Tudo começou como uma piada com meus amigos do Facebook. Vou sair pra correr, o que eu visto, leggings branca ou preta? Eu sempre uso preta, e achava que os homens preferiam essa cor, mas a maioria começou a gritar pra eu usar a branca. Até que um sugeriu o mais provocante: leggings branca sem calcinha. No começo eu ri, mas pensei um pouco, não estava no meu período, então estava a salvo de qualquer catástrofe. E bom, pensei, a leggings vai marcar tudo, mas quero experimentar isso.
Leggings branca bem justa e sem calcinha. Me olhei no espelho, todas as linhas do meu corpo se marcavam com força, minha bunda era de pele branca, e minha buceta, bom, fiquei com vergonha do jeito que a xereca aparecia, um lábio pra cada lado.
Saí pra correr. Enquanto chegava no parque na pista de corrida, meu corpo foi alvo das cantadas mais ordinárias e vulgares que se pode dizer pra uma mulher. Não vou me fazer de sonsa, gosto de ouvir coisas picantes, mas tenho meus limites, e algumas palavras dos pedreiros me fizeram corar.
Como sempre, fiz minha rotina, corri dois quilômetros pra aquecer, e comecei a fazer alongamentos. Achei que estava sozinha, então não tomei nenhum cuidado, abri as pernas o máximo que pude e inclinei o tronco pra baixo, sou bem elástica, minhas coxas internas quase tocavam o chão, igual bailarina fazendo espacate, minha buceta estava a poucos centímetros do chão.
Depois, com as pernas juntas e retas, me inclinei de novo. Quando me levanto e ergo os braços pra respirar melhor, vejo que tem um cara atrás de mim. Minha primeira reação foi me assustar. Ele riu.
- Tá aí há quanto tempo? – perguntei, como quem diz o que ele tinha visto.
- Faz um tempinho.
- Quanto você viu?
- Deu pra ver até a alma, gostosa.
Eu gosto de ser olhada. O problema é que gosto de ser olhada quando sei que estão me olhando, essa Era uma situação diferente, eu achava que estava sozinha no meio do nada, e descobrir que alguém tinha me visto me encheu de vergonha. E mais ainda quando o cara falou de novo.
— Não conhecia a técnica de correr sem calcinha…
Vermelha foi pouco. Minha cara tava pegando fogo. Era uma das maiores vergonhas da minha vida. O cara continuou falando.
— Você tem uma boa alongação, mas falta um pouco de técnica, quer ajuda?
— Tá bom.
— Sou professor de educação física, sei o que tô fazendo, fica tranquila.
Caminhamos até uma parte do circuito onde tem barras e troncos pra fazer vários exercícios. Ele disse que aquele lugar era o ideal, apontou pro tronco mais baixo, mandou eu colocar um pé em cima e a outra perna esticar pra trás, e com o peso do corpo fazer pressão no músculo.
— Vou dar uma ajudinha… — ele disse.
E colocou as mãos na minha cintura, e aquele calor da vergonha virou calor sexual. Ele tinha mãos fortes, me inclinou pra frente e meu músculo ardeu com a alongação. Ele disse que agora era a outra perna. Dessa vez explicou a importância desse exercício e que eu tinha que fazer direito.
— A bunda mais pra trás — ele disse.
Ao falar isso, segurou a parte de baixo da minha barriga, quase na minha buceta, e puxou meu corpo pra trás.
— E depois levanta essa parte…
Ele se atreveu a colocar a palma da mão bem no meio de uma das minhas nádegas, liberdades que os professores de educação física se dão, ele tava passando a mão na minha bunda, e eu tava gostando.
Mudamos de exercício.
— Fica assim. — ele disse.
E com ele atrás de mim, me segurou pela cintura (coisa que me deixa louca, me excita mais ser abraçada pela cintura do que pela cintura ou pela bunda) e ao me levar pra outro tronco pra fazer o exercício, senti o pau dele encostar nas minhas nádegas. Ele também tava de legging, tinha pernas muito musculosas, e senti que o pinto dele começava a crescer. A rola dele tava endurecendo, e isso me deixou com tesão.
