Essa história aconteceu uns anos atrás, quando, depois da morte de um avô, tive que cuidar da venda de um apartamento em Mar del Plata que fazia parte da interminável herança com a qual um grupo de mais ou menos 1 milhão de primos ia ficar com 50 pila cada um, mas eu tive que cuidar da papelada no cartório junto com uma das minhas primas.
A ideia era viajar numa sexta de manhã, eu de Capital, ela de uma cidade do interior de La Pampa que não vou mencionar, resolver tudo ao meio-dia e voltar no fim da tarde. Eu fui no meu carro e ela de ônibus, então pensei que, no pior dos casos, o máximo que ia me atrasar era dar uma força pra ela na rodoviária até o ônibus dela partir.
É importante descrever como era até então a relação com minha prima Sandrita e como ela é fisicamente.
Na época, eu tinha 36 anos e ela uns 25, então eu já era bem grandinho quando ela nasceu, e desde então, por causa da distância, a gente deve ter se visto umas 20 ou 25 vezes. O suficiente pra ter intimidade, tipo não ser estranhos, mas não tanto a ponto de saber dos gostos dela, da vida sentimental ou social. Só sabia que ela era muito aberta, muito sociável e sempre de boa, até com o primo mais velho, ou seja, eu. Ela parecia ter um corpanzil (mais de 1,70) e interessante, mas o tipo de roupa que usava normalmente não destacava a silhueta dela. Minha imaginação masculina febril já me permitia, há alguns anos, imaginar um corpo bem feito, mas não tinha confirmação disso. Além disso, o jeito dela de ser e de falar não exalava sensualidade, mas sim o contrário, era campeira, falava com um volume de voz meio exagerado pra quem vive na cidade, e de vez em quando soltava algum termo do campo.
Na real, eu nem sabia nem me interessava se ela tinha namorado (sabia que não era casada porque na nossa família grande a gente sempre se convidava pros casamentos e (os velórios).
O cenário não era grave, porque era só a gente se ver por umas horas, assinar a escritura, mandar lembranças pra tia Amália e pro tio Henrique, e cada um pra sua casa.
A gente já tinha combinado de se encontrar às 11:30 na porta do cartório, o mesmo horário que a gente tinha acertado com a tabeliã que cuidava dos papéis do apartamento. Inclusive, eu falei pra ela que, se quisesse, podia buscá-la no terminal, mas ela disse pra eu não me preocupar, que vinha a cavalo.
Quando cheguei, ela já estava na porta, com mais pontualidade do que o necessário. O visual dela era o de sempre: cabelo comprido, preto, liso e solto, quase até a metade das costas, e a roupa dentro do normal. Um suéter unissex bem usado e esticado, que já era grande demais quando era novo, bombachas de campo também largas e tênis. Roupa confortável pra viagem longa que tinha feito, coitada da Sandrinha. Só uma bolsa de mão com sei lá o que, além dos documentos. E ainda dava a impressão de não ter tomado banho há uns dois dias, o que era provável, porque a viagem já levava umas boas horas. A gente se cumprimentou com entusiasmo, um abraço, uma piada e apertamos a campainha.
Aqui começa a verdadeira história, quando um homem nos faz entrar na sala de espera elegante e nos diz, pesaroso, que a tabeliã está doente e que não tem a menor chance de resolver o assunto antes de segunda-feira de manhã cedo. A gente tentou reclamar, mas diante da educação e da seriedade do cara, não insistimos muito. Pra mim, isso fodia meus planos de fim de semana, mas dava pra ficar, estava separado há um ano e não precisava dar satisfação pra ninguém, preferia ficar e não me foder com outra viagem. Ela pensava o mesmo, disse que ligava pro Emílio (mais tarde descobri que era o namorado) e pros pais e ficava. Ela sussurrou no meu ouvido: "nem fudendo que eu volto, vou ter que desenhar de novo a linha da minha buceta". Já viu, era a sensualidade. personificada.
Saímos nos olhando sem saber o que fazer. Eu tinha as chaves do apartamento, que estava perfeito pra morar, e ofereci. Eu podia ficar num hotel, isso me dava mais liberdade e não precisava remar o fim de semana inteiro com a Sandrita. Ela disse que nem louca, que o apartamento era grande, que até segunda-feira era de todos os primos, e riu. Achei que insistir ia parecer desprezo, então topei e de quebra economizava uma grana. "Vai a cavalo ou te levo no carro?", brinquei. "Me leva você, não te falei que tô com a bunda destruída?", respondeu. Nunca pensei que pudesse ser tão verdade.
