A estreia sexual, tanto pra homem quanto pra mulher, costuma ser complicada, traumática e tudo que termina com "ático" cairia bem aqui. Menos algumas exceções tipo Antártico, Ectoplasmático e matemático.
Eu ouvi um monte de gente falar que a primeira vez foi uma maravilha, que foi incrível e que foi ÚNICA porque fizeram com o amor da vida deles... MENTIRA!. A primeira vez na novinha dói, a não ser que o cara que comeu ela tenha um palito de dente no lugar da pica.
No meu caso, nunca entendi qual foi minha estreia sexual, bom, até entendi... bom, sei lá.
Tinha uma gordinha que era apaixonada por mim na escola, vamos voltar naquela época.
Eu tinha 15 anos, era igual ao Butthead, do Beavis and Butthead. Não tinha lábia, nem carisma, nem grana, nem estilo, nada.
Só lembro que tinha um cabelo estilo Elvis e um bigode daqueles que nasce por causa da punheta adolescente que é de assustar.
Minha mãe falava pra não me barbear, que ia nascer barba dura, e eu obedecia.
Todos meus colegas já tinham pegado alguém, e eu tava muito longe disso. Tinha muita vergonha e me sentia muito mal por ser... feio.
Aí, magicamente, aparece ela. Uma mina da minha sala. Uma gordinha de cabelo ruivo.
Tô falando "GORDINHA" pra não falar o que ela era de verdade: UM PORCO.
Era o bicho do bingo lavalle.
Ela tava na mesma, não conseguia um cara nem pagando.
Na escola, a gordinha tratou de espalhar que gostava de mim. Imagina as zoações que eu aguentei. Repito, a gorda era IMPOSSÍVEL, nem misturando rivotril com UVITA CLERICÓ dava pra encarar.
A GORDA (e tô escrevendo em maiúsculo porque era MUITO GORDA) me pega num corredor da escola e fala que tá apaixonada.
Eu não sabia como reagir, porque nunca tinha acontecido algo assim comigo. Aí reagi muito friamente...
- "Eu não."
- Não me fala isso, Ariel. Sabe a coragem que juntei pra te falar isso? TE AMO.
- Olha, você não me atrai. Mas... deixa eu pensar.
Eu tinha que pensar muito no que fazer. Era Gorda, a pior coisa do colégio, mas eu tinha que pegar, não podia ficar pra trás dos meus colegas.
Mas…, e se eu comesse a gorda? Iam me zuar, iam me matar.
Então, minha mente genial bolou, justamente, um plano maestro…
.
- Ari, eu te amo, por você faço qualquer coisa. QUALQUER COISA.
- Qualquer coisa?
- Qualquer coisa. Juro que me mato se você não me der bola.
- Não, espera, não se mata. Eu tenho 2 amigos, JP e S., se a gente armar algo entre os 3, eu te dou bola.
- Como assim algo entre os 3?
- Que se você quiser ficar comigo, vai ter que comer eles também. Festa, party, pica pra todo lado. Você, a rainha da rola, adorada pelos deuses, entendeu?
- Você é louco?
- FESTA.
.
Depois de insistir um pouco mais, a gorda tava muito dada e… aceitou.
Eu queria que ela desse pra meus amigos também, assim depois não podiam me encher o saco e eu tinha eles na mão.
.
Combinamos então de nos encontrar na casa do JP, nós 4.
Não quero me alongar muito nesse assunto, mas a gorda acabou fazendo um boquete em cada um, porque a gente quis comer ela e NÃO ENTRAVA A PIROCA POR CAUSA DA GORDURA QUE ELA TINHA EM VOLTA.
Lembro que quando eu ia comer ela, meus amigos seguravam dos dois lados as nádegas dela, separando pra eu conseguir achar o buraco. Bizarro pra caralho.
Resumindo, me chuparam e eu festei antes de “pegar”. Louquíssimo.
.
Depois, passou um mês, e magicamente apareceu outra mina que tava atrás de mim no colégio. Chamavam ela de “o lagarto juancho”. A coitada era magra, feia, e com o hálito podia deixar um morcego radioativo.
.
Comi ela.
.
Magicamente, meses depois, viro muito amigo da “mais gata do COLÉGIO”, que por acaso estudava na minha sala e nunca tinha me olhado porque eu era muito feio.
Crio uma química foda com ela, e numa saída (à tarde num shopping, nível baixíssimo o meu), cometo uma loucura, me jogo na piscina sabendo que tava vazia ou cheia de cara afim e falo…”cê me gusta muito” (by pity alvarez)
.
- A Também gosto de você, Ariel.
— Não. Mentira, você tá me zoando.
— Não tô te zoando.
— Fala sério, mano, você tá me zoando.
— NÃO TÔ TE ZOANDO.
— AHHH, FALA SÉRIO, NÃO PODE SER.
— Você é retardado?
— E agora, o que eu supostamente tenho que fazer?
— Ah… sei lá?
— Te dar um beijo?
— E… vê aí.
— Fala, vai…
— Você é retardado?
— Sim.
— Então vai!!
— Beleza, é que… eu não sei beijar muito bem.
— Não importa, vai logo!!
— Beleza, deixa eu ver.
Da minha parte, beijei ela do mesmo jeito que um velho sem dente chuparia um pirulito.
Tava comendo a mina mais gostosa do colégio, e… PUTA QUE PARIU!, NENHUM DOS MEUS AMIGOS TAVA LÁ PRA ME VER!!!