Quando terminamos Os exercícios ficamos de frente um pro outro, e eu não consegui evitar olhar pra baixo, pro pau dele, queria ver o tamanho e como tava. Dava pra ver que tava duro pra um lado, espremido pelo tecido justo da legging. Eu mordi os lábios. Ele percebeu. Mexeu o pau pra cima, os homens conseguem mexer. Quando ele fez isso, eu levantei o olhar e fiquei vermelha.
- Cê é olheirona, hein…
- Ai, não, para…
Ele chegou perto e me abraçou. Me elogiou por ser tão boa aluna. Pediu meu número de celular. Eu dei e supliquei pra todos os deuses que ele me ligasse. Tinha que pegar aquele cara.
- Qual é seu nome?
- Alejandra, e o seu?
- Pablo. Te ligo, ok?
Voltei andando pra casa. Contei o que rolou no Facebook, compartilho tudo com meus amigos de lá. Tomei banho, e no chuveiro dediquei uma bela punheta pro Pablito. Lembrei da textura das mãos dele na minha cintura, a palma da mão dele tocando minha bunda. Pensei em como as pernas dele deviam ser fortes e no tamanhão do pau dele. Tava me masturbando com as duas mãos, uma esfregando meu clitóris e a outra estimulando o cu. Não demorei pra gozar.
Deitei na cama esperando a ligação.
- Oi, o que você quer fazer? – ele falou do outro lado da linha.
- O que você quiser.
- Tem certeza? O que eu quiser?
- Sim.
Isso foi um convite direto pra minha cama. Meia hora depois ele tava no meu apê. Eu mostrei meus enfeites, meus quadros, meus cds. Fingia inocência, adoro fazer de sonsinha, e do nada pular na jugular como a puta que sou.
- E então, o que a gente faz? – ele perguntou de novo.
- Falei que é o que você quiser.
Ao falar essas palavras, andei até ele e abracei ele pelo pescoço. Ele respondeu com outro abraço, me segurando pela cintura. Fiquei na ponta dos pés pra beijar a boca dele. Era uns lábios carnudos. A primeira coisa que pensei quando provei foi no prazer que aquela boca ia me dar na hora de fazer um oral. Ele apertou minha bunda com força e eu suspirei.
Nossas línguas começaram a... rosar. Era uma língua enorme, comprida e grossa, toda carne viva que comia minha cara. A língua dela pressionava a minha, eu também fazia força, mas a dela era maior, e a língua dela acabava dentro da minha boca. Nessa altura, eu já tava passando a mão nos pelinhos da nuca dela, enquanto com a outra percorria as costas dela, e descia de vez em quando pra tocar na bunda dela, uma bunda dura e musculosa que me fez ficar molhada. Toquei o rabo dela e isso bastou pra minha buceta se umedecer a ponto de deixar minha calcinha encharcada, dava pra sentir o pano da roupa íntima molhado.
A boca dela desceu até meu pescoço. A umidade dos lábios dela me deu arrepios, e quando ela começou a mexer a língua na minha pele, levantei os ombros por causa das cócegas que sentia. Suspirei de novo e segurei ela pela nuca pra impedir que fosse embora. Lambeu todo meu pescoço, da direita pra esquerda, de baixo pra cima, atrás da orelha, como se fosse uma putinha que achou o ponto fraco dela.
Eu respondi do mesmo jeito. Beijei o pescoço dela de todas as formas possíveis. Mordi, deixando um baita chupão. Obriguei ela a tirar a camiseta. Beijei o pescoço dela. Os peitorais eram lindos, bem definidos, lambi os mamilos dela. Desci pro abdômen, músculos bem definidos. Lambia com minha língua a interseção entre cada gominho de músculo que o abdômen dela mostrava. Brinquei com o umbigo dela. Abaixei a calça e a cueca dela. Exatamente como eu imaginava, o pau dela tava completamente depilado.
