Para uma mulher que só serve de enfeite, não há tormento maior do que envelhecer. Tentar colocar barreiras contra o tempo enquanto se vê o inevitável passar dele murchando o corpo. Miriam González era o exemplo perfeito disso.
Quando jovem, deu seus primeiros passos no mundo da moda e, graças à sua beleza e a um físico privilegiado, não demorou a fisgar um empresário de prestígio que a tirou das passarelas para se casar com ela.
Agora o tempo havia passado e, aos seus quarenta e nove anos, dedicava grande parte do dia a tentar se manter jovem, entre dietas rigorosas e longas sessões de academia. Tinha passado tantas vezes pelo bisturi que sua imagem, embora imponente com seus quase um metro e oitenta de altura e cabelo loiro platinado, parecia completamente artificial.
Tinha retocado a maior parte do corpo. Primeiro foi a lipoaspiração, depois a cirurgia no nariz, em seguida o botox e, por último, os implantes de silicone, com os quais, sem dúvida, exagerou. Os lábios ficaram inchados demais e isso, junto com a boca bastante grande, como se diz vulgarmente, lhe dava um certo aspecto de chupa-rola. O aumento dos peitos também foi exagerado. Não deu ouvidos às recomendações do médico sobre estética e possíveis problemas nas costas e colocou umas tetas de tamanho exagerado, nas quais era impossível não reparar assim que a via. A única parte natural que lhe restava era a bunda que, embora fosse bem larga, à base de cremes caríssimos e exercícios pesados, conseguiu manter firme e empinada. No fim das contas, era o mais próximo de uma salva-vidas de cinquenta anos.
Seu casamento com Juan tinha sido vantajoso. Apesar de o homem estar agora perto dos setenta e a diferença de idade começar a pesar, ele sempre lhe proporcionou tudo o que precisou e, do braço dele, ela circulou pelas altas esferas da cidade. Não tiveram filhos, Miriam nunca quis. Primeiro pelo sacrifício que mas, acima de tudo, por não estragar sua figura estupenda. Juan também não insistiu, bastava-lhe Jorge, que era fruto de seu primeiro casamento e mais que suficiente para perpetuar seu legado. Jorge morava com a família em Londres e cuidava da filial da empresa naquela cidade, esperando um dia assumir o negócio da família.
No mesmo condomínio moravam os Ruiz, um casal de uns quarenta anos com um filho, Alberto, de treze. Alberto era um garoto pré-adolescente tímido e introvertido, que não se encaixava com os meninos da sua turma e vivia permanentemente enfiado no seu mundo de fantasia e computadores. Era muito baixinho, o que fazia ele parecer até mais novo do que era. Como quase todo moleque dessa idade, ele adorava mulheres milf e voluptuosas, e Miriam, com seu corpo pneumaticamente poderoso, tinha se tornado a inspiração de todas as punhetas do garoto.
O condomínio era bem tranquilo. Era formado por um conjunto de doze casas e, no centro, acessível apenas por cada uma delas, uma área ajardinada com piscina. A maioria das pessoas que morava lá era bem mais velha e com filhos já criados, então não tinha outras crianças além do Alberto.
Finalmente chegaram as férias de verão e, com elas, a época de piscina. Alberto tinha esperado aquele momento o ano inteiro. Foi durante aquele último ano letivo que sua obsessão por Miriam começou a crescer e, por mais que tentasse se lembrar, ele não tinha nenhuma recordação dela de biquíni no ano anterior.
Naquela manhã, como de costume, ele acordou tarde. Os pais tinham ido trabalhar horas antes e ele tomou café da manhã sozinho na cozinha. Depois passou o resto da manhã jogando no computador no quarto. De vez em quando parava para dar uma olhada pela janela e ver se Miriam estava na piscina.
Lá pela uma da tarde, finalmente a viu aparecer. O moleque pegou a toalha e desceu as escadas a toda velocidade. Quando Miriam chegou, já tinha tirado o vestido de piscina e estava arrumando suas coisas perto de uma espreguiçadeira. Ela estava espetacular de biquíni, ainda melhor do que ele tinha imaginado, com aqueles dois peitões enormes escondidos atrás do tecido minúsculo da roupa de banho.
Alberto passou por ela e se cumprimentaram. Mesmo que mal tivessem trocado algumas palavras na vida, por ser uma comunidade pequena, todos os vizinhos se conheciam e se cumprimentavam quando se viam. Puxaram uma conversa banal sobre a escola do menino e as férias. Enquanto falavam, Alberto não perdia um detalhe da anatomia da vizinha.
Miriam percebeu na hora os olhares do jovem vizinho e, embora estivesse acostumada a ser notada, ficou surpresa em despertar esse interesse num garoto tão novo. Durante anos, ela tinha recebido olhares de homens jovens e musculosos da academia, com quem se divertia pra caralho provocando e se mostrando inalcançável. Agora era diferente; aqueles caras que ela sempre deixava com o mel na boca preferiam se interessar por garotas mais novas, e ela só chamava a atenção de tarados e velhos decrépitos.
A fofoca favorita do condomínio era o casamento dos González: ele um empresário de sucesso e ela uma aspirante a modelo vinte anos mais nova. Até diziam que tinham assinado algum tipo de acordo pré-nupcial que, em caso de divórcio ou traição por parte dela, a deixaria na rua com uma mão na frente e outra atrás. Miriam sabia que seu passado era conhecido por todos os vizinhos, por isso não se surpreendeu quando Alberto, com a inocência típica de um garoto, perguntou sobre ele.
— É verdade que você foi modelo quando era jovem?
— Como assim, quando era jovem? Pareço tão velha assim? — respondeu a mulher em tom de brincadeira.
— Bom, não quis dizer isso. Você está maravilhosa. Pra falar a verdade, é a mulher mais gostosa que conheço.
Mesmo sendo só um pirralho, Miriam gostou da sensação de se sentir desejada. elogiada de novo por alguém que não fosse nojento ou tivesse mais de sessenta. Ela se sentiu tremendamente satisfeita por, aos quase cinquenta anos, todo seu esforço para se manter jovem ter dado certo e ela ainda conseguir causar esse efeito nos homens. Cheia de orgulho, a mulher começou a contar sua experiência no mundo da moda, enquanto o garoto a ouvia empolgado.
Miriam disse a Alberto para largar as coisas dele e sentar na espreguiçadeira ao lado. Em qualquer outra circunstância, a mulher teria se livrado dele rapidamente, para mantê-lo o mais longe possível e aproveitar a tranquilidade que reinava na piscina naquela hora. Mas naquele dia, vendo o efeito que estava causando nele, preferiu ter seu jovem admirador por perto.
Continuaram conversando por quase uma hora, e Miriam se divertiu como não fazia há anos, com aquele pré-adolescente cheio de espinhas babando só por estar ao lado de uma mulherão como ela.
Nos dias seguintes, quando o Alberto aparecia na piscina, a vizinha chamava ele pra ficar do lado dela. Era inacreditável ter encontrado naquele menino o companheiro perfeito para sair da sua vida monótona. Ela se divertia pra caramba contando suas histórias e percebendo como o garoto a devorava com os olhos. Se sentia rejuvenescer a cada momento. Assim, aos poucos, foram ganhando confiança e até trocaram telefones pra se avisar quando desciam pra piscina.
A mulher estava gostando cada vez mais daquele jogo e começou a provocá-lo descaradamente. Aproveitando que de manhã estavam sempre sozinhos na piscina e que o garoto era um bobo inofensivo, começou a se animar a fazer coisas cada vez mais ousadas. Às vezes, deixava cair algum objeto perto do Alberto e se abaixava pra pegar, empinando a bunda, de modo que o garoto pudesse ter uma boa visão dela. Outras, quando tomava sol de bruços, soltava a parte de cima do sutiã, de um jeito que o moleque pudesse ver claramente a lateral dos peitos dela. No fim das contas, uma série de gestos aparentemente inocentes que mantinham o garoto num estado de tesão constante.
Uma manhã, ela deu um passo a mais e pediu pra ele passar creme nela. Alberto chegou perto dela e sentou na espreguiçadeira dela. Desajeitado, colocou uma quantidade enorme de bronzeador nas costas dela e, com as duas mãos, foi espalhando do pescoço até o cóccix. Mesmo a massagem sendo inexperiente, pra Miriam foi extremamente gostoso. Ela tinha conseguido sacar a tesão do menino e as dúvidas internas dele sobre se devia continuar quando chegasse perto dos peitos dela. Ficaram quase dez minutos nisso até que Alberto levantou e saiu correndo pra água, com a desculpa de tirar o creme. Miriam ficou deitada sorrindo, sabendo que o motivo real era a necessidade do garoto de esfriar a tesão na água gelada.
Uma manhã, o assunto da carreira de modelo da Miriam voltou à tona e ela ofereceu ao garoto se ele queria passar na casa dela no dia seguinte pra ver as coisas que ela guardava daquela época. Ela pensou que seria uma boa chance pra continuar provocando o moleque. No dia seguinte, às dez em ponto, Alberto estava na porta da casa da vizinha, de roupa de piscina e com a mochila que ele sempre levava com as coisas de banho.
— Oi, Alberto! Que cedo você veio! Me pegou tomando café — disse ela enquanto abria a porta de correr de vidro que ligava a casa ao quintal dos fundos.
— Vim cedo demais? Se quiser, posso voltar mais tarde.
— Não, não se preocupa. Entra — respondeu Miriam, que de propósito tinha esperado o vizinho jovem com aquela camisola branca, de tecido bem fininho, que batia acima dos joelhos.