Levei ela até a casa dela, e prometemos não contar nada no colégio… ela pediu pra ser assim, e eu dei minha palavra de cavalheiro.
Fui andando umas vinte quadras… e pensando…:
Isso não pode ser… beijei ela… e ela pediu pra não contar nada… por que será?, não quer se queimar… deve ser isso… claro!, quando as amigas descobrirem que ela me beijou, vão zuar ela…, e se eu não for tão feio assim???… sim… com certeza sou muito feio…, e se ela descobriu que eu tenho um pau grande e que ela vomita?… não… ninguém sabia naquela época…, e se ela descobriu que minha mãe tem uma loja de ferragens?… não… que tem a ver?… bom… sei lá.
Fui dormir, mais feliz do que nunca.
Cheguei no colégio no outro dia e fui direto nela:
— Quer ser minha namorada?
— Quéeeeeeeeeeeeee????
— Minha namorada.
— Quéeeeeeeeeeeeee??????
— Minha namorada, retardada.
— Sim, quero. Você quer?
— Claro que quero.
— Bom… sim, quero.
— Já falou que sim.
— Beleza, vai ficar com isso?
— Com o quê?
— Com o SIM.
— Que outra opção eu tenho?
— Ah, você é um idiota, não é à toa…
— Não é à toa o quê?
— Nada, vamos namorar ou não?
— Sim, mas você seria minha primeira namorada, eu não sei nada disso…
— Você também seria meu primeiro namorado!!
— Sério?????
— Não.
— Fala sério, sério?????
— Não!
— Beleza, já foi.
Passamos meses juntos, meses lindos de um amor jovem e sincero.
Conheci a família dela, ela conheceu a minha. Era tudo muito bonito, muito saudável… mas…
E TRANSAR??? Era um 30 de agosto, no meu apartamento (bom, dos meus pais).
Muito agarramento, muito beijo, muito aquecimento. Só faltava o Mariano Closs narrando como eu ia arrebentar a pica.
.
- Posso te pedir um favor?
- Sim
- Você me ama?
- Isso não é um favor, é uma pergunta…
- Fala, sua mongoloide, comeu o Bucay?, não vem de psicologia comigo.
- Bom, eu, que gênio!
- É que tô nervoso pra caralho.
- Bom, sim, eu te amo.
- Quanto?
- Muito… e você?
- Muito mais que você
- Awwwwww minha coisinha linda, bebezinho da mamãe
- FALA, MONGOLOIDE, ME AMA OU NÃO?
- Já te falei que sim, Ariel, e para com esse negócio de mongoloide porque isso não é insulto, é doença.
- Bom, se você me ama, e eu te amo, preciso pedir um favor que tem que ser hoje…
- Fala
- Quero que a gente faça amor
- O quê???????
- Que a gente transe.
- Sim, entendi, mas por que tem que ser hoje?
- Simples, porque você me ama e eu te amo
- Nãonãonão, mas ontém também a gente se amava… e você não pediu
- Amanhã faço 16 anos, e pros meus filhos no futuro quero poder dizer que transei com 15 pra não me sentir um velho fudido.
- Bom, então vamos, onde?
- Olha, na loja de ferragens da minha família, no segundo andar não tem NADA, porque tá em semi-construção. Só tem 4 paredes e um banheiro, eu posso pedir as chaves pra minha mãe ou pra vó, e pronto!
- Beleza, vamos!
.
Notei que ela tava animada, mas não mais que eu. Quem lembra como tava 20 minutos antes de estrear vai me entender.
Nos ovos não tinha esperma, tinha lactobacilo direto nos ovos.
.
Chegamos na loja de ferragens.
Tava minha vó, meu tio e meu avô.
.
- Vó, me dá as chaves de cima que quero mostrar como tá a obra pra minha namorada? (com uma piscadinha que minha vó nunca entendeu)
- Hã??
- É. Fala, vó
- Ariel, pelo amor…
- VÓ!
- Arieeeeell, não se faz de bobo comigo.
- VÓ, PELO AMOR DE DEUS, ME DÁ AS CHAVES DE CIMA.
- PRA QUE VOCÊ QUER IR PRA CIMA?, NÃO TEM NADA!!!
- A buceta da sua mãe, sua velha enjoada ME DÁ AS CHAVES URGENTE PELO AMOR DE DEUS TE PEÇO NÃO ME DEIXA LOUCO
- De novo "paquerando", né?
- Sim, de novo paquera. Me dá as chaves já!, imediatamente. Agora. Só.
- Toma
.
Olho pra ELA e falo:
- Vamos, anda, já tenho as chaves
- Calma Ari, tem certeza?
- Sim, burra, vamos
- Não sei se devo fazer isso.
- Tá me zoando?, ela explode... EXPLODE. VAMOS LOGO
- Vamos, mas você não entende nada.
- Você é que não entende nada, tô transbordando.
- Isso é porque você é um punheteiro que não quer me fazer amor, só quer descarregar...
- Minha filha, pra descarregar eu uso o ARES ou o EMULE
- Essa piada você já fez nos textos passados!
- Descarrega minhas bolas que tão pesadas!
- Olha?, fez uma rima!
- Na sua buceta se encaixa.
- Ariel!, você é um sem-vergonha
- Chupo sua buceta menstruada até sair suco de manga
- Você é muito básico Ariel, por que não me pergunta também se eu gosto de Minimal Tecno?
- Você gosta de Minimal Tecno?
- Você vai morrer na punheta. Punheteiro.
.
