Fala, galera do Poringa! Hoje vou contar uma historinha pra vocês. Quem é casado e tem filho, igual eu, vai se identificar pra caralho com o que vou falar!Estou casado há 4 anos e uns 4 a mais de namoro. Com minha mulher, a gente se complementa muito bem na cama, sempre foi algo natural entre nós. Ela sempre foi mais "safada" pra sugerir lugares pra transar. Quando a gente namorava, numa tarde a gente fez num corredor da casa dela, com a família toda no quarto ao lado. A gente se mexia devagar, ela mordia minha boca pra eu não gemer alto quando tava gozando... nem preciso dizer que a excitação fez a gente gozar junto em questão de minutos, mas a sensação era indescritível!
Às vezes a gente fazia na calçada de casa, atrás de uns arbustos do jardim antes de nos despedirmos (eu trabalhava num táxi à noite). A gente só parava quando ouvia alguém passando perto, mesmo deitados no jardim, só uma grade e uns arbustos nos separavam da calçada... sim, sexo com ela sempre foi excitante, bem normal nos detalhes, mas intenso, e somado ao amor que a gente sente, não tenho do que reclamar.
Mas algumas coisas mudaram quando decidimos ser pais. A partir do 5º mês, transar ficou muito complicado porque a gravidez era delicada, então, pra não encher vocês com detalhes, a gente parou de fazer amor até o bebê nascer, 6 meses depois! Eu tava ficando louco!
Quando ele nasceu, 2 meses depois a gente tentou de novo, mas no nosso quarto, no meio de tudo, o bebê acordava e, sinceramente, a libido ia pro chão!... então a gente adiou nossas necessidades...
Mas no sábado ela me surpreendeu. Eu tava vidrado no computador quando do quarto chegou uma mensagem: -prepara um colchão na cozinha, e não demora!!-
Como se o planeta tivesse pegando fogo, saí correndo, desmontei uma cama e preparei tudo sem entrar no quarto, era uma surpresa e não queria estragar. Apaguei a luz principal, coloquei uma rádio de músicas românticas no PC e chamei ela baixinho pra não acordar o bebê. Me senti como quando a gente namorava, aquela sensação de safadeza e excitação, então... Tirei meus sapatos e esperei por ela...
Minha mulher é morena, tem uma pele tostada que, quando o sol bate, fica dourada. O cabelo dela é preto e, por um desejo meu, está comprido, quase até a cintura, caindo em cascata pelas costas, ondulado e perfumado. Ela é magra, mas tem uns quadris arredondados que contornam o corpo, deixando ela deliciosa de se olhar. Some isso a uns peitos que cresceram de tamanho e temos uma preciosidade sexy, de altura média (ela é baixinha, tem 1,60). Eu, ajoelhado no colchão, tinha uns pequenos tremores e um sorrisinho de canto de boca até que ela apareceu... e minha cara mudou: umas meias pretas emolduravam as pernas dela, um body preto semitransparente. Ela entrou devagar, como uma pantera pronta pra atacar, e nos olhos dela, o brilho do controle — aquele controle que as mulheres sensuais têm sobre os pobres mortais como eu.
Abracei ela devagar, acariciando a cintura, e beijei como na primeira vez que foi minha. A língua dela queimava a cada roçada, eu sentia o calor do corpo dela, e o cabelo se enroscava nos meus dedos. A respiração dela aumentava enquanto minhas mãos tiravam a roupa dela. Minha boca percorria o pescoço dela, mordia e lambia cada centímetro. O perfume da pele dela invadia o quarto inteiro.
Virei ela de costas, e nós dois, ajoelhados, encaixávamos perfeitamente. Meu braço segurou ela inteira pela cintura, e minha mão livre se perdia entre os peitos dela, deixando ela louca. Devagar, tirei o sutiã dela, e as costas brilharam com a luz fraca do computador. A música nos acompanhava tão na hora certa... Desci pelas costas dela com a ponta dos lábios, e cada cócega era eco de um gemido da boca dela. As mãos dela me apertavam forte, me dizendo pra não parar — e eu não ia parar até deixar ela maluca. Cheguei na cintura dela, e minha boca mordia uma minúscula calcinha fio-dental preta que era o que me separava daquela bunda linda! Ela entendeu e abriu as pernas, ao mesmo tempo que se ajoelhava de quatro pra eu poder brincar mais à vontade. Minha língua encontrou... rapidamente sua buceta molhada e comecei a lamber devagar no começo, forte e rápido depois, junto com a excitação do meu pau.
