Hipnose química: a sedução da mente

Fala, galera! Tô postando esse relato aqui que acho que é real.🙂 🙂 Por raiva, desenvolvi produtos capazes de colocar as pessoas sob meu controle e implantar sugestões pós-hipnóticas. Sempre me interessei por hipnose e, desde criança, tinha ereções quando via filmes com controle mental. No entanto, aos 14 anos, quando comecei a pesquisar sobre o assunto, percebi o verdadeiro potencial de ajuda que a hipnose tinha nas pessoas para controlar infecções, curar acne, aliviar dores, impedir sangramentos, dominar vícios, melhorar hábitos, etc. Aprendi várias técnicas, e todas exigiam a aceitação e colaboração do hipnotizado. "Você não pode hipnotizar ninguém contra a vontade dela", me disse um dos instrutores, e vários outros confirmaram: "se você der uma sugestão contra os princípios ou desejos de uma pessoa, ela vai acordar na hora", disse outro, e em mais de uma ocasião comprovamos isso. Anos depois, quando estava no último ano do ensino médio, me chamou a atenção a história que um amigo me contou: numa viagem ao Panamá, ele encontrou um cara que, depois de conversar um pouco, ofereceu um chocolate. A última coisa que ele lembra é de ter comido, acordou no hotel no dia seguinte, sem um centavo e com uma conta de milhares de dólares no cartão de crédito. Várias pessoas o viram na companhia de um jovem fazendo compras, bebendo e gastando; meu amigo não lembrava de nada. Sempre fui um cara respeitoso, excelente aluno, legal com os outros, branco, de porte robusto, não muito bom nos esportes, 1,80 m, olhos verdes e cabelo castanho claro. Sou versátil nos meus gostos e habilidades e, acima de tudo, sou um excelente pesquisador. Comecei a pesquisar sobre drogas e encontrei um mundo fascinante nos alcaloides, e o que mais gostei foi a quantidade de plantas que os produzem na América Latina. Naquela época, na internet, só aparecia nas notícias internacionais, então minha pesquisa era basicamente bibliográfica e minha informação era limitada. Com um tema tão Delicado como os alcaloides, não pude compartilhar meu interesse nem com meu irmão, então fiz amizade com uns caras da faculdade de Bioquímica da Universidade de C* e consegui que me ensinassem a extrair concentrados. Sem poder testar os efeitos além de em ratos, meu trabalho não ia longe; o único teste em humanos foi numa festa da escola, onde consegui misturar uma dose no rum e notei um leve efeito alucinógeno e uma desinibição incrível em garotas e garotos — lá pela meia-noite, o salão cheirava a sexo. O tempo passou e meu interesse sumiu; tive algumas namoradas, mas com nenhuma transei. A verdade é que eu não fazia muito sucesso com as minas, mas da Jenny eu realmente me apaixonei e desejei como nunca, só que ela nunca me deixou ir além de uns beijos rápidos até que terminou comigo. Fiquei arrasado, mas ainda com esperança de voltar com ela, até que dois dias depois vi ela beijando um babaca desprezível, amigo íntimo do irmão mais velho dela, o Ricky (que também era um babaca musculoso), e deixando ele tocar e acariciar tudo que nunca me deixou. Senti uma tontura estranha e tudo ficou vermelho; voltei cambaleando pra casa e, a cada minuto, a dor virava raiva. Pensei em chamar algum amigo e encher a cara como nunca, abri meu armário pra pegar uma garrafa de uísque e o que o diabo me mostrou no fundo me parou… meu velho equipamento de laboratório. A vingança me fez sorrir. Não pensei duas vezes: montei tudo no meu escritório, revisei minhas anotações e liguei o computador. Tava com tanta febre que as gotas de suor escorriam nos meus olhos. Meu pai ficou preocupado por eu não ter jantado: "Tô com um trabalho da faculdade — expliquei. — Vou te trazer um sanduíche — ele disse." A internet é foda, e naquela época as informações das universidades estrangeiras eram bem acessíveis. Liguei pra um primo da Colômbia pra pedir que me mandasse uns pedaços da "bebedeira" que cresce lá, e saí pra colher algumas plantas que crescem na minha cidade, acetona, Álcool isopropílico e outros produtos controlados foram fáceis de conseguir com um amigo, eu dormia pouco e minha mãe me enchia o saco por causa da minha aparência, era