Ela se sentiu super orgulhosa ao ver a cara que o garoto fez quando a viu. Não que a camisola fosse transparente, mas por causa da leveza do tecido, dava pra ver claramente os bicos dos peitos. através dela mesma. Uma vez dentro, Alberto seguiu a vizinha até a cozinha enquanto, besta, olhava o balanço da bunda dela. Através do tecido, dava pra ver claramente a tanga preta que ela tava usando. A mulher tava tomando café com leite de soja, um suco de laranja e uns biscoitos integrais. Ficaram batendo papo um pouco enquanto ela terminava de tomar café e Alberto bebia um suco espremido na hora. Depois foram pra sala. Miriam tirou uma pasta de uma gaveta e sentaram um do lado do outro no sofá pra ver o conteúdo. A maioria era recorte de catálogo de roupa e de alguma revista. A mulher ia explicando uma por uma todas as fotos que apareciam enquanto o garoto ouvia ela, babando. Num daqueles recortes tinha uma foto da Miriam de biquíni, ela tinha os peitos mais pequenos e nada comparáveis às duas tetonas enormes que ela exibia agora. — Cê tá tão gostosa aí. Mas sei lá, te vejo diferente. Antes cê tinha menos peito, né? — Falou Alberto com a inocência própria de um moleque daquela idade. — É… sim, bom… é que com o tempo fui fazendo uns retoques. — Então, se for falar a verdade, pra mim cê tá muito melhor agora do que antes. — Muito obrigada, lindo! — Respondeu a mulher, toda cheia de orgulho. — Se quiser, te mostro agora o que tenho guardado no computador e depois a gente vai pra piscina. — Continuou. — Pra mim, show. Alberto seguiu Miriam escada acima. A mulher sabia que, daquela posição, o garoto conseguia ver quase toda a bunda dela e sentiu o olhar do jovem cravado no rabo enquanto pensava como aquele jogo tava cada vez mais gostoso pra ela. O computador tava no quarto principal. Sentaram num banquinho sem encosto que tinha ao lado da mesa onde ele estava. Por um tempo, ficaram vendo o conteúdo de uma pasta chamada “MODA”, onde Miriam guardava alguns ensaios e fotos digitalizadas. Durante esse tempo, A mulher não parou de fingir encostões sem querer no vizinho novinho, só pra ir deixando ele no ponto. Quando achou que, entre as fotos e ficar tão perto dela, ele já devia estar prestes a explodir, resolveu dar o golpe final. Queria deixar ele tão tarado que, antes de ir pra piscina, ele tivesse que voltar pra casa pra se aliviar. Desde que viu o jeito que ele olhou pra ela no primeiro dia, soube que tinha virado a musa das punhetas daquele moleque, mas agora ia saber exatamente o momento em que ele ia bater uma pensando nela — e isso a excitava pra caralho.
Depois de terminar com a pasta de moda, sugeriu que ele visse mais algumas antes de ir embora. Foi mostrando as fotos que tinha dos lugares pra onde tinha ido de férias com o marido. A maioria era pose em ponto turístico, mas também tinha umas na praia, onde Miriam aparecia de biquíni. Num dado momento, como quem não quer nada, surgiu uma em que Miriam estava numa praia deserta, pelada da cintura pra cima.
Ao ver aquela imagem, Alberto arregalou os olhos. Os peitos de Miriam eram enormes, e o moleque ficou vidrado na tela, besta. Quando a mulher viu a cara do garoto ao ver os seios dela, sentiu uma pontada de orgulho e vaidade.
— Ué! Nem lembrava dessa foto. Que vergonha! — disse Miriam, fingindo surpresa e corando. — Bom, é melhor desligar o computador e ir pra piscina. — continuou, vendo que o moleque tava vermelhão e sem dizer nada.
Assim que o computador desligou, Alberto levantou da cadeira sem conseguir esconder a ereção que se adivinhava por baixo do sungão. Ao ver aquilo, Miriam não segurou a risada. Tinha conseguido deixar ele exatamente onde queria.
— Mas, bebê, como você ficou! — disse num tom de gozação.
— Não ri, Miriam, que tá doendo pra caramba. — respondeu Alberto, angustiado.
— Como assim, tá doendo? — perguntou a mulher. preocupada.
—É… então… é que me dá vergonha falar disso…—
—Pode me contar, somos amigos. O que foi? Tá sentindo dor sempre?— Disse Miriam, começando a pensar que talvez tivesse passado dos limites com as provocações.
—Bom, sim… é ali, nas bolas… acontece quando meu pau fica assim.—
—Mas você nunca… bom, você sabe… nunca toca na sua coisinha pra se aliviar?—
—Não, alguns dos meus amigos fazem, mas eu não. É que não sei como fazer. Além disso, às vezes acordo molhado de manhã e por uns dias a dor passa.
—Claro, que idiota fui, como você vai se tocar se só tem treze anos.—
Miriam não sabia o que fazer. Assim como anos atrás com os homens da academia, ela tinha se comportado como uma verdadeira provocadora, só que Alberto era só um garoto e dessa vez ela tinha passado do ponto. Percebeu que o pobre menino nem tinha entrado naquela fase em que os moleques passam o dia inteiro se punhetando.
—Olha, por que você não se tranca no meu banheiro e bate uma punheta? Vai ver como se sente muito melhor. A única coisa que você precisa fazer é pegar ele como se fosse o cabo de uma raquete e mexer pra cima e pra baixo.— Disse ela, tentando sair da enrascada.
—Tá bom, mas não entra, hein?— Respondeu o garoto, pegando a mochila e entrando no banheiro, fechando a porta atrás de si.
—Fica tranquilo, vou te deixar sozinho. Não tem pressa.—
—Miriam, não consigo. Por favor, vem.— Chamou Alberto depois de alguns minutos do outro lado da porta.
—Calma, não tem problema. Vou entrar.— Respondeu Miriam, abrindo a porta.
—É que não sou capaz.— Disse Alberto, virando-se e mostrando a rola dura.
Miriam se surpreendeu com o tamanho do pau daquele menino. Pelo jeito dele se comportar e pela impressão que estava tendo, imaginava algo bem menor e sem pelos. Embora não desse pra comparar com o de um adulto, medindo uns doze centímetros com uma grossura aceitável e apontando direto pro teto.
Ao ver aquilo, a mulher começou a entrar em pânico. Não podia simplesmente mandar ele embora — qualquer vizinho podia vê-lo saindo de casa e, se a dor piorasse, Alberto podia acabar contando pros pais, o que ia render uma baita encrenca.
— Não se preocupa, querido. Como é sua primeira vez, se quiser, posso te ensinar. Mas tem que ser nosso segredo. Você não pode contar pra ninguém, combinado? — disse Miriam, percebendo que a única saída era dar uma punheta naquele pirralho.
— Tá bom. Não vou contar pra ninguém. Só quero que pare de doer — ele gemeu.
Miriam se aproximou de Alberto e, como era muito mais alta que ele, pegou um banquinho que tinha no banheiro e sentou pra masturbá-lo com mais conforto.
— Fica tranquilo — disse ao sentir ele tremer enquanto segurava o pau dele com uma mão.
Miriam se surpreendeu com a dureza daquele pedaço de carne. Com o tempo, as relações com o marido tinham virado algo raro e o vigor de Juan já não se comparava ao de um jovem. Percebeu que tinha esquecido completamente como era ter uma rola no auge na mão.
Devagar, descobriu a cabecinha. Era roxa escura e tava toda inchada. Começou um movimento suave pra cima e pra baixo, e o pau do moleque começou a soltar um cheiro forte e penetrante. O líquido pré-goza começou a escorrer, encharcando a mão de Miriam e fazendo o movimento dela vir acompanhado de um barulho molhado.
Alberto fechou os olhos e começou a ofegar. Daí a pouco, colocou a mão num dos peitos de Miriam e apertou de leve. Ela olhou pra ele e, achando que era pra não perder o equilíbrio, considerou o gesto sem querer e não o repreendeu. Em poucos segundos, Alberto começou a gemer e a mulher, ao perceber que o garoto ia gozar, acelerou o ritmo até ver como do pau dele jorrava uma gozada muito mais grossa do que esperava. Dois jatos enormes de esperma saíram disparados, caindo no chão do banheiro, e um terceiro, bem mais fraquinho, ficou na mão de Miriam.
— Gostou? — Perguntou Miriam enquanto se levantava pra lavar as mãos na pia.
— Sim — Respondeu Alberto, todo sem fôlego.
— Bom, agora que você já sabe como fazer, pode praticar em casa à vontade. — Disse Miriam em tom de brincadeira, começando a rir.
Depois disso, Alberto foi embora correndo. Disse que tinha esquecido que precisava fazer algo e que naquele dia não podia ir pra piscina. Miriam achou que ele provavelmente tava envergonhado pelo que tinha rolado, ou que, agora que tinha descoberto como fazer, ia passar o resto da manhã praticando.
De qualquer forma, mesmo aliviada por ter resolvido a situação, decidiu que dali em diante o melhor era parar de ter tanto contato com o moleque. Tinha passado dos limites deixando ele excitado, e agora o garoto tava obcecado por ela. Além disso, ele era só um menino e podia se meter numa baita enrascada se os pais descobrissem o que tava rolando.
Quando chegou em casa, Alberto subiu pro quarto. Tirou o celular da mochila e conectou no computador. Um sorriso de satisfação apareceu no rosto dele quando viu que tinha conseguido gravar perfeitamente a cena do banheiro.
Apesar da aparência de menino tímido e introvertido, Alberto era extremamente inteligente. Durante o tempo que passou com a vizinha, além de curtir a visão do corpo escultural dela, o garoto tinha se dedicado a estudá-la. Não foi difícil perceber como ela era limitada intelectualmente. Não que fosse burra, mas com certeza beirava o limite. Além disso, era bem Simples, a clássica mulher decorativa, sem nenhuma ambição.
Enganar ela tinha sido extremamente fácil. Miriam era tão fácil de decifrar que ele não teve problemas pra manipulá-la como quis. Se fazendo de tímido e inocente, deixou ela acreditar que ele era só um moleque idiota que ela tinha na palma da mão. Assim, enquanto ela ia se confiando e provocando ele cada vez mais, ele continuava avançando firme até o objetivo que finalmente tinha alcançado naquela manhã.
Alberto deixou passar uns dias sem dar sinal de vida. Queria que a vizinha se confiasse e pensasse que ele estava envergonhado e preferia não cruzar com ela. Para o próximo passo, precisava pegá-la totalmente desprevenida, e essa era a melhor forma de fazer isso.
Então, uma semana depois de ir na casa dela pela primeira vez, Alberto apareceu no mesmo horário na porta dos fundos dos González. Uns segundos depois de bater, a vizinha abriu. Dessa vez não estava de camisola, mas sim de roupa de piscina.
— Oi, Alberto! O que você está fazendo aqui? — perguntou Miriam, surpresa.
— Podemos conversar?
— Claro, entra. Pra falar a verdade, eu também queria falar com você.
O garoto seguiu a vizinha até a sala e sentaram um de frente pro outro.
— Olha, querido — esses dias com você foram muito bons, mas não acho que seja uma boa ideia a gente ficar tanto tempo junto. Você devia procurar amigos e garotas da sua idade pra sair...
— Me desculpa um instante, Miriam. Pra ser sincero, estou com um pouco de pressa — interrompeu Alberto. — Só vim te entregar isso — disse ele, tirando um pendrive do bolso.
— Deixa eu ver, me dá. O que é? — respondeu ela, estendendo a mão pra pegar.
— É igual ao que eu mandei hoje de manhã pro escritório do seu marido. O conteúdo é muito importante, e recomendo que você veja agora mesmo.
Em contraste com a timidez que ele tinha mostrado desde que se conheceram, Miriam ficou impressionada com a segurança com que ele falava. que o Alberto tava manejando agora. Tinha até mudado a expressão do rosto e tava com um olhar tão penetrante que começava a deixar ela desconfortável. Sem saber bem por que, não perguntou mais, só se levantou e, deixando o moleque sentado no sofá, subiu as escadas.
