Sou novato nessa parada de contos, adoro o site Poringa, dá pra dizer que sou viciado em histórias. Não sei como começar a contar umas experiências que vivi. Primeiro, deixa eu me apresentar: tenho 38 anos, sou de porte robusto, tenho 1,75m de altura. Não tenho uma superpica igual nos contos que leio, é de tamanho normal, mas é meio gordinha, e pelo gosto das minas que já conheci, elas adoram. Antes de casar, soltei a franga, como dizem na minha terra. Vou contar uma história que rolou numa noite de farra com colegas de trabalho. Não vou mencionar nomes, lugares nem cidade pra não dar pistas que possam me causar problema.
Me chamam de Mike. Numa das resenhas, a gente tava se refrescando com umas bebidas deliciosas. Tem um colega que vive arrumando umas amiguinhas pras festas que a gente faz. Nessa ocasião, já no final, fomos pra uma casa que ele tem emprestada. Ele chamou uma das namoradas dele. O cara é bem galanteador, pelo menos ele se acha. Pedi pra ele arrumar uma amiguinha pra mim fazer par, pra não ficar igual um otário só olhando. Daqui a pouco, chegou a mina dele: magrinha, devia ter uns 1,55m, chamava Rocío. A gente ficou um tempinho conversando, ele tava todo meloso. No fim, num descuido, pedi o celular dela pra ligar depois, porque ela tava me dando mole. Vale dizer que meu colega é bem ciumento. Pra encerrar, deixei eles num motel que ficava no caminho, e aí acabou aquele dia. Liguei pra ela no fim de semana seguinte. A gente conversou um pouco, falei que tava afim, e ela disse que se rolasse algo, era só passar lá pra buscá-la.
A guria tinha no máximo 20 anos. Me contou que se conheceram num bar. Leu o roteiro pra mim, disse que tava com vergonha, mas no fim a gente foi pra um motelzinho perto. Ela falou que gostava de chupar, que o normal não curtia por causa do cuzinho (anal), que a bunda dela era muito pequena.
Ela tinha uns peitos proporcionais ao corpo, nem grandes nem pequenos, uns biquinhos salientes daqueles. Mamáveis, uma cinturinha linda e um rabo divino que, empinadinho, dava pra ver o cuzinho todo gostoso. Quando chegamos, fizemos o check-in… já tava mais quente que tudo. Subimos pro segundo andar, fui pegando na bunda dela que eu amava. Pessoalmente, adoro as magrinhas, você posiciona elas de qualquer jeito e fica uma delícia. Já no quarto, pedi uma bebida pra ela relaxar, porque tava meio nervosa. Começando a pegação, a gente se beijou, ela tinha uma língua bem gostosa, sabia usar muito bem. Por dentro, eu já imaginava como ia mamar ela. Tirei a blusinha que ela tava usando, não tinha sutiã, já tava pronta a putinha. Quando desci a calça branca que ela vestia, tinha uma fio dental que sumia na bundinha dela. Carreguei ela enquanto beijava a bunda, já tava com o pau durasso, dava pra ver o volume na minha calça.
Quando toquei a bucetinha dela, tava melada. Enfiei um dedinho e foi sozinho de tão molhada que tava. Ela me sentou na cama e me deu um boquete monstruoso, daqueles que babam o pau todo e dá pra ouvir o chupadão quando mama. A mina sabia o que fazia, me falou que meu pau era mais gostoso que o do namorado dela.
Retribuí o favor, chupei ela engolindo todos os suquinhos da bucetinha dela, tava uma delícia. Ela tava raspadinha, só um bigodinho na parte de cima, saía líquido pra caralho da boceta dela, quase me engasguei. Ela pedia meu pau aos gritos. Levantei as pernas dela, ela deitada na cama, e enfiei de uma vez só. Ela deu um gritinho gostoso, seguido de uns gemidos de prazer. Só falava "me fode, garota". Coloquei ela de quatro e ela pediu pra puxar o cabelo dela… nunca tinha feito isso. Enquanto comia ela de quatro, passava o dedinho no cuzinho dela, mas ela não deixava eu enfiar. Depois, a putinha montou em mim, só sentia o impacto da pélvis ossuda dela nas minhas bolas, que tavam explodindo. Nessa altura, ela já tinha gozado pelo menos duas vezes. Tinha uma agilidade pra montar que era bárbara. Gozei dentro dela.
Ela limpou meu pau todo, espremendo com a boquinha deliciosa dela. Retomei o ritual de novo e montei ela numa mesinha que tava do lado da cama, pra depois carregar ela. A mina não parava de gemer, tava molhada demais, meu pau já entrava sem nenhum problema. Quando eu ia gozar, ela se ajoelhou pra chupar meu pau, queria o leite na boquinha dela. Dei sem dificuldade nenhuma, e ela engoliu até a última gota... Depois ficamos largados na cama, todos melados dos nossos fluidos. Em seguida, tomamos banho juntos, deixei ela em casa, mas antes trocamos uns beijos deliciosos. Ela comentou que tinha gostado, e eu falei que fiquei com vontade de meter no cu dela. Ela só disse pra eu fazer por merecer... Parece que meu parceiro percebeu isso, porque ficou um tempão sem falar comigo. Espero que tenham gostado, valeu...