Me ajoelhei. O pau dela era muito largo. Tanto que dava a impressão de ser pequeno, embora quando coloquei na boca soubesse que também era comprido. Chupei com força, com movimentos rápidos, pegando o tronco com a boca, deixando bem molhado com minha saliva e o líquido pré-seminal que já começava a sair do olhinho dele. Depois desci meu rosto até ficar debaixo dos testículos dele, também depilados por completo. Chupei eles. Coloquei um de cada vez na boca e acariciava com a língua enquanto com a mão batia uma punheta pro pau do Pablo. Depois coloquei os dois ovos na minha boca e olhei pra ele, o pau dele estava apoiado na minha testa e não me deixava ver os olhos dele. Desci ainda mais e me posicionei debaixo do cu dele, e comecei a passar minha língua na parte de trás das bolas dele, coisa que todo homem adora. Ele abriu um pouco as pernas e teve a gentileza de se abaixar um pouco pra eu ficar mais confortável. Lambi o buraquinho do cu dele. Ele soltou um gemido. A bunda dele estava perfeitamente depilada. Chupei ele. Brincava com a ponta da minha língua na entrada do cu dele, fazendo movimentos circulares. Ele começou a se mexer pra frente e pra trás pra aproveitar mais. Voltei pro pau. Lambi o tronco desde a base até a ponta. Chupei de lado, fazendo a cabeça do pau dele bater na parte interna das minhas bochechas, inchando meu rosto. Ficamos brincando assim por vários minutos. Até que chegou minha vez.
Sem pensar e sem perder tempo, me despi completamente. Deixando minha buceta de fora, bem depilada com uma linha em forma de seta pra baixo. Falei pra ele seguir a seta. E naquele momento fizeram uma das coisas mais excitantes da minha vida.
Ele me levantou e me sentou nos ombros dele de frente, uma perna de cada lado. Me segurava pela bunda, deixando toda a minha buceta colada na cara dele. Começou a me lamber, a comer minha buceta, eu gemia igual uma puta, e não consegui evitar de me mexer como se estivesse montando nele. A língua dele entrava e saía da minha buceta, que já estava escorrendo lubrificação. Com os lábios dele, mordia meus lábios com suavidade. Com as mãos, ele estimulava meu cu, tanto que abriu demais e até enfiou dois dedos no meu rabo e começou a masturbá-lo. Tudo sem parar de chupar minha buceta. Nessa altura, meus gemidos eram gritos de prazer.
Quando terminamos essa posição, fizemos um 69 em pé. O Pablo tem muita força, então ele me segurou pela cintura deixando minha cabeça pra baixo, pronta pra chupar o pau dele de novo enquanto ele se divertia lambendo minha buceta. buceta e meu cu.
Ele me colocou de quatro sem nem me perguntar. Me surpreendeu que quisesse começar nessa posição. Me jogou no chão e me deixou como uma puta no cio. Achei que, pela paixão, ele fosse meter de uma vez, e que, apesar da minha buceta já estar bem dilatada e lubrificada, ia doer, mas não; ele brincou com o pau na entrada do meu buraquinho, começou a enfiar devagar, primeiro a cabeça, tirou, depois até a metade, tirou, de novo a cabeça, a metade, até que finalmente o pau inteiro entrou em mim. Eu gemia, gritava que tava gostando, que queria mais. Fazia pelo menos cinco meses que eu não ficava de quatro com um homem. Sentir as coxas dele batendo na minha bunda, sentir a carne dos meus glúteos balançando, ouvir ele soltando gemidos graves e profundos me deixava louca. Quando ele começou a me dar tapas, eu perdi a cabeça de vez e mostrei o quão puta eu posso ser.
- Ai, sim, amor, me bate forte que eu sou uma puta…
- Me come bem forte, buceta…
- Enfia até o fundo…
- Sou sua puta, não para, assim, assim, assim…
Ele ficava mais excitado com minhas palavras e me bombava cada vez mais forte. Tanto que já tava doendo, mas eu não ia pedir pra ele ser mais suave, a gente tem nosso orgulho feminino, e mesmo que ele tivesse me partindo ao meio, eu não ia mostrar fraqueza, pelo contrário, eu aumentava a aposta.
- Me come mais forte, mais forte…
A gente trocou de posição. Ele se deitou no chão pra eu começar a cavalgar.
