Piranha gostosa… agora com um colega de trabalho…
Depois de ter um ritmo frenético de quase quatro boas fodas por semana, voltar pra minha vida antiga de santinha não era uma opção. Eu precisava arrumar sexo. Parecia tão simples e ao mesmo tempo tão complicado. Não dava pra fazer com alguém que eu conhecesse. Não queria que ninguém do meu círculo soubesse o quanto eu tinha virado uma piranha ninfomaníaca, principalmente porque ainda moro com meus pais, e imagino que não seria legal saber que sua filha é uma piranha — eu tentaria esconder, pelo menos enquanto desse. Por isso achei que o mais certo era procurar um macho bem longe de casa. Depois de analisar minhas opções, cheguei à conclusão de que o ideal seria com um colega de trabalho. Não comentei até agora, mas trabalho como vendedora numa loja de eletrodomésticos em Belgrano, então nenhum dos meus colegas mora perto de Ramos. Era perfeito, ainda tinha opção entre os seis vendedores ou os dois gerentes.
Meu dia escolhido pra caçada foi quinta-feira; como sempre, acordei às sete e meia da manhã, tomei banho e me preparei pra me vestir. Coloquei um conjuntinho de fio dental e sutiã vermelho de cetim e renda que tava novinho, sem nunca ter usado. Guardei ele pra uma ocasião especial e achei que essa era a tal. Depois vesti o de sempre, não podia mudar meu uniforme de trabalho, mas dava pra deixar mais ousado, e foi o que fiz. Deixei alguns botões da minha camisa desabotoados de propósito pra dar pra ver um pouco do decote, embora eu admita que meu forte não são os peitos — tenho uns peitos médios, daqueles que cabem inteiros na palma da mão. Mesmo assim, o que mais mudei na aparência foi a calça, que geralmente uso sem cinto; agora coloquei não só o cinto, mas levantei ela tanto e de um jeito que ficou totalmente enfiada na raba. Quando me olhei no espelho, percebi que ainda marcava o fio dental. Pronto, pensei. Hoje você volta bem fudidinha, falei pra mim mesma. Me olhando no espelho. Saí do meu quarto pra tomar café da manhã e minha mãe já tinha deixado tudo pronto. Peguei e, sem demora, saí em direção à estação de Ramos. Moro a só quatro quadras, que foram o suficiente pra levar umas buzinadas e umas putarias de vários taxistas. Na estação, como sempre, caminhei pela plataforma até chegar no meu lugar de sempre. Falo isso porque é comum, viajando no mesmo horário e no mesmo vagão, reconhecer algumas caras ao redor; entre elas um senhor de uns 60 e tantos que sempre aproveita pra subir atrás de mim. E quem já andou no Sarmiento naquele horário sabe: é uma putaria de gente, então esse velho sempre se esfrega em mim a viagem inteira. Já imaginou que naquele dia não ia ser diferente? Dava pra sentir os olhos dele na minha bunda ainda na plataforma. Não sei explicar direito, mas o olhar sem vergonha do velho tarado me esquenta. Na hora, quebrei a cintura e empinei mais minha raba. Antes do trem chegar, percebi que tava cercada de caras. Quando ele chegou e chegou minha vez de subir, senti alguém me pegar pela cintura e me enfiar quase na marra. Tava tão lotado que não consegui nem chegar no corredorzinho; fiquei apertada na frente, pela bolsa de uma senhora, e atrás, pela pica de um homem, que nessa altura já tava bem dura na minha bunda. Do jeito que dava, tentava me segurar no corrimão, mas como sou baixinha (tenho 1,67m) e tava longe, tinha que ficar na ponta dos pés. Quando fiz isso, tive que levantar um pouco a bunda e encostei mais de vez no volume do cara atrás de mim. Acho que ele levou como um convite, porque na hora senti ele se abaixar um pouco e me apoiar por baixo, fazendo com que eu praticamente ficasse montada na pica dele. Viajei "empalada" o trajeto inteiro sem falar um pio. Só na hora de descer ele se soltou. Pra minha surpresa, não era o velho, mas um cara bem mais novo, uns