Acabou de chegar

E aí, esse é meu primeiro conto de uma série que tô com vontade de escrever.
A única coisa que vou deixar claro é que tudo que vou escreverÉ VERDADEPor sorte, eu tenho (e ainda tenho) uma vida sexual muuuuuuito ativa. Então vou aproveitar isso para contar algumas histórias para vocês.

EDITO:
Deixo aqui meu novo relato para que vocês possam continuar se divertindo!http://www.poringa.net/posts/relatos/2801937/Ciudad-de-la-furia-orgia-y-swing-de-casualidad---Parte-1.html

Acabou de chegarMoro no litoral. E uma boa parte da minha família tá espalhada pelo Grande Buenos Aires e outros lugares do interior do país. Essa história em particular é de uma das tantas viagens. Meus primos têm a minha idade, então era bem normal a gente sair pra tomar alguma coisa, dançar, e até peguei muito bem com o grupo deles desde criança. A isso se somam as minas e amigas.

Tinha tido uma semana muito agitada em dezembro, provas finais no ensino médio e os vestibulares pra faculdade. Tirei tudo numa semana porque queria viajar. O ônibus saiu uma hora depois da última prova. A viagem foi péssima. Sentei na frente de duas velhas que não paravam de falar aos berros. Cheguei lá pelas 20h mais ou menos. Minha família me esperava. E meu primo, depois dos cumprimentos, me convida pra jantar na casa da Romina. Uma das minas que não me dava muito bola, mas a gente conversava. Tomei um banho e fomos.

Quando chegamos, quem abriu foi o irmão dela, parte do grupo de amigos, 2 anos mais velho. A gente se dava muito bem. Cumprimentos e abraço depois, ele conta que vai pra casa da namorada, e que os pais tinham viajado, então pra gente cuidar da irmãzinha dele. Quando a Romina desce, fiquei mudo. No último ano, eu tinha crescido quase 20cm e feito um bom físico, digamos que ela demorou um pouco pra me reconhecer, mas ela tava incrível. Tinha deixado de ser uma menina pra virar uma mulher de verdade. Daquelas gostosas que você vê na rua e, em vez de pensar "eu como", pensa "eu caso". Uma carinha de anjo junto com um corpo de diabá. Era verão, então ela desceu de short e top, dava pra ver o piercing do umbigo mal (coisa que me deixa louco). Uns 1,75 mais ou menos. Peitos e bunda em perfeita sintonia com a altura e o corpo dela. Tinha tido um namorado por muito tempo, quase 2 anos. E tinha brigado fazia um mês.

A gente foi os primeiros a chegar. Ela nos cumprimentou com um abraço forte e, obviamente, apoiou os peitos no meu peito. Digamos que o sono foi embora. Depois de um tempo, chegou outro primo e mais 3 amigas. Éramos 7 no total. A A cena foi tranquila, pizzas caseiras que, como não se davam bem na cozinha, fui eu quem cozinhou (minhas pizzas de pedra são minha especialidade), muitas risadas, muito duplo sentido, um ou outro papo de sacanagem. Em um momento, fui até a cozinha, ela se aproximou. E ficamos sozinhos.

Romina: "Tudo bem? Te vejo estranho."
Eu: "Sim, tudo bem. Mas cansado" - Contei toda a odisseia dos estudos.
R: "Se quiser, eu continuo" - Ela me disse. E como um bom cavalheiro, disse que não, que estava tudo bem. Não tinha problemas.

Parece que ela levou como uma rejeição porque daí em diante, ficou distante.

Com o álcool rolando, começou um joguinho de mímica picante e um bem curto verdade ou consequência.

Já eram 4 da manhã. Eu não aguentava mais. Romina, já como amiga, me disse: "Quer ir no quarto do Fran e deitar um pouco?" Não dei muita margem para dúvidas, pedi desculpas, disse aos meus primos que me avisassem quando fossem embora, e fui dormir um pouco que estava precisando muito.

Subi sozinho, já conhecia a casa. Me joguei em cima da cama de casal, quando atrás de mim vem meu primo e me diz:

Primo: "Você é burro? Não percebe que a Romi tá a fim de você?"
Eu: "Sim, ou pelo menos achei que sim. No início tudo ótimo, mas depois ela ficou longe a noite toda. Você viu."
P: "Vi, mas ela acha que você não tá interessado."
Eu: "Tá de brincadeira? É impossível não ficar interessado nela. Ela tá uma gostosa. Faz uma coisa, porque se eu descer vou cair dormido no sofá. Pede desculpas pra ela. Explica de novo por que eu tô assim, que é cansaço, não falta de interesse. Amanhã eu convido ela pra passar o dia. Ela escolhe tudo."
P: "Tá bom, falo com ela."