O apê ficava a uns 15 minutos de carro, então aproveitou o caminho pra avisar o Emílio e os pais pelo celular. Disse que tava doida pra tomar um banho, mas não tinha nem roupa pra vestir, mesma coisa comigo, e a gente ria pensando se os avós tinham deixado alguma pilha; no fim da tarde a gente resolvia isso.
O apartamento tava em condições de uso, um pouco empoeirado, mas habitável. Combinamos de tomar um banho e depois sair pra comprar algo pra comer. Nisso, enquanto eu preparava uns mates, ela fala: "Como vou sentir falta do Emílio". Achei que vinha um drama meloso e, por educação, perguntei se estavam muito apaixonados e se tinha planos de casamento. "Sim", ela disse, "mas além disso a gente fode o dia inteiro, não conseguimos parar".
Eu não sabia que cara fazer, não sabia se era zoeira, se tava viajando ou se ela simplesmente não se ligava nas próprias palavras. Eu me ligava, e meu pau também parecia, porque na hora deu o primeiro esticão.
– "Tá falando sério?", foi o mais genial que consegui dizer.
– "Sim, é verdade, a gente não para de foder, com ele, com outro ou com vários, falam que sou ninfomaníaca, mas acho que sou só uma puta mesmo", soltou.
Eu já te falei que minha prima Sandrita não era a pessoa que mais me excitava no mundo, mas essas declarações teriam esquentado até a escrivã doente ou o espírito dos avós. Além disso, já imaginei um chassi bonito por baixo daquelas roupas gastas e largas.
— "E eu posso te ajudar em alguma coisa?" — falei entre meu desconcerto e minha ereção crescente.
— "Você é meio cego, primo Cláudio, ou tá se fazendo? Esse fim de semana você vai dar mais gozo que as vacas do meu pai."
Na hora começamos a nos beijar, na bruta, chupando as línguas um do outro, mordendo, quase cuspindo na boca um do outro. As mãos começaram a fazer o papel delas e as minhas foram direto pra bunda dela, grande e firme, mas não dura demais, mais que firme, consistente. Minha pica já tava fazendo força contra a barriga dela e ela decidiu meter a mão no assunto. Abriu minha braguilha na força e minha ereção venosa ficou à mostra, com uma gotinha de líquido pré-seminal na ponta.
— "Para, para" — ela disse. — "Não me faz perder isso que é o mais gostoso" — se abaixou e com a ponta da língua pegou aquela gota, no único momento meio fofo de todo o fim de semana que nos esperava. Continuamos transando enquanto nos despíamos. Quando finalmente a vi sem roupa, fiquei em êxtase. O corpo dela era muito mais do que prometia, uma verdadeira gostosa com uns peitões importantes, bicos escuros tipo hambúrguer, quadris um pouco largos e uma bunda descomunal. O corpo todo dela era como eu disse da bunda, carnudo, firme mas não duro, com muito movimento, onde apertava, afundava um pouquinho.
Depois sim, ela pegou na pica que nem uma besta, tipo filme pornô quando parece que a gatinha quer arrancar o negócio do cara. Chupava, até o fundo, tirava, olhava, cuspia e depois batia uma punheta por um tempo.
— "Tô batendo uma pra poder olhar, ela é linda e grande" — ela disse.
É verdade que é relativamente grande, mas não é tão comum ouvirem essas coisas. Isso me esquentou mais e minha pica pareceu crescer um pouco, até eu via ela maior do que o normal.
A excitação me fez pensar que ia gozar a qualquer momento. Acho que ela não Teria tido problemas pra tomar meu café da manhã, mas eu queria aguentar porque sempre tive dificuldade com a segunda gozada e não queria decepcioná-la depois. Mandei ela parar e fui direto pra buceta dela. Não estava errado, faltava um pouco de água e sabão, mas o que em outro momento me daria nojo agora me excitava ainda mais. Aquele cheiro de mulher, misturado com um leve toque de perfume, me deixou a mil. Ela era bem peluda pros padrões da cidade, mas tudo contribuía pro tesão e a putaria.
Chupei ela por um bom tempo e ela gozou pelo menos três vezes, jorrando uma quantidade de líquido que eu nunca tinha visto. Depois disso, a gente se ajeitou e jogou um colchão no chão pra ficar mais confortável.