Sentei no pau dele, enfiando devagar, me mexendo em círculos pra frente e pra trás. Fazendo o membro raspar todas as paredes da minha buceta, pra ele sentir bem, pra provar do que eu sou feita, sentir meu calor, minha cavidade. Eu subia e descia naquele tronco enquanto gemia e perguntava se ele tava gostando, adoro perguntar pros homens se eles gostam quando eu cavalgo.
Ele me ajudava a subir e descer com os braços, que estavam segurando minha bunda. Depois, ele voltou a estimular meu cu, até que conseguiu enfiar dois dedos de novo no meu cu. Eu já tava entregue, e principalmente, muito molhada.
- Quer por aí? – perguntei.
- Óbvio.
Tirei a pica da minha buceta e coloquei na entrada do meu ânus, me movi devagar, uma coisa é ter dois dedos no cu, outra é fazer uma pica grossa entrar. Ele sabia disso, então não apressou o negócio. Aos poucos eu sentia meu cu se abrindo, e a pica dele ganhando espaço lá dentro, sentia a cabeça raspando as paredes do meu rabo, até que finalmente ouvi aquele "crec" que indica que a pica já entrou. Uma vez lá dentro, voltei a cavalgar. Meu cu doía pra caralho, meus gemidos eram gritos, ele tava se acabando, tava arrombando meu cu. Minha putaria é maior que a dor, acho que por isso aguentei. Depois de um tempão cavalgando, ele disse que ia gozar.
Ajoelhei. Ele ficou na minha frente e começou a bater punheta. Abri a boca e estiquei a língua esperando a chuva branca. O primeiro jato de porra, aquele que sai com mais força, acertou em cheio meu olho. O segundo na minha boca, e o resto caiu lá no fundo da minha garganta. Depois que engoli a porra, fiquei limpando a pica dele com a língua. Meu olho ficou ardendo.
Deitamos no sofá pra recuperar as energias. Depois fomos pro quarto e repetimos a foda mais duas vezes. Tudo igual. Sexo oral dos dois lados. Sexo vaginal, anal, de quatro, eu cavalgando, gozada na minha carinha.
Três da manhã ele foi embora e eu fui dormir. E pra cumprir com meu grupo de seguidores fiéis, é que escrevo esse relato.
Pra vocês, galera.
Leggings branca bem justa e sem calcinha. Me olhei no espelho, todas as linhas do meu corpo se marcavam com força, minha bunda era de pele branca, e minha buceta, bom, fiquei com vergonha do jeito que a xereca aparecia, um lábio pra cada lado.
Saí pra correr. Enquanto chegava no parque na pista de corrida, meu corpo foi alvo das cantadas mais ordinárias e vulgares que se pode dizer pra uma mulher. Não vou me fazer de sonsa, gosto de ouvir coisas picantes, mas tenho meus limites, e algumas palavras dos pedreiros me fizeram corar.
Como sempre, fiz minha rotina, corri dois quilômetros pra aquecer, e comecei a fazer alongamentos. Achei que estava sozinha, então não tomei nenhum cuidado, abri as pernas o máximo que pude e inclinei o tronco pra baixo, sou bem elástica, minhas coxas internas quase tocavam o chão, igual bailarina fazendo espacate, minha buceta estava a poucos centímetros do chão.
Depois, com as pernas juntas e retas, me inclinei de novo. Quando me levanto e ergo os braços pra respirar melhor, vejo que tem um cara atrás de mim. Minha primeira reação foi me assustar. Ele riu.
- Tá aí há quanto tempo? – perguntei, como quem diz o que ele tinha visto.
- Faz um tempinho.
- Quanto você viu?
- Deu pra ver até a alma, gostosa.
Eu gosto de ser olhada. O problema é que gosto de ser olhada quando sei que estão me olhando, essa Era uma situação diferente, eu achava que estava sozinha no meio do nada, e descobrir que alguém tinha me visto me encheu de vergonha. E mais ainda quando o cara falou de novo.
— Não conhecia a técnica de correr sem calcinha…
Vermelha foi pouco. Minha cara tava pegando fogo. Era uma das maiores vergonhas da minha vida. O cara continuou falando.
