Cuidando do meu irmãozinho (4, o Grande Final de Setembro)
Antes do mês acabar, eu já sentia que aquele setembro ia ficar marcado na minha memória como um dos mais excitantes da minha vida. Comecei o mês meio entediada e ansiosa por novas experiências. E com certeza consegui!
Realizei uma das fantasias mais safadas que já tive em muito tempo, toda focada no meu querido irmãozinho. Depois de, guiada pelas minhas leituras e pela minha própria imaginação, ter matutado na minha cabeça a ideia de possuir ele, de transar com ele e, de fato, ensinar e instruir ele nos prazeres do "amor", me propus a conseguir. E consegui.
Desde a primeira noite em que tomei pra mim a virgindade do meu irmãozinho Sandro, o primeiro ménage em que fiz ele ficar com outra mina, a Raquel, e a primeira vez que ele experimentou com um cara, o Jorge, as ocasiões e os encontros foram ficando cada vez mais frequentes, mesmo agora que ele já tava na faculdade e nossos pais passavam a noite em casa.
Mas nós dois, seja juntos ou separados, sempre arrumávamos tempo pra curtir, e a presença dos nossos pais não era empecilho. Na verdade, os dois adoravam o tesão de fazer isso com eles em casa...
E é que meu irmãozinho, que eu tinha me proposto a ensinar, acabou sendo um aluno muito bom, e ainda, graças à minha "terapia" particular, perdeu boa parte da timidez dele. Também deu certo meu desejo de torná-lo bissexual, porque vi ele dividindo a cama não só com minhas amigas liberais, que agora também eram amigas dele (como a Raquel e a Isabel), mas com caras também... E como bons irmãos, continuávamos dividindo amantes de vez em quando, em ménages e em casais duplos.
As experiências dele, compartilhadas comigo ou já "voando solo", se acumulavam e eu me sentia feliz por ter conseguido que meu irmãozinho curtisse tanto quanto eu esse grande prazer da vida que é o sexo.
E, ao começar a última semana, comecei a pensar em terminar o mês com algo especial, queria fazer algo que fosse ainda mais longe do que ele e eu já tínhamos experimentado até então…
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A ideia veio naquela noite ainda quente de quinta-feira. Naquele dia, não tinha vontade de sair e fiquei sozinha em casa, vendo um filme. Meu irmão estava fora e, claro, meus pais também não estavam em casa.
A decisão de não sair começou a pesar por volta da meia-noite… Não estava com sono, mas quando comecei a pensar, a divagar, tentando imaginar algo grande e especial pra fazer como um canto de cisne daquele mês tão excitante… Fui me esquentando. E ia aproveitar pra colocar um filme pornô quando ouvi o som de umas chaves.
Eu, por reflexo, mudei de canal, desliguei a televisão e o abajur que estava ao lado do sofá e fui me esconder atrás de umas cortinas. Estranhei meus pais voltarem naquela hora, mas preferia que não me pegassem caso fossem eles, e essa tática já tinha me livrado em algumas ocasiões.
Duas figuras entraram sorrateiras na escuridão. Da minha posição, conseguia vê-las, já que a pouca luz que entrava pelas janelas caía direto na parte da sala onde estavam as portas que levavam pra fora e pra cozinha, enquanto eu ficava quase toda oculta. O cuidado com que entraram e tão silenciosas me fez entender que não podiam ser meus pais. Devia ser o Sandro, e ele vinha com alguém… Poderia ter aparecido sem problemas, mas não sei por que, pensei que o melhor era ver o que eles iam fazer. Ver como o Sandro era quando não estava me vendo.
— Parece que não tem ninguém — ouvi a voz do meu irmão, sussurrando — Minha mãe sempre deixa a bolsa dela aqui, nesse móvel perto da porta, e não está. Minha irmã não sei se saiu, mas por ela não precisamos nos preocupar.
Percebi a outra figura assentindo, embora não conseguisse distinguir bem nada dela. Meu irmão e seu acompanhante mal Eram duas silhuetas irreconhecíveis entre as outras sombras. Uma delas se aproximou da outra, rodeando-a por trás e, pelo que pude ouvir, começando a beijar seu pescoço. A outra se deixava fazer. Eu comecei a ficar muito excitada... Queria que acendessem a luz para poder espiá-los melhor.
— Não devíamos ir pro teu quarto?
Aquela voz não era a do meu irmão. E, embora soasse fraca e suave, não tive dúvidas: era a voz de um garoto. Sorri. Com um pouco de sorte, meu irmãozinho me presentearia, sem saber, com uma das minhas cenas de sexo entre homens tão apreciadas. Ver dois caras sempre me excitou e, sendo um deles meu irmãozinho... Além disso, me pareceu que aquela voz, que não me lembrava ninguém conhecido, era a do que estava por trás. Minhas suspeitas foram confirmadas quando, enquanto a sombra de trás beijava novamente a nuca da outra, esta falou com um timbre de voz que, ao contrário, me era mais que familiar:
— Ainda não precisa. Provavelmente meus pais demorem uma hora ou duas pra voltar...
Não consegui evitar sorrir. Sim, pensei, fiquem aí e me deleitem...
Os dois foram até o sofá e o outro, quem quer que fosse, empurrou meu irmão para que ficasse deitado contra ele enquanto se colocava logo em cima. Os dois ficaram reclinados, com Sandro embaixo e o outro em cima. Custava a enxergá-los bem, mas não havia dúvida de que estavam se beijando... Senti os primeiros sinais da minha excitação na minha calcinha quando passei os dedos sobre ela. A única coisa que lamentava era não ter mais luz.
Então, para minha alegria, como se respondesse ao meu desejo não dito, a luz se acendeu. E foi o amigo do Sandro quem estendeu a mão para acender o pequeno abajur que estava ao lado do sofá. Num primeiro momento, não consegui distingui-lo, embora ele tivesse a pele moreninha e o cabelo preto. Estava totalmente sobre meu irmãozinho, devorando sua boquinha com vontade. Meu irmãozinho brincava com a língua do intruso e, enquanto a deixava entrar, acariciava suas costas e quadris. O amante dela, levantando a camiseta dela, que já deixava à vista um tórax bem definido... Ainda não sabia quem era nem se o conhecia, mas com certeza, pensei, lambendo os lábios, meu irmãozinho sabe escolher.
Foi quando eles se separaram e ele ficou de joelhos em cima do meu irmãozinho que o reconheci. Chamava-se Rubén e era um amigo do Jorge. Não sabia muito sobre ele e só o tinha visto duas vezes. A verdade é que ele não era nada mal... Meu julgamento se confirmou quando ele tirou a camiseta, deixando à mostra seu corpo musculoso.
— Você gosta? — ouvi ele perguntar ao Sandro.
— Sim...! — respondeu ele, claramente excitado.
Meu irmão se levantou com a ajuda do Rubén, ficando sentado debaixo dele, e começou a beijar aquele ventre firme, percorrendo com a língua os músculos marcados, brincando no umbigo, subindo até os peitorais... Enquanto ele acariciava o cabelo do meu irmãozinho e descia, continuando com as bochechas.
— Assim, assim bebezinho — dizia ele, o que já terminava de me excitar — Faz do jeito que sua pussy sabe que ele gosta.
Meu irmãozinho continuou e ele se abaixou um pouco para colocar os mamilos, que já estavam durinhos, ao alcance dos lábios do meu irmão, que os chuparam como um bebê faria com os da mãe.
Então Rubén o separou e o fez tirar a camiseta antes de beijá-lo de novo na boca. Me deu tesão ver como, depois de se separar do novo beijo e aproveitando que estava mais alto, Rubén acumulou saliva nos lábios e deixou cair, segurando Sandro para que caísse na boquinha aberta dele. Meu irmão não resistiu, mas sim, muito gostoso, pegou o néctar que chegava, engolindo. Eles ainda fizeram isso mais umas duas vezes.
Vendo eles, tive que começar a me tocar, suavemente e por cima da roupa, mas não podia mais adiar... Eles me deixaram completamente excitada.
Sandro então se deitou no sofá, apoiando as costas no braço do sofá para que a cabeça e os ombros ficassem elevados. Rubén avançou, até ficar sobre o peito dele com as pernas. ajoelhadas ao redor dele. Ele pegou a cabeça do meu irmãozinho e a guiou até o pacote dele, que se marcava pelo tecido da calça. Sandro não hesitou em começar a beijar e lamber, e dava pra ver perfeitamente como ele reagia, endurecendo ainda mais do outro lado.
— Muito bem, bebezinho — disse Rubén com um tom bem sugestivo e lascivo — Parece que você quer que sua buceta te dê a mamadeira de novo.
— Sim, papai — respondeu meu irmãozinho.
Rubén acariciava a bochecha direita do meu irmão enquanto, com a outra mão, abaixava o zíper e tirava, pela calça, o pau dele... Que era imenso. Só uma ou duas vezes eu tinha visto um cara tão dotado... Era grande, tão grande que precisaria de pelo menos duas mãos pra segurar, e grosso, muito grosso... Minha boca encheu d'água ao ver aquilo e eu invejei a posição do meu irmãozinho.
Sandro não perdeu tempo e logo estava enfiando toda aquela imensidão na boquinha dele. Era inacreditável, mas era tão grande que mal cabia mais da metade. Mesmo assim, ele ficou um bom tempo com aquele meio falo enchendo a boca dele por completo, até que teve que se afastar, ofegante, pra respirar.
— Adoro sua boquinha — comentou Rubén.
Sandro não respondeu com palavras, mas sim enfiando de novo a cabecinha daquele pau na boca, onde começou a brincar, rodeando com a língua enquanto começava a masturbar ele com as duas mãos. Eu já sabia que meu docinho de irmão tinha pegado um baita gosto por chupar paus... Alguns dos nossos amantes mútuos, como o Jorge, tinham me contado quando eu perguntava... Lembrando dos sofrimentos que ele tinha antes de posar os lábios pela primeira vez no do Jorge, fiquei feliz com a mudança... E me disse que era eu a responsável por Sandro ter descoberto a paixão dele por fazer boquetes... Tinha transformado meu irmão mais novo num comedor de paus ansioso. E eu adorava.
Sandro continuou por um bom tempo. Claramente não se cansava de ter aquele pauzinho só pra ele... Lambeu e relambeu a cabeça, que já brilhava na luz fraca. luz da lâmpada quando ele tirava o pau da boca pra percorrer com a língua o grande mastro, chegando até as bolas, que massageava e saboreava na mesma medida.
- Assim, assim, chupa, bebezinho, não para de chupar...
Dizia Rubén entre gemidos mal contidos de prazer enquanto continuava acariciando os cabelos do meu irmãozinho. E, num movimento repentino, agarrou o pau com força e, fazendo ele ficar parado, colocou a ponta do pau na boca dele e começou a foder a boca dele com rapidez.
Meu irmãozinho se deixou levar e só se apoiou nos braços pra não cair com o empurrão do amante e abriu o máximo possível a boquinha dele. Mal mais da metade do tronco sumia entre os lábios dele e a ponta devia chegar até a garganta...
- Isso, isso! - Rubén parecia à beira do clímax.
