- Pra ficar completa, você tem que transar com alguém que poderia ser seu pai – me disse Lorena.
Minha amiga Lorena tem umas teorias malucas, tipo que pra uma mulher ficar completa em termos de experiências sexuais, ela tem que passar por várias coisas: perder a virgindade de um jeito romântico, sexo casual com alguém que nunca mais vai ver, sexo casual com alguém que você vê todo dia, sexo com um amigo, sexo lésbico, desvirginar um cara, ser uma puta masoquista, cobrar por sexo pelo menos uma vez, e sexo com alguém mais velho, da idade do seu pai.
Foi nessa última experiência que eu foquei.
Me vesti bem puta, tenho que admitir. Eu sou mais simples, me visto bem, mas não como uma puta. Sempre uso calças justas, ou leggings, regata, ou camiseta colada no corpo, enfim, bem vestida, mas normal.
Naquela noite, me transformei. Coloquei um vestidinho vermelho com um decote bem generoso, além dos ombros e costas de fora, mal cobrindo uns centímetros das minhas coxas. Se eu não tomasse cuidado ao sentar, toda minha roupa de baixo apareceria. Usei uma calcinha também vermelha, bem pequenininha, que combinava com o sutiã, um conjunto meio provocante. Coloquei botas, fiz um penteado pra tentar parecer mais velha do que era – na época, eu tinha só vinte e um anos.
- Um de quarenta e dois tá bom? – perguntei pra Lorena antes de sair.
- Tá, perfeito.
Pra uma mulher, pegar um cara é fácil demais. É só sair sozinha, sentar no balcão do lugar escolhido, e esperar no máximo quinze minutos. Ainda mais se essa mulher for gostosa e estiver vestida como uma prostituta. Era assim que eu tava, vestida como uma puta, sozinha e sentada num balcão, bebendo goles pequenos pelo canudinho do drink longo.
Não demorou pra vários caras chegarem perto. Eu olhava pra eles de um jeito provocador e calculava as idades. Esse tem vinte e dois, esse vinte e seis, trinta, trinta e quatro. Nenhum tinha idade suficiente pra ser meu pai. Até que ele entrou no bar. Vestido de terno azul escuro, cabelo curto e grisalho nas laterais, algumas rugas embaixo dos olhos. Calculei a idade dele, se estiver acabado deve ter quarenta, se se cuida bem deve estar na casa dos quarenta e cinco. Sim, esse pode e vai ser meu papi.
Ele se chamava Eduardo. Tinha quarenta e três anos. Media um metro e setenta e quatro centímetros. Podia ser meu pai. Olhei pra ele com cara de puta safada enquanto colocava o canudinho na boca. Não demorou pra ele se aproximar e falar comigo.
Ele me contou que era dono de uma empresa de venda de carros. Se comportava com muita educação, diferente dos caras que eu tava acostumada a lidar. Com certeza queria me levar pra cama, mas escondia muito bem. Me comprou uma bebida. Me explicou as vantagens de comprar um zero km em parcelas fixas sem juros. Eu olhava os lábios dele, a pele, os olhos, a raiz do cabelo.
Finalmente, depois de acariciar meu cabelo, coisa que me seduz e me conquista, ele se atreveu a provar meus lábios. Fechei os olhos pra aproveitar o beijo, os lábios dele eram macios, quentes, estavam úmidos. Quando nos separamos e abri os olhos, ele tava me olhando com ternura, como se eu fosse realmente filha dele, e isso me excitou pra caralho.
Ele me comprou outra bebida. Enquanto tomava, trocava beijos com ele. Um gole no canudinho, um beijo de língua, e assim até a bebida acabar.
Fomos até o carro dele, ele disse que ia me levar pra casa dele, que eu não tinha obrigação de nada, mas eu tava decidida. Ia transar com aquele homem. No carro, me encostei no peito dele, abracei o pescoço dele e comecei a beijá-lo com paixão desmedida. Depois desci a mão até a virilha dele, esperava que ele me tocasse, ou algo assim, mas não, ele foi um cavalheiro.
Desci a outra mão pra desabotoar e abaixar o zíper da calça dele.
— Tira ela aqui, vai — sussurrei, toda excitada.
— Não, não, aqui não.