trinta e tantos, todo de terno, bem Fachero, tenho que admitir, mas também bem cagão, porque depois da maior encostada que eu dei, olhei pra ele umas vezes pra ver se ele tomava uma atitude e nada. Se ele tivesse feito alguma coisa, eu pegava ele na hora e começava o dia bem comida. Mas não, foi o contrário, comecei o dia com tesão e uma vontade de pica tremenda. Nesse estado cheguei no trabalho; quando cumprimentei meus colegas, percebi que meu uniforme novo chamava atenção. Olhavam meu decote disfarçadamente e, toda vez que eu virava de costas pra alguém, olhavam minha bunda (peguei vários no flagra). Quando abrimos a loja, a coisa ficou mais tranquila, um olhar ou um roçar (geralmente provocados por mim), mas nada além. Só quando chegou meio-dia e eu tive minha hora de almoço é que algo rolou. Geralmente a gente tira o intervalo pra comer, mas cada um aproveita o tempo como quer; nesse dia, Juanca e Manu, dois colegas, tinham que resolver coisas pessoais e, por isso, saíram. Os únicos que ficamos pra comer fomos Daniel (o gerente), Maxi (outro vendedor) e eu, já que a gente tira o descanso em turnos e os outros vendedores continuavam atendendo. Fizemos o de sempre, pedimos delivery de uma rotisseria perto e ficamos comendo e batendo papo no depósito. No começo, falamos de besteiras; Dani contou que tinha comprado um cachorro e que precisava levar no veterinário pra vacinar, vermifugar e essas coisas; a conversa tava chata quando, do nada, Maxi fala:
— Vocês não sabem a gostosa que eu comi ontem.
Eu e Dani nos olhamos surpresos.
— Não sei se contei que mudou um casal com um filho no apartamento ao lado.
A gente balançou a cabeça que não e deixou ele continuar a história.
— Sim, um casal jovem, devem ter 30, 30 e poucos anos (Maxi tem 49, só pra constar). Desde o dia que vi eles pela primeira vez, gostei da mulher. Não é uma modelo, mas tem seu valor. É uma loira baixinha com uns peitos assim (fez um gesto com as mãos) e uma bunda grande e redonda. Te posso garantir que você não vai se entediar, disse pra Dani, que parecia desconfortável com a conversa. Peguei ela no elevador, papo vai, papo vem, comi a boca dela e no final a gente transou loucamente no meu apartamento. Você não tem ideia do que foi. Depois passo o rosto dela pra vocês verem…
Espero que todos os caras não sejam tão arrogantes e vaidosos, desculpa isso foi um comentário fora da história, mas voltando ao relato…
— Então você gosta de loiras? Que pena, falei eu bem sacana…
— Não só loiras Lu, gosto de mulheres bonitas, ele se defendeu…
— E eu como fico no seu ranking de mulheres, perguntei com voz de gata.
— Você tá nos primeiros lugares.
— Kkkk ri da resposta dele.
Não acreditava como eu tava provocando meu coleguinha na frente do meu chefe, que olhava a situação calado.
— Não acredito em nada disso, falei, você é daqueles que enche o ouvido das gatinhas pra levar pra cama.
— Você acha que quero te levar pra cama? Ele perguntou na hora.
— Óbvio, ou vai negar?, respondi toda metida.
Um silêncio muito constrangedor se instalou e depois de alguns segundos ele respondeu:
— Mas não sou o único que te quer… Não vamos ser hipócritas, aqui mais de um quer te comer…
Agora a bola tava do meu lado e eu não sabia o que dizer. Então passei a bola pra Dani:
— O que você acha, fala alguma coisa, você também quer me comer?
Vocês não imaginam o nervoso que ele ficou, parecia um tomate de tão vermelho.
— Não, sim, não sei… eu sou casado, ele terminou dizendo.
— Fala a verdade, apertei ele, Maxi, ou vai me dizer que se a Lu ficar pelada na sua frente você não come?
— Sei lá, não vai rolar, sou casado, além disso ela é uma garota e eu sou velho…
— E isso tem o que ver? Eu me meti, eu gosto de mais velhos.
Outro silêncio tomou conta do depósito.
— Então a gente tem chance, Dani, kkkk, disse Maxi.