Sandro estava de olhos fechados e eu sabia que ele tava curtindo... Eu também, meus dedos, sem eu quase perceber, tinham passado pela minha calcinha e já acariciavam minha bucetinha liberada... Tive que me segurar pra não me entregar com meus gemidos.
Finalmente, Rubén tirou o pau da boca e, pelo que deu pra ver, não tinha gozado. Se levantou e tirou os sapatos e a calça. Ficando nu, já que pelo visto não usava cueca. Ajudou meu irmão a se levantar e o despiu... Sandro ficou parado enquanto Rubén deslizava a calça e a cueca dele, deixando o pau dele também duro à mostra. Quando tirou os sapatos e a roupa, Rubén sentou na borda do sofá e colocou Sandro de pé, de costas pra ele e meio curvado. Eu não entendia pra que queria aquela posição.
Então Rubén se inclinou pro meu irmão e usou as mãos pra abrir as nádegas dele. Assim conseguiu acesso ao cuzinho do Sandro, que começou rapidamente a lamber, percorrendo as paredes internas das nádegas dele e se concentrando na entradinha. Ao mesmo tempo, meu irmãozinho começou a se masturbar enquanto, pelo jeito de se lamber, já imaginava que queria que Rubén passasse pra algo mais. Ele atendeu o pedido e parte, começando a enfiar um, dois e até três dedos na bunda dele enquanto a outra mão substituía a do Sandro no pau dele. Mas meu irmãozinho (e eu também) queria que a coisa andasse.
— Ah, papai — disse Sandro — Quero você dentro de mim.
— Sim, bebezinho?
— Sim, agora!
Essa foi a hora do Rubén responder com ações e não com palavras. Ele se afastou e fez meu irmãozinho virar, ficando de frente pra ele. E enquanto se sentava bem, encostado no encosto, puxou o amante dele pra cima do sofá, pra ficar por cima dele. Sandro ficou de joelhos em cima do Rubén enquanto ele voltava a beijá-lo e guiava a ponta do pau imenso dele na entradinha do meu irmão.
Vendo aquele glande enorme em contraste com o cuzinho pequeno do meu Sandro, fiquei surpresa que conseguisse entrar. Mas entrou, sim. Meu irmãozinho foi descendo enquanto Rubén segurava o mastro dele pra manter firme. Comecei a enfiar meus dedinhos bem na hora em que via o momento excitante daquela rola grande sendo, devagar mas sem parar, enfiada na bunda do meu irmãozinho.
Meu irmãozinho devia se sentir partido ao meio por aquela coisa imensa e apertava os dentes pra não mostrar com algum gemido a dor da bunda dele sendo furada. Rubén ajudou, masturbando ele enquanto ficava parado um instante, totalmente penetrado por aquela rola grande, antes de começar a cavalgar o amante.
Ele começou a quicar em cima do Rubén e eu podia ver perfeitamente aquela rola grande saindo e entrando no meu irmãozinho enquanto ele gemia sem vergonha nenhuma como uma putinha que tão comendo... E olha, tavam dando mesmo com gosto.
— Ah, pussy, pussy! — ele dizia.
— Tá gostando, hein, meu bebezinho?
— Sim!
Nessa hora, Rubén se levantou, colocando os joelhos do meu irmão em volta da cintura dele enquanto ele se segurava nos ombros. E enquanto voltava a beijá-lo, foi até a mesa onde o deitou de barriga pra cima, acelerando os movimentos de penetração. Eu masturbava ele com mais força. Na mesa, a luz da janela batia direto neles e eu via ainda melhor… Meu irmão gemia de prazer e só pedia mais e mais… Rubén também ofegava.
E então meu irmãozinho gozou… Vi o pau dele tremer e se esvaziar sobre o próprio peito e barriga. O esperma brilhava levemente na pele dele sob a luz dos postes que entrava pelos vidros. Sandro ficou ofegante na mesa enquanto Rubén acelerou as estocadas e, ao mesmo tempo, recolheu o gozo do meu irmão… Pensei que ia lamber tudo, mas ele foi juntando pra dar pro meu irmãozinho, que chupou os dedos dele com avidez.
E Rubén não durou muito mais, mas antes de gozar, tirou o pau e, pegando meu irmãozinho, levou ele de volta pro sofá, deitando ele na mesma posição de antes, quando tinha chupado ele. Depois, montou em cima e enfiou de novo na boca dele, mas agora metendo com ainda mais gosto…
Nessa hora, eu também sentia um orgasmo chegando, e meus dedos entravam e saíam fácil da minha bucetinha molhada. Senti meus fluidos banharem meus dedos, me segurando pra não me entregar com meus gemidos, enquanto via Rubén esvaziando o pau na carinha do meu irmão, molhando as bochechas e os lábios dele com o esperma…
— Aqui tá seu gozo, meu bebê — ele disse quando terminou, enquanto arrastava os jatos de porra com o pau até a boquinha do meu irmãozinho.
Acho que iam continuar, mas nessa hora ouviram passos… Nossos pais? Eles, assustados, não ficaram pra ver, pegaram a roupa e sumiram na hora pelo corredor. Ouvi a porta do quarto do meu irmão abrir e fechar. Mas não eram meus pais. Ninguém entrou.
Eu aproveitei pra ir fechar e abrir a porta. Assim eles iam pensar que alguém tinha chegado e, se saíssem, eu diria que era eu, pra eles não saberem que eu tinha visto tudo. Mas, por enquanto, sentei no sofá, ofegante depois do meu orgasmo silencioso, mas não menos gostoso… Ver meu irmãozinho Com um garanhão daqueles, que com aquela pica bem merecia o nome, tinha sido…
E pensei… Da próxima vez vou entrar, aquela “piroca” também tenho que provar… Sim, e que venha o Jorge, três contra uma… Bom, vou pedir ajuda da Raquel… E da Isabel, assim, três contra três… E então, enquanto ria mentalmente com o que no começo só achava que era brincadeira, de repente vi… Sim, já sabia o que queria fazer. E aquele sábado, de manhã na verdade pelo horário, era o dia perfeito… Ia ser uma verdadeira orgia. Todo mundo com todo mundo. Isso seria o toque final perfeito para este mês.
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Fiquei a sexta-feira inteira pensando, excitada com meu novo plano. Minha primeira orgia… Realmente, naquele momento não entendia como nunca tinha me ocorrido antes. Já tinha tido muitas experiências, mas nunca com mais de um casal…
Ao longo do dia fui fazendo uma série de ligações e fui convocando minhas amizades mais “queridas” e liberais… Isabel, Jorge, Raquel, Luís, Ana… E o Jorge topou trazer o Rubén. Mas tirando o Jorge, que tive que pedir pra trazer o amigo dele, e esse amigo, nenhum dos outros sabia que os demais estariam lá… Nem mesmo meu irmãozinho, pra quem só falei que tinha um plano especial pra “nós dois” no sábado de manhã… Nenhum deles colocou objeção e todos aceitaram vir. Impecável. A primeira parte do meu plano se cumpriu perfeitamente. Enquanto fazia essas ligações já estava ficando excitada… E lembrando da noite passada ainda mais… Desde a primeira vez que estivemos eu, o Jorge e o Sandro, não tinha feito nada tão obsceno, muito menos algo que fosse ainda mais…
E agora, íamos ser oito, oito ao mesmo tempo gozando num caos prazeroso de sexo…, passei a língua nos lábios enquanto, deitada na minha cama, levava os dedos de novo à minha bucetinha molhada… Lembrava das minhas experiências com cada um deles… Isabel, minha melhor amiga, com quem já tinha dividido muitos amantes; Raquel, companheira de jogos tarados; Ana, a irmã ruiva da Isabel, toda uma docinha pervertida… Os caras… Jorge, bem dotado, me deixava louca quando mostrava, porque às vezes comparavam ele com uma mangueira; Luís, tinha o dom da imaginação… Sandro, meu querido irmãozinho… só o Rubén ia ser a primeira vez que eu provasse… E pelo que vi, tava doida. Não conseguia parar de pensar em tudo que podia fazer… Não faltava nem um dia, mas pra mim parecia que faltava uma eternidade pra realizar meu desejo… O consolo que eu guardava na gaveta me aliviou naquele momento, pra encarar a longa espera…
Finalmente, chegou o sábado. Ao acordar na minha cama, sorri vendo o relógio brilhando no criado-mudo, me mostrando que em uma hora eu ia realizar meu desejo. Esse dia era perfeito pros meus planos… A gente tava sozinho em casa, como de costume, e era um dia que eu sabia que todo mundo podia vir.
Tomei um banho pra espantar o resto do sono e, depois, decidi vestir algo especial… Um lindo conjunto de lingerie branca que tava esperando há tempos por uma “ocasião”. Era essa, pensei. E por cima, um roupão de seda leve que deixava tudo transparente. Me olhei no espelho do banheiro depois de me arrumar… Tava tão excitada que eu mesma despertei ainda mais meu desejo…
Meu irmãozinho acordou quarenta minutos depois e, quando veio pra cozinha preparar o café da manhã, ficou impressionado ao me ver…
— Você tá… — ele hesitou um momento, procurando a palavra certa — Muito gostosa.
— É que hoje vai ser um dia especial — falei.
— Por quê? — ele perguntou, e com um tom mais insinuante — Ah! Cê tem algo em mente?
— Pode ser — respondi.
Ele ia responder alguma coisa quando bateram na porta, e fui abrir enquanto ele terminava o café e as duas torradas. Será que já era algum dos que eu tinha chamado?… Tavam chegando cedo nesse caso… Mas eu mesma entendia… Tava ansiosa pra que todo mundo chegasse pra começar… Tava muito excitada, fazia vários dias sem nada.
Quando abri a porta, sorri. Eram a Isa, a Raquel, a Ana e o Luís. Quatro, que coincidência magnífica terem chegado ao mesmo tempo.
—Pô! Entrem! —convidei.
Eles entraram, embora parecessem meio surpresos por terem se encontrado. Só faltavam Jorge e Rubén, que deviam vir juntos. Show.
—Que bom que já chegaram —falei pra quebrar o gelo—. Nossa festa vai começar quando Jorge e Rubén chegarem.
Meu irmão, que entrou da cozinha, também estava meio desconcertado com a "avalanche" inesperada de gente.
—Quantas pessoas você convidou? —Luís me perguntou.
—Vamos ser oito pra jogar —respondi com voz safada—. Porque todo mundo sabe pra que estamos aqui, né?
—Todo mundo? —Raquel perguntou.
—Sim...! —respondi—. Mas sentem-se, fiquem à vontade —sugeri.
Elas sentaram no sofá... Pareciam meio nervosas no geral, mas com certeza não foram embora. Luís, que sentou numa das cadeiras ao redor da mesa, tava claramente animado; meu irmão, Sandro, parecia não saber o que fazer.
—Acho que ninguém aqui tem problema com o plano —falei, me aproximando do sofá, onde me fizeram um espaço, ficando sentada entre Isabel e Ana.
—Sei lá... —Isabel interveio—. Eu nunca fiz nada assim...
—As primeiras vezes são das melhores —falei e, decidindo que não precisava esperar mais ninguém pra começar, me aproximei dela e beijei seus lábios de leve, acariciando suas bochechas e, depois de fazer ela olhar pra mim, abrindo sua boca e metendo a língua, passei a beijá-la de língua.