Eduardo me explicou que não era nenhum animal pra ficar Transar num carro, onde todo mundo podia nos ver, e que eu era uma mocinha bonitinha, e que tanta desesperação por sexo podia me fazer parecer feia, vulgar. Me senti muito, mas muito envergonhada.
- Bom, na sua casa então – falei, e baixei a cabeça igual uma criança de três anos que acabou de levar bronca.
Quando entramos na casa dele, eu fiquei esperando ele tomar a iniciativa, o que ele fez depois de a gente tomar uma taça de vinho. Eu não gosto de vinho, mas tomei mesmo assim. Finalmente ele me levou pros sofás e começou a me beijar e acariciar minhas pernas. Não demorei pra ficar molhada, os beijos dele eram incríveis, ele mexia os lábios num ritmo que nunca tinham me beijado antes, a língua dele era carne viva dentro da minha boca, me dando prazer. As mãos dele roçando minhas coxas e contornando minha bunda me deixavam louca. Ele desceu a boca até meu pescoço, fazia tempo que não me beijavam ali, já tinha esquecido como essa parte do corpo é sensível, ele encostou os lábios e mexeu a língua com força. Eu soltei um gemido, o primeiro da noite. Ao me ouvir, ele começou a acariciar a parte interna das minhas coxas, roçando de vez em quando minha buceta por cima da calcinha, que já estava encharcada.
Eu desci minhas mãos. Dessa vez consegui desabotoar a calça dele e puxar até os joelhos. Ele fez o mesmo com meu vestido, desabotoou e puxou até minha cintura, deixando meus peitos cobertos só pelo tecido fino do meu sutiã. Meus bicos pediam pra sair voando das tetas, estavam duros como nunca tinham estado. Ele percebeu isso e, por cima do tecido, mexeu neles com o polegar. Eu gemi de novo e desabotoei o sutiã pra jogar no chão, deixando meus peitos livres.
Do meu pescoço, que eu imaginava que devia ter pelo menos duas marcas dos chupões dele, ele desceu pra lamber meus bicos. Eu soltei um grito agudo quando a língua dele fez contato com meu bico direito, foi uma cócega tão intensa que não deu pra ficar quieta, além disso me afastei pra trás, mas ele se jogou em cima. minhas tetas pra ele continuar chupando. Eu me entreguei ao prazer e comecei a gemer sem segurar nada. Enquanto chupava minha teta direita, ele apertava a esquerda com a mão e brincava com meu mamilo. Eu cravei minhas unhas nos glúteos dele.
Com uma mão, ele prendeu o elástico da calcinha e puxou com força pra trás, arrancando ela de mim. Doeu um pouco, tenho que admitir, mas minha buceta já tava exposta, e antes que o prazer e as cócegas das minhas tetas sumissem, ele já tava entre minhas pernas lambendo minha pussy, depilada por completo, sem deixar nem um triângulo de pelo, nem uma linha, nada. Lisa que nem a de uma menina pro seu papai. De tarde eu tinha tido o cuidado de tomar um banho com sais, então minha buceta ia ter gosto de coco. A língua dele era uma cobra procurando saída do buraco, percorria todo o meu ser, lambia meus lábios pelo lado direito, depois enfiava um pouco, tirava e continuava lambendo pelo esquerdo, ia até meu clitóris inchado, bebia meu fluxo. Esse homem sabia perfeitamente como chupar uma pussy. Eu tava segurando ele pela nuca, acariciando com todos os dedos os cabelos dele.
— Assim, pussy, não para, assim — eu falava pra ele, e ele se lambuzava mais de fluxo na cara.
Minhas bochechas ficaram dormentes. Depois senti uma pedra no estômago. Finalmente as cócegas chegaram na minha buceta e o orgasmo se manifestou fisicamente não só com um gemido ensurdecedor, mas também com um squirt que molhou a cara do Eduardo. Eu fiquei deitada no sofá, tonta de prazer. Aquele homem que podia ser meu pai tinha me feito gozar sem nem enfiar um dedo.
Ele tirou meu vestido por completo. Levantou minhas pernas e começou a lamber minha pussy de novo. Dessa vez enfiando dois dedos. Tirava e metia enquanto lambia meu clitóris sensível por causa do orgasmo que eu tinha acabado de ter.
Os dedos dele raspavam por dentro da minha buceta me dando muito prazer. Eu ofegava cada vez que Os dedos dele chegavam ao fundo. Depois de alguns minutos, tive outro orgasmo. Movi minha pélvis pra frente e segurei a mão dele com a minha. Fiquei assim por alguns segundos, aproveitando a gozada.
