Tanta era minha curiosidade sobre sexo que me arrisquei no que pudesse acontecer
Bom, e aí pessoal, acabei de conhecer esse site e resolvi me animar pra escrever minha história (que espero não entediar vocês). Bom, pra começar, por razões óbvias, a única coisa que vou mudar aqui são os nomes dos envolvidos (ou seja, eu, minha família e o rapaz).
Bom, pra começar, sou de Lima – Peru, tenho 24 anos. Fisicamente, sou de corpo normal, mas com uma barriguinha, pele parda como quase todo mundo do meu país, cabelo preto, tenho 1,52 m de altura. Meus peitos não são muito grandes, mas também não são pequenos, me viro bem porque uso tamanho 36. Minha bunda é pequena, mas firme. Mas o que mais me falam é sobre meus lábios, que são carnudos (bom, é o que mais escuto quando saio na rua, que dá muita vontade de dar uma mordida gostosa, hahaha). Isso aconteceu há quase 3 anos atrás, quando eu tinha 21.
Era início de agosto e eu, como todos os anos nessa época, saía de férias por quase todo o mês. Antes, eu tinha conhecido um cara no chat e a gente já se falava há quase um ano, e ele já queria ter relações comigo. Na verdade, meus pais me criaram de um jeito mais antigo, e eu tinha um pouco de medo, vergonha e, acima de tudo, minha educação não permitia. Antes de viajar, eu tinha falado com ele pra dizer que ia ficar fora o mês todo e que nesse tempo não íamos nos falar. Com um pouco de tristeza, ou sei lá, acho que resignação, ele aceitou, mas eu disse que no início de setembro a gente ia se falar de novo. Milton aceitou e ficou por isso. Ele me chamava de "lucecita" de carinho. Toda vez que eu entrava no MSN, ele dizia: "Oi, minha lucecita preciosa, como foi seu dia?" ou "Lucecita, meu amor, como você está?", coisas assim. No final, fui com toda a minha família e voltei como prometi em setembro, mas durante toda a viagem não parei de pensar nas propostas de intimidade que ele sempre fazia.
Quando cheguei no trabalho, decidi abrir meu MSN pra ver o que tinha acontecido durante todos esses dias que fiquei fora, e encontrei uma mensagem dele. dizendo que passaria por mim um desses dias no meu trabalho pra finalmente ser dele, bom, eu desde o colégio sempre ouvia minhas amigas falando sobre seus namorados, sexo e várias terminavam a escola de barriga cheia e no trabalho era a mesma coisa, então minha curiosidade era mais forte que minha vontade de realmente ser mulher dele, já que a mensagem não dizia dia nem hora, então não dei muita importância.
3 dias depois, saindo do trabalho e indo pegar meu carro na avenida, encontro ele me esperando no ponto de ônibus. Tem que admitir que o Milton era bonito, tinha uma bunda boa, cabelo cacheado castanho, corpo quase atlético, tem que admitir que ele é bem gostoso. Ele me pega pela cintura e diz que hoje é o dia, enquanto eu respondo que tenho que ir pro meu outro trabalho, que não tenho tempo, que outro dia seria. Ele inventa uma desculpa e fala: vem comigo... vamos, e me pega pela mão e me leva pra um hotel perto dali. Eu realmente não estava segura, nada segura.
E repeti de novo que não podia, que estava ocupada e não tinha tempo pra isso, onde ele respondeu: você nunca tem tempo, não sei por que trabalha tanto se é uma mulher sozinha; eu respondi: pra me manter ocupada, assim não perco tempo, pelo contrário, invisto. Ao chegar no hotel, ele me disse: não vamos demorar, isso eu juro... vamos, sim! Ainda indecisa, entramos no hotel.
Lá dentro, senti que as pessoas que estavam lá me olhavam mal, como se me acusassem de algo, e me senti realmente desconfortável, insegura e muito assustada. Pela primeira vez na vida, senti que estava fazendo algo errado. Aí ele me disse: amor, luz... o que você tem? Vamos, é por aqui. Eu o segui sem duvidar nem falar nada até o quarto, só pra parar de sentir que estavam me olhando estranho. Ao chegar no quarto, entramos e ele disse: senta na cama. Como uma menina obediente, sentei com muito medo, e ele percebeu meu medo. Sentou do meu lado, me abraçou e me deu um beijo suave na boca e disse: calma, não se preocupa, não tenha mais medo... eu estou com você. Não sei se naquele momento as palavras dele... Palavras me assustaram ou me acalmaram, e ele disse: "Melhor a gente conversar, não vai acontecer nada que você não queira." E aí começamos a bater papo sobre várias coisas, nossos sonhos, metas que queríamos realizar. De repente, entre uma conversa e outra, ele colocou a mão no meu rosto e me deu um beijo tão carinhoso que eu correspondi. A outra mão dele estava na minha cintura e, aos poucos, ele foi me deitando na cama. Nessa hora, eu reagi, levantei assustada (explicando isso: há muitos anos, na minha infância, um homem mais velho tentou abusar de mim — eu tinha 8 anos na época. Isso me afetou psicologicamente e, bom, quando a gente é criança, vai superando algumas coisas. Pelo menos era o que eu achava até aquele momento).