Ela correspondeu, devolvendo na boquinha dela o jogo de língua e começando a acariciar minhas costas e quadris por cima do vestido. Senti as mãos da irmã dela me acariciando por trás, as mãos dela chegando na minha bunda. Raquel, por outro lado, envolveu Isa com os braços e começou a acariciar a barriga dela, subindo até os peitos.
Fui abrindo a blusa de Isa enquanto nas minhas costas sentia Ana se levantar e ouvi ela baixar o jeans que tava usando e se pelar. Raquel me ajudou, tirando a peça de Isa e depois desabotoando e tirando também o sutiã dela, deixando aqueles peitos lindos à minha vista, desci na hora pra começar a chupar os mamilos dela entre meus lábios… Foquei no peito esquerdo dela e puxei a irmã, que estava quase atrás de mim, pra ficar no outro. Ela hesitou um instante e eu entendi que entre as duas irmãs nunca tinham feito nada… Mas pra mim o lance do incesto já era um plus e não um problema, e não soltei ela até que ela envolveu o mamilo direito da irmã com os lábios e começou a chupar igual um bebê. Raquel, enquanto isso, começou a beijar a Isa, se despindo ao mesmo tempo. Tudo tava começando, engrenando… No quarto a temperatura tava subindo e meu desejo tava se realizando.
Levantei o olhar, largando por um momento o delicioso seio da Isabel pra ver o que os nossos dois “males” presentes estavam fazendo. Meu irmãozinho ainda parecia meio envergonhado, mas não perdia nada e notei que ele tava devorando com os olhos o corpo já totalmente peladinho da Raquel. Luís, embora ainda estivesse no lugar dele, sentado na cadeira, tinha tirado a calça e a cueca e se tocava sem vergonha no pau ereto. Fiz um sinal pra eles se aproximarem.
— Vocês dois, tão esperando o quê? — perguntei pra eles.
Ia falar mais alguma coisa, direcionada pro meu irmãozinho, pra encorajar ele, quando a Ana me puxou pra perto e começou a me beijar com paixão enquanto as mãos dela no meu ombro faziam o roupão que eu usava cair. Pelo canto do olho, vi a Raquel fazer o mesmo com a Isa, enquanto por trás amassava e massageava os peitos dela.
Mas focando no que ela tava fazendo, comecei a devolver o jogo de língua pra Ana enquanto, rodeando o corpo dela com minhas mãos, acariciava as costas dela e apertava ela contra mim. E a gente tava assim, as duas, quando o Luís se aproximou de nós, já totalmente pelado. Parando em pé, ele se abaixou e a Ana passou a beijar ele na boca enquanto eu me inclinei pra frente pra ficar bem na frente do pau dele. Entrecruza. Uma das mãos da Ana já estava envolvendo o pau dele, então eu fui amassar as bolas dele e, depois de lamber, mandei os dedos da minha mão direita percorrer a bunda dele em busca da entradinha escondida…
Olhei o que os outros estavam fazendo. A Raquel, se jogando pra trás, tinha sentado no braço do sofá, puxando a Isabel pra que, deitada meio de lado, ela acariciasse e beijasse a buceta dela. E meu irmãozinho Sandro tinha levantado a saia e a calcinha da Isa e já tinha mergulhado entre as pernas dela do jeito que ele também sabia fazer.
Naquele momento, eu temi que minha querida orgia de todo mundo com todo mundo se dividisse em dois trios, então tomei uma atitude. Troquei minha mão direita pela esquerda, com a qual comecei a explorar o buraquinho do Luís enquanto a Ana já estava chupando ele, e com a primeira eu abaixei a calça e a cueca do meu irmão, passando a envolver o pintinho dele e, suavemente, masturbá-lo. E naquele momento, pra minha satisfação, o Luís alcançou a bunda do meu irmão e acariciou as nádegas dele, dizendo:
— Essa bunda gostosa que eu vejo e ainda não pude provar nunca.
— Bom — eu falei — Hoje vai ser sua chance.
Não poderia ter dito mais nada mesmo se quisesse, porque naquele instante, a Ana puxou minha cabeça pra baixo e, depois de um momento me posicionando, me vi de frente pra entrecruza dela. Aqueles lábios rosadinhos com a coroa de pelinhos ruivos me chamavam aos gritos e eu não ia deixar eles esperando…
Mergulhei na bucetinha da Ana e comecei a chupar, de quatro na frente do sofá. Já tava molhada e pude sentir os primeiros joguinhos dela, fruto da excitação e de que ela já tinha começado a se tocar antes… A buceta dela me encantava, já tinha provado, e o melhor era aquele clitóris enorme que ela tinha, quase parecia um pintinho minúsculo e, desejosa dele, rapidamente envolvi ele com meus lábios enquanto meus dedos acariciavam a rachinha dela e a linha fina das nádegas, mergulhando na outra portinha dela.
A Ana teria gemido se pudesse, mas a boca dela A boquinha dela tava ocupada com a ferramenta do Luís, que já tava gemendo de prazer com o jogo de língua da ruiva em volta da glande dele. Ao mesmo tempo, ele tava enfiando dois dedinhos no cu do meu irmão, que por sua vez continuava ocupado saboreando a entrada da Isa, que tava fazendo o mesmo favor pra Raquel.
Eu continuei, começando a pressionar com meus dedos no monte de Vênus da Ana enquanto minha língua percorria a buceta carnuda dela, a vulva inchada, os lábios… Uma das mãos dela apareceu na minha cabeça, me apertando contra ela… Às vezes eu tinha dificuldade pra respirar, mas não pensava em me afastar daquela pussy tão gostosa… E, pouco depois, com o corpo todo vibrando de prazer, ela chegou ao orgasmo e os sucos dela encheram completamente minha boquinha, sobre minha língua… Engoli tudo rápido. Tava com vontade de fazer outras coisas… E, principalmente, pensei, de que fizessem elas em mim.
Quando me levantei, a Ana ainda tava chupando o Luís, que já gemia cada vez mais rápido e sem ritmo, enquanto, quando olhei, já eram três dedos explorando o cu do meu irmão. Ia me virar pra ele quando, quase na mesma hora, a Isa e a Raquel tremeram e quase gritaram ao chegar quase juntas ao auge do prazer… A Isa pegou com os lábios o fruto da Raquel e o Sandro o dela.
Aí a Isa puxou meu irmão pra cima dela e, depois de tirar a camiseta dele, começaram a se beijar, deitados no sofá. O Sandro percorria com mãos ansiosas a anatomia magnífica da minha melhor amiga, mas eu não tive tempo de ver como meu irmãozinho tava aproveitando…
A Raquel se posicionou entre minhas pernas, abrindo elas, tirando minha calcinha,… senti uma rajada de prazer quando a língua dela começou a explorar minha bucetinha. Ah! Ela apoiava as mãos nas minhas coxas, acariciando elas, e enquanto com a boquinha devorava, faminta, meus lábios, meu monte de Vênus… O Luís mudou de alvo e agora os dedos que tavam explorando o cu do meu irmão vieram pro meu e, em pouco tempo, senti um entrar e sair com facilidade.
Eu já Gemia de puro prazer que tava recebendo dos dois lados… E ao mesmo tempo, não queria perder nada do que os outros tavam fazendo, principalmente o Sandro… A Ana continuava, cada vez mais rápida, engolindo o pau do Luís… Meu irmãozinho tava com a Isa no sofá, chupando os peitos dela enquanto ela acariciava o cabelo dele quase num gesto maternal, coisa que não era bem o que ela tava fazendo com a outra mão, que descia entre os corpos dos dois e acariciava e massageava os colhões dele.
-Isso, Ana!... Não para agora…! – ouvi o Luís, atrás de mim. E pelo jeito que ele gemia e pelo que eu ouvia da ruiva, entendi que o cara tinha acabado de gozar… Fiquei com água na boca imaginando a boquinha da irmã mais nova da Isabel se enchendo de porra… Bom, pensei pra me consolar, hoje ninguém (nem homem nem mulher) vai ficar com sede, com certeza. Embora ainda ficasse ouvindo ela chupar e engolir por um tempinho, imaginei que tava limpando o Luís.
Naquela hora, alguém bateu na porta e, por um segundo, a gente ficou parado, nervoso…, quem será?... Mas logo percebi e sorri:
-São o Jorge e o Rubén – lambi os lábios… Eram os dois paus que, por si só, eu mais queria… O mastrão do segundo e a mangueira do primeiro.
A Ana foi abrir pra eles e os caras, apressados por um gesto da mão dela, entraram rápido pra ela fechar antes que alguém passasse na frente do outro lado. Nem preciso dizer que ficaram bem perplexos no primeiro momento… A Ana pelada junto deles, o Luís, se masturbando com um pau meio murcho depois da primeira gozada e já metendo dois e três dedinhos na minha bunda, que tão dilatada como tava ficando, eu nem tinha percebido, enquanto a Raquel lambia minha bucetinha e o Sandro e a Isa faziam as coisinhas deles no sofá. Na real, quando olhei de novo pra eles, imóveis apesar da porta ter sido aberta e depois da pausa momentânea, já tinham partido pra coisas maiores e meu irmãozinho já tava metendo na buceta da irmã da Ana. -Desculpa, Jorge…, Rubén… —eu disse entre gemidos— Mas não conseguimos esperar por vocês.
- Tudo bem —respondeu o primeiro, enquanto ambos começavam a se despir— Acho que vocês podem nos compensar.
Os dois vieram na minha direção, junto com a Ana. Rubén pegou a mão dela e, levando-a atrás de si, sentou-se numa cadeira. Ela, sabendo o que ele queria, se inclinou e começou a dar vida àquela mole imensa que eu tinha visto na quinta à noite e já estava louca pra provar… Jorge, por sua vez, fez o Luís se ajoelhar e colocou o pau nos lábios dele. O Luís não hesitou e, como a Ana com o Rubén, logo começou a saborear aquela piroca do caralho.
Por outro lado, me segurando pelos peitos, Jorge me puxou pra perto dele e começou a me beijar, me penetrando com a língua feroz enquanto os dedos apertavam meus mamilos… Entre isso e a habilidade da Raquel com a língua na minha bucetinha e os dedos do Luís no meu cu… Comecei a tremer, minhas pernas bambearam… E gozei… Não consegui segurar um pequeno grito de prazer e tive um orgasmo delicioso, que a Raquel colheu nos lábios e na língua dela.
Como eu tinha desejado, já estávamos todos os oito no tabuleiro, nos soltando, jogando esse jogo gostoso… E eu sabia que era isso que mais despertava desejo em mim…
Me aproximei da Ana e me ajoelhei ao lado dela… Aquele pau parecia ainda maior de tão perto. Ela, me vendo tão tesuda, tirou a ponta da boca e me ofereceu enquanto lambia os ovos dele… Estava mais gostoso do que eu tinha imaginado… Não sei se era pelo tamanho, mas aquela cabeça tinha um ponto especial, macio e quente entre meus lábios… Tentei enfiar o máximo que podia, sentia minha boquinha completamente cheia e quase tive uma sensação de sufoco, de engasgar… Tava tão concentrada em matar a sede que a visão daquela vara despertou em mim que nem percebi o Jorge se aproximando…
- Já vi por que você me pediu pra trazer meu querido amigo Rubén… Mal chegou e já se jogou no pau dele. Boa dotação, igual uma gatinha no cio.