Depois dessa enxurrada de piadas ruins, a gente sobe a escada pro 2º ANDAR.
.
A escada era a mais longa do mundo. Eu já sentia meus espermatozoides subindo pela pica com vontade de sair que nem loucos.
.
Naquele momento eu pensava..."vou fazer ela gozar?", "e se eu fuder ela mal?"...
Pra vocês, minas, comento que naquele momento (e em muitos outros da vida), a gente homem tem o medo de que assim que começar o sexo a gente goze NA HORA.
Uma vez aconteceu comigo que uma gostosa me deixava louco e o namorado tava a 7 metros de distância. A adrenalina e a tesão que eu tava fez que assim que enfiei, gozei. Juro por Deus, enfiei e gozei. A gostosa queria me matar.
A solução pra isso é colocar uma fita scotch na boca da pica, que seria o mesmo que colocar fita de embalagem na sua boca e você com vontade de vomitar.
O vômito resiste e volta pra dentro, então com a porra acontece a mesma coisa. É tipo uma "auto-gozada".
Bom, subimos a escada. A escada era a mais longa... Não. Isso eu já falei.
. Chegamos no hall do segundo andar, e já dali a gente começava a se agarrar tudo.
Tava sem freio. A gente tirava a roupa, rasgava a roupa, comia o pescoço... loucura.
.
Minha cueca pedia socorro. Tava estourando.
Ela tava mais molhada do que se eu tivesse jogado um litro de Cepita na calcinha dela.
A gente não aguentava mais.
Não tinha lugar pra transar no segundo andar, porque tava em construção. Então o que pareceu certo foi ir fuder no banheiro.
.
O banheiro também tava em construção, mas fazer o quê, tinha que fuder.
Nessa hora, meto a mão no bolso e acho 2 camisinhas. Eram uma marca bosta... (naquela época não tinha JAGER, que são as que uso agora).
Na embalagem da camisinha já dava pra ler praticamente um anúncio: "Você não vai saber colocar direito, virgem".
Tava com medo.
Entramos no banheiro, pelados, porque a roupa a gente tinha deixado no hall.
Era fantástico.
Chupei a buceta dela. Tava uma delícia. Na real, com a pica dura que eu tava, se eu fosse chupar e pegasse o absorvente, acho que ia gostar também.
Aliás, lembro que essa buceta tinha um gostinho leve de Levité maçã.
Subi ela no mictório, mandei abrir as pernas.
Tava muito nervoso, porque tinha medo de não achar o buraco.
Isso aconteceu. Não achei...
.
- Ari, isso é o cu.
- E daí??
- Nem fudendo, mano.
- Preciso meter em algum lugar.
- Mais pra cá, mais pra... Aí... aí... devagar, mano... devagar!
- NÃO DÁ PRA SER DEVAGAR
.
CRACK!!
.
- aaaaaaai...... isso doeu
- ROMPI??, NÃO SOU MAIS VIRGEM??
- Vai, mexe... devagarinho...
- NÃO CONSIGO, ACHO QUE VOU GOZAR
- QUE???????????????. JÁ?????
- É... "me entende".
- Não seja idiota. Por favor, continua me comendo
- Não dá, desculpa... AAAAAAAAhhhhmerdaaaaaaa... aaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaa...
.
Gozei. E muito.
As minhocas saíam que nem loucas. Dava pra sentir o trajeto da linha E do metrô na minha pica.
.
Ela, com uma cara de bunda impressionante, e eu tava Feliz como preto com pó de guaraná.
- Bom... péssimo... vou me trocar, Ariel.
- O quê? Desse banheiro você não sai!
- E o que você quer que eu faça? Já tô todo dolorido, quero ir embora.
- VOCÊ FICA AQUI PORQUE EU VOU TE COMER DE NOVO.
- Cê é louco, vou embora.
- VOCÊ NÃO VAI A LUGAR NENHUM.
- SIM. VOU AGORA.
- NÃO VAI, SUA BURRA, EU FALEI. VOU TE COMER DE NOVO.
Automaticamente, ela tenta abrir a porta do banheiro. Como eu "saco a fita" e vejo a atitude dela, dou um chute ninja na porta, conseguindo fechá-la na hora.
A porta fez um barulho estranho ao fechar... foi algo tipo um... "CLOCCC".
- Travou.
- Abre.
- Não, burra, travou feio. Não vê que não tem maçaneta? Tem fechadura, mas não maçaneta.
- Abre com a chave e pronto, Ariel!
- Não tenho a chave... cê acha que eu tenho a chave do banheiro do segundo andar da ferragem? Nem roupa eu tenho...
- Não... vou morrer.
A gente tava trancado. Sem luz, sem água, sem roupa... Nada.
Não tinha nem alguma coisa pra fazer alavanca na porta. A gente tava preso.
- Queria estrear, né? Já conseguiu, egoísta!
- O que eu tenho a ver com isso, burra???
- VOCÊ TEM TUDO A VER, VOCÊ CHUTOU A PORTA.
- E DAÍ? SE EU TIVESSE FECHADO NORMAL, IA ACONTECER A MESMA COISA! IA TRAVAR DO MESMO JEITO!
- VOCÊ CHUTOU!
- E????
- QUE VOCÊ CHUTOU E TRAVOU.
- ME ESCUTA, RETARDADA, CÊ NÃO ENTENDEU? TRAVOU PORQUE NÃO TEM MAÇANETA, NÃO POR CAUSA DO CHUTE.
