Olá, hoje vou compartilhar a história do que aconteceu comigo na aula de artes da faculdade.
O começo.
Começava o quarto semestre do curso de engenharia e eu estava sem matérias, então me matriculei em artes só pra matar o tempo. Quando entrei na sala, só tinha uma garota de uns 27 anos, e perguntei se ela sabia quem dava a aula. — Parece que é uma professora nova — ela respondeu. Espero que pelo menos seja gostosa, tô pegando essa matéria porque só consegui me matricular numa da minha área, e assim, mesmo que eu não aprenda nada de arte, vou pelo menos distrair o olho olhando pra ela 🤤. Ela ficou meio vermelha, achei estranho mas não liguei. Passaram alguns minutos e chegaram mais umas 4 pessoas na sala, e o que aconteceu em seguida me deixou completamente arrepiado: a garota com quem eu tava conversando se levantou e cumprimentou — Boa tarde, jovens, sou a Licenciada Sandra Amador 🤦 (esse nome é fictício pra proteger a identidade da pessoa). Ela me olhou e sorriu, naquela hora queria que a terra me engolisse, mas já tinha feito merda toda:oops:.
Quando ela nos dispensou, me chamou: — Jorge, e aí, o que achou da sua professora?
❄️ Um arrepio me tomou e não sei por que respondi: — Não é ruim!
— Não é ruim? — ela me repreendeu — Você não vai ter uma professora melhor em toda a faculdade.
— Tá bom, mas não fica brava, é que não sei o que te dizer.
— Nossa, cadê aquele "você" e a intimidade do começo? O sloot comeu?
— Não, licenciada, já vou, tenho aula.
A maquinação:
Quando cheguei em casa, fiquei pensando: era óbvio que eu mexia com a professora, e a pergunta de um milhão era se eu ia aproveitar essa oportunidade. Essa seria uma das minhas fantasias realizadas, como se fosse um desígnio do destino.
Com o tempo, fui ganhando mais confiança, e ela se vestia tão provocante que eu tinha certeza de que era só pra mim.
Vou direto ao ponto:
Quando faltavam 4 meses pra acabar o semestre, ela precisava de alguém pra reorganizar o estúdio onde a gente fazia as práticas. Felizmente, a demanda de voluntários era escasso, e dos que se inscreveram, só sobraram eu e uma colega. Claro que depois conversei com a mina a sós e ela acabou cedendo: eu ficava três dias por semana e ela só dois. Eu só queria ficar olhando mais tempo a bunda da tal professora.
O tempo passou e eu ficava depois da aula pra ajudar. Tudo foi rolando aos poucos; primeiro consegui que ela falasse comigo com mais intimidade, cumprimentá-la com beijo, depois que me pegasse pela cintura quando passava e me cumprimentava, e por último zoar com ela.
A parte boa chegou quando ela já percebia mais minhas olhadas pra bunda dela quando passava, acho que isso fazia ela se sentir bem. Um dia ela começou a perguntar mais sobre mim. A gente conversou sobre isso e mais um monte por quase uma hora sem fazer nada do trabalho, eu sentia o olhar dela mais safado.
No outro dia, eu tava conferindo umas lâminas que tinha que organizar, mas precisei perguntar algo pra ela. Então ela se aproximou e, enquanto eu explicava, ela ficou do meu lado e, sem eu esperar, agarrou minha nuca, mas olhando pras lâminas como se tivesse prestando atenção. Eu continuei explicando o que ela não entendia, mas aí comecei a sentir os dedos dela fazendo cócegas como um carinho. Eu não falei nada, mas comecei a ficar duro e o pior é que não passou até um tempinho depois. Ela fingiu, mas bem que percebeu.
No mesmo dia, ela se ofereceu pra me dar uma carona. Felizmente eu morava um pouco longe, e o passeio com ela durou bastante. A gente falou de qualquer assunto, mas quando chegamos perto da minha casa, me inclinei pra me despedir com um beijo, só que logo depois de dar o beijo na bochecha, eu não me afastei do rosto dela, ela percebeu e também não se afastou, então a gente ficou a uns 3 cm de se beijar na boca. Ela disse que a gente precisava ver algo amanhã, mas eu não me segurei e na hora soltei dois beijos rápidos na boca dela. Ela ficou me olhando, passou a mão no meu cabelo e disse que era melhor eu ir embora com um olhar meigo, como se Senti um pouco de culpa por aquele beijo.
