Me chamo Brian e sou um cara da rua, cresci nela e não me interessa mais nada. Não vou negar que adoraria ter a vida de quem sobra grana, mas aqui tô bem, com os manos a gente se apoia em tudo e se alguém se fode, todo mundo pula junto.
Quando a gente para na Retiro ou na Constitución, já sabe o que rola nos banheiros. Desde moleque vi isso como um jeito bom de juntar uma grana, afinal, não tenho nojo, e se eles abusarem, quem paga são eles. Então nos banheiros, fico mijando nos mictórios do lado dos caras que dá pra ver que são uns comedores de rola e mostro a pica, deixando um espaço pra eles verem. Não sou metido, mas tenho uma bem grande pra ser um cara. Vários velhos têm a mania de chupar ela mole, porque já é grossa e comprida, e balança sobre umas bolas grandes que eles também chupam com tudo. E o melhor jeito de contato é esse mesmo: quando me veem, começam a bater punheta e eu dou abertura pra, por uns trocados, chuparem ela nos cubículos ou num canto escuro. Eles aceitam com medo de serem pegos chupando um pivete, mas correm o risco. Meus amigos também tão nessa. Quando aparece algum muito otário, a gente limpa ele entre todos e ele some.
De todas as vezes que ganhei uma grana assim, lembro de um cara que levei pros trilhos. Tava escuro pra caralho e o cara cagado de medo, mas a carteira era gorda. Me deu $100 e minha pica foi toda dele. Ele abaixou meu moletom azul que sempre uso e, de joelhos, começou a lamber devagar, chupou minhas bolas e quando eu fiquei duro, não parou até eu soltar toda a porra que ele engoliu sem derrubar uma gota. Enquanto isso, ele batia uma e gozava no chão, depois foi embora.
Outros são uns velhos tarados do caralho, cheios de tesão. Um de uns trinta anos também ia chupar minha pica de madrugada num sábado, nos arredores da estação. Me perguntou há quanto tempo eu não tomava banho e eu falei que se ele ia chupar, não era Isso não importava, e ele me respondeu que era melhor pra ele, porque adorava o cheiro de cock dos caras da rua. Então, antes de chupar, ele me apalpou todo, pegava no meu volume e dizia: "Vamos ver, pivete, o que você tem pendurado aqui...". Eu, entrando no jogo pra esquentar mais ainda, me fazia de mais esperto. "Quer chupar minha cock, véio? Quer comer minha pica?" E eu abaixava um pouco meu moletom pra ele ver e tocar nos meus guys e na base da cock. "Olha, viado, o que você vai comer. Chupa minha cock, vai, limpa ela toda." E eu tirei a poronga, não totalmente dura, pra ele apreciar melhor. Ele cheirou por um tempo, não parava de suspirar, esfregava no rosto dele e mordiscava minhas bolas. Ele queria que eu comesse ele, mas não aceitei; ia broxar porque não me dava tesão fazer aquilo com ele. Então ele chupou por um bom tempo, e pra gozar pediu pra eu fazer no ass dele. Ele abaixou um pouco a calça jeans, eu encostei e deixei a cum escorrendo pelo buraco dele. Ele me pagou e vazou na hora, quase tinha o dobro da minha idade e, se fosse pego, a vida dupla dele ia pro saco.
Os caras sabem que a gente de rua deixa chupar, mas nunca chupamos e ninguém deixa comer. Um empresário mês passado me levou num BMW pro apartamento dele em Puerto Madero. Eu também me arrisco o tempo todo, mas a necessidade de grana tá todo dia, nenhum de nós vive de graça. Prefiro que chupem minha cock do que roubar velhos. Quando chegamos, sem ninguém ver, subimos pro apartamento gigante que ele tinha e começou tudo. De cara, ele me deu $300 e disse que depois me dava mais. Ele me tocava o corpo todo, metia a mão por baixo do moletom e amassava minha bunda, colocou um pornô e pediu pra eu tirar tudo e ficar pelado como se fosse minha casa. Fiz isso e fomos pra jacuzzi. Lá, ele me perguntava de tudo e pedia pra eu contar experiências com caras enquanto ele se punhetava. Contei várias, minhas e dos meus amigos. Ele ficava excitado em saber das primeiras vezes, se eu já tinha visto a dos outros, como os outros caras ficavam com tesão, etc. Quando já Tava muito bonner, me fez parar na jacuzzi e quis comer meu cu. Apoiei na cara dele e ele chupou meu buraco com maestria, depois as bolas e o pau por último, mas sempre sem gozar. Daí fomos pra cama e ele quis que eu comesse ele. Como eu sabia que o cara tinha muita grana, aceitei. Salivei o cu dele e enfiei pra dentro. Ele tava de quatro, me olhando pelo espelho que tinha na cabeceira da cama. Comi ele por um bom tempo em várias posições. Antes de gozar, ele pediu pra eu tirar e gozar na boca dele, mirando no rosto. Então fiz isso e ele engoliu tudo em jatos, ficou todo melado, mas chupou até a última gota que escorria pelo peito dele.
Não quis que eu fosse embora e me ofereceu mais 300 se eu ficasse pra dormir. Aceitei, até porque o cara não era enjoado, percebo na hora se tem cara de doido e esse não tinha. Dormi a noite toda como um rei naquela cama enorme, e o cara dormiu acariciando minha bunda, ele ficava louco porque eu era lisinho, só tinha pelo no pau.
Acordei com o cara chupando meu cu e batendo uma punheta. Gozou na hora sem eu fazer nada, acordar do lado de um moleque da rua pelado na cama dele foi demais pra ele. Pegou o carro e me deixou na 9 de Julho, disse que ia me recomendar pros amigos dele que também tinham muita grana.