- TÔ POUCAS IDEIAS, ARIEL, SE TEM MAÇANETA OU NÃO. QUERO SAIR DAQUI.
Naquele tempo não existia celular...
Passaram 2 horas...
- Acho que vou desmaiar.
- Aí, para, burra, não me deixa nervoso!!!
- Me dá água, vou desmaiar.
- NÃO TEM ÁGUA, BURRA, FALEI QUE NÃO TEM ÁGUA.
- A GENTE TÁ PRESO, ARIEL!
- Ah é? Não sabia?
O que mais me preocupava era que a gente tava pelado. Porque supondo que em duas semanas os bombeiros nos resgatassem. A gente ia ficar nu de qualquer jeito...
- Ariel, grita, por favor, alguém tem que nos ouvir!
- O que você quer que eu grite? Não vão nos ouvir da ferragem! Além disso, COMO É QUE EXPLICO PRA VOVÓ QUE A GENTE TAVA TRANSANDO??
.
Depois de um tempo, não dava mais pra segurar… comecei a gritar…:
.
- TIIIIIIIIIIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO….. TIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
- Eles não tão ouvindo a gente, Ariel, tô fora de controle, não aguento mais!
- DÁ PRA PARAR, SUA BURRA?, TÔ MUITO NERVOSO…. “TIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO”
- SEU TIO VAI VIR E EU TÔ PELADA!
- E O QUE CÊ QUER QUE EU FAÇA, SUA BURRA?, QUER QUE EU ARRANQUE O VASO E CÊ SE VISTA DE VASO?
.
Depois de tanto gritar… lá no fundo se ouve uma voz salvadora:
.
- Ariel, cadê vocêêê, o que houve
- VOVÓÓÓÓÓÓÓÓÓ TÔ PRESO LÁ EM CIMAAA
- O quêêêêêêêêê?
- TÔ- PRESO- LÁ EM CIMA
- O QUE É BASE PRA CIMA???
- NÃOOOO. QUE TÔÔÔÔ PRESOOOO LÁ EM CIMAAA
.
Não tinha jeito, a vovó não ouvia porra nenhuma. Aquele aparelho auditivo de merda que ela comprou no Sprayette no fim era falsificado.
.
Depois de um tempo, se ouve:
.
- ARIEL, O QUE HOUVE
- TIO, PELO AMOR DE DEUS, A VOVÓ TÁ PERTO DE VOCÊ?
- TÁ, AQUI DO LADO, TAMO TODO MUNDO AQUI EMBAIXO, O QUE HOUVE??
.
Me entendam, naquele momento eu não podia gritar que tava pelado comendo minha mina no banheiro e que tinha ficado preso, então tive que apelar pra uma mentirinha…
.
- FUI ROUBADO E ME PRENDERAM. TÔ PELADO NO BANHEIRO, PELO AMOR, ME SALVA, MAS “DEIXA A VOVÓ LÁ EMBAIXO”
- O QUÊ???
- QUE FUI ROUBADO
- JÁ VOU
.
Meu tio não subia… e depois de 5 minutos ouço 3 sirenes.
Não vou exagerar. Um grupo tático da polícia entrou aos berros pelo HALL todo, e a gente não sabia o que fazer!
Pra que meu tio tinha chamado a polícia?, e claro… se eu falei que tinha sido roubado… que idiota…
.
De repente, um oficial chega no banheiro e pede pra gente se identificar.
.
- Oficial, desculpa, sou eu, Ariel, e tô com minha mina no banheiro, presos e pelados
- Ariel, me diga quantos eram eles e se estavam armados
- Desculpa, oficial, aqui não teve roubo nenhum.
- Como assim não teve roubo nenhum?
- Não…, desculpa, foi um mal-entendido… (música de (violinos)... então, tô aqui com minha mina e a gente queria... estreiar... e aí, ficamos presados...
Do nada, um silêncio absoluto e eu escuto.
- Ariel, afaste-se da porta e afaste sua mina.
De repente... "BOOOOOOOM". A porta "caiu". Juro que a porta caiu. O filho da puta chutou ela pra dentro.
Em menos de 30 segundos, toda a delegacia de Parque Patricios conheceu a buceta da minha mina. Inacreditável.
Passei a vergonha da minha vida, e ela também, coitadinha, como chorava.
O que mais me marcou foi ver minha avó. Ela nunca entendeu que a gente tava transando. Não parava de olhar pra minha pica...
- Ariel, cê tá bem?
- Tô sim, vó, espera aí que vou vestir a roupa!
- Quantos eram?, te machucaram?
- Vó, não fomos roubados...
- Mas te machucaram?, o que fizeram com vocês?, ai! Pelo amor de Deus, tô me sentindo muito mal...
- VÓ, NÃO FOMOS ROUBADOS E NÃO TEVE LADRÃO...
Minha avó me encarou. Cinco segundos onde ela interpretou tudo e exclamou... "não pode ser".
Depois, chegou meu avô, minha mãe, e a vizinhança toda pra "me resgatar".
Seria legal se cada um de vocês pudesse contar sua estreia sexual e a gente trocar experiências, que no meu caso, foi uma das situações mais vergonhosas da minha vida...
...
Sabe o que era a véia olhando pra minha pica?
Eu ouvi um monte de gente falar que a primeira vez foi uma maravilha, que foi incrível e que foi ÚNICA porque fizeram com o amor da vida deles... MENTIRA!. A primeira vez na novinha dói, a não ser que o cara que comeu ela tenha um palito de dente no lugar da pica.
