Aqui está um novo conto, espero que gostem. Era a terceira vez que eu descia do ônibus naquele posto de gasolina à beira da estrada e, como nas duas anteriores, segui em direção à casinha à direita, onde uma placa luminosa anunciava "CLUB". Tinha passado grande parte da tarde, como nas duas vezes anteriores, me arrumando, me maquiando, escolhendo meu melhor vestido e encontrando alguma joia que ainda tinha escapado da minha situação de miséria extrema. O anúncio dizia claramente: "... se você é jovem, gostosa, simpática e quer ganhar mais de 20.000 pesetas por noite, me ligue..." Era a terceira vez que ligava para marcar uma entrevista. Nas duas anteriores, eu tinha recuado antes de cruzar a porta daquela casinha, voltando para casa para me jogar na cama, chorando desesperadamente. Fazia seis meses que um maldito acidente de moto tinha levado meu marido, cujo seguro tinha vencido há tempos, e como o trabalho dele era autônomo e ele não estava registrado na Previdência Social, fiquei sem pensão e meus poucos recursos financeiros já tinham acabado. Eu sou jovem, tenho trinta e dois anos, sou gostosa, rosto bonito, um metro e sessenta e oito de altura, peitos firmes e proporcionados, pernas longas, etc., era simpática e posso continuar parecendo, e não é que eu queira ganhar 20.000 pesetas, é que... PRECISO ganhar, mesmo que seja muito menos. Não tenho vontade de viver, mas também não quero morrer na miséria. Decidi que na terceira tinha que ser a definitiva. Ou virava uma puta de uma vez ou tomava todos os comprimidos que tinha em casa, também de uma vez, e ia atrás do meu falecido companheiro. Dei o passo definitivo. Com a mão trêmula, empurrei aquela porta e fui recebida por uma onda de fumaça de cigarro, cheiro de perfume barato e suor. Senti um princípio de desmaio, mas superei, dirigindo meus passos inseguros até o balcão, onde um harém de vagabundas tentava agradar um Matilha de caminhoneiros. De repente, um silêncio caiu, todos os olhares se viraram pra mim e parecia que o tempo tinha parado. Nos olhos deles, eu lia "CARNE FRESCA" e nos delas, "A CONCORRÊNCIA"... Quase me virei e saí correndo. — O senhor Ramón está...? — me ouvi dizer — Sou a Sara e tenho um encontro com ele. Já era. Não tinha volta. Já era uma puta. — Só um minuto que vou avisar — respondeu uma loira oxigenada, sumindo por uma porta. Fiquei esperando enquanto os caminhoneiros me despiam com seus olhares lascivos e as putas bisbilhotavam minha aparência. Foram minutos tensos até a loira oxigenada aparecer de novo e me chamar. — O senhor Ramón tá te esperando, vem comigo... Segui a loira por um corredor estreito até um escritório pequeno, onde ela apontou pra outra porta. — O senhor Ramón tá aí dentro, pode entrar — disse, se afastando. Entrei tímida pela porta indicada, esperando encontrar o verdadeiro escritório do cafajeste, mas qual não foi minha surpresa ao me deparar com um solário com uma piscina aquecida gigante, decorado com uma vegetação de cair o queixo. O senhor Ramón estava relaxando na água e, quando entrei, saiu, completamente nu. O senhor Ramón tinha uns quarenta anos, um metro e noventa de altura, uns oitenta e cinco quilos, cabeça raspada, costas largas e uma cintura fininha. — Tira a roupa! — foi o cumprimento dele — Mas...! — gaguejei. — Tira a roupa ou vaza! Não tinha escolha, era pra isso que eu tinha ido e entendi. Ia ser meu batismo de fogo. Comecei a me despir com os olhos fixos no chão, pensando nas últimas palavras dele "... tira a roupa ou vaza..." ainda dava tempo. Continuei tirando. Tirei