Tudo começou no verão de 97. Meus tios vieram pra uma casa que a gente tem na costa, pra nos visitar e relaxar uns dias. Minha tia ficou o mês de janeiro inteiro, e meu tio só vinha nos fins de semana por causa do negócio.
Devo admitir que minha tia, mesmo com seus 45 anos, se conserva muito bem. Eu, jogando no PC, nem vi minha tia se aproximar pra bisbilhotar. Ela sentou no meu colo tentando dirigir o carro de um jogo, e se mexia como se quisesse mover o carro com o corpo. Admito que, com a bunda dela se mexendo em cima de mim, fiquei de pau duro. Uns minutos depois, como se nada tivesse acontecido, ela foi lavar a louça, e naquela noite mesmo eu bati uma punheta espetacular pensando nela.
No dia seguinte, fomos todos pra praia. O calor tava insuportável, então passamos muito tempo na água. Num momento, estávamos eu, minha tia e minha irmã com água até o peito, e minha tia começou a jogar água em nós e nos empurrar. Aproveitando que sou mais alto e mais forte que ela, levantei ela e joguei na água várias vezes. Enquanto continuávamos nossa "guerra", minha irmã foi embora, mas nós seguimos. Minha tia ficava pendurada no meu pescoço, e a gente continuava se empurrando, até que uma onda — muito oportuna pra mim, mas muito inoportuna pra ela — arrancou a parte de cima do biquíni dela. Quando vi os peitos dela, fiquei com um tesão do caralho. Rapidinho ela colocou a parte de cima de novo e se jogou em cima de mim pra continuar a brincadeira como se nada tivesse acontecido. Mas quando ela ficou pendurada em mim, sentiu sem dúvida meu pau, que tava no máximo do esplendor, igual na noite anterior.
Ao sentir, ela me olhou e disse:
— Parece que ainda atraio os homens.
Eu fiquei sem palavras, e naquele momento ela enfiou a mão dentro da minha sunga, pegou meu pau e me fez uma punheta que nunca vou esquecer. Eu não gozei, mas ela foi embora como se nada tivesse acontecido. O dia seguiu normal, mas eu via ela me olhando e piscando o olho de vez em quando.
Naquela noite, eu tava dormindo meio desconfortável, até que ouvi alguém ir ao banheiro. olhei pro relógio e eram umas 4:30 da manhã, sem mais importância continuei dormindo. Não faço ideia de que horas eram, nem quanto tempo tinha passado desde que abri o olho pela última vez, mas acordei sobressaltado, e foi uma grata surpresa quando vi minha tia me masturbando. Naquele momento ela disse: - Agora vou terminar o que comecei. Ela continuou me punhetando até eu gozar, tinha porra no peito inteiro, ela continuou me chupando e assim manteve minha ereção, e ela me disse: - Parece que ainda tem lenha pra queimar! Mal terminou de falar isso, pegou meu pau e enfiou na boca e começou a me dar o melhor boquete que já tive. Eu não podia acreditar que a irmã da minha mãe, minha tia, estivesse me dando tanto prazer. Depois de alguns minutos ela disse: - Agora é sua vez, sentada na minha cama com as costas na parede, abriu as pernas e eu pude ver a buceta dela totalmente depilada, molhada e pronta pra mim.
Sem pensar duas vezes, afundei meu nariz e boca na buceta dela e por cinco minutos estive no céu, ela teve um orgasmo tremendo. Minha tia estava exausta, mas eu queria mais, e pelo olhar safado que ela me dava, imaginei que ela também.
Ela se deitou de barriga pra cima e montou em mim, de costas. Pude ver como todo o meu pau desaparecia. Ela começou a pular sem gemer, pra não acordar ninguém. Depois eu disse que já ia gozar e ela desmontou, colocou meu pau na boca e me chupou até eu gozar na boca dela e novamente engoliu toda a minha porra. Ficamos exaustos, mas eu sabia que isso podia continuar por muito tempo.
Já em Buenos Aires, lembro que fui na casa dela, a umas quadras da minha, ela abriu a porta e eu subi, no quarto dela e a encontrei dentro de um armário arrumando, e ela estava só com uma camiseta comprida, que deixava as pernas à mostra. Naquele momento ela se abaixou e deixou ver a calcinha dela (foi de propósito, sem dúvida). Isso me deixou excitado. Eu abaixei a calça, me aproximei e puxei a fio dental branca dela, deixando a bunda perfeita dela à mostra. Ela tentou se levantar, mas coloquei minha mão nas costas dela e ela não conseguiu. Falei: - Agora vamos gozar igual nas férias. Sem dizer mais nada, meti nela e percebi que ela se deixava fazer tudo que eu queria. Depois de comer ela uns minutos naquela posição, levei ela pra cama, onde fizemos um 69. Senti que ia gozar, mas ela já sabia e, enquanto apertava minhas bolas, engoliu toda minha porra e teve um orgasmo que encheu minha cara com os sucos dela. Sem falar mais nada, nos beijamos e, mais tarde, fui embora.
