Antes de contar esta história, tenho que transportá-los para a época, década do 70, sexo quase proibido, filmes triple X quase não existiam, vivia feliz, em um bairro como qualquer outro do grande Buenos Aires, com muitos amigos, jogar futebol na rua sem nenhum perigo, era normal, a televisão era um entretenimento para a noite, vivíamos na rua, por essa época já tinha minha inclinação homo e me fazia fuck por um amigo muito mais grande que eu, no corredor de sua casa, à noite, tinha uma bela cock. Outro amigo também, Antonio, excelente jogador de futebol, me pegou em sua casa uma noite que me quedava a dormir com ele, pois ao dia seguinte íamos para um acampamento, este me manteve mulher muito tempo, me chupava quando queria e em qualquer lado, e acredito que por sua culpa se enterrou de minha inclinação homo. Carlos, vizinho, pois vivíamos em casas ligadas, com ele, não me animava, eram muito amigas as famílias, era muito lindo, loiro, físico natural bonito, para essa época, que não se usavam ginásios, tinha um físico invejável. Um dia em uma obra em construção, mostrei a cock e disse que se a chupasse, me surpreendi, pois pensava que não sabia nada de meus gostos sexuais, me agachei e a chupei, a partir desse dia, foi também um dos meus males, quero esclarecer que nunca fui afeminado, todo o contrário, era bom jogador de futebol, nada lindo assim que ninguém suspeitava, salvo meus amigos especiais......... Quando esses começaram com as noviças, se bem sempre me atendiam, já não era tão frequente, a mim me encantava dançar, dançava na sociedade de fomento do bairro, e as meninas morriam para dançar comigo, também eu comecei a namorar, entrei em um período raro, diria que começava meu período bissexual, também me aqueciam as mulheres, e tive meu debut sexual com uma delas, me encantei, não por isso abandonei meu gosto pela cock, sim, o fazia mais espaçado, e apenas Carlos, me atendia, dada nossa intima amizade. Comecei a frequentar outras zonas, Conhecia garotas de outros bairros mais afastados, já não me via tão frequentemente com meus amigos, Carlos havia se mudado para a casa do seu avô, pois havia abandonado a faculdade e trabalhava com um tio, já quase não o via, além disso, havia se tornado noivo seriamente, portanto nossos encontros sexuais terminaram, por essa época eu não era mais puto, jaja pensava eu, também me havia tornado noivo, saía com várias garotas, um mujeriego completo.
Apareceu a mulher da minha vida, é claro que a conheci dançando, linda, cabelo longo, olhos verdes, pernas de filme e um cu para a foto, para aqueles que se lembram, naquela época, princípios dos 70, era furor a minifalda, já as cuties usavam as polleritas quase mostrando o cu e Laura não era exceção, me havia enamorado sério.
Estivemos como era costume três anos de noivos, fazendo sexo até duas vezes por dia, época maravilhosa. E nos casamos, com uma linda festa incluída (costumes da época, casamento jovem, o tema era sair de casa dos pais).
Tudo normal, os dois trabalhávamos bem, juntávamos para comprar nosso primeiro apartamento e enquanto isso vivíamos em um departamentito pequeno no fundo das minhas sogras. No meu casamento me reencontrei após alguns anos com Carlos e sua futura esposa, Mabel, que se estavam por casar também, alguns meses após nós, fizemos amizade com ela e começou uma nova amizade para os quatro. Passávamos realmente muito bem, saídas, cinema, ir ao baile os quatro etc. etc. Do nosso com Carlos não se falava, era aparentemente um tema terminado, da nossa juventude, éramos dois tipos felizmente casados.
Uma noite tivemos um casamento de um amigo em comum os quatro, passamos realmente muito bem, nessa época as festas terminavam ao máximo às 4 da manhã, como o salão ficava perto da casa deles e não tínhamos carro nenhum dos dois, decidimos ir dormir no apartamento deles, em alguma oportunidade meu amigo me fez notar o belo cu de Laura, que boa que estava etc etc., sua senhora, embora fosse linda, de corpo não era graciosa.
Essa noite na festa, bailamos todos com todos, Carlos fez muito com Laura e eu com sua senhora. Para voltar tomamos um táxi, eu ia com o motorista e o outro se sentou no meio das duas.