Quando ligou o computador e conectou o pendrive, ficou petrificada, não acreditava no que tava vendo. Não entendia como aquele otário tinha tido coragem de fazer aquilo. Totalmente enfurecida, tirou o pendrive do computador e desceu as escadas gritando. Quando chegou perto do moleque, agarrou ele pela orelha e levantou ele do sofá.
— Escuta aqui, pivete de merda. Agora mesmo você vai ligar pra cancelar o que quer que tenha mandado pro meu marido. Depois pega isso e some da minha casa pra não voltar, entendeu? E não quero que você me dirija a palavra nunca mais.
— Tá bom, mas me solta, por favor. Tá me machucando. — Respondeu o moleque com lágrimas nos olhos.
— Moleque idiota, o que você tava tentando? Me chantagear com essa porcaria? Então se prepara, porque não vou deixar um pirralho estúpido como você me passar pra trás. — Disse Miriam enquanto Alberto pegava o telefone e ligava pra empresa de transportes.
— Sim... de acordo... só tenho até uma hora pra cancelar... perfeito... vou ligar de novo... Tchau... Obrigado.
— Mas o que você tá fazendo? Não te falei pra cancelar?
— Falei, sim. Mas aqui não é você quem dita as regras.
— Seu filho da puta! Vou te...
— Cala a boca, sua vagabunda! — Cortou Alberto bruscamente. — Já viu que só tem uma hora, então, se quer que eu ligue pra cancelar a entrega, vai fechar essa boca de puta e fazer o que eu mandar.
Miriam ficou perplexa com o grito do moleque. Ele tinha tirado completamente a máscara e revelado o monstro que se escondia por trás daquela cara amigável que vinha mostrando há dias. Tava claro que ela precisava fazer ele ligar de novo, então pensou que o melhor era... Melhor seria ver o que ele pedia em troca.
— Tá bom. O que você quer? Dinheiro? — ela perguntou.
— Dinheiro? Bem que você queria.
— Então o quê? Fala logo!
— Ainda não sacou? Você é mais burra do que eu pensava.
— Chega de joguinhos, pivete! — disse Miriam, tirando uma nota de duzentos euros da bolsa. — Pega isso e some da minha casa agora. E agradece que não vou ligar pros seus pais pra contar o que você tá tentando fazer!
— Já te falei que não é isso que eu quero, mas até que vou considerar como uma oferta de boa vontade — disse Alberto, pegando a nota. — Toma, aqui meu telefone. Se quiser ligar pros meus pais, liga, mas não esquece que eles também vão ver o que você me obrigou a fazer. Só não demora, porque o tempo tá passando e faltam só cinquenta minutos pra eu não conseguir mais evitar que o vídeo chegue no seu marido.
Miriam percebeu que o moleque não tava blefando e que não seria tão fácil se livrar daquela situação. Além disso, o tempo tava contra ela e parecia que não dava pra convencê-lo com ameaças. A primeira coisa que precisava fazer era conseguir que ele ligasse pra transportadora, e depois ela dava um jeito de dar uma lição naquele pivete.
— Tá bom, você venceu. Fala logo o que você quer.
— Simples. Desde que te vi pela primeira vez, a única coisa que sempre quis de você foi uma coisa: um boquete. Aturei sua presença por dias e aguentei todo seu papo de modelo fracassada com um único objetivo: fazer você me chupar o pau. E agora, finalmente, consegui.
— Como é que é? Nem pensar! Cê deve tá sonhando se acha que vou chupar o pau de um otário igual você — gritou Miriam, furiosa.
— Pode ficar puta à vontade, mas no final nós dois sabemos que você vai acabar fazendo — disse Alberto com um sorriso no rosto enquanto se levantava e ia direto pra porta. — Olha, sinceramente, tô cansado de tentar te convencer e não quero continuar. discutindo mais. Vou pra minha casa e vou deixar a porta dos fundos aberta. Vou ficar no meu quarto, é o primeiro à direita subindo as escadas. Meus pais não estão, então não precisa se preocupar. Mas olha, não quero ouvir você falar mais uma palavra, já tô de saco cheio da sua impertinência. Se falar, o trato acaba. Você vai entrar, vai me chupar e vai embora pelo mesmo lugar que veio, sem abrir a boca. — E dizendo isso, ele saiu de casa.
Miriam ficou completamente paralisada. Não esperava isso daquele moleque. Tinha achado que ele era um otário inocente e se enganou feio, desde o começo ele tinha enganado ela por completo. Ficou chocada só de pensar que um pivete de treze anos pudesse fazer essas coisas. De qualquer jeito, tinha que fazer alguma coisa, o tempo tava acabando e só sobravam duas opções…
Quando Miriam parou na frente da porta do quarto do Alberto, tava exausta. Tinha vindo correndo da casa dela e precisou esperar uns segundos pra recuperar o fôlego.
Depois de pensar por meia hora, chegou à conclusão de que não tinha outra escolha senão fazer o que o garoto queria. Ia ter que engolir esse sapo pra depois dar o troco com tudo.
Então, girou a maçaneta da porta e passou pela entrada. Quando fez isso, não conseguiu evitar se surpreender ao encontrar ele completamente pelado e de pau duro, sentado numa poltrona pequena do lado da cama.
Alberto olhou pra vizinha com um sorrisinho de satisfação que fez os olhos dela refletirem ainda mais o ódio que sentia por ele. Determinada a acabar com aquilo, Miriam se aproximou dele e, vendo que não tinha outro jeito, se ajoelhou e ficou entre as pernas dele.
Ao se aproximar daquela piroca pequena, percebeu que já tava molhada. O líquido pré-gozado tinha começado a sair, e isso fez com que colocar aquilo na boca desse ainda mais nojo do que ela imaginava. Embora nunca tivesse gostado de fazer isso, de A jovem teve que mamar mais de um pau pra conseguir alguma chance no mundo da moda. Depois, no começo do casamento, pra manter o Juan satisfeito, ela tinha feito várias vezes, mas aos poucos conseguiu diminuir a frequência até passar mais de dez anos sem fazer. Mas dessa vez era diferente, ela estava chupando um pivete e não pra ganhar nada em troca, mas simplesmente porque estava cedendo ao chantagem dele.
Quando Alberto viu a vizinha se ajoelhar na frente dele e abaixar a cabeça pra enfiar o pau inteiro na boca, ele se recostou no banco pra saborear a vitória. Era a primeira vez que alguém chupava ele e ainda por cima conseguiu que fosse a vizinha, aquela coroa gostosa por quem ele suspirava há tanto tempo. O moleque pegou o celular e começou a gravar o boquete.
— Me olha, Miriam. — Disse puxando o cabelo da vizinha pra trás pra ela levantar o olhar.
Ao fazer isso, Miriam viu com horror como o pequeno degenerado do vizinho apontava o celular pra ela. Não disse nada, não tinha tempo. Precisava fazer o moleque gozar o mais rápido possível e ligar pra empresa de transportes pra cancelar o envio do vídeo pro marido. Ela se inclinou de novo sobre o pau do garoto e aumentou a intensidade do boquete.
— Falei pra me olhar. — Repetiu Alberto puxando o cabelo dela de novo. — E agora sorri, quem sabe um dia seu marido não vai ver esse vídeo.
Miriam obedeceu e sorriu enquanto uma lágrima escorria pela bochecha dela. Alberto, imitando o que tinha visto nos filmes pornô, tirou o pau da boca da vizinha e começou a bater com força na cara dela com ele. Depois enfiou de novo e mandou ela continuar. Miriam obedeceu e em poucos segundos sentiu o moleque ficar duro, sinal claro de que ia gozar. Tentou tirar o pau da boca, mas Alberto colocou a mão na nuca dela, sem fazer pressão, mas indicando que não fizesse isso.
Em seguida, o garoto gozou, esvaziando o conteúdo das bolas dele na garganta da mulher, enquanto ela tinha que engolir até a última gota para não se engasgar. Depois, Miriam se levantou tossindo e com o rosto completamente vermelho.
— Bom, cumpri minha parte. Agora liga pra cancelar a entrega. — disse ela, quando se recompôs.
— Ligar? Nunca houve entrega nenhuma. — E com uma gargalhada sonora, começou a rir. — Só queria ver até onde você era capaz de ir. — continuou, enquanto deixava o celular em cima da mesa.
Aquilo foi demais para Miriam, que partiu pra cima dele furiosa e começou a bater nele sem parar. Alberto não se defendeu, só tentou proteger o rosto o melhor que pôde, sabendo que, ao gravar a surra que a vizinha estava dando nele, a teria nas mãos para sempre. Já ia cobrar caro por aqueles hematomas.
Quando descarregou toda a raiva nele, Miriam pegou o celular dele e saiu do quarto. Não ia deixar o moleque ficar com o que tinha gravado nem ceder de novo à chantagem dele. Desceu as escadas correndo, mas, quando estava quase chegando embaixo, sentiu um empurrão nas costas e perdeu o equilíbrio.
A queda foi bem forte e, enquanto ainda estava deitada no chão, Miriam viu Alberto pegar o celular dele de volta. Em seguida, o garoto deu um chute na barriga dela e a deixou sem ar.
— Sua puta estúpida, achou que ia sair dessa numa boa? Isso vai te custar caro. Vaza da minha casa antes que eu te dê outro chute. —
Quando conseguiu respirar de novo, Miriam se levantou e, com dificuldade, saiu da casa.
Alberto estava dolorido, mas satisfeito com como tudo tinha acontecido. Por sorte, tinha protegido bem o rosto, e a maioria dos golpes foi no corpo. Só tinha um pequeno corte no lábio, que não seria difícil de justificar pros pais como um acidente batendo numa porta. Miriam chegou em casa e desabou no choro. Aquele moleque não só tinha humilhado ela, como agora tinha um vídeo dela chupando a pica dele. A situação tinha escapado do controle dela e, agora, em vez de pensar em se vingar dele, a única coisa que ela podia fazer era esperar que ele se sentisse satisfeito com o que tinha conseguido e a deixasse em paz.
Mas Alberto não só não estava satisfeito, como também pretendia tirar muito mais da vizinha. Ele passou o vídeo pro computador e editou pra dividir em dois: um que mostrava só o boquete e outro que mostrava só a surra que a Miriam tinha dado nele. Sabia que a mulher, se já não tinha quebrado, estava prestes a quebrar, e não ia dar tempo pra ela se recuperar. Então mandou o vídeo da surra por WhatsApp e esperou a resposta.
— O que é isso? Você já não se divertiu o bastante? — respondeu ela minutos depois.
— Bastante? A gente mal começou…
— Por que você tá fazendo isso comigo? Fui boa pra você.
— Só queria que você me desse um boquete. Se não tivesse tentado se rebelar, depois disso eu teria te deixado em paz. — Mentiu.