O cuzinho dela era um capítulo à parte. Debaixo daquelas nádegas carnudas, que eu separei com cuidado depois de colocá-la de quatro, se escondia — embora mal se escondesse — um buraquinho muito trabalhado, onde a primeira falange do dedo anelar entrava sem pressão, já estava aberto. Chupei ele também como se o mundo fosse acabar, enquanto por baixo massageava o clitóris dela. Se quisesse, podia ter lavado as mãos com todo o líquido que escorreu da buceta dela.
Depois de um tempo, ela começou a me chupar de novo, dessa vez comigo sentado na barriga dela. Era um boobs fuck com boquete. Eu já não aguentava mais e falei pra ela. Ela se virou de novo de quatro e me ofereceu a buceta peluda e molhada. Era uma máquina de gozar, e eu tava chegando no meu limite.
Como não tava preparado pra foda, nem camisinha eu tinha, então tirei quando ia gozar e descarreguei toda a porra nas costas dela, uma quantidade enorme. Depois ela reclamou, porque teria preferido que aquela porra fosse o café da manhã dela. Expliquei que não deu tempo de me preparar e não queria correr riscos. Um beijo de língua encerrou a briga. Mas, antes de se levantar, ela passou a ponta do dedo pra pegar um pouco de esperma e se deu ao luxo de provar.
Ela queria continuar, mas já disse que não dava. Rápido pra segunda. Além disso, os cheiros e os sucos que até pouco tempo me deixavam com tesão começaram a me dar um certo nojo. Convenci ela de tomar um bom banho pra depois sair pra comprar algo pra comer e também umas roupas. Ela tomou banho primeiro, lembrem das costas dela cheias de leite. Vestiu a mesma roupa que tinha e só naquele momento, mais frio, percebi que se a gente procurasse alguma calcinha e sutiã da minha avó nos armários, com certeza teriam sido mais sexy que os dela. Preguiçoso como eu era pra segunda transa, já tava de pau duro enquanto tomava banho, pensando que não eram nem duas da tarde de sexta e a gente tinha até segunda de manhã.
Já banhados e perfumados, saímos pra comprar umas roupas, bem simples e baratas (com lingerie mais pequena, queria ver aquela bunda de fio dental). Tive que comprar creme de barbear e umas giletes, pra estar apresentável na segunda no cartório e porque tava me vindo uma ideia. Depois compramos uns sanduíches de milanesa e uma coca. Na rua, a gente se comportava como primos que éramos, não tava nascendo um romance entre nós, era só foda do jeito mais primitivo.
Lá pelas 4 chegamos no apê mortos de fome, mas na metade do sanduíche de milanesa já estávamos nos pegando de novo, com as bocas cheias de maionese e farinha de rosca. Parece que a maionese agradou ela, porque no meio da sarração, ela abaixou minha calça onde já aparecia meu pequeno obelisco, pegou o sachê extra que a gente tinha comprado caso as milanesas estivessem muito secas e passou em mim como se fosse um cachorro-quente. Ela chupava e me batia uma punheta com a maionese, eu nunca tinha nem sonhado com uma coisa dessas, com uma puta assim. Tinha formado uma espécie de espuma que ela saboreava com cada lambida, e voltava a colocar mais tempero.
O colchão que a gente tinha jogado no chão já tinha se resignado ao seu destino e esperava a chegada do corpo da Sandrita. De novo, os joelhos dela se cravaram no colchão gasto, porque aquela bunda semiaberta estava na minha cabeça. Pra não variar o cardápio, enchi meu dedo médio de maionese e enfiei de uma vez. A bunda respondeu tão elástica quanto uma buceta, o que me animou a meter a pica de uma vez e não me enganei, deslizou até o fundo num empurrão só e comecei a cavalgada. Era como ela disse, tinha a bunda arrombada de tanto montar. Serrotei por meia hora sem parar, trocamos de posição umas duas vezes até fazer uma espécie de papai-e-mamãe mas pela bunda, dada a flexibilidade do buraco dela. Gozei igual um cavalo, quando tirei tinha formado uma pasta que já começou a me dar nojo de novo. Parece que pra ela não, porque de novo colocou a mão debaixo da bunda e juntou tudo que pôde da mistura de maionese e porra e comeu com fome. Fica pra outro dia a depilação da buceta e outros detalhes desse fim de semana com minha prima do interior que nunca pensei que pudesse ser tão puta...
A ideia era viajar numa sexta de manhã, eu de Capital, ela de uma cidade do interior de La Pampa que não vou mencionar, resolver tudo ao meio-dia e voltar no fim da tarde. Eu fui no meu carro e ela de ônibus, então pensei que, no pior dos casos, o máximo que ia me atrasar era dar uma força pra ela na rodoviária até o ônibus dela partir.