No meu caso, nunca entendi qual foi minha estreia sexual, bom, até entendi... bom, sei lá.
Tinha uma gordinha que era apaixonada por mim na escola, vamos voltar naquela época.
Eu tinha 15 anos, era igual ao Butthead, do Beavis and Butthead. Não tinha lábia, nem carisma, nem grana, nem estilo, nada.
Só lembro que tinha um cabelo estilo Elvis e um bigode daqueles que nasce por causa da punheta adolescente que é de assustar.
Minha mãe falava pra não me barbear, que ia nascer barba dura, e eu obedecia.
Todos meus colegas já tinham pegado alguém, e eu tava muito longe disso. Tinha muita vergonha e me sentia muito mal por ser... feio.
Aí, magicamente, aparece ela. Uma mina da minha sala. Uma gordinha de cabelo ruivo.
Tô falando "GORDINHA" pra não falar o que ela era de verdade: UM PORCO.
Era o bicho do bingo lavalle.
Ela tava na mesma, não conseguia um cara nem pagando.
Na escola, a gordinha tratou de espalhar que gostava de mim. Imagina as zoações que eu aguentei. Repito, a gorda era IMPOSSÍVEL, nem misturando rivotril com UVITA CLERICÓ dava pra encarar.
A GORDA (e tô escrevendo em maiúsculo porque era MUITO GORDA) me pega num corredor da escola e fala que tá apaixonada.
Eu não sabia como reagir, porque nunca tinha acontecido algo assim comigo. Aí reagi muito friamente...
- "Eu não."
- Não me fala isso, Ariel. Sabe a coragem que juntei pra te falar isso? TE AMO.
- Olha, você não me atrai. Mas... deixa eu pensar.
Eu tinha que pensar muito no que fazer. Era Gorda, a pior coisa do colégio, mas eu tinha que pegar, não podia ficar pra trás dos meus colegas.
Mas…, e se eu comesse a gorda? Iam me zuar, iam me matar.
Então, minha mente genial bolou, justamente, um plano maestro…
.
- Ari, eu te amo, por você faço qualquer coisa. QUALQUER COISA.
- Qualquer coisa?
- Qualquer coisa. Juro que me mato se você não me der bola.
- Não, espera, não se mata. Eu tenho 2 amigos, JP e S., se a gente armar algo entre os 3, eu te dou bola.
- Como assim algo entre os 3?
- Que se você quiser ficar comigo, vai ter que comer eles também. Festa, party, pica pra todo lado. Você, a rainha da rola, adorada pelos deuses, entendeu?
- Você é louco?
- FESTA.
.
Depois de insistir um pouco mais, a gorda tava muito dada e… aceitou.
Eu queria que ela desse pra meus amigos também, assim depois não podiam me encher o saco e eu tinha eles na mão.
.
Combinamos então de nos encontrar na casa do JP, nós 4.
Não quero me alongar muito nesse assunto, mas a gorda acabou fazendo um boquete em cada um, porque a gente quis comer ela e NÃO ENTRAVA A PIROCA POR CAUSA DA GORDURA QUE ELA TINHA EM VOLTA.
Lembro que quando eu ia comer ela, meus amigos seguravam dos dois lados as nádegas dela, separando pra eu conseguir achar o buraco. Bizarro pra caralho.
Resumindo, me chuparam e eu festei antes de “pegar”. Louquíssimo.
.
Depois, passou um mês, e magicamente apareceu outra mina que tava atrás de mim no colégio. Chamavam ela de “o lagarto juancho”. A coitada era magra, feia, e com o hálito podia deixar um morcego radioativo.
.
Comi ela.
.
Magicamente, meses depois, viro muito amigo da “mais gata do COLÉGIO”, que por acaso estudava na minha sala e nunca tinha me olhado porque eu era muito feio.
Crio uma química foda com ela, e numa saída (à tarde num shopping, nível baixíssimo o meu), cometo uma loucura, me jogo na piscina sabendo que tava vazia ou cheia de cara afim e falo…”cê me gusta muito” (by pity alvarez)
.
- A Também gosto de você, Ariel.
— Não. Mentira, você tá me zoando.
— Não tô te zoando.
— Fala sério, mano, você tá me zoando.
— NÃO TÔ TE ZOANDO.
— AHHH, FALA SÉRIO, NÃO PODE SER.
— Você é retardado?
— E agora, o que eu supostamente tenho que fazer?
— Ah… sei lá?
— Te dar um beijo?
— E… vê aí.
— Fala, vai…
— Você é retardado?
— Sim.
— Então vai!!
— Beleza, é que… eu não sei beijar muito bem.
— Não importa, vai logo!!
— Beleza, deixa eu ver.
Da minha parte, beijei ela do mesmo jeito que um velho sem dente chuparia um pirulito.
Tava comendo a mina mais gostosa do colégio, e… PUTA QUE PARIU!, NENHUM DOS MEUS AMIGOS TAVA LÁ PRA ME VER!!!
Levei ela até a casa dela, e prometemos não contar nada no colégio… ela pediu pra ser assim, e eu dei minha palavra de cavalheiro.
Fui andando umas vinte quadras… e pensando…:
Isso não pode ser… beijei ela… e ela pediu pra não contar nada… por que será?, não quer se queimar… deve ser isso… claro!, quando as amigas descobrirem que ela me beijou, vão zuar ela…, e se eu não for tão feio assim???… sim… com certeza sou muito feio…, e se ela descobriu que eu tenho um pau grande e que ela vomita?… não… ninguém sabia naquela época…, e se ela descobriu que minha mãe tem uma loja de ferragens?… não… que tem a ver?… bom… sei lá.