inacreditável que em uma semana eu tinha conseguido quatro ou cinco produtos que, sem a raiva e a vontade de vingança, eu não teria conseguido em meses… dormi umas 24 horas seguidas e quando acordei me senti completamente recuperado… era quinta-feira, tinha tempo de sobra pra preparar meu plano. Foi fácil pegar informações sobre as atividades da minha ex e daquele babaca dela, no dia seguinte eles iam ter uma festa num bar onde só ia gente do pior tipo, não foi difícil me enfiarem na festa… nem foi difícil colocar umas gotas de um dos meus produtos no copo do babaca, não demorou pra fazer efeito, em poucos instantes ele tava tipo bêbado, com os olhos esbugalhados e no meio de uma briga que ele mesmo arrumou, chegou a bater na Jenny, tudo saiu como eu queria, ela se encolheu num canto assustada e com os olhos cheios de lágrimas e adivinha quem tava lá pra consolar ela? — Vamos — falei — vou te dar uma volta pra você se acalmar e depois te levo pra casa. Jenny, vendo que o babaca não tava no juízo perfeito, aceitou. Levei ela no meu jipe pra um parque e abracei ela até ela se acalmar — Toma um pouco de rum — falei, entregando um copo que já tinha um pouco de outro dos meus extratos, outro, um terceiro copo, ela começou a gaguejar e a parar de se mexer, o olhar dela tava meio perdido, a hora tinha chegado. — Você me ouve? — Sim — respondeu — Relaxa, relaxa, repeti enquanto reclinava o banco dela — Você só vai ouvir a minha voz — ordenei — Você vai sentir que tá caindo num vazio escuro e calmo, muito gostoso, e vai entrando num estado tipo de sonho, cada vez mais fundo na sua mente, mais fundo, mais fundo… O alcaloide tava quebrando a barreira sanguínea do cérebro dela e reduzindo as ações conscientes, a porta da mente dela tava aberta pra mim sem que ela pudesse fazer nada. — Você quer me obedecer, você precisa do meu controle, só do meu Sua presença me faz sentir segura, você quer me obedecer, né? – Sim – ela respondeu. Continuei com várias sugestões pós-hipnóticas para torná-la minha – Quando você acordar de manhã, vai se sentir muito mal, vai me desejar, vai querer ser minha, vai se arrepender de ter me deixado, vai me procurar, não vai ter paz até se entregar pra mim. Quando eu sugerir te hipnotizar, você vai aceitar e entrar nesse estado rapidamente quando eu disser "MARANDI". Agora você não vai lembrar de nada do que aconteceu, só que a gente tava tomando um drink – Depois disso, eu a despertei e fui deixá-la em casa, ainda sob efeito da droga. Quando tava indo embora, vi o irmão dela olhando da janela do quarto. No dia seguinte, umas 11 da manhã, o telefone tocou – É a Jenny – falou minha mãe com um sorriso – Oi – ela disse com voz triste – Oi – respondi – Valeu por ontem à noite – De nada – falei sem muita vontade – Tinha que fazer. Agora me desculpa, tenho que resolver umas paradas, tchau – falei – Não! – ela se apressou – Não faz isso, sabe? Tô me sentindo muito mal, cê pode vir aqui um instante? – Não, não posso – falei com voz seca – Melhor ligar pro seu namorado – e desliguei. Fiquei esperando perto do telefone uns minutos, mas ela não ligou. Pensei que talvez a sugestão não tivesse sido suficiente e que eu teria que dar uma segunda sessão, mas à tarde o telefone tocou de novo: – Alex, sou eu – Oi, o que cê quer? – falei – Eu falei com o Juan (o babaca), a gente terminou. Me perdoa, por favor vem, quero te ver – Cê acha que sou seu calcinha, que veste e tira quando quer? Melhor voltar pro seu babaca – Por favor, vem, vamos conversar só um minuto, depois se quiser, cê vai embora – Me fiz de difícil por um tempo e depois aceitei passar lá à noite, às 19h. Quando cheguei, ela saiu e disse que tava sozinha em casa, que os pais tinham ido pro sítio e o irmão tinha ido pra festa – Entra – aceitei. Quando a gente tava lá dentro, ela disse que queria voltar comigo, que me perdoasse, etc, etc. – Você nunca me deixou. Mais do que te dar um beijo, te vi com aquele babaca se deixando apalpar toda. Eu reclamei — ela se aproximou com lágrimas nos olhos e tentou me beijar, eu desviei, mas ela insistiu. Pensei em ir embora e cumprir minha vingança, mas me senti traído pelo coração. Meus