Não respondi. E não porque não tivesse uma boa resposta, mas porque não queria parar de chupar aquela pica enorme nem por um segundo. E então, senti os dedos de Jorge na minha bunda… E logo depois, a pica dele na minha buceta… Mas nem assim me afastei daquela pica desejada…
A cabeça do pau de Jorge entrou, abrindo minha bucetinha… Ah!... A língua da Raquel tinha molhado bem, mas ela nem tinha usado os dedos pra enfiar, e eu tava meio fechadinha. Jorge me abriu do jeito que ele mais gosta, de uma só estocada enfiou mais da metade…
Se a pica grande do Rubén, que ofegante segurava minha cabeça pra eu não tirar a boca, me obrigasse ao silêncio, a estocada do Jorge teria arrancado um grito de dor. Quem gemeu, dolorida, foi a Ana do meu lado. Embora não pudesse olhar, senti que nela o Luís também tinha feito algo parecido.
Eu queria saber o que o Sandro tava fazendo naquele momento, mas na minha posição não dava pra ver, e os gemidos próximos da Ana sendo penetrada pelo Luís me impediam de tentar ouvir meu irmãozinho e a Isa, com quem eu supunha que ele ainda tava.
Mas meu querido Sandrito, me forcei a lembrar, já não era um menino inocente e, como na quinta à noite eu vi, ele se virava bem. Então me concentrei no meu, em aproveitar aquelas duas picas enormes.
Jorge, que já tinha enfiado tudo, agora me empurrava com estocadas duras e longas enquanto o Rubén mantinha a pica na minha boquinha, embora mal coubesse até a metade, que minha língua percorria como podia, saboreando, brincando com a cabecinha, pegando as primeiras gotinhas do doce néctar masculino.
Daí a pouco o Rubén tirou a pica e se levantou, indo atrás do Jorge. Ele aproveitou pra me levantar e me colocar numa das posições favoritas dele: sentando na cadeira deixada pelo amigo, me fez ficar sentada em cima dele com a pica na minha buceta enquanto eu rebolava, me penetrando com força, até O fundo…
Aquela posição não era muito confortável pra mim, mas me deixou ver o que os outros estavam fazendo… Do meu lado, Ana estava no chão com a bunda empinada, enquanto Luís metia nela alternadamente na buceta e no cu, com estocadas curtas, mas fortes. E, no sofá, meu irmãozinho estava deitado de costas, com Isabel montando nele enquanto se beijava com Raquel, e, ao mesmo tempo, meu irmãozinho chupava a buceta dela, que estava bem na boca dele.
Eu, enquanto Jorge continuava me comendo gostoso na buceta, me fazendo tremer toda de prazer a cada metida enquanto me amassava os peitos, tentei ver o que Rubén ia fazer. Ele, com a mão esquerda, começou a masturbar a Raquel… Mas não demorou pra eu perceber que não era ela que realmente interessava ele… Enquanto a masturbava, ele a afastou o suficiente pra apontar a piroca dele pra boquinha do meu irmão, que não precisou de instrução pra abrir a boca e saborear de novo aquela delícia.
E naquele momento, a Ana do meu lado tremeu com um novo orgasmo que a deixou, toda suada, no chão, enquanto Luís tirava o pau dela, sem parar de se masturbar… E então, Jorge me levantou um pouco e, tirando o pau de dentro de mim, apontou pro meu cu…
— Espera, Jorge… — tentei pará-lo, porque não estava nada lubrificada.
Mas ele não me ouviu. No segundo seguinte, senti o pau dele pressionando meu ânus enquanto ele tapava minha boca com uma das mãos. Luís ajudou, colocando minhas pernas no lugar e, de quebra, aproveitou pra ocupar o espaço vazio que Jorge deixou na minha buceta.
Não consegui gritar. A mão de Jorge ainda tampava minha boca, mas eu teria gritado bem alto quando ele cravou a vara comprida dele no meu cu. Me senti completamente partida e, a partir daí, não consegui mais prestar atenção em nada nem em ninguém… Só sentir aquela imensidão ameaçando romper as costuras do meu corpo, rasgar meu cu, me partir realmente em dois, enquanto o pau do Luís enchia minha buceta…
Por um momento, ele deixou o pau parado lá dentro, me fazendo sentir o calor dele na costas, seu pau enchendo meu cu, enquanto o outro não parava de meter na minha buceta cada vez mais rápido... Quando Jorge finalmente tirou a mão, mal consegui abaixar o tom dos meus gemidos... Eu gemia como uma louca possessa... Estava sendo comida por dois e..., como eu estava adorando. Naquela hora, uma suada e aparentemente exausta Isabel chegou até mim e me calou me beijando e enfiando a língua enquanto as mãos de Jorge e Luís acariciavam o cu dela.
Eu tentei ver pelo canto do olho o que meu irmãozinho e os que estavam com ele faziam... E consegui ver. Rubén estava sentado, recostado no sofá e Sandro... Sandro estava por cima, sendo penetrado no cu por aquela grande massa enquanto Raquel o chupava. Os dois, meu irmãozinho e Rubén, gemiam baixinho de prazer.
Não consegui continuar prestando atenção neles, naquele momento Luís anunciou que ia gozar de novo e tirou rapidamente da minha buceta. Eu ia pedir meu prêmio, mas Isabel, se ajoelhando e enfiando o pau na boquinha dela num instante, me roubou. Ele ofegou com muita intensidade quando a semente dele jorrou de novo, dessa vez na boquinha da outra irmã, que engoliu com tanto gosto quanto a outra.
Naquela hora eu mesma não aguentei mais e, erguida por Jorge, gozei enquanto ele me fazia pular quase no ar... Com um grito de prazer que dessa vez nem se preocupou em tentar calar.
Ele me largou no chão, tirando o pau então... Eu estava suada e, inacreditavelmente, já me sentia meio cansada... Olhei pro sofá... Os três tinham formado um daqueles "trens", com Raquel sendo penetrada por Sandro enquanto ele era por Rubén... Na verdade, Jorge foi meter na buceta da Raquel enquanto meu irmãozinho passou a comer ela pelo cu. Mas eu não queria dar a sessão por encerrada sem ser fodida pelo aparelho majestoso do amigo do Jorge. Então me aproximei dele e me apoiei nas costas dele enquanto ele continuava comendo meu irmãozinho.
— E aí, como tá aqui? — perguntei.
— Tá vendo, aproveitando um cu tão Delicioso igual ao do seu irmãozinho Sandro" — ele respondeu.
— Pois é, meu coelhinho também tá te querendo — falei bem claro. — Preciso que você me coma e me leve ao meu terceiro orgasmo da manhã.
Ele hesitou, mas aí apareceu a Isabel que, sei lá de onde, tinha tirado um consolo, já usando.
— Atende a nossa querida anfitriã, Elena — disse pro Rubén. — Sandro é por minha conta, tenho algo pra devolver pra ele.
Me deu um tesão danado ouvir aquilo, e fiquei satisfeita quando o Rubén topou e saiu da bunda do meu irmão pra ver a minha... Eu me deitei de barriga pra cima no sofá... Exatamente igual ao Sandro na noite de quinta, pensei... E enquanto o Rubén se posicionava, vi a Isa tomar o lugar dele e começar a sodomizar com força o meu irmãozinho, enquanto ele gemia de prazer, sem largar a bunda da Raquel, dividindo ela com o Jorge.
E finalmente, aquela pica enorme se abriu caminho em mim e me senti totalmente perfurada, cheia, partida, empalada... Tudo isso e mais. Quando ele enfiou de uma vez até o saco... Agora sim eu via a diferença entre uma pica como a do Rubén e as dos outros, embora já imaginasse... Mas só quando senti ela, como se alcançasse lugares secretos que nenhuma outra tinha conseguido conhecer nem me fazer conhecer... Eu soube o quanto era valioso o dom que ele tinha entre as pernas... Ah!... Inacreditável... Já não gemia, eu uivava... Louca por mais e mais... Ele me penetrava cada vez mais rápido, eu sentia o corpo bem definido dele contra o meu, me fodendo mais forte, mais selvagem, mais duro do que eu nunca tinha experimentado antes... E pensar que nunca teria reparado nesse..., nesse garanhão, se não fosse pelo Sandro..., sorri pensando que era um jeito bom de me compensar indiretamente pelo favor que eu tinha feito pra ele.
Eu tava totalmente entregue, com os punhos cerrados e os olhos fechados, cada célula do meu corpo, meus músculos suados, minhas pernas abertas, meus peitos e barriga balançando, meu cabelo molhado no travesseiro... Todo o meu ser se concentrava no prazer imenso que eu tava sentindo. Recebendo. Alheia ao espaço e ao tempo que acontecia… Até que um terceiro e grandioso orgasmo me fez tremer de novo. Me senti como uma fonte, seca há muito tempo, que de repente se visse inundada, nutrida pelas águas do oceano… O prazer me preencheu por completo e por um momento tudo o mais se apagou e só restou um orgasmo imenso, ou muitos correndo um atrás do outro… Foi um segundo e uma eternidade. Nunca tinha sentido nada assim.
E, mal, ofegante, abri os olhos, quando vi o Rubén se colocar sobre meu peito, me rodeando com os joelhos e apontando a grande pica dele na minha cara. Ia saciar a sede que antes a Isabel me impedira de matar. Mal acabei de pensar nisso quando a pica dele jorrou com força a gozada, enchendo minhas bochechas e lábios, que não me deu tempo de abrir. Quando abri, ele enfiou a cabeça e continuou se esvaziando, enchendo minha boquinha com um leitinho gostoso que fui engolindo encantada. Ele deslizou com a pica, no gozo, os outros jatos que tinham caído na minha cara…
Naquele momento e de repente o Jorge apareceu e, me agarrando, me fez ficar sentada enquanto ao meu lado foi colocando meu irmãozinho e a Raquel. A Isa, do outro lado do sofá, nos segurou os três, obrigando a gente a ficar com as cabecinhas juntas enquanto o Jorge se masturbava ansioso na nossa frente… Eu imaginei o que ia rolar. Ele ia gozar, e já conhecíamos de sobra o potencial das gozadas dele.
Não tinha terminado de pensar nisso quando, de fato, a pica do Jorge começou a soltar aquele rio que os bagos dele guardavam. Foi apontando e nos regou as caras e as bocas com aquele torrente…, eu conhecia, mas não parava de me surpreender. Saía e saía mais e mais daquele leite quente que ele estava jogando na gente. Eu tentava engolir e pegar tudo que podia… Ficamos um bom tempo, mesmo quando já tinha acabado, para terminar de tomar tudo aquilo… Até nos lambíamos os rostos uns dos outros, a Raquel, o Sandro e eu, com ajuda da Isa…
Naquele momento estava Toda acalorada e meio cansada… Mas satisfeita. Tudo tinha saído como eu queria e, pra ser a primeira vez, tinha sido fantástico…
Além disso, aquela experiência completou a jornada daquele setembro maravilhoso, que começou quando eu tirei a virgindade do Sandro e gozei no fogo da minha primeira orgia. Sorri… Aquilo encerrava aquele mês incrível… Mas no futuro, teria mais, embora isso já seja outra história.