— Você tem uma boa alongação, mas falta um pouco de técnica, quer ajuda?
— Tá bom.
— Sou professor de educação física, sei o que tô fazendo, fica tranquila.
Caminhamos até uma parte do circuito onde tem barras e troncos pra fazer vários exercícios. Ele disse que aquele lugar era o ideal, apontou pro tronco mais baixo, mandou eu colocar um pé em cima e a outra perna esticar pra trás, e com o peso do corpo fazer pressão no músculo.
— Vou dar uma ajudinha… — ele disse.
E colocou as mãos na minha cintura, e aquele calor da vergonha virou calor sexual. Ele tinha mãos fortes, me inclinou pra frente e meu músculo ardeu com a alongação. Ele disse que agora era a outra perna. Dessa vez explicou a importância desse exercício e que eu tinha que fazer direito.
— A bunda mais pra trás — ele disse.
Ao falar isso, segurou a parte de baixo da minha barriga, quase na minha buceta, e puxou meu corpo pra trás.
— E depois levanta essa parte…
Ele se atreveu a colocar a palma da mão bem no meio de uma das minhas nádegas, liberdades que os professores de educação física se dão, ele tava passando a mão na minha bunda, e eu tava gostando.
Mudamos de exercício.
— Fica assim. — ele disse.
E com ele atrás de mim, me segurou pela cintura (coisa que me deixa louca, me excita mais ser abraçada pela cintura do que pela cintura ou pela bunda) e ao me levar pra outro tronco pra fazer o exercício, senti o pau dele encostar nas minhas nádegas. Ele também tava de legging, tinha pernas muito musculosas, e senti que o pinto dele começava a crescer. A rola dele tava endurecendo, e isso me deixou com tesão.
Quando terminamos Os exercícios ficamos de frente um pro outro, e eu não consegui evitar olhar pra baixo, pro pau dele, queria ver o tamanho e como tava. Dava pra ver que tava duro pra um lado, espremido pelo tecido justo da legging. Eu mordi os lábios. Ele percebeu. Mexeu o pau pra cima, os homens conseguem mexer. Quando ele fez isso, eu levantei o olhar e fiquei vermelha.
- Cê é olheirona, hein…
- Ai, não, para…
Ele chegou perto e me abraçou. Me elogiou por ser tão boa aluna. Pediu meu número de celular. Eu dei e supliquei pra todos os deuses que ele me ligasse. Tinha que pegar aquele cara.
- Qual é seu nome?
- Alejandra, e o seu?
- Pablo. Te ligo, ok?
Voltei andando pra casa. Contei o que rolou no Facebook, compartilho tudo com meus amigos de lá. Tomei banho, e no chuveiro dediquei uma bela punheta pro Pablito. Lembrei da textura das mãos dele na minha cintura, a palma da mão dele tocando minha bunda. Pensei em como as pernas dele deviam ser fortes e no tamanhão do pau dele. Tava me masturbando com as duas mãos, uma esfregando meu clitóris e a outra estimulando o cu. Não demorei pra gozar.
Deitei na cama esperando a ligação.
- Oi, o que você quer fazer? – ele falou do outro lado da linha.
- O que você quiser.
- Tem certeza? O que eu quiser?
- Sim.
Isso foi um convite direto pra minha cama. Meia hora depois ele tava no meu apê. Eu mostrei meus enfeites, meus quadros, meus cds. Fingia inocência, adoro fazer de sonsinha, e do nada pular na jugular como a puta que sou.
- E então, o que a gente faz? – ele perguntou de novo.
- Falei que é o que você quiser.
Ao falar essas palavras, andei até ele e abracei ele pelo pescoço. Ele respondeu com outro abraço, me segurando pela cintura. Fiquei na ponta dos pés pra beijar a boca dele. Era uns lábios carnudos. A primeira coisa que pensei quando provei foi no prazer que aquela boca ia me dar na hora de fazer um oral. Ele apertou minha bunda com força e eu suspirei.