Fui dormir, mais feliz do que nunca.
Cheguei no colégio no outro dia e fui direto nela:
— Quer ser minha namorada?
— Quéeeeeeeeeeeeee????
— Minha namorada.
— Quéeeeeeeeeeeeee??????
— Minha namorada, retardada.
— Sim, quero. Você quer?
— Claro que quero.
— Bom… sim, quero.
— Já falou que sim.
— Beleza, vai ficar com isso?
— Com o quê?
— Com o SIM.
— Que outra opção eu tenho?
— Ah, você é um idiota, não é à toa…
— Não é à toa o quê?
— Nada, vamos namorar ou não?
— Sim, mas você seria minha primeira namorada, eu não sei nada disso…
— Você também seria meu primeiro namorado!!
— Sério?????
— Não.
— Fala sério, sério?????
— Não!
— Beleza, já foi.
Passamos meses juntos, meses lindos de um amor jovem e sincero.
Conheci a família dela, ela conheceu a minha. Era tudo muito bonito, muito saudável… mas…
E TRANSAR??? Era um 30 de agosto, no meu apartamento (bom, dos meus pais).
Muito agarramento, muito beijo, muito aquecimento. Só faltava o Mariano Closs narrando como eu ia arrebentar a pica.
.
- Posso te pedir um favor?
- Sim
- Você me ama?
- Isso não é um favor, é uma pergunta…
- Fala, sua mongoloide, comeu o Bucay?, não vem de psicologia comigo.
- Bom, eu, que gênio!
- É que tô nervoso pra caralho.
- Bom, sim, eu te amo.
- Quanto?
- Muito… e você?
- Muito mais que você
- Awwwwww minha coisinha linda, bebezinho da mamãe
- FALA, MONGOLOIDE, ME AMA OU NÃO?
- Já te falei que sim, Ariel, e para com esse negócio de mongoloide porque isso não é insulto, é doença.
- Bom, se você me ama, e eu te amo, preciso pedir um favor que tem que ser hoje…
- Fala
- Quero que a gente faça amor
- O quê???????
- Que a gente transe.
- Sim, entendi, mas por que tem que ser hoje?
- Simples, porque você me ama e eu te amo
- Nãonãonão, mas ontém também a gente se amava… e você não pediu
- Amanhã faço 16 anos, e pros meus filhos no futuro quero poder dizer que transei com 15 pra não me sentir um velho fudido.
- Bom, então vamos, onde?
- Olha, na loja de ferragens da minha família, no segundo andar não tem NADA, porque tá em semi-construção. Só tem 4 paredes e um banheiro, eu posso pedir as chaves pra minha mãe ou pra vó, e pronto!
- Beleza, vamos!
.
Notei que ela tava animada, mas não mais que eu. Quem lembra como tava 20 minutos antes de estrear vai me entender.
Nos ovos não tinha esperma, tinha lactobacilo direto nos ovos.
.
Chegamos na loja de ferragens.
Tava minha vó, meu tio e meu avô.
.
- Vó, me dá as chaves de cima que quero mostrar como tá a obra pra minha namorada? (com uma piscadinha que minha vó nunca entendeu)
- Hã??
- É. Fala, vó
- Ariel, pelo amor…
- VÓ!
- Arieeeeell, não se faz de bobo comigo.
- VÓ, PELO AMOR DE DEUS, ME DÁ AS CHAVES DE CIMA.
- PRA QUE VOCÊ QUER IR PRA CIMA?, NÃO TEM NADA!!!
- A buceta da sua mãe, sua velha enjoada ME DÁ AS CHAVES URGENTE PELO AMOR DE DEUS TE PEÇO NÃO ME DEIXA LOUCO
- De novo "paquerando", né?
- Sim, de novo paquera. Me dá as chaves já!, imediatamente. Agora. Só.
- Toma
.
Olho pra ELA e falo:
- Vamos, anda, já tenho as chaves
- Calma Ari, tem certeza?
- Sim, burra, vamos
- Não sei se devo fazer isso.
- Tá me zoando?, ela explode... EXPLODE. VAMOS LOGO
- Vamos, mas você não entende nada.
- Você é que não entende nada, tô transbordando.
- Isso é porque você é um punheteiro que não quer me fazer amor, só quer descarregar...
- Minha filha, pra descarregar eu uso o ARES ou o EMULE
- Essa piada você já fez nos textos passados!
- Descarrega minhas bolas que tão pesadas!
- Olha?, fez uma rima!
- Na sua buceta se encaixa.
- Ariel!, você é um sem-vergonha
- Chupo sua buceta menstruada até sair suco de manga
- Você é muito básico Ariel, por que não me pergunta também se eu gosto de Minimal Tecno?
- Você gosta de Minimal Tecno?
- Você vai morrer na punheta. Punheteiro.
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Depois dessa enxurrada de piadas ruins, a gente sobe a escada pro 2º ANDAR.
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A escada era a mais longa do mundo. Eu já sentia meus espermatozoides subindo pela pica com vontade de sair que nem loucos.
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Naquele momento eu pensava..."vou fazer ela gozar?", "e se eu fuder ela mal?"...
Pra vocês, minas, comento que naquele momento (e em muitos outros da vida), a gente homem tem o medo de que assim que começar o sexo a gente goze NA HORA.
