BDSM: O que minha putinha quer - Parte 1

O que vou deixar a seguir foi escrito pela minha submissa ontem...
é parte de uma tarefa que mandei ela fazer...
Espero que curtam.
O momento se aproximava, finalmente o que tanto deseava estava prestes a se realizar. Dentro de mim, sentia uma mistura de ansiedade e medo. A dor física, que nunca me assustou de verdade, agora me aterrorizava. Parei na frente da porta dele e, bem quando ia tocar a campainha, o medo voltou. Fez com que eu tirasse o dedo que estava prestes a apertar o botão. Fiquei parada olhando para a porta como um condenado à morte olha para a forca. A diferença é que eu não estava condenada à morte — aquilo era algo que eu mesma tinha buscado, e não só isso, algo que desejava com toda a força do meu ser. Essa última lembrança foi forte o bastante para que, sem pensar, eu apertasse o botão da campainha. Ele abriu a porta. Meu senhor, Amo Montevideo, em todo o seu esplendor. A primeira vez que o via cara a cara, embora isso seja claramente um jeito de dizer, já que, quando ele me fez entrar, minha cabeça olhava para o chão. Seu olhar pesava sobre mim e me fazia inclinar diante dele. Sem um cumprimento, ele me deu a primeira ordem, que obedeci sem hesitar. — Entra... — disse com aquele tom de alfa que tanto me excitava. Caminhei alguns passos para dentro do quarto. — Tira a roupa... — essa foi a segunda ordem, que obviamente obedeci. Era estranho, já que ele estava sentado numa poltrona com uma bebida na mão. Eu me sentia menos que um objeto... Ele parava para me olhar de vez em quando, mas não o suficiente para que eu me sentisse devorada pelo olhar. Depois que terminei, ele fez com que eu me aproximasse. Nua como estava, ele apontou meu lugar... o chão. Ajoelhei ao lado dele, obviamente sem nunca olhá-lo de frente nos olhos — não era burra e não queria começar as coisas errado. Ele colocou em mim o que tanto desejava ter: meu colar. Prendeu uma coleira e me fez dar várias voltas pela sala. Evidentemente, não tão rápido quanto ele queria, já que com a própria coleira ele batia na minha bunda... e quando não fazia isso, simplesmente me dava com a mão... por ir devagar, por ir rápido demais, ou simplesmente por ser uma puta... Ele puxou a coleira e me fez sentar. Segurou meu rosto e me perguntou... —me diz... vamos ver se você sabe... o que você é?—
olhando nos olhos dele, respondi:
—uma putinha, meu senhor—
o primeiro tapa me fez fechar os olhos.
—não... você é MINHA putinha... — ele disse, me segurando forte pelo rosto, com uma voz completamente calma.
quando pensei que já tinha passado, um segundo tapa cruzou minha outra bochecha. soltei um gritinho.
—pra você não esquecer quem eu sou... e não me olhe com desafio.

2 comentários - BDSM: O que minha putinha quer - Parte 1

A veces puedo ser un poco atrevida, como buena perra sé morder si hace falta pero nunca la mano de mi Amo.

Una perra de calidad tiene que demostrar su inteligencia al servicio de su Amo, personalmente creo que harías bien en castigarla para que aprenda a escribir correctamente, que cuide su ortografía y mejore su gramática; así podrá hacer cosas realmente importantes cuando se le ordene.