Mãe argentina dando pro melhor amigo do filho

Fala aí, galera, tudo bem? Sou novo nessa parada e vou me chamar de “El Bellako Triple X”. Essa é a minha primeira história que tô escrevendo e espero os comentários e recomendações de vocês pra esse novato do Taringa. Aceito sugestões e críticas, porque é assim que a gente vai aprendendo. Espero ser bem recebido por todo mundo dessa comunidade. Manda pra mim por mensagem ideias ou alguma história que rolou com vocês que eu conto e publico aqui, óbvio, trocando os nomes e incrementando com umas coisas a mais. Muito obrigado e espero que vocês curtam a história. Valeu!

Uma mãe argentina dando pra cima do melhor amigo do filhoSusana era uma mulher argentina, felizmente casada e com um filho maravilhoso que a vida lhe deu. O marido dela era um homem fiel, sempre a tratava super bem, e o casamento era dos melhores, então ela não tinha nada pra invejar em outra mulher.

Quando o filho dela, chamado Rubén, tinha 3 anos, Susana queria ter o segundo filho como qualquer outra mãe e sempre pedia isso ao marido. Ele nunca se incomodou em ter outro filho, já que tinha um bom emprego e sabia que poderia sustentar muito bem a futura criança.

Os problemas começaram aí, porque sempre que podiam, Susana e o marido transavam como loucos em todas as posições e lugares que você puder imaginar, mas ela nunca engravidava. Tentaram de tudo, mas ainda assim não conseguiam realizar o que ela tanto queria. Preocupados, foram ao médico pra saber o que estava acontecendo e se depararam com a surpresa de que o marido, por razões X, tinha um problema e seria muito difícil ele conseguir ter um filho. Susana ficou muito triste, ficou meio deprimida, mas já tinha um filho lindo, então logo esqueceu e continuou vivendo feliz ao lado da família.

Os anos passaram e Rubén já tinha 19 anos. Susana não tinha mudado quase nada, continuava tão gostosa como sempre. Desde jovem, foi uma mulher muito bonita e todo mundo sabia disso. Mesmo casada, os homens sempre cantavam ela e se aproximavam pra pedir o número, e não faltava um ou outro que queria passar dos limites. Pra descrever ela um pouco mais: era branca, com um cabelo lindo loiro, tinha umas tetas lindas e grandes, e quando teve Rubén, os peitos dela cresceram muito mais do que já eram. Essa era a melhor arma dela: as tetas imensas que enlouqueciam qualquer homem. Tinha uma cintura impressionante que destacava a bela frente e os quadris, e uma bunda de tamanho normal, mas bem redondinha e durinha, porque ela sempre ia à academia. É uma mulher que cuidava do físico.

Depois que se soube desse problema que o marido tinha, ao No começo nunca foi um problema, ele sempre foi um bom amante pra ela e sempre satisfazia todas as fantasias dela, mas há alguns meses tudo começou a mudar e parece que ele começou a sofrer cedo demais com falta de ereção, e talvez fosse por causa desse problema que ele já tinha há um tempo.
Susana começou a se sentir insatisfeita e irritada porque o marido já não era mais o mesmo, e toda mulher sempre tem suas necessidades.
Um dia, Rubén disse pra mãe dele que ia convidar o melhor amigo dele, de quem tanto falava, pra ficar na casa. O cara se chamava Franco, era do Peru, mas há alguns anos ele e a família moravam na Argentina. Por certos motivos, a família dele teve que voltar pro país, e Franco não tinha onde ficar, já que estudava na universidade e não tinha muito tempo pra trabalhar e alugar um apartamento. Então Rubén se ofereceu pra ele ficar na casa, e Susana, sem nenhuma objeção, aceitou.
Quando o dia chegou, Rubén abriu a porta, e lá estava o grande amigo dele, Franco. Ele fez ele entrar e apresentou pra mãe. Franco ficou admirado com Susana, tão linda que era, e os olhos dele foram direto pras tetonas enormes dela. E foi vice-versa: Susana ficou impactada, porque Franco, mesmo com a idade dele, era muito atraente e gostoso pra ela.
Foram pra sala de jantar, onde a ceia já estava servida, e enquanto os três conversavam e se conheciam um pouco melhor, e a confiança começava a rolar, chegou o marido de Susana. Ele se deu bem com Franco, já que o cara era bem sociável e divertido. Em alguns momentos da conversa, Franco não parava de olhar pras tetas de Susana, já que ela tava usando uma regata sem mangas e com um decote que, pelo tamanho dos peitos dela, não passava despercebido. Susana percebia, mas se fazia de doida, porque não era a primeira vez que um homem tinha tanto interesse nas tetas dela — outros amigos de Rubén, e até do marido, não resistiam a olhar pra essa frente enorme que ela tinha.
Desde o dia em que Franco conheceu Susana, ele não parava de olhar pra ela com tanto desejo. Ela sempre percebia, mas não conseguia negar que gostava de se sentir desejada por aquele cara tão gostoso e atraente. Às vezes, ela brincava e flertava, mostrando seus dotes enormes, fingindo que pegava alguma coisa no chão, e Franco tinha uma vista privilegiada das suas tetonas ou daquele rabão que ela tinha. Sempre foi assim nesse jogo, mas depois Susana já não se contentava mais com isso. No começo, ficou muito preocupada porque era uma mulher casada e sempre se fazia de respeitosa, mas dessa vez estava ficando muito safada com o melhor amigo do filho, que a atraía pra caralho. Tentou parar com esses joguinhos tão provocantes porque sentia que estava brincando com fogo, mas Franco já tinha se enturmado e, uma vez na cozinha, fingiu que precisava passar para lavar a louça e passou bem colado atrás dela. Foi o primeiro contato sexual que rolou: o pau dele roçou de leve na bunda de Susana, e ela ficou surpresa, mas não disse nada, porque ficou muito excitada em sentir uma ereção poderosa esfregando na sua bunda — já fazia tempo que não sentia algo tão duro por ali.

