Tudo começou neste verão na minha cidade, faz muito calor e tivemos a sorte de comprar um ar-condicionado. Nunca tinha reparado na minha irmã, meus amigos viviam falando que ela era gostosa e eu não gostava que dissessem isso. Enfim, como o ar tava no quarto da minha mãe, a gente praticamente acampava lá. Comecei a ver minha irmã com pouca roupa mais seguido, ela usava uma camisola que subia e dava pra ver a tanga dela. Como ela enfiava a calcinha na bucetinha dela e as nádegas por baixo dos lençóis, eu fingia que tava dormindo pra olhar pra baixo e ver a tanga, e depois ia rápido pro banheiro bater uma. Daí pensei em algo pra ver ela pelada, espiar ela ou algo assim, mas não me vinha nada... e as situações foram acontecendo. Fui no banheiro do andar de baixo (fica do lado da porta do quintal) e ela tava tomando sol sem nada no peito, com os peitos de fora. Comecei a olhar pra eles sem fazer barulho, os peitos dela eram branquinhos com os biquinhos rosados, e comecei a me tocar por cima do short. Aí movi o pé e bati na porta, e ela percebeu que eu tava com o pau pra fora e olhando fixamente pros peitos dela. Fiquei paralisado, não acreditava no que tinha acontecido. Ela ficou brava, se cobriu e foi embora. Eu me tranquei no banheiro e fiquei pensando, com remorso, no que tinha feito. Fui pra casa de um amigo pra não ficar perto de casa.
Passaram horas... voltei pra casa, jantei rápido e fui deitar pra não encontrar com ela. Tava tranquilo vendo TV no meu quarto, quando ela abre a porta e diz:
— Maninho, não gostei nada de te ver assim. Por mim, não podemos fazer isso, somos irmãos. Arruma uma namorada.
E me deu um beijo meio provocativo perto dos lábios e foi embora rindo. E eu pensei: "puta que pariu", e senti o volume entre minhas pernas. Fui rápido pro cesto de roupa suja, peguei a tanga dela e fiz coisas que são proibidas na Bíblia. No outro dia, acordei e entrei no quarto dela sem permissão, como sempre, e vi que ela dormiu sem roupa, tava pelada. comecei a bater uma na frente dela, pelada, e notei que ela acordou e me disse:
– O que você tá fazendo?
Fiquei sem palavras, vermelho que nem tomate.
– Fala, me diz: o que você tá tentando fazer?
– Entrei aqui, te vi pelada e não consegui me segurar, me desculpa, nunca mais vai acontecer de novo, eu juro – respondi todo envergonhado.
– Relaxa, irmãozinho, te entendo, você tá na puberdade, igual todo adolescente: vê uma bunda e começa a se masturbar. Mas não deixa isso se repetir, não vou contar nada pra mamãe.
Eu suspirei, aliviado que minha irmã não tinha falado nada sobre o que aconteceu.
– Valeu, irmã, nunca mais vai rolar, eu prometo.
Ela me respondeu com um abraço, e lembra que ela tava completamente nua, e me apertou contra os peitos dela, bem formados, e aí minha pica subiu mais ainda.
– E esconde isso de uma vez – ela falou, rindo da minha cara de vergonha.
Saí pro meu quarto e fiquei trancado a manhã inteira até a hora do almoço. Minha mãe saiu pra comprar comida fora, e minha irmã entrou no meu quarto e disse:
– Você gosta do que vê? – ela tava completamente pelada.
– Sim, adoro – respondi meio confuso com a situação.
– O que vai rolar agora, você não pode contar pra ninguém, irmãozinho. Vou te fazer um favor pra você parar de bater punheta.
Eu não sabia o que dizer, tava completamente assustado.
– Vamos, o que você tá esperando? Não fica com medo agora que eu tô aqui – ela falou.
Ela entrou, trancou a porta do quarto com chave e começou a se masturbar na minha frente, e me convidou pra enfiar um dedo e provar os sucos dela. Ela tava toda excitada, começou a baixar meu short e disse:
– Que pedaço de pica você tem, irmãozinho.
Ela começou a chupar ela de um jeito que eu me contorcia na cama, tava no céu.
Tentei enfiar por dentro, mas ela não deixou. Aí ela virou de cara no colchão, levantando aquela bunda linda que eu tinha imaginado em todos os meus sonhos.
– Por trás, sim – ela exclamou.
Aquela bunda tava bem apertada, então ela disse que eu tinha que chupar um pouco, e separou as nádegas de um jeito que dava pra ver tudo. Enfiei o pau e fui metendo devagar até chegar no fundo, aí fui acelerando até que ela disse: — Calma, vai rasgar minha bunda, desgraçado. — Eu olhei pra ela e falei sorrindo: — Mas viu como você me deixa, sua rabuda gostosa? — E nisso percebi que ia gozar e não falei nada.
