Minha Tia Flor, uma puta gostosa

Quando minha mãe, que era filha única até aquele momento, meus avós organizaram uma grande festa em homenagem a ela e também para avisar todos os parentes que, depois de muitos anos, minha avó tinha engravidado de novo, o que causou um baita alvoroço entre todo mundo, porque ninguém esperava uma notícia dessas. — Foi assim que nasceu meu tio Roque, quando minha mãe já tinha quinze anos; considerando que minha mãe casou aos vinte e eu nasci no ano seguinte, meu tio tinha só cinco ou seis anos de diferença de idade para mim; Roque... foi criado rodeado de mimos e tratado com muita doçura, mas minha avó o dedicou completamente à igreja, e muitos chegaram a pensar que, quando crescesse, ele ia se ordenar padre. — Por isso, foi outro baque para a família quando um dia anunciaram que ia rolar uma reunião onde Roque apresentaria a namorada dele para a família.

Grande curiosidade entre todos, esperando o momento da apresentação; naquela época, Roque tinha 26 anos, enquanto eu tinha 20, e a garota que ele apresentou tinha só 21, ou seja, praticamente a mesma idade de quem poderia vir a ser minha tia por afinidade; ela se chamava Mari, era uma mulher linda, com umas tetas enormes, tamanho 100, as pernas dela eram longas e bem torneadas, enquanto a bunda dela se destacava com as calças bem justas que ela usava naquele dia; tudo ia muito bem, mas algo me dizia que Mari escondia alguma coisa, porque eu achava que ela tinha uma cara de puta, apesar da beleza dela, mas eu me calei e aquilo foi só um pensamento meu.

Quando ela me conheceu, me deu um beijo bem perto dos lábios, disse que estava encantada de ter um sobrão tão grande quanto ela e que esperava que a gente se tornasse muito amigo; eu respondi confirmando as palavras dela e, naquela hora, ela aproveitou e me pediu para tirá-la para dançar; claro que não precisei ouvir duas vezes, peguei ela nos meus braços e dançamos várias músicas, sendo as duas últimas de som lento. que ela usou pra se agarrar bem em mim, fazendo eu sentir os peitos dela no meu peito enquanto eu me cuidava pra não encostar minha pica que já tava endurecendo, mas eu mantive distância por respeito ao meu tio Roque. - A relação entre eles seguiu em frente e em poucos meses anunciaram o casamento; os pais do Roque, ou seja, meus avós, organizaram uma festa enorme pra agradar o caçula da família. - Quando as danças começaram, depois dos noivos dançaram todos os parentes mais próximos, mas eu não me aproximava pra dançar, até que a Mari notou minha presença e exigiu que a gente tinha que dançar; por sorte era música leve e assim pudemos dançar sem problema nenhum. - Durante aquela dança ela me disse que quando começasse o baile formal, eu tinha que ir tirar ela porque não queria que a festa terminasse sem ela ter a sorte de me ter nos braços, o que foi confirmando minhas suspeitas do começo de que ela tinha uma certa cara de puta. - Quando os agrados terminaram e o baile formal começou, me apressei em ir tirar ela porque nas festas sempre se dança primeiro música pra dançar solto e assim eu evitava problemas, mas ela me disse que não tinha problema nenhum em dançar essas músicas soltas, mas que quando começasse a música suave, se eu não fosse buscá-la, ela viria me buscar. - Dançamos essas músicas e eu me retirei e fui dançar com minha namorada Ester, com quem eu tava há vários meses namorando e, claro, fazia um tempão que a gente transava, então eu me considerava satisfeito sexualmente, já que a Ester era uma garota linda e muito fogosa, adorava comer e ser comida. - Continuei conversando e dançando com a Ester e quando começou a música romântica, me fiz de desentendido do que a Mari tinha me dito e continuei dançando com a Ester; mas na segunda música a Mari veio e pediu permissão pra Ester pra dançar com o sobrinho dela, e não teve jeito, tive que aceitar; eu Peguei ela pela cintura e começamos a dançar,
Mari foi se apertando cada vez mais até que não consegui disfarçar minha
ereção e encostei ela na barriguinha dela; ela então, com um sorriso de
triunfo, continuou dançando com meu volume encostado nela; depois de várias
músicas, me soltou porque não podia continuar mostrando tanta
afinidade comigo.