Antes do mês acabar, eu já sentia que aquele setembro ia ficar marcado na minha memória como um dos mais excitantes da minha vida. Comecei o mês meio entediada e ansiosa por novas experiências. E com certeza consegui!
Realizei uma das fantasias mais safadas que já tive em muito tempo, toda focada no meu querido irmãozinho. Depois de, guiada pelas minhas leituras e pela minha própria imaginação, ter matutado na minha cabeça a ideia de possuir ele, de transar com ele e, de fato, ensinar e instruir ele nos prazeres do "amor", me propus a conseguir. E consegui.
Desde a primeira noite em que tomei pra mim a virgindade do meu irmãozinho Sandro, o primeiro ménage em que fiz ele ficar com outra mina, a Raquel, e a primeira vez que ele experimentou com um cara, o Jorge, as ocasiões e os encontros foram ficando cada vez mais frequentes, mesmo agora que ele já tava na faculdade e nossos pais passavam a noite em casa.
Mas nós dois, seja juntos ou separados, sempre arrumávamos tempo pra curtir, e a presença dos nossos pais não era empecilho. Na verdade, os dois adoravam o tesão de fazer isso com eles em casa...
E é que meu irmãozinho, que eu tinha me proposto a ensinar, acabou sendo um aluno muito bom, e ainda, graças à minha "terapia" particular, perdeu boa parte da timidez dele. Também deu certo meu desejo de torná-lo bissexual, porque vi ele dividindo a cama não só com minhas amigas liberais, que agora também eram amigas dele (como a Raquel e a Isabel), mas com caras também... E como bons irmãos, continuávamos dividindo amantes de vez em quando, em ménages e em casais duplos.
As experiências dele, compartilhadas comigo ou já "voando solo", se acumulavam e eu me sentia feliz por ter conseguido que meu irmãozinho curtisse tanto quanto eu esse grande prazer da vida que é o sexo.
E, ao começar a última semana, comecei a pensar em terminar o mês com algo especial, queria fazer algo que fosse ainda mais longe do que ele e eu já tínhamos experimentado até então…
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A ideia veio naquela noite ainda quente de quinta-feira. Naquele dia, não tinha vontade de sair e fiquei sozinha em casa, vendo um filme. Meu irmão estava fora e, claro, meus pais também não estavam em casa.
A decisão de não sair começou a pesar por volta da meia-noite… Não estava com sono, mas quando comecei a pensar, a divagar, tentando imaginar algo grande e especial pra fazer como um canto de cisne daquele mês tão excitante… Fui me esquentando. E ia aproveitar pra colocar um filme pornô quando ouvi o som de umas chaves.
Eu, por reflexo, mudei de canal, desliguei a televisão e o abajur que estava ao lado do sofá e fui me esconder atrás de umas cortinas. Estranhei meus pais voltarem naquela hora, mas preferia que não me pegassem caso fossem eles, e essa tática já tinha me livrado em algumas ocasiões.
Duas figuras entraram sorrateiras na escuridão. Da minha posição, conseguia vê-las, já que a pouca luz que entrava pelas janelas caía direto na parte da sala onde estavam as portas que levavam pra fora e pra cozinha, enquanto eu ficava quase toda oculta. O cuidado com que entraram e tão silenciosas me fez entender que não podiam ser meus pais. Devia ser o Sandro, e ele vinha com alguém… Poderia ter aparecido sem problemas, mas não sei por que, pensei que o melhor era ver o que eles iam fazer. Ver como o Sandro era quando não estava me vendo.
— Parece que não tem ninguém — ouvi a voz do meu irmão, sussurrando — Minha mãe sempre deixa a bolsa dela aqui, nesse móvel perto da porta, e não está. Minha irmã não sei se saiu, mas por ela não precisamos nos preocupar.
Percebi a outra figura assentindo, embora não conseguisse distinguir bem nada dela. Meu irmão e seu acompanhante mal Eram duas silhuetas irreconhecíveis entre as outras sombras. Uma delas se aproximou da outra, rodeando-a por trás e, pelo que pude ouvir, começando a beijar seu pescoço. A outra se deixava fazer. Eu comecei a ficar muito excitada... Queria que acendessem a luz para poder espiá-los melhor.
— Não devíamos ir pro teu quarto?
Aquela voz não era a do meu irmão. E, embora soasse fraca e suave, não tive dúvidas: era a voz de um garoto. Sorri. Com um pouco de sorte, meu irmãozinho me presentearia, sem saber, com uma das minhas cenas de sexo entre homens tão apreciadas. Ver dois caras sempre me excitou e, sendo um deles meu irmãozinho... Além disso, me pareceu que aquela voz, que não me lembrava ninguém conhecido, era a do que estava por trás. Minhas suspeitas foram confirmadas quando, enquanto a sombra de trás beijava novamente a nuca da outra, esta falou com um timbre de voz que, ao contrário, me era mais que familiar:
— Ainda não precisa. Provavelmente meus pais demorem uma hora ou duas pra voltar...
Não consegui evitar sorrir. Sim, pensei, fiquem aí e me deleitem...
Os dois foram até o sofá e o outro, quem quer que fosse, empurrou meu irmão para que ficasse deitado contra ele enquanto se colocava logo em cima. Os dois ficaram reclinados, com Sandro embaixo e o outro em cima. Custava a enxergá-los bem, mas não havia dúvida de que estavam se beijando... Senti os primeiros sinais da minha excitação na minha calcinha quando passei os dedos sobre ela. A única coisa que lamentava era não ter mais luz.
Então, para minha alegria, como se respondesse ao meu desejo não dito, a luz se acendeu. E foi o amigo do Sandro quem estendeu a mão para acender o pequeno abajur que estava ao lado do sofá. Num primeiro momento, não consegui distingui-lo, embora ele tivesse a pele moreninha e o cabelo preto. Estava totalmente sobre meu irmãozinho, devorando sua boquinha com vontade. Meu irmãozinho brincava com a língua do intruso e, enquanto a deixava entrar, acariciava suas costas e quadris. O amante dela, levantando a camiseta dela, que já deixava à vista um tórax bem definido... Ainda não sabia quem era nem se o conhecia, mas com certeza, pensei, lambendo os lábios, meu irmãozinho sabe escolher.
Foi quando eles se separaram e ele ficou de joelhos em cima do meu irmãozinho que o reconheci. Chamava-se Rubén e era um amigo do Jorge. Não sabia muito sobre ele e só o tinha visto duas vezes. A verdade é que ele não era nada mal... Meu julgamento se confirmou quando ele tirou a camiseta, deixando à mostra seu corpo musculoso.
— Você gosta? — ouvi ele perguntar ao Sandro.
— Sim...! — respondeu ele, claramente excitado.
Meu irmão se levantou com a ajuda do Rubén, ficando sentado debaixo dele, e começou a beijar aquele ventre firme, percorrendo com a língua os músculos marcados, brincando no umbigo, subindo até os peitorais... Enquanto ele acariciava o cabelo do meu irmãozinho e descia, continuando com as bochechas.
— Assim, assim bebezinho — dizia ele, o que já terminava de me excitar — Faz do jeito que sua pussy sabe que ele gosta.
Meu irmãozinho continuou e ele se abaixou um pouco para colocar os mamilos, que já estavam durinhos, ao alcance dos lábios do meu irmão, que os chuparam como um bebê faria com os da mãe.
Então Rubén o separou e o fez tirar a camiseta antes de beijá-lo de novo na boca. Me deu tesão ver como, depois de se separar do novo beijo e aproveitando que estava mais alto, Rubén acumulou saliva nos lábios e deixou cair, segurando Sandro para que caísse na boquinha aberta dele. Meu irmão não resistiu, mas sim, muito gostoso, pegou o néctar que chegava, engolindo. Eles ainda fizeram isso mais umas duas vezes.
Vendo eles, tive que começar a me tocar, suavemente e por cima da roupa, mas não podia mais adiar... Eles me deixaram completamente excitada.
Sandro então se deitou no sofá, apoiando as costas no braço do sofá para que a cabeça e os ombros ficassem elevados. Rubén avançou, até ficar sobre o peito dele com as pernas. ajoelhadas ao redor dele. Ele pegou a cabeça do meu irmãozinho e a guiou até o pacote dele, que se marcava pelo tecido da calça. Sandro não hesitou em começar a beijar e lamber, e dava pra ver perfeitamente como ele reagia, endurecendo ainda mais do outro lado.
— Muito bem, bebezinho — disse Rubén com um tom bem sugestivo e lascivo — Parece que você quer que sua buceta te dê a mamadeira de novo.
— Sim, papai — respondeu meu irmãozinho.
Rubén acariciava a bochecha direita do meu irmão enquanto, com a outra mão, abaixava o zíper e tirava, pela calça, o pau dele... Que era imenso. Só uma ou duas vezes eu tinha visto um cara tão dotado... Era grande, tão grande que precisaria de pelo menos duas mãos pra segurar, e grosso, muito grosso... Minha boca encheu d'água ao ver aquilo e eu invejei a posição do meu irmãozinho.
Sandro não perdeu tempo e logo estava enfiando toda aquela imensidão na boquinha dele. Era inacreditável, mas era tão grande que mal cabia mais da metade. Mesmo assim, ele ficou um bom tempo com aquele meio falo enchendo a boca dele por completo, até que teve que se afastar, ofegante, pra respirar.
— Adoro sua boquinha — comentou Rubén.
Sandro não respondeu com palavras, mas sim enfiando de novo a cabecinha daquele pau na boca, onde começou a brincar, rodeando com a língua enquanto começava a masturbar ele com as duas mãos. Eu já sabia que meu docinho de irmão tinha pegado um baita gosto por chupar paus... Alguns dos nossos amantes mútuos, como o Jorge, tinham me contado quando eu perguntava... Lembrando dos sofrimentos que ele tinha antes de posar os lábios pela primeira vez no do Jorge, fiquei feliz com a mudança... E me disse que era eu a responsável por Sandro ter descoberto a paixão dele por fazer boquetes... Tinha transformado meu irmão mais novo num comedor de paus ansioso. E eu adorava.
Sandro continuou por um bom tempo. Claramente não se cansava de ter aquele pauzinho só pra ele... Lambeu e relambeu a cabeça, que já brilhava na luz fraca. luz da lâmpada quando ele tirava o pau da boca pra percorrer com a língua o grande mastro, chegando até as bolas, que massageava e saboreava na mesma medida.
- Assim, assim, chupa, bebezinho, não para de chupar...
Dizia Rubén entre gemidos mal contidos de prazer enquanto continuava acariciando os cabelos do meu irmãozinho. E, num movimento repentino, agarrou o pau com força e, fazendo ele ficar parado, colocou a ponta do pau na boca dele e começou a foder a boca dele com rapidez.
Meu irmãozinho se deixou levar e só se apoiou nos braços pra não cair com o empurrão do amante e abriu o máximo possível a boquinha dele. Mal mais da metade do tronco sumia entre os lábios dele e a ponta devia chegar até a garganta...
- Isso, isso! - Rubén parecia à beira do clímax.
Sandro estava de olhos fechados e eu sabia que ele tava curtindo... Eu também, meus dedos, sem eu quase perceber, tinham passado pela minha calcinha e já acariciavam minha bucetinha liberada... Tive que me segurar pra não me entregar com meus gemidos.