Quando o tesão dela era demais, me endireitei e coloquei a ponta do meu pau a centímetros dela, e como se fosse um pincel, acariciava o clitóris dela pra ela me pedir pra penetrar, embora fosse eu quem pedia pra partir ela em mil pedaços no sexo limpo...!
Ela abriu um pouco mais as pernas e pegou meu pau por baixo, me guiando pra eu comer ela. Quando entrei, apoiei o peito todo na cama e, com a raba levantada, ela me ofereceu um espetáculo de cu só pra mim, que de tanto tesão pensei que ia explodir. Como um potro no cio, investi sem me importar com nada!! Eu me movia forte e ela se contorcia de prazer, gemendo e suspirando mais rápido, acompanhando meus movimentos. Minhas mãos agarradas nas cadeiras dela apertavam com força, eu me abaixava, mordia as costas dela, os ombros, o pescoço e a orelhinha, enquanto ela virava o rosto e com a língua tentava me devorar, coisa que ela sabe que me deixa louco!
Senti que ia gozar e quase num grito pedi pra ela subir pra admirar mais uma vez aqueles peitos que tanto me aquecem. Ela se jogou na cama e subiu desafiadora em cima de mim, e o corpo dela foi se movendo sobre mim, cavalgando com força no meu pau enquanto arranhava meu peito.
Sabia que ela tava prestes a gozar e isso me deixou mais tesudo – “Vou gozar!! Vou gozar!” – eu gritava – e ela só gemia mais forte: – “Mmmmmhhhhhaaammmmmm!!!” –
Ela cravou as unhas e as pernas dela me prenderam, e eu sentia o corpo todo dela tremendo, enquanto eu começava a terminar como um vulcão de porra!
Recuperar a respiração... focar a visão... e nos encontrar naquela penumbra, os dois, suados, exaustos, mas felizes... sentir aquele renascer da paixão, descobrir que ainda nos aquece estar como no primeiro dia. Nos beijamos de novo pra depois voltar pro nosso quarto e dormir abraçados, pelados... como quando éramos namorados.
😬 😬 😬 😬
A paixão e o amor não se perdem. só que às vezes a gente adia demais..!
Às vezes a gente fazia na calçada de casa, atrás de uns arbustos do jardim antes de nos despedirmos (eu trabalhava num táxi à noite). A gente só parava quando ouvia alguém passando perto, mesmo deitados no jardim, só uma grade e uns arbustos nos separavam da calçada... sim, sexo com ela sempre foi excitante, bem normal nos detalhes, mas intenso, e somado ao amor que a gente sente, não tenho do que reclamar.
Mas algumas coisas mudaram quando decidimos ser pais. A partir do 5º mês, transar ficou muito complicado porque a gravidez era delicada, então, pra não encher vocês com detalhes, a gente parou de fazer amor até o bebê nascer, 6 meses depois! Eu tava ficando louco!
Quando ele nasceu, 2 meses depois a gente tentou de novo, mas no nosso quarto, no meio de tudo, o bebê acordava e, sinceramente, a libido ia pro chão!... então a gente adiou nossas necessidades...
Mas no sábado ela me surpreendeu. Eu tava vidrado no computador quando do quarto chegou uma mensagem: -prepara um colchão na cozinha, e não demora!!-
Como se o planeta tivesse pegando fogo, saí correndo, desmontei uma cama e preparei tudo sem entrar no quarto, era uma surpresa e não queria estragar. Apaguei a luz principal, coloquei uma rádio de músicas românticas no PC e chamei ela baixinho pra não acordar o bebê. Me senti como quando a gente namorava, aquela sensação de safadeza e excitação, então... Tirei meus sapatos e esperei por ela...