— Agora é sua vez — ele disse, limpando meus fluidos da boca.
Ele se levantou e tirou a camisa, deixando o torso nu. Só a cueca cobria a nudez dele. Eu, feito uma menina bem-educada, me ajoelhei e puxei a cueca dele pra baixo, deixando o pau dele no ar. Eu tava acostumada a toda vez que tirava uma cueca o pau já estar duro, claro, sempre tinha estado com caras que excitavam com qualquer coisa, mas esse não era o caso, Eduardo era um homem maduro, com experiência, e embora o pau dele estivesse alongado, não tava duro. Se aquela rola ia ficar de pé, era trabalho meu, dependia de mim, uma tarefa pra me formar como mulher. Segurei o membro e comecei a chupar. Diferente de mim, ele não era depilado.
O pau dele já tava alongado pela excitação, mas não tava duro, eu acostumada a sentar no colo de um garoto e ele já ficar de pau duro, não sabia se ia conseguir excitar um homem com tanta experiência. Chupei a rola dele o melhor que pude, deslizava minha língua pelo tronco como se fosse um sorvete que eu tava saboreando, quando chegava na cabeça, apertava com meus lábios entreabertos e com a língua lambia a ponta, enfiando a pontinha no olho do pau. Depois lambia a parte debaixo da cabeça, aquela parte que sobressai como um círculo. Minhas técnicas tavam dando resultado, o pau dele tava endurecendo. Com uma mão, masturbava ele sem parar de chupar, com a outra, acariciava os testículos peludos dele, a parte de trás dos ovos é um lugar que os homens gostam que toquem e passem a língua. Foi o que eu fiz. Ele soltou um gemido. Me senti orgulhosa. O primeiro gemido que eu roubava da minha buceta. E nisso, o pau dele já tava duro como um ferro. Com minha boca, fiz amor com aquele pênis ereto, de tamanho normal, com a curvatura pra baixo, os melhores. Picas são as que têm curvatura pra baixo, porque quando entram na buceta, o atrito com o clitóris é garantido, o que assegura satisfação.
Eduardo colocou um preservativo extrafino. E quando eu pensei que ele ia me fazer um amor como nunca tinham feito, ele se deitou de barriga pra cima.
— Vem, bebê, me mostra o que você sabe fazer — ele disse.
Eu fiquei super nervosa, ele tava me testando. Minha pussy tava me testando, e eu tinha que montar nele e fazer ele gozar. Aceitei o desafio.
Eu sabia que, pela lubrificação da minha pussy, a cock entraria de uma vez, mas me fiz de difícil: primeiro coloquei só a pontinha e tirei, fiz isso várias vezes. Depois, introduzi até a metade e gemi, cavalguei com suavidade até a metade do tronco por uns segundos. Deixei o membro pra fora de novo, e só aí enfiei o pênis por inteiro.
Aproveitei pra caralho. Esse pênis foi feito sob medida pra minha cavidade vaginal. Nem grande demais pra me machucar e doer, nem pequeno demais pra não sentir nada.
Enquanto eu cavalgava, ele apertava meus peitos, com força. Nunca tinham apertado minhas tetas tão forte; pra ser sincera, doía, mas era uma dor excitante. Eu me mexia bem forte, e ofegava cada vez que minha bunda batia nas coxas dele. Minha buceta fazia um estalo por causa do fluxo que tava saindo, e aquele som lindo me excitava ainda mais, me fazendo me mexer mais forte.
— Devagar, bebê, devagar — ele disse — Saboreia…
Eu já tava meio suada e com a respiração ofegante, então ele pedir mais devagar foi um alívio. Levantei minha bunda devagar até deixar só a pontinha do pênis na entrada da minha buceta, e desci suavemente por aquele pau, me movendo pra frente. Não sobrou um único milímetro do interior da minha pussy que não fosse raspado pelo pênis. Gemi. Subi de novo devagar, desci mais lento. Gemi. Ele apertou minhas nádegas com as mãos e se levantou, e sem tirar a cock de dentro de mim, me deitou, ficando em cima de mim.