Assim foram se desenrolando os acontecimentos;
Roque tinha na época 27 anos, enquanto Mari e eu estávamos
por volta dos 23: geralmente ela me chamava em casa pra pedir algum
favor, que eu logo atendia; arrumar uma estante, uma
tomada do ferro ou qualquer outra bobagem, como se Roque fosse um
completo inútil; claro que cada chamada dessas vinha seguida de
insinuações da parte dela, que eu sempre tentava evitar,
sempre como disse antes por respeito ao tio Roque.

Às vezes ela me chamava e quando eu chegava estava só
de roupão, que ela abria de propósito mostrando os peitos, e eu
tinha que fazer um esforço danado pra não cair na rede que ela
estava armando; outras vezes mostrava as pernas lindas dela e eu sempre
escapava: pra isso, toda vez que Mari me chamava, eu me encontrava com a Ester e
dava umas boas gozadas, o que me deixava mais tranquilo
pra encarar ela.

Até que um dia meu tio Roque me chama, dizendo que queria
falar comigo; com meu tio a gente tinha uma relação perfeita, sempre
com o respeito que um tio merece, mas essa chamada dele me deixou
muito intrigado porque ele nunca tinha me chamado pra conversar;
mesmo assim, naquela tarde fui pra casa dele quando sabia que
ele tinha chegado e, ao me ver, ele disse pra irmos ao bar da esquina
porque a conversa tinha que ser só entre nós dois, já que ninguém mais
podia ficar sabendo; mais intriga ainda e, quando chegamos no bar, pergunto
qual é a coisa tão importante que ele tinha que me dizer e ele fala que precisava
me pedir um favor, mas que tinha muita vergonha; lembro ele que
comigo pode falar o que for. precisei que sempre teria meu respeito,
fosse o que fosse que me contasse; então ele se decidiu e me disse
que precisava me pedir um favor: que eu comesse a senhora, porque ela
tá desesperada pra transar comigo e prefere que seja eu a realizar
os desejos da Mari do que um desconhecido qualquer.

Surpreso, pergunto a ele o motivo dessa
decisão, e ele me conta que várias vezes durante os sonhos dela, Mari
fala meu nome; durante o dia ele pergunta por que, e ela responde
que tá muito tesuda por mim, que quando fala meu nome, tá sonhando
que eu tô comendo ela; também pede desculpas porque é algo maior que ela,
já que isso acontece nos sonhos dela e ela adoraria tornar real;
Roque diz que vai falar comigo, mas a esposa dele se opõe, porque quer
que, se isso rolar, seja por vontade minha e não forçado pelas circunstâncias.
Pergunto se ele tem certeza do que tá pedindo, e ele insiste de novo, dizendo
que prefere que os chifres dele venham de mim do que de qualquer um.
Digo que não garanto nada, mas que vou tentar fazer o melhor pra
que a felicidade conjugal deles continue completa.