Nessa hora apareceram Juanca e Manu, que tinham voltado de fazer os trâmites deles, e a conversa morreu ali. O resto do dia foi normal, mas quando eu já tava indo embora, o gerente se aproximou de mim:
— Eu Lu, o que a gente conversou hoje no depósito, não acredita no que o Maxi te falou.
— O que ele me disse? — perguntei, fingindo que não lembrava.
— Você sabe, aquela coisa de que todo mundo quer… te comer. Eu não, não sou assim.
— Então quer dizer que você me acha feia.
— Não, eu não falei isso, você é uma gostosa, é que…
(Como eu adoro brincar com os homens, não consigo evitar, deixo eles na minha mão e é pior. Fico ainda mais sacana.)
— É que o quê, Dani? Fala.
— Sou casado…
— E o que isso tem a ver? Quer que eu te conte uma coisa? Casado me dá mais tesão.
A cara do meu chefe era um poema, ele não sabia o que fazer, nem o que dizer, nem onde se enfiar. Coitadinho, era um dos poucos caras decentes e fiéis que devem existir no planeta.
— Não esquenta, Dani, tudo certo, assunto encerrado — falei.
Eu tava indo pegar o metrô quando senti uma mão nas minhas costas. Era o Daniel.
— Quer uma carona?
— Se quiser, mas olha que vou até o Once, na estação…
— Sem problema, te levo no carro.
A gente tava andando até o estacionamento quando de repente o celular dele tocou:
— Alô… ah… não… acabei de sair do trabalho… e você não pode? …Tá bom, amor, eu passo pra buscar eles… Beijos.
Já tava xingando a esposa dele antes mesmo de ele me contar…
— Desculpa, Lu, mas minha mulher tá no médico e não dá tempo de buscar as crianças na escola, ela me pediu pra ir. Vou ter que te deixar na mão, não vai ficar brava?
— Sem problema, Dani — falei, tentando sorrir.
A gente se despediu e eu tava voltando pra boca do metrô quando trombei com o Maxi.
— O que cê tá fazendo, Lu? Pensei que já tinha ido embora.
Contei sobre minha carona grátis frustrada com o gerente, e na hora ele se ofereceu pra me levar.
— Não tenho o mesmo carro, mas você vai mais confortável do que no metrô — ele disse.
Claro que aceitei. Já dentro de um Peugeot 505 velho (só pra constar, conheço o carro porque meu pai é mecânico, e fazer o quê, a gente nasce onde dá e aprende o que vê, no meu caso, sei um pouco de carros), começou a seguinte conversa, puxada por ele:
— Eu, é tão óbvio assim que eu tô de olho em você? -Jajaja, ri pra caralho
-Não, falo sério, tô perguntando, não quero que pense que sou um punheteiro.
-Não penso isso, Maxi, fica tranquilo, falei.
-E o que cê pensa?
Bom, aqui vou contar exatamente o que pensei na hora na minha cabeça: …”Tamo perto da Once, se você ficar de putaria, volta pra casa quentinha igual uma chaleira, vai na frente e come ele”…
Então, sem frescura nem papo furado, falei:
-Quer que eu te diga o que penso? A verdade é que tenho uma puta inveja da sua vizinha.
A surpresa com minha declaração fez ele frear de repente e quase baterem na traseira.
-Aprende a dirigir, filho da puta, gritaram do carro que passou.
-Cê tá falando sério?, ele perguntou.
Naquela hora, já cansada de palavras, levei minha mão esquerda na perna dele e comecei a acariciar.
-Quero que você me coma, falei olhando nos olhos dele.
Sem dizer mais nada, ele ligou o carro de novo. Eu, enquanto isso, continuei com os carinhos; que pareciam funcionar muito bem porque na virilha dele já tinha um volume bem promissor. Ver isso me cegou e, igual uma cachorrinha faminta, não me segurei e comecei a desabotoar a calça dele. Com um pouco de ajuda, consegui soltar o cinto, depois fiz o mesmo com a braguilha e, por último, puxei a cueca dele pra deixar o pau no ar. Mmmm, fazia tanto tempo que não via um pau que fiquei uns segundos admirando ele. Vocês imaginam o que veio depois. Sem esperar mais, abri minha boca e comecei devagar a devorar aquele manjar. Mmmm, ouvi um gemido do Maxi. Eu, enquanto isso, continuava enchendo a boca de pau até chegar no ponto em que minha garganta bateu. Aí fui tirando a cabeça e, antes de tirar aquela barra de carne da minha boca, chupei fundo de novo. Fiz isso várias vezes.