Coloquei minhas mãos nos glúteos dele. Adoro pegar na bunda dos homens, uma mão em cada glúteo. Ele começou a bombar, devagar, metendo até o fundo enquanto suspirava, tirava devagar e metia de novo, rebolando pro lado, tava dançando em cima de mim. Tive um orgasmo repentino. Finquei minhas unhas nas costas dele e suspirei que tava gozando.
- Ahhh, ahh, tô gozando, tô gozando – falei entre gemidos suaves, não sei se ele entendeu o que eu disse.
Apesar do meu orgasmo, ele não parou o ritmo. As costas dele começaram a ficar molhadas de suor, coisa que me deixa louca. Nessa altura, meus suspiros já eram gemidos altos, quase tava gritando, deixando o pudor de lado, me entregando como uma puta no cio. Olhei pro rosto dele, aquelas caretas de prazer que os olhos, a testa e a boca dele me davam me deixavam mais louca ainda. Será que eu tava causando tanto tesão naquele pussy?
Ele também me olhava fixo. Achei que minha cara não devia ser muito diferente da dele. Os homens ficam doidos ao ver uma mina gozando, aquelas caretas de prazer são irresistíveis. Antes eu tinha muita vergonha de ser vista com essas caras, é o momento mais íntimo que duas pessoas podem ter. Mas agora não, essa timidez tinha ido embora. Eu tava gozando, e me excitava saber que ele sabia disso.
Ele ficou me comendo uns quinze minutos, durante os quais eu tive outro orgasmo. Falei pra ele.
- Ai pussy, você me faz gozar de novo…
Eduardo parecia que nunca gozava. Eu, acostumada com caras que gozam rápido, aquela foda já era a mais longa da minha vida, ele tava dentro de mim há pelo menos meia hora, e eu cada vez mais tesuda.
Ele tirou o pau. Me virou como se eu pesasse meio quilo. Levantou minha bunda, abriu minhas pernas, e meteu o pau de novo na minha buceta. Tava de quatro, e eu era uma puta puta que gritava que sim, que assim eu gostava, que não parasse. Eu tava super excitada, e os bons modais já tinham ido pro caralho, o tesão me transformou numa porca.
- Isso, me come assim, eu gosto, pussy Eu gosto assim, mais forte…
As bolas dele batiam em mim, fazendo aquele barulhinho tão excitante. Eu tive outro orgasmo intenso, o mais longo de todos que tive naquela noite. Ele dava tapas na minha bunda, primeiro numa nádega, depois na outra, eram golpes fortes, como se eu fosse uma filha que precisa ser castigada.
— Sim, pussy, me bate, sou uma menina má, me bate — eu dizia sem parar de gemer bem alto.
Finalmente ele começou a gemer como um ogro. Aqueles gemidos me excitaram tanto que eu tive um novo orgasmo, gozamos juntinhos. Ficamos deitados na cama por uns minutos. Ele me elogiou pelas minhas qualidades como amante. Eu disse que tinha sido a melhor foda da minha vida.
Pra nós, mulheres, tem um troféu dos homens: engolir o gozo deles. Quando um homem transa com uma mulher, ele conta pros amigos, como se a mulher fosse um objeto, um troféu; bom, nós também temos nosso próprio troféu, o gozo masculino. Eu tinha que engolir o sêmen daquele homem. Não é que eu engula o gozo de todo mundo que me come, só dos que são especiais, e aquele macho que podia ser meu pai era.
— Papai — eu disse com cara de menina fazendo biquinho — Posso chupar de novo?
— Sim, bebê, chupa…
Ele se ajoelhou na cama. Eu fiquei de quatro e comecei a mamar. O pau dele não demorou a ficar duro de novo. Eu pegava o membro dele com meus lábios com uma voracidade chamativa. Eduardo segurava minha nuca e movia a pélvis no ritmo dos meus movimentos. O cock dele estava quente, e estava dentro da minha boca. Ele gemia e pedia pra eu não parar.
Até que o cock dele tremeu e eu soube que meu gozo estava a caminho. O primeiro jato de sêmen foi direto pra minha garganta, o líquido grosso descia pela minha garganta devagar, como se fosse um caracol. O segundo jato ficou dentro da minha boca e pude saborear melhor. Aquele gozo era azedo, mais azedo do que os que eu tinha provado até então, mais grosso também. Ele se deitou de novo enquanto eu engolia a cum. Vesti e ele se ofereceu pra me levar até em casa. Ele tinha comido minha buceta.