Uns dias depois, Mari me chama de novo pra
dizer que eu passe lá em casa porque tem uma notícia bombástica pra me dar;
intrigado de novo, vou até a casa e Mari me recebe com uma saia bem curta
e uma blusa bem decotada, me dando um beijo na boca, me faz sentar
enquanto ela mexe umas coisas na cozinha; num dado momento,
ela se abaixa pra pegar algo de um armário, mas não dobra os joelhos,
então a saia sobe e mostra a bunda linda dela, já que não tinha colocado calcinha;
daí, assim mesmo, ela pergunta se eu gosto do que tô vendo,
e eu, já com o pau bem duro e louco pra entrar em ação, digo que é lindo.
Ela se levanta de vez e me diz que me chamou pra dar a notícia de que, finalmente,
Roque tinha engravidado ela e que ela gostaria que eu conhecesse deixando o filho dela na barriga;
a putaria do momento e o que meu tio Roque falou me fizeram amolecer e
falei pra irmos pro quarto dela pra foder. - Ela me disse que falta pouco
pra chegar o Roque, mas se eu quisesse a gente podia ir pra um hotel já que
dava pra ir com o carro dela e deixar um bilhete pro Roque, que não teria
problema. - Eu já tava muito tarado e concordei com tudo, então
ela pediu pra eu esperar uns minutos que já íamos. - Fiquei nervoso pra caralho esperando e quando vi ela aparecer
quase tive um infarto; com aquele cabelo preto, ela se vestiu
completamente de vermelho, fazendo um contraste com a cor do cabelo
sinceramente lindo. -
Depois de me dar um beijo, pegou um papel e nele
escreveu com letras bem visíveis: MEU AMOR, SÃO SETE DA NOITE,
CALCULO QUE EM POUCO MAIS DE DUAS HORAS VOLTO, TE AMO MUITO, e deixou
em cima da mesa da cozinha pro Roque ver quando chegasse em casa. -
Fomos até o carro dela, ela me fez subir e
subiu atrás de mim, sem se preocupar nada, e ao subir me mostrou
as pernas e também deu pra ver a calcinha dela, enquanto dirigia a
saia começou a subir e o espetáculo que ela me deixava ver era cada
vez mais gostoso; comecei a acariciar as pernas dela e logo ela soltou
um suspiro de satisfação, me dizendo que finalmente tinha conseguido
que minhas mãos a acariciassem; assim chegamos no hotel onde ela já
tinha feito a reserva por telefone. - Entramos no quarto,
ela jogou os braços no meu pescoço e nos enroscamos num lindo beijo
apaixonado onde nossas línguas e salivas se misturaram,
enquanto meu pau não aguentava mais e se mexia dentro da calça,
já me incomodando; Mari tirou a saia e a blusa
ficando só de meia, calcinha e sutiã, tudo vermelho fogo;
assim, ela se deitou na cama e fechou os olhos, me pedindo
pra olhar pra ela e dizer o que achava; A primeira coisa que me veio à cabeça ia dizer que aquela senhora é muito puta, mas me seguro e digo que ela está linda e muito melhor do que eu imaginava. Ela sorri, lisonjeada pelas minhas palavras, então eu me desnudo completamente e começo a tirar a calcinha dela, deixando a linda pussy dela de fora, e logo percebo que ela aparou os poucos pelos que a enfeitam, da mesma cor do cabelo dela, criando um contraste magnífico. Ela abre os olhos, me vê nu e se derrete em elogios ao meu pau, dizendo que finalmente vai ter ele dentro dela, que há muito tempo está desejando isso. Sem me abalar, continuo meu trabalho, tirando agora o sutiã dela, liberando aquelas duas belezas magníficas que são os peitos dela. Digo que vou colocar uma camisinha, mas ela logo diz que o filho que carrega no ventre quer me conhecer sem nada me cobrindo e que, por isso, deseja que eu coma ela sem camisinha. Ela abre as pernas e me convida a penetrá-la, mas antes faço uma escala nos peitos dela e começo a chupá-los com vontade, até que os mamilos dela ficam duros como pedras. Quando consigo isso, me posiciono em cima dela e, sem muita cerimônia, faço meu pau se introduzir nesse cofre magnífico, e ela consegue dizer que é um pau lindo e que está preenchendo ela completamente. Lisonjeado por esse comentário, começo a me mover com vontade dentro dela, entrando e saindo, e ela me acompanhava nos movimentos. Muito rápido, notei que ela mudava os movimentos e, agradecendo, me avisou que já estava tendo o primeiro orgasmo dela, mas que eu não tirasse ele de dentro. Continuei bombando por mais um tempo até sentir que ia gozar e avisei ela. Ela disse para gozar dentro e ficar sem sair daquele lugar tão prazeroso. Fiquei paradinho dentro, e meu pau não chegou a murchar, tomando forma novamente. Quando percebi que já estava pronto de novo, mandei ela colocar os pés nos meus ombros, e assim o cuzinho dela ficou à minha disposição. Sem mais. preâmbulo, enfiei no cu dela enquanto ela recebia com um sorriso lindo; ela se sentiu bem penetrada e começou a se mexer de um jeito enlouquecedor, mas mostrando ser multi-orgásmica, teve outro orgasmo, dessa vez com meu pau bem enterrado no cu dela; depois de um tempo de vai e vem, eu também gozei, dessa vez dentro do cu dela, enchendo ela de porra de novo; fiquei mais um pouco dentro dela, até que ela começou a descer, então tirei e dos dois buracos dela começou a escorrer meu sêmen, molhando as pernas dela e também os lençóis.-

Com o sorriso estampado nos nossos rostos, fomos tomar banho juntos, comentando os detalhes da nossa foda, ela dizia que achava que nunca conseguiria, e eu falei que tinha ficado por respeito ao meu tio Roque; ela disse que achava que eu não tinha faltado com respeito, mas sim ajudado na felicidade dele.-

Terminamos de tomar banho e ainda tínhamos tempo pra mais uma brincadeira; deitamos um pouco, e já na confiança, perguntei se ela não queria chupar meu pau; ela disse que estava morrendo de vontade de eu pedir, porque ela adora chupar pica, mas o Roque não gostava de sexo oral de jeito nenhum; vendo como a coisa tava, sugeri fazer um 69 e ela aceitou feliz que nem criança com brinquedo novo; assim, nos enroscamos num 69 magnífico; a Mari engolia meu pau inteiro enquanto eu chupava a buceta dela e enfiava a língua o mais fundo que podia; dessa vez gozamos os dois quase juntos; a Mari engoliu toda a porra que tinha sobrado nas minhas bolas, enquanto minha boca se encheu dos fluidos gostosos dela; ficamos realmente cansados porque tínhamos gozado três vezes cada um em duas horas, e apesar da nossa juventude, esse esforço pesa.-