— Pelo amor de Deus, me perdoa, sinto muito por ter te batido. Sério. — Disse Miriam, desesperada.
— Agora não é mais sobre sentir, não. Você me machucou pra caralho e tem que pagar.
— E então do que se trata?
— De eu decidir se te denuncio pra polícia ou não.
Miriam ficou pálida. Nem tinha pensado nessa possibilidade. Se já era grave o suficiente o marido descobrir e botar ela pra fora de casa, deixando ela sem nada, ela percebeu que aquilo podia ter consequências muito piores.
— Pelo amor de Deus, não faz isso. Faço o que você quiser.
— Por enquanto, abre a porta dos fundos de casa.
Miriam obedeceu e, ao abrir, encontrou o jovem vizinho esperando com a mochila no ombro. Alberto entrou na casa como se fosse dele, e a mulher seguiu ele até a cozinha.
— Espero que tenha curtido o vídeo. Não Entendo muito de leis, mas acho que com isso você poderia passar uma temporada na cadeia. Além disso, vou mostrar também a do dia do banheiro, dizendo que você me forçou a fazer aquilo e que, como não deixei você repetir, você me deu uma surra. Resumindo, uns anos na sombra ninguém tira de você. E quando sair, não vai ter nada, seu marido e amigos vão te virar as costas pelo que você fez, e você vai ficar sem ter onde cair morta.
Miriam estava em estado de choque. Era demais para digerir de uma vez e ela não conseguiu reagir quando Alberto se aproximou e começou a levantar o vestido de praia dela. A diferença de altura era tanta que o garoto teve que subir num banquinho para conseguir tirar a peça pela cabeça dela. A mulher ficou só com as sandálias e o biquíni, mas a parte de cima não durou muito. Aproveitando a posição de vantagem, Alberto pegou a peça com as duas mãos e puxou firme para baixo, deixando finalmente à mostra aqueles peitos com que tanto tinha sonhado. Ele já tinha visto em foto, mas ao vivo eram muito melhores. Eram enormes, iguais aos daquelas atrizes pornô que o garoto costumava ver na internet.
— Me segura! — ordenou para a vizinha enquanto se jogava nela, enganchando as pernas na cintura dela e levando à boca um daqueles mamilos enormes e escuros.
A mulher se sentia ridícula e humilhada. Naquela posição, parecia que estava amamentando um bebê, mas, em vez disso, estava segurando com as mãos a bunda de um menino de treze anos enquanto ele se divertia devorando os peitos dela. O garoto os apertava com raiva e, enquanto mordiscava um dos mamilos, com os dedos de uma mão beliscava o que estava livre. Miriam tentava aguentar o castigo estoicamente, mas não conseguia evitar que escapassem pequenos gemidos de dor.
Quando finalmente Alberto se desvencilhou da cintura dela e deslizou até o chão, Miriam respirou aliviada. Ela tinha os peitos completamente vermelhos e os mamilos durinhos, cobertos de saliva do garoto. Dessa vez, ela não reclamou quando o moleque pegou o celular dele e começou a tirar fotos dela. Não tinha mais nada que ele pudesse arrancar dela que já não tivesse.
O garoto abriu a mochila e tirou um pote de lubrificante e uma caixa de camisinhas. A mulher percebeu, horrorizada, qual seria o próximo passo.
— Por favor, não faz isso. Eu tenho quase o quádruplo da sua idade e você ainda é muito novinho pra isso. Além disso, você tem que guardar sua primeira vez pra alguém especial — implorou Miriam, desesperada, tentando dissuadi-lo.
— Não se preocupa com isso, pra mim não tem ninguém mais especial que você. E não sou eu quem vai fazer, é você — respondeu o moleque, enquanto puxava o biquíni dela com as duas mãos.
Finalmente, ele tinha o corpo da vizinha pelado na frente dele, e era simplesmente espetacular. Ela tinha a ppk completamente depilada e a bunda firme e durinha. Ele não aguentou mais e se aproximou pra tocar aquele rabo que o deixava louco, se deliciando por uns segundos enquanto apalpava com gosto aquelas bandas grandes. Depois, pegou o lubrificante, passou um pouco no dedo indicador e foi espalhando na entrada da buceta da mulher. Em seguida, pegou mais um pouco e, com dois dedos, enfiou o gel pra dentro. Sentiu o calor da gruta dela e como ela reagia positivamente ao contato com o líquido.
Pouco depois, ele se afastou e aproveitou pra tirar mais umas fotos. Obrigou Miriam a se abaixar pra fotografar a bunda dela empinada e depois mandou ela sentar num banquinho com as pernas bem abertas pra capturar a xereca dela aberta e brilhando. Aí, ele baixou a calça e se deitou no chão.
— Agora sobe em cima e me fode.
Miriam, totalmente resignada com a situação, não disse nada. Não queria continuar se humilhando implorando clemência à toa. Pegou uma camisinha da caixa, tirou do pacote e foi desenrolando devagar no pau dele. da sua jovem chantagista. Em seguida, passou uma perna de cada lado do corpo do garoto e começou a descer.
— Espera um pouco. — Interrompeu Alberto, que tinha começado a gravar um vídeo. — Agora pode descer, já te enquadrei bem. — Continuou quando deu um zoom na buceta da vizinha.
Aos poucos, a mulher foi se sentando no pau do moleque até enfiá-lo por completo e ficar de cócoras em cima dele. Sentiu-se totalmente preenchida. A pica do garoto não era muito grande, mas ela estava há tanto tempo sem dar que não estava acostumada a ter nada dentro. Pensou que, dentro do ruim, no fundo era uma sorte ele pelo menos ter passado o lubrificante. Começou a se mover para cima e para baixo devagar enquanto ele se contorcia de prazer.
Como era a primeira vez dele, Alberto sabia que não aguentaria muito, mas isso não importava; sabia que iria melhorar com o tempo. Além disso, por enquanto, não pretendia satisfazer a Miriam e só queria aproveitar o momento o máximo possível.
— Vai, putinha, continua se mexendo. — Disse, imitando o que o cara tinha falado pra mulher na última cena pornô que tinha visto.
Miriam só queria que aquilo acabasse o mais rápido possível e ignorou o insulto. Continuou subindo e descendo cada vez mais rápido até conseguir que o garoto gozasse entre grunhidos. Assim que sentiu que o moleque tinha terminado, levantou-se como uma mola e pegou a calcinha do biquíni para se vestir.
— O que você tá fazendo? Por acaso te dei permissão pra se cobrir?
— Bom, eu pensei que...
— Você não pensa, que isso não é teu forte. Só obedece.
— Tá bom. O que você quer que eu faça agora? — Respondeu Miriam, cansada, se resignando a cumprir a vontade dele pra tentar que o inferno em que estava imersa acabasse logo.
— Se inclina e apoia nesse banquinho.
Miriam obedeceu, e Alberto foi até a geladeira. Abriu a gaveta de legumes e pegou uma abobrinha, não muito grande, mas de um tamanho... considerável. Colocou uma camisinha e passou uma quantidade generosa de lubrificante. Da posição dela, a mulher não conseguia ver o que o garoto estava fazendo, mas ouvia ele remexendo na geladeira. A incerteza sobre o que a esperava a deixava cada vez mais nervosa, até que sentiu uma mão na sua bunda.
— Agora relaxa. — Disse Alberto enquanto colocava a ponta da abobrinha na entrada da buceta da vizinha.
Miriam se virou bruscamente e percebeu, horrorizada, as intenções do moleque.
— Por favor, não faz isso. Você já se divertiu o suficiente. — Suplicou ela.
Mas o garoto não deu ouvidos. Colocou uma das mãos sobre o cóccix da mulher e, aos poucos, foi empurrando o consolo improvisado para dentro dela. Miriam gemia de dor. Apesar de o moleque agir com cuidado, ela estava há tantos anos sem sentir algo daquelas proporções lá dentro que custava a entrar. Quando enfiou quase por completo, Alberto esperou alguns segundos para que a vizinha tivesse tempo de se acostumar e começou um movimento lento de vai e vem.
Em poucos minutos, Miriam começou a relaxar, e os gemidos de dor foram substituídos por gemidos de prazer. O lubrificante tinha feito efeito, e ela começou a sentir um calor crescente lá dentro. Mesmo não querendo dar ao pirralho o gosto de vê-la aproveitar, cada vez era mais difícil se segurar, e ela não conseguiu evitar aumentar o tom dos gemidos.
Alberto, animado com as amostras de prazer da vizinha, começou a acelerar os movimentos. O ritmo ficou frenético e, embora Miriam mordesse o lábio com força para não gritar, não havia dúvida de que estava adorando pra caralho.
O garoto começou a beliscar um dos mamilos dela enquanto, com a outra mão, continuava metendo e tirando aquela hortaliça o mais rápido que podia. Pouco depois, Miriam não aguentou mais e explodiu num orgasmo violento, enchendo a casa de gritos de prazer que se misturaram com as risadas do jovem vizinho dela.
- No final, não foi tão desagradável quanto você pensava, hein? - Disse Alberto entre gargalhadas. - Já sabia que o velhote do seu marido não te dava o que você precisa e que você tava precisada.
Miriam não respondeu. Tinha desabado exausta contra o banco e tentava se situar e recuperar a sanidade depois daquela explosão de prazer.
Alberto aproveitou para tirar algumas fotos dela com a abobrinha ainda dentro. Depois foi tirando aos poucos, fazendo Miriam soltar uns gemidos leves de dor. Quando finalmente tirou tudo, contemplou animado o buraco da buceta da vizinha completamente dilatado e pegou o celular de novo para fotografar.
- Bom, eu já vou. - Disse ele enquanto dava um tapa sonoro na bunda dela. - Espero que você tenha se divertido, porque vai ter que se acostumar a ser usada do jeito que eu quiser.
- Mas você não teve o suficiente? Quando isso vai acabar? - Perguntou Miriam, que não conseguiu evitar que as lágrimas caíssem.
- Se você se comportar bem, prometo que tudo vai acabar logo e talvez você até goste, mas se você se rebelar de novo, garanto que vou transformar sua vida num inferno. Tá nas suas mãos, então você decide.
- Vou me comportar bem, eu prometo. - Respondeu a mulher resignada.
- Então não tem com o que se preocupar. - E dizendo isso, Alberto saiu pela porta.
Assim que conseguiu processar tudo o que tinha acontecido, Miriam subiu para tomar banho. Debaixo d'água, desabou a chorar. Tinha se metido num beco sem saída do qual não sabia como sair. A única certeza que tinha era que teria que aguentar se submeter às perversões daquele moleque e confiar que ele cumprisse a palavra e a deixasse em paz logo.