Mmmmm, que prazer ter um pedaço de carne bom na boca de novo, me sentia viva outra vez.
-Chegamos, é aqui que a gente entra, disse o Maxi, com a voz trêmula de tesão.
Não hesitei e acelerei o processo, começando a chupar com mais força e comecei a fazer carícias leves nas bolas dele com minhas mãozinhas. Como imaginei, ele não aguentou e gozou tudo na minha boca. Como uma gatinha sedenta, tomei tudo sem desperdiçar uma gotinha; me levantei e dei um beijo de língua violento nele, que ele recebeu de bom grado.
—Vamos descer, vamos descer — disse ele, ansioso.
Descemos e, de mãos dadas como dois pombinhos, atravessamos o estacionamento do hotel e entramos no que seria a recepção. Um senhor de uns quarenta e poucos anos, que estava lendo uma revista, nos cumprimentou cordialmente e perguntou:
—Que quarto vocês vão querer? Normal, Especial, Suíte?
—Um turno normal — disse Maxi, que dava para ver que não era a primeira vez que ia num motel.
Depois de pagar e receber a chave, caminhamos por um corredor estreito até o quarto. Mal cruzamos a porta, nos fundimos num beijo apaixonado. Embora mais que apaixonado, era quente, dava para ver que não tinha amor, era só tensão sexual. Nossas línguas se entrelaçavam como cobras. Naquele momento, sem parar de nos beijar, fomos tirando uma a uma as roupas até ficar de cueca e calcinha. Eu ia me ajoelhar para chupar ele de novo quando ele disse:
—Não, vamos para a cama que quero te comer já…
Sem dar desculpas, pulei na cama e me despi completamente. Maxi fez o mesmo e deixou diante dos meus olhos novamente o pau dele duro. Como se fosse um predador atacando a presa, me joguei em cima dele e me posicionei com a intenção de ser eu quem dominasse a situação. Coloquei minhas mãos no peito dele, cheio de pelos emaranhados, e montei no pau dele. Com o quanto eu estava molhada, não foi difícil entrar na minha buceta. Mmmm, gemi ao sentir o pau dele abrindo caminho dentro de mim. Devagar, fui me deixando cair até alojar os 15 centímetros de carne do Maxi. Em seguida, comecei uma cavalgada lenta, mas incessante. Um concerto de gemidos se espalhou por todo o quarto; reconheço que na hora do sexo costumo ser bem barulhenta… hahaha. Pouco Aos poucos fui aumentando a intensidade da cavalgada até chegar no ponto que praticamente pulava igual uma louca e me enfiava sozinha na pica do meu amiguinho. Quando vi a cara dele, percebi que tava fazendo um esforço danado pra aguentar mais um tempo. Mesmo assim, apesar do esforço, não conseguiu evitar que, depois de um minuto, ele gozasse de novo, dessa vez dentro da minha buceta. Assim que senti, acelerei o ritmo. Queria espremer a pica dele, tirar todo o leitinho, deixar ele seco. E foi o que eu fiz. Só parei quando senti o pau dele "murchar" dentro de mim. Dei um beijinho carinhoso na boca dele e me deitei do lado, apoiando a cabeça no peito dele. O silêncio tomou conta do quarto.
— Você é uma puta gostosa — falou o Maxi, acabando com o romantismo.
— Isso é um elogio? — perguntei.
— Pode ser…
Depois de vários minutos de carinho, nós dois percebemos que era hora de ir. Nos vestimos cada um de um lado e saímos pro estacionamento. A tarde já tinha virado noite quando saímos do hotel. Pra minha surpresa, estávamos bem perto do Once, soube por causa do shopping Abasto. Cheguei perto da estação e, com um simples "tchau", desci do carro dele.
