…
— Gostou? — ela perguntou, enquanto apertava um dos peitos.
— Claro, quem não ia gostar de você? — falei, me levantando pra beijar ela — Vamos…? — perguntei, mas sempre evitando a palavra transar, foder…
— Bom, você me coloca numa situação difícil… — eu a interrompi.
— Te entendo, também não tô muito animado… Considerando a hora e o cansaço, além de que sempre quis guardar minha… Primeira vez pra alguém especial. E não tô dizendo que você não seja, mas é que me sinto estranho. Quando você me beijou na piscina, senti algo que nunca tinha sentido, senti uma corrente elétrica percorrendo meu corpo inteiro… Não sei por quê, mas acho que você é essa pessoa especial, e mesmo sendo minha prima e te conhecendo há pouco tempo, acredito que quero compartilhar esse momento especial com você.
—Falei pra ela, olhando nos olhos dela.
Ela não disse nada, veio e sentou do meu lado. A gente se beijou igual na piscina, mas dessa vez a sensação foi muito mais forte. Eu me deitei, e ela ficou por cima de mim, pegou uma das minhas mãos e levou até um dos peitos dela, que eu apertei do melhor jeito que consegui. No meio disso, ela se deitou completamente em cima de mim e sussurrou no meu ouvido…
—É só me falar quando se sentir pronto, que eu tô aqui pra você.
Ela levantou o rosto e colocou na altura do meu, e a gente se beijou de novo…
—Posso dormir com você hoje? —Perguntei.
—Quando você quiser, vou me vestir e deitar na cama com você —Ela disse, se levantando pra se vestir.
Eu fiquei deitado de barriga pra cima na cama, pensando em tudo que tinha falado, ouvido e visto há poucos instantes, e no que poderia dar. Me transportei pra outro mundo por uns segundos, um mundo onde eu tava sozinho, pensando nas minhas coisas…
—Vem, vem dormir com sua priminha —Ela disse, me pegando pela mão.
Fui igual um menino seguindo a mãe pra cama. A gente se deitou e ficou se olhando, sem falar nada, sem nenhum tipo de comunicação. Só dava pra ouvir nossa respiração, enquanto minhas mãos se encontravam com as dela debaixo dos lençóis. Ficamos assim até pegar no sono.
Acordamos tarde, um pouco depois do meio-dia. Eu acordei primeiro, ela tinha dormido no meu peito. Afastei o cabelo do rosto dela, e ela acordou. Assim que abriu os olhos, me viu…
—Bom dia, príncipe —Ela disse.
—Bom dia, princesa —Falei, dando um selinho nela —Como foi sua almofada? —Fazendo referência a que dormiu no meu peito.
—Ela ficou confortável, considerando que tava batendo… —Ela disse enquanto se levantava pra ir ao banheiro.
Enquanto ela mijava, eu me encostei no batente da porta, queria ver ela…
—Melhor você ir se arrumar, vamos ver o que inventamos pros nossos pais pra justificar por que dormimos juntos… —E aí eu fiquei nervoso, não me vinha nenhuma justificativa pra aquilo…
—Não se preocupa, eu falo, já vi que sua mente ainda não ligou…
—Ok, obrigado, princesa —Falei de novo.
Fui pro meu quarto, com o ego lá em cima, minha autoestima mais alta do que nunca, mas ainda meio atordoado, pra falar de algum jeito. Me lavei, me arrumei e quando vinha pelo corredor, trombei com ela…
—O que você vai dizer pra elas? —Perguntei
—Fica tranquilo, eu sei o que vou falar
Chegamos na cozinha e tava minha mãe e minhas tias preparando o almoço, eu, pra ser sincero, tava bem nervoso sobre o que íamos falar, mas a Valentina era quem ia falar, então eu não teria que improvisar nada…
—Bom dia, mãe, bom dia, tia —Cumprimentamos os dois, quase ao mesmo tempo.
—Bom dia, como vocês amanheceram? —Perguntou minha mãe
—Bem —Disse a Valentina.
—Dá pra saber por que vocês dois estavam dormindo na mesma cama? —Perguntou minha tia. Na hora, fiquei nervoso, meu estômago doeu e tive uma tontura leve.
—Nada, é que eu e o Dani ficamos conversando depois que chegamos do clube e ele dormiu na minha cama. Não quis acordar ele, então cobri ele e dormi junto —Ela disse enquanto brincava com uma mecha do cabelo.
—Tá… Tudo bem. Vocês vão comer ou…? —Perguntou minha mãe
—Sim, claro
Eu não falei nada, só balancei a cabeça.
A tarde passou rápido, eu e a Valentina andávamos pelos jardins da casa de mãos dadas. Com certeza nossos outros parentes tinham notado, mas naquele momento não ligávamos, naquele momento éramos só eu e ela. Depois de um bom tempo andando por lá, decidimos sentar numa pequena tenda que tínhamos no o pátio…
— Sabe, é muito bonito isso de guardar a virgindade pra alguém que você acha especial. Eu queria o mesmo, mas o imbecil que era meu namorado na época insistiu tanto que no fim eu cedi, e não foi nada mágico como eu queria que fosse minha primeira vez… — Ela disse, olhando pro chão.
— Sinto muito ouvir isso… Posso perguntar como foi? — Falei enquanto puxava ela pra perto de mim.
— Claro. Então, a gente tava numa festa, daquelas que seus amigos organizam em casa, com álcool e droga sobrando. Eu tava com ele fazia pouco tempo, e na real eu gostava dele, ele era muito bonito. A gente tava sentado, e ele começou a meter a mão por baixo do meu vestido, afastava minha calcinha fio dental e tentava enfiar um dedo na minha buceta. Eu afastei a mão dele, e ele começou a insistir que queria transar comigo. Eu respondia que não, mas ele continuava insistindo, até que no fim eu cedi. A gente saiu da festa e foi pra casa dele, entramos e ele imediatamente me virou de frente pra parede, abaixou minha calcinha e começou a lamber minha buceta. Depois de um tempo, ainda de pé, ele baixou a calça e, sem dizer uma palavra, enfiou o pau dele até o fundo. Eu gritei de dor quando senti meu hímen romper, ele continuou empurrando até gozar dentro de mim. Ele saiu e foi pro banheiro, eu me joguei no chão pra chorar. Sentia o esperma escorrendo entre minhas pernas, mas não podia fazer nada, tinha sido minha culpa porque eu tinha aceitado, e agora tava me lamentando. Ele foi pro banheiro, quando saiu eu ainda tava no chão, e ele só se deu ao trabalho de perguntar se eu não tinha gostado. Eu não falei nada, só me levantei, arrumei minha calcinha e fui embora. Dois dias depois terminei com ele — ela disse, terminando a história. Virei pra olhar pra ela, e uma lágrima escorria pela bochecha dela.
Abracei ela e limpei aquela lágrima…
— Se eu encontrar ele um dia, parto a cara dele — falei enquanto dava um beijo na testa dela. Ela riu um pouco.
— Grava e posta no YouTube — ela disse com um sorriso. — E como você espera que seja sua primeira vez?
— Então, pra ser sincero, não sei como… Dizer isso sem parecer afeminado… Quero que seja algo especial, algo que eu possa lembrar sem sentir nada de ruim, algo que tanto eu quanto quem fizer comigo possamos aproveitar. Que a gente realmente se torne um, que não seja uma dessas porcarias que se vê na internet, onde o cara quase bate na mulher… E claro, quero que seja com alguém especial — falei enquanto virava pra olhar pra ela.
— Não se preocupa em falar assim, a gente, mulher, adora. Esse medo dos homens de parecerem afeminados é com outros caras, a gente, as mulheres, fica encantada quando encontra um rapaz assim — ela disse enquanto pegava minha mão, entrelaçava os dedos nos meus e se aproximava pra me beijar.
— Quero te pedir uma coisa — falei nervoso.
— Fala.
— Queria que você fosse essa pessoa especial. Esses últimos dias você se tornou muito importante pra mim, estar com você me faz sentir feliz, bem. Não sei como vai ser quando você voltar pra Romênia, mas queria passar com você o máximo de tempo possível. Você me faz sentir especial, ninguém nunca me fez sentir assim, aquilo de ontem à noite, além do seu corpo ser lindo, eu gostei porque era você, aquela que não fica procurando defeitos em mim, aquela em quem confio, aquela que parece realmente gostar de mim. Não ligo que sejamos primos, quero passar esse tempo especial com você, e se isso significar que, se nos descobrirem, vou ser rejeitado pela família, eu assumo e me responsabilizo — terminei olhando nos olhos dela.
Ela não disse nada, se aproximou pra me beijar de novo. Nossas línguas brincavam uma com a outra, nossas mãos se encontravam, nossa respiração ficava mais intensa, nossos corações batiam mais rápido…
— E quando você quer que seja esse momento especial? — ela perguntou a poucos centímetros do meu rosto.
— O mais rápido possível — respondi, enquanto a beijava de novo.
— Vamos pra dentro — ela disse.
Enquanto íamos em direção à casa, liguei pra Selvir pra ela não vir, dizer que ia sair. Assim que entramos, percebemos que não estávamos. Sozinhos, Vanesa e minha mãe estavam na cozinha…
- Você quer que seja mágico ou só experimentar? - Ela perguntou, já no quarto dela.
- Quero que seja mágico - Respondi, sentado na beira da cama dela.
- Tá bom, vou perguntar se elas planejam sair logo.
Ela saiu do quarto e eu comecei a pensar de novo, o cérebro a mil, me sentindo animado, exaltado, tremendo de emoção. Me perguntava se aquilo era real ou só um sonho, tentava imaginar o que ia rolar mais tarde naquele dia, o que devia ou não fazer, o que sentiria… Milhões de pensamentos invadiam minha mente. Deitei na cama, continuava pensando: será que devia usar camisinha? Dava pra meter no cu dela? Podia dar aquelas palmadas que rolam nos vídeos pornô?... Nisso ela entrou…
- Elas disseram que em uns 20 minutos vão sair pro centro, e perguntaram se a gente quer ir. - Ela falou, mordendo o lábio inferior.