Na semana seguinte, saí mais cedo do trabalho e fui cumprimentar meu tio, que tava atendendo o negócio. Quando entrei, minha tia tava lá e disse que meu tio tinha ido entregar um móvel, mas que não demorava a voltar e que eu podia esperar ele ali. Sentei numa cadeira do lado dela e começamos a conversar. Entre um papo e outro, ela pegou minha mão e me levou pra um quartinho lá no fundo, baixou minha calça e começou a chupar minha pica até eu ficar a mil. Foi aí que ela disse que me queria pelo rabo. Ela levantou a minissaia que tava usando, tirou a calcinha, apoiou as mãos na parede e se inclinou um pouco, deixando a bunda dela à minha disposição.
Comecei chupando o cu dela, mas cansei, então coloquei a ponta da minha pica na entrada do rabo dela e, devagar, fui entrando, até estar completamente dentro. Comecei a comer ela e ela gemia, primeiro de dor, mas depois de prazer, e resolvi aumentar a velocidade até sentir minhas bolas batendo na bunda dela. Fui cada vez mais rápido e forte até gozar dentro do cu dela. Quando tirei minha pica, ela deitou no chão e começou a se masturbar enquanto chupava minha pica pra engolir as últimas gotas de porra.
Naquele momento, o impensável: ouvi a voz do meu tio atrás de mim, gritando e querendo matar nós dois.
Ela me protegeu, me fez trocar de roupa e saí correndo. Não sabia o que tinha acontecido depois disso. Tava morrendo de medo. Se isso vazasse, seria uma puta treta familiar sem precedentes. Naquela noite, eu... Liguei pro meu tio e ele disse que precisávamos conversar, que eu fosse na casa dele, que não me preocupasse, que a gente ia conversar como adultos sobre o que aconteceu.
Ele tava mostrando vantagem sobre nós dois (eu e minha tia). A gente tomou uma bebida forte com café e ele disse que essa era a chance de realizar o que sempre quis e que a esposa dele sempre negou. Que se a gente não topasse, ele tornaria tudo público. Então não tinha escolha pra gente.
Ele queria que eu fosse o terceiro no trisal deles. O nervosismo me matou e, mesmo com a tia chupando minha rola por meia hora, não consegui fazer ela subir.
Naquela noite não passou disso, mas na sexta seguinte eles me convidaram pra jantar?.
Depois do jantar e uns drinks, minha tia tava bem solta, e ele também, o que me deixou mais relaxado?.
Meu tio foi abrir a porta, porque tinham trazido sorvete, e minha tia aproveitou pra me falar que ela não tava em condições de dizer não pra nada, e que eu ficasse tranquilo que a gente só ia tentar se divertir?.
Quando meu tio voltou, nos encontrou nos beijando no sofá da sala, nos tocando, e ele sentou na nossa frente pra nos olhar e se masturbar.
Nossa roupa foi sumindo, e minha rola crescendo. Me colocaram num sofá, sentado. Vendaram meus olhos e colocaram sorvete na minha rola pra chupar? tava uma delícia. Maior foi minha surpresa quando senti duas bocas chupando minha rola, uma suave e feminina e a outra com a aspereza da barba da manhã.
Fez minha tia montar em cima de mim e meu tio pegava minha rola e enfiava na buceta dela. Chupando ela de vez em quando. Nessa altura? já tava achando tudo de boa?.
A gente continuou assim por várias sessões? e até parecia natural que a buceta da minha tia montasse na minha cara enquanto meu tio chupava minha rola desesperado? E até algum dedo enfiar na minha bunda? sem saber que tavam me preparando?.
Numa vez, enquanto eu tava comendo minha tia de quatro, meu tio começou a lamber minha bunda, abrindo ela com as duas mãos e devagarzinho começou a brincar com o dedo. dentro de mim. Até que senti ele parar em cima da cama, me pegar pela cintura e encostar a cabeça da pica no meu cu? já não aguentava mais, porque tava querendo isso há um tempão? ele apertou e a cabeça entrou em mim.. sem muita dificuldade. Mais doloroso foi quando ele continuou entrando em mim. A pica chegou a broxar, mas levantei a raba e minha tia saiu debaixo de mim pra chupar minha pica enquanto o marido dela me metia? e como eu curti! os encontros continuam até hoje, espero que tenham gostado do meu relato.. comentem!!!
