Vou contar uma história que aconteceu comigo há uns anos, quando eu era um adolescente cheio de hormônios... hahaha. Naquela época, a gente passava muitos fins de semana, férias, etc., com um amigo do meu pai, um homem de boa situação, na época com uns 55 anos, viúvo, que tinha conhecido uma mulher e estavam juntos. Essa mulher (Nora), uns 30 anos, tucumana, alta, robusta, não gorda, com umas tetas boas e um quadril bem marcado, além de umas pernas excelentes. E o filho desse senhor (Pablo), de uns 10 anos. Minha família era composta pelos meus pais, meu irmão mais novo e eu, que na minha idade já vivia tarado. Quase todo fim de semana, principalmente no verão ou nas férias, a gente passava muito tempo junto na chácara desse cara, aproveitando a piscina, e eu, claro, me esquentando com a Norita. Nora era muito brincalhona e não deixava barato, e me tratava como o sobrinho preferido dela, me enchia de carinho e até me fazia ficar vermelho com as coisas que falava. Quando estávamos na piscina, ela sempre brincava de me afundar, sem perceber (ou percebendo) que esfregava aquelas tetas carnudas em mim ou roçava a bunda na minha perna. Me deixava muito excitado, e depois eu ia pro banheiro bater umas punhetas intensas, gozando em cima das calcinhas usadas dela ou da sunga. Nora costumava usar aquelas sungas tipo baywatch, vermelhas, inteiras, mas com um decote bem cavado que mal cobria a buceta dela e marcava os lábios. Assim, rolaram várias situações até que uma tarde eu estava sentado me secando ao sol, e Nora chegou por trás e me abraçou, com a desculpa de me aquecer para tirar o frio. Ao me abraçar, encostou as tetas nas minhas costas enquanto brincava, dizendo que ia me esquentar. Enquanto me dava aquele abraço carinhoso e brincalhão, comecei a sentir os bicos dos peitos dela endurecerem, parecendo grossos e desafiadores. Ela parecia movê-los de propósito, esfregando eles nas minhas costas... que sensação gostosa!!! Tão gostosa que comecei a sentir a pica endurecer na hora. de um jeito que não deu pra esconder. Ela fingiu que não era nada e passou a mão de leve no meu volume endurecido, aí falou "opa, pelo visto meu sobrinho não tá com tanto frio assim", tirou a mão e sussurrou no meu ouvido num tom safado e com um sorrisinho, "depois a gente conversa". Eu tava duro e vermelho de vergonha!!! Lá pras 6 da tarde, quando todo mundo tava entrando pra merendar, ela me pediu pra ajudar a pegar uns galões de cloro no armário da casa de máquinas da piscina. A gente entrou e ela fechou a porta. Falou "me alcança aquele galão que eu seguro você". O galão tava numa prateleira em cima da bomba da piscina, eu subi num banquinho enquanto ela me segurava pela cintura. Quando desci, tropecei nas havaianas e caí pra trás, encostando as costas nos peitos dela. Me levantei, virei pra pedir desculpa e vi que os bicos dos peitos dela tavam durinhos de novo, não consegui tirar os olhos, enquanto minha pica ia crescendo. A Nora, que tava parada na minha frente de maiô vermelho, passou as mãos nos peitos e com o dedo indicador de cada mão começou a brincar com os bicos, me olhando e perguntando "cê gosta?" Eu não conseguia nem falar nem disfarçar o tesão, pai, e só balancei a cabeça. Ela levou as mãos pros ombros, baixou as alças até a cintura e deixou à mostra duas tetonas enormes com o bico bem durinho... enquanto falava "olha mais de perto". Como eu fiquei paralisado, ela me agarrou pela nuca com uma mão, me puxou pro peito dela e com a outra mão esfregou a teta na minha cara toda. Quando comecei a chupar, ela soltou uns gemidos baixinhos, bem de puta no cio, e na mesma hora passou a mão na minha pica que já tava explodindo... e entre gemidos falava "que grossa que cê tem, sobrinho!!!". Ela bateu uma pra mim umas vezes e quando eu ia gozar, soltou meu pau e me fez sentar no chão, montou em cima da minha cabeça, me puxou pelos cabelos, afastou o maiô e esfregou a buceta por toda minha boca, me fazendo colocar a língua pra fora e chupar ela toda. Quando ficou bem molhada, ela me separou e disse: "já que aguentou