- A gente fica, certo?
- Claro - Ela respondeu.
Deitamos na cama dela, igual na noite anterior, olhando um pro outro, de mãos dadas, sem falar nada. Ficamos assim por uns 20 minutos, até que meu celular tocou. Era minha mãe…
- Filho - Ela disse.
- Fala.
- Vanesa e eu vamos sair pro centro. Vocês, você e a Valentina, vão ficar sozinhos em casa. Fiquem de olho em qualquer barulho estranho…
- Ok, ok, sim… - Apressei ela.
- Bom, tchau. Me liga se acontecer algo.
- Ok, tchau - Desliguei, virando pra Valentina.
- Tamo sozinhos - Falei, sorrindo.
Ela se levantou e disse que primeiro ia tomar banho comigo. A gente se despiu, eu vendo o corpo nu dela de novo, e ela vendo meu pau, uns 20 cm de comprimento por 10 de grossura (Sem exagero, desde os 12 anos eu fazia semanalmente aqueles exercícios de alargamento do pênis), totalmente duro. Entramos debaixo da água do chuveiro, cada um pegou um sabonete e ensaboamos um ao outro. Ela tava quente, comecei ensaboando as costas dela, descendo até os glúteos e ensaboando Entre esses. Desci pelas pernas dela, deixando meu rosto na frente da rachadura dela, que estava totalmente depilada e fechada, só sobressaía uma linha dos lábios vaginais, que terminavam no clitóris dela, sabia que era ali que eu devia atacar quando chegasse a hora. Continuei subindo pelos quadris e cintura até chegar nos peitos dela, parei um momento pra olhar eles; aqueles bicos esticados, como dava pra ver algumas veias por baixo da pele. Quando terminei ali, olhei pra cara dela e a gente se beijou. Depois que terminamos de tomar banho e nos secamos, ela falou pra irmos direto pra cama, e aí começou.
Sentei na cama e ela ficou de pé na minha frente, disse que era minha, e que eu podia tocar tudo o que quisesse. Comecei pelos peitos dela, amassei e chupei igual um bezerro, ouvia a respiração ofegante dela, e uns gemidos aqui e ali. Quando me desgrudei, eles estavam quase todos cobertos de saliva, então pedi pra ela deitar de bruços, assim que fez, afundei minha cara entre as nádegas dela. Eu imaginava que teria um gosto entre salgado e azedo, mas a verdade é que não tinha gosto de nada, e cheirava gostoso, cheirava a sabonete.
Lambia a bunda dela como se minha vida dependesse disso, a cada lambida o buraquinho dela parecia relaxar mais e mais, a ponto de eu conseguir enfiar uma parte da minha língua dentro. Depois de uns 5 minutos assim, ela virou, ficou de pé e veio na minha direção. Encolou no meu corpo, fazendo meu pau ficar por baixo da buceta dela, sendo impregnado pelo calor e pelos fluidos que ela soltava. Me beijou e falou no meu ouvido…
– Tá gostando? – Ela perguntou
– Sim, claro que sim – Falei enquanto ficava cara a cara com ela pra dar um beijo.
– E o que vem é mais intenso… Você vai gostar mais – Ela disse se afastando de mim – Deita de costas.
Sem dizer nada, fiz isso. Assim que deitei, ela começou a fazer um boquete daqueles que você só imagina que existem em vídeo pornô. Engolia meu pau quase até a base, dava umas arcadas e depois tirava, molhado de saliva grossa. Fez isso mais algumas vezes e sentou no meu pau, mas sem penetrar ainda, meu pau ficou apontando pro meu rosto, meio caído na minha barriga, e ela sentada em cima…
— Tá pronto? — ela perguntou.
— Tomei a decisão faz tempo, e não vou voltar atrás agora… Sim, tô pronto — falei com um sorriso.
— Beleza… Quero te agradecer por ter me escolhido pra compartilhar esse momento tão especial pra você — ela disse enquanto se inclinava um pouco pra me dar um beijo, eu só devolvi um sorriso. — Bom, lá vou eu…
Ela se levantou um pouco e eu bombeei um pouco de sangue pro meu pau pra ele subir, ela pegou com as mãos e guiou até a entrada da buceta dela. Devagarzinho começou a descer, sem tirar os olhos um do outro, até chegar na base. Aí se inclinou pra frente e começou a mexer a cintura pra cima e pra baixo. A gente tava de frente, mas ninguém falava nada, ninguém gemia, só dava pra ouvir nossa respiração pesada e o som do choque dos nossos corpos. Dali dava pra ver porque eu gostava dela, tinha aquela cara linda na minha frente, um par de peitos esfregando no meu peito, e uma vista que me deixava ver como meu pau entrava e saía dentro dela. Ficamos uns minutos assim, aí ela virou de bruços e pediu pra eu meter nessa posição, e foi o que eu fiz. Do jeito que deu, consegui enfiar meu pau na buceta dela e comecei a empurrar. Sabia que não ia aguentar muito, perguntei se podia gozar dentro e ela respondeu que podia gozar onde quisesse. Depois de 5 minutos nessa posição, soltei 7 jatos de porra no fundo da buceta dela… Desabei em cima dela sem tirar meu pau ainda…
— Eu te amo — ela disse.
— E eu também… A gente vai repetir, né? — falei.
— Claro, quantas vezes precisar — ela disse virando o rosto com um sorriso.
Ficamos assim até meu pau voltar ao tamanho normal. Ela se levantou, e me excitou ver minha porra escorrendo pela essas pernas perfeitas, alguns fios ainda pendurados nos lábios da buceta dela, e ao ver aquilo me senti o cara mais sortudo do mundo. Fiquei deitado na cama, vendo ela vestir uma calcinha fio dental preta, daquelas que a parte de trás é tão fina que fica escondida entre as nádegas… Com os dedos, ela limpou os restos que escorriam pelas pernas e veio se deitar de novo comigo…
— Me diz, você gostou? — ela perguntou
— Claro que sim — falei, dando um beijo nela
— Então, agora é que a gente tem tempo, da próxima vez vou te ensinar umas coisas novas — disse enquanto pegava na minha mão — E por sinal, quero te agradecer de verdade por ter me escolhido pra isso. Não quero que ninguém tenha uma primeira vez tão ruim quanto a minha. Mas além disso, fiz porque realmente gosto de você, desde a primeira vez que te vi, me apaixonei… Você sempre me atraiu, e acho bonito que a gente tenha querido isso. Fico feliz em saber que você não é desses que acham que vão pro inferno por transar com uma prima. Acho que a gente pode fazer coisas lindas daqui pra frente… — ela disse. Eu só sorri e beijei ela.
Tranquei a porta e passamos o resto do dia trancados lá, conversando sobre qualquer coisa, como se nada tivesse acontecido. Já no fim da tarde, como nenhum dos nossos parentes tinha chegado, entramos juntos na banheira de hidromassagem que minha mãe tem no quarto dela. Enchemos de água morna e ficamos um bom tempo lá, os dois, ela sentada no meu colo, com meus braços envolvendo ela por trás, meu pau duro entre as duas nádegas dela, conversando agora sobre o que a gente tinha feito minutos atrás, e sobre o que poderíamos fazer depois.
Depois de um tempo, decidimos sair, fui pro meu quarto me arrumar. Ela e eu fomos ver televisão, meia hora depois chegaram minha mãe e a Vanessa…
— Oi, crianças, o que fizeram? — minha mãe perguntou
— Nada de especial, só vimos uns filmes — respondeu a Valentina — E vocês?
— Ah, compramos umas coisas… Roupas e sapatos — respondeu Vanesa.
Foram para a cozinha, sem imaginar o que Valentina e eu tínhamos feito duas horas antes. Naquela noite, Valentina e eu dormimos juntos de novo, mas nus dessa vez; o roçar do meu corpo no dela, sentir as mãos dela me tocando, sentir a respiração dela tão perto de mim me excitaram de novo. Eram 3 da manhã e ainda estávamos acordados…
— Você fez ele subir — falei, empurrando a pélvis pra frente, fazendo meu pau bater na buceta dela.
— E como a gente resolve isso? — ela respondeu com um sorriso.
Na mesma hora, ela se enfiou debaixo dos lençóis, pra repetir um boquete igual ao daquela tarde. Depois de vários minutos assim, ela disse que era minha vez, se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas, me oferecendo a rachinha dela como um petisco da madrugada. Eu sabia mais ou menos o que fazer, já tinha visto centenas de vídeos pornô, lido centenas de contos e livros, sabia que tinha que atacar aquele botãozinho chamado clitóris. Fiquei fazendo círculos em volta dele, e de vez em quando, enfiava minha língua o mais fundo possível pela abertura da buceta dela. Mais de uma vez ela teve que afundar o rosto no travesseiro pra abafar os gemidos. Depois de vários minutos, senti que ela começava a tremer, as pernas dela se fecharam violentamente, me deixando preso entre elas, a buceta dela começou a ter contrações, enquanto uma fonte de líquidos descia do útero dela pra minha boca, engoli tudo, o tesão não me deixou pensar em nada. Quando ela se recuperou e me deixou sair, me pediu pra penetrar ela, que não aguentava mais. Coloquei ela de quatro e repeti a mesma posição da noite anterior, me deitei sobre ela e comecei a empurrar.
Depois de vários minutos, gozei dentro dela, cinco jorros chegaram no fundo do ser dela, enchendo ela igual a um Twinkie. Saí de dentro dela e me deitei nas pernas dela, pra observar como meu sêmen saía da buceta dela, via como meu leite escorria misturado com os sucos vaginais dela ao longo da coxa dela. rajita. Depois de um tempo assim, me levantei e fiquei do lado dela, percebendo que ela tinha dormido. Fiz o mesmo, mas antes dei um beijo na testa dela.