sentimentos por ela vieram à tona e eu a beijei. Nos beijamos apaixonadamente, minhas mãos percorreram o corpo dela, as dela entraram por baixo da minha camiseta. Logo os peitos dela estavam nus, pressionados contra o meu peito. — Vamos pro meu quarto — disse ela entre gemidos. Ela me jogou na cama dela e puxou meu moletom pra baixo, meu pau saltou enorme, tava mais inchado que o normal e as veias pulsavam visivelmente. Ela colocou na boca e chupou com força. Eu segurei a nuca dela e guiei os movimentos. Um minuto depois, gozei na boca dela. Ela engoliu e subiu pra me beijar, senti na minha boca meu próprio esperma frio comparado com a pele quente dela. Ela tava reagindo à hipnose, mas eu tava bêbado por ela. Tirei o que faltava de roupa nela e percorri com a boca todo o corpo dela. Parei na buceta dela e comecei a lamber. Ela teve dois ou três orgasmos, dos quais bebi os sucos dela enquanto meu pau voltava ao tamanho e dureza. Eu a beijei enquanto ela, com lágrimas, dizia — Faz comigo, mete em mim, quero ser sua — Ela me abraçou com as pernas e meu pau foi entrando devagar no canal apertado dela. Senti um obstáculo e empurrei com força. Ela gritou enquanto arranhava minhas costas. Comecei o vai e vem, era a primeira vez que eu fazia aquilo, era fantástico. Cada vez mais rápido. — Goza, goza agora — disse ela, e eu gozei dentro dela. Naquele momento, a porta do quarto abriu e o irmão dela entrou. Acordei no dia seguinte um pouco tarde, com muita dor nas costelas, um lábio sangrando e um olho meio roxo. O cretino, além de ser mais forte, chegou num momento nada oportuno. Liguei pra Jenny, e o cretino atendeu. — Se ligar de novo, te mato. Não quero te ver perto da minha irmã de novo — e bateu o telefone. De tarde ela me ligou. — Meu irmão saiu — disse ela — quase Ele me quebra na porrada – eu te amo, quero te ver, mas ele vai voltar daqui a pouco, me tomou as chaves e trancou a casa, vai contar tudo pros meus pais – explicou desesperada – pra onde ele foi – perguntei – pro clube fazer os exercícios dele – disse – não se preocupa, falei, não vai dar nada, te ligo amanhã – Armado com meus produtos, peguei as chaves do Jeep e fui pro clube, era domingo e já tava escurecendo, tinha pouca gente no clube, vi o Juan e o babaca do meu cunhado levantando peso, não tinha mais ninguém na academia, me enfiei nos vestiários, pensei em colocar um pouco de escopolamina na água que eles bebiam, mas não dava pra chegar perto sem ser visto, pior ainda com os espelhos que cobriam as paredes. Me escondi nos vestiários e esperei sem saber exatamente o que fazer. Eles demoraram umas meia hora e depois entraram conversando e rindo de besteiras, o Ricky foi pro chuveiro enquanto o Juan ia pra sauna, criei coragem, me despi e entrei na sauna protegido pelo vapor, me aproximei disfarçado e antes que ele percebesse, levei um jato de solução na cara dele, ele reagiu furioso, achei que tava ferrado, era a primeira vez que usava esse produto e não tinha certeza da dose nem da rapidez da ação, mas dois segundos depois ele ficou desorientado, dei uma segunda dose, dessa vez no nariz, e mandei ele esperar sentado, ele obedeceu. Confiante na ação rápida do extrato de escopolamina, me aproximei dos chuveiros, esperei o outro otário sair, e antes que ele percebesse, teve a mesma sorte do outro, logo os dois estavam pelados, sentados nos vestiários, e pela hora sabia que ninguém mais ia chegar. – Descansem, relaxem, fechem os olhos, vocês estão cansados, muito cansados… Logo os coloquei em transe. Tinha pouco tempo porque a academia ia fechar logo, então ordenei pro irmão da Jenny esquecer o que aconteceu e que não queria falar da irmã dele – fala – não vou falar da minha irmã com meus pais – repetiu – depois fui cuidar do vingança, eu me coloquei na frente dele e tirei meu short – olha meu pau, olha ele, vê como ele brilha, sente como ele te seduz, você quer chupar, quer mamar meu pau, quer engolir meu esperma, mama, mama, notei como a respiração dele ficava rápida e superficial, ele estava resistindo, se não estivesse sob efeito da droga teria acordado, mas a consciência dele estava anulada, a barreira sanguínea do cérebro dele