Me chamam de Mike. Numa das resenhas, a gente tava se refrescando com umas bebidas deliciosas. Tem um colega que vive arrumando umas amiguinhas pras festas que a gente faz. Nessa ocasião, já no final, fomos pra uma casa que ele tem emprestada. Ele chamou uma das namoradas dele. O cara é bem galanteador, pelo menos ele se acha. Pedi pra ele arrumar uma amiguinha pra mim fazer par, pra não ficar igual um otário só olhando. Daqui a pouco, chegou a mina dele: magrinha, devia ter uns 1,55m, chamava Rocío. A gente ficou um tempinho conversando, ele tava todo meloso. No fim, num descuido, pedi o celular dela pra ligar depois, porque ela tava me dando mole. Vale dizer que meu colega é bem ciumento. Pra encerrar, deixei eles num motel que ficava no caminho, e aí acabou aquele dia. Liguei pra ela no fim de semana seguinte. A gente conversou um pouco, falei que tava afim, e ela disse que se rolasse algo, era só passar lá pra buscá-la.
A guria tinha no máximo 20 anos. Me contou que se conheceram num bar. Leu o roteiro pra mim, disse que tava com vergonha, mas no fim a gente foi pra um motelzinho perto. Ela falou que gostava de chupar, que o normal não curtia por causa do cuzinho (anal), que a bunda dela era muito pequena.
Ela tinha uns peitos proporcionais ao corpo, nem grandes nem pequenos, uns biquinhos salientes daqueles. Mamáveis, uma cinturinha linda e um rabo divino que, empinadinho, dava pra ver o cuzinho todo gostoso. Quando chegamos, fizemos o check-in… já tava mais quente que tudo. Subimos pro segundo andar, fui pegando na bunda dela que eu amava. Pessoalmente, adoro as magrinhas, você posiciona elas de qualquer jeito e fica uma delícia. Já no quarto, pedi uma bebida pra ela relaxar, porque tava meio nervosa. Começando a pegação, a gente se beijou, ela tinha uma língua bem gostosa, sabia usar muito bem. Por dentro, eu já imaginava como ia mamar ela. Tirei a blusinha que ela tava usando, não tinha sutiã, já tava pronta a putinha. Quando desci a calça branca que ela vestia, tinha uma fio dental que sumia na bundinha dela. Carreguei ela enquanto beijava a bunda, já tava com o pau durasso, dava pra ver o volume na minha calça.
Quando toquei a bucetinha dela, tava melada. Enfiei um dedinho e foi sozinho de tão molhada que tava. Ela me sentou na cama e me deu um boquete monstruoso, daqueles que babam o pau todo e dá pra ouvir o chupadão quando mama. A mina sabia o que fazia, me falou que meu pau era mais gostoso que o do namorado dela.
Retribuí o favor, chupei ela engolindo todos os suquinhos da bucetinha dela, tava uma delícia. Ela tava raspadinha, só um bigodinho na parte de cima, saía líquido pra caralho da boceta dela, quase me engasguei. Ela pedia meu pau aos gritos. Levantei as pernas dela, ela deitada na cama, e enfiei de uma vez só. Ela deu um gritinho gostoso, seguido de uns gemidos de prazer. Só falava "me fode, garota". Coloquei ela de quatro e ela pediu pra puxar o cabelo dela… nunca tinha feito isso. Enquanto comia ela de quatro, passava o dedinho no cuzinho dela, mas ela não deixava eu enfiar. Depois, a putinha montou em mim, só sentia o impacto da pélvis ossuda dela nas minhas bolas, que tavam explodindo. Nessa altura, ela já tinha gozado pelo menos duas vezes. Tinha uma agilidade pra montar que era bárbara. Gozei dentro dela.
Ela limpou meu pau todo, espremendo com a boquinha deliciosa dela. Retomei o ritual de novo e montei ela numa mesinha que tava do lado da cama, pra depois carregar ela. A mina não parava de gemer, tava molhada demais, meu pau já entrava sem nenhum problema. Quando eu ia gozar, ela se ajoelhou pra chupar meu pau, queria o leite na boquinha dela. Dei sem dificuldade nenhuma, e ela engoliu até a última gota... Depois ficamos largados na cama, todos melados dos nossos fluidos. Em seguida, tomamos banho juntos, deixei ela em casa, mas antes trocamos uns beijos deliciosos. Ela comentou que tinha gostado, e eu falei que fiquei com vontade de meter no cu dela. Ela só disse pra eu fazer por merecer... Parece que meu parceiro percebeu isso, porque ficou um tempão sem falar comigo. Espero que tenham gostado, valeu...
2 comentários - Comendo a mina do meu amigo