Acordei lá pelas 11 da manhã, a primeira coisa que vi ao abrir os olhos foi o rosto sorridente dela…
— Bom dia — Ela me disse com um beijo.
— Bom dia — Falei sorrindo — Faz quanto tempo que você tá acordada?
— Uns dez minutos… Mas você fica lindo dormindo.
— Sim, eu sei. Mas nunca tinham me falado isso — Falei enquanto me virava um pouco na cama pra ficar do lado dela — Hoje não temos desculpa pra ter dormido juntos.
— Não se preocupa com isso, eu já resolvi — Ela disse antes de me dar um beijo e ir pro banheiro.
Assim como na manhã anterior, fui atrás dela pra vê-la mijando…
— Sobre ontem à noite… Você gostou? — Ela me perguntou.
— Sim, por que não? — Falei meio estranhado.
— Achei que você fosse achar egoísmo da minha parte ter dormido. Acontece que quando a gente tem um orgasmo tão forte, as mulheres ficam muito cansadas — Ela disse enquanto se levantava e ia pro quarto, passando por mim.
— Tá, não se preocupa com isso — Falei enquanto a pegava por trás, envolvendo ela com meus braços — Você sabe que é importante pra mim.
— Eu sei… Eu sei — Ela disse enquanto se virava pra me beijar — Agora não dá pra fazer nada, com certeza vão estranhar por que a gente ainda não saiu.
Então me sentei na cama pra ver ela se vestir. Adorava vê-la colocando as calcinhas fio dental e os sutiãs. Depois que ela se arrumou, fui pro meu quarto. Me arrumei também e fui pra cozinha. Tava tudo normal, parecia que ninguém tinha percebido que eu tinha dormido com a Valentina de novo, ou melhor, que não tinha dormido no meu quarto…
— Bom dia pra todo mundo — Falei.
— Bom dia — Responderam.
Fui me sentar na mesa, a família toda tava lá, meus tios, meus outros primos, meus pais, meu irmão, todo mundo. Tomamos café da manhã e fui pra frente da casa com a Valentina e a Vanesa…
— Agora eu me pergunto, por que não Não disseram nada?" — perguntei pra Valentina em voz baixa, como se não quisesse que a Vanesa ouvisse.
— Não se preocupa, eu sei o que vocês dois fazem — disse a Vanesa sem nem virar pra olhar pra gente.
— O quê? Mas como… — Valentina me interrompeu.
— Eu contei pra ela minhas intenções desde o começo, mesmo sem saber das suas. Quando percebi que você queria a mesma coisa que eu, pensei que não íamos conseguir manter segredo, a gente precisava de alguém pra dar cobertura, e aí está ela — disse, apontando pra Vanesa.
— E como ela deu cobertura pra gente ontem à noite? — perguntei.
— Fácil, tranquei meu quarto e fui dormir no seu, me cobri o máximo que pude e acharam que era você — disse a Vanesa, sorrindo.
— E por que você faz isso? — perguntei, ainda mais confuso.
— Porque quero algo em troca… A Valentina me disse ontem que você aprende rápido.
— Já entendi… buceta, buceta, buceta… Preciso de um tempo sozinho pra pensar — falei, levantando e indo pro meu quarto.
Lá dentro, sentei na beira da cama e comecei a processar tudo que tinha rolado nos últimos 4 dias: a piscina, a noite no clube, o que a gente tinha conversado, o que eu tinha visto e feito, quando a gente transava. Nada fazia sentido, nunca tinha visto a Vanesa por perto durante minhas agarrações com a Valentina, nunca ouvi elas falarem sobre isso, mesmo a Valentina e eu passando a maior parte do dia juntos. Depois de 15 minutos tentando dar um jeito nas coisas, alguém bateu na minha porta…
— Entra — falei sem virar pra ver quem era.
— Ei, quero falar com você — disse a Vanesa. Eu assenti com a cabeça e apontei pra cadeira do meu computador pra ela sentar — Valeu. Quero te pedir pra não ficar bolado comigo por eu saber do seu rolo com a Valentina. Juro que não conto pra ninguém. Também quero pedir pra não ficar puto com ela, por tudo que a gente conversou, percebi que você é muito importante pra ela. Ela fala maravilhas de você, não só na cama, mas como pessoa. Talvez seja É verdade que não passei tanto tempo com você quanto ela passou, mas eu realmente gostaria. Se você quer me comer ou não, não é importante, porque nenhuma de nós duas te vê como um brinquedo sexual; a gente te vê como um primo, um primo que pode fazer com as primas o que outros não podem. Eu, assim como ela, não ligo pra essa história de que por sermos primos não pode rolar nada entre nós. O que você e ela têm não é nada de errado, não prejudica ninguém, isso é love, vocês fazem o love. A Valentina passou por uns momentos muito ruins com os homens, com certeza ela te contou quão traumática foi a primeira vez dela, infelizmente, todos os namorados que ela teve foram o mesmo tipo de porco que a desvirgou. Agora que ela te encontrou, você se tornou o rei dela, o sol dela, e é realmente bom, porque pela primeira vez ela tem alguém bom ao lado dela. Quero te pedir, por favor, que não pare de fazer o que faz com ela só porque eu sei, juro que não vou contar pra ninguém, eu só quero ver minha irmã feliz.
- Você tá me deixando na mão. Quero ficar com ela, mas agora que somos três sabendo, não é a mesma coisa. Agora me sinto um pouco mais limitado, pra falar de algum jeito - Eu disse, ela se levantou e sentou do meu lado.
- Entendo o que você diz, e com certeza estamos em posições bem diferentes. Vou te pedir uma coisa, e espero que não leve a mal, ok? - Ela me disse
- Bom, depende do que for essa coisa.
- Colocar nós três no mesmo nível, na mesma posição. Pra ninguém poder dedurar ninguém, e pra ter mais confiança entre a gente. O que você acha? - Ela perguntou, eu já sabia do que ela tava falando, mas ainda me sentia meio inseguro.
- Sim, acho bom...
Na hora ela se levantou e puxou uma das tetas pra fora do top que tava vestindo. Elas eram um pouco maiores que as da Valentina, mas com os bicos menores. Eu fiquei olhando pra elas por um momento...
- Vai, o que você tá esperando? São todas suas - ela me disse enquanto tirava a outra e as colocava na minha cara.
Comecei a lamber como se fosse uma chupeta ou um sorvete, e depois comecei a chupar como se fossem um peito, os mamilos dela, apesar de pequenos, eram grossos, então eu chupava com força e brincava com eles com a língua. Ela soltava gritinhos, tanto de prazer quanto de dor. Levou uma das mãos até a saia, eu via que ela fazia movimentos bruscos lá embaixo, e que as pernas dela iam fraquejando de prazer. Me afastei dos peitos dela e me ajoelhei, puxei a calcinha fio dental dela e vi que a bucetinha dela estava molhada, me apressei em dar uma lambida enquanto ela ainda estava de pé, ela tremeu.
Me levantei e peguei ela pela cintura, beijei ela enquanto a empurrava em direção à cama. Ela se deitou de barriga pra cima, e eu por cima dela, nos beijando. Minha mão desceu pela barriga dela, até entrar por baixo da saia, senti calor e umidade, imediatamente procurei o clitóris dela com o dedo indicador e, quando encontrei, comecei a fazer círculos e a esfregar, não parava de beijar ela pra que os gemidos não fossem tão altos. Separamos nossas bocas e viramos, ficando ela por cima de mim. Ela enfiou a mão por baixo da minha calça e pegou no meu pau…
— É grandinho — ela disse antes de morder meu lábio inferior de leve.
— Achei que a Valentina já tinha te falado.
— Falou, mas eu não acreditei. Agora que tô com ele na mão, acredito… E também acho que você e eu vamos passar um tempinho gostoso…
— Então vamos…
Nisso, ela desceu da cama e desabotoou minha calça, tirando meu pau de lá…
— É grande mesmo… — disse enquanto enfiava ele na boca.
A Vanesa era mais delicada que a Valentina, a Valentina só enfiava tudo até a garganta, o que era bem gostoso, mas a Vanesa brincava com ele, brincava com a língua, embora também fizesse o que a Valentina fazia. O mais excitante de tudo era que a Vanesa nunca tirava os olhos dos meus, isso me deixava a mil. Depois de alguns minutos, sem querer, gozei na boca dela, não consegui segurar. Ela engoliu tudo e me limpou. com a minha língua, mesmo assim, quis retribuir o favor, então viramos de novo e fiquei por cima dela. Desci entre os peitos dela até a saia, não quis tirar, ia chupar a bucetinha dela como se não houvesse amanhã, e achei que seria mais excitante se deixasse a saia. Comecei a lamber e enfiar minha língua nas profundezas dela, ela gozou em poucos minutos, um mar de sucos desceu do colo do útero dela direto na minha língua, que sentiu cada contração da buceta dela.
Ela ficou exausta na cama, eu me ajeitei na calça e deitei ao lado dela, que ainda estava com os peitos nus, e da buceta dela ainda escorria um fiozinho dos sucos, que eu sentia porque ainda estava com a mão acariciando ela. Ela virou pra mim e me beijou…
— Tamos quites agora? — ela disse
— Acho que sim… Mas ainda queria fazer outras coisas com você.