No dia seguinte, eu tava nervoso pra quando ficasse sozinho com ela no laboratório de novo. Mas ela levou na boa e não reclamou nem esclareceu nada. Mas a parte boa vinha agora, porque naquele dia, antes de eu ir embora, ela me perguntou como eu tava me sentindo. O problema é que naquele dia ela tava usando uma calça jeans que fazia eu ficar de pau duro. Não me segurei e falei pra ela me desculpar, mas que naquele momento as pernas dela tavam me deixando louco.
Ela então correspondeu, se aproximou e a gente começou a se beijar bem de leve; eu não pensei duas vezes e comecei a agarrar a bunda dela enquanto sentia a língua dela na minha boca. Depois, ela começou a esfregar meu pau com a mão, eu já queria meter nela, mas ela disse que era melhor em outro lugar.
Então subimos no carro dela e eu decidi dirigir pra ir pra um hotel. Ela pediu, falou que era pra não perder o tesão, enquanto me faria uma punheta enquanto eu dirigia. Quando chegamos, pedi o quarto e subimos.
Já lá dentro, a gente se beijou de novo devagar. Agora sim, com confiança, comecei a acariciar e apertar a bunda dela, porra! Com aquela calça jeans, a bunda dela quase estourava o tecido, então eu sentia a bunda dela bem macia ao toque, mas ao mesmo tempo firme. Também levantava e soltava, e sentia como ela quicava por causa da calça apertada.
Ela, por sua vez, começou a esfregar meu pau de novo, até que ele já tava bem duro. Depois, ela se abaixou, puxou minha calça pra baixo e começou a chupar meu pau, e fazia isso de um jeito gostoso, começando com chupões; depois, quando tinha ele todo dentro da boca, mexia a língua, e quando tirava, fazia isso mordendo de leve.
Eu já sentia que ia gozar, então parei ela e a puxei de volta, peguei ela pela bunda e deitei ela num sofá, de um jeito que a bunda dela ficou bem empinada. Ainda não tinha tirado a calça jeans dela, então acariciei a bunda dela colocando a mão na altura da cintura. Ela gemia, mas normal, e não como qualquer filme pornô.
Depois abaixei a calça dele, e o que já imaginava: uma calcinha brilhosa de seda azul, que linda! Que gostosa que ela tava!
Comecei a lamber e esfregar a calcinha dela bem na altura da cintura de novo. Aí ela começou a gemer mais alto, até que quase virou um grito, e ela me deu um empurrão pra parar. Mas só deixei ela descansar um pouco, porque tirei toda a roupa dela, apertei os peitos dela e aí sim comecei a chupar a buceta dela, e do mesmo jeito, só que ela também mamou meu pau de novo (69). Lembro que enquanto chupava a buceta dela, via o cu dela, e minha vontade de penetrar aquele lugar já era mais forte.
Ela me disse pra meter, coloquei meu pau bem na entrada da buceta dela, ela já tinha alguma experiência no assunto porque fez eu sentir sensações que nunca tinha experimentado antes.
Assim ficamos um tempo, tirei e demos uma relaxada. Mas depois falei: "Você é uma delícia, mas quero que você coma com o seu cu." Ela não topou, mas como um típico macho, deitei em cima dela e comecei a esfregar a bunda dela, depois subi a mão e comecei a querer enfiar o dedo no cu dela enquanto sussurrava baixinho, dizendo que ela ia gostar muito. Ela enquanto isso segurava meu pau com uma mão e com a outra tirava meu dedo do cu dela, como se a gente tivesse brincando.
Antes de eu gozar, virei ela de novo e de uma só vez enfiei no cu dela, que até ela sentiu forte, mas foi só aquela sensação, porque ela mesma começou a se mexer, eu também comecei a tirar e meter meu pau. Primeiro devagar, porque queria sentir bem o cu dela.