Tinha certeza de que essa era a primeira de muitas safadezas que eu ia fazer com meu amiguinho — e não me enganei…
Depois de ter um ritmo frenético de quase quatro boas fodas por semana, voltar pra minha vida antiga de santinha não era uma opção. Eu precisava arrumar sexo. Parecia tão simples e ao mesmo tempo tão complicado. Não dava pra fazer com alguém que eu conhecesse. Não queria que ninguém do meu círculo soubesse o quanto eu tinha virado uma piranha ninfomaníaca, principalmente porque ainda moro com meus pais, e imagino que não seria legal saber que sua filha é uma piranha — eu tentaria esconder, pelo menos enquanto desse. Por isso achei que o mais certo era procurar um macho bem longe de casa. Depois de analisar minhas opções, cheguei à conclusão de que o ideal seria com um colega de trabalho. Não comentei até agora, mas trabalho como vendedora numa loja de eletrodomésticos em Belgrano, então nenhum dos meus colegas mora perto de Ramos. Era perfeito, ainda tinha opção entre os seis vendedores ou os dois gerentes.
Meu dia escolhido pra caçada foi quinta-feira; como sempre, acordei às sete e meia da manhã, tomei banho e me preparei pra me vestir. Coloquei um conjuntinho de fio dental e sutiã vermelho de cetim e renda que tava novinho, sem nunca ter usado. Guardei ele pra uma ocasião especial e achei que essa era a tal. Depois vesti o de sempre, não podia mudar meu uniforme de trabalho, mas dava pra deixar mais ousado, e foi o que fiz. Deixei alguns botões da minha camisa desabotoados de propósito pra dar pra ver um pouco do decote, embora eu admita que meu forte não são os peitos — tenho uns peitos médios, daqueles que cabem inteiros na palma da mão. Mesmo assim, o que mais mudei na aparência foi a calça, que geralmente uso sem cinto; agora coloquei não só o cinto, mas levantei ela tanto e de um jeito que ficou totalmente enfiada na raba. Quando me olhei no espelho, percebi que ainda marcava o fio dental. Pronto, pensei. Hoje você volta bem fudidinha, falei pra mim mesma. Me olhando no espelho. Saí do meu quarto pra tomar café da manhã e minha mãe já tinha deixado tudo pronto. Peguei e, sem demora, saí em direção à estação de Ramos. Moro a só quatro quadras, que foram o suficiente pra levar umas buzinadas e umas putarias de vários taxistas. Na estação, como sempre, caminhei pela plataforma até chegar no meu lugar de sempre. Falo isso porque é comum, viajando no mesmo horário e no mesmo vagão, reconhecer algumas caras ao redor; entre elas um senhor de uns 60 e tantos que sempre aproveita pra subir atrás de mim. E quem já andou no Sarmiento naquele horário sabe: é uma putaria de gente, então esse velho sempre se esfrega em mim a viagem inteira. Já imaginou que naquele dia não ia ser diferente? Dava pra sentir os olhos dele na minha bunda ainda na plataforma. Não sei explicar direito, mas o olhar sem vergonha do velho tarado me esquenta. Na hora, quebrei a cintura e empinei mais minha raba. Antes do trem chegar, percebi que tava cercada de caras. Quando ele chegou e chegou minha vez de subir, senti alguém me pegar pela cintura e me enfiar quase na marra. Tava tão lotado que não consegui nem chegar no corredorzinho; fiquei apertada na frente, pela bolsa de uma senhora, e atrás, pela pica de um homem, que nessa altura já tava bem dura na minha bunda. Do jeito que dava, tentava me segurar no corrimão, mas como sou baixinha (tenho 1,67m) e tava longe, tinha que ficar na ponta dos pés. Quando fiz isso, tive que levantar um pouco a bunda e encostei mais de vez no volume do cara atrás de mim. Acho que ele levou como um convite, porque na hora senti ele se abaixar um pouco e me apoiar por baixo, fazendo com que eu praticamente ficasse montada na pica dele. Viajei "empalada" o trajeto inteiro sem falar um pio. Só na hora de descer ele se soltou. Pra minha surpresa, não era o velho, mas um cara bem mais novo, uns trinta e tantos, todo de terno, bem Fachero, tenho que admitir, mas também bem cagão, porque depois da maior