É importante descrever como era até então a relação com minha prima Sandrita e como ela é fisicamente.
Na época, eu tinha 36 anos e ela uns 25, então eu já era bem grandinho quando ela nasceu, e desde então, por causa da distância, a gente deve ter se visto umas 20 ou 25 vezes. O suficiente pra ter intimidade, tipo não ser estranhos, mas não tanto a ponto de saber dos gostos dela, da vida sentimental ou social. Só sabia que ela era muito aberta, muito sociável e sempre de boa, até com o primo mais velho, ou seja, eu. Ela parecia ter um corpanzil (mais de 1,70) e interessante, mas o tipo de roupa que usava normalmente não destacava a silhueta dela. Minha imaginação masculina febril já me permitia, há alguns anos, imaginar um corpo bem feito, mas não tinha confirmação disso. Além disso, o jeito dela de ser e de falar não exalava sensualidade, mas sim o contrário, era campeira, falava com um volume de voz meio exagerado pra quem vive na cidade, e de vez em quando soltava algum termo do campo.
Na real, eu nem sabia nem me interessava se ela tinha namorado (sabia que não era casada porque na nossa família grande a gente sempre se convidava pros casamentos e (os velórios).
O cenário não era grave, porque era só a gente se ver por umas horas, assinar a escritura, mandar lembranças pra tia Amália e pro tio Henrique, e cada um pra sua casa.
A gente já tinha combinado de se encontrar às 11:30 na porta do cartório, o mesmo horário que a gente tinha acertado com a tabeliã que cuidava dos papéis do apartamento. Inclusive, eu falei pra ela que, se quisesse, podia buscá-la no terminal, mas ela disse pra eu não me preocupar, que vinha a cavalo.
Quando cheguei, ela já estava na porta, com mais pontualidade do que o necessário. O visual dela era o de sempre: cabelo comprido, preto, liso e solto, quase até a metade das costas, e a roupa dentro do normal. Um suéter unissex bem usado e esticado, que já era grande demais quando era novo, bombachas de campo também largas e tênis. Roupa confortável pra viagem longa que tinha feito, coitada da Sandrinha. Só uma bolsa de mão com sei lá o que, além dos documentos. E ainda dava a impressão de não ter tomado banho há uns dois dias, o que era provável, porque a viagem já levava umas boas horas. A gente se cumprimentou com entusiasmo, um abraço, uma piada e apertamos a campainha.
Aqui começa a verdadeira história, quando um homem nos faz entrar na sala de espera elegante e nos diz, pesaroso, que a tabeliã está doente e que não tem a menor chance de resolver o assunto antes de segunda-feira de manhã cedo. A gente tentou reclamar, mas diante da educação e da seriedade do cara, não insistimos muito. Pra mim, isso fodia meus planos de fim de semana, mas dava pra ficar, estava separado há um ano e não precisava dar satisfação pra ninguém, preferia ficar e não me foder com outra viagem. Ela pensava o mesmo, disse que ligava pro Emílio (mais tarde descobri que era o namorado) e pros pais e ficava. Ela sussurrou no meu ouvido: "nem fudendo que eu volto, vou ter que desenhar de novo a linha da minha buceta". Já viu, era a sensualidade. personificada.
Saímos nos olhando sem saber o que fazer. Eu tinha as chaves do apartamento, que estava perfeito pra morar, e ofereci. Eu podia ficar num hotel, isso me dava mais liberdade e não precisava remar o fim de semana inteiro com a Sandrita. Ela disse que nem louca, que o apartamento era grande, que até segunda-feira era de todos os primos, e riu. Achei que insistir ia parecer desprezo, então topei e de quebra economizava uma grana. "Vai a cavalo ou te levo no carro?", brinquei. "Me leva você, não te falei que tô com a bunda destruída?", respondeu. Nunca pensei que pudesse ser tão verdade.
O apê ficava a uns 15 minutos de carro, então aproveitou o caminho pra avisar o Emílio e os pais pelo celular. Disse que tava doida pra tomar um banho, mas não tinha nem roupa pra vestir, mesma coisa comigo, e a gente ria pensando se os avós tinham deixado alguma pilha; no fim da tarde a gente resolvia isso.