Depois só via como ela tava comendo meu pau com o cu dela, e ao mesmo tempo apertava aquela bundona dela, me inclinei chegando perto do pescoço dela pra beijar. E ela pedia pra eu falar coisas gostosas, então eu dizia que ia foder ela até encher o cu dela e coisas assim. Ela enquanto isso também falava baixinho. gostoso, papi, gostoso!!!".
Agora sim eu ia comer ela como uma puta, porque minha fantasia com ela era como já tinha descrito: apertar os peitos dela com as mãos enquanto enfiava meu pau e beijar o pescoço dela. Ela começou a gemer dizendo que doía, mas que aguentava, continuava gemendo e eu apertando os peitos dela. Que gostoso, depois de um tempo, o cu dela já tava mais frouxo, mas ainda apertava meu pau quando eu tirava.
Comecei a meter mais forte, sentia como ela ficava cada vez mais quente e molhada por dentro, às vezes deixava ela um tempinho com o pau dentro e apertava. Foi delicioso, quando já sentia que ia gozar, ela já tava falando putaria (como "Ah! Ah! No meu cu do caralho!!", "Goza tudo!";) E gemendo como uma puta, a cama rangia cada vez mais e os peitos dela já estavam duros.
Quando senti que ia gozar, virei ela de barriga pra baixo rápido pra ficar totalmente em cima dela, ela aguentava meu peso e com meu pau no cu dela. Peguei ela pelo cabelo, levantei um pouco a cabeça dela e comecei a tirar e meter mais rápido até sentir meu leite começando a jorrar dentro do cu dela, tava tudo viscoso, quente, fazia barulho de tão melado que começou a escorrer.
Quando tirei, ela tava encharcada do meu próprio leite e do suco dela. Ela se virou e pegou meu pau, não chupou, só começou a bombear pra sair tudo. E aí só me disse que eu devia ter guardado um pouco pra boca dela.
Assim termina meu relato.
Essa é uma lembrança que ela me deixou e eu compartilho com vocês.
O começo.
Começava o quarto semestre do curso de engenharia e eu estava sem matérias, então me matriculei em artes só pra matar o tempo. Quando entrei na sala, só tinha uma garota de uns 27 anos, e perguntei se ela sabia quem dava a aula. — Parece que é uma professora nova — ela respondeu. Espero que pelo menos seja gostosa, tô pegando essa matéria porque só consegui me matricular numa da minha área, e assim, mesmo que eu não aprenda nada de arte, vou pelo menos distrair o olho olhando pra ela 🤤. Ela ficou meio vermelha, achei estranho mas não liguei. Passaram alguns minutos e chegaram mais umas 4 pessoas na sala, e o que aconteceu em seguida me deixou completamente arrepiado: a garota com quem eu tava conversando se levantou e cumprimentou — Boa tarde, jovens, sou a Licenciada Sandra Amador 🤦 (esse nome é fictício pra proteger a identidade da pessoa). Ela me olhou e sorriu, naquela hora queria que a terra me engolisse, mas já tinha feito merda toda:oops:.
Quando ela nos dispensou, me chamou: — Jorge, e aí, o que achou da sua professora?
❄️ Um arrepio me tomou e não sei por que respondi: — Não é ruim!
— Não é ruim? — ela me repreendeu — Você não vai ter uma professora melhor em toda a faculdade.
— Tá bom, mas não fica brava, é que não sei o que te dizer.
— Nossa, cadê aquele "você" e a intimidade do começo? O sloot comeu?
— Não, licenciada, já vou, tenho aula.
A maquinação:
Quando cheguei em casa, fiquei pensando: era óbvio que eu mexia com a professora, e a pergunta de um milhão era se eu ia aproveitar essa oportunidade. Essa seria uma das minhas fantasias realizadas, como se fosse um desígnio do destino.
Com o tempo, fui ganhando mais confiança, e ela se vestia tão provocante que eu tinha certeza de que era só pra mim.
