Já que os contos não são muito divulgados... vou copiar o segundo capítulo de uma série que acabou de começar. Vocês podem ler muitos contos bem quentes na Comunidade de Reflexão sobre o Incesto.
As Aventuras de Superpotz
Cap. 2. A Filosofia de Groiser Potz
Original de Ramiro100
É o Superman? É o Homem de Ferro? Não, é o Superpotz voando pra cumprir uma missão de ajuda!
O planeta onde Potzelito nasceu não ia ser destruído, mas o pai dele, Groiser Potz, achou que seria bom mandar um dos seus descendentes pra outro mundo.
Shaine Curve, a esposa dele, como mãe que era, não tava disposta a fazer isso. Praas fêmeas do planeta Trenen, os filhos eram uma das coisas mais amadas, e embora soubessem que um dia teriam que depender menos, que formariam suas famílias e não poderiam mais trepar com eles como antes, custava a pensar nessa possibilidade. Mas mandar uma das queridas bucetas pro espaço em missões difíceis era muito pesado pra qualquer mulher trenediker.
Mas Groiser Potz era um sábio. Sabia, graças ao seu DVI (Distância Visor Interplanetário), como se sobrevivia no planeta Terra, que eles chamavam de Drekland. E diziam sobreviver, porque pros trenedikeranianos aquilo não era viver. Mandar um dos filhos pra mudar as coisas era algo que exigia sua alma e seus sentimentos humanistas, que eles chamavam de Menschnklaij.
Eram tantas as barbaridades que os terrestres cometiam que ele não conseguia ficar indiferente diante da imagem enorme do seu DVI.
Shaine Curve, depois de mexer na cock dele por uns minutos, sentou no seu amado marido, fazendo com que entrasse na sua buceta quentinha, e enquanto fazia movimentos diferentes — subindo e descendo ou girando de leve de um lado pro outro, como os habitantes de Trenen faziam quando conversavam — disse:
— Potzito amado... já viu o que aconteceu quando nossos antepassados mandaram descendentes nossos. Alguns, como Jesusile...
Tinha poderes e pra que serviu? Serviu? Crucificaram ele… e, espera, que escapou… —interrompeu, ajustando a pica dentro da buceta, que no entusiasmo tinha escorregado…— E o que fizeram com toda a ideologia de vocês…!
— Não é hora de fazer história, respondeu Groiser Potz, enquanto empurrava a barriga pra cima, quando a mulher descia… Aprendemos muito nesse tempo… Desenvolvemos o poder sexual como instrumento de paz e felicidade… — dizendo isso, segurou ela pela cintura e girou ela completamente em cima da pica dele… — Assim como eu agarro agora seus peitos, nosso filho vai levar a verdade pra Drekland, tenho tanta certeza quanto de que Potz é grande.
— Tomara que Potz te ouça… e agora goza em mim que tenho que mandar o computador preparar o almoço.
Este texto é tradução do trenediker feita por Ramiro100 em 13/06/2012
As Aventuras de Superpotz
Cap. 2. A Filosofia de Groiser Potz
Original de Ramiro100
É o Superman? É o Homem de Ferro? Não, é o Superpotz voando pra cumprir uma missão de ajuda!
O planeta onde Potzelito nasceu não ia ser destruído, mas o pai dele, Groiser Potz, achou que seria bom mandar um dos seus descendentes pra outro mundo.
Shaine Curve, a esposa dele, como mãe que era, não tava disposta a fazer isso. Praas fêmeas do planeta Trenen, os filhos eram uma das coisas mais amadas, e embora soubessem que um dia teriam que depender menos, que formariam suas famílias e não poderiam mais trepar com eles como antes, custava a pensar nessa possibilidade. Mas mandar uma das queridas bucetas pro espaço em missões difíceis era muito pesado pra qualquer mulher trenediker.
Mas Groiser Potz era um sábio. Sabia, graças ao seu DVI (Distância Visor Interplanetário), como se sobrevivia no planeta Terra, que eles chamavam de Drekland. E diziam sobreviver, porque pros trenedikeranianos aquilo não era viver. Mandar um dos filhos pra mudar as coisas era algo que exigia sua alma e seus sentimentos humanistas, que eles chamavam de Menschnklaij.
Eram tantas as barbaridades que os terrestres cometiam que ele não conseguia ficar indiferente diante da imagem enorme do seu DVI.
Shaine Curve, depois de mexer na cock dele por uns minutos, sentou no seu amado marido, fazendo com que entrasse na sua buceta quentinha, e enquanto fazia movimentos diferentes — subindo e descendo ou girando de leve de um lado pro outro, como os habitantes de Trenen faziam quando conversavam — disse:
— Potzito amado... já viu o que aconteceu quando nossos antepassados mandaram descendentes nossos. Alguns, como Jesusile...
Tinha poderes e pra que serviu? Serviu? Crucificaram ele… e, espera, que escapou… —interrompeu, ajustando a pica dentro da buceta, que no entusiasmo tinha escorregado…— E o que fizeram com toda a ideologia de vocês…!
— Não é hora de fazer história, respondeu Groiser Potz, enquanto empurrava a barriga pra cima, quando a mulher descia… Aprendemos muito nesse tempo… Desenvolvemos o poder sexual como instrumento de paz e felicidade… — dizendo isso, segurou ela pela cintura e girou ela completamente em cima da pica dele… — Assim como eu agarro agora seus peitos, nosso filho vai levar a verdade pra Drekland, tenho tanta certeza quanto de que Potz é grande.
— Tomara que Potz te ouça… e agora goza em mim que tenho que mandar o computador preparar o almoço.
Este texto é tradução do trenediker feita por Ramiro100 em 13/06/2012
0 comentários - Não percam as aventuras do Superpotz!!!