Minha mente piorou tanto que comecei a chorar, fiquei aterrorizada. Tanto que nem queria que ele me tocasse. Milton se assustou mais do que eu, eu acho, com minha reação, e disse: "O que você tem? Por que está assim? O que houve?" Quando ele tentou se aproximar, o pânico foi tão grande que fiquei pálida de susto e soltei um grito enorme (que, quando lembro, me dá entre risada e vergonha). Ele disse: "Luz, o que você tem? Reage... Vou sentar aqui, calma, não vou chegar perto de você se você não quiser." E aos poucos fui me acalmando. Depois, decidi sentar. Fiquei um tempo assim, respirando fundo. Devagar, ele foi se aproximando, me abraçou por trás e me deu um beijo na bochecha. Depois perguntou: "O que houve, love? Por que você ficou assim?" Eu respondi: "Nada, não tenho nada." Ele retrucou: "E por nada você deu um grito desses? É um milagre ninguém ter vindo perguntar o que estava rolando. Sério, pode me contar, confia em mim." Aí eu respondi: "São coisas que eu achava que tinham passado, mas parece que não. Só vou te dizer que nunca tive medo de nada, mas alguém me ensinou o que é medo. E agora lembrei de algo que pensei ter esquecido." Milton beijou minha bochecha e disse: "Agora você está comigo. E por que lembrou disso?" Com uma risada meio tímida, só respondi: "Isso foi por sua culpa, e não quero mais que me pergunte sobre isso. Quero esquecer de novo. Foi assim, não tocamos mais nesse assunto. Enquanto eu me perguntava, já estávamos deitados na cama. Ela ainda estava meio chorosa e, de vez em quando, me beijava com muita ternura.
Eu já estava tranquila, como se nada tivesse acontecido. Na verdade, estava cansada por tudo que tinha feito, e acabei cochilando. Ele me acariciava e me puxou para perto dele, como se estivesse me aninhando. Aos poucos, comecei a sentir um formigamento pelo corpo todo e uma certa ardência e desconforto na minha intimidade. Acho que ele percebeu, porque colocou a mão entre minhas pernas. Nisso, abri os olhos de susto. Naquele momento, ele me beijou, mas o beijo já não era mais de ternura, e sim de paixão. Eu correspondi, e não sei por quê, mas meu corpo pedia para eu fazer aquilo, e foi o que fiz. Sentia como se tivesse um forno sobre o meu corpo, me sentindo quente, estranha. Era como se meu corpo me controlasse, em vez do contrário. De repente, ele se jogou por cima de mim, sem parar de me dar aquele beijo apaixonado que estava me dominando. Eu já estava perdida, tinha até esquecido a briga que tinha dado. Ele sentou na minha barriga, tirou o casaco e a camisa, e eu ajudei. Depois, ele tirou a jaqueta e a camisa dele, e eu também ajudei. Voltou a me beijar com aquela paixão que me fazia perder a cabeça, e tirou meu sutiã. Então, começou a chupar e lamber meus peitos. Quando fez isso, comecei a soltar gemidos leves. Meus braços o abraçavam, percorriam seu corpo. Meu corpo começou a se mover sozinho, principalmente meu quadril, que começou a se levantar. Com a mão, ele não parou de acariciar minha entreperna e, ao notar o movimento do meu quadril, enfiou a mão dentro da minha calça e da minha calcinha fio dental, começando a acariciar minha buceta. Eu respondi com gemidos mais altos e acelerados. Ficamos assim por vários minutos, até que ele sussurrou no meu ouvido: "Agora sim, Luz, meu amor, você está pronta." Eu só balancei a cabeça em sinal de aprovação. Então, ele se levantou, tirou minha calça e a calcinha, e fez o mesmo com as dele. Foi nesse momento que vi o pau dele ereto, pronto para começar o trabalho. Ele se virou de novo... jogar sobre mim com uma mão acariciava e beliscava meus peitos e a outra ajudava a posicionar o pau dele na entrada da minha buceta, com a boca ele continuava me beijando com tanta paixão que me deixava mais e mais excitada, quando de repente ele empurra é aí que os gemidos e os beijos ficaram em segundo plano e tentei me levantar e me afastar dele dizendo: espera tá doendo.. não faz isso que tá doendo e ele respondeu: não se preocupa no começo dói depois você vai gostar já vai ver, continuando empurrando ainda mais a dor era imensa tanto que comecei a me mexer com mais força para me soltar dele e ele disse: meu amor para de se mexer que vai doer mais e vou te machucar fica quieta, eu sem dar ouvidos continuei me mexendo e de repente é como se o movimento dos dois se juntasse e foi com tanta força que entrou de uma vez, e eu respondi com um grito abafado, arqueando a coluna e segurando firme o lençol da cama naquele momento senti como se tivessem cravado uma faca que me partia ao meio, a dor foi tanta que me venceu e eu disse: tira que tá doendo.. por favor tá doendo, e ele só respondia: eu te falei para parar de se mexer já vai passar só aguenta mais um pouco, e sem me deixar me acostumar com o pau dele dentro de mim começou a se mexer e a dor continuava os movimentos dele foram cada vez mais rápidos e duros, tanto que comecei a sentir as bolas dele batendo na minha bunda, e para ele me soltar coloquei as mãos nas costas dele e comecei a arranhá-lo pensando que com isso ele me soltaria.