— A gente vai ter tempo, por enquanto temos que sair, não quero que desconfiem de mim e de você agora… — disse enquanto se levantava e arrumava o top, cobrindo os peitos lindos dela, e depois se abaixou pra pegar a calcinha fio dental, que vestiu de um jeito bem sensual…http://embed.redtube.com/player/?idlink: www.redtube.com/player/?id=439513[/swf]
A história que vou contar começou quando eu tinha 18 anos. Era uma daquelas reuniões de família que rolam quando seus parentes chegam do exterior; no caso da minha família, as mulheres sentavam pra tomar vinho enquanto os homens faziam um churrasco no grande quintal da nossa casa na Cidade do Panamá. Naquele dia, uma grande parte da minha família tinha chegado da Romênia, e parte dela eu nem conhecia pessoalmente, só por fotos no Facebook. Entre eles, se destacavam duas garotas: minha prima Vanesa e minha prima Valentina. Vou descrevê-las:
Vanesa é branca, alta, de cabelo castanho escuro e olhos pretos. Com umas pernas carnudas e torneadas, que terminavam numa bunda bem grande e firme, e um par de peitos operados que me chamaram a atenção desde o primeiro momento em que a vi. Pra ser sincero, não saberia dizer o tamanho, porque nunca fui bom nesse tipo de coisa.
Valentina também é alta, mas um pouco mais morena que a Vanesa, com olhos e cabelo castanho claro. Também tinha umas pernas bonitas, coxas grossas, que começavam na base de uma bunda grande, mas, ao contrário da irmã, essa era daquelas bundas molinhas. Os peitos dela também eram operados, embora não tão grandes quanto os da irmã.
Elas tinham 20 e 24 anos, respectivamente.
Nossa família sempre foi de classe alta, desde os tempos da Romênia comunista, onde meus avós e meus pais eram membros importantes do partido, inclusive chegaram a estar ao lado do Ceausescu mais de uma vez em vários discursos, jantares e viagens oficiais. Sempre gostei de me gabar disso, embora o resto da minha família não fosse assim. Sempre me disseram que o dinheiro podia sumir do dia pra noite, e eu tava ciente disso, mas fazia o que era preciso pra pegar as melhores gostosas da escola, e se isso incluía ir contra o que minha família falava, eu fazia.
Depois de nos cumprimentarmos com os três beijos tradicionais da Romênia, as mulheres mais velhas foram tomar vinho, enquanto os homens foram pra churrasqueira. Os jovens, que éramos vários, sentamos no jardim pra nos conhecer. Minhas primas falavam muito bem espanhol, embora com aquele sotaque que lembra os vilões de filme. Outros que tinham vindo não falavam, então quase toda nossa conversa foi em romeno.
— E me conta, o que você tá estudando? — Perguntou Vanesa
— Agora tô terminando o 10º ano, falta mais um pra me formar e ir pra faculdade. E você? Vai pra faculdade? — Perguntei pra ela
— Sim, já vou começar o penúltimo semestre — Respondeu.
A conversa continuou por umas horas, tocando naqueles assuntos bestas; tipo a vida lá, a neve, a insegurança aqui, a comida... Até que veio uma pergunta que, embora não me surpreendesse, não esperava tão cedo.
— Me conta, você tem namorada, primo? — Perguntou Valentina
— Sim, tem uma coisinha rolando por aí — Falei, dando um sorrisinho — E você? Tá com alguém?
Nisso, Vanesa deu uma risadinha.
— Alguém? Acho que você devia perguntar quantos — Continuou rindo.
— Para, que eu sei umas coisas sobre você — Disse Valentina.
Nisso, um dos caras que tava lá, que embora não fosse da família, sempre convidávamos pra essas reuniões porque era tipo meu irmão, falou no meu ouvido...
— Parece que não são nenhumas santinhas, eu fico com a mais moreninha — Disse ele. rindo um pouco.
—Já, Selvir, não me faz te deixar no ridículo na frente delas — falei em sérvio, a língua da infância dele.
Selvir sempre foi meu amigo, desde que me lembro somos como irmãos. A família dele também era da alta sociedade, e chegaram lá do mesmo jeito que a minha. O pai dele fazia parte do gabinete de Slobodan Milosevic na antiga Iugoslávia. Desde crianças, a gente se ensinava as nossas línguas: eu ensinava romeno pra ele, e ele me ensinava sérvio. E quando não queríamos que ninguém da minha família entendesse o que a gente tava falando, usávamos o sérvio.
Tenho que dizer que o Selvir atraía as minas sem precisar falar da fortuna da família. Ele é um pouco mais baixo que eu, branco, olhos verdes e cabelo castanho claro.
Lembro que a gente tinha nosso esquema pra pegar mina nos clubes: ele era a ponta de lança, sempre falava primeiro, porque as garotas iam até ele. Depois eu chegava, enchia o saco delas com um monte de papo e terminava de conquistar.
Naquela noite, a conversa seguiu por outros caminhos e a gente esqueceu o assunto das namoradas.
Como moramos numa casa grande, a maioria dos meus parentes ficava por lá, outros iam dormir num hotel. Entre os que dormiam na minha casa estavam minhas duas primas e, naquela noite, o Selvir. Como a reunião tinha terminado tarde e os pais dele já deviam estar dormindo, falei pra ele ficar pra passar a noite. Claro, quando ficamos sozinhos, não deu pra evitar o assunto das minhas primas…
— Que gostosas que são — ele disse.
— Quem? — falei, sem sacar que ele tava falando das minhas primas.
— Suas primas, fiquei duro que nem um cinzel quando vi elas — ele disse, e eu comecei a rir.
— É, sim… Eu também… — falei ainda rindo — Acho que agora uma delas deve estar tomando banho…
— Cê acha que… — eu interrompi.
— Sim, vamos pro quintal, lá tem uma janela que dá pro banheiro — falei enquanto já tava indo pra porta.
Saímos pro quintal e ele... Demos a volta na casa até chegar na janela. Quem espiou primeiro fui eu, e lá estava ela, a Vanesa, pelada, ensaboando os braços, de frente pra janela, mas nem percebeu que a gente tava ali. Eu via ela ensaboando os peitos, a buceta, o rabo… Fiquei hipnotizado olhando aquela gostosa, até que o Selvir me empurrou pra ver também pela janela.
—Essa é boa… Pena que é tua prima e tu não pode comer ela. Depois que a gente cruzar, te conto como foi — ele falou, usando esse termo porque na escola a gente tava vendo umas aulas sobre reprodução na época.
—É… Com certeza… — respondi, já bolando um plano na hora pra conseguir transar com uma delas… Ou com as duas.
A gente ficou olhando até ela sair do banheiro. Esperamos um tempão pela Valentina, mas ela não apareceu, então voltamos pra dentro.
—Preciso de uma punheta — o Selvir falou.
—É, mas depois de mim — respondi, empurrando ele de lado e entrando no banheiro onde a Vanesa tinha tomado banho uns dez minutos antes.
A primeira coisa que notei quando entrei foi uma calcinha fio-dental preta, enrolada no jeans que minha prima tava usando. Avancei nela e desenrolei, e lá estava aquele cheiro de mulher que eu já tinha sentido antes, quando enfiava os dedos por baixo da calcinha das minhas namoradas. Aquele cheiro doce e forte, que te excita tudo, que traz um monte de pensamento na cabeça… Mesmo sendo da própria prima. Me masturbei com a calcinha dela enrolada no meu pau, com um baita “final feliz”, como eu chamo. Depois disso, coloquei a calcinha de volta no lugar, dessa vez com uma mancha branca enorme na parte da frente.
Saí do banheiro e o Selvir não tava mais lá. Achei que ele tinha ido bater uma no quarto dele, e fui dormir.
Acordamos no dia seguinte umas 10 da manhã. Minha mãe e minhas tias já tinham o café pronto, e a gente foi sentar na hora. O Selvir sentou do meu lado depois de dar bom dia pra todo mundo…
—Come rápido, preciso falar contigo e te mostrar uma coisa. algo—Ela disse sem olhar pra minha cara, mas com um sorriso estampado no rosto.
—O que você aprontou agora… —Eu respondi, também sorrindo.
—Você vai ver…
A gente terminou de comer quase ao mesmo tempo. Como era fim de semana, o pessoal da limpeza não tinha ido, então cada um tinha que lavar seus próprios pratos e talheres. Depois de terminar, a gente tomou banho e sentou na frente de casa…
—Olha isso —Selvir falou, tirando o iPhone.
E o que eu vi foi inacreditável. De noite, ele tinha se enfiado no quarto da minha prima e gravado por baixo dos lençóis dela. Graças ao flash, dava pra ver a racha dela, totalmente depilada. Era daquelas fechadas, com tudo guardado pra dentro. O vídeo continuou por mais uns 15 segundos até que minha prima se mexeu, e Selvir puxou o celular violentamente de debaixo dos lençóis…
—E aí, o que aconteceu depois? —Perguntei.
—Fiquei escondido debaixo da cama por 15 minutos, depois saí e fui dormir —Ele respondeu.
A manhã seguiu sem novidades. Minhas primas estavam em casa, e eu e Selvir jogando futebol. De tarde, depois do almoço, Selvir voltou pra casa dele, então fiquei sem nada interessante pra fazer. Liguei a TV e, um tempo depois, Valentina chegou…
—O que você tá vendo? —Ela perguntou.
—Nada, aqui não passa nada de bom —Falei, mudando de canal.
—A piscina tá limpa? —Ela disse.
—Tá, claro. Por quê?
—Quero nadar, e não me faria mal um pouco de companhia —Ela falou, enquanto eu virava pra olhar pra ela.
Eu nunca fui muito chegado ao sol, e naquela tarde o sol tava forte. Mas depois de pensar por uns segundos, e ver quem tava me convidando e que eu teria a chance de vê-la com pouca roupa, topei…
—Ok, vou vestir um short, desço em 5 minutos —Respondi, desligando a TV.
Enquanto me trocava, não resisti e saí pela minha janela (Não era nada demais pra mim, costuma ser minha "rota de fuga" quando quero sair de noite sem ser visto) e fui dar uma olhada. Olho nela, quando me virei pra espiar, ela já tava de biquíni indo em direção à porta, então deu pra ver aquela raba com a calcinha do biquíni "entalada" nela. Fui pro meu quarto e terminei de me arrumar.
Quando cheguei na piscina, ela já tava dentro d'água, fiquei hipnotizado por uns segundos vendo os reflexos naqueles peitos até ela falar comigo...