tanto tempo, vai aguentar até a noite, que tenho que cumprir com o velho, e depois pego você". Se arrumou e saímos do quartinho pra lanchar. Continuamos na chácara até a noite, trocando olhares e roçadas cúmplices, encostei várias vezes sentindo como as bandas dela se abriam quando eu apoiava a pica. Ela estava tão tesuda que dava pra ver a buceta encharcada através da malha. Já de noite, meus velhos decidiram ir embora, mas eu insisti em ficar pra dormir, pra começar cedo no dia seguinte com a piscina, claro com o apoio da Nora. Quando todo mundo foi embora, ficaram na chácara a Nora, o marido (Tito), o filho dele e eu. Aí ela deu um jeito de mandar o menino com a mãe. Óbvio que o Tito tinha que levar ele. Enquanto faziam os preparativos pra levar o Pablito, eu sentei num sofá pra ver TV do lado de uma janela gigante que dava pra um parque de uns 20 metros de comprimento e depois a rua. Cada vez que o Tito e o Pablo levavam coisas pro carro, a puta se colocava na frente da televisão, afastava a malha pro lado e, enquanto enfiava um dedo na buceta, me dizia: "aqui você vai meter". Assim que se certificou de que o Tito tinha ido embora, com aquele jeito dominador e manipulador dela, abaixou a malha até o joelho, se jogou no sofá e disse: "vem e chupa ela como antes". Eu aceitei, tímido e suave, por uns minutos, enquanto brincava com os bicos dos peitos dela, duríssimos: cada vez que eu passava a língua de leve no clitóris, ela se arrepiava toda e os lábios da buceta pareciam prender minha língua, até que, parece que dominada pelo tesão, de repente ela me pegou pela nuca e começou a dar estocadas com a pélvis contra minha boca, soltando uns gemidos de arrepiar e jorrando uma porrada de fluidos vaginais na minha boca, me dizendo: "filho da puta". Você me fez gozar!!!!!! Tava muito tesuda!!!!!”. Ela se levantou, a gente se beijou de língua por uns segundos, me mandou parar, baixou meu short e ficou passando a língua na minha pica dura e quente por uns instantes. Parecia que não queria que acabasse porque mudava o ritmo toda hora e me deixava morrendo de vontade. Me jogou no sofá falando “a gente não tem muito tempo”, montou em mim de cavalinho e, com a pica na mão, começou a passar ela toda na buceta dela, que já tava encharcada, e no momento mais inesperado enfiou de uma vez até o fundo, soltando um grito de prazer. Ela subia e descia devagar, aproveitando cada centímetro de pica, e quando eu ia gozar, ela desceu e falou, quase se vestindo: “quero seu gozo tudo junto… mas mais tarde”. Cinco minutos depois, o Tito chegou. Depois de um tempo vendo TV, cada um foi tomar banho. Primeiro a Nora, depois eu e por último o Tito. Enquanto o Tito tomava banho, a Nora preparava o jantar, chegou perto de mim e disse: “hoje à noite tenho que satisfazer o velho, que não me mexe nem um fio de cabelo, mas quero que você fique olhando escondido, assim eu consigo ficar com tesão sabendo que você tá lá…. mas não goza, porque depois é sua vez!!” Uhhh não!!!!!….minha cabeça tava a mil imaginando aquilo. Combinamos que, depois do jantar, eu ia fingir que ia dormir e me esconderia no armário do quarto deles. Foi assim: terminamos de jantar, me despedi e fingi ir pro meu quarto, mas desviei e me escondi no armário, deixando a porta ligeiramente aberta. Umas meia hora depois, os dois entraram no quarto, o Tito com uns copos a mais e ela com um roupão de toalha, nada sexy. Começaram a se pegar, a Nora abriu o roupão como se fosse uma obrigação e não tinha nada por baixo. O Tito começou a apalpar e logo ficou excitado, deitou na cama e ela montou em cima dele, sentando gostoso enquanto olhava pra onde eu tava. O Tito tava deitado com um travesseiro debaixo da cabeça, sem chance de ver pra onde eu tava. Minha pica tava explodindo Excitação ao vê-la pular essa puta. Num instante, abri um pouco mais a porta pra ela me ver batendo punheta. Foi aí que, quando ela me viu, começou a pular com muita força enquanto se tocava no clitóris e nos peitos. Nessa hora, o velho gozou, sem deixar ela descarregar, então a Norita desceu bem