Quando chegamos as meninas foram para a cozinha fazer café, eu que bom bumbum tem Laura, me volviu dizer pela enésima vez, sabes que quando se sentaram no carro, me disse: como estávamos muito apertados, deitei minha mão no assento, Lau se sentou acima e, ou não notei, ou lhe gostei jajja me disse rindo, quero dizer-lhe que este único comentário de Carlos, seguro até esse momento sem nenhuma segunda intenção, me fez pôr a cuca a mil.
O que estava acontecendo???, nunca havia sentido essa sensação, o simples fato de ter tocado o bumbum em Laura no carro me pôs recaliente.
Propus que na escuridão da habitacção lhe tocasse realmente o bumbum, total pensaria que sou eu.
Antes de seguir tenho que dizer que Laura, como a maioria das meninas da época, esteve educada muito severamente, nada de liberdades, chegar em casa dos pais, sempre antes das 12, muito controlada etc. etc.(por isso nos casávamos tão jovens, jajaj) apesar disso, sempre na intimidade desde a primeira vez, se mostrou como uma cutie muito fogosa, me chupava o bumbum quase em nossas primeiras saídas, fui e era seu primeiro homem até esse momento. Tinha alguns escarcejos com noviços anteriores, mas sem chegar a nada.
Entramos na habitacção às escuras, Ma Bel já roncava, eram como as 5 da manhã, saudamos e só Laura constestou, com voz de dormida,
nós estávamos muito despertos, dou instruções como tem que fazer, suba a mão para a cama, Lau estava de costas, os nervos nos carcomiam, queríamos fazê-lo, mas tínhamos medo que se acordasse rápido e faça um escândalo. Era toda uma arriesgada, foi correndo a mão até tocar-lhe o bumbum, suavemente, apenas apoiar-lhe a Mão para que ela sentisse, e ver se notava a diferença, nada, ficou quieta, ao rato ela mesma por costume, abre as pernas um pouco para que eu as ponha na pussy, assim normalmente nos dormíamos, claro que essa mão não era a minha.
Os minutos eram intermináveis, Carlos deixou a mão quieta 3 minutos, ao não sentir nenhuma reação adversa, começou um sono e lento roçar, acariciando o uso da palavra: pussy acima da bombacha, isso eu só fazia quando queria guerra, não para dormir, sendo as 5 da manhã em casa estranha, pensei que se pudesse tudo, passavam os minutos, eu explodia, não via nada nem sentia, todo me contou Carlos no dia seguinte.
Comecei a roncar para demonstrar que estava dormindo, ele intensificava as carícias, Lau deitada de lado separou as pernas, como aprovando a carícia, Carlos notou que se estava molhando,
E já a apertava com muita vontade, enquanto ele agia com Lau, eu acariciava o uso da palavra: cock que ela tinha como uma rocha.
Quando as carícias de Carlos se tornavam muito evidentes, ela fazia correr um pouco mais as bordas da cama para facilitar tudo. Ela fazia isso, pôs o cuco quase saindo da cama, sempre de costas, sacando cuco para fora.
Se Lau tivesse alguma dúvida, que não era eu quem estava fazendo isso, se a sacou completamente quando Carlos sentou-se no chão, baixei lentamente a bombachita e meti a língua até o fundo do uso da palavra: pussy, eu isso naquela época não apenas não fazia, mas também não gostava de chupar o uso da palavra: pussy, que bócio Deus meu que era.............. aqui produziu-se um antes e um depois de meu casamento.
Sentiu um suspiro retenido, como querendo ocultá-lo, estava gozando a sexy girl como nunca, e sabia que não era eu, já não tinha dúvidas.........
Apareceu a mulher da minha vida, é claro que a conheci dançando, linda, cabelo longo, olhos verdes, pernas de filme e um cu para a foto, para aqueles que se lembram, naquela época, princípios dos 70, era furor a minifalda, já as cuties usavam as polleritas quase mostrando o cu e Laura não era exceção, me havia enamorado sério.
Estivemos como era costume três anos de noivos, fazendo sexo até duas vezes por dia, época maravilhosa. E nos casamos, com uma linda festa incluída (costumes da época, casamento jovem, o tema era sair de casa dos pais).
Tudo normal, os dois trabalhávamos bem, juntávamos para comprar nosso primeiro apartamento e enquanto isso vivíamos em um departamentito pequeno no fundo das minhas sogras. No meu casamento me reencontrei após alguns anos com Carlos e sua futura esposa, Mabel, que se estavam por casar também, alguns meses após nós, fizemos amizade com ela e começou uma nova amizade para os quatro. Passávamos realmente muito bem, saídas, cinema, ir ao baile os quatro etc. etc. Do nosso com Carlos não se falava, era aparentemente um tema terminado, da nossa juventude, éramos dois tipos felizmente casados.