Devo admitir que minha tia, mesmo com seus 45 anos, se conserva muito bem. Eu, jogando no PC, nem vi minha tia se aproximar pra bisbilhotar. Ela sentou no meu colo tentando dirigir o carro de um jogo, e se mexia como se quisesse mover o carro com o corpo. Admito que, com a bunda dela se mexendo em cima de mim, fiquei de pau duro. Uns minutos depois, como se nada tivesse acontecido, ela foi lavar a louça, e naquela noite mesmo eu bati uma punheta espetacular pensando nela.
No dia seguinte, fomos todos pra praia. O calor tava insuportável, então passamos muito tempo na água. Num momento, estávamos eu, minha tia e minha irmã com água até o peito, e minha tia começou a jogar água em nós e nos empurrar. Aproveitando que sou mais alto e mais forte que ela, levantei ela e joguei na água várias vezes. Enquanto continuávamos nossa "guerra", minha irmã foi embora, mas nós seguimos. Minha tia ficava pendurada no meu pescoço, e a gente continuava se empurrando, até que uma onda — muito oportuna pra mim, mas muito inoportuna pra ela — arrancou a parte de cima do biquíni dela. Quando vi os peitos dela, fiquei com um tesão do caralho. Rapidinho ela colocou a parte de cima de novo e se jogou em cima de mim pra continuar a brincadeira como se nada tivesse acontecido. Mas quando ela ficou pendurada em mim, sentiu sem dúvida meu pau, que tava no máximo do esplendor, igual na noite anterior.
Ao sentir, ela me olhou e disse:
— Parece que ainda atraio os homens.
Eu fiquei sem palavras, e naquele momento ela enfiou a mão dentro da minha sunga, pegou meu pau e me fez uma punheta que nunca vou esquecer. Eu não gozei, mas ela foi embora como se nada tivesse acontecido. O dia seguiu normal, mas eu via ela me olhando e piscando o olho de vez em quando.
Naquela noite, eu tava dormindo meio desconfortável, até que ouvi alguém ir ao banheiro. olhei pro relógio e eram umas 4:30 da manhã, sem mais importância continuei dormindo. Não faço ideia de que horas eram, nem quanto tempo tinha passado desde que abri o olho pela última vez, mas acordei sobressaltado, e foi uma grata surpresa quando vi minha tia me masturbando. Naquele momento ela disse: - Agora vou terminar o que comecei. Ela continuou me punhetando até eu gozar, tinha porra no peito inteiro, ela continuou me chupando e assim manteve minha ereção, e ela me disse: - Parece que ainda tem lenha pra queimar! Mal terminou de falar isso, pegou meu pau e enfiou na boca e começou a me dar o melhor boquete que já tive. Eu não podia acreditar que a irmã da minha mãe, minha tia, estivesse me dando tanto prazer. Depois de alguns minutos ela disse: - Agora é sua vez, sentada na minha cama com as costas na parede, abriu as pernas e eu pude ver a buceta dela totalmente depilada, molhada e pronta pra mim.
Sem pensar duas vezes, afundei meu nariz e boca na buceta dela e por cinco minutos estive no céu, ela teve um orgasmo tremendo. Minha tia estava exausta, mas eu queria mais, e pelo olhar safado que ela me dava, imaginei que ela também.
Ela se deitou de barriga pra cima e montou em mim, de costas. Pude ver como todo o meu pau desaparecia. Ela começou a pular sem gemer, pra não acordar ninguém. Depois eu disse que já ia gozar e ela desmontou, colocou meu pau na boca e me chupou até eu gozar na boca dela e novamente engoliu toda a minha porra. Ficamos exaustos, mas eu sabia que isso podia continuar por muito tempo.
Já em Buenos Aires, lembro que fui na casa dela, a umas quadras da minha, ela abriu a porta e eu subi, no quarto dela e a encontrei dentro de um armário arrumando, e ela estava só com uma camiseta comprida, que deixava as pernas à mostra. Naquele momento ela se abaixou e deixou ver a calcinha dela (foi de propósito, sem dúvida). Isso me deixou excitado. Eu abaixei a calça, me aproximei e puxei a fio dental branca dela, deixando a bunda perfeita dela à mostra. Ela tentou se levantar, mas coloquei minha mão nas costas dela e ela não conseguiu. Falei: - Agora vamos gozar igual nas férias. Sem dizer mais nada, meti nela e percebi que ela se deixava fazer tudo que eu queria. Depois de comer ela uns minutos naquela posição, levei ela pra cama, onde fizemos um 69. Senti que ia gozar, mas ela já sabia e, enquanto apertava minhas bolas, engoliu toda minha porra e teve um orgasmo que encheu minha cara com os sucos dela. Sem falar mais nada, nos beijamos e, mais tarde, fui embora.