Nossas línguas começaram a... rosar. Era uma língua enorme, comprida e grossa, toda carne viva que comia minha cara. A língua dela pressionava a minha, eu também fazia força, mas a dela era maior, e a língua dela acabava dentro da minha boca. Nessa altura, eu já tava passando a mão nos pelinhos da nuca dela, enquanto com a outra percorria as costas dela, e descia de vez em quando pra tocar na bunda dela, uma bunda dura e musculosa que me fez ficar molhada. Toquei o rabo dela e isso bastou pra minha buceta se umedecer a ponto de deixar minha calcinha encharcada, dava pra sentir o pano da roupa íntima molhado.
A boca dela desceu até meu pescoço. A umidade dos lábios dela me deu arrepios, e quando ela começou a mexer a língua na minha pele, levantei os ombros por causa das cócegas que sentia. Suspirei de novo e segurei ela pela nuca pra impedir que fosse embora. Lambeu todo meu pescoço, da direita pra esquerda, de baixo pra cima, atrás da orelha, como se fosse uma putinha que achou o ponto fraco dela.
Eu respondi do mesmo jeito. Beijei o pescoço dela de todas as formas possíveis. Mordi, deixando um baita chupão. Obriguei ela a tirar a camiseta. Beijei o pescoço dela. Os peitorais eram lindos, bem definidos, lambi os mamilos dela. Desci pro abdômen, músculos bem definidos. Lambia com minha língua a interseção entre cada gominho de músculo que o abdômen dela mostrava. Brinquei com o umbigo dela. Abaixei a calça e a cueca dela. Exatamente como eu imaginava, o pau dela tava completamente depilado.
Me ajoelhei. O pau dela era muito largo. Tanto que dava a impressão de ser pequeno, embora quando coloquei na boca soubesse que também era comprido. Chupei com força, com movimentos rápidos, pegando o tronco com a boca, deixando bem molhado com minha saliva e o líquido pré-seminal que já começava a sair do olhinho dele. Depois desci meu rosto até ficar debaixo dos testículos dele, também depilados por completo. Chupei eles. Coloquei um de cada vez na boca e acariciava com a língua enquanto com a mão batia uma punheta pro pau do Pablo. Depois coloquei os dois ovos na minha boca e olhei pra ele, o pau dele estava apoiado na minha testa e não me deixava ver os olhos dele. Desci ainda mais e me posicionei debaixo do cu dele, e comecei a passar minha língua na parte de trás das bolas dele, coisa que todo homem adora. Ele abriu um pouco as pernas e teve a gentileza de se abaixar um pouco pra eu ficar mais confortável. Lambi o buraquinho do cu dele. Ele soltou um gemido. A bunda dele estava perfeitamente depilada. Chupei ele. Brincava com a ponta da minha língua na entrada do cu dele, fazendo movimentos circulares. Ele começou a se mexer pra frente e pra trás pra aproveitar mais. Voltei pro pau. Lambi o tronco desde a base até a ponta. Chupei de lado, fazendo a cabeça do pau dele bater na parte interna das minhas bochechas, inchando meu rosto. Ficamos brincando assim por vários minutos. Até que chegou minha vez.
Sem pensar e sem perder tempo, me despi completamente. Deixando minha buceta de fora, bem depilada com uma linha em forma de seta pra baixo. Falei pra ele seguir a seta. E naquele momento fizeram uma das coisas mais excitantes da minha vida.
Ele me levantou e me sentou nos ombros dele de frente, uma perna de cada lado. Me segurava pela bunda, deixando toda a minha buceta colada na cara dele. Começou a me lamber, a comer minha buceta, eu gemia igual uma puta, e não consegui evitar de me mexer como se estivesse montando nele. A língua dele entrava e saía da minha buceta, que já estava escorrendo lubrificação. Com os lábios dele, mordia meus lábios com suavidade. Com as mãos, ele estimulava meu cu, tanto que abriu demais e até enfiou dois dedos no meu rabo e começou a masturbá-lo. Tudo sem parar de chupar minha buceta. Nessa altura, meus gemidos eram gritos de prazer.
Quando terminamos essa posição, fizemos um 69 em pé. O Pablo tem muita força, então ele me segurou pela cintura deixando minha cabeça pra baixo, pronta pra chupar o pau dele de novo enquanto ele se divertia lambendo minha buceta. buceta e meu cu.