Em vez disso os movimentos dele ficaram mais rápidos e selvagens, segurando firme na minha cintura, a dor já estava passando mas mesmo assim queria que ele me soltasse, o tempo pareceu eterno ficamos assim sei lá quanto tempo, eu por minha parte comecei a gemer de novo, com certeza por isso ele não ligou em me soltar já que eu começava a aproveitar o ato, depois de muito tempo ele começou a fazer muito mais força e eu comecei a sentir algo que nunca tinha sentido antes e que queria sair e eu tentava segurar e enquanto ele acelerava mais os movimentos, e o que eu sentia queria sair com ainda mais força. nisso, senti algo quente dentro da minha buceta e, ao sentir aquilo, não consegui mais me segurar, foi como se todo aquele calor saísse pela minha buceta (claro que naquele momento eu não sabia que tinha tido o primeiro orgasmo da minha vida, que foi muito prazeroso e delicioso). aí eu caí na cama e ele por cima de mim.
Descansamos um pouco, sentia que tava faltando ar. aí senti o Milton me dar um beijo no pescoço, foi subindo até minha bochecha e de lá até minha boca, me deu um beijo enorme, tão meigo, e depois me disse: "meu amor, isso foi uma delícia, outro dia te ensino mais, sim". e eu, meio rindo, respondi: "parece que você é meio guloso, isso aí vai me sair bem caro". aí a gente riu junto. depois de descansar um pouco, ele se levantou e falou que ia tomar banho, e perguntou se eu queria tomar junto. eu disse: "deixa de ser guloso, senão vai virar um viciado". ele foi rindo pro banheiro. eu fiquei um tempo deitada até que resolvi me sentar. quando tentei me sentar, senti uma dor horrível na minha buceta. aí puxei o lençol e vi uma quantidade considerável de sangue na cama, que vinha da minha buceta. na minha cabeça, pensei que ele tinha me penetrado tão rápido que saiu aquele sangue. com dificuldade, me levantei, parecia que tava escaldada, haha. ele saiu do chuveiro depois de um tempo e, quando me olhou, eu falei: "olha o que você me fez". e ele respondeu: "a primeira vez sempre dói e sai sangue, depois não, você vai ver". a gente riu na hora. eu fui tomar banho. quando a água fria tocou meu corpo, além do frio que já tava fazendo por causa do inverno, me senti mais refrescada, mas quando passava a mão na buceta e na bunda, sentia uma ardência. passei a mão na buceta e vi um líquido grosso, branco e transparente, junto com sangue. também percebi que minhas coxas estavam com resto de sangue. tentei tirar o sangue o mais rápido possível, tanto das coxas quanto da buceta. quando saí do banho, o Milton já estava trocado e me perguntou: "já tá se sentindo melhor? Uma risada meio debochada, e eu respondi: "Sim, claro, queria ver te meterem com a mesma força que você meteu em mim pra ver se não dói", e respondi meio irritada por causa da dor que tava sentindo.
Milton rindo respondeu: "Não fica brava, meu amor, olha como você é", enquanto eu me trocava, percebi que ele tava me encarando, aí falei: "Que que você tanto olha, hein?", e Milton respondeu: "Ué, não posso olhar pra minha mulher?" Só olhei pra ele e continuei me trocando, depois ele pediu pra eu sentar do lado dele, sentei e a gente começou a conversar, e logo fomos nos beijando apaixonadamente. Daí a pouco ele me jogou de novo na cama e falou: "Que tal mais um round?… Já que vai faltar no trabalho." Eu levantei e falei: "Ah, meu trabalho, tinha esquecido, que horas são?" E ele respondeu: "Hmm, são 2:24 da tarde." Eu falei: "Tão tarde, não! Já tenho que ir trabalhar, agora não dá." E ele respondeu: "Mas se você já chegou atrasada, fica aqui comigo." Eu balancei a cabeça negando, e ele disse: "Bom, então sem jeito, deixa eu te acompanhar até o ponto pra esperar o ônibus." Respondi: "Claro, tudo bem, então vamos logo." Quando chegamos no ponto, tivemos que esperar um pouco o ônibus. Quando ele chegou, estendi o braço pra chamar, e quando eu tava quase subindo, ele me segurou pela cintura e me deu um beijo carinhoso de despedida, e aí subi no ônibus. Depois desse dia, Milton e eu tivemos mais dois encontros íntimos, totalizando três, porque eu sou meio distraída e certas coisas passam batido pra mim.