— Vai entrar ou vai ficar só olhando? — Ela disse antes de mergulhar de cabeça e sair na hora.
— Sim, claro que vou entrar — Falei enquanto tirava meu calçado.
Depois de um tempinho conversando sobre qualquer coisa, ela soltou...
— O que a Vanesa falou ontem... Sobre eu ter "vários", não é verdade — Ela disse
— Como assim? — Falei sem ter sacado que ela tava falando da conversa da noite anterior.
— Sobre o que a gente tava falando ontem à noite, quando a Vanesa te perguntou das namoradas.
— Ah, tá... Relaxa, isso não é nada... Se você soubesse como eu e o Selvir nos divertimos — Falei com um sorriso.
— Então, sabe... É que a gente não se conhecia, e não sei que impressão você pode ter de mim...
— Calmaaaa, não esquenta com isso, prima — Reforcei
— Beleza — Ela disse com um sorriso — Se você não se sentir desconfortável falando disso, como é que você se sai com as mulheres? — Ela perguntou
— Bom, diria que bem, já tive namoradas, e a gente foi "longe" — Falei, sem querer insinuar nada sexual.
— Quão longe?
— Uns 8 meses ou algo assim... — Falei
— Tá, mas na intimidade, sabe, se tocar e tudo mais — Isso me surpreendeu um pouco, não achei que ela fosse me perguntar sobre isso.
— Bom... — Pensei, apesar de ser minha prima e tal, fazia só um dia que a conhecia, então não era uma relação de confiança total — Quer mesmo saber?
— Não é que eu queira saber, é que na sua idade eu não me sentia desconfortável falando disso — Disse enquanto vinha sentar do meu lado na escada da piscina — E achei que você não teria problema.
— Então, se é por esse lado, e se prometer que não vai contar pra ninguém, e que depois me —Você também ia falar sobre isso… — eu disse.
— Claro, não se preocupa. De qualquer forma, não me sentiria à vontade falando sobre a vida sexual do meu primo na frente da minha tia ou do resto da família…
— Boa observação — eu disse. — Então, o mais longe que fui foi enfiar um dedo na… você sabe… vai em frente — falei, tentando evitar a palavra buceta ou periquita.
— Na boceta dela? — ela me disse.
— Que isso, virou espanhola agora? — falei rindo, me referindo ao fato de que na América Latina a palavra “chocho” não é usada pra se referir à buceta.
— Um pouquinho, sim.
— Pois é, na boceta dela — confessei. — E você, como é que tá?
— Ah, nada demais. Na Romênia não curtem muito mulher “plástica”, apesar de eu ter tido vários namorados. Todos foram uns imbecis, daqueles que se acham macho alfa…
— É… fico triste em ouvir isso. Se não fosse seu primo, eu te transformaria na minha princesa — falei, olhando no rosto dela.
— É um elogio receber uma cantada dessas de um galã como você — ela disse, rindo.
— Vem cá — falei, enquanto a abraçava.
Ficamos assim por um tempo. Nem sei por que a abracei, foi algo que veio do nada. Ela era gostosa contra minha pele, sentia os implantes se apertando no meu peito, as batidas do coração dela e o calor do corpo. Quando nos separamos, ficamos nos olhando por alguns segundos, e ela me deu um beijinho rápido, daqueles chamados de “selinho”. Me senti no céu, meu coração acelerou, minhas pernas fraquejaram… Era algo que nunca tinha acontecido comigo. Sem querer me gabar, tenho que dizer que sempre conseguia a garota que queria, fazia o impossível, e quando conseguia, não sentia isso. Isso era mágico…
— Não esperava por essa — falei, enquanto me afundava até o pescoço na água.
— Me diz, por que você me abraçou?
— Não sei, foi algo que veio do nada…
— Então vamos dizer que comigo foi a mesma coisa, mas em vez de te abraçar, te beijei — ela disse com um sorriso no rosto. — Espero que não se sinta desconfortável nem nada disso.
— Fica tranquila, eu gostei — falei com um sorrisinho no rosto. — Podemos repetir depois?
— Sim. Quer, agora mesmo — disse ela, se aproximando de novo de mim.
Nossos rostos estavam a poucos centímetros, eu sentia a respiração dela, sentia o hálito, nos olhávamos nos olhos, quase sem piscar, sem falar. Meu coração acelerava de novo, minha boca produzia mais saliva, minhas mãos se estenderam e envolveram a cintura dela, puxando-a para mim, colando nossos corpos e nos fundindo num beijo… Com sensações que eram totalmente novas pra mim, não era meu primeiro beijo, mas me sentia estranho, era melhor do que com qualquer uma das minhas ex-namoradas, acho que era porque, apesar de conhecê-la há pouco tempo, eu sentia algo por ela, e somar que ela era minha prima foi o mais excitante. Foi um beijo longo…
— Qual você gostou mais? O primeiro ou esse? — disse ela depois que nos separamos, mordendo o lábio inferior.
— Bom, meu favorito vai ser o seu favorito — falei com um sorriso.
— Tá, vamos sair. Quero passar um tempo com você… Aliás, você beija bem — disse ela já fora da piscina.
— Pois é — falei baixinho, pra mim mesmo.
Combinamos que, aproveitando que era sábado, a gente podia sair à noite. Enquanto tomava banho, não conseguia tirar da cabeça aquele beijo que a gente tinha dado, e tentava imaginar o que viria depois. Assim que saí do chuveiro, fui pro quarto dela, ela ainda estava tomando banho, e eu fui esperar sentado na beirada da cama dela. Uns dez minutos depois, ela saiu do banheiro…
— O que você tá fazendo aqui? — disse ela, surpresa, escondida atrás da porta.
— Ué, vim te esperar — falei com um sorriso.
— Você pode me deixar me vestir, ou veio pra me ver pelada? — disse ela, me deixando numa encruzilhada.
Se eu respondesse que queria ver ela pelada, podia estragar tudo, e aí não teria nem mais beijos. Se eu saísse, ia perder algo que eu realmente queria ver e que, encorajado pelo que rolou na piscina, achava que tinha direito de ver. No fim, decidi não arriscar e falei…
— Se você não se sente confortável comigo aqui, não tenho problema nenhum em sair, fica à vontade. me disse—Eu falei —Bom… Não é que me incomode, é que de um beijo a me exibir pra você…—Eu a interrompi —Tá bom, não precisa falar mais, eu saio—Falei enquanto saía do quarto—Te espero na frente—Já falei de fora do quarto. Umas 20 minutos depois ela saiu. Tava uma gostosa, tinha vestido um vestido cinza que cobria até um pouco acima dos joelhos. Ficava justo nele, então marcava a bunda e os peitos dela. O rosto dela, bom, ela é linda sem maquiagem, mas mesmo assim passou um pouco de pó nas bochechas. Saiu e de novo a gente se perdeu no olhar um do outro. Sentou do meu lado e a gente se beijou de novo… —Ei, desculpa pelo que rolou mais cedo, a parada do quarto, não queria te deixar desconfortável—Falei —Não precisa se desculpar, eu teria feito o mesmo no seu lugar—Ela disse me dando outro beijinho—Vamos? —Já já, temos que esperar o Selvir vir nos buscar, eu não tenho carteira—E era verdade, o Selvir já era maior de idade e já tinha carteira de motorista. Eu ainda tinha 17, faltavam 4 meses pra fazer 18. A gente ficou um tempão sentado ali, trocando uns elogios até o Selvir chegar na caminhonete dele, junto com a namorada. Entramos e fomos pra um clube, como era o clube de um amigo do Selvir, isso serviu pra impressionar as minas… —Caralho… Tem algo que você não consegue fazer?—A Valentina me perguntou rindo —Bom, tudo é questão de contatos, todos, com a grana necessária, viram marionetes—Falei, tentando me exibir —É, mas lembra que o contato fui eu que fiz—O Selvir me disse, em sérvio. —Mas deixa eu impressionar ela—Respondi na mesma língua —Ela é sua prima… —Carne de prima também come—Falei —O que vocês tão falando?—Perguntou a namorada do Selvir —Nada, amor, é sobre quem vai pagar hoje. Eu pago—Ele disse, pelo visto queria competir comigo na parada de impressionar as minas. A noite seguiu, a gente dançou e bebeu; bom, eles beberam, eu quase não tomei nada. Já eram umas 4 da Amanhã e a Selvir me disse que já era hora de ir embora, concordei e fui buscar as meninas, que estavam num terraço do clube.
Já na caminhonete, falei pra Selvir…
— Aparece lá em casa amanhã, tenho que falar um negócio contigo — em sérvio.
— O que será, o que será… — disse ele entre risadas.
— Já vai ver, é coisa boa — falei quando já virávamos na esquina da rua da minha casa.
— Então, te ligo amanhã assim que acordar — ele me disse.
— Ok, boa noite… E usa camisinha — falei, porque sabia que ele ia aprontar alguma com a namorada. Os dois riram e foram embora.
Entramos em casa e já todo mundo tava dormindo, inclusive a Vanesa, que tinha apagado no sofá da sala. A Valentina e eu tomamos banho nos banheiros dos nossos quartos. Antes de ir dormir, fui ver meu celular, que tava carregando, e lá tinha uma mensagem do telefone da Valentina:
“Vem no meu quarto, te devo uma.”
Feito um raio, cheguei no quarto dela. Ela ainda tava no chuveiro, então, sem falar nada, sentei na beirada da cama dela pra esperar. Poucos minutos depois, ouvi a água fechar e me preparei…
— Cê tá aí? — ela perguntou de dentro.
— Você pediu pra eu vir — respondi.
— Sim. Acho que te devo uma por causa dessa tarde — disse ela, saindo do banheiro completamente pelada.
