Depto. nuevo, mil aventuras sexuales y mi vecino mirando 2

Olá, punheteiros, estou de volta pra trazer a continuação da minha história no apê novo. Fica um pouco mais picante e dá pra ver como a coisa vai se desenrolando. Espero que vocês tenham conseguido segurar, justamente a mão, e tenham batido só umas duas punhetas com o relato anterior. Bom, vou deixar vocês com o texto e ficarem tesudos, amigos. Boa sorte! Ah, e valeu pra quem comentou meu post anterior, espero que esse também agrade vocês.

Foi só na terceira ou quarta noite que dormi na minha nova morada que descobri um dos primeiros sinais das escapadinhas do meu vizinho até o meu lado da varanda que a gente divide entre os dois apartamentos, pra dar umas espiadas por alguma das muitas janelas da minha casa. É verdade que são muitas janelas na casa, coisa que adoro nela pela claridade, mas ela é feita sob medida pra um curioso tarado como meu vizinho gordinho.

Naquela noite, terminei de tomar banho e saí do chuveiro com uma toalha amarrada na altura dos meus peitos redondinhos e bronzeados, o cabelo preso num coque e um pouco molhada porque no verão gosto de ficar úmida pra deixar o corpo fresquinho. Assim como vinha, tirei a toalha entrando no meu quarto e, toda peladinha, comecei a passar creme no corpo. Como se fosse de propósito, quando vou subindo pelas minhas coxas e chego na parte da virilha, me dá na telha, sem saber por quê, levantar o olhar e olhar pra fora pela janela do meu quarto. Como não foi um olhar muito decidido pra fora, só levantei a vista. E aí vi ele, espiando da escada que sobe pra varanda dele na escuridão, sem ele perceber, felizmente. Instintivamente, segui como se nada tivesse acontecendo, enquanto passava um monte de coisa na minha cabeça. De novo vergonha, mas quase um segundo depois aquilo se transformava em tesão. E um tesão novo, desconhecido, mas muito, muito excitante. Continuei então com o ritual do creme e o voyeur com a Tranquilidade de um monge. Passei por todos os lugares onde ele gostaria de estar; fingi que ia na minha buceta passando pela minha virilha e roçando de leve no meu púbis pra deixar ele animado, mas não pode dar tudo de cara. Subi pela minha barriguinha devagar, fazendo mil carícias desde minha buceta depilada até a base dos meus peitinhos. Depois continuei com meus peitos, agarrando bem forte e massageando como se fosse ele, com a mesma vontade que ele colocaria se minhas mãos fossem dele. Depois de me dar umas quantas carícias no corpo todo, esquentando ao máximo meu espectador privilegiado, enquanto via ele se contorcer de prazer espiando, dei o gostinho e me sentei na cama com as pernas bem abertas. Deixando toda a minha buceta de neném angelical à mostra, porque tenho ela pequenininha e bem cuidada como aos quinze, comecei a roçar minha buceta devagarinho com as costas de uma mão. Devagar, bem devagar. Comecei a esfregar com mais e mais vontade os lábios da buceta pra ela ir esquentando e, esfregando o clitóris com a ponta dos dedos, comecei a deixar ela bem molhadinha. Quando ela começou a ficar úmida, e eu já tava tipo uma moto com a masturbação que tava fazendo, sabendo que enquanto isso tavam me espiando, me deixando cair de costas, enfiei um dedo até o fundo bem forte, do jeito que sempre gostei de ser penetrada pra me foder: de uma vez e bem duro. Esse dedo foi só o começo, porque assim que comecei a trabalhar um pouco, enfiei mais dois dedos e tive que intensificar a masturbação, entrando numa cachoeira de fluxo e também de orgasmos, porque soltei mais alguns bem coladinhos no primeiro. Tenho essa qualidade encantadora: depois de uma boa foda, vem um atrás do outro se tão me comendo direito. E aquela masturbação não era uma foda qualquer, era muita tesão que me dava ver o gordinho começar a se masturbar por baixo da roupa enquanto se segurava no corrimão da escada. Pra não cair espiando pelos degraus quando enfiei os dedos na minha buceta. Não aguentou. E coitado, não aguentou muito tempo e gozou bem rápido, o tesão matava ele. Mas quando percebi que ele tinha gozado, fiquei com o dobro de tesão e isso me fez chegar na hora ao primeiro orgasmo. A cachoeira de fluxo que deleitou os ratos do meu espectador quando gozei escorria pelas minhas pernas até meus tornozelos, e tive que voltar pro chuveiro. Mas dessa vez já era show suficiente e fechei as cortinas do quarto e da janela do banheiro pra ele ir dormir de uma vez, meu espião. E também não queria que ele morresse do coração, né? Já era demais pra uma noite, que fosse dormir relaxado depois da punheta que bateu olhando pra mim. Se os ratos deixassem ele dormir, hehe. Espero que gostem. Comentem aí. A continuação, em breve. Tchau!

2 comentários - Depto. nuevo, mil aventuras sexuales y mi vecino mirando 2

el relato es hermoso, me encantaria poder ayudarte en esa gimnasia en tu conchita. Saludos y que sigan los relatos.