Observando e pensando numa colega de trabalho que tava reclamando da menstruação, eu me toquei porque no mês passado aconteceu a mesma coisa e a minha não tinha vindo. Decidi naquela mesma tarde ir na médica. Quando cheguei, falei qual era o problema, e ela respondeu que se eu não tinha tido relações, não tinha muito problema ou consequência, que podia ser um cisto ou mioma que dava pra tratar. Imagina a minha cara, kkkk, era de rir. No final, a médica percebeu, bom, acho que sim, porque me mandou fazer exames de sangue e urina. os quais, para minha desgraça, deram positivo os dois (na minha cabeça eu pensava: "agora o que eu faço? não sabia se ficava feliz ou chorava"). Vendo o problema, decidi ligar pro responsável pela metade disso e nos encontramos no lugar de sempre no dia seguinte, levando os envelopes dos exames. Bom, vou poupar vocês do lenga-lenga e só resumir dizendo que o imbecil negou, falando com quem eu teria dormido. Aí eu dei um tapa nele que até minha mão ardeu. Não deixei ele nem me tocar, peguei os envelopes e fui embora puta, dizendo pra ele não me procurar mais, que eu daria um jeito sozinha. E foi assim, pelo menos da minha parte, porque da parte dele ele continuava ligando, segundo ele pra explicar a reação daquele dia, o que não me interessava saber.
Passaram-se dois meses disso e, poxa, os mal-estares não me deixavam em paz. No final, tive que contar pra minha família. Resumindo: minha mãe ficou puta, meu pai não disse nada, junto com o resto da família. Depois de tanta confusão, me senti pior, mas tinha que trabalhar. E naquele momento eu tinha um motivo pra isso, já que não aguentava mais as caras feias da minha família. Arrumei um quarto e saí de casa com algumas coisas minhas (um grande defeito, segundo quem me conhece, dizem que sou muito orgulhosa, o que desde criança sempre me trouxe problemas). Apesar de tudo, me sentia mal. Os enjoo, principalmente, me deixavam de saco cheio. Assim, continuei trabalhando até completar três meses de gestação. Daí não consegui mais continuar meu trabalho por dois motivos: primeiro, porque Milton me procurava no trabalho e, cada vez que eu via ele, era só pra ficar mais puta; segundo, a médica disse que eu tinha cisto e mioma, que apareceu na minha ultrassom, e que eu estava com ameaça de aborto. Então, tchau trabalho. Resumindo pra não encher mais o saco de vocês: minha mãe foi até onde eu estava morando pra pedir que eu voltasse, e eu disse que iria visitar, mas não moraria mais lá. Numa dessas visitas, eu estava ajudando meu pai a carregar umas caixas, quando tropecei e caí no chão. Com a queda, não conseguia me levantar. Meu pai me levou até onde era minha cama e fiquei lá, tremendo. Senti uns calafrios e acho que também fiquei com um pouco de febre. Quando abri os olhos, tava numa clínica particular. Perguntei pra doutora, mas ela só mandou eu ficar quieta e descansar. Tava com soro na veia e meu ventre doía. Quando a enfermeira entrou, a doutora saiu. Perguntei sobre minha gravidez, se o bebê tava bem. O que ela me disse me deixou petrificada: por causa da pancada, o bebê tinha morrido dentro de mim e precisavam tirar ele logo, que era por isso que eu tava com febre e me trouxeram pra fazer um esvaziamento ou limpeza. Quis chorar, mas por causa do meu orgulho, não chorei. A enfermeira foi embora e, depois de um tempo, minha mãe entrou, meio aliviada, perguntando se eu tava bem. Falei que sim, meio triste. Ela disse que se assustou porque eu tava com muita febre e sangrando. Contou que me levou no posto, mas não quiseram me atender. Pelo que entendi, falaram que eu tava sangrando muito pouco e não era motivo pra emergência. Aí minha mãe mandou todo mundo pro inferno e me trouxe pra cá. Depois de descansar umas horas, a doutora falou que eu já podia ir. A única coisa que minha mãe disse quando saímos foi que Deus quis que isso acontecesse por algum motivo, que Ele sabe por que faz as coisas. Bom, foi assim, triste e deprimida, que passei meus dias, tentando me distrair nos novos trampos que arrumei.
Espero não ter entediado vocês com minha história humilde e espero que deixem comentários, mais do que críticas, hahaha. Valeu.
