Bom, hoje vou começar a contar mais uma experiência que tive com minha amada prima Citlali.
E então, aqui começo.
É fim de semana e minha mãe me mandou pra casa da minha tia, pra ajudar ela a pintar a casa dela, o que me irritou pra caralho, porque eu já tinha planos.
Enfim, meu pai foi quem me levou até a casa dela, que fica em Cuernavaca. Quando chegamos, ele ficou um tempo... depois foi embora. Minha prima chegou mais tarde, eu estava sentado na sala, ela veio me cumprimentar. Como minha tia estava presente, a gente se cumprimentou normal.
Minha tia – Ah, não pode ser – exclamou minha tia ao entrar na cozinha.
Eu – O que foi, tia? – perguntei.
Minha tia – É que não tenho mais nada na geladeira, vou ter que ir fazer compras.
Citlali me olhou e mostrou um sorriso safado, na mesma hora desviou o olhar pro meu pacote e mordeu os lábios de um jeito muito puta.
Citlali – Não precisa, mãe – exclamou.
Ela levou as mãos pros peitos e apertou eles. Quando vi isso, meu pau ficou durasso na hora, e de imediato subiu, o que foi chato porque a cueca era tamanho pequeno e com o pau duro ela apertava pra caralho.
Citlali – Eu vou fazer as compras e de quebra levo meu primo pra conhecer – completou.
Minha tia – Acho ótimo, pega dinheiro na minha carteira.
Quando saímos, ela me deu as chaves do carro pra eu dirigir, e foi o que fiz. Um pouco longe de casa, ela passou a mão entre minhas pernas e acariciou em círculos, uau, o pau subiu de novo.
Citlali – Fico feliz que você esteja aqui de novo – disse enquanto continuava acariciando.
Eu – Eu também.
Ela percebeu minhas caretas de dor por causa da calça apertada. Sem eu pedir, ela desabotoou minha calça.
Eu – O que você tá fazendo? – exclamei nervoso.
Citlali – Você tá sentado e com certeza seu pauzão tá apertado, só vou aliviar sua dor. Levanta um pouco.
E foi o que fiz, mas ela não só baixou minha calça, também baixou minha cueca. Ela me deu aquele olhar de puta que me fascina, tirou a blusa dela ficando só de... bracier, meu pau já tava mais que duro e escorrendo um pouco de sêmen, ela cuspiu nas próprias mãos várias vezes até a saliva começar a escorrer pelos dedos, e quando ficou satisfeita com a quantidade, usou toda aquela saliva como um bom lubrificante.
eu — espera aí, não, posso derramar meu sêmen no carro, —
Citlali — claro que não, porque assim que sair pretendo beber tudo, —
ela abaixou a cabeça até meu pinto e começou a inalar aquele cheiro de mijo misturado com suor, sêmen e sujeira do pau, e curtia aquilo como uma louca, o que me excitava pra caralho. de repente, começou a chupar que nem uma desesperada, dava pra sentir ela engolindo meu pau inteiro, logo a saliva já era abundante porque ela enfiava meu pau até o fundo. do nada, chupou como uma louca, chegou a hora do clímax e eu gozei uma porrada de porra na boca dela, ela fez questão de engolir tudo, e se afastou só quando meu pinto voltou ao normal. olhando pra mim, ela mostrou toda a porra que tinha na boca, ficou brincando por uns segundos, fazendo bochechos e gargarejos, e quando engoliu foi como se tivesse desejado aquilo há muito tempo. depois de passar, suspirou de prazer.
assim termina essa parte do relato, mas isso não é tudo, porque ainda falta explicar muitas coisas, mas isso eu conto na segunda edição.
E então, aqui começo.
É fim de semana e minha mãe me mandou pra casa da minha tia, pra ajudar ela a pintar a casa dela, o que me irritou pra caralho, porque eu já tinha planos.
Enfim, meu pai foi quem me levou até a casa dela, que fica em Cuernavaca. Quando chegamos, ele ficou um tempo... depois foi embora. Minha prima chegou mais tarde, eu estava sentado na sala, ela veio me cumprimentar. Como minha tia estava presente, a gente se cumprimentou normal.
Minha tia – Ah, não pode ser – exclamou minha tia ao entrar na cozinha.
Eu – O que foi, tia? – perguntei.
Minha tia – É que não tenho mais nada na geladeira, vou ter que ir fazer compras.
Citlali me olhou e mostrou um sorriso safado, na mesma hora desviou o olhar pro meu pacote e mordeu os lábios de um jeito muito puta.
Citlali – Não precisa, mãe – exclamou.
Ela levou as mãos pros peitos e apertou eles. Quando vi isso, meu pau ficou durasso na hora, e de imediato subiu, o que foi chato porque a cueca era tamanho pequeno e com o pau duro ela apertava pra caralho.
Citlali – Eu vou fazer as compras e de quebra levo meu primo pra conhecer – completou.
Minha tia – Acho ótimo, pega dinheiro na minha carteira.
Quando saímos, ela me deu as chaves do carro pra eu dirigir, e foi o que fiz. Um pouco longe de casa, ela passou a mão entre minhas pernas e acariciou em círculos, uau, o pau subiu de novo.
Citlali – Fico feliz que você esteja aqui de novo – disse enquanto continuava acariciando.
Eu – Eu também.
Ela percebeu minhas caretas de dor por causa da calça apertada. Sem eu pedir, ela desabotoou minha calça.
Eu – O que você tá fazendo? – exclamei nervoso.
Citlali – Você tá sentado e com certeza seu pauzão tá apertado, só vou aliviar sua dor. Levanta um pouco.
E foi o que fiz, mas ela não só baixou minha calça, também baixou minha cueca. Ela me deu aquele olhar de puta que me fascina, tirou a blusa dela ficando só de... bracier, meu pau já tava mais que duro e escorrendo um pouco de sêmen, ela cuspiu nas próprias mãos várias vezes até a saliva começar a escorrer pelos dedos, e quando ficou satisfeita com a quantidade, usou toda aquela saliva como um bom lubrificante.
eu — espera aí, não, posso derramar meu sêmen no carro, —
Citlali — claro que não, porque assim que sair pretendo beber tudo, —
ela abaixou a cabeça até meu pinto e começou a inalar aquele cheiro de mijo misturado com suor, sêmen e sujeira do pau, e curtia aquilo como uma louca, o que me excitava pra caralho. de repente, começou a chupar que nem uma desesperada, dava pra sentir ela engolindo meu pau inteiro, logo a saliva já era abundante porque ela enfiava meu pau até o fundo. do nada, chupou como uma louca, chegou a hora do clímax e eu gozei uma porrada de porra na boca dela, ela fez questão de engolir tudo, e se afastou só quando meu pinto voltou ao normal. olhando pra mim, ela mostrou toda a porra que tinha na boca, ficou brincando por uns segundos, fazendo bochechos e gargarejos, e quando engoliu foi como se tivesse desejado aquilo há muito tempo. depois de passar, suspirou de prazer.
assim termina essa parte do relato, mas isso não é tudo, porque ainda falta explicar muitas coisas, mas isso eu conto na segunda edição.
4 comentários - Na casa da minha prima gostosa
NO borre nada 🙂