a blusa e a saia. Hesitando, soltei o gancho do sutiã e tirei de costas pra ele. Enfiei os dedos no elástico da calcinha e comecei a abaixar. — Para! — ele disse — Não tira a calcinha, isso eu gosto de fazer. Vira. Me virei devagar. tentando cobrir meus peitos nus com os braços, ainda com o olhar fixo no chão. — Olha pra mim..! — ele ordenou. Levantei a vista e olhei pra ele. Estava a uns três metros de distância, sorrindo, observando meu corpo e com o pau totalmente duro. Como homem, ele era impressionante, mas eu, como mulher objeto, me senti uma merda. Ele se aproximou de mim e afastou minhas mãos dos peitos pra olhar de perto. — Você é muito gostosa..! — comentou. — Ajoelha e chupa..! — Seu Ramón... eu... não sei...! — Chupa, sua puta...! Chupei. Coloquei aquele pau devagar na minha boca, pensando que daquela mamada dependia meu próximo trampo e que depois de chupar aquela rola, eu teria que mamar a dos caminhoneiros da estrada, além de outras putarias que minha decisão tava me levando. Em poucos minutos, senti que ele ia gozar. Percebi as bolas dele endurecerem ao máximo e ele enfiar até o fundo da minha garganta. Querendo que acabasse logo, colaborei ao máximo, sugando aquele pau até ele se descarregar. Senti os jatos de porra quente escorrendo pela minha garganta até o estômago. Deu uma ânsia, mas segurei até ele esvaziar tudo. O que viria depois... Com certeza ele ia querer testar meus outros buracos. — Seu Ramón..! — falei. — Não quero mais... esse trampo não é pra mim. Prefiro os comprimidos... Quero ir embora.. — Nem pensar, gatinha..! — ele respondeu. — Agora que você veio, vai se foder, ou melhor, vou te foder até você se acostumar com seu novo trampo. Não vou deixar você me queimar com meus clientes. Você vai ficar dois dias à minha disposição exclusiva e depois vai trabalhar pra mim. Desabei e, me jogando numa esteira da piscina, comecei a chorar com convulsões histéricas. Ele foi implacável. Me seguiu e, sem se importar com meus soluços, arrancou minha calcinha, descendo pelas minhas pernas e jogando na piscina. — Vira de costas..! — ele ordenou. — Seu Ramón.... quero ir embora.... não quero ser puta... por Por favor...! - Eu disse pra você virar, ou eu viro você...! Eu me virei no colchonete, deixando minha bunda à disposição dele, não sem antes notar que o pau dele já estava duro de novo. Sabia o que me esperava. Ia ser desvirginada pelo cu, já que nem meu falecido marido tinha entrado por ali. Ele passou um pouco de creme lubrificante e enfiou um dos dedos no buraco. Eu continuava chorando, mas me sentia incapaz de evitar o que estava prestes a acontecer, não tinha forças nem ânimo. E aconteceu. Senti ele se apoiar nas minhas costas e, devagar no começo e bruscamente no fim, o pau dele foi entrando no meu reto, queimando minhas entranhas. Gritei e gritei enquanto era perfurada, mas não adiantou nada. Ele trabalhou meu cu por muitos minutos. Eu me sentia morrer a cada apertão e a vista ficava turva. Estava quase desmaiando quando ele soltou a carga dentro do meu intestino. Continuei chorando... Ele me virou de novo. - Limpa com a língua...! Limpei com minhas lágrimas... Olhei desesperada nos olhos dele e implorei: - Por favor... seu Ramón... não quero ser puta... me deixa ir...! Ele aguentou meu olhar de pena e, depois de alguns segundos, respondeu: - Você não vai embora e não vai ser puta... você fica comigo..! Hoje, eu e o Ramón comandamos o CLUB e tiramos uma boa grana. Escapei de ser puta... embora não tenha tanta certeza FIM
6 comentários - Quase uma putinha