Bom, e aí pessoal, acabei de conhecer esse site e resolvi me animar pra escrever minha história (que espero não entediar vocês). Bom, pra começar, por razões óbvias, a única coisa que vou mudar aqui são os nomes dos envolvidos (ou seja, eu, minha família e o rapaz).
Bom, pra começar, sou de Lima – Peru, tenho 24 anos. Fisicamente, sou de corpo normal, mas com uma barriguinha, pele parda como quase todo mundo do meu país, cabelo preto, tenho 1,52 m de altura. Meus peitos não são muito grandes, mas também não são pequenos, me viro bem porque uso tamanho 36. Minha bunda é pequena, mas firme. Mas o que mais me falam é sobre meus lábios, que são carnudos (bom, é o que mais escuto quando saio na rua, que dá muita vontade de dar uma mordida gostosa, hahaha). Isso aconteceu há quase 3 anos atrás, quando eu tinha 21.
Era início de agosto e eu, como todos os anos nessa época, saía de férias por quase todo o mês. Antes, eu tinha conhecido um cara no chat e a gente já se falava há quase um ano, e ele já queria ter relações comigo. Na verdade, meus pais me criaram de um jeito mais antigo, e eu tinha um pouco de medo, vergonha e, acima de tudo, minha educação não permitia. Antes de viajar, eu tinha falado com ele pra dizer que ia ficar fora o mês todo e que nesse tempo não íamos nos falar. Com um pouco de tristeza, ou sei lá, acho que resignação, ele aceitou, mas eu disse que no início de setembro a gente ia se falar de novo. Milton aceitou e ficou por isso. Ele me chamava de "lucecita" de carinho. Toda vez que eu entrava no MSN, ele dizia: "Oi, minha lucecita preciosa, como foi seu dia?" ou "Lucecita, meu amor, como você está?", coisas assim. No final, fui com toda a minha família e voltei como prometi em setembro, mas durante toda a viagem não parei de pensar nas propostas de intimidade que ele sempre fazia.
Quando cheguei no trabalho, decidi abrir meu MSN pra ver o que tinha acontecido durante todos esses dias que fiquei fora, e encontrei uma mensagem dele. dizendo que passaria por mim um desses dias no meu trabalho pra finalmente ser dele, bom, eu desde o colégio sempre ouvia minhas amigas falando sobre seus namorados, sexo e várias terminavam a escola de barriga cheia e no trabalho era a mesma coisa, então minha curiosidade era mais forte que minha vontade de realmente ser mulher dele, já que a mensagem não dizia dia nem hora, então não dei muita importância.
3 dias depois, saindo do trabalho e indo pegar meu carro na avenida, encontro ele me esperando no ponto de ônibus. Tem que admitir que o Milton era bonito, tinha uma bunda boa, cabelo cacheado castanho, corpo quase atlético, tem que admitir que ele é bem gostoso. Ele me pega pela cintura e diz que hoje é o dia, enquanto eu respondo que tenho que ir pro meu outro trabalho, que não tenho tempo, que outro dia seria. Ele inventa uma desculpa e fala: vem comigo... vamos, e me pega pela mão e me leva pra um hotel perto dali. Eu realmente não estava segura, nada segura.
E repeti de novo que não podia, que estava ocupada e não tinha tempo pra isso, onde ele respondeu: você nunca tem tempo, não sei por que trabalha tanto se é uma mulher sozinha; eu respondi: pra me manter ocupada, assim não perco tempo, pelo contrário, invisto. Ao chegar no hotel, ele me disse: não vamos demorar, isso eu juro... vamos, sim! Ainda indecisa, entramos no hotel.
Lá dentro, senti que as pessoas que estavam lá me olhavam mal, como se me acusassem de algo, e me senti realmente desconfortável, insegura e muito assustada. Pela primeira vez na vida, senti que estava fazendo algo errado. Aí ele me disse: amor, luz... o que você tem? Vamos, é por aqui. Eu o segui sem duvidar nem falar nada até o quarto, só pra parar de sentir que estavam me olhando estranho. Ao chegar no quarto, entramos e ele disse: senta na cama. Como uma menina obediente, sentei com muito medo, e ele percebeu meu medo. Sentou do meu lado, me abraçou e me deu um beijo suave na boca e disse: calma, não se preocupa, não tenha mais medo... eu estou com você. Não sei se naquele momento as palavras dele... Palavras me assustaram ou me acalmaram, e ele disse: "Melhor a gente conversar, não vai acontecer nada que você não queira." E aí começamos a bater papo sobre várias coisas, nossos sonhos, metas que queríamos realizar. De repente, entre uma conversa e outra, ele colocou a mão no meu rosto e me deu um beijo tão carinhoso que eu correspondi. A outra mão dele estava na minha cintura e, aos poucos, ele foi me deitando na cama. Nessa hora, eu reagi, levantei assustada (explicando isso: há muitos anos, na minha infância, um homem mais velho tentou abusar de mim — eu tinha 8 anos na época. Isso me afetou psicologicamente e, bom, quando a gente é criança, vai superando algumas coisas. Pelo menos era o que eu achava até aquele momento).
