Olá, amigos e amigas, tô aqui de novo pra contar outra experiência que começou há uns 3 anos atrás.
Conheci ela numa balada de La Plata, perto do Caminho Centenário. Eu tava com dois amigos, daquelas noites que você se sente bem e quer se divertir pra caramba. Ela, por sua vez, tava com duas amigas e, por acaso, a gente trocou umas palavras quando tava sentado. Sem querer, derrubei um copo de cerveja nela. Elas riam e me xingavam de brincadeira, e eu, claro, não fiquei atrás. Começamos a rir e a conversar. Me considero um cara simpático e agradável, então a gente engatou um papo que não faltava duplo sentido e provocação.
Até aí tudo bem, trocamos os números e cada um foi pra sua casa. Uns dias depois, recebo uma mensagem de texto dessa moça dizendo que tava com uma amiga numa praça e perguntando se eu queria ir. Óbvio que peguei o batimovil e corri rapidinho até o encontro... Naquela noite, a gente falou um monte de besteira e, de novo, nada aconteceu.
Uma semana depois, mandei um SMS pra ver se ela topava algo mais íntimo e, pra minha surpresa, ela topou. Me preparei direitinho e fui buscar ela. Peguei ela perto de casa e fui pro bosque de La Plata, onde rolavam aqueles piqueniques famosos. Tomamos umas cervejas e conversamos numa boa. A situação pedia mais, e os dois sabiam pra onde aquilo tava indo.
Uma das coisas que mais me deu graça (agora, antes era medo) é que ela era irmã de um cara de uma torcida organizada de um time de La Plata. Eu sou do outro clube, então a ideia me dava um pouco de medo. Pra completar, a moça, que vamos chamar de Pamela, soltou uma frase que me deixou meio duro: "Me trata bem porque conto pro meu irmão", e deu uma gargalhada. Acho que minhas gotas de suor eram as mesmas que se eu tivesse no próprio inferno, hahahaha.
Vou descrever ela porque ainda não fiz isso. Na época, ela tinha dois anos a mais que eu, gordinha, com uns peitos lindos, uma bundinha pequena e gostosa, e uma boca que fazia você se perder sem se importar com nada, além de um charme e uma energia muito cativante. Enquanto isso... Nós conversávamos e tomávamos cerveja, nos aproximando cada vez mais até que nossas bocas se perderam num beijo profundo, longo e molhado. Parecia que nossos lábios já se conheciam de antes, porque era impossível separá-los.
Ficamos assim por um bom tempo, explorando cada cantinho do nosso corpo sem nos importar com o que acontecia lá fora. Já era hora de dar o fora pra um lugar mais tranquilo e confortável.
Alugamos um quarto num daqueles motéis famosos e, quando fechamos a porta, soltamos as rédeas das nossas fantasias e desejos... seguimos na busca do prazer divino, procurando o ponto que fizesse a gente explodir de tesão juntos. Passei minhas mãos fortes e ásperas pelo corpo dela, roçando os peitos dela que estavam radiantes, apertei as pernas dela num ataque de loucura e prazer e, com minha boca, senti a pele dos braços, costas e abdômen dela. Queria esquentar ela ao máximo até que não aguentasse mais de tanto prazer. Nós deitamos e continuei beijando ela na boca, alternando com os peitos dela... devagar, desci beijando o corpo dela até chegar na buceta. Quando vi, pude notar que ela estava molhada e quente. Com minhas mãos, continuei acariciando as pernas dela e incluí minha língua com movimentos suaves. A excitação que eu provocava nela só aumentava. Eu roçava com minha língua o clitóris dela, que naquela hora já estava explodindo, mas sempre era uma carícia leve e eu seguia com os beijos pelo corpo dela. Ela agarrava minha cabeça e a levava até a buceta dela pra eu começar a chupar e acabar com aquele martírio.
Chegou o momento em que iniciei o ataque na buceta dela sem nenhuma contemplação. Direcionei meus esforços pra aquela buceta linda que eu tanto desejava. Ela curtia cada lambida que eu dava e me fazia saber disso afundando minha cabeça pra dentro do fundo dela. Sem exagero, ela gozou 4 vezes em bem pouco tempo.