Na sexta, Rubén e Franco foram para uma balada com algumas amigas, então Susana ficou sozinha em casa, já que o marido tinha viajado na quinta a trabalho e só voltaria no domingo. Ela estava entediada pra caralho, era fim de semana e ela era a única que não estava se divertindo. Então ligou para as amigas pra saber o que estavam fazendo, mas nenhuma tinha tempo pra conversar ou sair. Não sabia o que fazer, pensou em ir sozinha para uma balada, mas depois desanimou. Então pegou umas latinhas de cerveja que tinha, colocou música e começou a beber sozinha, pensando em um monte de coisas da vida dela. As horas passaram, o efeito do álcool começou a bater, e ela já estava meio tonta. De repente, bateram na porta. Ela ficou meio assustada porque já era tarde pra caramba, e quem poderia ser naquela hora? Com medo, abriu a porta e se surpreendeu: era Franco, que estava bem bêbado.

— O que aconteceu? — perguntou ela.
— Nada. Só que decidi voltar rápido — respondi ele.
— E o Rubén? — perguntei, muito preocupada.
— Ficou com uma mina.
— Quando não, ele nunca consegue controlar as hormonas — disse Susana.
— Tenta entender ele um pouco — disse ele em tom de brincadeira — vejo que você tá se divertindo sozinha.
Ela riu e, meio envergonhada, disse:
— É que é fim de semana e não tinha ninguém pra sair, então decidi tomar umas latinhas sozinha.
— Uhm, então não vai ser incômodo se eu te acompanhar um pouco e a gente tomar umas?
Ela aceitou, e Franco sentou no sofá, mas já não tinham muitas latinhas de cerveja, então tomaram as que tinham e Franco foi comprar mais garrafas. Susana já não queria mais beber, mas ele insistiu tanto que ela aceitou.
— Já volto, não vai embora — disse ele, todo safado e bêbado.
Susana, com os efeitos do álcool, não conseguia se controlar e já tava com muita vontade, e ficava nervosa de fazer algo errado com Franco, porque gostava muito dele, e aquelas paqueras que tinham rolado e tudo mais já eram um prenúncio de que algum pecado podia acontecer.
— Susana, pelo amor de Deus, se controla, ele é o melhor amigo do teu filho e você é uma mulher casada — dizia pra si mesma.
Mas depois a mente começou a pregar peças nela por causa da falta de atenção que o marido deixou de dar, e ela quis provocar. Então foi pro quarto e vestiu o vestido mais sexy que tinha, que era bem curto, mal tapava a bunda e um pouco das coxas, e tinha um decote irresistível.
Quando Franco chegou, ficou de boca aberta ao vê-la com aquele vestido tão provocante.
— Gostou? — disse ela, toda sedutora.
— A… do… ro… adoro… você… tá… muito… muito gostosa — respondeu ele, gaguejando.
Começaram a beber e conversar, se conhecendo melhor. Depois Franco a chamou pra dançar, e dançaram e dançaram sem parar, enquanto bebiam e passavam os copos, e já estavam cada vez mais bêbados. Susana dançava mais ousada, se soltava, e Franco a tocava muito mais, riam e se divertiam até que num momento os rostos ficaram bem juntinhos. Franco olhava nos olhos dela e Susana também, e foi ele quem deu o primeiro passo e a beijou. Ela não recusou e se entregaram a um beijo longo e apaixonado. Depois, ela se afastou e se arrependeu.