Ele foi embora. Parece que ela estava atrás da porta escutando e eu não percebi. Sinto apenas um sussurro depois que meu primo saiu, e a porta se fecha. Já tranquilo, ainda com a Romi na cabeça, tiro a camiseta para dormir mais leve, e quando termino de tirar, vejo ela, parada na frente da porta, olhando, com os olhos um pouco vidrados. Me assustei um pouco por ela, talvez ela tivesse Passado algo. Eu a abracei e perguntei se estava tudo bem. Ela respondeu:

R: "Sério que você pensa isso de mim?"
Y: "O quê? Que você é linda?"
R: "Sim"
Y: Não hesitei muito em responder, sou muito direto pra essas coisas e as palavras não me tremem - "Sim, e te digo de novo, você é linda, muito gata. Não entendo como seu ex não lutou por você" (ela tinha me contado da separação, mas a história é longa, e não vem ao caso).
R: "Em quase 2 anos, Juan (ex) nunca me disse isso com tanta convicção, que eu era linda."

Depois disso, ela se aproximou pra um beijo, devagar. Eu ainda a segurava pelos ombros. Assim que vi aquele movimento, respondi. Um beijo tão terno, que parecia não ter fim. Aqueles lábios me deixavam louco, e ela estava percebendo isso. Assim que soltei seus ombros, ela se abraçou no meu pescoço e costas, e eu na sua cintura. Não tinha percebido o quanto sua cintura era fininha, e a forma de mulher com aquelas curvas que me deixam maluco. Quase sem perceber, já estava tirando o top dela, deixando um sutiã extremamente erótico, que combinaria com sua, ainda não revelada, bundona. Aos poucos nos aproximamos da cama e deitamos nela. Romi ficou debaixo de mim, eu me segurava com um braço, e com o outro, comecei a acariciar toda aquela pele tão delicada. Cada vez que beijava perto ou me aproximava de um ponto íntimo, perto do umbigo, a área do decote, o pescoço, as orelhas, ela estremecia. A pele arrepiada a delatava. Ela estava gostando do que estava acontecendo. Aos poucos ela foi se soltando. Percorri aquelas pernas longas antes de tirar o short, que foi difícil por causa da curva do seu bumbum. Ela parecia uma modelo de lingerie. Transbordava sensualidade por todo o corpo. Ela fez o mesmo, tirando meu bermuda, desajeitadamente, nervosa. Peguei as rédeas pra acalmá-la. Em uma das viagens aos seus lábios e pescoço eu disse: "Relaxa, te prometo que você vai gostar". Eu sabia que ela tinha feito sexo, mas nunca com alguém experiente. E mesmo que naquela época eu não fosse um expert, também não era nenhum novato.

Parece que esse teria sido o clique. Naquele momento ela começou a ficar muito mais ativa. Me abraçou mais forte, brincando com as unhas nas minhas costas. Desabotoei o sutiã e quase no mesmo movimento, a calcinha também desapareceu. Fiquei maravilhado observando aquele corpo de boneca. A região pubiana não tinha um único pelo. Depilada completamente. A única coisa que estava usando era o piercing no umbigo. Ela se ajeitou para que eu pudesse ficar por cima, mas me recusei. A gente não pode simplesmente transar e pronto. Tinha que aproveitar cada momento. Ensinar o que pudesse, e fazer ela curtir. E eu deixei isso claro.