Minha mente piorou tanto que comecei a chorar, fiquei aterrorizada. Tanto que nem queria que ele me tocasse. Milton se assustou mais do que eu, eu acho, com minha reação, e disse: "O que você tem? Por que está assim? O que houve?" Quando ele tentou se aproximar, o pânico foi tão grande que fiquei pálida de susto e soltei um grito enorme (que, quando lembro, me dá entre risada e vergonha). Ele disse: "Luz, o que você tem? Reage... Vou sentar aqui, calma, não vou chegar perto de você se você não quiser." E aos poucos fui me acalmando. Depois, decidi sentar. Fiquei um tempo assim, respirando fundo. Devagar, ele foi se aproximando, me abraçou por trás e me deu um beijo na bochecha. Depois perguntou: "O que houve, love? Por que você ficou assim?" Eu respondi: "Nada, não tenho nada." Ele retrucou: "E por nada você deu um grito desses? É um milagre ninguém ter vindo perguntar o que estava rolando. Sério, pode me contar, confia em mim." Aí eu respondi: "São coisas que eu achava que tinham passado, mas parece que não. Só vou te dizer que nunca tive medo de nada, mas alguém me ensinou o que é medo. E agora lembrei de algo que pensei ter esquecido." Milton beijou minha bochecha e disse: "Agora você está comigo. E por que lembrou disso?" Com uma risada meio tímida, só respondi: "Isso foi por sua culpa, e não quero mais que me pergunte sobre isso. Quero esquecer de novo. Foi assim, não tocamos mais nesse assunto. Enquanto eu me perguntava, já estávamos deitados na cama. Ela ainda estava meio chorosa e, de vez em quando, me beijava com muita ternura.
Eu já estava tranquila, como se nada tivesse acontecido. Na verdade, estava cansada por tudo que tinha feito, e acabei cochilando. Ele me acariciava e me puxou para perto dele, como se estivesse me aninhando. Aos poucos, comecei a sentir um formigamento pelo corpo todo e uma certa ardência e desconforto na minha intimidade. Acho que ele percebeu, porque colocou a mão entre minhas pernas. Nisso, abri os olhos de susto. Naquele momento, ele me beijou, mas o beijo já não era mais de ternura, e sim de paixão. Eu correspondi, e não sei por quê, mas meu corpo pedia para eu fazer aquilo, e foi o que fiz. Sentia como se tivesse um forno sobre o meu corpo, me sentindo quente, estranha. Era como se meu corpo me controlasse, em vez do contrário. De repente, ele se jogou por cima de mim, sem parar de me dar aquele beijo apaixonado que estava me dominando. Eu já estava perdida, tinha até esquecido a briga que tinha dado. Ele sentou na minha barriga, tirou o casaco e a camisa, e eu ajudei. Depois, ele tirou a jaqueta e a camisa dele, e eu também ajudei. Voltou a me beijar com aquela paixão que me fazia perder a cabeça, e tirou meu sutiã. Então, começou a chupar e lamber meus peitos. Quando fez isso, comecei a soltar gemidos leves. Meus braços o abraçavam, percorriam seu corpo. Meu corpo começou a se mover sozinho, principalmente meu quadril, que começou a se levantar. Com a mão, ele não parou de acariciar minha entreperna e, ao notar o movimento do meu quadril, enfiou a mão dentro da minha calça e da minha calcinha fio dental, começando a acariciar minha buceta. Eu respondi com gemidos mais altos e acelerados. Ficamos assim por vários minutos, até que ele sussurrou no meu ouvido: "Agora sim, Luz, meu amor, você está pronta." Eu só balancei a cabeça em sinal de aprovação. Então, ele se levantou, tirou minha calça e a calcinha, e fez o mesmo com as dele. Foi nesse momento que vi o pau dele ereto, pronto para começar o trabalho. Ele se virou de novo... jogar sobre mim com uma mão acariciava e beliscava meus peitos e a outra ajudava a posicionar o pau dele na entrada da minha buceta, com a boca ele continuava me beijando com tanta paixão que me deixava mais e mais excitada, quando de repente ele empurra é aí que os gemidos e os beijos ficaram em segundo plano e tentei me levantar e me afastar dele dizendo: espera tá doendo.. não faz isso que tá doendo e ele respondeu: não se preocupa no começo dói depois você vai gostar já vai ver, continuando empurrando ainda mais a dor era imensa tanto que comecei a me mexer com mais força para me soltar dele e ele disse: meu amor para de se mexer que vai doer mais e vou te machucar fica quieta, eu sem dar ouvidos continuei me mexendo e de repente é como se o movimento dos dois se juntasse e foi com tanta força que entrou de uma vez, e eu respondi com um grito abafado, arqueando a coluna e segurando firme o lençol da cama naquele momento senti como se tivessem cravado uma faca que me partia ao meio, a dor foi tanta que me venceu e eu disse: tira que tá doendo.. por favor tá doendo, e ele só respondia: eu te falei para parar de se mexer já vai passar só aguenta mais um pouco, e sem me deixar me acostumar com o pau dele dentro de mim começou a se mexer e a dor continuava os movimentos dele foram cada vez mais rápidos e duros, tanto que comecei a sentir as bolas dele batendo na minha bunda, e para ele me soltar coloquei as mãos nas costas dele e comecei a arranhá-lo pensando que com isso ele me soltaria.