— O que foi? — ele disse.
— O que foi? Você não vê que sou casada e que é amigo do meu filho? — disse Susana, toda alterada.
— Me desculpa, não foi minha intenção.
— Tá bom, vamos fingir que isso nunca aconteceu — ela disse.
— Ok, vale — ele disse, enquanto tramava algo.

Fingiram que nada tinha acontecido e continuaram dançando, e dessa vez de um jeito normal, mas depois começaram a dançar de novo bem colados, rindo e fazendo brincadeiras.

— Vamos mudar de música, dançar outra coisa — disse Franco.
— Tipo o quê? — respondeu ela.
— Você dança reggaeton? — ele disse, já planejando algo.
— Já ouvi algumas músicas por causa do Rubén, mas nunca dancei.
— Então comigo você vai dançar agora — ele disse, todo seguro, e Susana aceitou.

Franco conectou o celular e colocou várias músicas. Dançavam de um jeito normal, de frente um para o outro, mas depois foram se aproximando mais e dançando de forma mais provocante, até que Susana se virou e Franco a segurou pela cintura. Ela rebolava a bunda e batia contra ele. Franco não podia acreditar, mas estava adorando ao máximo sentir aquela bunda dessa mulherão. Rápido, teve uma grande ereção, e Susana sentia muito bem e continuava rebolando. Franco se aproximou do ouvido dela e cantou a música que estava tocando: “La Pregunta”, do J Alvarez, e ela gostava muito da letra enquanto continuava dando a bunda. Ele começou a procurar os lábios dela e os encontrou, e se beijaram de novo enquanto Susana não parava de se mexer contra ele. Se beijavam como se nunca tivessem beijado ninguém na vida, e Susana já não aguentou mais. Ela se virou e foram para a parede. Franco colocou as mãos na bunda dela e começou a beijar o pescoço, e Susana soltava pequenos suspiros de prazer. Continuaram se beijando até que Susana colocou a mão no zíper dele.

— Desde que você chegou, estou com muito... Curiosidade, o que é que tu tens aí tão duro?" — ela disse.
"Ué, olha só, é todo teu" — ele respondeu.

Ela rapidinho puxou o zíper dele e, numa loucura, baixou a calça dele, ficou admirada com aquela pica enorme que o Franco tinha. Nunca tinha visto uma daquele tamanho, tão grossa, era imensa pra ela. Começou a lamber de cima a baixo enquanto o Franco sentia um prazer danado. Ela continuava lambendo sem parar até que subiu até a cabeça, abriu bem a boca e enfiou tudo, começou a chupar que nem uma doida, porque já fazia tempo que queria dar pra ele, o amigo do filho dela. O Franco não parava de gemer com a chupada da Susana, pegou ela pelo cabelo e ajudava a manter o ritmo. Susana sugava cada vez mais forte, enquanto de vez em quando olhava pro Franco e fazia uma cara perguntando se ele tava gostando do jeito que ela tava fazendo. A cara do Franco mostrava que ele tava adorando.

Ela fez ele sentar no sofá com a calça nos tornozelos, deu mais umas chupadas e colocou os peitos dela na pica dele. Ele puxou um pouco o zíper da frente do vestido dela até a cintura, e ela apertou os peitos em volta da pica dele, e ele começou a meter.

— Tá gostando? — ela perguntou, olhando nos olhos dele.
— Adoro esses teus peitões enormes — ele respondia, sem parar de subir e descer a pica.

Ela se aproximou e começou a beijar ele enquanto ele continuava no dele.