Y: "Ninguém está com pressa, e eu quero que você aproveite"
R: "Mas eu não tenho quase experiência, não quero te decepcionar" - Eu não conseguia acreditar. Eu é que deveria agradecer por estar com uma mulher assim e ela não queria me decepcionar.
Y: "Se você quiser assim, posso te guiar, com a condição de que você também me diga o que quer que eu faça"
Ela hesitou um pouco, acho que por timidez, mas eu já tinha descoberto que quando uma garota se solta de prazer, começa a pedir coisas que nem ela mesma imaginava. Tinha funcionado antes, e funcionaria de novo.
R: "Isso eu gosto" - Eu tinha minhas mãos em um dos seios dela, brincando devagar com um mamilo que já estava duro. Me ajeitei para beijar o pescoço dela e descer para o outro seio. Mal beijei, ela soltou um gemido. Tirou os braços do lado, e já estava começando a torcer uma almofada. Estava no caminho certo. Quando o gemido se intensificou, ela se afastou, ficando eu de costas, e assumiu a liderança. Começou a beijar o lóbulo da minha orelha, o pescoço. Começou a acariciar meu peito, descendo para a cueca. Acariciou um pouco meu pau por cima da roupa, e abriu um pouco os olhos. Já estava ereto. Querendo sair da prisão. Beijando meu pescoço, e a região do umbigo, desceu e com as duas mãos arrancou minha cueca. Aí pude ver bem que ela ficou um pouco excitada.

Meu amigo, está na faixa do "Epaaa, o cara veio carregado". Não é um membro descomunal, mas com seus 19 por 6,5 consegui tirar o todo o benefício possível.

R: "É grande" - Meu ego foi às nuvens.
Y: "É? Nunca viu um assim?"
R: "Não, parecido, mas não tão grosso assim."
Y: "Topa..." Não me deixou terminar a frase, parecia que tinha me entendido. Desceu e, beijando a cabeça, começou a chupar meu pau. Primeiro devagar, concentrada na cabeça, depois começou a descer mais e, ajudando com a mão, estava me dando uma chupada antológica. De vez em quando me olhava, e aquela imagem estava me matando. Cresceu ainda mais.

R: "Gosta? Gosta que eu chupe?" - O que foi? Essa garota não era a que tinha entrado no quarto.
Y: "Adoro, continua"
R: "mmm... nunca tinha feito isso... mas tô gostando" - Não podia acreditar. Parece que tinha visto algum filme pornô porque realmente fazia muito bem. Depois de alguns minutos, senti que não aguentava mais. Avisei que se continuasse assim ia gozar. Ela não teve dúvidas em aumentar o ritmo. Chupou mais forte e com mais vigor. Arrancou de mim um orgasmo enorme. Gozei na boca dela. A imagem era incrível. Não deixou escapar uma única gota. E para minha surpresa, depois de "saborear" meu gozo, engoliu, enquanto dizia: "adoro seu leite". Fiquei congelado. O que tinha acontecido? Ela estava se soltando?

Agora era a vez dela, depois de tanto carinho, tinha que retribuir o favor. Deitei ela na cama. Retomei meus beijos e carícias. Pescoço, peitos, umbigo, a parte de baixo dos seios, púbis, pernas, não deixei um único lugar sem lamber. Dava pra ver sua excitação, ela se mexia, ofegava. Cheguei na use the word: buceta, absolutamente depilada, depois de ir e vir por um tempo, para prolongar seu prazer, mal toquei nela e ela gozou com um grito baixinho. Como se o próprio prazer tivesse tirado suas forças. Mas não parei. Continuei na minha missão de fazer ela ter uma noite inesquecível. Não freiei, continuei brincando com minha língua por toda sua use the word: buceta, estava encharcada. Era deliciosa, toda ela. Quando começou a ofegar forte de novo, fiz aquele movimento com a língua que ganhou muitos elogios das mulheres. Ela teve outro orgasmo. Mas esse foi mais intenso. Ela apertou minha cabeça contra o púbis, como se não quisesse que eu parasse nunca. Quando recuperou o fôlego, continuamos trocando beijos, mãos, carícias. Tínhamos que continuar.

Estávamos os dois pelados, nossa excitação estava transbordando. Ela se levantou e ficou por cima de mim. Nessa altura eu já estava a mil de novo. Ela recuou para me dar uma pequena sessão de sexo oral, como para deixar meu pau ainda mais duro. Aí percebi que ela mesma estava se tocando ao mesmo tempo. O que me deixou duríssimo foi ver como, com cara de gata no cio, ela lambia os dedos que tinham acabado de explorar sua buceta. Peguei ela pela cintura e a puxei contra mim, quando estava prestes a penetrar voltei à realidade: não tinha camisinha. Ela me perguntou se eu já tinha feito sem proteção, e não, sempre usei camisinha. Perguntei o mesmo a ela, e não só ela sempre tinha usado, como também tomava pílula anticoncepcional.

R: "Enfia devagar" — ela disse.