Lá estava ela, sem nenhuma peça de roupa, me mostrando aqueles peitos perfeitamente redondos, separados, as pernas longas e grossas, a cintura fina, que de frente tinha uma barriga lisa, com um umbigo perfeito no meio. Fiquei hipnotizado com aquela visão…
— Gostou? — ela perguntou, enquanto apertava um dos peitos.
— Claro, quem não ia gostar de você? — falei, me levantando pra beijar ela — Vamos…? — perguntei, mas sempre evitando a palavra transar, foder…
— Bom, você me coloca numa situação difícil… — eu a interrompi.
— Te entendo, também não tô muito animado… Considerando a hora e o cansaço, além de que sempre quis guardar minha… Primeira vez pra alguém especial. E não tô dizendo que você não seja, mas é que me sinto estranho. Quando você me beijou na piscina, senti algo que nunca tinha sentido, senti uma corrente elétrica percorrendo meu corpo inteiro… Não sei por quê, mas acho que você é essa pessoa especial, e mesmo sendo minha prima e te conhecendo há pouco tempo, acredito que quero compartilhar esse momento especial com você.
—Falei pra ela, olhando nos olhos dela.
Ela não disse nada, veio e sentou do meu lado. A gente se beijou igual na piscina, mas dessa vez a sensação foi muito mais forte. Eu me deitei, e ela ficou por cima de mim, pegou uma das minhas mãos e levou até um dos peitos dela, que eu apertei do melhor jeito que consegui. No meio disso, ela se deitou completamente em cima de mim e sussurrou no meu ouvido…
—É só me falar quando se sentir pronto, que eu tô aqui pra você.
Ela levantou o rosto e colocou na altura do meu, e a gente se beijou de novo…
—Posso dormir com você hoje? —Perguntei.
—Quando você quiser, vou me vestir e deitar na cama com você —Ela disse, se levantando pra se vestir.
Eu fiquei deitado de barriga pra cima na cama, pensando em tudo que tinha falado, ouvido e visto há poucos instantes, e no que poderia dar. Me transportei pra outro mundo por uns segundos, um mundo onde eu tava sozinho, pensando nas minhas coisas…
—Vem, vem dormir com sua priminha —Ela disse, me pegando pela mão.
Fui igual um menino seguindo a mãe pra cama. A gente se deitou e ficou se olhando, sem falar nada, sem nenhum tipo de comunicação. Só dava pra ouvir nossa respiração, enquanto minhas mãos se encontravam com as dela debaixo dos lençóis. Ficamos assim até pegar no sono.
Acordamos tarde, um pouco depois do meio-dia. Eu acordei primeiro, ela tinha dormido no meu peito. Afastei o cabelo do rosto dela, e ela acordou. Assim que abriu os olhos, me viu…
—Bom dia, príncipe —Ela disse.
—Bom dia, princesa —Falei, dando um selinho nela —Como foi sua almofada? —Fazendo referência a que dormiu no meu peito.
—Ela ficou confortável, considerando que tava batendo… —Ela disse enquanto se levantava pra ir ao banheiro.
Enquanto ela mijava, eu me encostei no batente da porta, queria ver ela…
—Melhor você ir se arrumar, vamos ver o que inventamos pros nossos pais pra justificar por que dormimos juntos… —E aí eu fiquei nervoso, não me vinha nenhuma justificativa pra aquilo…
—Não se preocupa, eu falo, já vi que sua mente ainda não ligou…
—Ok, obrigado, princesa —Falei de novo.
Fui pro meu quarto, com o ego lá em cima, minha autoestima mais alta do que nunca, mas ainda meio atordoado, pra falar de algum jeito. Me lavei, me arrumei e quando vinha pelo corredor, trombei com ela…
—O que você vai dizer pra elas? —Perguntei
—Fica tranquilo, eu sei o que vou falar
Chegamos na cozinha e tava minha mãe e minhas tias preparando o almoço, eu, pra ser sincero, tava bem nervoso sobre o que íamos falar, mas a Valentina era quem ia falar, então eu não teria que improvisar nada…
—Bom dia, mãe, bom dia, tia —Cumprimentamos os dois, quase ao mesmo tempo.
—Bom dia, como vocês amanheceram? —Perguntou minha mãe
—Bem —Disse a Valentina.
—Dá pra saber por que vocês dois estavam dormindo na mesma cama? —Perguntou minha tia. Na hora, fiquei nervoso, meu estômago doeu e tive uma tontura leve.
—Nada, é que eu e o Dani ficamos conversando depois que chegamos do clube e ele dormiu na minha cama. Não quis acordar ele, então cobri ele e dormi junto —Ela disse enquanto brincava com uma mecha do cabelo.
—Tá… Tudo bem. Vocês vão comer ou…? —Perguntou minha mãe
—Sim, claro
Eu não falei nada, só balancei a cabeça.
A tarde passou rápido, eu e a Valentina andávamos pelos jardins da casa de mãos dadas. Com certeza nossos outros parentes tinham notado, mas naquele momento não ligávamos, naquele momento éramos só eu e ela. Depois de um bom tempo andando por lá, decidimos sentar numa pequena tenda que tínhamos no o pátio…
— Sabe, é muito bonito isso de guardar a virgindade pra alguém que você acha especial. Eu queria o mesmo, mas o imbecil que era meu namorado na época insistiu tanto que no fim eu cedi, e não foi nada mágico como eu queria que fosse minha primeira vez… — Ela disse, olhando pro chão.
— Sinto muito ouvir isso… Posso perguntar como foi? — Falei enquanto puxava ela pra perto de mim.
— Claro. Então, a gente tava numa festa, daquelas que seus amigos organizam em casa, com álcool e droga sobrando. Eu tava com ele fazia pouco tempo, e na real eu gostava dele, ele era muito bonito. A gente tava sentado, e ele começou a meter a mão por baixo do meu vestido, afastava minha calcinha fio dental e tentava enfiar um dedo na minha buceta. Eu afastei a mão dele, e ele começou a insistir que queria transar comigo. Eu respondia que não, mas ele continuava insistindo, até que no fim eu cedi. A gente saiu da festa e foi pra casa dele, entramos e ele imediatamente me virou de frente pra parede, abaixou minha calcinha e começou a lamber minha buceta. Depois de um tempo, ainda de pé, ele baixou a calça e, sem dizer uma palavra, enfiou o pau dele até o fundo. Eu gritei de dor quando senti meu hímen romper, ele continuou empurrando até gozar dentro de mim. Ele saiu e foi pro banheiro, eu me joguei no chão pra chorar. Sentia o esperma escorrendo entre minhas pernas, mas não podia fazer nada, tinha sido minha culpa porque eu tinha aceitado, e agora tava me lamentando. Ele foi pro banheiro, quando saiu eu ainda tava no chão, e ele só se deu ao trabalho de perguntar se eu não tinha gostado. Eu não falei nada, só me levantei, arrumei minha calcinha e fui embora. Dois dias depois terminei com ele — ela disse, terminando a história. Virei pra olhar pra ela, e uma lágrima escorria pela bochecha dela.
Abracei ela e limpei aquela lágrima…
— Se eu encontrar ele um dia, parto a cara dele — falei enquanto dava um beijo na testa dela. Ela riu um pouco.
— Grava e posta no YouTube — ela disse com um sorriso. — E como você espera que seja sua primeira vez?
— Então, pra ser sincero, não sei como… Dizer isso sem parecer afeminado… Quero que seja algo especial, algo que eu possa lembrar sem sentir nada de ruim, algo que tanto eu quanto quem fizer comigo possamos aproveitar. Que a gente realmente se torne um, que não seja uma dessas porcarias que se vê na internet, onde o cara quase bate na mulher… E claro, quero que seja com alguém especial — falei enquanto virava pra olhar pra ela.
— Não se preocupa em falar assim, a gente, mulher, adora. Esse medo dos homens de parecerem afeminados é com outros caras, a gente, as mulheres, fica encantada quando encontra um rapaz assim — ela disse enquanto pegava minha mão, entrelaçava os dedos nos meus e se aproximava pra me beijar.
— Quero te pedir uma coisa — falei nervoso.
— Fala.
— Queria que você fosse essa pessoa especial. Esses últimos dias você se tornou muito importante pra mim, estar com você me faz sentir feliz, bem. Não sei como vai ser quando você voltar pra Romênia, mas queria passar com você o máximo de tempo possível. Você me faz sentir especial, ninguém nunca me fez sentir assim, aquilo de ontem à noite, além do seu corpo ser lindo, eu gostei porque era você, aquela que não fica procurando defeitos em mim, aquela em quem confio, aquela que parece realmente gostar de mim. Não ligo que sejamos primos, quero passar esse tempo especial com você, e se isso significar que, se nos descobrirem, vou ser rejeitado pela família, eu assumo e me responsabilizo — terminei olhando nos olhos dela.
Ela não disse nada, se aproximou pra me beijar de novo. Nossas línguas brincavam uma com a outra, nossas mãos se encontravam, nossa respiração ficava mais intensa, nossos corações batiam mais rápido…
— E quando você quer que seja esse momento especial? — ela perguntou a poucos centímetros do meu rosto.
— O mais rápido possível — respondi, enquanto a beijava de novo.
— Vamos pra dentro — ela disse.
Enquanto íamos em direção à casa, liguei pra Selvir pra ela não vir, dizer que ia sair. Assim que entramos, percebemos que não estávamos. Sozinhos, Vanesa e minha mãe estavam na cozinha…
- Você quer que seja mágico ou só experimentar? - Ela perguntou, já no quarto dela.
- Quero que seja mágico - Respondi, sentado na beira da cama dela.
- Tá bom, vou perguntar se elas planejam sair logo.