encostada que eu dei, olhei pra ele umas vezes pra ver se ele tomava uma atitude e nada. Se ele tivesse feito alguma coisa, eu pegava ele na hora e começava o dia bem comida. Mas não, foi o contrário, comecei o dia com tesão e uma vontade de pica tremenda. Nesse estado cheguei no trabalho; quando cumprimentei meus colegas, percebi que meu uniforme novo chamava atenção. Olhavam meu decote disfarçadamente e, toda vez que eu virava de costas pra alguém, olhavam minha bunda (peguei vários no flagra). Quando abrimos a loja, a coisa ficou mais tranquila, um olhar ou um roçar (geralmente provocados por mim), mas nada além. Só quando chegou meio-dia e eu tive minha hora de almoço é que algo rolou. Geralmente a gente tira o intervalo pra comer, mas cada um aproveita o tempo como quer; nesse dia, Juanca e Manu, dois colegas, tinham que resolver coisas pessoais e, por isso, saíram. Os únicos que ficamos pra comer fomos Daniel (o gerente), Maxi (outro vendedor) e eu, já que a gente tira o descanso em turnos e os outros vendedores continuavam atendendo. Fizemos o de sempre, pedimos delivery de uma rotisseria perto e ficamos comendo e batendo papo no depósito. No começo, falamos de besteiras; Dani contou que tinha comprado um cachorro e que precisava levar no veterinário pra vacinar, vermifugar e essas coisas; a conversa tava chata quando, do nada, Maxi fala:
— Vocês não sabem a gostosa que eu comi ontem.
Eu e Dani nos olhamos surpresos.
— Não sei se contei que mudou um casal com um filho no apartamento ao lado.
A gente balançou a cabeça que não e deixou ele continuar a história.
— Sim, um casal jovem, devem ter 30, 30 e poucos anos (Maxi tem 49, só pra constar). Desde o dia que vi eles pela primeira vez, gostei da mulher. Não é uma modelo, mas tem seu valor. É uma loira baixinha com uns peitos assim (fez um gesto com as mãos) e uma bunda grande e redonda. Te posso garantir que você não vai se entediar, disse pra Dani, que parecia desconfortável com a conversa. Peguei ela no elevador, papo vai, papo vem, comi a boca dela e no final a gente transou loucamente no meu apartamento. Você não tem ideia do que foi. Depois passo o rosto dela pra vocês verem…
Espero que todos os caras não sejam tão arrogantes e vaidosos, desculpa isso foi um comentário fora da história, mas voltando ao relato…
— Então você gosta de loiras? Que pena, falei eu bem sacana…
— Não só loiras Lu, gosto de mulheres bonitas, ele se defendeu…
— E eu como fico no seu ranking de mulheres, perguntei com voz de gata.
— Você tá nos primeiros lugares.
— Kkkk ri da resposta dele.
Não acreditava como eu tava provocando meu coleguinha na frente do meu chefe, que olhava a situação calado.
— Não acredito em nada disso, falei, você é daqueles que enche o ouvido das gatinhas pra levar pra cama.
— Você acha que quero te levar pra cama? Ele perguntou na hora.
— Óbvio, ou vai negar?, respondi toda metida.
Um silêncio muito constrangedor se instalou e depois de alguns segundos ele respondeu:
— Mas não sou o único que te quer… Não vamos ser hipócritas, aqui mais de um quer te comer…
Agora a bola tava do meu lado e eu não sabia o que dizer. Então passei a bola pra Dani:
— O que você acha, fala alguma coisa, você também quer me comer?
Vocês não imaginam o nervoso que ele ficou, parecia um tomate de tão vermelho.
— Não, sim, não sei… eu sou casado, ele terminou dizendo.
— Fala a verdade, apertei ele, Maxi, ou vai me dizer que se a Lu ficar pelada na sua frente você não come?
— Sei lá, não vai rolar, sou casado, além disso ela é uma garota e eu sou velho…
— E isso tem o que ver? Eu me meti, eu gosto de mais velhos.
Outro silêncio tomou conta do depósito.
— Então a gente tem chance, Dani, kkkk, disse Maxi.
Nessa hora apareceram Juanca e Manu, que tinham voltado de fazer os trâmites deles, e a conversa morreu ali. O resto do dia foi normal, mas quando eu já tava indo embora, o gerente se aproximou de mim:
— Eu Lu, o que a gente conversou hoje no depósito, não acredita no que o Maxi te falou.