Ela: Ah ah, vou gozar, vai, mais forte, ah ah
Eu: Como você gosta, sua puta
Ela: Sim, adoro, ah aha ah, tô gozando
E gozamos juntos, foi mágico, e no meio de todo aquele prazer, sinto baterem na porta do meu quarto.
— Filho, para de ver pornô e vem comer, lava bem as mãos, e já que tá aí, fala pra sua irmã acordar e vir comer também.
De repente, um frio na barriga, e sentimos minha mãe descendo as escadas. A gente riu pra caramba com minha irmã, e desde aquele dia, não nos olhamos mais do mesmo jeito.
Passaram horas... voltei pra casa, jantei rápido e fui deitar pra não encontrar com ela. Tava tranquilo vendo TV no meu quarto, quando ela abre a porta e diz:
— Maninho, não gostei nada de te ver assim. Por mim, não podemos fazer isso, somos irmãos. Arruma uma namorada.
E me deu um beijo meio provocativo perto dos lábios e foi embora rindo. E eu pensei: "puta que pariu", e senti o volume entre minhas pernas. Fui rápido pro cesto de roupa suja, peguei a tanga dela e fiz coisas que são proibidas na Bíblia. No outro dia, acordei e entrei no quarto dela sem permissão, como sempre, e vi que ela dormiu sem roupa, tava pelada. comecei a bater uma na frente dela, pelada, e notei que ela acordou e me disse:
– O que você tá fazendo?
Fiquei sem palavras, vermelho que nem tomate.
– Fala, me diz: o que você tá tentando fazer?
– Entrei aqui, te vi pelada e não consegui me segurar, me desculpa, nunca mais vai acontecer de novo, eu juro – respondi todo envergonhado.
– Relaxa, irmãozinho, te entendo, você tá na puberdade, igual todo adolescente: vê uma bunda e começa a se masturbar. Mas não deixa isso se repetir, não vou contar nada pra mamãe.
Eu suspirei, aliviado que minha irmã não tinha falado nada sobre o que aconteceu.
– Valeu, irmã, nunca mais vai rolar, eu prometo.
Ela me respondeu com um abraço, e lembra que ela tava completamente nua, e me apertou contra os peitos dela, bem formados, e aí minha pica subiu mais ainda.
– E esconde isso de uma vez – ela falou, rindo da minha cara de vergonha.
Saí pro meu quarto e fiquei trancado a manhã inteira até a hora do almoço. Minha mãe saiu pra comprar comida fora, e minha irmã entrou no meu quarto e disse:
– Você gosta do que vê? – ela tava completamente pelada.
– Sim, adoro – respondi meio confuso com a situação.
– O que vai rolar agora, você não pode contar pra ninguém, irmãozinho. Vou te fazer um favor pra você parar de bater punheta.
Eu não sabia o que dizer, tava completamente assustado.
– Vamos, o que você tá esperando? Não fica com medo agora que eu tô aqui – ela falou.
Ela entrou, trancou a porta do quarto com chave e começou a se masturbar na minha frente, e me convidou pra enfiar um dedo e provar os sucos dela. Ela tava toda excitada, começou a baixar meu short e disse:
– Que pedaço de pica você tem, irmãozinho.
Ela começou a chupar ela de um jeito que eu me contorcia na cama, tava no céu.
Tentei enfiar por dentro, mas ela não deixou. Aí ela virou de cara no colchão, levantando aquela bunda linda que eu tinha imaginado em todos os meus sonhos.
– Por trás, sim – ela exclamou.
Aquela bunda tava bem apertada, então ela disse que eu tinha que chupar um pouco, e separou as nádegas de um jeito que dava pra ver tudo. Enfiei o pau e fui metendo devagar até chegar no fundo, aí fui acelerando até que ela disse: — Calma, vai rasgar minha bunda, desgraçado. — Eu olhei pra ela e falei sorrindo: — Mas viu como você me deixa, sua rabuda gostosa? — E nisso percebi que ia gozar e não falei nada.
Ela: Ah ah, vou gozar, vai, mais forte, ah ah
Eu: Como você gosta, sua puta
Ela: Sim, adoro, ah aha ah, tô gozando
E gozamos juntos, foi mágico, e no meio de todo aquele prazer, sinto baterem na porta do meu quarto.
— Filho, para de ver pornô e vem comer, lava bem as mãos, e já que tá aí, fala pra sua irmã acordar e vir comer também.
De repente, um frio na barriga, e sentimos minha mãe descendo as escadas. A gente riu pra caramba com minha irmã, e desde aquele dia, não nos olhamos mais do mesmo jeito.
7 comentários - Minha primeira vez
Van +5 para incentivar a seguir escribiendo.
Saludos... te sigo