Uma vez aconteceu comigo que uma gostosa me deixava louco e o namorado tava a 7 metros de distância. A adrenalina e a tesão que eu tava fez que assim que enfiei, gozei. Juro por Deus, enfiei e gozei. A gostosa queria me matar.
A solução pra isso é colocar uma fita scotch na boca da pica, que seria o mesmo que colocar fita de embalagem na sua boca e você com vontade de vomitar.
O vômito resiste e volta pra dentro, então com a porra acontece a mesma coisa. É tipo uma "auto-gozada".
Bom, subimos a escada. A escada era a mais longa... Não. Isso eu já falei.
. Chegamos no hall do segundo andar, e já dali a gente começava a se agarrar tudo.
Tava sem freio. A gente tirava a roupa, rasgava a roupa, comia o pescoço... loucura.
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Minha cueca pedia socorro. Tava estourando.
Ela tava mais molhada do que se eu tivesse jogado um litro de Cepita na calcinha dela.
A gente não aguentava mais.
Não tinha lugar pra transar no segundo andar, porque tava em construção. Então o que pareceu certo foi ir fuder no banheiro.
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O banheiro também tava em construção, mas fazer o quê, tinha que fuder.
Nessa hora, meto a mão no bolso e acho 2 camisinhas. Eram uma marca bosta... (naquela época não tinha JAGER, que são as que uso agora).
Na embalagem da camisinha já dava pra ler praticamente um anúncio: "Você não vai saber colocar direito, virgem".
Tava com medo.
Entramos no banheiro, pelados, porque a roupa a gente tinha deixado no hall.
Era fantástico.
Chupei a buceta dela. Tava uma delícia. Na real, com a pica dura que eu tava, se eu fosse chupar e pegasse o absorvente, acho que ia gostar também.
Aliás, lembro que essa buceta tinha um gostinho leve de Levité maçã.
Subi ela no mictório, mandei abrir as pernas.
Tava muito nervoso, porque tinha medo de não achar o buraco.
Isso aconteceu. Não achei...
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- Ari, isso é o cu.
- E daí??
- Nem fudendo, mano.
- Preciso meter em algum lugar.
- Mais pra cá, mais pra... Aí... aí... devagar, mano... devagar!
- NÃO DÁ PRA SER DEVAGAR
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CRACK!!
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- aaaaaaai...... isso doeu
- ROMPI??, NÃO SOU MAIS VIRGEM??
- Vai, mexe... devagarinho...
- NÃO CONSIGO, ACHO QUE VOU GOZAR
- QUE???????????????. JÁ?????
- É... "me entende".
- Não seja idiota. Por favor, continua me comendo
- Não dá, desculpa... AAAAAAAAhhhhmerdaaaaaaa... aaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaa...
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Gozei. E muito.
As minhocas saíam que nem loucas. Dava pra sentir o trajeto da linha E do metrô na minha pica.
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Ela, com uma cara de bunda impressionante, e eu tava Feliz como preto com pó de guaraná.
- Bom... péssimo... vou me trocar, Ariel.
- O quê? Desse banheiro você não sai!
- E o que você quer que eu faça? Já tô todo dolorido, quero ir embora.
- VOCÊ FICA AQUI PORQUE EU VOU TE COMER DE NOVO.
- Cê é louco, vou embora.
- VOCÊ NÃO VAI A LUGAR NENHUM.
- SIM. VOU AGORA.
- NÃO VAI, SUA BURRA, EU FALEI. VOU TE COMER DE NOVO.
Automaticamente, ela tenta abrir a porta do banheiro. Como eu "saco a fita" e vejo a atitude dela, dou um chute ninja na porta, conseguindo fechá-la na hora.
A porta fez um barulho estranho ao fechar... foi algo tipo um... "CLOCCC".
- Travou.
- Abre.
- Não, burra, travou feio. Não vê que não tem maçaneta? Tem fechadura, mas não maçaneta.
- Abre com a chave e pronto, Ariel!
- Não tenho a chave... cê acha que eu tenho a chave do banheiro do segundo andar da ferragem? Nem roupa eu tenho...
- Não... vou morrer.
A gente tava trancado. Sem luz, sem água, sem roupa... Nada.
Não tinha nem alguma coisa pra fazer alavanca na porta. A gente tava preso.
- Queria estrear, né? Já conseguiu, egoísta!
- O que eu tenho a ver com isso, burra???
- VOCÊ TEM TUDO A VER, VOCÊ CHUTOU A PORTA.
- E DAÍ? SE EU TIVESSE FECHADO NORMAL, IA ACONTECER A MESMA COISA! IA TRAVAR DO MESMO JEITO!
- VOCÊ CHUTOU!
- E????
- QUE VOCÊ CHUTOU E TRAVOU.
- ME ESCUTA, RETARDADA, CÊ NÃO ENTENDEU? TRAVOU PORQUE NÃO TEM MAÇANETA, NÃO POR CAUSA DO CHUTE.
- TÔ POUCAS IDEIAS, ARIEL, SE TEM MAÇANETA OU NÃO. QUERO SAIR DAQUI.
Naquele tempo não existia celular...
Passaram 2 horas...
- Acho que vou desmaiar.
- Aí, para, burra, não me deixa nervoso!!!
- Me dá água, vou desmaiar.
- NÃO TEM ÁGUA, BURRA, FALEI QUE NÃO TEM ÁGUA.
- A GENTE TÁ PRESO, ARIEL!
- Ah é? Não sabia?