Minha amiga Lorena tem umas teorias malucas, tipo que pra uma mulher ficar completa em termos de experiências sexuais, ela tem que passar por várias coisas: perder a virgindade de um jeito romântico, sexo casual com alguém que nunca mais vai ver, sexo casual com alguém que você vê todo dia, sexo com um amigo, sexo lésbico, desvirginar um cara, ser uma puta masoquista, cobrar por sexo pelo menos uma vez, e sexo com alguém mais velho, da idade do seu pai.
Foi nessa última experiência que eu foquei.
Me vesti bem puta, tenho que admitir. Eu sou mais simples, me visto bem, mas não como uma puta. Sempre uso calças justas, ou leggings, regata, ou camiseta colada no corpo, enfim, bem vestida, mas normal.
Naquela noite, me transformei. Coloquei um vestidinho vermelho com um decote bem generoso, além dos ombros e costas de fora, mal cobrindo uns centímetros das minhas coxas. Se eu não tomasse cuidado ao sentar, toda minha roupa de baixo apareceria. Usei uma calcinha também vermelha, bem pequenininha, que combinava com o sutiã, um conjunto meio provocante. Coloquei botas, fiz um penteado pra tentar parecer mais velha do que era – na época, eu tinha só vinte e um anos.
- Um de quarenta e dois tá bom? – perguntei pra Lorena antes de sair.
- Tá, perfeito.
Pra uma mulher, pegar um cara é fácil demais. É só sair sozinha, sentar no balcão do lugar escolhido, e esperar no máximo quinze minutos. Ainda mais se essa mulher for gostosa e estiver vestida como uma prostituta. Era assim que eu tava, vestida como uma puta, sozinha e sentada num balcão, bebendo goles pequenos pelo canudinho do drink longo.
Não demorou pra vários caras chegarem perto. Eu olhava pra eles de um jeito provocador e calculava as idades. Esse tem vinte e dois, esse vinte e seis, trinta, trinta e quatro. Nenhum tinha idade suficiente pra ser meu pai. Até que ele entrou no bar. Vestido de terno azul escuro, cabelo curto e grisalho nas laterais, algumas rugas embaixo dos olhos. Calculei a idade dele, se estiver acabado deve ter quarenta, se se cuida bem deve estar na casa dos quarenta e cinco. Sim, esse pode e vai ser meu papi.
Ele se chamava Eduardo. Tinha quarenta e três anos. Media um metro e setenta e quatro centímetros. Podia ser meu pai. Olhei pra ele com cara de puta safada enquanto colocava o canudinho na boca. Não demorou pra ele se aproximar e falar comigo.
Ele me contou que era dono de uma empresa de venda de carros. Se comportava com muita educação, diferente dos caras que eu tava acostumada a lidar. Com certeza queria me levar pra cama, mas escondia muito bem. Me comprou uma bebida. Me explicou as vantagens de comprar um zero km em parcelas fixas sem juros. Eu olhava os lábios dele, a pele, os olhos, a raiz do cabelo.
Finalmente, depois de acariciar meu cabelo, coisa que me seduz e me conquista, ele se atreveu a provar meus lábios. Fechei os olhos pra aproveitar o beijo, os lábios dele eram macios, quentes, estavam úmidos. Quando nos separamos e abri os olhos, ele tava me olhando com ternura, como se eu fosse realmente filha dele, e isso me excitou pra caralho.
Ele me comprou outra bebida. Enquanto tomava, trocava beijos com ele. Um gole no canudinho, um beijo de língua, e assim até a bebida acabar.
Fomos até o carro dele, ele disse que ia me levar pra casa dele, que eu não tinha obrigação de nada, mas eu tava decidida. Ia transar com aquele homem. No carro, me encostei no peito dele, abracei o pescoço dele e comecei a beijá-lo com paixão desmedida. Depois desci a mão até a virilha dele, esperava que ele me tocasse, ou algo assim, mas não, ele foi um cavalheiro.
Desci a outra mão pra desabotoar e abaixar o zíper da calça dele.
— Tira ela aqui, vai — sussurrei, toda excitada.
— Não, não, aqui não.
Eduardo me explicou que não era nenhum animal pra ficar Transar num carro, onde todo mundo podia nos ver, e que eu era uma mocinha bonitinha, e que tanta desesperação por sexo podia me fazer parecer feia, vulgar. Me senti muito, mas muito envergonhada.