O apartamento tava em condições de uso, um pouco empoeirado, mas habitável. Combinamos de tomar um banho e depois sair pra comprar algo pra comer. Nisso, enquanto eu preparava uns mates, ela fala: "Como vou sentir falta do Emílio". Achei que vinha um drama meloso e, por educação, perguntei se estavam muito apaixonados e se tinha planos de casamento. "Sim", ela disse, "mas além disso a gente fode o dia inteiro, não conseguimos parar".
Eu não sabia que cara fazer, não sabia se era zoeira, se tava viajando ou se ela simplesmente não se ligava nas próprias palavras. Eu me ligava, e meu pau também parecia, porque na hora deu o primeiro esticão.
– "Tá falando sério?", foi o mais genial que consegui dizer.
– "Sim, é verdade, a gente não para de foder, com ele, com outro ou com vários, falam que sou ninfomaníaca, mas acho que sou só uma puta mesmo", soltou.
Eu já te falei que minha prima Sandrita não era a pessoa que mais me excitava no mundo, mas essas declarações teriam esquentado até a escrivã doente ou o espírito dos avós. Além disso, já imaginei um chassi bonito por baixo daquelas roupas gastas e largas.
— "E eu posso te ajudar em alguma coisa?" — falei entre meu desconcerto e minha ereção crescente.
— "Você é meio cego, primo Cláudio, ou tá se fazendo? Esse fim de semana você vai dar mais gozo que as vacas do meu pai."
Na hora começamos a nos beijar, na bruta, chupando as línguas um do outro, mordendo, quase cuspindo na boca um do outro. As mãos começaram a fazer o papel delas e as minhas foram direto pra bunda dela, grande e firme, mas não dura demais, mais que firme, consistente. Minha pica já tava fazendo força contra a barriga dela e ela decidiu meter a mão no assunto. Abriu minha braguilha na força e minha ereção venosa ficou à mostra, com uma gotinha de líquido pré-seminal na ponta.
— "Para, para" — ela disse. — "Não me faz perder isso que é o mais gostoso" — se abaixou e com a ponta da língua pegou aquela gota, no único momento meio fofo de todo o fim de semana que nos esperava. Continuamos transando enquanto nos despíamos. Quando finalmente a vi sem roupa, fiquei em êxtase. O corpo dela era muito mais do que prometia, uma verdadeira gostosa com uns peitões importantes, bicos escuros tipo hambúrguer, quadris um pouco largos e uma bunda descomunal. O corpo todo dela era como eu disse da bunda, carnudo, firme mas não duro, com muito movimento, onde apertava, afundava um pouquinho.
Depois sim, ela pegou na pica que nem uma besta, tipo filme pornô quando parece que a gatinha quer arrancar o negócio do cara. Chupava, até o fundo, tirava, olhava, cuspia e depois batia uma punheta por um tempo.
— "Tô batendo uma pra poder olhar, ela é linda e grande" — ela disse.
É verdade que é relativamente grande, mas não é tão comum ouvirem essas coisas. Isso me esquentou mais e minha pica pareceu crescer um pouco, até eu via ela maior do que o normal.
A excitação me fez pensar que ia gozar a qualquer momento. Acho que ela não Teria tido problemas pra tomar meu café da manhã, mas eu queria aguentar porque sempre tive dificuldade com a segunda gozada e não queria decepcioná-la depois. Mandei ela parar e fui direto pra buceta dela. Não estava errado, faltava um pouco de água e sabão, mas o que em outro momento me daria nojo agora me excitava ainda mais. Aquele cheiro de mulher, misturado com um leve toque de perfume, me deixou a mil. Ela era bem peluda pros padrões da cidade, mas tudo contribuía pro tesão e a putaria.
Chupei ela por um bom tempo e ela gozou pelo menos três vezes, jorrando uma quantidade de líquido que eu nunca tinha visto. Depois disso, a gente se ajeitou e jogou um colchão no chão pra ficar mais confortável.
O cuzinho dela era um capítulo à parte. Debaixo daquelas nádegas carnudas, que eu separei com cuidado depois de colocá-la de quatro, se escondia — embora mal se escondesse — um buraquinho muito trabalhado, onde a primeira falange do dedo anelar entrava sem pressão, já estava aberto. Chupei ele também como se o mundo fosse acabar, enquanto por baixo massageava o clitóris dela. Se quisesse, podia ter lavado as mãos com todo o líquido que escorreu da buceta dela.
Depois de um tempo, ela começou a me chupar de novo, dessa vez comigo sentado na barriga dela. Era um boobs fuck com boquete. Eu já não aguentava mais e falei pra ela. Ela se virou de novo de quatro e me ofereceu a buceta peluda e molhada. Era uma máquina de gozar, e eu tava chegando no meu limite.