Quando Alberto entrou no quarto, começou a gritar de alegria. Tudo tinha saído como planejado. Tinha conseguido subjugar a vizinha sem problemas e agora a tinha na mão. Ligou o computador para baixar o conteúdo do celular dela e, depois de bater uma punheta com o que tinha gravado, começou a planejar o próximo passo…
Quando jovem, deu seus primeiros passos no mundo da moda e, graças à sua beleza e a um físico privilegiado, não demorou a fisgar um empresário de prestígio que a tirou das passarelas para se casar com ela.
Agora o tempo havia passado e, aos seus quarenta e nove anos, dedicava grande parte do dia a tentar se manter jovem, entre dietas rigorosas e longas sessões de academia. Tinha passado tantas vezes pelo bisturi que sua imagem, embora imponente com seus quase um metro e oitenta de altura e cabelo loiro platinado, parecia completamente artificial.
Tinha retocado a maior parte do corpo. Primeiro foi a lipoaspiração, depois a cirurgia no nariz, em seguida o botox e, por último, os implantes de silicone, com os quais, sem dúvida, exagerou. Os lábios ficaram inchados demais e isso, junto com a boca bastante grande, como se diz vulgarmente, lhe dava um certo aspecto de chupa-rola. O aumento dos peitos também foi exagerado. Não deu ouvidos às recomendações do médico sobre estética e possíveis problemas nas costas e colocou umas tetas de tamanho exagerado, nas quais era impossível não reparar assim que a via. A única parte natural que lhe restava era a bunda que, embora fosse bem larga, à base de cremes caríssimos e exercícios pesados, conseguiu manter firme e empinada. No fim das contas, era o mais próximo de uma salva-vidas de cinquenta anos.
Seu casamento com Juan tinha sido vantajoso. Apesar de o homem estar agora perto dos setenta e a diferença de idade começar a pesar, ele sempre lhe proporcionou tudo o que precisou e, do braço dele, ela circulou pelas altas esferas da cidade. Não tiveram filhos, Miriam nunca quis. Primeiro pelo sacrifício que mas, acima de tudo, por não estragar sua figura estupenda. Juan também não insistiu, bastava-lhe Jorge, que era fruto de seu primeiro casamento e mais que suficiente para perpetuar seu legado. Jorge morava com a família em Londres e cuidava da filial da empresa naquela cidade, esperando um dia assumir o negócio da família.
No mesmo condomínio moravam os Ruiz, um casal de uns quarenta anos com um filho, Alberto, de treze. Alberto era um garoto pré-adolescente tímido e introvertido, que não se encaixava com os meninos da sua turma e vivia permanentemente enfiado no seu mundo de fantasia e computadores. Era muito baixinho, o que fazia ele parecer até mais novo do que era. Como quase todo moleque dessa idade, ele adorava mulheres milf e voluptuosas, e Miriam, com seu corpo pneumaticamente poderoso, tinha se tornado a inspiração de todas as punhetas do garoto.
O condomínio era bem tranquilo. Era formado por um conjunto de doze casas e, no centro, acessível apenas por cada uma delas, uma área ajardinada com piscina. A maioria das pessoas que morava lá era bem mais velha e com filhos já criados, então não tinha outras crianças além do Alberto.
Finalmente chegaram as férias de verão e, com elas, a época de piscina. Alberto tinha esperado aquele momento o ano inteiro. Foi durante aquele último ano letivo que sua obsessão por Miriam começou a crescer e, por mais que tentasse se lembrar, ele não tinha nenhuma recordação dela de biquíni no ano anterior.
Naquela manhã, como de costume, ele acordou tarde. Os pais tinham ido trabalhar horas antes e ele tomou café da manhã sozinho na cozinha. Depois passou o resto da manhã jogando no computador no quarto. De vez em quando parava para dar uma olhada pela janela e ver se Miriam estava na piscina.
Lá pela uma da tarde, finalmente a viu aparecer. O moleque pegou a toalha e desceu as escadas a toda velocidade. Quando Miriam chegou, já tinha tirado o vestido de piscina e estava arrumando suas coisas perto de uma espreguiçadeira. Ela estava espetacular de biquíni, ainda melhor do que ele tinha imaginado, com aqueles dois peitões enormes escondidos atrás do tecido minúsculo da roupa de banho.
Alberto passou por ela e se cumprimentaram. Mesmo que mal tivessem trocado algumas palavras na vida, por ser uma comunidade pequena, todos os vizinhos se conheciam e se cumprimentavam quando se viam. Puxaram uma conversa banal sobre a escola do menino e as férias. Enquanto falavam, Alberto não perdia um detalhe da anatomia da vizinha.
Miriam percebeu na hora os olhares do jovem vizinho e, embora estivesse acostumada a ser notada, ficou surpresa em despertar esse interesse num garoto tão novo. Durante anos, ela tinha recebido olhares de homens jovens e musculosos da academia, com quem se divertia pra caralho provocando e se mostrando inalcançável. Agora era diferente; aqueles caras que ela sempre deixava com o mel na boca preferiam se interessar por garotas mais novas, e ela só chamava a atenção de tarados e velhos decrépitos.
A fofoca favorita do condomínio era o casamento dos González: ele um empresário de sucesso e ela uma aspirante a modelo vinte anos mais nova. Até diziam que tinham assinado algum tipo de acordo pré-nupcial que, em caso de divórcio ou traição por parte dela, a deixaria na rua com uma mão na frente e outra atrás. Miriam sabia que seu passado era conhecido por todos os vizinhos, por isso não se surpreendeu quando Alberto, com a inocência típica de um garoto, perguntou sobre ele.
— É verdade que você foi modelo quando era jovem?
— Como assim, quando era jovem? Pareço tão velha assim? — respondeu a mulher em tom de brincadeira.
— Bom, não quis dizer isso. Você está maravilhosa. Pra falar a verdade, é a mulher mais gostosa que conheço.
Mesmo sendo só um pirralho, Miriam gostou da sensação de se sentir desejada. elogiada de novo por alguém que não fosse nojento ou tivesse mais de sessenta. Ela se sentiu tremendamente satisfeita por, aos quase cinquenta anos, todo seu esforço para se manter jovem ter dado certo e ela ainda conseguir causar esse efeito nos homens. Cheia de orgulho, a mulher começou a contar sua experiência no mundo da moda, enquanto o garoto a ouvia empolgado.
Miriam disse a Alberto para largar as coisas dele e sentar na espreguiçadeira ao lado. Em qualquer outra circunstância, a mulher teria se livrado dele rapidamente, para mantê-lo o mais longe possível e aproveitar a tranquilidade que reinava na piscina naquela hora. Mas naquele dia, vendo o efeito que estava causando nele, preferiu ter seu jovem admirador por perto.
Continuaram conversando por quase uma hora, e Miriam se divertiu como não fazia há anos, com aquele pré-adolescente cheio de espinhas babando só por estar ao lado de uma mulherão como ela.
Nos dias seguintes, quando o Alberto aparecia na piscina, a vizinha chamava ele pra ficar do lado dela. Era inacreditável ter encontrado naquele menino o companheiro perfeito para sair da sua vida monótona. Ela se divertia pra caramba contando suas histórias e percebendo como o garoto a devorava com os olhos. Se sentia rejuvenescer a cada momento. Assim, aos poucos, foram ganhando confiança e até trocaram telefones pra se avisar quando desciam pra piscina.
A mulher estava gostando cada vez mais daquele jogo e começou a provocá-lo descaradamente. Aproveitando que de manhã estavam sempre sozinhos na piscina e que o garoto era um bobo inofensivo, começou a se animar a fazer coisas cada vez mais ousadas. Às vezes, deixava cair algum objeto perto do Alberto e se abaixava pra pegar, empinando a bunda, de modo que o garoto pudesse ter uma boa visão dela. Outras, quando tomava sol de bruços, soltava a parte de cima do sutiã, de um jeito que o moleque pudesse ver claramente a lateral dos peitos dela. No fim das contas, uma série de gestos aparentemente inocentes que mantinham o garoto num estado de tesão constante.
Uma manhã, ela deu um passo a mais e pediu pra ele passar creme nela. Alberto chegou perto dela e sentou na espreguiçadeira dela. Desajeitado, colocou uma quantidade enorme de bronzeador nas costas dela e, com as duas mãos, foi espalhando do pescoço até o cóccix. Mesmo a massagem sendo inexperiente, pra Miriam foi extremamente gostoso. Ela tinha conseguido sacar a tesão do menino e as dúvidas internas dele sobre se devia continuar quando chegasse perto dos peitos dela. Ficaram quase dez minutos nisso até que Alberto levantou e saiu correndo pra água, com a desculpa de tirar o creme. Miriam ficou deitada sorrindo, sabendo que o motivo real era a necessidade do garoto de esfriar a tesão na água gelada.
Uma manhã, o assunto da carreira de modelo da Miriam voltou à tona e ela ofereceu ao garoto se ele queria passar na casa dela no dia seguinte pra ver as coisas que ela guardava daquela época. Ela pensou que seria uma boa chance pra continuar provocando o moleque. No dia seguinte, às dez em ponto, Alberto estava na porta da casa da vizinha, de roupa de piscina e com a mochila que ele sempre levava com as coisas de banho.
— Oi, Alberto! Que cedo você veio! Me pegou tomando café — disse ela enquanto abria a porta de correr de vidro que ligava a casa ao quintal dos fundos.
— Vim cedo demais? Se quiser, posso voltar mais tarde.
— Não, não se preocupa. Entra — respondeu Miriam, que de propósito tinha esperado o vizinho jovem com aquela camisola branca, de tecido bem fininho, que batia acima dos joelhos.
Ela se sentiu super orgulhosa ao ver a cara que o garoto fez quando a viu. Não que a camisola fosse transparente, mas por causa da leveza do tecido, dava pra ver claramente os bicos dos peitos. através dela mesma. Uma vez dentro, Alberto seguiu a vizinha até a cozinha enquanto, besta, olhava o balanço da bunda dela. Através do tecido, dava pra ver claramente a tanga preta que ela tava usando. A mulher tava tomando café com leite de soja, um suco de laranja e uns biscoitos integrais. Ficaram batendo papo um pouco enquanto ela terminava de tomar café e Alberto bebia um suco espremido na hora. Depois foram pra sala. Miriam tirou uma pasta de uma gaveta e sentaram um do lado do outro no sofá pra ver o conteúdo. A maioria era recorte de catálogo de roupa e de alguma revista. A mulher ia explicando uma por uma todas as fotos que apareciam enquanto o garoto ouvia ela, babando. Num daqueles recortes tinha uma foto da Miriam de biquíni, ela tinha os peitos mais pequenos e nada comparáveis às duas tetonas enormes que ela exibia agora. — Cê tá tão gostosa aí. Mas sei lá, te vejo diferente. Antes cê tinha menos peito, né? — Falou Alberto com a inocência própria de um moleque daquela idade. — É… sim, bom… é que com o tempo fui fazendo uns retoques. — Então, se for falar a verdade, pra mim cê tá muito melhor agora do que antes. — Muito obrigada, lindo! — Respondeu a mulher, toda cheia de orgulho. — Se quiser, te mostro agora o que tenho guardado no computador e depois a gente vai pra piscina. — Continuou. — Pra mim, show. Alberto seguiu Miriam escada acima. A mulher sabia que, daquela posição, o garoto conseguia ver quase toda a bunda dela e sentiu o olhar do jovem cravado no rabo enquanto pensava como aquele jogo tava cada vez mais gostoso pra ela. O computador tava no quarto principal. Sentaram num banquinho sem encosto que tinha ao lado da mesa onde ele estava. Por um tempo, ficaram vendo o conteúdo de uma pasta chamada “MODA”, onde Miriam guardava alguns ensaios e fotos digitalizadas. Durante esse tempo, A mulher não parou de fingir encostões sem querer no vizinho novinho, só pra ir deixando ele no ponto. Quando achou que, entre as fotos e ficar tão perto dela, ele já devia estar prestes a explodir, resolveu dar o golpe final. Queria deixar ele tão tarado que, antes de ir pra piscina, ele tivesse que voltar pra casa pra se aliviar. Desde que viu o jeito que ele olhou pra ela no primeiro dia, soube que tinha virado a musa das punhetas daquele moleque, mas agora ia saber exatamente o momento em que ele ia bater uma pensando nela — e isso a excitava pra caralho.