Quando a gente para na Retiro ou na Constitución, já sabe o que rola nos banheiros. Desde moleque vi isso como um jeito bom de juntar uma grana, afinal, não tenho nojo, e se eles abusarem, quem paga são eles. Então nos banheiros, fico mijando nos mictórios do lado dos caras que dá pra ver que são uns comedores de rola e mostro a pica, deixando um espaço pra eles verem. Não sou metido, mas tenho uma bem grande pra ser um cara. Vários velhos têm a mania de chupar ela mole, porque já é grossa e comprida, e balança sobre umas bolas grandes que eles também chupam com tudo. E o melhor jeito de contato é esse mesmo: quando me veem, começam a bater punheta e eu dou abertura pra, por uns trocados, chuparem ela nos cubículos ou num canto escuro. Eles aceitam com medo de serem pegos chupando um pivete, mas correm o risco. Meus amigos também tão nessa. Quando aparece algum muito otário, a gente limpa ele entre todos e ele some.
De todas as vezes que ganhei uma grana assim, lembro de um cara que levei pros trilhos. Tava escuro pra caralho e o cara cagado de medo, mas a carteira era gorda. Me deu $100 e minha pica foi toda dele. Ele abaixou meu moletom azul que sempre uso e, de joelhos, começou a lamber devagar, chupou minhas bolas e quando eu fiquei duro, não parou até eu soltar toda a porra que ele engoliu sem derrubar uma gota. Enquanto isso, ele batia uma e gozava no chão, depois foi embora.
Outros são uns velhos tarados do caralho, cheios de tesão. Um de uns trinta anos também ia chupar minha pica de madrugada num sábado, nos arredores da estação. Me perguntou há quanto tempo eu não tomava banho e eu falei que se ele ia chupar, não era Isso não importava, e ele me respondeu que era melhor pra ele, porque adorava o cheiro de cock dos caras da rua. Então, antes de chupar, ele me apalpou todo, pegava no meu volume e dizia: "Vamos ver, pivete, o que você tem pendurado aqui...". Eu, entrando no jogo pra esquentar mais ainda, me fazia de mais esperto. "Quer chupar minha cock, véio? Quer comer minha pica?" E eu abaixava um pouco meu moletom pra ele ver e tocar nos meus guys e na base da cock. "Olha, viado, o que você vai comer. Chupa minha cock, vai, limpa ela toda." E eu tirei a poronga, não totalmente dura, pra ele apreciar melhor. Ele cheirou por um tempo, não parava de suspirar, esfregava no rosto dele e mordiscava minhas bolas. Ele queria que eu comesse ele, mas não aceitei; ia broxar porque não me dava tesão fazer aquilo com ele. Então ele chupou por um bom tempo, e pra gozar pediu pra eu fazer no ass dele. Ele abaixou um pouco a calça jeans, eu encostei e deixei a cum escorrendo pelo buraco dele. Ele me pagou e vazou na hora, quase tinha o dobro da minha idade e, se fosse pego, a vida dupla dele ia pro saco.
Os caras sabem que a gente de rua deixa chupar, mas nunca chupamos e ninguém deixa comer. Um empresário mês passado me levou num BMW pro apartamento dele em Puerto Madero. Eu também me arrisco o tempo todo, mas a necessidade de grana tá todo dia, nenhum de nós vive de graça. Prefiro que chupem minha cock do que roubar velhos. Quando chegamos, sem ninguém ver, subimos pro apartamento gigante que ele tinha e começou tudo. De cara, ele me deu $300 e disse que depois me dava mais. Ele me tocava o corpo todo, metia a mão por baixo do moletom e amassava minha bunda, colocou um pornô e pediu pra eu tirar tudo e ficar pelado como se fosse minha casa. Fiz isso e fomos pra jacuzzi. Lá, ele me perguntava de tudo e pedia pra eu contar experiências com caras enquanto ele se punhetava. Contei várias, minhas e dos meus amigos. Ele ficava excitado em saber das primeiras vezes, se eu já tinha visto a dos outros, como os outros caras ficavam com tesão, etc. Quando já Tava muito bonner, me fez parar na jacuzzi e quis comer meu cu. Apoiei na cara dele e ele chupou meu buraco com maestria, depois as bolas e o pau por último, mas sempre sem gozar. Daí fomos pra cama e ele quis que eu comesse ele. Como eu sabia que o cara tinha muita grana, aceitei. Salivei o cu dele e enfiei pra dentro. Ele tava de quatro, me olhando pelo espelho que tinha na cabeceira da cama. Comi ele por um bom tempo em várias posições. Antes de gozar, ele pediu pra eu tirar e gozar na boca dele, mirando no rosto. Então fiz isso e ele engoliu tudo em jatos, ficou todo melado, mas chupou até a última gota que escorria pelo peito dele.
Não quis que eu fosse embora e me ofereceu mais 300 se eu ficasse pra dormir. Aceitei, até porque o cara não era enjoado, percebo na hora se tem cara de doido e esse não tinha. Dormi a noite toda como um rei naquela cama enorme, e o cara dormiu acariciando minha bunda, ele ficava louco porque eu era lisinho, só tinha pelo no pau.
Acordei com o cara chupando meu cu e batendo uma punheta. Gozou na hora sem eu fazer nada, acordar do lado de um moleque da rua pelado na cama dele foi demais pra ele. Pegou o carro e me deixou na 9 de Julho, disse que ia me recomendar pros amigos dele que também tinham muita grana.
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10 comentários - Gostosão da rua