Apoiei a cabeça do meu pau, que estava inchadíssima, nos lábios vaginais dela. E sem parar de brincar com os mamilos dela na minha boca, fui entrando. Ela estava molhadíssima. Entre os fluidos dela, a saliva e o tesão, entrei sem dificuldade. Na metade do caminho, ela já estava ofegante de novo. E em um dos gritos, ela se deixou cair para que entrasse tudo, até o fundo. Aquele grito se transformou em uma contorção de prazer. Eu estava dentro dela. Sentindo cada contração dos músculos dela. Ela não era virgem, mas dava para sentir que era apertada. O que aumentou ainda mais minha luxúria. E dava para ver que ela estava gozando como nunca. Nós dois estávamos suando. Não queríamos parar. Ela começou a se mover um pouco desajeitada no início. Eu comecei a me ajustar aos poucos, pegando no tranco aquela coisa incrível. Controlando o movimento. Devagar no começo, forte de vez em quando. Eu estava prestes a explodir, mas tinha que aguentar. Não podia deixar sem gozar uma mulher, muito menos ela. Notei que ela começou a se mexer sozinha. Seguindo os movimentos que eu marcava. Tirei as mãos da sua bunda para colocá-las naquele par de peitos que balançavam na minha frente, hipnotizantes. Ficamos assim por alguns minutos. Não demorou muito para a Romi explodir de prazer de novo. Depois do primeiro gemido, beijei-a como nunca para calá-la. Meus primos e as amigas dela ainda estavam lá embaixo. Senti muito claramente como ela se contorcia de prazer, os espasmos da sua buceta e seus fluidos no meu pau.

Mas faltava mais. Ela se recuperou como pôde, pela excitação, pelos beijos, pelas carícias. Dessa vez, eu disse:

Y: "Fica assim, de quatro, que nem uma putinha."
R: "Assim?"

Ela se ajeitou na cama com a bunda apontada para mim e eu não demorei para me posicionar e brincar de novo com minha língua na sua xotinha depilada. Aquilo me deixava louco. Apenas algumas lambidas depois, ela já estava gozando de novo. Me acomodei, coloquei de novo a cabeçona do meu amigo nos seus lábios, subi e desci, para tornar o momento mais lento e desejoso. E dessa vez entrou sem problemas. Ela estava cada vez mais molhada. De novo, ela se mexia meio desajeitada no começo, mas aprendeu rápido. Ela se encaixou direitinho, o que me permitiu entrar e sair tranquilo.

Y: "Você gosta assim?"
R: "mmmmmm" – Acho que foi uma boa resposta.

Comecei a meter mais forte, aos poucos. Alternava entradas longas e lentas, até o fundo, com movimentos rápidos. As mudanças a deixavam louca. Quando ela não aguentava mais, se ajeitou com a cabeça contra o travesseiro. Me deu um espetáculo ainda melhor daquela bunda maravilhosa. Estava bem fechadinha. Não ia tentar entrar e estragar a noite, mas me dediquei a brincar com os dedinhos. Só aproximei o dedo indicador, e ela soltou um gemido longo. Ela não aguentava mais, e eu também estava perto de gozar. Com o último fôlego que me restava, consegui fazê-la chegar a outra explosão no corpo. Dessa vez, foi mais longa. As contrações foram muito mais fortes e demoradas. Em um dos seus últimos suspiros, eu já estava quase explodindo. Tirei para gozar naquela raba que me deu um espetáculo. maravilhoso, mas ele virou rápido e me disse:

R: "Não, eu quero ela. É minha"

Antes que eu pudesse entender o pedido, ele aproximou a boca do meu pau que estava duríssimo e na terceira chupada eu gozei como nunca antes tinha gozado. E de novo, ele não deixou escapar uma única gota.

Nos relaxamos depois de tudo que aconteceu. Arrumamos o quarto do irmão. Nos cobrimos um pouco e fomos pro quarto dele. Onde acabamos dormindo.

Sem dúvida, uma das melhores noites que eu tinha tido até então. E não ia ser a única.

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Espero que tenham gostado. Talvez tenha ficado longo, mas todos os detalhes importam. Curtam a leitura, como eu curti fazendo aquela noite.

Javo.

5 comentários - Acabou de chegar

Muy buen relato, espero que nos sigas contando, te dejo puntitos para motivarte a hacerlo... Besos...
exelente historia erotika por poko y termino gracias hermano