- Bom, na sua casa então – falei, e baixei a cabeça igual uma criança de três anos que acabou de levar bronca.
Quando entramos na casa dele, eu fiquei esperando ele tomar a iniciativa, o que ele fez depois de a gente tomar uma taça de vinho. Eu não gosto de vinho, mas tomei mesmo assim. Finalmente ele me levou pros sofás e começou a me beijar e acariciar minhas pernas. Não demorei pra ficar molhada, os beijos dele eram incríveis, ele mexia os lábios num ritmo que nunca tinham me beijado antes, a língua dele era carne viva dentro da minha boca, me dando prazer. As mãos dele roçando minhas coxas e contornando minha bunda me deixavam louca. Ele desceu a boca até meu pescoço, fazia tempo que não me beijavam ali, já tinha esquecido como essa parte do corpo é sensível, ele encostou os lábios e mexeu a língua com força. Eu soltei um gemido, o primeiro da noite. Ao me ouvir, ele começou a acariciar a parte interna das minhas coxas, roçando de vez em quando minha buceta por cima da calcinha, que já estava encharcada.
Eu desci minhas mãos. Dessa vez consegui desabotoar a calça dele e puxar até os joelhos. Ele fez o mesmo com meu vestido, desabotoou e puxou até minha cintura, deixando meus peitos cobertos só pelo tecido fino do meu sutiã. Meus bicos pediam pra sair voando das tetas, estavam duros como nunca tinham estado. Ele percebeu isso e, por cima do tecido, mexeu neles com o polegar. Eu gemi de novo e desabotoei o sutiã pra jogar no chão, deixando meus peitos livres.
Do meu pescoço, que eu imaginava que devia ter pelo menos duas marcas dos chupões dele, ele desceu pra lamber meus bicos. Eu soltei um grito agudo quando a língua dele fez contato com meu bico direito, foi uma cócega tão intensa que não deu pra ficar quieta, além disso me afastei pra trás, mas ele se jogou em cima. minhas tetas pra ele continuar chupando. Eu me entreguei ao prazer e comecei a gemer sem segurar nada. Enquanto chupava minha teta direita, ele apertava a esquerda com a mão e brincava com meu mamilo. Eu cravei minhas unhas nos glúteos dele.
Com uma mão, ele prendeu o elástico da calcinha e puxou com força pra trás, arrancando ela de mim. Doeu um pouco, tenho que admitir, mas minha buceta já tava exposta, e antes que o prazer e as cócegas das minhas tetas sumissem, ele já tava entre minhas pernas lambendo minha pussy, depilada por completo, sem deixar nem um triângulo de pelo, nem uma linha, nada. Lisa que nem a de uma menina pro seu papai. De tarde eu tinha tido o cuidado de tomar um banho com sais, então minha buceta ia ter gosto de coco. A língua dele era uma cobra procurando saída do buraco, percorria todo o meu ser, lambia meus lábios pelo lado direito, depois enfiava um pouco, tirava e continuava lambendo pelo esquerdo, ia até meu clitóris inchado, bebia meu fluxo. Esse homem sabia perfeitamente como chupar uma pussy. Eu tava segurando ele pela nuca, acariciando com todos os dedos os cabelos dele.
— Assim, pussy, não para, assim — eu falava pra ele, e ele se lambuzava mais de fluxo na cara.
Minhas bochechas ficaram dormentes. Depois senti uma pedra no estômago. Finalmente as cócegas chegaram na minha buceta e o orgasmo se manifestou fisicamente não só com um gemido ensurdecedor, mas também com um squirt que molhou a cara do Eduardo. Eu fiquei deitada no sofá, tonta de prazer. Aquele homem que podia ser meu pai tinha me feito gozar sem nem enfiar um dedo.
Ele tirou meu vestido por completo. Levantou minhas pernas e começou a lamber minha pussy de novo. Dessa vez enfiando dois dedos. Tirava e metia enquanto lambia meu clitóris sensível por causa do orgasmo que eu tinha acabado de ter.
Os dedos dele raspavam por dentro da minha buceta me dando muito prazer. Eu ofegava cada vez que Os dedos dele chegavam ao fundo. Depois de alguns minutos, tive outro orgasmo. Movi minha pélvis pra frente e segurei a mão dele com a minha. Fiquei assim por alguns segundos, aproveitando a gozada.