irritada, mas muuuuito tesuda. Foi se lavar no banheiro e depois o Tito. Foi quando aproveitei pra sair e me enfiar no meu quarto, louco de tesão. Meia hora depois, mais ou menos, quando o Tito dormiu, a Norita apareceu no meu quarto com o mesmo roupão de toalha e me disse pra esperar ela num quartinho perto do quincho, que ficava quase no fundo do sítio. E foi assim, quente como brasa, me enfiei naquele quartinho de cueca. Quando a Nora veio, me disse que o Tito tava apagado, então a gente se pegou num beijo delicioso. Quando ela tirou o roupão, quase gozo na hora!!!! Tava vestindo uma camisola de seda branca, comprida, levemente solta. Ficava nela como pintada, acompanhando perfeitamente cada curva. Os peitos pareciam montinhos suaves, destacados por um mamilo duro, mas macio pela seda, que deixava ver levemente o translúcido das aréolas enormes, escuras. Chegando nos quadris, acompanhava as curvas bem definidas, onde dava pra adivinhar que não tinha calcinha. Ela virou de leve, e a seda acompanhava cada buraquinho da bunda dela, até a risca perfeita. Me olhou fixo e sugestivamente disse: "Você vai me comer, cara? Quero que você me dê toda sua porra junta", enquanto beliscava os mamilos através da seda. Mas dessa vez tomei a iniciativa eu, peguei ela pela cintura bem suave e puxei pra perto de mim, até sentir a cabeça da minha rola encostar na risca proeminente da buceta inchada dela. Comecei a tocar ela, deslizando minhas mãos pra bunda dela, dura, grande, bem pomposa, sempre com suavidade, passando meus dedos um por um por toda a extensão da raba dela, desde a junção com a vagina até em cima. Ela ficava tipo... Louca!!!! Nem se fala quando com a ponta do meu dedo indicador comecei a massagear o cu dela… pensei que ia acabar ali mesmo!!! Ela ficou louca, me apertou forte e começou a me dar estocadas com a pussy, enquanto me segurava pela nuca e enfiava a língua até a garganta. Virei ela, colocando aquele rabo generoso contra meu cock e comecei a apalpar os peitos dela com as duas mãos, e ela respondia com gemidos, apertando a racha contra meu pau ereto. Comecei a descer, passando pelas costelas, barriguinha, ventre, púbis, até chegar no comecinho da buceta dela, onde delicadamente me dediquei a seguir o formato. Que sensação única é tocar uma pussy carnuda, quente e molhada através da seda da camisola. Continuei com um movimento de sobe e desce até que a umidade dela atravessou a seda, lambuzando meus dedos. Afastei um pouco as pernas dela e aí pude sentir toda a inchação dos lábios da buceta através da camisola. Coloquei ela de lado, virada pra mim, pra poder agir com as duas mãos e enquanto ela me chupava o cock, eu continuei masturbando ela através da camisola. O incrível veio quando, com a mão livre, levantei a camisola dela e, por trás, enfiei um dedo na pussy encharcada enquanto com a mão da frente estimulava o clitóris. E aí, do mesmo jeito que tirei o dedo cheio de fluido vaginal, enfiei no cu fechado dela… Norita não aguentou nem 20 segundos e gozou na minha mão. Tava ensopadíssima, a ponto de escorrer pelas pernas, e enquanto tinha o orgasmo, ela gemia ou falava putaria no meu ouvido. Me deixou tão excitado que puxei a camisola dela, sentei numa cadeira e fiz ela sentar no meu cock. Como meu pau deslizou naquela caverninha inundada!!!! “ahhhhh quero que você me encha de leite!!!!” Ela cavalgou devagar enquanto eu chupava os peitos dela, depois enfiei outro dedo no cu dela, aí ela começou a pular violentamente em cima do meu pau enquanto gritava “ahhhh to gozando!!! Como você me faz gozar!!!!” Tirei o cock escorrendo o gozo dela, coloquei ela de quatro e de uma só vez enfiei no cu dela até encher tudo de porra e ela teve o segundo orgasmo. Tirei o pau meio duro do cu dela e enfiei na boca dela enquanto ela se tocava no clitóris, até esvaziar todo o meu sêmen na boquinha e nos peitos dela, e ela teve o terceiro, sujando o chão inteiro. Foi incrível!!!!. A gente se lavou, se vestiu e cada um foi pra sua cama até o dia seguinte.
4 comentários - Norita la tucumana amiga de la familia