— O que ele me disse? — perguntei, fingindo que não lembrava.
— Você sabe, aquela coisa de que todo mundo quer… te comer. Eu não, não sou assim.
— Então quer dizer que você me acha feia.
— Não, eu não falei isso, você é uma gostosa, é que…
(Como eu adoro brincar com os homens, não consigo evitar, deixo eles na minha mão e é pior. Fico ainda mais sacana.)
— É que o quê, Dani? Fala.
— Sou casado…
— E o que isso tem a ver? Quer que eu te conte uma coisa? Casado me dá mais tesão.
A cara do meu chefe era um poema, ele não sabia o que fazer, nem o que dizer, nem onde se enfiar. Coitadinho, era um dos poucos caras decentes e fiéis que devem existir no planeta.
— Não esquenta, Dani, tudo certo, assunto encerrado — falei.
Eu tava indo pegar o metrô quando senti uma mão nas minhas costas. Era o Daniel.
— Quer uma carona?
— Se quiser, mas olha que vou até o Once, na estação…
— Sem problema, te levo no carro.
A gente tava andando até o estacionamento quando de repente o celular dele tocou:
— Alô… ah… não… acabei de sair do trabalho… e você não pode? …Tá bom, amor, eu passo pra buscar eles… Beijos.
Já tava xingando a esposa dele antes mesmo de ele me contar…
— Desculpa, Lu, mas minha mulher tá no médico e não dá tempo de buscar as crianças na escola, ela me pediu pra ir. Vou ter que te deixar na mão, não vai ficar brava?
— Sem problema, Dani — falei, tentando sorrir.
A gente se despediu e eu tava voltando pra boca do metrô quando trombei com o Maxi.
— O que cê tá fazendo, Lu? Pensei que já tinha ido embora.
Contei sobre minha carona grátis frustrada com o gerente, e na hora ele se ofereceu pra me levar.
— Não tenho o mesmo carro, mas você vai mais confortável do que no metrô — ele disse.
Claro que aceitei. Já dentro de um Peugeot 505 velho (só pra constar, conheço o carro porque meu pai é mecânico, e fazer o quê, a gente nasce onde dá e aprende o que vê, no meu caso, sei um pouco de carros), começou a seguinte conversa, puxada por ele:
— Eu, é tão óbvio assim que eu tô de olho em você? -Jajaja, ri pra caralho
-Não, falo sério, tô perguntando, não quero que pense que sou um punheteiro.
-Não penso isso, Maxi, fica tranquilo, falei.
-E o que cê pensa?
Bom, aqui vou contar exatamente o que pensei na hora na minha cabeça: …”Tamo perto da Once, se você ficar de putaria, volta pra casa quentinha igual uma chaleira, vai na frente e come ele”…
Então, sem frescura nem papo furado, falei:
-Quer que eu te diga o que penso? A verdade é que tenho uma puta inveja da sua vizinha.
A surpresa com minha declaração fez ele frear de repente e quase baterem na traseira.
-Aprende a dirigir, filho da puta, gritaram do carro que passou.
-Cê tá falando sério?, ele perguntou.
Naquela hora, já cansada de palavras, levei minha mão esquerda na perna dele e comecei a acariciar.
-Quero que você me coma, falei olhando nos olhos dele.
Sem dizer mais nada, ele ligou o carro de novo. Eu, enquanto isso, continuei com os carinhos; que pareciam funcionar muito bem porque na virilha dele já tinha um volume bem promissor. Ver isso me cegou e, igual uma cachorrinha faminta, não me segurei e comecei a desabotoar a calça dele. Com um pouco de ajuda, consegui soltar o cinto, depois fiz o mesmo com a braguilha e, por último, puxei a cueca dele pra deixar o pau no ar. Mmmm, fazia tanto tempo que não via um pau que fiquei uns segundos admirando ele. Vocês imaginam o que veio depois. Sem esperar mais, abri minha boca e comecei devagar a devorar aquele manjar. Mmmm, ouvi um gemido do Maxi. Eu, enquanto isso, continuava enchendo a boca de pau até chegar no ponto em que minha garganta bateu. Aí fui tirando a cabeça e, antes de tirar aquela barra de carne da minha boca, chupei fundo de novo. Fiz isso várias vezes.