Em vez disso os movimentos dele ficaram mais rápidos e selvagens, segurando firme na minha cintura, a dor já estava passando mas mesmo assim queria que ele me soltasse, o tempo pareceu eterno ficamos assim sei lá quanto tempo, eu por minha parte comecei a gemer de novo, com certeza por isso ele não ligou em me soltar já que eu começava a aproveitar o ato, depois de muito tempo ele começou a fazer muito mais força e eu comecei a sentir algo que nunca tinha sentido antes e que queria sair e eu tentava segurar e enquanto ele acelerava mais os movimentos, e o que eu sentia queria sair com ainda mais força. nisso, senti algo quente dentro da minha buceta e, ao sentir aquilo, não consegui mais me segurar, foi como se todo aquele calor saísse pela minha buceta (claro que naquele momento eu não sabia que tinha tido o primeiro orgasmo da minha vida, que foi muito prazeroso e delicioso). aí eu caí na cama e ele por cima de mim.
Descansamos um pouco, sentia que tava faltando ar. aí senti o Milton me dar um beijo no pescoço, foi subindo até minha bochecha e de lá até minha boca, me deu um beijo enorme, tão meigo, e depois me disse: "meu amor, isso foi uma delícia, outro dia te ensino mais, sim". e eu, meio rindo, respondi: "parece que você é meio guloso, isso aí vai me sair bem caro". aí a gente riu junto. depois de descansar um pouco, ele se levantou e falou que ia tomar banho, e perguntou se eu queria tomar junto. eu disse: "deixa de ser guloso, senão vai virar um viciado". ele foi rindo pro banheiro. eu fiquei um tempo deitada até que resolvi me sentar. quando tentei me sentar, senti uma dor horrível na minha buceta. aí puxei o lençol e vi uma quantidade considerável de sangue na cama, que vinha da minha buceta. na minha cabeça, pensei que ele tinha me penetrado tão rápido que saiu aquele sangue. com dificuldade, me levantei, parecia que tava escaldada, haha. ele saiu do chuveiro depois de um tempo e, quando me olhou, eu falei: "olha o que você me fez". e ele respondeu: "a primeira vez sempre dói e sai sangue, depois não, você vai ver". a gente riu na hora. eu fui tomar banho. quando a água fria tocou meu corpo, além do frio que já tava fazendo por causa do inverno, me senti mais refrescada, mas quando passava a mão na buceta e na bunda, sentia uma ardência. passei a mão na buceta e vi um líquido grosso, branco e transparente, junto com sangue. também percebi que minhas coxas estavam com resto de sangue. tentei tirar o sangue o mais rápido possível, tanto das coxas quanto da buceta. quando saí do banho, o Milton já estava trocado e me perguntou: "já tá se sentindo melhor? Uma risada meio debochada, e eu respondi: "Sim, claro, queria ver te meterem com a mesma força que você meteu em mim pra ver se não dói", e respondi meio irritada por causa da dor que tava sentindo.
Milton rindo respondeu: "Não fica brava, meu amor, olha como você é", enquanto eu me trocava, percebi que ele tava me encarando, aí falei: "Que que você tanto olha, hein?", e Milton respondeu: "Ué, não posso olhar pra minha mulher?" Só olhei pra ele e continuei me trocando, depois ele pediu pra eu sentar do lado dele, sentei e a gente começou a conversar, e logo fomos nos beijando apaixonadamente. Daí a pouco ele me jogou de novo na cama e falou: "Que tal mais um round?… Já que vai faltar no trabalho." Eu levantei e falei: "Ah, meu trabalho, tinha esquecido, que horas são?" E ele respondeu: "Hmm, são 2:24 da tarde." Eu falei: "Tão tarde, não! Já tenho que ir trabalhar, agora não dá." E ele respondeu: "Mas se você já chegou atrasada, fica aqui comigo." Eu balancei a cabeça negando, e ele disse: "Bom, então sem jeito, deixa eu te acompanhar até o ponto pra esperar o ônibus." Respondi: "Claro, tudo bem, então vamos logo." Quando chegamos no ponto, tivemos que esperar um pouco o ônibus. Quando ele chegou, estendi o braço pra chamar, e quando eu tava quase subindo, ele me segurou pela cintura e me deu um beijo carinhoso de despedida, e aí subi no ônibus. Depois desse dia, Milton e eu tivemos mais dois encontros íntimos, totalizando três, porque eu sou meio distraída e certas coisas passam batido pra mim.