Depois, ela se levantou e, enquanto rebolava bem sensual, foi descendo o zíper do vestido até ele cair no chão. Ele tirou toda a roupa, agarrou ela pela cintura e fez ela deitar de barriga pra cima no sofá. Tirou a calcinha azul que ela tava usando, e ela, sem hesitar, abriu bem as pernas. O Franco começou a lamber aquela buceta tão gostosa que ela tinha. Ela gemia, ofegava, e tava toda molhada.

Ele já não aguentava mais e quis meter. Passou um pouco de saliva na pica dele e pensou em pedir pra ela colocar uma camisinha antes, mas percebeu que ela não tava reclamando de nada. Então começou a enfiar a ponta, e ela suspirava. Dava pra sentir... Garota virgem porque tinha medo de que doeria demais por aquela pica enorme que o Franco tinha, mas depois não ligou mais porque queria ele dentro dela. Franco continuava enfiando mais e mais, e a cada centímetro que entrava, Susana se arqueava entre um pouco de dor e o tesão que sentia, até que Franco entrou o mais fundo possível em Susana, acho que ninguém nunca tinha ido tão fundo nela.
Ele começou a meter e tirar da buceta dela primeiro devagar, e enquanto a excitação subia, ele já não tinha mais pena e a penetrava como um louco, descontando nela. Susana gemia pra caralho.
- Sim… sim… assim continua, minha vida, ai como você me come - ela gritava
- Oh… que gostoso é estar dentro da sua buceta - ele dizia
- Diz que você é minha puta - ele falou com voz autoritária
- Sou sua, eu sou sua maldita puta
- Agora você é só minha, entendeu? - ele dizia, olhando bem perto do rosto dela.
- Vou ser sua pra sempre, de agora em diante, só sua
Ele não parava um minuto, parecia que nunca ia se cansar, e continuava penetrando ela como um doente, até que começou a sentir aquela sensação muito gostosa que avisava que ele estava perto de gozar.
- Aaah… ahh… ah, continua me comendo, não para - ela gritava, toda puta
- Já vou gozar - ele dizia
- Sim… sim… então continua me dando, não para - ela dizia, já fora de si
- Mas tô sem camisinha - ele falava enquanto continuava metendo forte
- Uh… uh… aahh… não importa, cara, goza dentro de mim, quero toda sua porra
Ele ficou bem surpreso, mas aquilo excitou ele pra caralho e ele já não aguentava mais
- Aah… ahh… não aguento mais, vou gozar - ele gritava
- Uuhmm… ah… continua, bebê - ela dizia, chegando também ao orgasmo
- Aaaaahh… aahh… - ele gemia forte enquanto a pica dele soltava jorros enormes de esperma
Susana gemia como uma louca, porque nunca tinha tido um orgasmo assim. Os dois gozaram juntos e os fluidos se misturaram dentro de Susana, enquanto Franco continuava metendo nela, mas cada vez mais devagar até parar. que parou e se deram um beijo profundo. Ela estava muito feliz e satisfeita, e sorria por causa daquela foda incrível que tinham tido. Ele se deitou sobre os peitos dela enquanto recuperavam as forças. Todos suados e cansados, Franco saiu de dentro dela e continuaram se beijando, sem parar, não se contentaram com um único e delicioso orgasmo. Susana pegou na mão dele e o levou até o quarto, e transaram de novo como uns loucos, mas dessa vez não duraram tanto quanto na primeira, mas tiveram um orgasmo muito mais gostoso que o anterior.

Estavam descansando como dois bons amantes, Franco segurava Susana nos braços, com os peitões enormes dela bem apertados contra o peito dele, quando o celular de Franco tocou e ele atendeu.

— Cadê você, doido? — era o Rubén, todo tonto.

— Tô por aí, me perdi — respondeu.

— Aposto que comeu uma cutie bem gostosa — disse Rubén, enquanto também tinha uma daquelas amigas fazendo um boquete nele.

— Claro! Uma cutie muito gostosa, pode crer — ele falou num tom de brincadeira, se referindo à mãe dele, enquanto Susana ria e beijava o pescoço dele.

— Ah, você campeonou de novo, que bom pra você. Só liguei pra saber se tava bem — disse ele.

— Tô mais que bem, te garanto, tô bem “acompanhado” — respondeu Franco.

— Aa então vou deixar você, também tenho um “assunto” pra resolver, tchau — e desligou.

Enquanto isso, Franco e Susana não paravam de se beijar e riam do que tinham feito e daquele “pequeno segredo” que agora iam esconder do Rubén: que talvez ele pudesse ganhar “um irmãozinho”.

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