Vou direto ao ponto:
Quando faltavam 4 meses pra acabar o semestre, ela precisava de alguém pra reorganizar o estúdio onde a gente fazia as práticas. Felizmente, a demanda de voluntários era escasso, e dos que se inscreveram, só sobraram eu e uma colega. Claro que depois conversei com a mina a sós e ela acabou cedendo: eu ficava três dias por semana e ela só dois. Eu só queria ficar olhando mais tempo a bunda da tal professora.
O tempo passou e eu ficava depois da aula pra ajudar. Tudo foi rolando aos poucos; primeiro consegui que ela falasse comigo com mais intimidade, cumprimentá-la com beijo, depois que me pegasse pela cintura quando passava e me cumprimentava, e por último zoar com ela.
A parte boa chegou quando ela já percebia mais minhas olhadas pra bunda dela quando passava, acho que isso fazia ela se sentir bem. Um dia ela começou a perguntar mais sobre mim. A gente conversou sobre isso e mais um monte por quase uma hora sem fazer nada do trabalho, eu sentia o olhar dela mais safado.
No outro dia, eu tava conferindo umas lâminas que tinha que organizar, mas precisei perguntar algo pra ela. Então ela se aproximou e, enquanto eu explicava, ela ficou do meu lado e, sem eu esperar, agarrou minha nuca, mas olhando pras lâminas como se tivesse prestando atenção. Eu continuei explicando o que ela não entendia, mas aí comecei a sentir os dedos dela fazendo cócegas como um carinho. Eu não falei nada, mas comecei a ficar duro e o pior é que não passou até um tempinho depois. Ela fingiu, mas bem que percebeu.
No mesmo dia, ela se ofereceu pra me dar uma carona. Felizmente eu morava um pouco longe, e o passeio com ela durou bastante. A gente falou de qualquer assunto, mas quando chegamos perto da minha casa, me inclinei pra me despedir com um beijo, só que logo depois de dar o beijo na bochecha, eu não me afastei do rosto dela, ela percebeu e também não se afastou, então a gente ficou a uns 3 cm de se beijar na boca. Ela disse que a gente precisava ver algo amanhã, mas eu não me segurei e na hora soltei dois beijos rápidos na boca dela. Ela ficou me olhando, passou a mão no meu cabelo e disse que era melhor eu ir embora com um olhar meigo, como se Senti um pouco de culpa por aquele beijo.
No dia seguinte, eu tava nervoso pra quando ficasse sozinho com ela no laboratório de novo. Mas ela levou na boa e não reclamou nem esclareceu nada. Mas a parte boa vinha agora, porque naquele dia, antes de eu ir embora, ela me perguntou como eu tava me sentindo. O problema é que naquele dia ela tava usando uma calça jeans que fazia eu ficar de pau duro. Não me segurei e falei pra ela me desculpar, mas que naquele momento as pernas dela tavam me deixando louco.
Ela então correspondeu, se aproximou e a gente começou a se beijar bem de leve; eu não pensei duas vezes e comecei a agarrar a bunda dela enquanto sentia a língua dela na minha boca. Depois, ela começou a esfregar meu pau com a mão, eu já queria meter nela, mas ela disse que era melhor em outro lugar.
Então subimos no carro dela e eu decidi dirigir pra ir pra um hotel. Ela pediu, falou que era pra não perder o tesão, enquanto me faria uma punheta enquanto eu dirigia. Quando chegamos, pedi o quarto e subimos.
Já lá dentro, a gente se beijou de novo devagar. Agora sim, com confiança, comecei a acariciar e apertar a bunda dela, porra! Com aquela calça jeans, a bunda dela quase estourava o tecido, então eu sentia a bunda dela bem macia ao toque, mas ao mesmo tempo firme. Também levantava e soltava, e sentia como ela quicava por causa da calça apertada.
Ela, por sua vez, começou a esfregar meu pau de novo, até que ele já tava bem duro. Depois, ela se abaixou, puxou minha calça pra baixo e começou a chupar meu pau, e fazia isso de um jeito gostoso, começando com chupões; depois, quando tinha ele todo dentro da boca, mexia a língua, e quando tirava, fazia isso mordendo de leve.