Depois de terminar com a pasta de moda, sugeriu que ele visse mais algumas antes de ir embora. Foi mostrando as fotos que tinha dos lugares pra onde tinha ido de férias com o marido. A maioria era pose em ponto turístico, mas também tinha umas na praia, onde Miriam aparecia de biquíni. Num dado momento, como quem não quer nada, surgiu uma em que Miriam estava numa praia deserta, pelada da cintura pra cima.
Ao ver aquela imagem, Alberto arregalou os olhos. Os peitos de Miriam eram enormes, e o moleque ficou vidrado na tela, besta. Quando a mulher viu a cara do garoto ao ver os seios dela, sentiu uma pontada de orgulho e vaidade.
— Ué! Nem lembrava dessa foto. Que vergonha! — disse Miriam, fingindo surpresa e corando. — Bom, é melhor desligar o computador e ir pra piscina. — continuou, vendo que o moleque tava vermelhão e sem dizer nada.
Assim que o computador desligou, Alberto levantou da cadeira sem conseguir esconder a ereção que se adivinhava por baixo do sungão. Ao ver aquilo, Miriam não segurou a risada. Tinha conseguido deixar ele exatamente onde queria.
— Mas, bebê, como você ficou! — disse num tom de gozação.
— Não ri, Miriam, que tá doendo pra caramba. — respondeu Alberto, angustiado.
— Como assim, tá doendo? — perguntou a mulher. preocupada.
—É… então… é que me dá vergonha falar disso…—
—Pode me contar, somos amigos. O que foi? Tá sentindo dor sempre?— Disse Miriam, começando a pensar que talvez tivesse passado dos limites com as provocações.
—Bom, sim… é ali, nas bolas… acontece quando meu pau fica assim.—
—Mas você nunca… bom, você sabe… nunca toca na sua coisinha pra se aliviar?—
—Não, alguns dos meus amigos fazem, mas eu não. É que não sei como fazer. Além disso, às vezes acordo molhado de manhã e por uns dias a dor passa.
—Claro, que idiota fui, como você vai se tocar se só tem treze anos.—
Miriam não sabia o que fazer. Assim como anos atrás com os homens da academia, ela tinha se comportado como uma verdadeira provocadora, só que Alberto era só um garoto e dessa vez ela tinha passado do ponto. Percebeu que o pobre menino nem tinha entrado naquela fase em que os moleques passam o dia inteiro se punhetando.
—Olha, por que você não se tranca no meu banheiro e bate uma punheta? Vai ver como se sente muito melhor. A única coisa que você precisa fazer é pegar ele como se fosse o cabo de uma raquete e mexer pra cima e pra baixo.— Disse ela, tentando sair da enrascada.
—Tá bom, mas não entra, hein?— Respondeu o garoto, pegando a mochila e entrando no banheiro, fechando a porta atrás de si.
—Fica tranquilo, vou te deixar sozinho. Não tem pressa.—
—Miriam, não consigo. Por favor, vem.— Chamou Alberto depois de alguns minutos do outro lado da porta.
—Calma, não tem problema. Vou entrar.— Respondeu Miriam, abrindo a porta.
—É que não sou capaz.— Disse Alberto, virando-se e mostrando a rola dura.
Miriam se surpreendeu com o tamanho do pau daquele menino. Pelo jeito dele se comportar e pela impressão que estava tendo, imaginava algo bem menor e sem pelos. Embora não desse pra comparar com o de um adulto, medindo uns doze centímetros com uma grossura aceitável e apontando direto pro teto.
Ao ver aquilo, a mulher começou a entrar em pânico. Não podia simplesmente mandar ele embora — qualquer vizinho podia vê-lo saindo de casa e, se a dor piorasse, Alberto podia acabar contando pros pais, o que ia render uma baita encrenca.
— Não se preocupa, querido. Como é sua primeira vez, se quiser, posso te ensinar. Mas tem que ser nosso segredo. Você não pode contar pra ninguém, combinado? — disse Miriam, percebendo que a única saída era dar uma punheta naquele pirralho.
— Tá bom. Não vou contar pra ninguém. Só quero que pare de doer — ele gemeu.
Miriam se aproximou de Alberto e, como era muito mais alta que ele, pegou um banquinho que tinha no banheiro e sentou pra masturbá-lo com mais conforto.
— Fica tranquilo — disse ao sentir ele tremer enquanto segurava o pau dele com uma mão.
Miriam se surpreendeu com a dureza daquele pedaço de carne. Com o tempo, as relações com o marido tinham virado algo raro e o vigor de Juan já não se comparava ao de um jovem. Percebeu que tinha esquecido completamente como era ter uma rola no auge na mão.
Devagar, descobriu a cabecinha. Era roxa escura e tava toda inchada. Começou um movimento suave pra cima e pra baixo, e o pau do moleque começou a soltar um cheiro forte e penetrante. O líquido pré-goza começou a escorrer, encharcando a mão de Miriam e fazendo o movimento dela vir acompanhado de um barulho molhado.
Alberto fechou os olhos e começou a ofegar. Daí a pouco, colocou a mão num dos peitos de Miriam e apertou de leve. Ela olhou pra ele e, achando que era pra não perder o equilíbrio, considerou o gesto sem querer e não o repreendeu. Em poucos segundos, Alberto começou a gemer e a mulher, ao perceber que o garoto ia gozar, acelerou o ritmo até ver como do pau dele jorrava uma gozada muito mais grossa do que esperava. Dois jatos enormes de esperma saíram disparados, caindo no chão do banheiro, e um terceiro, bem mais fraquinho, ficou na mão de Miriam.
— Gostou? — Perguntou Miriam enquanto se levantava pra lavar as mãos na pia.
— Sim — Respondeu Alberto, todo sem fôlego.
— Bom, agora que você já sabe como fazer, pode praticar em casa à vontade. — Disse Miriam em tom de brincadeira, começando a rir.
Depois disso, Alberto foi embora correndo. Disse que tinha esquecido que precisava fazer algo e que naquele dia não podia ir pra piscina. Miriam achou que ele provavelmente tava envergonhado pelo que tinha rolado, ou que, agora que tinha descoberto como fazer, ia passar o resto da manhã praticando.
De qualquer forma, mesmo aliviada por ter resolvido a situação, decidiu que dali em diante o melhor era parar de ter tanto contato com o moleque. Tinha passado dos limites deixando ele excitado, e agora o garoto tava obcecado por ela. Além disso, ele era só um menino e podia se meter numa baita enrascada se os pais descobrissem o que tava rolando.
Quando chegou em casa, Alberto subiu pro quarto. Tirou o celular da mochila e conectou no computador. Um sorriso de satisfação apareceu no rosto dele quando viu que tinha conseguido gravar perfeitamente a cena do banheiro.
Apesar da aparência de menino tímido e introvertido, Alberto era extremamente inteligente. Durante o tempo que passou com a vizinha, além de curtir a visão do corpo escultural dela, o garoto tinha se dedicado a estudá-la. Não foi difícil perceber como ela era limitada intelectualmente. Não que fosse burra, mas com certeza beirava o limite. Além disso, era bem Simples, a clássica mulher decorativa, sem nenhuma ambição.
Enganar ela tinha sido extremamente fácil. Miriam era tão fácil de decifrar que ele não teve problemas pra manipulá-la como quis. Se fazendo de tímido e inocente, deixou ela acreditar que ele era só um moleque idiota que ela tinha na palma da mão. Assim, enquanto ela ia se confiando e provocando ele cada vez mais, ele continuava avançando firme até o objetivo que finalmente tinha alcançado naquela manhã.
Alberto deixou passar uns dias sem dar sinal de vida. Queria que a vizinha se confiasse e pensasse que ele estava envergonhado e preferia não cruzar com ela. Para o próximo passo, precisava pegá-la totalmente desprevenida, e essa era a melhor forma de fazer isso.
Então, uma semana depois de ir na casa dela pela primeira vez, Alberto apareceu no mesmo horário na porta dos fundos dos González. Uns segundos depois de bater, a vizinha abriu. Dessa vez não estava de camisola, mas sim de roupa de piscina.
— Oi, Alberto! O que você está fazendo aqui? — perguntou Miriam, surpresa.
— Podemos conversar?
— Claro, entra. Pra falar a verdade, eu também queria falar com você.
O garoto seguiu a vizinha até a sala e sentaram um de frente pro outro.
— Olha, querido — esses dias com você foram muito bons, mas não acho que seja uma boa ideia a gente ficar tanto tempo junto. Você devia procurar amigos e garotas da sua idade pra sair...
— Me desculpa um instante, Miriam. Pra ser sincero, estou com um pouco de pressa — interrompeu Alberto. — Só vim te entregar isso — disse ele, tirando um pendrive do bolso.
— Deixa eu ver, me dá. O que é? — respondeu ela, estendendo a mão pra pegar.
— É igual ao que eu mandei hoje de manhã pro escritório do seu marido. O conteúdo é muito importante, e recomendo que você veja agora mesmo.
Em contraste com a timidez que ele tinha mostrado desde que se conheceram, Miriam ficou impressionada com a segurança com que ele falava. que o Alberto tava manejando agora. Tinha até mudado a expressão do rosto e tava com um olhar tão penetrante que começava a deixar ela desconfortável. Sem saber bem por que, não perguntou mais, só se levantou e, deixando o moleque sentado no sofá, subiu as escadas.