— Agora é sua vez — ele disse, limpando meus fluidos da boca.
Ele se levantou e tirou a camisa, deixando o torso nu. Só a cueca cobria a nudez dele. Eu, feito uma menina bem-educada, me ajoelhei e puxei a cueca dele pra baixo, deixando o pau dele no ar. Eu tava acostumada a toda vez que tirava uma cueca o pau já estar duro, claro, sempre tinha estado com caras que excitavam com qualquer coisa, mas esse não era o caso, Eduardo era um homem maduro, com experiência, e embora o pau dele estivesse alongado, não tava duro. Se aquela rola ia ficar de pé, era trabalho meu, dependia de mim, uma tarefa pra me formar como mulher. Segurei o membro e comecei a chupar. Diferente de mim, ele não era depilado.
O pau dele já tava alongado pela excitação, mas não tava duro, eu acostumada a sentar no colo de um garoto e ele já ficar de pau duro, não sabia se ia conseguir excitar um homem com tanta experiência. Chupei a rola dele o melhor que pude, deslizava minha língua pelo tronco como se fosse um sorvete que eu tava saboreando, quando chegava na cabeça, apertava com meus lábios entreabertos e com a língua lambia a ponta, enfiando a pontinha no olho do pau. Depois lambia a parte debaixo da cabeça, aquela parte que sobressai como um círculo. Minhas técnicas tavam dando resultado, o pau dele tava endurecendo. Com uma mão, masturbava ele sem parar de chupar, com a outra, acariciava os testículos peludos dele, a parte de trás dos ovos é um lugar que os homens gostam que toquem e passem a língua. Foi o que eu fiz. Ele soltou um gemido. Me senti orgulhosa. O primeiro gemido que eu roubava da minha buceta. E nisso, o pau dele já tava duro como um ferro. Com minha boca, fiz amor com aquele pênis ereto, de tamanho normal, com a curvatura pra baixo, os melhores. Picas são as que têm curvatura pra baixo, porque quando entram na buceta, o atrito com o clitóris é garantido, o que assegura satisfação.
Eduardo colocou um preservativo extrafino. E quando eu pensei que ele ia me fazer um amor como nunca tinham feito, ele se deitou de barriga pra cima.
— Vem, bebê, me mostra o que você sabe fazer — ele disse.
Eu fiquei super nervosa, ele tava me testando. Minha pussy tava me testando, e eu tinha que montar nele e fazer ele gozar. Aceitei o desafio.
Eu sabia que, pela lubrificação da minha pussy, a cock entraria de uma vez, mas me fiz de difícil: primeiro coloquei só a pontinha e tirei, fiz isso várias vezes. Depois, introduzi até a metade e gemi, cavalguei com suavidade até a metade do tronco por uns segundos. Deixei o membro pra fora de novo, e só aí enfiei o pênis por inteiro.
Aproveitei pra caralho. Esse pênis foi feito sob medida pra minha cavidade vaginal. Nem grande demais pra me machucar e doer, nem pequeno demais pra não sentir nada.
Enquanto eu cavalgava, ele apertava meus peitos, com força. Nunca tinham apertado minhas tetas tão forte; pra ser sincera, doía, mas era uma dor excitante. Eu me mexia bem forte, e ofegava cada vez que minha bunda batia nas coxas dele. Minha buceta fazia um estalo por causa do fluxo que tava saindo, e aquele som lindo me excitava ainda mais, me fazendo me mexer mais forte.
— Devagar, bebê, devagar — ele disse — Saboreia…
Eu já tava meio suada e com a respiração ofegante, então ele pedir mais devagar foi um alívio. Levantei minha bunda devagar até deixar só a pontinha do pênis na entrada da minha buceta, e desci suavemente por aquele pau, me movendo pra frente. Não sobrou um único milímetro do interior da minha pussy que não fosse raspado pelo pênis. Gemi. Subi de novo devagar, desci mais lento. Gemi. Ele apertou minhas nádegas com as mãos e se levantou, e sem tirar a cock de dentro de mim, me deitou, ficando em cima de mim.
