Olá, sou o Mati, magro, 1.70, bi. Antes desse relato, ia contar outra história que rolou com outro amigo, mas isso aconteceu faz duas noites. Vou contar pra vocês.
Uma vez por semana, eu me encontro com dois amigos pra beber em casa e jogar no PC, e no final a gente sempre fica bem bêbado, e dessa vez não ia ser diferente. Semana passada, a gente tinha se encontrado numa praça e meu amigo Vicente tava bem bêbado, começou a me tocar e a se encostar demais, mas naquela noite não deu pra fazer mais nada. Quando chegaram em casa, fomos comprar várias cervejas e, com o passar das horas, o clima foi esquentando. Vicente começou a ficar mais mão boba enquanto o Juan jogava no PC, mas não passava de me tocar na perna, quase pegando na minha rola, e eu respondia do mesmo jeito. Eu tava pronto pra tudo. Até que Vicente pegou minha mão e fez eu tocar na rola dele; a minha subiu na hora, e a dele também começou a endurecer. Depois, foi a vez dele jogar, e a gente zoava o Juan, mas eu não tinha coragem de tocar nele de novo. O Juan, por outro lado, enfiava a mão por baixo da cueca, mas não tocava.
Aí tive a ideia de levantar a cueca pra falar pro Juan tocar melhor, e eu roçava a rola dele com a ponta dos dedos, e de brincadeira em brincadeira, fui pegando mais naquela rola até bater uma punheta por 2 segundos e tirava a mão. Num momento, o Juan foi ao banheiro e eu fiquei com o Vicente, aproveitei pra pegar na rola dele e bater uma leve. O Vicente ria e me chamava de sem-vergonha, dizendo que não conseguia se concentrar no jogo, haha. Aí eu tirei ela pra fora pra olhar, masturbei ele por um tempo e decidi passar a língua, mas ele me parou porque o Juan tava saindo do banheiro e podia nos ver naquela situação.
Depois de uma hora nos tocando, o Vicente disse que ia embora, mas que antes ia no banheiro. Eu, de brincadeira, falei que ia com ele. Fomos, ele deixou a porta do banheiro aberta, a rola dele tava subindo, e eu perguntei se precisava de ajuda. Ele disse que sim, peguei nela e bati uma punheta. Ele terminou de mijar, e eu acompanhei ele até a pia e lavei a pica, fomos até o quarto e ele se despediu do Juan que continuava jogando no PC.
Quando chegamos lá embaixo, estava tudo escuro e eu peguei na pica dele, bati uma punheta, mas ele queria mais, então segurou minha cabeça pra eu chupar ele, eu, todo feliz, comecei a chupar aquela pica toda, estava uma delícia, ele segurava minha cabeça e me fazia engolir tudo, dizia: "cê é um filho da puta, Mati, como chupa bem, continua, engole tudo todinho, chupa minhas bolas também."
Parei pra ele pegar a bicicleta e saímos pra rua, ele ainda tava com a pica dura e eu também, morrendo de vontade de continuar chupando, então abaixei a calça dele e continuei chupando, dessa vez passando a mão na bunda dele e enfiando um dedo, a gente tava muito tarado e não ligou de estar na rua, ele falou: "vira que eu quero meter", eu virei, mas não tinha como lubrificar e ele não conseguiu me foder, mas continuei chupando. Tive que parar porque já tinha passado muito tempo e o Juan podia descer pra ver por que a demora, então deixei ele ir, com a pica dura pra caralho, eu fiquei com vontade de fazer mais coisas, outro dia conto outra história, comentem aí.
P.S.: aliás, a pica do Vicente não é grande, haha, normal, mas muito apetitosa.
Uma vez por semana, eu me encontro com dois amigos pra beber em casa e jogar no PC, e no final a gente sempre fica bem bêbado, e dessa vez não ia ser diferente. Semana passada, a gente tinha se encontrado numa praça e meu amigo Vicente tava bem bêbado, começou a me tocar e a se encostar demais, mas naquela noite não deu pra fazer mais nada. Quando chegaram em casa, fomos comprar várias cervejas e, com o passar das horas, o clima foi esquentando. Vicente começou a ficar mais mão boba enquanto o Juan jogava no PC, mas não passava de me tocar na perna, quase pegando na minha rola, e eu respondia do mesmo jeito. Eu tava pronto pra tudo. Até que Vicente pegou minha mão e fez eu tocar na rola dele; a minha subiu na hora, e a dele também começou a endurecer. Depois, foi a vez dele jogar, e a gente zoava o Juan, mas eu não tinha coragem de tocar nele de novo. O Juan, por outro lado, enfiava a mão por baixo da cueca, mas não tocava.
Aí tive a ideia de levantar a cueca pra falar pro Juan tocar melhor, e eu roçava a rola dele com a ponta dos dedos, e de brincadeira em brincadeira, fui pegando mais naquela rola até bater uma punheta por 2 segundos e tirava a mão. Num momento, o Juan foi ao banheiro e eu fiquei com o Vicente, aproveitei pra pegar na rola dele e bater uma leve. O Vicente ria e me chamava de sem-vergonha, dizendo que não conseguia se concentrar no jogo, haha. Aí eu tirei ela pra fora pra olhar, masturbei ele por um tempo e decidi passar a língua, mas ele me parou porque o Juan tava saindo do banheiro e podia nos ver naquela situação.
Depois de uma hora nos tocando, o Vicente disse que ia embora, mas que antes ia no banheiro. Eu, de brincadeira, falei que ia com ele. Fomos, ele deixou a porta do banheiro aberta, a rola dele tava subindo, e eu perguntei se precisava de ajuda. Ele disse que sim, peguei nela e bati uma punheta. Ele terminou de mijar, e eu acompanhei ele até a pia e lavei a pica, fomos até o quarto e ele se despediu do Juan que continuava jogando no PC.
Quando chegamos lá embaixo, estava tudo escuro e eu peguei na pica dele, bati uma punheta, mas ele queria mais, então segurou minha cabeça pra eu chupar ele, eu, todo feliz, comecei a chupar aquela pica toda, estava uma delícia, ele segurava minha cabeça e me fazia engolir tudo, dizia: "cê é um filho da puta, Mati, como chupa bem, continua, engole tudo todinho, chupa minhas bolas também."
Parei pra ele pegar a bicicleta e saímos pra rua, ele ainda tava com a pica dura e eu também, morrendo de vontade de continuar chupando, então abaixei a calça dele e continuei chupando, dessa vez passando a mão na bunda dele e enfiando um dedo, a gente tava muito tarado e não ligou de estar na rua, ele falou: "vira que eu quero meter", eu virei, mas não tinha como lubrificar e ele não conseguiu me foder, mas continuei chupando. Tive que parar porque já tinha passado muito tempo e o Juan podia descer pra ver por que a demora, então deixei ele ir, com a pica dura pra caralho, eu fiquei com vontade de fazer mais coisas, outro dia conto outra história, comentem aí.
P.S.: aliás, a pica do Vicente não é grande, haha, normal, mas muito apetitosa.
8 comentários - Chupei o pau do meu amigo bêbado