Como não tava preparado pra foda, nem camisinha eu tinha, então tirei quando ia gozar e descarreguei toda a porra nas costas dela, uma quantidade enorme. Depois ela reclamou, porque teria preferido que aquela porra fosse o café da manhã dela. Expliquei que não deu tempo de me preparar e não queria correr riscos. Um beijo de língua encerrou a briga. Mas, antes de se levantar, ela passou a ponta do dedo pra pegar um pouco de esperma e se deu ao luxo de provar.
Ela queria continuar, mas já disse que não dava. Rápido pra segunda. Além disso, os cheiros e os sucos que até pouco tempo me deixavam com tesão começaram a me dar um certo nojo. Convenci ela de tomar um bom banho pra depois sair pra comprar algo pra comer e também umas roupas. Ela tomou banho primeiro, lembrem das costas dela cheias de leite. Vestiu a mesma roupa que tinha e só naquele momento, mais frio, percebi que se a gente procurasse alguma calcinha e sutiã da minha avó nos armários, com certeza teriam sido mais sexy que os dela. Preguiçoso como eu era pra segunda transa, já tava de pau duro enquanto tomava banho, pensando que não eram nem duas da tarde de sexta e a gente tinha até segunda de manhã.
Já banhados e perfumados, saímos pra comprar umas roupas, bem simples e baratas (com lingerie mais pequena, queria ver aquela bunda de fio dental). Tive que comprar creme de barbear e umas giletes, pra estar apresentável na segunda no cartório e porque tava me vindo uma ideia. Depois compramos uns sanduíches de milanesa e uma coca. Na rua, a gente se comportava como primos que éramos, não tava nascendo um romance entre nós, era só foda do jeito mais primitivo.
Lá pelas 4 chegamos no apê mortos de fome, mas na metade do sanduíche de milanesa já estávamos nos pegando de novo, com as bocas cheias de maionese e farinha de rosca. Parece que a maionese agradou ela, porque no meio da sarração, ela abaixou minha calça onde já aparecia meu pequeno obelisco, pegou o sachê extra que a gente tinha comprado caso as milanesas estivessem muito secas e passou em mim como se fosse um cachorro-quente. Ela chupava e me batia uma punheta com a maionese, eu nunca tinha nem sonhado com uma coisa dessas, com uma puta assim. Tinha formado uma espécie de espuma que ela saboreava com cada lambida, e voltava a colocar mais tempero.
O colchão que a gente tinha jogado no chão já tinha se resignado ao seu destino e esperava a chegada do corpo da Sandrita. De novo, os joelhos dela se cravaram no colchão gasto, porque aquela bunda semiaberta estava na minha cabeça. Pra não variar o cardápio, enchi meu dedo médio de maionese e enfiei de uma vez. A bunda respondeu tão elástica quanto uma buceta, o que me animou a meter a pica de uma vez e não me enganei, deslizou até o fundo num empurrão só e comecei a cavalgada. Era como ela disse, tinha a bunda arrombada de tanto montar. Serrotei por meia hora sem parar, trocamos de posição umas duas vezes até fazer uma espécie de papai-e-mamãe mas pela bunda, dada a flexibilidade do buraco dela. Gozei igual um cavalo, quando tirei tinha formado uma pasta que já começou a me dar nojo de novo. Parece que pra ela não, porque de novo colocou a mão debaixo da bunda e juntou tudo que pôde da mistura de maionese e porra e comeu com fome. Fica pra outro dia a depilação da buceta e outros detalhes desse fim de semana com minha prima do interior que nunca pensei que pudesse ser tão puta...
22 comentários - Não sabia que minha prima do campo era tão puta
me lo crei
y mi pija también parecía serlo, porque al toque pegó el primer estirón.
pero para mí que soy puta nomás", tiró
mi desconcierto y mi creciente erección.
mi terrible erección venosa quedó a la vista,
me bajó la braqueta donde ya asomaba mi pequeño obelisco,
el culo respondió tan elástico como una concha,
jajaja como me hiciste reir xd
Además, los olores y jugos que hasta hacía un rato me calentaban, y empezaban a darme asquito. (suele pasar)
🙌 la historia es buenísima y muy bien relatada.
volveré y seré porotos !!!
me encantaria conocer una mina tan loca y desqisiada por el sexo como sandrita.
Mandale de parte mia una lamida de conchaa y de ano.