Mmmmm, que prazer ter um pedaço de carne bom na boca de novo, me sentia viva outra vez.
-Chegamos, é aqui que a gente entra, disse o Maxi, com a voz trêmula de tesão.
Não hesitei e acelerei o processo, começando a chupar com mais força e comecei a fazer carícias leves nas bolas dele com minhas mãozinhas. Como imaginei, ele não aguentou e gozou tudo na minha boca. Como uma gatinha sedenta, tomei tudo sem desperdiçar uma gotinha; me levantei e dei um beijo de língua violento nele, que ele recebeu de bom grado.
—Vamos descer, vamos descer — disse ele, ansioso.
Descemos e, de mãos dadas como dois pombinhos, atravessamos o estacionamento do hotel e entramos no que seria a recepção. Um senhor de uns quarenta e poucos anos, que estava lendo uma revista, nos cumprimentou cordialmente e perguntou:
—Que quarto vocês vão querer? Normal, Especial, Suíte?
—Um turno normal — disse Maxi, que dava para ver que não era a primeira vez que ia num motel.
Depois de pagar e receber a chave, caminhamos por um corredor estreito até o quarto. Mal cruzamos a porta, nos fundimos num beijo apaixonado. Embora mais que apaixonado, era quente, dava para ver que não tinha amor, era só tensão sexual. Nossas línguas se entrelaçavam como cobras. Naquele momento, sem parar de nos beijar, fomos tirando uma a uma as roupas até ficar de cueca e calcinha. Eu ia me ajoelhar para chupar ele de novo quando ele disse:
—Não, vamos para a cama que quero te comer já…
Sem dar desculpas, pulei na cama e me despi completamente. Maxi fez o mesmo e deixou diante dos meus olhos novamente o pau dele duro. Como se fosse um predador atacando a presa, me joguei em cima dele e me posicionei com a intenção de ser eu quem dominasse a situação. Coloquei minhas mãos no peito dele, cheio de pelos emaranhados, e montei no pau dele. Com o quanto eu estava molhada, não foi difícil entrar na minha buceta. Mmmm, gemi ao sentir o pau dele abrindo caminho dentro de mim. Devagar, fui me deixando cair até alojar os 15 centímetros de carne do Maxi. Em seguida, comecei uma cavalgada lenta, mas incessante. Um concerto de gemidos se espalhou por todo o quarto; reconheço que na hora do sexo costumo ser bem barulhenta… hahaha. Pouco Aos poucos fui aumentando a intensidade da cavalgada até chegar no ponto que praticamente pulava igual uma louca e me enfiava sozinha na pica do meu amiguinho. Quando vi a cara dele, percebi que tava fazendo um esforço danado pra aguentar mais um tempo. Mesmo assim, apesar do esforço, não conseguiu evitar que, depois de um minuto, ele gozasse de novo, dessa vez dentro da minha buceta. Assim que senti, acelerei o ritmo. Queria espremer a pica dele, tirar todo o leitinho, deixar ele seco. E foi o que eu fiz. Só parei quando senti o pau dele "murchar" dentro de mim. Dei um beijinho carinhoso na boca dele e me deitei do lado, apoiando a cabeça no peito dele. O silêncio tomou conta do quarto.
— Você é uma puta gostosa — falou o Maxi, acabando com o romantismo.
— Isso é um elogio? — perguntei.
— Pode ser…
Depois de vários minutos de carinho, nós dois percebemos que era hora de ir. Nos vestimos cada um de um lado e saímos pro estacionamento. A tarde já tinha virado noite quando saímos do hotel. Pra minha surpresa, estávamos bem perto do Once, soube por causa do shopping Abasto. Cheguei perto da estação e, com um simples "tchau", desci do carro dele.
Tinha certeza de que essa era a primeira de muitas safadezas que eu ia fazer com meu amiguinho — e não me enganei…
96 comentários - vadia gostosa...agora com um colega de trabalho
me gustaria conocer a alguien asi...
me calento full! 🤤
Muy caleinteª
Gracias por compartir
Cogelos a todos y nos contás así quedamos bien calientes...
besos Misko sale reco y puntos
decime que el gerente tuvo su cuota también o aun esta golpeandose la pija con un electrodomestico? 😀