Finalmente, Rubén tirou o pau da boca e, pelo que deu pra ver, não tinha gozado. Se levantou e tirou os sapatos e a calça. Ficando nu, já que pelo visto não usava cueca. Ajudou meu irmão a se levantar e o despiu... Sandro ficou parado enquanto Rubén deslizava a calça e a cueca dele, deixando o pau dele também duro à mostra. Quando tirou os sapatos e a roupa, Rubén sentou na borda do sofá e colocou Sandro de pé, de costas pra ele e meio curvado. Eu não entendia pra que queria aquela posição.
Então Rubén se inclinou pro meu irmão e usou as mãos pra abrir as nádegas dele. Assim conseguiu acesso ao cuzinho do Sandro, que começou rapidamente a lamber, percorrendo as paredes internas das nádegas dele e se concentrando na entradinha. Ao mesmo tempo, meu irmãozinho começou a se masturbar enquanto, pelo jeito de se lamber, já imaginava que queria que Rubén passasse pra algo mais. Ele atendeu o pedido e parte, começando a enfiar um, dois e até três dedos na bunda dele enquanto a outra mão substituía a do Sandro no pau dele. Mas meu irmãozinho (e eu também) queria que a coisa andasse.
— Ah, papai — disse Sandro — Quero você dentro de mim.
— Sim, bebezinho?
— Sim, agora!
Essa foi a hora do Rubén responder com ações e não com palavras. Ele se afastou e fez meu irmãozinho virar, ficando de frente pra ele. E enquanto se sentava bem, encostado no encosto, puxou o amante dele pra cima do sofá, pra ficar por cima dele. Sandro ficou de joelhos em cima do Rubén enquanto ele voltava a beijá-lo e guiava a ponta do pau imenso dele na entradinha do meu irmão.
Vendo aquele glande enorme em contraste com o cuzinho pequeno do meu Sandro, fiquei surpresa que conseguisse entrar. Mas entrou, sim. Meu irmãozinho foi descendo enquanto Rubén segurava o mastro dele pra manter firme. Comecei a enfiar meus dedinhos bem na hora em que via o momento excitante daquela rola grande sendo, devagar mas sem parar, enfiada na bunda do meu irmãozinho.
Meu irmãozinho devia se sentir partido ao meio por aquela coisa imensa e apertava os dentes pra não mostrar com algum gemido a dor da bunda dele sendo furada. Rubén ajudou, masturbando ele enquanto ficava parado um instante, totalmente penetrado por aquela rola grande, antes de começar a cavalgar o amante.
Ele começou a quicar em cima do Rubén e eu podia ver perfeitamente aquela rola grande saindo e entrando no meu irmãozinho enquanto ele gemia sem vergonha nenhuma como uma putinha que tão comendo... E olha, tavam dando mesmo com gosto.
— Ah, pussy, pussy! — ele dizia.
— Tá gostando, hein, meu bebezinho?
— Sim!
Nessa hora, Rubén se levantou, colocando os joelhos do meu irmão em volta da cintura dele enquanto ele se segurava nos ombros. E enquanto voltava a beijá-lo, foi até a mesa onde o deitou de barriga pra cima, acelerando os movimentos de penetração. Eu masturbava ele com mais força. Na mesa, a luz da janela batia direto neles e eu via ainda melhor… Meu irmão gemia de prazer e só pedia mais e mais… Rubén também ofegava.
E então meu irmãozinho gozou… Vi o pau dele tremer e se esvaziar sobre o próprio peito e barriga. O esperma brilhava levemente na pele dele sob a luz dos postes que entrava pelos vidros. Sandro ficou ofegante na mesa enquanto Rubén acelerou as estocadas e, ao mesmo tempo, recolheu o gozo do meu irmão… Pensei que ia lamber tudo, mas ele foi juntando pra dar pro meu irmãozinho, que chupou os dedos dele com avidez.
E Rubén não durou muito mais, mas antes de gozar, tirou o pau e, pegando meu irmãozinho, levou ele de volta pro sofá, deitando ele na mesma posição de antes, quando tinha chupado ele. Depois, montou em cima e enfiou de novo na boca dele, mas agora metendo com ainda mais gosto…
Nessa hora, eu também sentia um orgasmo chegando, e meus dedos entravam e saíam fácil da minha bucetinha molhada. Senti meus fluidos banharem meus dedos, me segurando pra não me entregar com meus gemidos, enquanto via Rubén esvaziando o pau na carinha do meu irmão, molhando as bochechas e os lábios dele com o esperma…
— Aqui tá seu gozo, meu bebê — ele disse quando terminou, enquanto arrastava os jatos de porra com o pau até a boquinha do meu irmãozinho.
Acho que iam continuar, mas nessa hora ouviram passos… Nossos pais? Eles, assustados, não ficaram pra ver, pegaram a roupa e sumiram na hora pelo corredor. Ouvi a porta do quarto do meu irmão abrir e fechar. Mas não eram meus pais. Ninguém entrou.
Eu aproveitei pra ir fechar e abrir a porta. Assim eles iam pensar que alguém tinha chegado e, se saíssem, eu diria que era eu, pra eles não saberem que eu tinha visto tudo. Mas, por enquanto, sentei no sofá, ofegante depois do meu orgasmo silencioso, mas não menos gostoso… Ver meu irmãozinho Com um garanhão daqueles, que com aquela pica bem merecia o nome, tinha sido…
E pensei… Da próxima vez vou entrar, aquela “piroca” também tenho que provar… Sim, e que venha o Jorge, três contra uma… Bom, vou pedir ajuda da Raquel… E da Isabel, assim, três contra três… E então, enquanto ria mentalmente com o que no começo só achava que era brincadeira, de repente vi… Sim, já sabia o que queria fazer. E aquele sábado, de manhã na verdade pelo horário, era o dia perfeito… Ia ser uma verdadeira orgia. Todo mundo com todo mundo. Isso seria o toque final perfeito para este mês.
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Fiquei a sexta-feira inteira pensando, excitada com meu novo plano. Minha primeira orgia… Realmente, naquele momento não entendia como nunca tinha me ocorrido antes. Já tinha tido muitas experiências, mas nunca com mais de um casal…
Ao longo do dia fui fazendo uma série de ligações e fui convocando minhas amizades mais “queridas” e liberais… Isabel, Jorge, Raquel, Luís, Ana… E o Jorge topou trazer o Rubén. Mas tirando o Jorge, que tive que pedir pra trazer o amigo dele, e esse amigo, nenhum dos outros sabia que os demais estariam lá… Nem mesmo meu irmãozinho, pra quem só falei que tinha um plano especial pra “nós dois” no sábado de manhã… Nenhum deles colocou objeção e todos aceitaram vir. Impecável. A primeira parte do meu plano se cumpriu perfeitamente. Enquanto fazia essas ligações já estava ficando excitada… E lembrando da noite passada ainda mais… Desde a primeira vez que estivemos eu, o Jorge e o Sandro, não tinha feito nada tão obsceno, muito menos algo que fosse ainda mais…
E agora, íamos ser oito, oito ao mesmo tempo gozando num caos prazeroso de sexo…, passei a língua nos lábios enquanto, deitada na minha cama, levava os dedos de novo à minha bucetinha molhada… Lembrava das minhas experiências com cada um deles… Isabel, minha melhor amiga, com quem já tinha dividido muitos amantes; Raquel, companheira de jogos tarados; Ana, a irmã ruiva da Isabel, toda uma docinha pervertida… Os caras… Jorge, bem dotado, me deixava louca quando mostrava, porque às vezes comparavam ele com uma mangueira; Luís, tinha o dom da imaginação… Sandro, meu querido irmãozinho… só o Rubén ia ser a primeira vez que eu provasse… E pelo que vi, tava doida. Não conseguia parar de pensar em tudo que podia fazer… Não faltava nem um dia, mas pra mim parecia que faltava uma eternidade pra realizar meu desejo… O consolo que eu guardava na gaveta me aliviou naquele momento, pra encarar a longa espera…
Finalmente, chegou o sábado. Ao acordar na minha cama, sorri vendo o relógio brilhando no criado-mudo, me mostrando que em uma hora eu ia realizar meu desejo. Esse dia era perfeito pros meus planos… A gente tava sozinho em casa, como de costume, e era um dia que eu sabia que todo mundo podia vir.
Tomei um banho pra espantar o resto do sono e, depois, decidi vestir algo especial… Um lindo conjunto de lingerie branca que tava esperando há tempos por uma “ocasião”. Era essa, pensei. E por cima, um roupão de seda leve que deixava tudo transparente. Me olhei no espelho do banheiro depois de me arrumar… Tava tão excitada que eu mesma despertei ainda mais meu desejo…
Meu irmãozinho acordou quarenta minutos depois e, quando veio pra cozinha preparar o café da manhã, ficou impressionado ao me ver…
— Você tá… — ele hesitou um momento, procurando a palavra certa — Muito gostosa.
— É que hoje vai ser um dia especial — falei.
— Por quê? — ele perguntou, e com um tom mais insinuante — Ah! Cê tem algo em mente?
— Pode ser — respondi.
Ele ia responder alguma coisa quando bateram na porta, e fui abrir enquanto ele terminava o café e as duas torradas. Será que já era algum dos que eu tinha chamado?… Tavam chegando cedo nesse caso… Mas eu mesma entendia… Tava ansiosa pra que todo mundo chegasse pra começar… Tava muito excitada, fazia vários dias sem nada.
Quando abri a porta, sorri. Eram a Isa, a Raquel, a Ana e o Luís. Quatro, que coincidência magnífica terem chegado ao mesmo tempo.
—Pô! Entrem! —convidei.
Eles entraram, embora parecessem meio surpresos por terem se encontrado. Só faltavam Jorge e Rubén, que deviam vir juntos. Show.
—Que bom que já chegaram —falei pra quebrar o gelo—. Nossa festa vai começar quando Jorge e Rubén chegarem.
Meu irmão, que entrou da cozinha, também estava meio desconcertado com a "avalanche" inesperada de gente.
—Quantas pessoas você convidou? —Luís me perguntou.
—Vamos ser oito pra jogar —respondi com voz safada—. Porque todo mundo sabe pra que estamos aqui, né?
—Todo mundo? —Raquel perguntou.
—Sim...! —respondi—. Mas sentem-se, fiquem à vontade —sugeri.
Elas sentaram no sofá... Pareciam meio nervosas no geral, mas com certeza não foram embora. Luís, que sentou numa das cadeiras ao redor da mesa, tava claramente animado; meu irmão, Sandro, parecia não saber o que fazer.
—Acho que ninguém aqui tem problema com o plano —falei, me aproximando do sofá, onde me fizeram um espaço, ficando sentada entre Isabel e Ana.
—Sei lá... —Isabel interveio—. Eu nunca fiz nada assim...
—As primeiras vezes são das melhores —falei e, decidindo que não precisava esperar mais ninguém pra começar, me aproximei dela e beijei seus lábios de leve, acariciando suas bochechas e, depois de fazer ela olhar pra mim, abrindo sua boca e metendo a língua, passei a beijá-la de língua.