Ele me colocou de quatro sem nem me perguntar. Me surpreendeu que quisesse começar nessa posição. Me jogou no chão e me deixou como uma puta no cio. Achei que, pela paixão, ele fosse meter de uma vez, e que, apesar da minha buceta já estar bem dilatada e lubrificada, ia doer, mas não; ele brincou com o pau na entrada do meu buraquinho, começou a enfiar devagar, primeiro a cabeça, tirou, depois até a metade, tirou, de novo a cabeça, a metade, até que finalmente o pau inteiro entrou em mim. Eu gemia, gritava que tava gostando, que queria mais. Fazia pelo menos cinco meses que eu não ficava de quatro com um homem. Sentir as coxas dele batendo na minha bunda, sentir a carne dos meus glúteos balançando, ouvir ele soltando gemidos graves e profundos me deixava louca. Quando ele começou a me dar tapas, eu perdi a cabeça de vez e mostrei o quão puta eu posso ser.
- Ai, sim, amor, me bate forte que eu sou uma puta…
- Me come bem forte, buceta…
- Enfia até o fundo…
- Sou sua puta, não para, assim, assim, assim…
Ele ficava mais excitado com minhas palavras e me bombava cada vez mais forte. Tanto que já tava doendo, mas eu não ia pedir pra ele ser mais suave, a gente tem nosso orgulho feminino, e mesmo que ele tivesse me partindo ao meio, eu não ia mostrar fraqueza, pelo contrário, eu aumentava a aposta.
- Me come mais forte, mais forte…
A gente trocou de posição. Ele se deitou no chão pra eu começar a cavalgar.
Sentei no pau dele, enfiando devagar, me mexendo em círculos pra frente e pra trás. Fazendo o membro raspar todas as paredes da minha buceta, pra ele sentir bem, pra provar do que eu sou feita, sentir meu calor, minha cavidade. Eu subia e descia naquele tronco enquanto gemia e perguntava se ele tava gostando, adoro perguntar pros homens se eles gostam quando eu cavalgo.
Ele me ajudava a subir e descer com os braços, que estavam segurando minha bunda. Depois, ele voltou a estimular meu cu, até que conseguiu enfiar dois dedos de novo no meu cu. Eu já tava entregue, e principalmente, muito molhada.
- Quer por aí? – perguntei.
- Óbvio.
Tirei a pica da minha buceta e coloquei na entrada do meu ânus, me movi devagar, uma coisa é ter dois dedos no cu, outra é fazer uma pica grossa entrar. Ele sabia disso, então não apressou o negócio. Aos poucos eu sentia meu cu se abrindo, e a pica dele ganhando espaço lá dentro, sentia a cabeça raspando as paredes do meu rabo, até que finalmente ouvi aquele "crec" que indica que a pica já entrou. Uma vez lá dentro, voltei a cavalgar. Meu cu doía pra caralho, meus gemidos eram gritos, ele tava se acabando, tava arrombando meu cu. Minha putaria é maior que a dor, acho que por isso aguentei. Depois de um tempão cavalgando, ele disse que ia gozar.
Ajoelhei. Ele ficou na minha frente e começou a bater punheta. Abri a boca e estiquei a língua esperando a chuva branca. O primeiro jato de porra, aquele que sai com mais força, acertou em cheio meu olho. O segundo na minha boca, e o resto caiu lá no fundo da minha garganta. Depois que engoli a porra, fiquei limpando a pica dele com a língua. Meu olho ficou ardendo.
Deitamos no sofá pra recuperar as energias. Depois fomos pro quarto e repetimos a foda mais duas vezes. Tudo igual. Sexo oral dos dois lados. Sexo vaginal, anal, de quatro, eu cavalgando, gozada na minha carinha.
Três da manhã ele foi embora e eu fui dormir. E pra cumprir com meu grupo de seguidores fiéis, é que escrevo esse relato.
Pra vocês, galera.
7 comentários - El Chico del Parque (real)
Me pusiste a full hermosa!
Excelente post!
Gracias por compartir