(Tempo depois, ela me confessou que fazia quase 1 ano que não transava.) Nessa hora, ela pedia pra eu meter porque precisava sentir meu pau. Dentro dela, me acomodei, coloquei o protetor e, devagar, a pedido dela, fui penetrando bem suavemente. Custou pra entrar e, por um momento, pensei que tinha me enganado de caminho kkkk, mas não, era o certo. Devagar meu pau entrava e saía até eu começar um ritmo mais dinâmico pra ela ir se acostumando, terminando numa penetração rápida e forte. Os gemidos dela ecoavam pelo quarto todo, e a agitação dos dois aumentava a cada segundo. Avisei que tava perto de gozar, e ela avisou que tava na mesma. Aceleramos os dois e gozamos juntos num orgasmo que com certeza ecoou pelo hotel inteiro. Deitei do lado dela, acariciando e olhando nos olhos dela, enquanto ela fazia o mesmo comigo. Fizemos a higiene certinha e, em poucos minutos, meu pau já pedia pra voltar à batalha, igual soldado romano querendo derrotar os bárbaros. Dessa vez, ela tomou as rédeas e os papéis se inverteram. Beijou meu corpo todo e deu uma atenção especial pro meu pau, chupando com uma devoção absoluta, parecia que sabia exatamente como tratar. Me deixou tão tesudo que agarrei os lençóis e apertei como se tivesse tirando uma farpa do meu corpo. Me deixou no ponto máximo pra, num movimento que só as experientes sabem fazer, montar rapidinho no meu pau e começar uma cavalgada totalmente louca, sem limites e com a maior força possível. Eu sentia que meu pau ia explodir, doía a cada pulada que ela dava, sentia que ia gozar minha vida a qualquer momento. Continuou a tortura grega sem piedade nenhuma e, quando tava prestes a gozar, ela pediu pra eu deixar toda a porra nos peitos dela. Rapidão me levantei, e ela se ajoelhou na minha frente com cara de menina esperando o presente. Começou a chupar meu pau pra acelerar minha gozada e, em poucos segundos, comecei a soltar vários jatos de porra que deixaram os peitos dela totalmente banhados. No total, foram seis jatos de porra bem quente. que ela agradeceu, minhas pernas tremiam de tanto que eu tinha gozado e ela, como boa menina, limpou toda a minha pica com a língua até deixar ela limpinha.
De novo a gente se limpou, se vestiu e eu deixei ela em casa, ela me agradeceu pela noite linda que tinha tido e, antes de terminar, eu disse que o agradecido era eu por um momento mágico desses que a gente tinha vivido, uma experiência que não vai se apagar tão fácil das nossas mentes. A gente se beijou um tempinho e ela desceu do carro.
Depois desse encontro, a gente se viu mais algumas vezes que vou contar mais pra frente...
Gente, espero que seja do agrado de vocês e que eu tenha conseguido fazer vocês se transportarem pro momento que vivi com essa mulher..
Muitos abraços e beijos.
Conheci ela numa balada de La Plata, perto do Caminho Centenário. Eu tava com dois amigos, daquelas noites que você se sente bem e quer se divertir pra caramba. Ela, por sua vez, tava com duas amigas e, por acaso, a gente trocou umas palavras quando tava sentado. Sem querer, derrubei um copo de cerveja nela. Elas riam e me xingavam de brincadeira, e eu, claro, não fiquei atrás. Começamos a rir e a conversar. Me considero um cara simpático e agradável, então a gente engatou um papo que não faltava duplo sentido e provocação.
Até aí tudo bem, trocamos os números e cada um foi pra sua casa. Uns dias depois, recebo uma mensagem de texto dessa moça dizendo que tava com uma amiga numa praça e perguntando se eu queria ir. Óbvio que peguei o batimovil e corri rapidinho até o encontro... Naquela noite, a gente falou um monte de besteira e, de novo, nada aconteceu.
Uma semana depois, mandei um SMS pra ver se ela topava algo mais íntimo e, pra minha surpresa, ela topou. Me preparei direitinho e fui buscar ela. Peguei ela perto de casa e fui pro bosque de La Plata, onde rolavam aqueles piqueniques famosos. Tomamos umas cervejas e conversamos numa boa. A situação pedia mais, e os dois sabiam pra onde aquilo tava indo.
Uma das coisas que mais me deu graça (agora, antes era medo) é que ela era irmã de um cara de uma torcida organizada de um time de La Plata. Eu sou do outro clube, então a ideia me dava um pouco de medo. Pra completar, a moça, que vamos chamar de Pamela, soltou uma frase que me deixou meio duro: "Me trata bem porque conto pro meu irmão", e deu uma gargalhada. Acho que minhas gotas de suor eram as mesmas que se eu tivesse no próprio inferno, hahahaha.
Vou descrever ela porque ainda não fiz isso. Na época, ela tinha dois anos a mais que eu, gordinha, com uns peitos lindos, uma bundinha pequena e gostosa, e uma boca que fazia você se perder sem se importar com nada, além de um charme e uma energia muito cativante. Enquanto isso... Nós conversávamos e tomávamos cerveja, nos aproximando cada vez mais até que nossas bocas se perderam num beijo profundo, longo e molhado. Parecia que nossos lábios já se conheciam de antes, porque era impossível separá-los.