Minha mulher é morena, tem uma pele tostada que, quando o sol bate, fica dourada. O cabelo dela é preto e, por um desejo meu, está comprido, quase até a cintura, caindo em cascata pelas costas, ondulado e perfumado. Ela é magra, mas tem uns quadris arredondados que contornam o corpo, deixando ela deliciosa de se olhar. Some isso a uns peitos que cresceram de tamanho e temos uma preciosidade sexy, de altura média (ela é baixinha, tem 1,60). Eu, ajoelhado no colchão, tinha uns pequenos tremores e um sorrisinho de canto de boca até que ela apareceu... e minha cara mudou: umas meias pretas emolduravam as pernas dela, um body preto semitransparente. Ela entrou devagar, como uma pantera pronta pra atacar, e nos olhos dela, o brilho do controle — aquele controle que as mulheres sensuais têm sobre os pobres mortais como eu.
Abracei ela devagar, acariciando a cintura, e beijei como na primeira vez que foi minha. A língua dela queimava a cada roçada, eu sentia o calor do corpo dela, e o cabelo se enroscava nos meus dedos. A respiração dela aumentava enquanto minhas mãos tiravam a roupa dela. Minha boca percorria o pescoço dela, mordia e lambia cada centímetro. O perfume da pele dela invadia o quarto inteiro.
Virei ela de costas, e nós dois, ajoelhados, encaixávamos perfeitamente. Meu braço segurou ela inteira pela cintura, e minha mão livre se perdia entre os peitos dela, deixando ela louca. Devagar, tirei o sutiã dela, e as costas brilharam com a luz fraca do computador. A música nos acompanhava tão na hora certa... Desci pelas costas dela com a ponta dos lábios, e cada cócega era eco de um gemido da boca dela. As mãos dela me apertavam forte, me dizendo pra não parar — e eu não ia parar até deixar ela maluca. Cheguei na cintura dela, e minha boca mordia uma minúscula calcinha fio-dental preta que era o que me separava daquela bunda linda! Ela entendeu e abriu as pernas, ao mesmo tempo que se ajoelhava de quatro pra eu poder brincar mais à vontade. Minha língua encontrou... rapidamente sua buceta molhada e comecei a lamber devagar no começo, forte e rápido depois, junto com a excitação do meu pau.
Quando o tesão dela era demais, me endireitei e coloquei a ponta do meu pau a centímetros dela, e como se fosse um pincel, acariciava o clitóris dela pra ela me pedir pra penetrar, embora fosse eu quem pedia pra partir ela em mil pedaços no sexo limpo...!
Ela abriu um pouco mais as pernas e pegou meu pau por baixo, me guiando pra eu comer ela. Quando entrei, apoiei o peito todo na cama e, com a raba levantada, ela me ofereceu um espetáculo de cu só pra mim, que de tanto tesão pensei que ia explodir. Como um potro no cio, investi sem me importar com nada!! Eu me movia forte e ela se contorcia de prazer, gemendo e suspirando mais rápido, acompanhando meus movimentos. Minhas mãos agarradas nas cadeiras dela apertavam com força, eu me abaixava, mordia as costas dela, os ombros, o pescoço e a orelhinha, enquanto ela virava o rosto e com a língua tentava me devorar, coisa que ela sabe que me deixa louco!
Senti que ia gozar e quase num grito pedi pra ela subir pra admirar mais uma vez aqueles peitos que tanto me aquecem. Ela se jogou na cama e subiu desafiadora em cima de mim, e o corpo dela foi se movendo sobre mim, cavalgando com força no meu pau enquanto arranhava meu peito.
Sabia que ela tava prestes a gozar e isso me deixou mais tesudo – “Vou gozar!! Vou gozar!” – eu gritava – e ela só gemia mais forte: – “Mmmmmhhhhhaaammmmmm!!!” –
Ela cravou as unhas e as pernas dela me prenderam, e eu sentia o corpo todo dela tremendo, enquanto eu começava a terminar como um vulcão de porra!
Recuperar a respiração... focar a visão... e nos encontrar naquela penumbra, os dois, suados, exaustos, mas felizes... sentir aquele renascer da paixão, descobrir que ainda nos aquece estar como no primeiro dia. Nos beijamos de novo pra depois voltar pro nosso quarto e dormir abraçados, pelados... como quando éramos namorados.
😬 😬 😬 😬
A paixão e o amor não se perdem. só que às vezes a gente adia demais..!
7 comentários - Como quando a gente namorava
Tenés que suspender todo a los pedos!!! jejeje muy bueno man! 😉