Observando e pensando numa colega de trabalho que tava reclamando da menstruação, eu me toquei porque no mês passado aconteceu a mesma coisa e a minha não tinha vindo. Decidi naquela mesma tarde ir na médica. Quando cheguei, falei qual era o problema, e ela respondeu que se eu não tinha tido relações, não tinha muito problema ou consequência, que podia ser um cisto ou mioma que dava pra tratar. Imagina a minha cara, kkkk, era de rir. No final, a médica percebeu, bom, acho que sim, porque me mandou fazer exames de sangue e urina. os quais, para minha desgraça, deram positivo os dois (na minha cabeça eu pensava: "agora o que eu faço? não sabia se ficava feliz ou chorava"). Vendo o problema, decidi ligar pro responsável pela metade disso e nos encontramos no lugar de sempre no dia seguinte, levando os envelopes dos exames. Bom, vou poupar vocês do lenga-lenga e só resumir dizendo que o imbecil negou, falando com quem eu teria dormido. Aí eu dei um tapa nele que até minha mão ardeu. Não deixei ele nem me tocar, peguei os envelopes e fui embora puta, dizendo pra ele não me procurar mais, que eu daria um jeito sozinha. E foi assim, pelo menos da minha parte, porque da parte dele ele continuava ligando, segundo ele pra explicar a reação daquele dia, o que não me interessava saber.
Passaram-se dois meses disso e, poxa, os mal-estares não me deixavam em paz. No final, tive que contar pra minha família. Resumindo: minha mãe ficou puta, meu pai não disse nada, junto com o resto da família. Depois de tanta confusão, me senti pior, mas tinha que trabalhar. E naquele momento eu tinha um motivo pra isso, já que não aguentava mais as caras feias da minha família. Arrumei um quarto e saí de casa com algumas coisas minhas (um grande defeito, segundo quem me conhece, dizem que sou muito orgulhosa, o que desde criança sempre me trouxe problemas). Apesar de tudo, me sentia mal. Os enjoo, principalmente, me deixavam de saco cheio. Assim, continuei trabalhando até completar três meses de gestação. Daí não consegui mais continuar meu trabalho por dois motivos: primeiro, porque Milton me procurava no trabalho e, cada vez que eu via ele, era só pra ficar mais puta; segundo, a médica disse que eu tinha cisto e mioma, que apareceu na minha ultrassom, e que eu estava com ameaça de aborto. Então, tchau trabalho. Resumindo pra não encher mais o saco de vocês: minha mãe foi até onde eu estava morando pra pedir que eu voltasse, e eu disse que iria visitar, mas não moraria mais lá. Numa dessas visitas, eu estava ajudando meu pai a carregar umas caixas, quando tropecei e caí no chão. Com a queda, não conseguia me levantar. Meu pai me levou até onde era minha cama e fiquei lá, tremendo. Senti uns calafrios e acho que também fiquei com um pouco de febre. Quando abri os olhos, tava numa clínica particular. Perguntei pra doutora, mas ela só mandou eu ficar quieta e descansar. Tava com soro na veia e meu ventre doía. Quando a enfermeira entrou, a doutora saiu. Perguntei sobre minha gravidez, se o bebê tava bem. O que ela me disse me deixou petrificada: por causa da pancada, o bebê tinha morrido dentro de mim e precisavam tirar ele logo, que era por isso que eu tava com febre e me trouxeram pra fazer um esvaziamento ou limpeza. Quis chorar, mas por causa do meu orgulho, não chorei. A enfermeira foi embora e, depois de um tempo, minha mãe entrou, meio aliviada, perguntando se eu tava bem. Falei que sim, meio triste. Ela disse que se assustou porque eu tava com muita febre e sangrando. Contou que me levou no posto, mas não quiseram me atender. Pelo que entendi, falaram que eu tava sangrando muito pouco e não era motivo pra emergência. Aí minha mãe mandou todo mundo pro inferno e me trouxe pra cá. Depois de descansar umas horas, a doutora falou que eu já podia ir. A única coisa que minha mãe disse quando saímos foi que Deus quis que isso acontecesse por algum motivo, que Ele sabe por que faz as coisas. Bom, foi assim, triste e deprimida, que passei meus dias, tentando me distrair nos novos trampos que arrumei.
Espero não ter entediado vocês com minha história humilde e espero que deixem comentários, mais do que críticas, hahaha. Valeu.
5 comentários - Viciada em sexo, louca por mais, sou assim
totalmente 🙄 🙄 🙄 🙄