simplesmente não funcionava e minhas palavras penetravam no cérebro dele sem piedade – mama, você quer mamar meu pau, faz isso agora, lágrimas escorreram dos olhos dele, a hombridade no cérebro pequeno dele lutava contra minhas ordens, mas eu fui implacável e, pegando ele pela nuca, pressionei contra meu pau – olha como ele brilha, ele te chama, você deseja ele, mama – a boca dele foi se abrindo devagar e a cabeça dele foi cedendo à minha pressão, logo meu instrumento invadiu a boca dele – mama, chupa, aproveita mamando – comecei o vai e vem enquanto provocava prazer no cérebro dele – goza, aproveita, sente o gosto de um pau, logo vai sair porra e você vai sentir o sabor incrível dela, vou contar cada jato e com cada número você vai gostar mais de mamar paus, daqui pra frente você vai precisar disso, vai perceber paus nas calças dos seus amigos e vai querer mamá-los – naquele momento comecei a gozar – você vai gostar 1, 2, ele começou a gemer de prazer, 3, 4, 5 – engole, aproveita, bem. Depois foi a vez do Juan, ele não resistiu tanto, e logo estava se deliciando com o pau do Ricky, o espetáculo era grotesco, mas eu estava adorando tanto, meu instrumento logo estava de novo no auge do esplendor e continuei trabalhando o cérebro indefeso do Ricky – lembra do meu pau? – sim – respondeu – agora você vai sentir um formigamento no cu, vai desejar que eu meta ele no seu cu – de novo ele resistiu – sente o desejo, deita no banco, me pede pra meter – ele não obedecia, resistia às minhas sugestões, olhei o relógio, já fazia quase uma hora da aplicação do alcaloide, podia administrar mais, mas podia transformar ele num vegetal e aí não poderia brincar com ele. – deita, alivia esse formigamento, sente o prazer do meu pau no seu cu - ah, ah, não, não – ele disse - Sim, olha pra ele, olha como ele brilha, você quer sentir ele no seu cu, você quer - não, não – faz isso, deita – empurrei ele e ele ficou deitado no banco estreito de madeira, posicionei a câmera de vídeo e continuei - levanta as pernas - lágrimas escorriam para a orelha dele, ajudei ele a levantar, e sem piedade penetrei ele buscando a próstata, devagar – aproveita, sente o que é um pau no seu cu, aproveita, aproveita - o queixo dele tremia enquanto eu penetrava - agora você vai gostar de paus, você gosta de sentir um pau no cu, né - não, não – respondeu inseguro – sim, você gosta, sente muito prazer – fala – nnnn, nnnn, sim, eu gosto – bem, você gosta de ter um pau no seu cu e toda vez que me ver vai desejar o meu, mas não vai fazer nada, porque tem vergonha de ser viado - minha excitação chegava ao auge, não só estava comendo o filho da puta como tinha ele sob meu controle, você vai sentir meu gozo na sua barriga e a cada disparo vai se sentir mais escravo de paus, 1, 2, 3, 4… - jáaaaa, jáaaaa os gemidos dele eram intensos e eu curti muito esse momento - Vocês não vão lembrar de nada do que aconteceu mas daqui pra frente não vão me encher o saco nem a Jenny, e vão gostar de paus embora saibam que isso é coisa de viado, quando eu contar até três vão acordar e sair de short e camiseta e vão juntos para um parque dormir – peguei minhas coisas, me vesti e contei 1, 2, 3. Ao meio-dia fui ver a Jenny que me recebeu com uma cara de apaixonada única, - meu irmão só voltou há pouco e não me disse nada – ela explicou – ele diz que não lembra de nada desde que foi ao clube, está com muita dor de cabeça, boca seca e anda estranho - Depois de alguns dias hipnotizei o Ricky pra libertar ele do gosto pelo meu aparelho que estava ficando muito evidente mas parece que com o Juan eles tinham pegado gosto pela coisa e a última notícia que tive é que decidiram alugar um apartamento. Já fazem alguns anos desses acontecimentos, depois de três meses de sexo constante Cansei da Jenny, então libertei ela das sugestões pra seguir a vida normal dela e terminei com ela, que dessa vez sofreu pra caralho. Não voltei a praticar hipnose química, mas mantenho por perto um pouco do alcaloide que desenvolvi na escola. Com ele, desinibí vários caras que acabaram caindo nos meus braços. Aliás, agora me considero bi.

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