Ela saiu do quarto e eu comecei a pensar de novo, o cérebro a mil, me sentindo animado, exaltado, tremendo de emoção. Me perguntava se aquilo era real ou só um sonho, tentava imaginar o que ia rolar mais tarde naquele dia, o que devia ou não fazer, o que sentiria… Milhões de pensamentos invadiam minha mente. Deitei na cama, continuava pensando: será que devia usar camisinha? Dava pra meter no cu dela? Podia dar aquelas palmadas que rolam nos vídeos pornô?... Nisso ela entrou…
- Elas disseram que em uns 20 minutos vão sair pro centro, e perguntaram se a gente quer ir. - Ela falou, mordendo o lábio inferior.
- A gente fica, certo?
- Claro - Ela respondeu.
Deitamos na cama dela, igual na noite anterior, olhando um pro outro, de mãos dadas, sem falar nada. Ficamos assim por uns 20 minutos, até que meu celular tocou. Era minha mãe…
- Filho - Ela disse.
- Fala.
- Vanesa e eu vamos sair pro centro. Vocês, você e a Valentina, vão ficar sozinhos em casa. Fiquem de olho em qualquer barulho estranho…
- Ok, ok, sim… - Apressei ela.
- Bom, tchau. Me liga se acontecer algo.
- Ok, tchau - Desliguei, virando pra Valentina.
- Tamo sozinhos - Falei, sorrindo.
Ela se levantou e disse que primeiro ia tomar banho comigo. A gente se despiu, eu vendo o corpo nu dela de novo, e ela vendo meu pau, uns 20 cm de comprimento por 10 de grossura (Sem exagero, desde os 12 anos eu fazia semanalmente aqueles exercícios de alargamento do pênis), totalmente duro. Entramos debaixo da água do chuveiro, cada um pegou um sabonete e ensaboamos um ao outro. Ela tava quente, comecei ensaboando as costas dela, descendo até os glúteos e ensaboando Entre esses. Desci pelas pernas dela, deixando meu rosto na frente da rachadura dela, que estava totalmente depilada e fechada, só sobressaía uma linha dos lábios vaginais, que terminavam no clitóris dela, sabia que era ali que eu devia atacar quando chegasse a hora. Continuei subindo pelos quadris e cintura até chegar nos peitos dela, parei um momento pra olhar eles; aqueles bicos esticados, como dava pra ver algumas veias por baixo da pele. Quando terminei ali, olhei pra cara dela e a gente se beijou. Depois que terminamos de tomar banho e nos secamos, ela falou pra irmos direto pra cama, e aí começou.
Sentei na cama e ela ficou de pé na minha frente, disse que era minha, e que eu podia tocar tudo o que quisesse. Comecei pelos peitos dela, amassei e chupei igual um bezerro, ouvia a respiração ofegante dela, e uns gemidos aqui e ali. Quando me desgrudei, eles estavam quase todos cobertos de saliva, então pedi pra ela deitar de bruços, assim que fez, afundei minha cara entre as nádegas dela. Eu imaginava que teria um gosto entre salgado e azedo, mas a verdade é que não tinha gosto de nada, e cheirava gostoso, cheirava a sabonete.
Lambia a bunda dela como se minha vida dependesse disso, a cada lambida o buraquinho dela parecia relaxar mais e mais, a ponto de eu conseguir enfiar uma parte da minha língua dentro. Depois de uns 5 minutos assim, ela virou, ficou de pé e veio na minha direção. Encolou no meu corpo, fazendo meu pau ficar por baixo da buceta dela, sendo impregnado pelo calor e pelos fluidos que ela soltava. Me beijou e falou no meu ouvido…
– Tá gostando? – Ela perguntou
– Sim, claro que sim – Falei enquanto ficava cara a cara com ela pra dar um beijo.
– E o que vem é mais intenso… Você vai gostar mais – Ela disse se afastando de mim – Deita de costas.
Sem dizer nada, fiz isso. Assim que deitei, ela começou a fazer um boquete daqueles que você só imagina que existem em vídeo pornô. Engolia meu pau quase até a base, dava umas arcadas e depois tirava, molhado de saliva grossa. Fez isso mais algumas vezes e sentou no meu pau, mas sem penetrar ainda, meu pau ficou apontando pro meu rosto, meio caído na minha barriga, e ela sentada em cima…
— Tá pronto? — ela perguntou.
— Tomei a decisão faz tempo, e não vou voltar atrás agora… Sim, tô pronto — falei com um sorriso.
— Beleza… Quero te agradecer por ter me escolhido pra compartilhar esse momento tão especial pra você — ela disse enquanto se inclinava um pouco pra me dar um beijo, eu só devolvi um sorriso. — Bom, lá vou eu…
Ela se levantou um pouco e eu bombeei um pouco de sangue pro meu pau pra ele subir, ela pegou com as mãos e guiou até a entrada da buceta dela. Devagarzinho começou a descer, sem tirar os olhos um do outro, até chegar na base. Aí se inclinou pra frente e começou a mexer a cintura pra cima e pra baixo. A gente tava de frente, mas ninguém falava nada, ninguém gemia, só dava pra ouvir nossa respiração pesada e o som do choque dos nossos corpos. Dali dava pra ver porque eu gostava dela, tinha aquela cara linda na minha frente, um par de peitos esfregando no meu peito, e uma vista que me deixava ver como meu pau entrava e saía dentro dela. Ficamos uns minutos assim, aí ela virou de bruços e pediu pra eu meter nessa posição, e foi o que eu fiz. Do jeito que deu, consegui enfiar meu pau na buceta dela e comecei a empurrar. Sabia que não ia aguentar muito, perguntei se podia gozar dentro e ela respondeu que podia gozar onde quisesse. Depois de 5 minutos nessa posição, soltei 7 jatos de porra no fundo da buceta dela… Desabei em cima dela sem tirar meu pau ainda…
— Eu te amo — ela disse.
— E eu também… A gente vai repetir, né? — falei.
— Claro, quantas vezes precisar — ela disse virando o rosto com um sorriso.
Ficamos assim até meu pau voltar ao tamanho normal. Ela se levantou, e me excitou ver minha porra escorrendo pela essas pernas perfeitas, alguns fios ainda pendurados nos lábios da buceta dela, e ao ver aquilo me senti o cara mais sortudo do mundo. Fiquei deitado na cama, vendo ela vestir uma calcinha fio dental preta, daquelas que a parte de trás é tão fina que fica escondida entre as nádegas… Com os dedos, ela limpou os restos que escorriam pelas pernas e veio se deitar de novo comigo…
— Me diz, você gostou? — ela perguntou
— Claro que sim — falei, dando um beijo nela
— Então, agora é que a gente tem tempo, da próxima vez vou te ensinar umas coisas novas — disse enquanto pegava na minha mão — E por sinal, quero te agradecer de verdade por ter me escolhido pra isso. Não quero que ninguém tenha uma primeira vez tão ruim quanto a minha. Mas além disso, fiz porque realmente gosto de você, desde a primeira vez que te vi, me apaixonei… Você sempre me atraiu, e acho bonito que a gente tenha querido isso. Fico feliz em saber que você não é desses que acham que vão pro inferno por transar com uma prima. Acho que a gente pode fazer coisas lindas daqui pra frente… — ela disse. Eu só sorri e beijei ela.
Tranquei a porta e passamos o resto do dia trancados lá, conversando sobre qualquer coisa, como se nada tivesse acontecido. Já no fim da tarde, como nenhum dos nossos parentes tinha chegado, entramos juntos na banheira de hidromassagem que minha mãe tem no quarto dela. Enchemos de água morna e ficamos um bom tempo lá, os dois, ela sentada no meu colo, com meus braços envolvendo ela por trás, meu pau duro entre as duas nádegas dela, conversando agora sobre o que a gente tinha feito minutos atrás, e sobre o que poderíamos fazer depois.
Depois de um tempo, decidimos sair, fui pro meu quarto me arrumar. Ela e eu fomos ver televisão, meia hora depois chegaram minha mãe e a Vanessa…
— Oi, crianças, o que fizeram? — minha mãe perguntou
— Nada de especial, só vimos uns filmes — respondeu a Valentina — E vocês?
— Ah, compramos umas coisas… Roupas e sapatos — respondeu Vanesa.
Foram para a cozinha, sem imaginar o que Valentina e eu tínhamos feito duas horas antes. Naquela noite, Valentina e eu dormimos juntos de novo, mas nus dessa vez; o roçar do meu corpo no dela, sentir as mãos dela me tocando, sentir a respiração dela tão perto de mim me excitaram de novo. Eram 3 da manhã e ainda estávamos acordados…
— Você fez ele subir — falei, empurrando a pélvis pra frente, fazendo meu pau bater na buceta dela.
— E como a gente resolve isso? — ela respondeu com um sorriso.
Na mesma hora, ela se enfiou debaixo dos lençóis, pra repetir um boquete igual ao daquela tarde. Depois de vários minutos assim, ela disse que era minha vez, se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas, me oferecendo a rachinha dela como um petisco da madrugada. Eu sabia mais ou menos o que fazer, já tinha visto centenas de vídeos pornô, lido centenas de contos e livros, sabia que tinha que atacar aquele botãozinho chamado clitóris. Fiquei fazendo círculos em volta dele, e de vez em quando, enfiava minha língua o mais fundo possível pela abertura da buceta dela. Mais de uma vez ela teve que afundar o rosto no travesseiro pra abafar os gemidos. Depois de vários minutos, senti que ela começava a tremer, as pernas dela se fecharam violentamente, me deixando preso entre elas, a buceta dela começou a ter contrações, enquanto uma fonte de líquidos descia do útero dela pra minha boca, engoli tudo, o tesão não me deixou pensar em nada. Quando ela se recuperou e me deixou sair, me pediu pra penetrar ela, que não aguentava mais. Coloquei ela de quatro e repeti a mesma posição da noite anterior, me deitei sobre ela e comecei a empurrar.
Depois de vários minutos, gozei dentro dela, cinco jorros chegaram no fundo do ser dela, enchendo ela igual a um Twinkie. Saí de dentro dela e me deitei nas pernas dela, pra observar como meu sêmen saía da buceta dela, via como meu leite escorria misturado com os sucos vaginais dela ao longo da coxa dela. rajita. Depois de um tempo assim, me levantei e fiquei do lado dela, percebendo que ela tinha dormido. Fiz o mesmo, mas antes dei um beijo na testa dela.