Eu já sentia que ia gozar, então parei ela e a puxei de volta, peguei ela pela bunda e deitei ela num sofá, de um jeito que a bunda dela ficou bem empinada. Ainda não tinha tirado a calça jeans dela, então acariciei a bunda dela colocando a mão na altura da cintura. Ela gemia, mas normal, e não como qualquer filme pornô.
Depois abaixei a calça dele, e o que já imaginava: uma calcinha brilhosa de seda azul, que linda! Que gostosa que ela tava!
Comecei a lamber e esfregar a calcinha dela bem na altura da cintura de novo. Aí ela começou a gemer mais alto, até que quase virou um grito, e ela me deu um empurrão pra parar. Mas só deixei ela descansar um pouco, porque tirei toda a roupa dela, apertei os peitos dela e aí sim comecei a chupar a buceta dela, e do mesmo jeito, só que ela também mamou meu pau de novo (69). Lembro que enquanto chupava a buceta dela, via o cu dela, e minha vontade de penetrar aquele lugar já era mais forte.
Ela me disse pra meter, coloquei meu pau bem na entrada da buceta dela, ela já tinha alguma experiência no assunto porque fez eu sentir sensações que nunca tinha experimentado antes.
Assim ficamos um tempo, tirei e demos uma relaxada. Mas depois falei: "Você é uma delícia, mas quero que você coma com o seu cu." Ela não topou, mas como um típico macho, deitei em cima dela e comecei a esfregar a bunda dela, depois subi a mão e comecei a querer enfiar o dedo no cu dela enquanto sussurrava baixinho, dizendo que ela ia gostar muito. Ela enquanto isso segurava meu pau com uma mão e com a outra tirava meu dedo do cu dela, como se a gente tivesse brincando.
Antes de eu gozar, virei ela de novo e de uma só vez enfiei no cu dela, que até ela sentiu forte, mas foi só aquela sensação, porque ela mesma começou a se mexer, eu também comecei a tirar e meter meu pau. Primeiro devagar, porque queria sentir bem o cu dela.
Depois só via como ela tava comendo meu pau com o cu dela, e ao mesmo tempo apertava aquela bundona dela, me inclinei chegando perto do pescoço dela pra beijar. E ela pedia pra eu falar coisas gostosas, então eu dizia que ia foder ela até encher o cu dela e coisas assim. Ela enquanto isso também falava baixinho. gostoso, papi, gostoso!!!".
Agora sim eu ia comer ela como uma puta, porque minha fantasia com ela era como já tinha descrito: apertar os peitos dela com as mãos enquanto enfiava meu pau e beijar o pescoço dela. Ela começou a gemer dizendo que doía, mas que aguentava, continuava gemendo e eu apertando os peitos dela. Que gostoso, depois de um tempo, o cu dela já tava mais frouxo, mas ainda apertava meu pau quando eu tirava.
Comecei a meter mais forte, sentia como ela ficava cada vez mais quente e molhada por dentro, às vezes deixava ela um tempinho com o pau dentro e apertava. Foi delicioso, quando já sentia que ia gozar, ela já tava falando putaria (como "Ah! Ah! No meu cu do caralho!!", "Goza tudo!";) E gemendo como uma puta, a cama rangia cada vez mais e os peitos dela já estavam duros.
Quando senti que ia gozar, virei ela de barriga pra baixo rápido pra ficar totalmente em cima dela, ela aguentava meu peso e com meu pau no cu dela. Peguei ela pelo cabelo, levantei um pouco a cabeça dela e comecei a tirar e meter mais rápido até sentir meu leite começando a jorrar dentro do cu dela, tava tudo viscoso, quente, fazia barulho de tão melado que começou a escorrer.
Quando tirei, ela tava encharcada do meu próprio leite e do suco dela. Ela se virou e pegou meu pau, não chupou, só começou a bombear pra sair tudo. E aí só me disse que eu devia ter guardado um pouco pra boca dela.
Assim termina meu relato.
Essa é uma lembrança que ela me deixou e eu compartilho com vocês.
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