Ela correspondeu, devolvendo na boquinha dela o jogo de língua e começando a acariciar minhas costas e quadris por cima do vestido. Senti as mãos da irmã dela me acariciando por trás, as mãos dela chegando na minha bunda. Raquel, por outro lado, envolveu Isa com os braços e começou a acariciar a barriga dela, subindo até os peitos.
Fui abrindo a blusa de Isa enquanto nas minhas costas sentia Ana se levantar e ouvi ela baixar o jeans que tava usando e se pelar. Raquel me ajudou, tirando a peça de Isa e depois desabotoando e tirando também o sutiã dela, deixando aqueles peitos lindos à minha vista, desci na hora pra começar a chupar os mamilos dela entre meus lábios… Foquei no peito esquerdo dela e puxei a irmã, que estava quase atrás de mim, pra ficar no outro. Ela hesitou um instante e eu entendi que entre as duas irmãs nunca tinham feito nada… Mas pra mim o lance do incesto já era um plus e não um problema, e não soltei ela até que ela envolveu o mamilo direito da irmã com os lábios e começou a chupar igual um bebê. Raquel, enquanto isso, começou a beijar a Isa, se despindo ao mesmo tempo. Tudo tava começando, engrenando… No quarto a temperatura tava subindo e meu desejo tava se realizando.
Levantei o olhar, largando por um momento o delicioso seio da Isabel pra ver o que os nossos dois “males” presentes estavam fazendo. Meu irmãozinho ainda parecia meio envergonhado, mas não perdia nada e notei que ele tava devorando com os olhos o corpo já totalmente peladinho da Raquel. Luís, embora ainda estivesse no lugar dele, sentado na cadeira, tinha tirado a calça e a cueca e se tocava sem vergonha no pau ereto. Fiz um sinal pra eles se aproximarem.
— Vocês dois, tão esperando o quê? — perguntei pra eles.
Ia falar mais alguma coisa, direcionada pro meu irmãozinho, pra encorajar ele, quando a Ana me puxou pra perto e começou a me beijar com paixão enquanto as mãos dela no meu ombro faziam o roupão que eu usava cair. Pelo canto do olho, vi a Raquel fazer o mesmo com a Isa, enquanto por trás amassava e massageava os peitos dela.
Mas focando no que ela tava fazendo, comecei a devolver o jogo de língua pra Ana enquanto, rodeando o corpo dela com minhas mãos, acariciava as costas dela e apertava ela contra mim. E a gente tava assim, as duas, quando o Luís se aproximou de nós, já totalmente pelado. Parando em pé, ele se abaixou e a Ana passou a beijar ele na boca enquanto eu me inclinei pra frente pra ficar bem na frente do pau dele. Entrecruza. Uma das mãos da Ana já estava envolvendo o pau dele, então eu fui amassar as bolas dele e, depois de lamber, mandei os dedos da minha mão direita percorrer a bunda dele em busca da entradinha escondida…
Olhei o que os outros estavam fazendo. A Raquel, se jogando pra trás, tinha sentado no braço do sofá, puxando a Isabel pra que, deitada meio de lado, ela acariciasse e beijasse a buceta dela. E meu irmãozinho Sandro tinha levantado a saia e a calcinha da Isa e já tinha mergulhado entre as pernas dela do jeito que ele também sabia fazer.
Naquele momento, eu temi que minha querida orgia de todo mundo com todo mundo se dividisse em dois trios, então tomei uma atitude. Troquei minha mão direita pela esquerda, com a qual comecei a explorar o buraquinho do Luís enquanto a Ana já estava chupando ele, e com a primeira eu abaixei a calça e a cueca do meu irmão, passando a envolver o pintinho dele e, suavemente, masturbá-lo. E naquele momento, pra minha satisfação, o Luís alcançou a bunda do meu irmão e acariciou as nádegas dele, dizendo:
— Essa bunda gostosa que eu vejo e ainda não pude provar nunca.
— Bom — eu falei — Hoje vai ser sua chance.
Não poderia ter dito mais nada mesmo se quisesse, porque naquele instante, a Ana puxou minha cabeça pra baixo e, depois de um momento me posicionando, me vi de frente pra entrecruza dela. Aqueles lábios rosadinhos com a coroa de pelinhos ruivos me chamavam aos gritos e eu não ia deixar eles esperando…
Mergulhei na bucetinha da Ana e comecei a chupar, de quatro na frente do sofá. Já tava molhada e pude sentir os primeiros joguinhos dela, fruto da excitação e de que ela já tinha começado a se tocar antes… A buceta dela me encantava, já tinha provado, e o melhor era aquele clitóris enorme que ela tinha, quase parecia um pintinho minúsculo e, desejosa dele, rapidamente envolvi ele com meus lábios enquanto meus dedos acariciavam a rachinha dela e a linha fina das nádegas, mergulhando na outra portinha dela.
A Ana teria gemido se pudesse, mas a boca dela A boquinha dela tava ocupada com a ferramenta do Luís, que já tava gemendo de prazer com o jogo de língua da ruiva em volta da glande dele. Ao mesmo tempo, ele tava enfiando dois dedinhos no cu do meu irmão, que por sua vez continuava ocupado saboreando a entrada da Isa, que tava fazendo o mesmo favor pra Raquel.
Eu continuei, começando a pressionar com meus dedos no monte de Vênus da Ana enquanto minha língua percorria a buceta carnuda dela, a vulva inchada, os lábios… Uma das mãos dela apareceu na minha cabeça, me apertando contra ela… Às vezes eu tinha dificuldade pra respirar, mas não pensava em me afastar daquela pussy tão gostosa… E, pouco depois, com o corpo todo vibrando de prazer, ela chegou ao orgasmo e os sucos dela encheram completamente minha boquinha, sobre minha língua… Engoli tudo rápido. Tava com vontade de fazer outras coisas… E, principalmente, pensei, de que fizessem elas em mim.
Quando me levantei, a Ana ainda tava chupando o Luís, que já gemia cada vez mais rápido e sem ritmo, enquanto, quando olhei, já eram três dedos explorando o cu do meu irmão. Ia me virar pra ele quando, quase na mesma hora, a Isa e a Raquel tremeram e quase gritaram ao chegar quase juntas ao auge do prazer… A Isa pegou com os lábios o fruto da Raquel e o Sandro o dela.
Aí a Isa puxou meu irmão pra cima dela e, depois de tirar a camiseta dele, começaram a se beijar, deitados no sofá. O Sandro percorria com mãos ansiosas a anatomia magnífica da minha melhor amiga, mas eu não tive tempo de ver como meu irmãozinho tava aproveitando…
A Raquel se posicionou entre minhas pernas, abrindo elas, tirando minha calcinha,… senti uma rajada de prazer quando a língua dela começou a explorar minha bucetinha. Ah! Ela apoiava as mãos nas minhas coxas, acariciando elas, e enquanto com a boquinha devorava, faminta, meus lábios, meu monte de Vênus… O Luís mudou de alvo e agora os dedos que tavam explorando o cu do meu irmão vieram pro meu e, em pouco tempo, senti um entrar e sair com facilidade.
Eu já Gemia de puro prazer que tava recebendo dos dois lados… E ao mesmo tempo, não queria perder nada do que os outros tavam fazendo, principalmente o Sandro… A Ana continuava, cada vez mais rápida, engolindo o pau do Luís… Meu irmãozinho tava com a Isa no sofá, chupando os peitos dela enquanto ela acariciava o cabelo dele quase num gesto maternal, coisa que não era bem o que ela tava fazendo com a outra mão, que descia entre os corpos dos dois e acariciava e massageava os colhões dele.
-Isso, Ana!... Não para agora…! – ouvi o Luís, atrás de mim. E pelo jeito que ele gemia e pelo que eu ouvia da ruiva, entendi que o cara tinha acabado de gozar… Fiquei com água na boca imaginando a boquinha da irmã mais nova da Isabel se enchendo de porra… Bom, pensei pra me consolar, hoje ninguém (nem homem nem mulher) vai ficar com sede, com certeza. Embora ainda ficasse ouvindo ela chupar e engolir por um tempinho, imaginei que tava limpando o Luís.
Naquela hora, alguém bateu na porta e, por um segundo, a gente ficou parado, nervoso…, quem será?... Mas logo percebi e sorri:
-São o Jorge e o Rubén – lambi os lábios… Eram os dois paus que, por si só, eu mais queria… O mastrão do segundo e a mangueira do primeiro.
A Ana foi abrir pra eles e os caras, apressados por um gesto da mão dela, entraram rápido pra ela fechar antes que alguém passasse na frente do outro lado. Nem preciso dizer que ficaram bem perplexos no primeiro momento… A Ana pelada junto deles, o Luís, se masturbando com um pau meio murcho depois da primeira gozada e já metendo dois e três dedinhos na minha bunda, que tão dilatada como tava ficando, eu nem tinha percebido, enquanto a Raquel lambia minha bucetinha e o Sandro e a Isa faziam as coisinhas deles no sofá. Na real, quando olhei de novo pra eles, imóveis apesar da porta ter sido aberta e depois da pausa momentânea, já tinham partido pra coisas maiores e meu irmãozinho já tava metendo na buceta da irmã da Ana. -Desculpa, Jorge…, Rubén… —eu disse entre gemidos— Mas não conseguimos esperar por vocês.
- Tudo bem —respondeu o primeiro, enquanto ambos começavam a se despir— Acho que vocês podem nos compensar.
Os dois vieram na minha direção, junto com a Ana. Rubén pegou a mão dela e, levando-a atrás de si, sentou-se numa cadeira. Ela, sabendo o que ele queria, se inclinou e começou a dar vida àquela mole imensa que eu tinha visto na quinta à noite e já estava louca pra provar… Jorge, por sua vez, fez o Luís se ajoelhar e colocou o pau nos lábios dele. O Luís não hesitou e, como a Ana com o Rubén, logo começou a saborear aquela piroca do caralho.
Por outro lado, me segurando pelos peitos, Jorge me puxou pra perto dele e começou a me beijar, me penetrando com a língua feroz enquanto os dedos apertavam meus mamilos… Entre isso e a habilidade da Raquel com a língua na minha bucetinha e os dedos do Luís no meu cu… Comecei a tremer, minhas pernas bambearam… E gozei… Não consegui segurar um pequeno grito de prazer e tive um orgasmo delicioso, que a Raquel colheu nos lábios e na língua dela.
Como eu tinha desejado, já estávamos todos os oito no tabuleiro, nos soltando, jogando esse jogo gostoso… E eu sabia que era isso que mais despertava desejo em mim…
Me aproximei da Ana e me ajoelhei ao lado dela… Aquele pau parecia ainda maior de tão perto. Ela, me vendo tão tesuda, tirou a ponta da boca e me ofereceu enquanto lambia os ovos dele… Estava mais gostoso do que eu tinha imaginado… Não sei se era pelo tamanho, mas aquela cabeça tinha um ponto especial, macio e quente entre meus lábios… Tentei enfiar o máximo que podia, sentia minha boquinha completamente cheia e quase tive uma sensação de sufoco, de engasgar… Tava tão concentrada em matar a sede que a visão daquela vara despertou em mim que nem percebi o Jorge se aproximando…
- Já vi por que você me pediu pra trazer meu querido amigo Rubén… Mal chegou e já se jogou no pau dele. Boa dotação, igual uma gatinha no cio.