Quando ligou o computador e conectou o pendrive, ficou petrificada, não acreditava no que tava vendo. Não entendia como aquele otário tinha tido coragem de fazer aquilo. Totalmente enfurecida, tirou o pendrive do computador e desceu as escadas gritando. Quando chegou perto do moleque, agarrou ele pela orelha e levantou ele do sofá.
— Escuta aqui, pivete de merda. Agora mesmo você vai ligar pra cancelar o que quer que tenha mandado pro meu marido. Depois pega isso e some da minha casa pra não voltar, entendeu? E não quero que você me dirija a palavra nunca mais.
— Tá bom, mas me solta, por favor. Tá me machucando. — Respondeu o moleque com lágrimas nos olhos.
— Moleque idiota, o que você tava tentando? Me chantagear com essa porcaria? Então se prepara, porque não vou deixar um pirralho estúpido como você me passar pra trás. — Disse Miriam enquanto Alberto pegava o telefone e ligava pra empresa de transportes.
— Sim... de acordo... só tenho até uma hora pra cancelar... perfeito... vou ligar de novo... Tchau... Obrigado.
— Mas o que você tá fazendo? Não te falei pra cancelar?
— Falei, sim. Mas aqui não é você quem dita as regras.
— Seu filho da puta! Vou te...
— Cala a boca, sua vagabunda! — Cortou Alberto bruscamente. — Já viu que só tem uma hora, então, se quer que eu ligue pra cancelar a entrega, vai fechar essa boca de puta e fazer o que eu mandar.
Miriam ficou perplexa com o grito do moleque. Ele tinha tirado completamente a máscara e revelado o monstro que se escondia por trás daquela cara amigável que vinha mostrando há dias. Tava claro que ela precisava fazer ele ligar de novo, então pensou que o melhor era... Melhor seria ver o que ele pedia em troca.
— Tá bom. O que você quer? Dinheiro? — ela perguntou.
— Dinheiro? Bem que você queria.
— Então o quê? Fala logo!
— Ainda não sacou? Você é mais burra do que eu pensava.
— Chega de joguinhos, pivete! — disse Miriam, tirando uma nota de duzentos euros da bolsa. — Pega isso e some da minha casa agora. E agradece que não vou ligar pros seus pais pra contar o que você tá tentando fazer!
— Já te falei que não é isso que eu quero, mas até que vou considerar como uma oferta de boa vontade — disse Alberto, pegando a nota. — Toma, aqui meu telefone. Se quiser ligar pros meus pais, liga, mas não esquece que eles também vão ver o que você me obrigou a fazer. Só não demora, porque o tempo tá passando e faltam só cinquenta minutos pra eu não conseguir mais evitar que o vídeo chegue no seu marido.
Miriam percebeu que o moleque não tava blefando e que não seria tão fácil se livrar daquela situação. Além disso, o tempo tava contra ela e parecia que não dava pra convencê-lo com ameaças. A primeira coisa que precisava fazer era conseguir que ele ligasse pra transportadora, e depois ela dava um jeito de dar uma lição naquele pivete.
— Tá bom, você venceu. Fala logo o que você quer.
— Simples. Desde que te vi pela primeira vez, a única coisa que sempre quis de você foi uma coisa: um boquete. Aturei sua presença por dias e aguentei todo seu papo de modelo fracassada com um único objetivo: fazer você me chupar o pau. E agora, finalmente, consegui.
— Como é que é? Nem pensar! Cê deve tá sonhando se acha que vou chupar o pau de um otário igual você — gritou Miriam, furiosa.
— Pode ficar puta à vontade, mas no final nós dois sabemos que você vai acabar fazendo — disse Alberto com um sorriso no rosto enquanto se levantava e ia direto pra porta. — Olha, sinceramente, tô cansado de tentar te convencer e não quero continuar. discutindo mais. Vou pra minha casa e vou deixar a porta dos fundos aberta. Vou ficar no meu quarto, é o primeiro à direita subindo as escadas. Meus pais não estão, então não precisa se preocupar. Mas olha, não quero ouvir você falar mais uma palavra, já tô de saco cheio da sua impertinência. Se falar, o trato acaba. Você vai entrar, vai me chupar e vai embora pelo mesmo lugar que veio, sem abrir a boca. — E dizendo isso, ele saiu de casa.
Miriam ficou completamente paralisada. Não esperava isso daquele moleque. Tinha achado que ele era um otário inocente e se enganou feio, desde o começo ele tinha enganado ela por completo. Ficou chocada só de pensar que um pivete de treze anos pudesse fazer essas coisas. De qualquer jeito, tinha que fazer alguma coisa, o tempo tava acabando e só sobravam duas opções…
Quando Miriam parou na frente da porta do quarto do Alberto, tava exausta. Tinha vindo correndo da casa dela e precisou esperar uns segundos pra recuperar o fôlego.
Depois de pensar por meia hora, chegou à conclusão de que não tinha outra escolha senão fazer o que o garoto queria. Ia ter que engolir esse sapo pra depois dar o troco com tudo.
Então, girou a maçaneta da porta e passou pela entrada. Quando fez isso, não conseguiu evitar se surpreender ao encontrar ele completamente pelado e de pau duro, sentado numa poltrona pequena do lado da cama.
Alberto olhou pra vizinha com um sorrisinho de satisfação que fez os olhos dela refletirem ainda mais o ódio que sentia por ele. Determinada a acabar com aquilo, Miriam se aproximou dele e, vendo que não tinha outro jeito, se ajoelhou e ficou entre as pernas dele.
Ao se aproximar daquela piroca pequena, percebeu que já tava molhada. O líquido pré-gozado tinha começado a sair, e isso fez com que colocar aquilo na boca desse ainda mais nojo do que ela imaginava. Embora nunca tivesse gostado de fazer isso, de A jovem teve que mamar mais de um pau pra conseguir alguma chance no mundo da moda. Depois, no começo do casamento, pra manter o Juan satisfeito, ela tinha feito várias vezes, mas aos poucos conseguiu diminuir a frequência até passar mais de dez anos sem fazer. Mas dessa vez era diferente, ela estava chupando um pivete e não pra ganhar nada em troca, mas simplesmente porque estava cedendo ao chantagem dele.
Quando Alberto viu a vizinha se ajoelhar na frente dele e abaixar a cabeça pra enfiar o pau inteiro na boca, ele se recostou no banco pra saborear a vitória. Era a primeira vez que alguém chupava ele e ainda por cima conseguiu que fosse a vizinha, aquela coroa gostosa por quem ele suspirava há tanto tempo. O moleque pegou o celular e começou a gravar o boquete.
— Me olha, Miriam. — Disse puxando o cabelo da vizinha pra trás pra ela levantar o olhar.
Ao fazer isso, Miriam viu com horror como o pequeno degenerado do vizinho apontava o celular pra ela. Não disse nada, não tinha tempo. Precisava fazer o moleque gozar o mais rápido possível e ligar pra empresa de transportes pra cancelar o envio do vídeo pro marido. Ela se inclinou de novo sobre o pau do garoto e aumentou a intensidade do boquete.
— Falei pra me olhar. — Repetiu Alberto puxando o cabelo dela de novo. — E agora sorri, quem sabe um dia seu marido não vai ver esse vídeo.
Miriam obedeceu e sorriu enquanto uma lágrima escorria pela bochecha dela. Alberto, imitando o que tinha visto nos filmes pornô, tirou o pau da boca da vizinha e começou a bater com força na cara dela com ele. Depois enfiou de novo e mandou ela continuar. Miriam obedeceu e em poucos segundos sentiu o moleque ficar duro, sinal claro de que ia gozar. Tentou tirar o pau da boca, mas Alberto colocou a mão na nuca dela, sem fazer pressão, mas indicando que não fizesse isso.
Em seguida, o garoto gozou, esvaziando o conteúdo das bolas dele na garganta da mulher, enquanto ela tinha que engolir até a última gota para não se engasgar. Depois, Miriam se levantou tossindo e com o rosto completamente vermelho.
— Bom, cumpri minha parte. Agora liga pra cancelar a entrega. — disse ela, quando se recompôs.
— Ligar? Nunca houve entrega nenhuma. — E com uma gargalhada sonora, começou a rir. — Só queria ver até onde você era capaz de ir. — continuou, enquanto deixava o celular em cima da mesa.
Aquilo foi demais para Miriam, que partiu pra cima dele furiosa e começou a bater nele sem parar. Alberto não se defendeu, só tentou proteger o rosto o melhor que pôde, sabendo que, ao gravar a surra que a vizinha estava dando nele, a teria nas mãos para sempre. Já ia cobrar caro por aqueles hematomas.
Quando descarregou toda a raiva nele, Miriam pegou o celular dele e saiu do quarto. Não ia deixar o moleque ficar com o que tinha gravado nem ceder de novo à chantagem dele. Desceu as escadas correndo, mas, quando estava quase chegando embaixo, sentiu um empurrão nas costas e perdeu o equilíbrio.
A queda foi bem forte e, enquanto ainda estava deitada no chão, Miriam viu Alberto pegar o celular dele de volta. Em seguida, o garoto deu um chute na barriga dela e a deixou sem ar.
— Sua puta estúpida, achou que ia sair dessa numa boa? Isso vai te custar caro. Vaza da minha casa antes que eu te dê outro chute. —
Quando conseguiu respirar de novo, Miriam se levantou e, com dificuldade, saiu da casa.
Alberto estava dolorido, mas satisfeito com como tudo tinha acontecido. Por sorte, tinha protegido bem o rosto, e a maioria dos golpes foi no corpo. Só tinha um pequeno corte no lábio, que não seria difícil de justificar pros pais como um acidente batendo numa porta. Miriam chegou em casa e desabou no choro. Aquele moleque não só tinha humilhado ela, como agora tinha um vídeo dela chupando a pica dele. A situação tinha escapado do controle dela e, agora, em vez de pensar em se vingar dele, a única coisa que ela podia fazer era esperar que ele se sentisse satisfeito com o que tinha conseguido e a deixasse em paz.
Mas Alberto não só não estava satisfeito, como também pretendia tirar muito mais da vizinha. Ele passou o vídeo pro computador e editou pra dividir em dois: um que mostrava só o boquete e outro que mostrava só a surra que a Miriam tinha dado nele. Sabia que a mulher, se já não tinha quebrado, estava prestes a quebrar, e não ia dar tempo pra ela se recuperar. Então mandou o vídeo da surra por WhatsApp e esperou a resposta.
— O que é isso? Você já não se divertiu o bastante? — respondeu ela minutos depois.
— Bastante? A gente mal começou…
— Por que você tá fazendo isso comigo? Fui boa pra você.
— Só queria que você me desse um boquete. Se não tivesse tentado se rebelar, depois disso eu teria te deixado em paz. — Mentiu.
— Pelo amor de Deus, me perdoa, sinto muito por ter te batido. Sério. — Disse Miriam, desesperada.