Tomamos banho de novo, nos vestimos e ela me deixou de carro em casa, prometendo me ligar em breve; eu achei que ela tinha ficado satisfeita, mas não foi bem assim, e na semana Depois ela me ligou de novo.
Eu, por minha vez, fui visitar o tio Roque no trabalho
e contei tudo o que tinha acontecido: ele disse que já tinha
percebido que algo tinha rolado, porque a Mari tinha mudado muito o jeito
dela e agora estava mais carinhosa com ele; perguntei como devia
me comportar daí pra frente e o Roque falou pra eu fazer o favor
de, sempre que a Mari me chamasse, atender ela e comer ela
todas as vezes que ela pedisse, e que não tivesse problema se ela quisesse
fazer na minha casa, porque ele já estaria avisado.

Quando chegou nos três meses de gravidez, a
Mari já começava a mostrar a barriguinha e o ultrassom mostrou que
era um menino, pra quem logo escolheram o nome;
ia se chamar Raúl, igual a mim, ou seja, eu seria Raúl e o neném seria
Raulito.

Muitas vezes a Mari me ligava e quando eu chegava
na casa dela, ela dizia que o Raulito estava com saudades de mim, dito isso,
eu metia umas boas gozadas; enquanto que às vezes eu falava que o Raulito queria
ficar de costas; aí eu comia ela pelo cu, os dois gozando
como dois apaixonados; quando o Raulito não tava a fim de conhecer o
primo, aí a gente fazia uns 69 de cinema, porque os dois adoravam.

Mas as situações estranhas não dá pra disfarçar por muito tempo,
até que se descobriu que o Roque sabia dos nossos encontros com a Mari;
ela ficou muito preocupada porque tinha medo que o Roque ficasse bravo, mas
depois que entendeu mais ou menos as coisas, tudo foi se normalizando até
que a gente formou um trisal amoroso, aproveitando a puta que
a Mari tinha se mostrado ser; a gente combinou com o Roque e um dia que eu
tava na casa dele, claro, comendo a Mari, o Roque apareceu
e nos encontrou os dois pelados, então não deu pra
inventar desculpa nenhuma; em vez de ficar bravo, ele perguntou se não podia
entrar na festa; eu já esperava algo assim, mas a Mari, completamente
surpresa e já com barriga de seis meses, começou a pedir desculpa,
enquanto ele ria de ver sua senhora tão preocupada; disse que não
tinha problema nenhum e que nós dois podíamos continuar trepando que
ele ia ficar olhando pra não perder aquele espetáculo lindo; eu continuei
comendo ela tranquilamente, naquele momento ela montava em mim, então
fiz ela continuar na mesma posição; abracei ela contra mim, com a barriga
dela colada na minha, enquanto a bunda dela ficava empinada
à disposição do Roque, o marido dela, que logo se colocou atrás dela e,
ao ver aquela bunda gostosa, enfiou nela, deixando a Mari completamente
empalada entre nós dois; no começo ela resistiu um pouco porque
não esperava aquele ataque por trás, mas quando percebeu que quem
tava curtindo a bunda dela era o Roque, pegou o ritmo e entre nós três
começamos uma trepada do caralho que vai ficar na nossa lembrança. – A Mari,
por causa da barriga já crescida, custava a se mexer tão eficazmente como antes,
mas pegando o ritmo, ela se excitou de novo e foi a primeira dos três
a gozar dessa vez; mas não quis que nenhum de nós dois saísse da
posição, e foi assim que, por acaso, tanto o Roque quanto eu gozamos
ao mesmo tempo, enchendo a buceta e o cu dela com nossos
néctares, depois do que ela deu um beijo de língua do caralho em nós dois,
fazendo a gente prometer que continuaríamos trepando por muito tempo. –
Passaram-se os meses, nasceu o Raulito, que recebemos
com todas as honras, e depois do tempo de cuidados,
continuamos trepando os três sem ciúmes de ninguém, e a Mari é uma
feliz puta que aproveita seus dois machos sempre que precisa.

6 comentários - Minha Tia Flor, uma puta gostosa

chipis +2
Uno de los mejores que he leido y jure que ya no iba entrar P! 😳