Ficamos assim por um bom tempo, explorando cada cantinho do nosso corpo sem nos importar com o que acontecia lá fora. Já era hora de dar o fora pra um lugar mais tranquilo e confortável.
Alugamos um quarto num daqueles motéis famosos e, quando fechamos a porta, soltamos as rédeas das nossas fantasias e desejos... seguimos na busca do prazer divino, procurando o ponto que fizesse a gente explodir de tesão juntos. Passei minhas mãos fortes e ásperas pelo corpo dela, roçando os peitos dela que estavam radiantes, apertei as pernas dela num ataque de loucura e prazer e, com minha boca, senti a pele dos braços, costas e abdômen dela. Queria esquentar ela ao máximo até que não aguentasse mais de tanto prazer. Nós deitamos e continuei beijando ela na boca, alternando com os peitos dela... devagar, desci beijando o corpo dela até chegar na buceta. Quando vi, pude notar que ela estava molhada e quente. Com minhas mãos, continuei acariciando as pernas dela e incluí minha língua com movimentos suaves. A excitação que eu provocava nela só aumentava. Eu roçava com minha língua o clitóris dela, que naquela hora já estava explodindo, mas sempre era uma carícia leve e eu seguia com os beijos pelo corpo dela. Ela agarrava minha cabeça e a levava até a buceta dela pra eu começar a chupar e acabar com aquele martírio.
Chegou o momento em que iniciei o ataque na buceta dela sem nenhuma contemplação. Direcionei meus esforços pra aquela buceta linda que eu tanto desejava. Ela curtia cada lambida que eu dava e me fazia saber disso afundando minha cabeça pra dentro do fundo dela. Sem exagero, ela gozou 4 vezes em bem pouco tempo.
(Tempo depois, ela me confessou que fazia quase 1 ano que não transava.) Nessa hora, ela pedia pra eu meter porque precisava sentir meu pau. Dentro dela, me acomodei, coloquei o protetor e, devagar, a pedido dela, fui penetrando bem suavemente. Custou pra entrar e, por um momento, pensei que tinha me enganado de caminho kkkk, mas não, era o certo. Devagar meu pau entrava e saía até eu começar um ritmo mais dinâmico pra ela ir se acostumando, terminando numa penetração rápida e forte. Os gemidos dela ecoavam pelo quarto todo, e a agitação dos dois aumentava a cada segundo. Avisei que tava perto de gozar, e ela avisou que tava na mesma. Aceleramos os dois e gozamos juntos num orgasmo que com certeza ecoou pelo hotel inteiro. Deitei do lado dela, acariciando e olhando nos olhos dela, enquanto ela fazia o mesmo comigo. Fizemos a higiene certinha e, em poucos minutos, meu pau já pedia pra voltar à batalha, igual soldado romano querendo derrotar os bárbaros. Dessa vez, ela tomou as rédeas e os papéis se inverteram. Beijou meu corpo todo e deu uma atenção especial pro meu pau, chupando com uma devoção absoluta, parecia que sabia exatamente como tratar. Me deixou tão tesudo que agarrei os lençóis e apertei como se tivesse tirando uma farpa do meu corpo. Me deixou no ponto máximo pra, num movimento que só as experientes sabem fazer, montar rapidinho no meu pau e começar uma cavalgada totalmente louca, sem limites e com a maior força possível. Eu sentia que meu pau ia explodir, doía a cada pulada que ela dava, sentia que ia gozar minha vida a qualquer momento. Continuou a tortura grega sem piedade nenhuma e, quando tava prestes a gozar, ela pediu pra eu deixar toda a porra nos peitos dela. Rapidão me levantei, e ela se ajoelhou na minha frente com cara de menina esperando o presente. Começou a chupar meu pau pra acelerar minha gozada e, em poucos segundos, comecei a soltar vários jatos de porra que deixaram os peitos dela totalmente banhados. No total, foram seis jatos de porra bem quente. que ela agradeceu, minhas pernas tremiam de tanto que eu tinha gozado e ela, como boa menina, limpou toda a minha pica com a língua até deixar ela limpinha.
De novo a gente se limpou, se vestiu e eu deixei ela em casa, ela me agradeceu pela noite linda que tinha tido e, antes de terminar, eu disse que o agradecido era eu por um momento mágico desses que a gente tinha vivido, uma experiência que não vai se apagar tão fácil das nossas mentes. A gente se beijou um tempinho e ela desceu do carro.
Depois desse encontro, a gente se viu mais algumas vezes que vou contar mais pra frente...
Gente, espero que seja do agrado de vocês e que eu tenha conseguido fazer vocês se transportarem pro momento que vivi com essa mulher..
Muitos abraços e beijos.
2 comentários - Irmãzinha do Barrabrava