Uma noite tivemos um casamento de um amigo em comum os quatro, passamos realmente muito bem, nessa época as festas terminavam ao máximo às 4 da manhã, como o salão ficava perto da casa deles e não tínhamos carro nenhum dos dois, decidimos ir dormir no apartamento deles, em alguma oportunidade meu amigo me fez notar o belo cu de Laura, que boa que estava etc etc., sua senhora, embora fosse linda, de corpo não era graciosa.
Essa noite na festa, bailamos todos com todos, Carlos fez muito com Laura e eu com sua senhora. Para voltar tomamos um táxi, eu ia com o motorista e o outro se sentou no meio das duas.
Quando chegamos as meninas foram para a cozinha fazer café, eu que bom bumbum tem Laura, me volviu dizer pela enésima vez, sabes que quando se sentaram no carro, me disse: como estávamos muito apertados, deitei minha mão no assento, Lau se sentou acima e, ou não notei, ou lhe gostei jajja me disse rindo, quero dizer-lhe que este único comentário de Carlos, seguro até esse momento sem nenhuma segunda intenção, me fez pôr a cuca a mil.
O que estava acontecendo???, nunca havia sentido essa sensação, o simples fato de ter tocado o bumbum em Laura no carro me pôs recaliente.
Propus que na escuridão da habitacção lhe tocasse realmente o bumbum, total pensaria que sou eu.
Antes de seguir tenho que dizer que Laura, como a maioria das meninas da época, esteve educada muito severamente, nada de liberdades, chegar em casa dos pais, sempre antes das 12, muito controlada etc. etc.(por isso nos casávamos tão jovens, jajaj) apesar disso, sempre na intimidade desde a primeira vez, se mostrou como uma cutie muito fogosa, me chupava o bumbum quase em nossas primeiras saídas, fui e era seu primeiro homem até esse momento. Tinha alguns escarcejos com noviços anteriores, mas sem chegar a nada.
Entramos na habitacção às escuras, Ma Bel já roncava, eram como as 5 da manhã, saudamos e só Laura constestou, com voz de dormida,
nós estávamos muito despertos, dou instruções como tem que fazer, suba a mão para a cama, Lau estava de costas, os nervos nos carcomiam, queríamos fazê-lo, mas tínhamos medo que se acordasse rápido e faça um escândalo. Era toda uma arriesgada, foi correndo a mão até tocar-lhe o bumbum, suavemente, apenas apoiar-lhe a Mão para que ela sentisse, e ver se notava a diferença, nada, ficou quieta, ao rato ela mesma por costume, abre as pernas um pouco para que eu as ponha na pussy, assim normalmente nos dormíamos, claro que essa mão não era a minha.
Os minutos eram intermináveis, Carlos deixou a mão quieta 3 minutos, ao não sentir nenhuma reação adversa, começou um sono e lento roçar, acariciando o uso da palavra: pussy acima da bombacha, isso eu só fazia quando queria guerra, não para dormir, sendo as 5 da manhã em casa estranha, pensei que se pudesse tudo, passavam os minutos, eu explodia, não via nada nem sentia, todo me contou Carlos no dia seguinte.
Comecei a roncar para demonstrar que estava dormindo, ele intensificava as carícias, Lau deitada de lado separou as pernas, como aprovando a carícia, Carlos notou que se estava molhando,
E já a apertava com muita vontade, enquanto ele agia com Lau, eu acariciava o uso da palavra: cock que ela tinha como uma rocha.
Quando as carícias de Carlos se tornavam muito evidentes, ela fazia correr um pouco mais as bordas da cama para facilitar tudo. Ela fazia isso, pôs o cuco quase saindo da cama, sempre de costas, sacando cuco para fora.
Se Lau tivesse alguma dúvida, que não era eu quem estava fazendo isso, se a sacou completamente quando Carlos sentou-se no chão, baixei lentamente a bombachita e meti a língua até o fundo do uso da palavra: pussy, eu isso naquela época não apenas não fazia, mas também não gostava de chupar o uso da palavra: pussy, que bócio Deus meu que era.............. aqui produziu-se um antes e um depois de meu casamento.
Sentiu um suspiro retenido, como querendo ocultá-lo, estava gozando a sexy girl como nunca, e sabia que não era eu, já não tinha dúvidas.........
1 comentários - Lembranças emocionantes