Não respondi. E não porque não tivesse uma boa resposta, mas porque não queria parar de chupar aquela pica enorme nem por um segundo. E então, senti os dedos de Jorge na minha bunda… E logo depois, a pica dele na minha buceta… Mas nem assim me afastei daquela pica desejada…
A cabeça do pau de Jorge entrou, abrindo minha bucetinha… Ah!... A língua da Raquel tinha molhado bem, mas ela nem tinha usado os dedos pra enfiar, e eu tava meio fechadinha. Jorge me abriu do jeito que ele mais gosta, de uma só estocada enfiou mais da metade…
Se a pica grande do Rubén, que ofegante segurava minha cabeça pra eu não tirar a boca, me obrigasse ao silêncio, a estocada do Jorge teria arrancado um grito de dor. Quem gemeu, dolorida, foi a Ana do meu lado. Embora não pudesse olhar, senti que nela o Luís também tinha feito algo parecido.
Eu queria saber o que o Sandro tava fazendo naquele momento, mas na minha posição não dava pra ver, e os gemidos próximos da Ana sendo penetrada pelo Luís me impediam de tentar ouvir meu irmãozinho e a Isa, com quem eu supunha que ele ainda tava.
Mas meu querido Sandrito, me forcei a lembrar, já não era um menino inocente e, como na quinta à noite eu vi, ele se virava bem. Então me concentrei no meu, em aproveitar aquelas duas picas enormes.
Jorge, que já tinha enfiado tudo, agora me empurrava com estocadas duras e longas enquanto o Rubén mantinha a pica na minha boquinha, embora mal coubesse até a metade, que minha língua percorria como podia, saboreando, brincando com a cabecinha, pegando as primeiras gotinhas do doce néctar masculino.
Daí a pouco o Rubén tirou a pica e se levantou, indo atrás do Jorge. Ele aproveitou pra me levantar e me colocar numa das posições favoritas dele: sentando na cadeira deixada pelo amigo, me fez ficar sentada em cima dele com a pica na minha buceta enquanto eu rebolava, me penetrando com força, até O fundo…
Aquela posição não era muito confortável pra mim, mas me deixou ver o que os outros estavam fazendo… Do meu lado, Ana estava no chão com a bunda empinada, enquanto Luís metia nela alternadamente na buceta e no cu, com estocadas curtas, mas fortes. E, no sofá, meu irmãozinho estava deitado de costas, com Isabel montando nele enquanto se beijava com Raquel, e, ao mesmo tempo, meu irmãozinho chupava a buceta dela, que estava bem na boca dele.
Eu, enquanto Jorge continuava me comendo gostoso na buceta, me fazendo tremer toda de prazer a cada metida enquanto me amassava os peitos, tentei ver o que Rubén ia fazer. Ele, com a mão esquerda, começou a masturbar a Raquel… Mas não demorou pra eu perceber que não era ela que realmente interessava ele… Enquanto a masturbava, ele a afastou o suficiente pra apontar a piroca dele pra boquinha do meu irmão, que não precisou de instrução pra abrir a boca e saborear de novo aquela delícia.
E naquele momento, a Ana do meu lado tremeu com um novo orgasmo que a deixou, toda suada, no chão, enquanto Luís tirava o pau dela, sem parar de se masturbar… E então, Jorge me levantou um pouco e, tirando o pau de dentro de mim, apontou pro meu cu…
— Espera, Jorge… — tentei pará-lo, porque não estava nada lubrificada.
Mas ele não me ouviu. No segundo seguinte, senti o pau dele pressionando meu ânus enquanto ele tapava minha boca com uma das mãos. Luís ajudou, colocando minhas pernas no lugar e, de quebra, aproveitou pra ocupar o espaço vazio que Jorge deixou na minha buceta.
Não consegui gritar. A mão de Jorge ainda tampava minha boca, mas eu teria gritado bem alto quando ele cravou a vara comprida dele no meu cu. Me senti completamente partida e, a partir daí, não consegui mais prestar atenção em nada nem em ninguém… Só sentir aquela imensidão ameaçando romper as costuras do meu corpo, rasgar meu cu, me partir realmente em dois, enquanto o pau do Luís enchia minha buceta…
Por um momento, ele deixou o pau parado lá dentro, me fazendo sentir o calor dele na costas, seu pau enchendo meu cu, enquanto o outro não parava de meter na minha buceta cada vez mais rápido... Quando Jorge finalmente tirou a mão, mal consegui abaixar o tom dos meus gemidos... Eu gemia como uma louca possessa... Estava sendo comida por dois e..., como eu estava adorando. Naquela hora, uma suada e aparentemente exausta Isabel chegou até mim e me calou me beijando e enfiando a língua enquanto as mãos de Jorge e Luís acariciavam o cu dela.
Eu tentei ver pelo canto do olho o que meu irmãozinho e os que estavam com ele faziam... E consegui ver. Rubén estava sentado, recostado no sofá e Sandro... Sandro estava por cima, sendo penetrado no cu por aquela grande massa enquanto Raquel o chupava. Os dois, meu irmãozinho e Rubén, gemiam baixinho de prazer.
Não consegui continuar prestando atenção neles, naquele momento Luís anunciou que ia gozar de novo e tirou rapidamente da minha buceta. Eu ia pedir meu prêmio, mas Isabel, se ajoelhando e enfiando o pau na boquinha dela num instante, me roubou. Ele ofegou com muita intensidade quando a semente dele jorrou de novo, dessa vez na boquinha da outra irmã, que engoliu com tanto gosto quanto a outra.
Naquela hora eu mesma não aguentei mais e, erguida por Jorge, gozei enquanto ele me fazia pular quase no ar... Com um grito de prazer que dessa vez nem se preocupou em tentar calar.
Ele me largou no chão, tirando o pau então... Eu estava suada e, inacreditavelmente, já me sentia meio cansada... Olhei pro sofá... Os três tinham formado um daqueles "trens", com Raquel sendo penetrada por Sandro enquanto ele era por Rubén... Na verdade, Jorge foi meter na buceta da Raquel enquanto meu irmãozinho passou a comer ela pelo cu. Mas eu não queria dar a sessão por encerrada sem ser fodida pelo aparelho majestoso do amigo do Jorge. Então me aproximei dele e me apoiei nas costas dele enquanto ele continuava comendo meu irmãozinho.
— E aí, como tá aqui? — perguntei.
— Tá vendo, aproveitando um cu tão Delicioso igual ao do seu irmãozinho Sandro" — ele respondeu.
— Pois é, meu coelhinho também tá te querendo — falei bem claro. — Preciso que você me coma e me leve ao meu terceiro orgasmo da manhã.
Ele hesitou, mas aí apareceu a Isabel que, sei lá de onde, tinha tirado um consolo, já usando.
— Atende a nossa querida anfitriã, Elena — disse pro Rubén. — Sandro é por minha conta, tenho algo pra devolver pra ele.
Me deu um tesão danado ouvir aquilo, e fiquei satisfeita quando o Rubén topou e saiu da bunda do meu irmão pra ver a minha... Eu me deitei de barriga pra cima no sofá... Exatamente igual ao Sandro na noite de quinta, pensei... E enquanto o Rubén se posicionava, vi a Isa tomar o lugar dele e começar a sodomizar com força o meu irmãozinho, enquanto ele gemia de prazer, sem largar a bunda da Raquel, dividindo ela com o Jorge.
E finalmente, aquela pica enorme se abriu caminho em mim e me senti totalmente perfurada, cheia, partida, empalada... Tudo isso e mais. Quando ele enfiou de uma vez até o saco... Agora sim eu via a diferença entre uma pica como a do Rubén e as dos outros, embora já imaginasse... Mas só quando senti ela, como se alcançasse lugares secretos que nenhuma outra tinha conseguido conhecer nem me fazer conhecer... Eu soube o quanto era valioso o dom que ele tinha entre as pernas... Ah!... Inacreditável... Já não gemia, eu uivava... Louca por mais e mais... Ele me penetrava cada vez mais rápido, eu sentia o corpo bem definido dele contra o meu, me fodendo mais forte, mais selvagem, mais duro do que eu nunca tinha experimentado antes... E pensar que nunca teria reparado nesse..., nesse garanhão, se não fosse pelo Sandro..., sorri pensando que era um jeito bom de me compensar indiretamente pelo favor que eu tinha feito pra ele.
Eu tava totalmente entregue, com os punhos cerrados e os olhos fechados, cada célula do meu corpo, meus músculos suados, minhas pernas abertas, meus peitos e barriga balançando, meu cabelo molhado no travesseiro... Todo o meu ser se concentrava no prazer imenso que eu tava sentindo. Recebendo. Alheia ao espaço e ao tempo que acontecia… Até que um terceiro e grandioso orgasmo me fez tremer de novo. Me senti como uma fonte, seca há muito tempo, que de repente se visse inundada, nutrida pelas águas do oceano… O prazer me preencheu por completo e por um momento tudo o mais se apagou e só restou um orgasmo imenso, ou muitos correndo um atrás do outro… Foi um segundo e uma eternidade. Nunca tinha sentido nada assim.
E, mal, ofegante, abri os olhos, quando vi o Rubén se colocar sobre meu peito, me rodeando com os joelhos e apontando a grande pica dele na minha cara. Ia saciar a sede que antes a Isabel me impedira de matar. Mal acabei de pensar nisso quando a pica dele jorrou com força a gozada, enchendo minhas bochechas e lábios, que não me deu tempo de abrir. Quando abri, ele enfiou a cabeça e continuou se esvaziando, enchendo minha boquinha com um leitinho gostoso que fui engolindo encantada. Ele deslizou com a pica, no gozo, os outros jatos que tinham caído na minha cara…
Naquele momento e de repente o Jorge apareceu e, me agarrando, me fez ficar sentada enquanto ao meu lado foi colocando meu irmãozinho e a Raquel. A Isa, do outro lado do sofá, nos segurou os três, obrigando a gente a ficar com as cabecinhas juntas enquanto o Jorge se masturbava ansioso na nossa frente… Eu imaginei o que ia rolar. Ele ia gozar, e já conhecíamos de sobra o potencial das gozadas dele.
Não tinha terminado de pensar nisso quando, de fato, a pica do Jorge começou a soltar aquele rio que os bagos dele guardavam. Foi apontando e nos regou as caras e as bocas com aquele torrente…, eu conhecia, mas não parava de me surpreender. Saía e saía mais e mais daquele leite quente que ele estava jogando na gente. Eu tentava engolir e pegar tudo que podia… Ficamos um bom tempo, mesmo quando já tinha acabado, para terminar de tomar tudo aquilo… Até nos lambíamos os rostos uns dos outros, a Raquel, o Sandro e eu, com ajuda da Isa…
Naquele momento estava Toda acalorada e meio cansada… Mas satisfeita. Tudo tinha saído como eu queria e, pra ser a primeira vez, tinha sido fantástico…
Além disso, aquela experiência completou a jornada daquele setembro maravilhoso, que começou quando eu tirei a virgindade do Sandro e gozei no fogo da minha primeira orgia. Sorri… Aquilo encerrava aquele mês incrível… Mas no futuro, teria mais, embora isso já seja outra história.
7 comentários - Cuidando meu irmãozinho (4, o Grande Final de Setembro)