— Agora não é mais sobre sentir, não. Você me machucou pra caralho e tem que pagar.
— E então do que se trata?
— De eu decidir se te denuncio pra polícia ou não.
Miriam ficou pálida. Nem tinha pensado nessa possibilidade. Se já era grave o suficiente o marido descobrir e botar ela pra fora de casa, deixando ela sem nada, ela percebeu que aquilo podia ter consequências muito piores.
— Pelo amor de Deus, não faz isso. Faço o que você quiser.
— Por enquanto, abre a porta dos fundos de casa.
Miriam obedeceu e, ao abrir, encontrou o jovem vizinho esperando com a mochila no ombro. Alberto entrou na casa como se fosse dele, e a mulher seguiu ele até a cozinha.
— Espero que tenha curtido o vídeo. Não Entendo muito de leis, mas acho que com isso você poderia passar uma temporada na cadeia. Além disso, vou mostrar também a do dia do banheiro, dizendo que você me forçou a fazer aquilo e que, como não deixei você repetir, você me deu uma surra. Resumindo, uns anos na sombra ninguém tira de você. E quando sair, não vai ter nada, seu marido e amigos vão te virar as costas pelo que você fez, e você vai ficar sem ter onde cair morta.
Miriam estava em estado de choque. Era demais para digerir de uma vez e ela não conseguiu reagir quando Alberto se aproximou e começou a levantar o vestido de praia dela. A diferença de altura era tanta que o garoto teve que subir num banquinho para conseguir tirar a peça pela cabeça dela. A mulher ficou só com as sandálias e o biquíni, mas a parte de cima não durou muito. Aproveitando a posição de vantagem, Alberto pegou a peça com as duas mãos e puxou firme para baixo, deixando finalmente à mostra aqueles peitos com que tanto tinha sonhado. Ele já tinha visto em foto, mas ao vivo eram muito melhores. Eram enormes, iguais aos daquelas atrizes pornô que o garoto costumava ver na internet.
— Me segura! — ordenou para a vizinha enquanto se jogava nela, enganchando as pernas na cintura dela e levando à boca um daqueles mamilos enormes e escuros.
A mulher se sentia ridícula e humilhada. Naquela posição, parecia que estava amamentando um bebê, mas, em vez disso, estava segurando com as mãos a bunda de um menino de treze anos enquanto ele se divertia devorando os peitos dela. O garoto os apertava com raiva e, enquanto mordiscava um dos mamilos, com os dedos de uma mão beliscava o que estava livre. Miriam tentava aguentar o castigo estoicamente, mas não conseguia evitar que escapassem pequenos gemidos de dor.
Quando finalmente Alberto se desvencilhou da cintura dela e deslizou até o chão, Miriam respirou aliviada. Ela tinha os peitos completamente vermelhos e os mamilos durinhos, cobertos de saliva do garoto. Dessa vez, ela não reclamou quando o moleque pegou o celular dele e começou a tirar fotos dela. Não tinha mais nada que ele pudesse arrancar dela que já não tivesse.
O garoto abriu a mochila e tirou um pote de lubrificante e uma caixa de camisinhas. A mulher percebeu, horrorizada, qual seria o próximo passo.
— Por favor, não faz isso. Eu tenho quase o quádruplo da sua idade e você ainda é muito novinho pra isso. Além disso, você tem que guardar sua primeira vez pra alguém especial — implorou Miriam, desesperada, tentando dissuadi-lo.
— Não se preocupa com isso, pra mim não tem ninguém mais especial que você. E não sou eu quem vai fazer, é você — respondeu o moleque, enquanto puxava o biquíni dela com as duas mãos.
Finalmente, ele tinha o corpo da vizinha pelado na frente dele, e era simplesmente espetacular. Ela tinha a ppk completamente depilada e a bunda firme e durinha. Ele não aguentou mais e se aproximou pra tocar aquele rabo que o deixava louco, se deliciando por uns segundos enquanto apalpava com gosto aquelas bandas grandes. Depois, pegou o lubrificante, passou um pouco no dedo indicador e foi espalhando na entrada da buceta da mulher. Em seguida, pegou mais um pouco e, com dois dedos, enfiou o gel pra dentro. Sentiu o calor da gruta dela e como ela reagia positivamente ao contato com o líquido.
Pouco depois, ele se afastou e aproveitou pra tirar mais umas fotos. Obrigou Miriam a se abaixar pra fotografar a bunda dela empinada e depois mandou ela sentar num banquinho com as pernas bem abertas pra capturar a xereca dela aberta e brilhando. Aí, ele baixou a calça e se deitou no chão.
— Agora sobe em cima e me fode.
Miriam, totalmente resignada com a situação, não disse nada. Não queria continuar se humilhando implorando clemência à toa. Pegou uma camisinha da caixa, tirou do pacote e foi desenrolando devagar no pau dele. da sua jovem chantagista. Em seguida, passou uma perna de cada lado do corpo do garoto e começou a descer.
— Espera um pouco. — Interrompeu Alberto, que tinha começado a gravar um vídeo. — Agora pode descer, já te enquadrei bem. — Continuou quando deu um zoom na buceta da vizinha.
Aos poucos, a mulher foi se sentando no pau do moleque até enfiá-lo por completo e ficar de cócoras em cima dele. Sentiu-se totalmente preenchida. A pica do garoto não era muito grande, mas ela estava há tanto tempo sem dar que não estava acostumada a ter nada dentro. Pensou que, dentro do ruim, no fundo era uma sorte ele pelo menos ter passado o lubrificante. Começou a se mover para cima e para baixo devagar enquanto ele se contorcia de prazer.
Como era a primeira vez dele, Alberto sabia que não aguentaria muito, mas isso não importava; sabia que iria melhorar com o tempo. Além disso, por enquanto, não pretendia satisfazer a Miriam e só queria aproveitar o momento o máximo possível.
— Vai, putinha, continua se mexendo. — Disse, imitando o que o cara tinha falado pra mulher na última cena pornô que tinha visto.
Miriam só queria que aquilo acabasse o mais rápido possível e ignorou o insulto. Continuou subindo e descendo cada vez mais rápido até conseguir que o garoto gozasse entre grunhidos. Assim que sentiu que o moleque tinha terminado, levantou-se como uma mola e pegou a calcinha do biquíni para se vestir.
— O que você tá fazendo? Por acaso te dei permissão pra se cobrir?
— Bom, eu pensei que...
— Você não pensa, que isso não é teu forte. Só obedece.
— Tá bom. O que você quer que eu faça agora? — Respondeu Miriam, cansada, se resignando a cumprir a vontade dele pra tentar que o inferno em que estava imersa acabasse logo.
— Se inclina e apoia nesse banquinho.
Miriam obedeceu, e Alberto foi até a geladeira. Abriu a gaveta de legumes e pegou uma abobrinha, não muito grande, mas de um tamanho... considerável. Colocou uma camisinha e passou uma quantidade generosa de lubrificante. Da posição dela, a mulher não conseguia ver o que o garoto estava fazendo, mas ouvia ele remexendo na geladeira. A incerteza sobre o que a esperava a deixava cada vez mais nervosa, até que sentiu uma mão na sua bunda.
— Agora relaxa. — Disse Alberto enquanto colocava a ponta da abobrinha na entrada da buceta da vizinha.
Miriam se virou bruscamente e percebeu, horrorizada, as intenções do moleque.
— Por favor, não faz isso. Você já se divertiu o suficiente. — Suplicou ela.
Mas o garoto não deu ouvidos. Colocou uma das mãos sobre o cóccix da mulher e, aos poucos, foi empurrando o consolo improvisado para dentro dela. Miriam gemia de dor. Apesar de o moleque agir com cuidado, ela estava há tantos anos sem sentir algo daquelas proporções lá dentro que custava a entrar. Quando enfiou quase por completo, Alberto esperou alguns segundos para que a vizinha tivesse tempo de se acostumar e começou um movimento lento de vai e vem.
Em poucos minutos, Miriam começou a relaxar, e os gemidos de dor foram substituídos por gemidos de prazer. O lubrificante tinha feito efeito, e ela começou a sentir um calor crescente lá dentro. Mesmo não querendo dar ao pirralho o gosto de vê-la aproveitar, cada vez era mais difícil se segurar, e ela não conseguiu evitar aumentar o tom dos gemidos.
Alberto, animado com as amostras de prazer da vizinha, começou a acelerar os movimentos. O ritmo ficou frenético e, embora Miriam mordesse o lábio com força para não gritar, não havia dúvida de que estava adorando pra caralho.
O garoto começou a beliscar um dos mamilos dela enquanto, com a outra mão, continuava metendo e tirando aquela hortaliça o mais rápido que podia. Pouco depois, Miriam não aguentou mais e explodiu num orgasmo violento, enchendo a casa de gritos de prazer que se misturaram com as risadas do jovem vizinho dela.
- No final, não foi tão desagradável quanto você pensava, hein? - Disse Alberto entre gargalhadas. - Já sabia que o velhote do seu marido não te dava o que você precisa e que você tava precisada.
Miriam não respondeu. Tinha desabado exausta contra o banco e tentava se situar e recuperar a sanidade depois daquela explosão de prazer.
Alberto aproveitou para tirar algumas fotos dela com a abobrinha ainda dentro. Depois foi tirando aos poucos, fazendo Miriam soltar uns gemidos leves de dor. Quando finalmente tirou tudo, contemplou animado o buraco da buceta da vizinha completamente dilatado e pegou o celular de novo para fotografar.
- Bom, eu já vou. - Disse ele enquanto dava um tapa sonoro na bunda dela. - Espero que você tenha se divertido, porque vai ter que se acostumar a ser usada do jeito que eu quiser.
- Mas você não teve o suficiente? Quando isso vai acabar? - Perguntou Miriam, que não conseguiu evitar que as lágrimas caíssem.
- Se você se comportar bem, prometo que tudo vai acabar logo e talvez você até goste, mas se você se rebelar de novo, garanto que vou transformar sua vida num inferno. Tá nas suas mãos, então você decide.
- Vou me comportar bem, eu prometo. - Respondeu a mulher resignada.
- Então não tem com o que se preocupar. - E dizendo isso, Alberto saiu pela porta.
Assim que conseguiu processar tudo o que tinha acontecido, Miriam subiu para tomar banho. Debaixo d'água, desabou a chorar. Tinha se metido num beco sem saída do qual não sabia como sair. A única certeza que tinha era que teria que aguentar se submeter às perversões daquele moleque e confiar que ele cumprisse a palavra e a deixasse em paz logo.
Quando Alberto entrou no quarto, começou a gritar de alegria. Tudo tinha saído como planejado. Tinha conseguido subjugar a vizinha sem problemas e agora a tinha na mão. Ligou o computador para baixar o conteúdo do celular dela e, depois de bater uma punheta com o que tinha gravado, começou a planejar o próximo passo…
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