Coloquei minhas mãos nos glúteos dele. Adoro pegar na bunda dos homens, uma mão em cada glúteo. Ele começou a bombar, devagar, metendo até o fundo enquanto suspirava, tirava devagar e metia de novo, rebolando pro lado, tava dançando em cima de mim. Tive um orgasmo repentino. Finquei minhas unhas nas costas dele e suspirei que tava gozando.
- Ahhh, ahh, tô gozando, tô gozando – falei entre gemidos suaves, não sei se ele entendeu o que eu disse.
Apesar do meu orgasmo, ele não parou o ritmo. As costas dele começaram a ficar molhadas de suor, coisa que me deixa louca. Nessa altura, meus suspiros já eram gemidos altos, quase tava gritando, deixando o pudor de lado, me entregando como uma puta no cio. Olhei pro rosto dele, aquelas caretas de prazer que os olhos, a testa e a boca dele me davam me deixavam mais louca ainda. Será que eu tava causando tanto tesão naquele pussy?
Ele também me olhava fixo. Achei que minha cara não devia ser muito diferente da dele. Os homens ficam doidos ao ver uma mina gozando, aquelas caretas de prazer são irresistíveis. Antes eu tinha muita vergonha de ser vista com essas caras, é o momento mais íntimo que duas pessoas podem ter. Mas agora não, essa timidez tinha ido embora. Eu tava gozando, e me excitava saber que ele sabia disso.
Ele ficou me comendo uns quinze minutos, durante os quais eu tive outro orgasmo. Falei pra ele.
- Ai pussy, você me faz gozar de novo…
Eduardo parecia que nunca gozava. Eu, acostumada com caras que gozam rápido, aquela foda já era a mais longa da minha vida, ele tava dentro de mim há pelo menos meia hora, e eu cada vez mais tesuda.
Ele tirou o pau. Me virou como se eu pesasse meio quilo. Levantou minha bunda, abriu minhas pernas, e meteu o pau de novo na minha buceta. Tava de quatro, e eu era uma puta puta que gritava que sim, que assim eu gostava, que não parasse. Eu tava super excitada, e os bons modais já tinham ido pro caralho, o tesão me transformou numa porca.
- Isso, me come assim, eu gosto, pussy Eu gosto assim, mais forte…
As bolas dele batiam em mim, fazendo aquele barulhinho tão excitante. Eu tive outro orgasmo intenso, o mais longo de todos que tive naquela noite. Ele dava tapas na minha bunda, primeiro numa nádega, depois na outra, eram golpes fortes, como se eu fosse uma filha que precisa ser castigada.
— Sim, pussy, me bate, sou uma menina má, me bate — eu dizia sem parar de gemer bem alto.
Finalmente ele começou a gemer como um ogro. Aqueles gemidos me excitaram tanto que eu tive um novo orgasmo, gozamos juntinhos. Ficamos deitados na cama por uns minutos. Ele me elogiou pelas minhas qualidades como amante. Eu disse que tinha sido a melhor foda da minha vida.
Pra nós, mulheres, tem um troféu dos homens: engolir o gozo deles. Quando um homem transa com uma mulher, ele conta pros amigos, como se a mulher fosse um objeto, um troféu; bom, nós também temos nosso próprio troféu, o gozo masculino. Eu tinha que engolir o sêmen daquele homem. Não é que eu engula o gozo de todo mundo que me come, só dos que são especiais, e aquele macho que podia ser meu pai era.
— Papai — eu disse com cara de menina fazendo biquinho — Posso chupar de novo?
— Sim, bebê, chupa…
Ele se ajoelhou na cama. Eu fiquei de quatro e comecei a mamar. O pau dele não demorou a ficar duro de novo. Eu pegava o membro dele com meus lábios com uma voracidade chamativa. Eduardo segurava minha nuca e movia a pélvis no ritmo dos meus movimentos. O cock dele estava quente, e estava dentro da minha boca. Ele gemia e pedia pra eu não parar.
Até que o cock dele tremeu e eu soube que meu gozo estava a caminho. O primeiro jato de sêmen foi direto pra minha garganta, o líquido grosso descia pela minha garganta devagar, como se fosse um caracol. O segundo jato ficou dentro da minha boca e pude saborear melhor. Aquele gozo era azedo, mais azedo do que os que eu tinha provado até então, mais grosso também. Ele se deitou de novo enquanto eu engolia a cum. Vesti e ele se ofereceu pra me levar até em casa. Ele tinha comido minha buceta.
11 comentários - Podia ser meu pai
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