O que mais me preocupava era que a gente tava pelado. Porque supondo que em duas semanas os bombeiros nos resgatassem. A gente ia ficar nu de qualquer jeito...
- Ariel, grita, por favor, alguém tem que nos ouvir!
- O que você quer que eu grite? Não vão nos ouvir da ferragem! Além disso, COMO É QUE EXPLICO PRA VOVÓ QUE A GENTE TAVA TRANSANDO??
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Depois de um tempo, não dava mais pra segurar… comecei a gritar…:
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- TIIIIIIIIIIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO….. TIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
- Eles não tão ouvindo a gente, Ariel, tô fora de controle, não aguento mais!
- DÁ PRA PARAR, SUA BURRA?, TÔ MUITO NERVOSO…. “TIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO”
- SEU TIO VAI VIR E EU TÔ PELADA!
- E O QUE CÊ QUER QUE EU FAÇA, SUA BURRA?, QUER QUE EU ARRANQUE O VASO E CÊ SE VISTA DE VASO?
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Depois de tanto gritar… lá no fundo se ouve uma voz salvadora:
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- Ariel, cadê vocêêê, o que houve
- VOVÓÓÓÓÓÓÓÓÓ TÔ PRESO LÁ EM CIMAAA
- O quêêêêêêêêê?
- TÔ- PRESO- LÁ EM CIMA
- O QUE É BASE PRA CIMA???
- NÃOOOO. QUE TÔÔÔÔ PRESOOOO LÁ EM CIMAAA
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Não tinha jeito, a vovó não ouvia porra nenhuma. Aquele aparelho auditivo de merda que ela comprou no Sprayette no fim era falsificado.
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Depois de um tempo, se ouve:
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- ARIEL, O QUE HOUVE
- TIO, PELO AMOR DE DEUS, A VOVÓ TÁ PERTO DE VOCÊ?
- TÁ, AQUI DO LADO, TAMO TODO MUNDO AQUI EMBAIXO, O QUE HOUVE??
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Me entendam, naquele momento eu não podia gritar que tava pelado comendo minha mina no banheiro e que tinha ficado preso, então tive que apelar pra uma mentirinha…
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- FUI ROUBADO E ME PRENDERAM. TÔ PELADO NO BANHEIRO, PELO AMOR, ME SALVA, MAS “DEIXA A VOVÓ LÁ EMBAIXO”
- O QUÊ???
- QUE FUI ROUBADO
- JÁ VOU
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Meu tio não subia… e depois de 5 minutos ouço 3 sirenes.
Não vou exagerar. Um grupo tático da polícia entrou aos berros pelo HALL todo, e a gente não sabia o que fazer!
Pra que meu tio tinha chamado a polícia?, e claro… se eu falei que tinha sido roubado… que idiota…
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De repente, um oficial chega no banheiro e pede pra gente se identificar.
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- Oficial, desculpa, sou eu, Ariel, e tô com minha mina no banheiro, presos e pelados
- Ariel, me diga quantos eram eles e se estavam armados
- Desculpa, oficial, aqui não teve roubo nenhum.
- Como assim não teve roubo nenhum?
- Não…, desculpa, foi um mal-entendido… (música de (violinos)... então, tô aqui com minha mina e a gente queria... estreiar... e aí, ficamos presados...
Do nada, um silêncio absoluto e eu escuto.
- Ariel, afaste-se da porta e afaste sua mina.
De repente... "BOOOOOOOM". A porta "caiu". Juro que a porta caiu. O filho da puta chutou ela pra dentro.
Em menos de 30 segundos, toda a delegacia de Parque Patricios conheceu a buceta da minha mina. Inacreditável.
Passei a vergonha da minha vida, e ela também, coitadinha, como chorava.
O que mais me marcou foi ver minha avó. Ela nunca entendeu que a gente tava transando. Não parava de olhar pra minha pica...
- Ariel, cê tá bem?
- Tô sim, vó, espera aí que vou vestir a roupa!
- Quantos eram?, te machucaram?
- Vó, não fomos roubados...
- Mas te machucaram?, o que fizeram com vocês?, ai! Pelo amor de Deus, tô me sentindo muito mal...
- VÓ, NÃO FOMOS ROUBADOS E NÃO TEVE LADRÃO...
Minha avó me encarou. Cinco segundos onde ela interpretou tudo e exclamou... "não pode ser".
Depois, chegou meu avô, minha mãe, e a vizinhança toda pra "me resgatar".
Seria legal se cada um de vocês pudesse contar sua estreia sexual e a gente trocar experiências, que no meu caso, foi uma das situações mais vergonhosas da minha vida...
...
Sabe o que era a véia olhando pra minha pica?
16 comentários - Nunca entendi minha estreia no sexo
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- A mi también me gustás Ariel
- No. Mentira, me jodés.
- No te jodo.
- Dale boluda me jodés
- NO TE JODO
- DAAALE BOLUDA NO PUEDE SER
- Sos mogólico?
- Y yo ahora que se supone que tengo que hacer?
- Y…no se?
- Darte un beso?
- Y fijate…
- No decime, dale…
- Sos mogólico?
- Si
- Dale!!
- Bueno, emmm, es que no se tranzar muy bien
- No importa, dale!!
- Bueno a ver
PUTA MAD... QUE CONVERSACION DE LO MAS RISIBLE, POR NO DECIR COJUDA JAJAJA, ME MATE DE LA RISA CON TU HISTORIA JAJAJA,
MUCHAS GRACIAS POR ELLO
SUERTE Y EXITOS