Acordei lá pelas 11 da manhã, a primeira coisa que vi ao abrir os olhos foi o rosto sorridente dela…
— Bom dia — Ela me disse com um beijo.
— Bom dia — Falei sorrindo — Faz quanto tempo que você tá acordada?
— Uns dez minutos… Mas você fica lindo dormindo.
— Sim, eu sei. Mas nunca tinham me falado isso — Falei enquanto me virava um pouco na cama pra ficar do lado dela — Hoje não temos desculpa pra ter dormido juntos.
— Não se preocupa com isso, eu já resolvi — Ela disse antes de me dar um beijo e ir pro banheiro.
Assim como na manhã anterior, fui atrás dela pra vê-la mijando…
— Sobre ontem à noite… Você gostou? — Ela me perguntou.
— Sim, por que não? — Falei meio estranhado.
— Achei que você fosse achar egoísmo da minha parte ter dormido. Acontece que quando a gente tem um orgasmo tão forte, as mulheres ficam muito cansadas — Ela disse enquanto se levantava e ia pro quarto, passando por mim.
— Tá, não se preocupa com isso — Falei enquanto a pegava por trás, envolvendo ela com meus braços — Você sabe que é importante pra mim.
— Eu sei… Eu sei — Ela disse enquanto se virava pra me beijar — Agora não dá pra fazer nada, com certeza vão estranhar por que a gente ainda não saiu.
Então me sentei na cama pra ver ela se vestir. Adorava vê-la colocando as calcinhas fio dental e os sutiãs. Depois que ela se arrumou, fui pro meu quarto. Me arrumei também e fui pra cozinha. Tava tudo normal, parecia que ninguém tinha percebido que eu tinha dormido com a Valentina de novo, ou melhor, que não tinha dormido no meu quarto…
— Bom dia pra todo mundo — Falei.
— Bom dia — Responderam.
Fui me sentar na mesa, a família toda tava lá, meus tios, meus outros primos, meus pais, meu irmão, todo mundo. Tomamos café da manhã e fui pra frente da casa com a Valentina e a Vanesa…
— Agora eu me pergunto, por que não Não disseram nada?" — perguntei pra Valentina em voz baixa, como se não quisesse que a Vanesa ouvisse.
— Não se preocupa, eu sei o que vocês dois fazem — disse a Vanesa sem nem virar pra olhar pra gente.
— O quê? Mas como… — Valentina me interrompeu.
— Eu contei pra ela minhas intenções desde o começo, mesmo sem saber das suas. Quando percebi que você queria a mesma coisa que eu, pensei que não íamos conseguir manter segredo, a gente precisava de alguém pra dar cobertura, e aí está ela — disse, apontando pra Vanesa.
— E como ela deu cobertura pra gente ontem à noite? — perguntei.
— Fácil, tranquei meu quarto e fui dormir no seu, me cobri o máximo que pude e acharam que era você — disse a Vanesa, sorrindo.
— E por que você faz isso? — perguntei, ainda mais confuso.
— Porque quero algo em troca… A Valentina me disse ontem que você aprende rápido.
— Já entendi… buceta, buceta, buceta… Preciso de um tempo sozinho pra pensar — falei, levantando e indo pro meu quarto.
Lá dentro, sentei na beira da cama e comecei a processar tudo que tinha rolado nos últimos 4 dias: a piscina, a noite no clube, o que a gente tinha conversado, o que eu tinha visto e feito, quando a gente transava. Nada fazia sentido, nunca tinha visto a Vanesa por perto durante minhas agarrações com a Valentina, nunca ouvi elas falarem sobre isso, mesmo a Valentina e eu passando a maior parte do dia juntos. Depois de 15 minutos tentando dar um jeito nas coisas, alguém bateu na minha porta…
— Entra — falei sem virar pra ver quem era.
— Ei, quero falar com você — disse a Vanesa. Eu assenti com a cabeça e apontei pra cadeira do meu computador pra ela sentar — Valeu. Quero te pedir pra não ficar bolado comigo por eu saber do seu rolo com a Valentina. Juro que não conto pra ninguém. Também quero pedir pra não ficar puto com ela, por tudo que a gente conversou, percebi que você é muito importante pra ela. Ela fala maravilhas de você, não só na cama, mas como pessoa. Talvez seja É verdade que não passei tanto tempo com você quanto ela passou, mas eu realmente gostaria. Se você quer me comer ou não, não é importante, porque nenhuma de nós duas te vê como um brinquedo sexual; a gente te vê como um primo, um primo que pode fazer com as primas o que outros não podem. Eu, assim como ela, não ligo pra essa história de que por sermos primos não pode rolar nada entre nós. O que você e ela têm não é nada de errado, não prejudica ninguém, isso é love, vocês fazem o love. A Valentina passou por uns momentos muito ruins com os homens, com certeza ela te contou quão traumática foi a primeira vez dela, infelizmente, todos os namorados que ela teve foram o mesmo tipo de porco que a desvirgou. Agora que ela te encontrou, você se tornou o rei dela, o sol dela, e é realmente bom, porque pela primeira vez ela tem alguém bom ao lado dela. Quero te pedir, por favor, que não pare de fazer o que faz com ela só porque eu sei, juro que não vou contar pra ninguém, eu só quero ver minha irmã feliz.
- Você tá me deixando na mão. Quero ficar com ela, mas agora que somos três sabendo, não é a mesma coisa. Agora me sinto um pouco mais limitado, pra falar de algum jeito - Eu disse, ela se levantou e sentou do meu lado.
- Entendo o que você diz, e com certeza estamos em posições bem diferentes. Vou te pedir uma coisa, e espero que não leve a mal, ok? - Ela me disse
- Bom, depende do que for essa coisa.
- Colocar nós três no mesmo nível, na mesma posição. Pra ninguém poder dedurar ninguém, e pra ter mais confiança entre a gente. O que você acha? - Ela perguntou, eu já sabia do que ela tava falando, mas ainda me sentia meio inseguro.
- Sim, acho bom...
Na hora ela se levantou e puxou uma das tetas pra fora do top que tava vestindo. Elas eram um pouco maiores que as da Valentina, mas com os bicos menores. Eu fiquei olhando pra elas por um momento...
- Vai, o que você tá esperando? São todas suas - ela me disse enquanto tirava a outra e as colocava na minha cara.
Comecei a lamber como se fosse uma chupeta ou um sorvete, e depois comecei a chupar como se fossem um peito, os mamilos dela, apesar de pequenos, eram grossos, então eu chupava com força e brincava com eles com a língua. Ela soltava gritinhos, tanto de prazer quanto de dor. Levou uma das mãos até a saia, eu via que ela fazia movimentos bruscos lá embaixo, e que as pernas dela iam fraquejando de prazer. Me afastei dos peitos dela e me ajoelhei, puxei a calcinha fio dental dela e vi que a bucetinha dela estava molhada, me apressei em dar uma lambida enquanto ela ainda estava de pé, ela tremeu.
Me levantei e peguei ela pela cintura, beijei ela enquanto a empurrava em direção à cama. Ela se deitou de barriga pra cima, e eu por cima dela, nos beijando. Minha mão desceu pela barriga dela, até entrar por baixo da saia, senti calor e umidade, imediatamente procurei o clitóris dela com o dedo indicador e, quando encontrei, comecei a fazer círculos e a esfregar, não parava de beijar ela pra que os gemidos não fossem tão altos. Separamos nossas bocas e viramos, ficando ela por cima de mim. Ela enfiou a mão por baixo da minha calça e pegou no meu pau…
— É grandinho — ela disse antes de morder meu lábio inferior de leve.
— Achei que a Valentina já tinha te falado.
— Falou, mas eu não acreditei. Agora que tô com ele na mão, acredito… E também acho que você e eu vamos passar um tempinho gostoso…
— Então vamos…
Nisso, ela desceu da cama e desabotoou minha calça, tirando meu pau de lá…
— É grande mesmo… — disse enquanto enfiava ele na boca.
A Vanesa era mais delicada que a Valentina, a Valentina só enfiava tudo até a garganta, o que era bem gostoso, mas a Vanesa brincava com ele, brincava com a língua, embora também fizesse o que a Valentina fazia. O mais excitante de tudo era que a Vanesa nunca tirava os olhos dos meus, isso me deixava a mil. Depois de alguns minutos, sem querer, gozei na boca dela, não consegui segurar. Ela engoliu tudo e me limpou. com a minha língua, mesmo assim, quis retribuir o favor, então viramos de novo e fiquei por cima dela. Desci entre os peitos dela até a saia, não quis tirar, ia chupar a bucetinha dela como se não houvesse amanhã, e achei que seria mais excitante se deixasse a saia. Comecei a lamber e enfiar minha língua nas profundezas dela, ela gozou em poucos minutos, um mar de sucos desceu do colo do útero dela direto na minha língua, que sentiu cada contração da buceta dela.
Ela ficou exausta na cama, eu me ajeitei na calça e deitei ao lado dela, que ainda estava com os peitos nus, e da buceta dela ainda escorria um fiozinho dos sucos, que eu sentia porque ainda estava com a mão acariciando ela. Ela virou pra mim e me beijou…
— Tamos quites agora? — ela disse
— Acho que sim… Mas ainda queria fazer outras coisas com você.
— A gente vai ter tempo, por enquanto temos que sair, não quero que desconfiem de mim e de você agora… — disse enquanto se levantava e arrumava o top, cobrindo os peitos lindos dela, e depois se abaixou pra pegar a calcinha fio dental, que vestiu de um jeito bem sensual…http://embed.redtube.com/player/?idlink: www.redtube.com/player/?id=439513[/swf]
6 comentários - Conhecendo as Primas Gostosas
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