Na semana seguinte, saí mais cedo do trabalho e fui cumprimentar meu tio, que tava atendendo o negócio. Quando entrei, minha tia tava lá e disse que meu tio tinha ido entregar um móvel, mas que não demorava a voltar e que eu podia esperar ele ali. Sentei numa cadeira do lado dela e começamos a conversar. Entre um papo e outro, ela pegou minha mão e me levou pra um quartinho lá no fundo, baixou minha calça e começou a chupar minha pica até eu ficar a mil. Foi aí que ela disse que me queria pelo rabo. Ela levantou a minissaia que tava usando, tirou a calcinha, apoiou as mãos na parede e se inclinou um pouco, deixando a bunda dela à minha disposição.
Comecei chupando o cu dela, mas cansei, então coloquei a ponta da minha pica na entrada do rabo dela e, devagar, fui entrando, até estar completamente dentro. Comecei a comer ela e ela gemia, primeiro de dor, mas depois de prazer, e resolvi aumentar a velocidade até sentir minhas bolas batendo na bunda dela. Fui cada vez mais rápido e forte até gozar dentro do cu dela. Quando tirei minha pica, ela deitou no chão e começou a se masturbar enquanto chupava minha pica pra engolir as últimas gotas de porra.
Naquele momento, o impensável: ouvi a voz do meu tio atrás de mim, gritando e querendo matar nós dois.
Ela me protegeu, me fez trocar de roupa e saí correndo. Não sabia o que tinha acontecido depois disso. Tava morrendo de medo. Se isso vazasse, seria uma puta treta familiar sem precedentes. Naquela noite, eu... Liguei pro meu tio e ele disse que precisávamos conversar, que eu fosse na casa dele, que não me preocupasse, que a gente ia conversar como adultos sobre o que aconteceu.
Ele tava mostrando vantagem sobre nós dois (eu e minha tia). A gente tomou uma bebida forte com café e ele disse que essa era a chance de realizar o que sempre quis e que a esposa dele sempre negou. Que se a gente não topasse, ele tornaria tudo público. Então não tinha escolha pra gente.
Ele queria que eu fosse o terceiro no trisal deles. O nervosismo me matou e, mesmo com a tia chupando minha rola por meia hora, não consegui fazer ela subir.
Naquela noite não passou disso, mas na sexta seguinte eles me convidaram pra jantar?.
Depois do jantar e uns drinks, minha tia tava bem solta, e ele também, o que me deixou mais relaxado?.
Meu tio foi abrir a porta, porque tinham trazido sorvete, e minha tia aproveitou pra me falar que ela não tava em condições de dizer não pra nada, e que eu ficasse tranquilo que a gente só ia tentar se divertir?.
Quando meu tio voltou, nos encontrou nos beijando no sofá da sala, nos tocando, e ele sentou na nossa frente pra nos olhar e se masturbar.
Nossa roupa foi sumindo, e minha rola crescendo. Me colocaram num sofá, sentado. Vendaram meus olhos e colocaram sorvete na minha rola pra chupar? tava uma delícia. Maior foi minha surpresa quando senti duas bocas chupando minha rola, uma suave e feminina e a outra com a aspereza da barba da manhã.
Fez minha tia montar em cima de mim e meu tio pegava minha rola e enfiava na buceta dela. Chupando ela de vez em quando. Nessa altura? já tava achando tudo de boa?.
A gente continuou assim por várias sessões? e até parecia natural que a buceta da minha tia montasse na minha cara enquanto meu tio chupava minha rola desesperado? E até algum dedo enfiar na minha bunda? sem saber que tavam me preparando?.
Numa vez, enquanto eu tava comendo minha tia de quatro, meu tio começou a lamber minha bunda, abrindo ela com as duas mãos e devagarzinho começou a brincar com o dedo. dentro de mim. Até que senti ele parar em cima da cama, me pegar pela cintura e encostar a cabeça da pica no meu cu? já não aguentava mais, porque tava querendo isso há um tempão? ele apertou e a cabeça entrou em mim.. sem muita dificuldade. Mais doloroso foi quando ele continuou entrando em mim. A pica chegou a broxar, mas levantei a raba e minha tia saiu debaixo de mim pra chupar minha pica enquanto o marido dela me metia? e como eu curti! os encontros continuam até hoje, espero que tenham gostado do meu relato.. comentem!!!
1 comentários - O trio mais inesperado...